segunda-feira, novembro 28, 2022

Saab RBS 70NG

Consórcio Iveco – Oto Melara assina contrato para o novo VBM Plus do Exército Italiano

Destaques

Redação Forças de Defesa
Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

O Consórcio Iveco – Oto Melara (CIO) anuncia a assinatura de um contrato para o fornecimento de 14 VBMs Porta-Morteiros, 26 VBMs Postos de Comando (13 na Unidade Tática e 13 na Unidade de Comando), além de seis veículos de resgate e recuperação “10×10”.

Assinado em 30 de dezembro de 2021, na Secretaria de Defesa (Segredifesa) pela Diretoria de Armamentos Terrestres, o contrato vem como parte do fornecimento contínuo (“Fase 2”) de Veículos Blindados Médios para a Segunda Brigada Média do Exército Italiano. O acordo também inclui um upgrade para a versão “PLUS” da plataforma VBM, bem como suporte logístico integrado de longo prazo para todas as plataformas compradas.

A versão VBM Combat “PLUS” terá alterações tanto no veículo quanto na torre. As mudanças no veículo incluem a atualização na tecnologia comum utilizada no motor, levando-o de 550 HP para 660 HP, pronto para um futuro sistema de tração híbrida-elétrica, e upgrades para odriveline, aumentando o potencial de crescimento em até 15% em comparação com os níveis atuais.

No que diz respeito àtorre, a Leonardo está atualizando o sistema de controle de fogo com a introdução de componentes eletrônicos de última geração capazes de interligar os novos sistemas de detecção e de mira óptica digital “Janus D” e “Lothar D”. O contrato também inclui o fornecimento de um novo sistema de interfone digital e um ICS totalmente atualizado com rádio SDR VQ1 de quatro canais, bem como o novo Sistema de Comando e Controle C2D/N Evo, ambos desenvolvidos pela italiana.

O novo VBM PLUS distingue-se pelo aumento da mobilidade, letalidade e C4I integrado, permitindo que o Exército italiano enfrente os desafios dos próximos anos com um automóvel verdadeiramente de última geração,integrado à arquitetura centrada na rede do campo de batalha digital. O veículo também será equipado com a tecnologia Galileo PRS desenvolvida na Itália como parte do sistema de navegação por satélite seguro da União Europeia. Isso significa que o VBM será equipado com um recém-desenvolvido receptor de satélites, o primeiro do seu tipo capaz de receber serviços seguros de navegação por satélite tanto dos sistemas GPS dos EUA quanto daEuropeia Galileo PRS.

As plataformas Iveco Defense Vehicles Recovery and Rescue possuem tração integral acima de 5 eixos,com três eixos de direção, o motor 680 HP Cursor 16 da FPT Industrial e uma cabine de design nova que oferece os mais altos padrões de proteção da tripulação. Estes veículos podem levantar e mover cargas de até 25t de uma plataforma estável e recuperar veículos quebrados, danificados ou capotados com peso total de até 32t.

CIO Iveco – Oto Melara

O Consórcio Iveco – Oto Melara, CIO, foi criado em 1985 em igualdade de participação entre a Iveco Defense Vehicles e o antigo Oto Melara, hoje Leonardo. Dentro do Consórcio, a Iveco Defense Vehicles, empresa do Grupo Iveco, fornece os motores, transmissão e todos os componentes automotivos, bem como o casco e a montagem final, enquanto a Leonardo manuseia os sistemas de armas, visão, sistemas de comunicação de comando e controle, bem como o casco e a montagem final de veículos blindados sobre lagartas. Ambas as empresas têm experiência consolidada no campo de proteção novamente e diretamente fogo, minas e IEDs.

DIVULGAÇÃO: Assessoria de Imprensa – Leonardo no Brasil / Approach Comunicação

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willhorv
willhorv
10 meses atrás

O Exército Italiano vai fazer alguma empreitada? Porta argamassa e postes de comando? Kkkk Estes corretores….

Alexandre Galante
Reply to  willhorv
10 meses atrás

O texto veio da assessoria de imprensa assim, obrigado pela correção! 😉

rdx
rdx
10 meses atrás

É a família do Centauro. Aliás, o Freccia é uma boa opção para substituir o Cascavel …apesar de ter nascido como um IFV. Ele é superior em tudo e está equipado com uma torreta com canhão 25 ou 30 mm… que pode receber casulos ATGM Spike. Vejo a capacidade de carga do Freccia como uma grande vantagem. Ela pode ser útil para transportar cargas, feridos, prisioneiros e tropas.

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Last edited 10 meses atrás by rdx
Carlos
Carlos
Reply to  rdx
10 meses atrás

Penso em Torretas 30Mm assim , com o Perfil Baixo .
Não gosto daquela Utilizada no Guarani 30Mm com silhueta Alta.
Mas não Discuto quanto as Vantagens e Desvantagens de uma ou outra .

Deixo isso pra Galera mais categórica

rdx
rdx
Reply to  Carlos
10 meses atrás

Não vou externar minha opinião sobre o Guarani com aquela torreta aberta com canhão 30 mm. Nem vale a pena. Sei que a torreta foi descontinuada pelo fabricante… e reprovada pelo EB após uns 10 anos de avaliação. Parece que existem 10 unidades da tal versão em serviço.

Carlos
Carlos
Reply to  rdx
10 meses atrás

Ok Entendi
obrigado

Grifon Eagle
Grifon Eagle
Reply to  rdx
10 meses atrás

Eu ainda prefiro que o Brasil desenvolva seu blindado 8×8 próprio, para substituir os blindados Cascavel, assim como o seu MBT próprio para substituir os Leopard 1a5.

Last edited 10 meses atrás by Grifon Eagle
Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Grifon Eagle
10 meses atrás

melhor comprar um novo, investigar na fabricação nacional de ATGM e torres de canhão para veículos blindados, que são itens mais importantes.

Grifon Eagle
Grifon Eagle
Reply to  Carlos Campos
10 meses atrás

O Brasil não precisa ficar comprando de fora, o Brasil tem condições de desenvolver um blindado nacional além de seus próprios armamentos e torres de canhão.

Bueno
Bueno
Reply to  Grifon Eagle
10 meses atrás

O Brasil já consegue produzir o aço balístico do Guarani?
Se a reposta for sim, concordo com você..
 
Em reportagem que comemorava as 500 unidades entregues, o responsável pelo projeto disse que está em desenvolvimento o aço balístico no Brasil. 

Neste caso é melhor aprender a fabricar o aço balístico para depois querer fabricar um blindado.

Last edited 10 meses atrás by Bueno
Bueno
Bueno
Reply to  Bueno
10 meses atrás

Segue o Link com a parte da aprticiáção do Gen R1 Ramires na 10ªcstm 2021, onde e fala que o aço  balístico do Guarani ainda é importadao. em 20.30 min do video

https://www.youtube.com/watch?v=4fKrKYIe2xM

Bueno
Bueno
Reply to  Bueno
10 meses atrás

Aqui a palestra completa na 10ªcstm 2021 onde tem detalhes dos programas novo couraça do exército Brasileiro Participação dos fornecedores

https://www.youtube.com/watch?v=s16TMUY1N2w

Last edited 10 meses atrás by Bueno
Tomcat4,2
Reply to  Bueno
10 meses atrás

É importado devido, se não me engano, ao preço, a Usiminas produz aço balístico.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Reply to  Tomcat4,2
10 meses atrás

Bem lembrado Tomcat…. temos condições de produzir o aço, mas é mais barato importar, pois os alemães tem uma demanda muito maior desse tipo de aço e conseguem um preço muito mais competitivo no mercado internacional.

Danieljr
Danieljr
Reply to  Bueno
10 meses atrás

O que eu fiquei sabendo é que uma siderúrgica nacional absorveu a tecnologia e métodos de produção para a fabricação deste aço. Acontece que, para ser economicamente viável, eles vendem somente um lote com x quantidade. Como o exército está sem grana, atrasou ao máximo o ritmo de produção dos guaranis, e esse ritmo de produção não cobre o volume fabricado pela empresa, como também o EB não possui recursos para comprar o lote cheio e estocar o material para ser usado posteriormente. Por isso continuam comprando as chapas importadas, em frações menores. Se nem chapas de aço o EB… Read more »

Hcosta
Hcosta
Reply to  Grifon Eagle
10 meses atrás

Tem condições para desenvolver mas terá condições para manter uma linha de produção aberta para ser viável?

E toda a cadeia de logística e a capacidade financeira (no montante e no tempo certo) que isso implica?

Para isso acontecer é preciso muito planeamento e compromissos de várias partes.
Na maior parte dos países, acabam um projeto, tem outro para o substituir…

Tomcat4,2
Reply to  rdx
10 meses atrás

O q eu defendo é uma torre com canhão entre 25 e 35mm mais lançador de ATGM no Guarani 6×6 q já cumpriria a missão.

Bardini
10 meses atrás

A reestruturação das forças blindadas italianas, é muito interessante. E, dentro das nossas necessidades, de deslocar unidades por grandes distâncias, caberiam muitas comparações. Eles visam ter 11 Brigadas para Manobra. 2 Pesadas, 4 Médias e 5 Brigadas Leves/Especializadas. . A maior parte dos meios sobre roda, estão agrupados nas 04 Brigadas Médias: Pinerolo, Sassari, Aosta e Pozzuolo del Friuli. . O blindado 8×8 Freccia VBM, além de IFV e demais empregos, também é empregado como meio de reconhecimento dentro das estruturas dos italianos. São 06 Freccia VBM, dentro de um pelotão RECCE. . Dentro dessas Brigadas, alguns Freccia também são… Read more »

Last edited 10 meses atrás by Bardini
rdx
rdx
Reply to  Bardini
10 meses atrás

O Centauro II possui custo proibitivo. Os italianos estão pagando 1.5 bi de Euros por 150 unidades + 10 anos de suporte.

Isso dá 10 milhões de Euros (ou R$ 63 milhões) a unidade.

Lembrando que esse é o valor para os donos do projeto.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Bardini
10 meses atrás

Não sei se houve uma revisão, mas segue a estrutura prevista para os Regimentos de Cavalaria do Exército Italiano:

2 x Esquadrão de Reconhecimento.

Cada um equipado com:

12 x VTLM Lince – algumas com o sistema JANUS de reconhecimento e vigilância.

6 x Freccia EVO Reconhecimento – equipados com VANTs.

1 x Esquadrão de Cavalaria Pesado

Equipado com:

14 x Centauro II

Ao todo, cada regimento estará equipado com:

24 x VTLM Lince
12 x Freccia EVO Reconhecimento
14 x Centauro II

rdx
rdx
Reply to  Alfa BR
10 meses atrás

O compartimento de carga é indispensável para transportar uma equipe com drones. Logo, os blindados de reconhecimento desprovidos dessa capacidade estão completamente obsoletos.

Bardini
Reply to  Alfa BR
10 meses atrás

Não lembro de toda essa quantidade de Linces dentro do que se pretendia para o Pinerolo. Provavelmente foi revisado mesmo, pq se comentava a possibilidade uns 10 anos atrás!
.
Fazem bons anos que não me aprofundo nos assuntos dos italianos. Não sei nem em que pé está renovação do Aosta.

Last edited 10 meses atrás by Bardini
rui mendes
rui mendes
Reply to  Bardini
10 meses atrás

Nova evolução do lince

Iveco-DV-MTV_03-768x489.jpg
Bueno
Bueno
Reply to  Bardini
10 meses atrás

Bardine, acho que o EB está fixado na modernização do Cascavel (parece uma tara de colecionadores de carros antigos), na palestra na 10ªcstm 2021, tem os detalhes do programa de modernização do cascavel e a justificativa para o gasto de tempo e dinheiro.   Eu sugiro aos editore, se possível é claro, separar em blocos de temas para discursões, da Palestra na 10ªCSTM 2021, Nova couraça e Subprogramas da Forças Blindadas do Exército Brasileiro.    Este é o material mais completo sobre os programas de blindados do Exército Brasileiro. Palestraram os responsáveis por cada programa e a participação de fornecedores. … Read more »

rui mendes
rui mendes
Reply to  Bardini
10 meses atrás

A Itália como VCI têm o Dardo.

Thom
Thom
Reply to  Bardini
10 meses atrás

Esse veículo francês (se não me engano) é muito bonito, me lembra o russo, sendo o do “urso” é sobre lagartas.
É surreal como teimam modernizar um veículo velho. A modernização desse veículo é visando o lucro não a eficiência e a economia ao longo prazo. Quem será beneficiado com esse contrato multimilionário? Sim, com esse tal disparate e falta de sensatez nos projetos faço esse questionamento. Não é possível que eles não saibam de tais erros.

Suécia, esse país poderia ser nosso maior parceiro em modernizar nossas FFAA, mas…

Oráculo
Oráculo
Reply to  Bardini
10 meses atrás

98 Centauros é um número ridículo para um país do tamanho do Brasil. A única justificativa que eu creio ser aceitável é que nesse meio tempo uma versão Centauro BR será fabricada na IVECO de Minas Gerais, mais barata e adaptada para as necessidades do EB, e não essa versão italiana/OTAN que estão comprando. Daí o número será ampliado. Sobre a modernização do Cascavel, hoje em dia concordo com você. Demorou demais. Perderam o prazo a muito tempo atrás.. Cancela o projeto, adota uma solução nova(Guarani Turbinado) para substituir parte deles e junta recursos para comprar mais Centauros, que o… Read more »

Henrique
Henrique
Reply to  Oráculo
10 meses atrás

O Guarani é modesto, eu acho que deve haver limitações a outros tipos de missões além de táxi da batalha.

rdx
rdx
Reply to  Henrique
10 meses atrás

Assim como o LMV, que não passa de um taxi de comandantes.

Oráculo
Oráculo
Reply to  Henrique
10 meses atrás

Não creio que seja tão modesto assim. Pelo contrário, tem se mostrado bem versátil. Além das funções previstas no contrato, já estão fazendo outras que não constavam no “pedido”. Esses dias saiu matéria sobre estarem testando a versão com morteiro, algo que o EB não tem hoje em dia. Outra para engenharia de combate, que nunca imaginei ser viável. E se o EB optar por criar um Guarani Turbinado , com um canhão 30 ou 40mm e uns spikes , fica uma solução muito interessante. Arrisco dizer que será até exportado. É um projeto relativamente novo, com uma plataforma que… Read more »

Bardini
Reply to  Oráculo
10 meses atrás

O desenvolvimento dessas novas variantes sempre foi planejado e está muito atrasado.

Welington S.
Welington S.
Reply to  Bardini
10 meses atrás

Antes, eu era a favor. Hoje, sou contra a modernização do Cascavel. Não vale a pena e será um dinheiro literalmente jogado no ralo da noite pro dia, pra modernizar o que já está obsoleto há anos. Às vezes, me parece que o pessoal que faz esses projetos de modernizações daqui e daculá, vivem em um mundo paralelo ao nosso, por que, sinceramente, não é possível uma coisa dessa. Provavelmente, todos aqui vão se lembrar da palestra no CSTM, onde os convidados falavam lá sobre seus blindados e etc. No caso em específico, o palestrante da BAE Systems, que apresentou… Read more »

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Reply to  Bardini
10 meses atrás

Excelente Bardini, talvez bater na porta do tio Sam e pedir um punhado de M1128 MGS minimizaria o problema…estão encostando tudo…o que acha?

Last edited 10 meses atrás by Rafaelvbv
Bardini
Reply to  Rafael Gustavo de Oliveira
10 meses atrás

Lógico que estão encostando, nem os americanos querem aquela porcaria…

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Reply to  Bardini
10 meses atrás

Não sei Bardini….o modelo italiano vem no estado da arte como mostrado o modelo nas feiras internacionais?…se bem que mesmo que tentando baratear o Centauro 2 para um modelo tupiniquim, colocando canhão 105mm naquela torre leonardo (vem como opcional), abrindo mão do autoloader, estação remota da .50 (hithole) e talvez um motor mais modesto, ainda ficaria muito caro para o nosso caixinha

rdx
rdx
10 meses atrás

O EB está colhendo os frutos do vacilo em não ter comprado o Centauro, 20 anos atrás. Quem é mais velho sabe muito bem que o Centauro I chegou a ser avaliado em 2001. Se o EB tivesse comprado pelo menos 200 unidades, a realidade seria muito diferente. Provavelmente, ninguém estaria falando na esdrúxula modernização do Cascavel… mas, talvez, em negociar a compra de 200 Freccia e/ou Centauro II, envolvendo a modernização dos nossos Centauro I e a aquisição de unidades excedentes do exército italiano.

Last edited 10 meses atrás by rdx
Henrique
Henrique
Reply to  rdx
10 meses atrás

Já dava pra perceber que o cascavel estaria obsoleto na virada do século; o pessoal do EB só se mexe quando o material já está irreparável, gastar qualquer coisa com cascavel agora é desperdiçar dinheiro, no máximo o que deveria ser feito é uma revisão nos componentes automotivos pra pelo menos continuar rodando até um substituto chegar, não meter um monte de tecnologia num material já obsoleto, boa vela com defunto ruim.

Agnelo
Agnelo
Reply to  rdx
10 meses atrás

2001??? Quando a tropa tinha de ter meio expediente quando saía de serviço por falta de recurso? Atiramos menos da metade da munição prevista? Vtr paradas por falta de Mnt? Isso, pq o EP era menor q recruta praticamente na maioria das OM e o emprego na fronteira era muitíssimo menor…. Em 2002, o EV saiu no meio do ano…. O pouco EP tirou serviço na 24 de julho até abril do outro ano. 2003: Projeto Soldado Cidadão. Além de manter a tropa sem $$, o GF entubou o dobro de recruta previsto…. As coisas começaram a normalizar, depois de… Read more »

Tomcat4,2
Reply to  Agnelo
10 meses atrás

Muito pelo contrário, Centauro, Leopard 2A…, CV-90 , helicóptero de ataque etc, “não dão voto”, muito pelo contrário são compras usadas contra o governo pela oposição q fala q o dindin veio da educação, saúde etc e que nem estamos em guerra??‍♂️?TrAgicO!!!??

Reinaldo Deprera
Reinaldo Deprera
10 meses atrás

O EB está perdendo uma ótima oportunidade de mudar a concepção do emprego de carros de combate. IFV com ATGM e proteção soft/hard kil tornaram os MBT obsoletos. O Exército que substituir o uso de MBT em favor de IFV sob largatas irá ecomizar muita grana e ao mesmo tempo melhorar sua capacidade de combate. Não consigo imaginar qualquer MBT enfrentando um CV90 com ADAPTIV e SPIKE LR. O Canhão de 40mm é excelente para uso geral (infantaria, helicópteros, estruturas e outros carros de blindagem média/leve) e os ATGM modernos são mais eficiente que um tiro de canhão 120/125mm. Mas… Read more »

Last edited 10 meses atrás by Reinaldo Deprera
Henrique
Henrique
Reply to  Reinaldo Deprera
10 meses atrás

MBTs não são obsoletos, principalmente na AS. O grande impedimento para MBT, principalmente os mais recentes ocidentais se dá por razões de terreno, logísticas e de custo e não por uma suposta obsolescência.

rdx
rdx
Reply to  Henrique
10 meses atrás

Na minha opinião, os MBTs estão completamente obsoletos na AS. São meios obsoletos, dispendiosos e inadequados. Curiosamente, a Argentina nunca teve um MBT (o TAM é um medium tank) e o Peru trocou o T-55 por caça-carros e jipes com Kornet e Spike. Mais curioso ainda é que o canhão 105 mm do Leopard 1 é inútil contra a blindagem do T-72 venezuelano (a única ameaça). Em caso de guerra, o EB enviaria a bda pqdt com os recém-adquiridos Spike e não o Leopard 1…até porque quando eles chegassem ao TO, a guerra já teria acabado. Aliás, a Colômbia também… Read more »

Henrique
Henrique
Reply to  rdx
10 meses atrás

As últimas duas guerras internacionais que participamos foram em outro continente; não podemos reduzir nosso escopo à AS. Outra coisa: no combate terrestre nada se compara a uma formação blindada com dezenas ou centenas de MBTs, é muito poder de fogo e choque, nós não podemos nos subtrair desse poder, a questão são os números e não se devemos ter ou não; na minha opinião deveríamos reduzir a força blindada atual e ter entre duas à três brigadas blindadas com entre 100 a 150 MBTs modernos e uns 2 ou 3 regimentos de cavalaria blindada equipada com veículos blindados sobre… Read more »

Last edited 10 meses atrás by Henrique
Agnelo
Agnelo
Reply to  rdx
10 meses atrás

Rdx Algumas considerações. 1) MBT ainda são a arma principal em um campo de batalha q o suporte. Pela enorme capacidade de poder de choque, mobilidade e proteção blindada. Se na AS não tem muitos ou são em maioria desatualizados, não reduz a possibilidade disso mudar. 2) o Peru tem problema em região de Selva com o Equador, onde não cabe o MBT. Com o Chile, pelo poder desse, tem as Armas AC como proteção, não como capacidade de impor sua vontade em combate. 3) o 105 não tem somente esse alcance útil, e depende de como será a batalha,… Read more »

Antunes 1980
Antunes 1980
Reply to  Reinaldo Deprera
10 meses atrás

IFV sobre rodas possuem a mesma proteção e conseguem operar nos mesmos terrenos que os MBT?

Reinaldo Deprera
Reinaldo Deprera
Reply to  Antunes 1980
10 meses atrás

O Exército que substituir o uso de MBT em favor de IFV sob largatas irá ecomizar muita grana e ao mesmo tempo melhorar sua capacidade de combate

_RR_
_RR_
Reply to  Reinaldo Deprera
10 meses atrás

Deprera, Um tiro de ATGM ainda custa caro, se comparado a um tiro de canhão… e não há garantia de não ser interceptado, ou ter seu efeito reduzido, por sistemas defensivos cada vez mais eficientes ( os mesmos har/soft kill que dotariam os IFVs ). Posto isso, entendo que o MBT terá seu uso mais restrito nas próximas décadas, e dependerá cada vez mais do suporte aéreo e de unidades de terra com as contramedidas adequadas. Mas não perderá sua função de choque em um exército convencional, quer seja pelo poder de fogo ou pressão psicológica. É ainda o meio… Read more »

Wellington Kramer
Wellington Kramer
Reply to  _RR_
10 meses atrás

Você quis dizer sobre lagartas!

Bardini
Reply to  Reinaldo Deprera
10 meses atrás

O MBT não é em nada obsoleto.
.
O US Army trabalha no desenvolvimento de um novo MBT, para substituir o Abrams.
.
ATGM não substituí um canhão de alta pressão de 120mm.
.
MBTs são necessários dentro da nossa região. O que pode e deve ser discutido, é a quantidade de MBTs e IFVs dentro de uma Brigada.

Thom
Thom
10 meses atrás

Leiam o comentário de Bardini.

É revoltante ver como o EB gerencia o nosso dinheiro para modernizar um estrutura velha. Concordo com o prazo de recebimento dos Centauro, é ridículo.
Na minha opinião. O EB deveria comprar no máximo 100 MBT de prateleira com um contrato de manutenção bem longo.
Se um dia hipoteticamente houvesse conflitos contra o Brasil. Nossa força blindada iria virar sucata. Nem para reciclagem usaria pelo material já ser reciclado, quer dizer modernizado. rs
Nossa força blindada é velha como aqueles que gerenciam os projetos. Ops.

Reinaldo Deprera
Reinaldo Deprera
Reply to  Thom
10 meses atrás

De fato o @Bardini fez um excelente comentário sobre a substituição/modernização do Cascavel e o @rdx citou: O Centauro II possui custo proibitivo. Os italianos estão pagando 1.5 bi de Euros por 150 unidades + 10 anos de suporte.Isso dá 10 milhões de Euros (ou R$ 63 milhões) a unidade. $$$$ (63 milhões é muita coisa para um carro de reconhecimento) ! Estou cada vez mais convencido que, de duas uma: Ou o EB padroniza os carros de combate para Leopard 1A5 e faz uma modernização em toda a frota Ou aposta no conceito de uma família moderna e numerosa… Read more »

Last edited 10 meses atrás by Reinaldo Deprera
Bardini
Reply to  Reinaldo Deprera
10 meses atrás

Olha, sua argumentação está pra lá de furada… . Sempre surge alguém dizendo que MBTs ou blindados em geral, estão ultrapassados, principalmente quando o assunto são os UAVs ou quando um conflito “acaba”. . Primeiro que substituir um MBT por IFV, não torna de forma alguma a renovação de uma força blindada mais “barata”, muito menos amplia o seu poder de fogo. Pelo contrário, reduz! . O que existe de blindado barato, é APC, vide Guarani VBTP. Fugiu dessa linha de simplicidade, tudo é caro. Um moderno IFV, vai custar tão caro quanto um MBT de nível tecnológico semelhante. O… Read more »

Last edited 10 meses atrás by Bardini
_RR_
_RR_
Reply to  Reinaldo Deprera
10 meses atrás

Caro Deprera, Padronizar e modernizar a frota de Leo 1A5 já se mostra inviável. Uma modernização de fato envolveria troca de canhão, novo sistema de controle de fogo, novos sistemas para a torre (se não uma torre nova…), novos optronicos e nova motorização e transmissão, no mínimo…! Pode por aí uns dois milhões de dólares por carro. Há caminhos para um MBT. E o mais fácil, sem dúvidas, é o americano. São centenas de M1 estocados no US Army Depot, que podem vir a preço simbólico e custo ralo (para um MBT, claro…) para o EB.  Um IFV, com seu… Read more »

rdx
rdx
10 meses atrás

Cascavel x Guarani recon com torreta TORC 30. Vantagens do Guarani: Ar condicionado Espaço interno (permite transporte de equipe com drone, por exemplo) Proteção contra minas e IEDs leves Capacidade anfíbia Previsão de blindagem modular nível 4 adicional (contra munições até 14,5 mm) Padronização da cadeia logística, diminuindo custos e aumentando a disponibilidade Vantagens da torreta TORC 30: Canhão 30 mm (alcance e flexibilidade superiores) Operação remota, perfil baixo e blindagem Elevação do canhão adequada contra alvos aéreos e edifícios Previsão de casulos ATGM Spike Metralhadora coaxial Computador de tiro e canhão estabilizado (permite tiros em movimento) Consciência situacional estado-da-arte… Read more »

Last edited 10 meses atrás by rdx
Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  rdx
10 meses atrás

Eu penso exatamente assim , tipo um Jaguar BR!
A França e a Bélgica optaram por esse caminho e penso que podemos empregar esse conceito na América Latina com muito sucesso.

_RR_
_RR_
10 meses atrás

O canhão de calibre superior tem suas razões de ser: emular o poder de fogo de um carro de combate, por exemplo, em missão de reconhecimento (de modo a excitar forças inimigas e faze-las se revelar); proporcionar suporte de fogo a infantaria ou atuando como caça carros, disparando munições variadas (APDSFS, HEAT, HE, HEP…). Enfim, o canhão é uma plataforma multipropósito, extremamente flexível, capaz de atuar contra toda uma gama de alvos se dotado da munição correta. Há, inclusive, mísseis que podem ser disparados de canhão… Logo, penso que o canhão de grande calibre não pode ser substituído por uma… Read more »

Wellington Kramer
Wellington Kramer
10 meses atrás

tração integral acima de 5 eixos – também deveria ser corrigido.

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
10 meses atrás

Pergunta de mega leigo…

O EB quer um 8×8… n é mais fácil comprar este ai da IVECO e fabricar aqui sob licença, que projetar um zero bala ou fazer uma gambi no Guarani ?

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