quinta-feira, junho 30, 2022

Saab RBS 70NG

Entenda como atender as necessidades do combatente individual e das forças armadas como um todo

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

O cenário militar está em constante mudança, colocando as forças armadas sob enorme pressão para armar e treinar seus soldados com o armamento mais avançado. Sem dúvida, seria um erro enviar tropas à guerra sem antes fornecer-lhes a melhor tecnologia e assegurar que confiem plenamente na sua capacidade de usá-la efetiva e decisivamente em qualquer situação.

“Mesmo com a falta de informações, estresse elevado ou carência de sono, você deve ter a confiança de que pode lidar com a situação”, disse Stefan Slycke, head de Suporte Técnico de Vendas na unidade Ground Combat da Saab. “Possuir sistemas de armas com os quais você possa contar oferece ao soldado a confiança necessária no campo de batalha”, completou.

Os exércitos podem ser divididos em duas categorias intimamente relacionadas: o combatente individual e a força como um todo. Ainda que esses grupos compartilhem muitos dos mesmos objetivos e necessidades, há diferenças sutis a se considerar. Confira a seguir como atender às necessidades de ambos.

Apoiando todos os soldados

Soldados são pessoas sob enorme pressão que agem nas circunstâncias mais extremas. Imagine que está na linha de frente. O inimigo se aproxima. Explosões ocorrendo por todos os lados. Você pega a sua arma para atacar, mas ela é pesada e o mecanismo de carregamento é antiquado, fazendo com que você perca segundos valiosos e dê a vantagem ao seu oponente. Esse cenário não pode ser tolerado.

O soldado já tem muito equipamento para carregar, então deseja que os sistemas sejam flexíveis, leves e fáceis de manusear. Certamente, ele também precisa de um armamento de efeito potente, no campo de batalha.

Slycke acredita que, após mais de 70 anos de desenvolvimento, o Carl-Gustaf® conquistou seu lugar como favorito entre as tropas de infantaria.

“É totalmente manobrável e comprovado em combate. O sistema propicia, aos soldados, a tranquilidade de saberem que estão protegidos, permitindo que mantenham o foco na missão em vez de se preocuparem se a sua arma funcionará ou não”, explicou o executivo.

As forças terrestres estão particularmente expostas e não possuíam antes qualquer tática viável contra viaturas blindadas de combate, a não ser retirar-se do campo de batalha. Felizmente, soluções como o Nova Geração de Arma Anticarro Leve (NLAW – Next Generation Light Anti-Tank Weapon) proporcionam aos soldados uma maneira de transformar defesa em ataque.

Usando guiamento por linha de visada predita, o NLAW pode atacar os pontos fracos de uma viatura militar com efeito devastador. Além disso, a suavidade do seu lançamento é eficaz até mesmo em espaços confinados.

NLAW

Impulsionando as forças armadas adiante

Generais, oficiais de alto escalão e aqueles que precisam ter uma perspectiva mais ampla ecoam as demandas do combatente individual, com várias preocupações práticas adicionais. Eles demandam equipamentos que exijam o mínimo de treinamento e equilibrem efetividade, custo e facilidade de uso.

Para essa finalidade, uma das famílias de armas anticarro mais bem-sucedidas no mercado é o AT4, um lançador descartável que permite que um único soldado destrua viaturas blindadas com facilidade.

Slycke diz que o AT4 é popular por ser leve, de baixo custo e simples de usar. “Os oficiais sabem que podem, rapidamente, armar frações inteiras com poder de fogo suficiente para derrubar prédios, afirmou o executivo. “Além disso, toda a família AT4 utiliza a mesma interface, então, quando um soldado se familiariza com um membro, as habilidades podem ser facilmente transferidas para os outros”, completou.

De acordo com Slycke, equilibrar as diferentes necessidades do combatente individual e da força como um todo não é fácil, mas ele insiste que isso é essencial para garantir a vitória em combate.

“O desafio é criar soluções que sejam poderosas, portáteis, econômicas e fáceis de usar. “Somente atuando em todas essas áreas é que poderemos nos certificar de que os exércitos alcancem a capacidade de atingir seus objetivos, e que os soldados tenham a confiança de realizar suas missões”, concluiu.

Confiança é essencial

Ao combater em situações extremas, cercado por perigos e com tanta coisa que pode dar errado, o combatente individual merece contar com o seu equipamento nesses momentos de necessidade. Do mesmo modo, as forças devem se certificar de que suas tropas podem empregar suas armas de modo confiável e correto, nas condições mais difíceis e nos terrenos mais desafiadores.

A Saab tem como objetivo criar ferramentas que ajudem o combatente a concluir suas missões do modo mais eficaz e seguro possível, garantindo que sempre saiba que tem o que é preciso.

Sobre a Saab

A Saab é uma empresa líder no segmento de defesa e segurança com a contínua missão de ajudar nações a manter a segurança da população e da sociedade. Com a força de 18.000 talentos, a Saab está em constante expansão das fronteiras tecnológicas para criar um mundo mais seguro, sustentável e igualitário. A Saab desenvolve, produz e mantém sistemas avançados em aeronáutica, armamentos, comando e controle, além de sensores e sistemas subaquáticos. A Saab tem sua sede na Suécia, tem operações de grande porte em todo o mundo e faz parte dos recursos de defesa de diversas nações.

DIVULGAÇÃO: Saab / Publicis Consultants

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Varg
Varg
2 meses atrás

“Você pega a sua arma para atacar, mas ela é pesada e o mecanismo de carregamento é antiquado, fazendo com que você perca segundos valiosos e dê a vantagem ao seu oponente. Esse cenário não pode ser tolerado”

Descreveu basicamente a situação do infante de quase todos os exércitos latinoamericanos, com honrosas exceções do Chile e da Colômbia.

Wagner
Wagner
Reply to  Varg
2 meses atrás

IA2 e Guarani para o oficial, FAL velho e Cascavel para o grosso da tropa

Brandão
Reply to  Wagner
2 meses atrás

De onde tirou isso?
Não corresponde com a verdade!

MATHEUS AUGUSTO
MATHEUS AUGUSTO
Reply to  Wagner
2 meses atrás

Fonte: vozes da minha cabeça .

Reinaldo Deprera
Reinaldo Deprera
2 meses atrás

O que faz diferença no terreno são os ATGM e os IFV. A infantaria se vira muito bem com FAL e munição.

Com todo o respeito ao @Bardini que valoriza d+ os MBT, mas na minha opinião é mais eficiente uma força terrestre infestada de ATGM até fazer bico do que MBT modernos e caros.

Henrique
Henrique
Reply to  Reinaldo Deprera
2 meses atrás

ATGMs são meios DEFENSIVOS, MBTs são meios OFENSIVOS.
Como capturar terreno com ATGM?
Como destruir formações de infantaria com ATGM?
MBTs podem fazer o que foi mencionado e mais.
Esse vídeo é pra você: https://m.youtube.com/watch?v=lI7T650RTT8

Reinaldo Deprera
Reinaldo Deprera
Reply to  Henrique
2 meses atrás

Como capturar terreno com ATGM?

Com IFV protegido por infantaria.

RDX
RDX
Reply to  Reinaldo Deprera
2 meses atrás

A relevância do MBT, do conscrito e do helicóptero de ataque foi sepultada pelos fatos na Ucrânia. Um exército moderno se vira muito bem com o seguinte: 1.tropas de 4ª geração experientes, motivadas e armadas com fuzis, metralhadoras e armas antimateriais modernas (ATGM, AT-4, NLAW, Carl Gustav e manpads). Um exemplo de tropa de 4ª geração é o batalhão Azov. 2. Drones para Inteligência, ataque e aquisição de alvos. ex: TB2 Bayraktar 3.artilharia de longo alcance (mísseis de cruzeiro, drones kamikaze, obuseiros AP L52 e MRLS) orientados por drones e radares contrabateria. 4.IFV e APC ágeis e capazes de transportar… Read more »

Last edited 2 meses atrás by RDX
Agnelo
Agnelo
Reply to  RDX
2 meses atrás

Prezado
Vc está enganado.
Não há fato na Ucrânia q sepulte isso.
A Ucrânia está em atitude defensiva.
E a Rússia está errando muito nas TTP das FT CC-Fuz.

Agnelo
Agnelo
2 meses atrás

A Suécia tem uma indústria bélica com excelentes soluções.
Acredito fortemente, q nossas Forças deveriam ter mais MEM oriundos de lá.

Submarino de Anão
Submarino de Anão
2 meses atrás

Eu gosto muito do design do NLAW.

Esse fato dele ser apoiado com ambas as mãos na frente e na mesma posição parece que traz mais ergonomia e firmeza na hora do disparo só de olhar para ele. Diferente da maioria dos outros que apoia-se uma mão acima ou do lado e a outra sempre abaixo, no gatilho.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Reply to  Submarino de Anão
2 meses atrás

Sim seria uma boa aquisição para dotar as duas brigadas leve, a PDQ e a F.E…mas as brigadas motorizadas, mecanizadas e blindadas necessitam de um ATGM de maior alcance…como o Spike mr/lr por exemplo

Last edited 2 meses atrás by Rafaelvbv
Nilton L Junior
Nilton L Junior
2 meses atrás

Agora imaginem uma dessas belezas for usada em algum aliado da NATO?

JuggerBR
JuggerBR
2 meses atrás

Rapaz, 100% propaganda… Pena que os ucranianos não leem este site…

Bruno Vinícius
Bruno Vinícius
2 meses atrás

O Brasil pensa em adquirir algo na classe do NLAW?

(lembrando que o MSS 1.2 é de outra categoria, de maior alcance, mais pesado e – imagino – mais caro)

Last edited 2 meses atrás by Bruno Vinícius
Inimigo do Estado
Inimigo do Estado
Reply to  Bruno Vinícius
2 meses atrás

Não dá para comer NLAW no churrasco

Submarino de Anão
Submarino de Anão
Reply to  Bruno Vinícius
2 meses atrás

O mss 1.2 é da categoria dos que não saíram do protótipo amigo, infelizmente verdade.

willhorv
willhorv
2 meses atrás

Já passou da hora de aproveitarmos momentos vindouros com a Saab e produzir coisas aqui que valham a pena…investir e profissionalizar nossas FAAs com o quevtem de melhor. Ahh…não tem isso ou recurso daquilo. Tem sim, é questão de alocar recursos onde tem que ser utilizado, e não em enormes ralos que existem neste paizão de meu Deus. E o pior está por vir se está corja voltar ao “puder”

Viva a Democracia
Viva a Democracia
Reply to  willhorv
1 mês atrás

o problema da industri brasileira de defesa nao evoluir é o EB ele quer que os veiculos sejam feitos conforme ele quer, nenhuma empresa em sã consiencia fará isso, na Europa é fabricados veiculos para a otan nisso abre um leque de venda para mais de 30 paises automaticamente. Veja o Guarani vendido para Brasil e umas 6 unidades para o Libano, a Iveco nao vai sustentar esta operação por muito tempo no Brasil, a não ser com aporte internacional da holding. Outra coisa que nós aqui no brasil confundimos transferencia de tecnologia com inpendencia de tecnologia, ISSO NENHUM PAIS… Read more »

Zezão
Zezão
2 meses atrás

Segundo o conselheiro senior do general Valerii Zaluzhnyi (comandante das FFAA ucranianas): “mísseis antitanque desaceleraram os russos, mas o que os matou foi nossa artilharia”.
Não é à toa que os EUA e seus aliados passaram a fornecer artilharia pesada.

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