segunda-feira, novembro 28, 2022

Saab RBS 70NG

VÍDEO: SAM Strella-10 em ação na Ucrânia

Destaques

Guilherme Poggio
Guilherme Poggiohttp://www.forte.jor.br
Editor da Revista Forças de Defesa

Circula pelas mídias sociais um vídeo de origem russa que mostra a antena de um radar 1L122 e o seu operador com um notebook e logo em seguida um sistema móvel Strella-10 disparando um míssil. Ao final do vídeo, aparecem destroços de um drone. Possivelmente um A1-CM Furia ucraniano.

O radar 1L122 é um moderno e compacto sistema que foi apresentado pela primeira vez em 2018. A principal função do sistema e detectar e rastrear mísseis de cruzeiro, aeronaves e drones. O sistema pode ser montado sobre chassi anfíbio do MT-LB ou em veículos de menor porte como os fora de estrada Tigr (ver imagens abaixo).

A sistema móvel SAM Strella-10 é bastante conhecido, sendo montado sobre um chassi anfíbio MT-LB e entrou em produção da década de 1970. Trata-se de um sistema de curto alcance (até 5km) e baixa altitude (3 km). Cada sistema possui à disposição quatro mísseis guiados por sensor IR para pronto uso. Possivelmente os russos estejam usando a versão mais avançada do míssil 9M27, conhecido como 9M333. Este último modelo foi aprimorado para abater drones.

O drone A1-CM Furia é uma aeronave remotamente pilotada bastante empregada para reconhecimento e apoio à artilharia. Ele foi produzido e fabricado pela empresa ucraniana Athlon Avia LLC, que nasceu em 2014 logo depois da anexação da Crimeia e do início da guerra civil no Donbas. Mais de 250 desses drones já foram produzidos em entregues desde então.

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Rui Chapéu
Rui Chapéu
5 meses atrás

Alguém acredita nesse video?

Cheio de cortes, filmagem de trocentos angulos, não se tem como falar que foi na ucrania ou dentro da russia…

Eu não acredito, mas enfim, sempre tem os tonho da lua que acreditam nesses papai noel russo ai.

Josué Silva
Josué Silva
Reply to  Rui Chapéu
5 meses atrás

Pelo quantidade de drones ucranianos derrubados todos os dias, deve ser verdadeiro.

Nilson
Nilson
Reply to  Rui Chapéu
5 meses atrás

Independentemente de serem partes de uma mesma ação ou terem sido montadas, o conjunto é muito interessante, mostra de uma ação de guerra moderna, que infelizmente está longe das nossas Forças Armadas. Agora, quanto a torcida pró Rússia ou pró Ucrânia, aí é outro departamento, deixo para os torcedores.

Sergio
Sergio
Reply to  Rui Chapéu
5 meses atrás

Os vídeos Ucrânianos são iguais , cheios de cortes vários ângulos , ou vc só acredita quando o vídeo e Ucrâniano?

L G
L G
5 meses atrás

A IMBEL informou que em caso de uma emergência,uma guerra, pode voltar a produzir o blindado Cascavel em larga escala imediatamente. Assim como tem condições técnicas de produzir metralhadoras leves e pesadas 0.50 imediatamente em grande. O Brasil tem condições de produzir mais de 3.000.000 de rifles, espingardas, calibre 12, Fuzil, revólveres e pistolas por ano e equipar um grande exército. Além de ser o Brasil um dos maiores produtores de munição leve do mundo. Também produzindo munição pesada.

karl Bonfim
karl Bonfim
Reply to  L G
5 meses atrás

Me parece que o Twitter que publicou esse vídeo: (Ukraine Weapons Tracker ) Rastreador de armas da Ucrânia é unraniano, não é?
Também posso está enganado, mas que esse vídeo parece ser uma montagem…

paulotd
paulotd
Reply to  L G
5 meses atrás

Brasil precisa melhorar a artilharia. Ainda usamos obuseiros da 2 GM. Poderiam produzir o D-30 122mm em licença para equipar as unidades de artilharia do EB.

AA do Brasil é uma piada também.

Heinz
Heinz
Reply to  paulotd
5 meses atrás

O Brasil nunca usou artilharia de tubo no calibre 122mm, muito melhor e mais destrutivo o de 155mm, o ideal seria o Brasil desenvolver um obus 100% nacional, ou então fazer uma parceria por exemplo com os indianos para a produção do ATAGs no Brasil.
No último caso comprar obuses M777 americanos, que já mostraram seu valor.

Sequim
Sequim
Reply to  L G
5 meses atrás

A questão é que o Brasil , vergonhosamente, diga-se de passagem, não resolveu a questão da defesa antiaérea de médio/longo alcance. Assim, em uma guerra, todas as plantas industriais da IMBEL seriam alvos fáceis.

Carlos Crispim
Carlos Crispim
Reply to  Sequim
5 meses atrás

IMBEL já é um destroço, amigo, é uma estatal dinossauro que produz a passo de tartaruga, que não tem armas pra vender no mercado, que vende pistolas incacabadas, isso se tiver pra vender, é uma piada, e depois a comparam com a Taurus que fabrica milhares de pistolas por dia, é uma piada mesmo, só os saudosistas que amam suas vetustas 1911 Imbel, ficam acariciando e gemendo por esta porcaria.

Inimigo do Estado
Inimigo do Estado
Reply to  L G
5 meses atrás

Putz, Cascavel? Kkkkkkk

RENAN
RENAN
Reply to  L G
5 meses atrás

Por isso receberia nas primeiras horas uma chuva de mísseis com certeza. Acredito que um estoque gigante de armas e munições apesar de caro é necessário para um país. Vendo a população Americana forte mente armada, me leva a pensar que em vez do governo gastar muito dinheiro comprando e estocando armas, quem paga este custo é o proprietário de cada arma. Indiretamente está população armada é uma uma forma de dissuadir possíveis invasores. Pois o básico quase todos os cidadãos já tem faltando apenas armas anti carro e anti aéreo de curto alcance. Então vendo as condições militares do… Read more »

Mafix
Mafix
Reply to  RENAN
5 meses atrás

Mas va explica isso para os burocratas e generais do EB , lembro de um video do Mourão falando que sorte da Venezuela ser desarmada caso contrario seria um banho de ‘sangue’ .
Não seria um banho de sangue pois o estado não teria força para isso com a população armada …

L G
L G
Reply to  RENAN
5 meses atrás

Armas anticarros o Brasil já consegui produzir por conta própria , míssil antitanque já produzimos, além de armas anticarros alac. Além de tanques tamoyo que o Brasil consegui produzir imediatamente. Armas antiaérea podemos produzir com base no piranha 2 e A Darter. Isso no caso de guerra contra Venezuela e Argentina. No caso de agressão de uma superpotência tipo OTAN o Brasil deverá ir para guerra de guerrilha ou de cidades fortificadas. Aí teríamos que fabricar o que pudermos e receber apóio de armas de outra superpotência igual a Ucrânia está recebendo. Vamos aguardar. O Brasil consegui produzir muito armamento… Read more »

A6MZero
A6MZero
Reply to  L G
5 meses atrás

O Brasil tenta produzir um míssil anti carro desde a década de 80, até hoje ele nunca passou da fase de testes. Quanto ao lança rojão a ALAC sua produção se restringe a um pequeno loto piloto. O A-Darter não houve continuidade do programa e ele nunca foi produzido no Brasil apenas lotes de teste na África do Sul e mesmo os africanos não estão levando o programa adiante visto os problemas econômicos locais. Além disso produzimos muito pouco aqui, todos os equipamentos citados utilizam peças, eletrônica ou ferramental importado desde de motores até sistemas de guiagem tudo é de… Read more »

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  L G
5 meses atrás

“Armas anticarros o Brasil já consegui produzir por conta própria , míssil antitanque já produzimos, além de armas anticarros alac. Além de tanques tamoyo que o Brasil consegui produzir imediatamente.”
Adoraria saber como o Brasil, supostamente, iria produzir, do dia pra noite, milhares de ATGM’s e Tamoyos, duas coisas que NUNCA saíram da fase de protótipo…

Daqui a pouco tú fala que o Brasil poderia construir, em 24H, mais 15 Niteróis e 10 Riachuelos…

Inimigo do Estado
Inimigo do Estado
Reply to  RENAN
5 meses atrás

Os judeus do gueto de Varsóvia também acreditavam nesta historinha aí. A SS foi lá e botou todos nos seus devidos lugares, perdendo apenas 20 dos seus, enquanto que o outro lado perdeu mais de 5.000 combatentes. Foi um passeio.

Eu sou armamentista, a vida toda tive contato com armas, mas não caio nesta conversa fiada que população armada seria um pé no saco de invasores estrangeiros.

A especialização sempre se sobressai no final, não dá para comparar quem treina todos os dias táticas militares com quem dá dois tiros na vida e já se acha o Bob Lee Swagger.

RENAN
RENAN
Reply to  Inimigo do Estado
5 meses atrás

Desfila pela avenida Paulista com todos os civil armados nas janelas dos prédios será bem mais difícil do que sem civil armados
Visto na Ucrânia a dificuldade de se tomar mariopol

Inimigo do Estado
Inimigo do Estado
Reply to  RENAN
5 meses atrás

Bobagem, só tacar bomba nas centrais hidrelétricas, nas distribuidoras de combustíveis, água, comida, e todos os civis armados da paulista vão trocar as armas por um pedaço de pão e um balde de água para tomar banho. Outra tática bastante funcional contra civis armados é a famosa guerra psicólogica, usando bombas de fragmentação, ou blitz para os mais chegados, duvido que os caboclos da paulista aguentem tantas bombas explodindo nos ouvidos. Outro caso interessante é do forte Eben Emael, considerada na época a fortaleza mais inexpugnável do mundo, onde 80 paraquedistas alemães derrotaram mais de 1.000 soldados belgas bem armados… Read more »

Last edited 5 meses atrás by Inimigo do Estado
Mafix
Mafix
Reply to  L G
5 meses atrás

Cascavel e IMBEL ta meio estranho cara …

L G
L G
Reply to  Mafix
5 meses atrás

A ENGESA passou todos os projetos de armas para a IMBEL quando foi a falência. Muitos projetos muitas armas que o Brasil pode produzir imediatamente. Estou falando contra Venezuela e Argentina. No caso da OTAN ou outra superpotência teríamos que ir para a guerrilha, cidades fortificadas,etc. E receber apoio de outros países. O Brasil consegui mobilizar fácil 5.000.000 de combatentes. Vamos aguardar e estudar.

Hcosta
Hcosta
Reply to  L G
5 meses atrás

“Vamos aguardar e estudar”
Está sempre a repetir isso mas parece que não segue o seu próprio conselho.

Até os EUA durante a 2GM necessitou de anos e recursos gigantescos para produzir naquela quantidade. E equipamentos muito mais simples do que existem hoje em dia. Se fosse assim tão fácil toda a gente fazia isso…

Carlos Crispim
Carlos Crispim
Reply to  Mafix
5 meses atrás

Vc não entende uma piada, não?

dretor
dretor
Reply to  L G
5 meses atrás

O cascavel atual não duraria 5 minutos na guerra, por isso vamos modernizar . Só de sua produção meu rapaz para de lamber esse caixão e enterra logo. Exemplo o sistema de suspensão, a empresa subsidiária q o fazia já faliu a 20 anos acorda cara e tecnologia velha e perdida

L G
L G
Reply to  dretor
5 meses atrás

Infelizmente teríamos que lutar com o que conseguimos produzir de imediato. Depois iríamos melhorando o armamento.

Jiboia
Jiboia
Reply to  L G
5 meses atrás

Dependendo do inimigo, o mais provável é que a Imbel ou qualquer outra fabricante de armas do nosso país ” vá pelos ares”, antes mesmo de começar a produzir qualquer material bélico.
Se for depender da atual AAA das nossas FAs, isso não é uma possibilidade, mas sim uma certeza.

L G
L G
Reply to  Jiboia
5 meses atrás

As fábricas IMBEL, Taurus e cbc,e outras,teria que ir para os subterrâneo das montanhas. Igual a Alemanha fez no final da segunda G mundial.

A6MZero
A6MZero
Reply to  L G
5 meses atrás

Além da impossibilidade logística de uma empreitada dessas, construir fabricas subterrâneas não é nada simples o esforço de engenharia necessária e os custos seriam proibitivos para qualquer país (a Alemanha na 2º até tentou mas sem muito sucesso e eles ainda utilizavam prisioneiros dos campos de concentração).

Além disso é impraticável já que em pleno século XXI qualquer nação que puder lançar um ataque de grande escala contra o Brasil teria meios de vigilância para notar o descolamento de equipamentos e construção de uma obra dessa magnitude e teriam capacidade de imediatamente neutralizar os esforços.

Carlos Crispim
Carlos Crispim
Reply to  L G
5 meses atrás

Cara, vc ainda tá vivendo na segunda guerra mundial? Tá igual aos nossos generais de suspensórios…

João Adaime
João Adaime
Reply to  L G
5 meses atrás

Caro L G
Não seria voltar a produzir a munição para o blindado Cascavel?
Abraço

L G
L G
Reply to  João Adaime
5 meses atrás

O Brasil já produz para o cascavel e se possível o tamoyo armado com canhão de 90 mm que o Brasil já produz.

Nicolas_SS
Nicolas_SS
Reply to  L G
5 meses atrás

Legal, e o que isso tem a ver com a matéria? Estamos em 2022 e não em 1900! Hoje se ganha guerras com aviões, misseis, artilharia, proteção aerea, etc. tudo que o Brasil NÃO TEM!

Isso que voce descreveu, é para manter um exercito em prontidão para lutar contra guerrilhas! Jamais, um guerra moderna!

A6MZero
A6MZero
Reply to  L G
5 meses atrás

Tá bem esquisito isso a IMBEL sequer tem em seu parque fabril instalações para a produção de veículos, não possui nem o ferramental nem o pessoal para tal empreitada.

Além disso produzir justamente o cascavel? não deve existir nem condições técnicas para isso além disso seria necessário conseguir com fornecedores externos motores, suspensão e todo o recheio mecânico e elétrico e adapta-los para uso num veiculo projetado na década de 70 quase 50 anos atrá .

Muito mais realista seria aumentar a cadencia de produção da fabrica da iveco com versões do Guarani.

L G
L G
Reply to  A6MZero
5 meses atrás

Más tem a tecnologia pode produzir armas mas fábricas da Fiat, GM, ou outra fábrica o maquinário já existe no Brasil e só fazer o que os EUA fizeram na segunda G mundial. Mudar a produção dás fábricas para produtos bélicos.

Carlos Crispim
Carlos Crispim
Reply to  A6MZero
5 meses atrás

É sarcasmo, meu querido, pessoal nao entende uma piada. Imbel não serve pra p. nenhuma.

A6MZero
A6MZero
Reply to  Carlos Crispim
5 meses atrás

Espero mesmo que seja kkkkk, pois se não, precisa de um choque de realidade.

Carlos Crispim
Carlos Crispim
Reply to  L G
5 meses atrás

Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Carvalho
Carvalho
5 meses atrás

Trecho do livro “Guerra da Finlandia – Inverno de Sangue”.

“A falta de coordenação e concentração no ataque deu a aoportunidade aos Finlandeses de entravar os atacantes usando apenas um limitado número de homens e armamentos”

Quem não estuda….se ferra….

Pablo Maroka
Pablo Maroka
5 meses atrás

Bem interessante, temos algo similar?

Não parece um sistema muito caro/complexo.

Maurício.
Maurício.
Reply to  Pablo Maroka
5 meses atrás

O mais próximo ao Brasil tem seria essa combinação aqui:

COAAe-Radar-SABER-M60-IGLA-S.jpg
Maurício.
Maurício.
Reply to  Maurício.
5 meses atrás

*O mais próximo que o Brasil tem.
Não editei o texto porque a imagem sumiria com a edição.

Inimigo do Estado
Inimigo do Estado
Reply to  Maurício.
5 meses atrás

Para derrubar teco-teco funciona muito bem.

L G
L G
5 meses atrás

O Brasil tem que aprender com essa guerra e verificar o que podemos fazer em caso de uma invasão da amazônia por grandes potências. Guerrilha,cidades fortificadas,etc. No caso de guerra contra Venezuela ou Argentina, etcetera. Temos como mobilizar e produzir. Vamos estudar pessoal.

Antunes 1980
Antunes 1980
Reply to  L G
5 meses atrás

Você está falando sério ? Neste país 99% do congresso é formado por gente incapaz em pensar em defesa, nacionalismo, soberania….

Em breve teremos ações contundentes para afetar nossa produção de alimentos, nossa extração de minérios e desenvolvimento da nossa indústria.

A Amazônia é o próximo alvo.
As fronteiras do país que conhecemos hoje deixarão de existir em menos de 5 anos.
Farão uma zona de exclusão de terras indígenas para defender a Amazônia e os povos nativos.

A guerra híbrida está a todo vapor.
Somos aquele rico que tem uma casa sem porta. Qualquer um pode entrar aqui !

Last edited 5 meses atrás by Antunes 1980
L G
L G
Reply to  Antunes 1980
5 meses atrás

Temos que pensar o que fazer e tentarmos imitar os bons exemplos dos outros. Quando a Holanda invadiu o nordeste era a maior superpotência do mundo. Mas depois de anos o Brasil usando táticas brasileiras conseguiu expulsar os holandeses.Existe opções para o Brasil em caso de uma invasão de uma grande potência. O território do Brasil é muito grande e podemos recuar com o tempo e depois contraatacar com o tempo. Temos que estudar formas de defender o Brasil. Um dia a nossa hora irá chegar. Infelizmente.

L G
L G
Reply to  L G
5 meses atrás

O Afeganistão resistiu ao ataque de 2 superpotência e depois de anos conseguiu vencer. Isso com uma população muito menor e um território muito menor. O Brasil também consegue.

Maromba
Maromba
Reply to  Antunes 1980
5 meses atrás

Exatamente caro Antunes, inclusive já temos até uma false flag em andamento.

Projeção na Ponte de Londres questiona desaparecimento de jornalista e indigenista no AM
https://www.acritica.com/geral/projec-o-na-ponte-de-londres-questiona-desaparecimento-de-jornalista-e-indigenista-no-am-1.272289

AD137C9E-CBB8-4CD3-924C-40E0C5391464.jpeg
gordo
gordo
Reply to  Antunes 1980
5 meses atrás

O orçamento das FAs não é pequeno e ultimamente alguns tem ganhado até bônus e o que vemos são eles se enfiando em política junto desses 99% que o Sr diz não prestarem. Eu não me iludo em nada com nossas FAs.

Inimigo do Estado
Inimigo do Estado
Reply to  L G
5 meses atrás

Que amazônia, esse papo de amazônia foi criado pelos militares brasileiros para justificar as mamatas e os salários gordos, quem vai derramar sangue onde só tem mato e mosquito? Uma grande potência vai atacar é São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, Salvador, Fortaleza, onde se encontra boa parte das indústrias e riquezas do país. Jogando bomba no mato eles só matam mosquito. Jogando bomba em São Paulo eles põe o Brasil inteiro de joelhos.

Antunes 1980
Antunes 1980
5 meses atrás

Só passei para dizer que no Brasil não temos nada parecido.
Ainda atiramos pedras e flechas nas aeronaves inimigas.

Last edited 5 meses atrás by Antunes 1980
Heinz
Heinz
Reply to  Antunes 1980
5 meses atrás

Infelizmente

Inimigo do Estado
Inimigo do Estado
Reply to  Antunes 1980
5 meses atrás

Na pindaíba que o Brasil está acho que nem isso tem mais. Só o gado acredita que o Brasil é uma potência. 6 anos atrás éramos a oitava maior economia do globo, hoje somos a 13°. Com a desorganização que foi a crise do corona, só Deus sabe o que sería de nós no caso de uma invasão estrangeira.

E eu duvido muito que o Brasil tenha treinamento militar decente, vide os casos recentes de ações grotescas da PRF, imagine este pessoal das FAs…

Jhenison Fernandez
Jhenison Fernandez
5 meses atrás

Claramente e um vídeo mostrando um teste ou treinamento do equipamento capturado.

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