sexta-feira, agosto 19, 2022

Saab RBS 70NG

Artilharia Antiaérea de Selva abate aeronave inimiga em exercício de simulação

Destaques

Redação Forças de Defesa
Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

Bonfim (RR) – Nos dias 28 e 29 de junho, o 12º Grupo de Artilharia Antiaérea de Selva, da 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea, abateu dois aeromodelos não tripulados durante a Operação Tacutu, fase no terreno do Exercício de Certificação da Força de Prontidão da 1ª Brigada de Infantaria de Selva.

Durante o exercício, o 12º Grupo de Artilharia Antiaérea de Selva empregou uma Bateria de Mísseis composta por seções de Míssil Portátil Igla-S e Míssil Telecomandado RBS-70, realizando todas as fases da certificação: construtiva, virtual e viva. Todos os sistemas (armas, controle e alerta, comunicações e logístico) foram desdobrados em um quadro tático de defesa externa.

Em uma das ações previstas, uma seção de artilharia antiaérea realizou a defesa antiaérea da 1ª Bateria do 10º Grupo de Artilharia de Campanha de Selva, que prestava o apoio de fogo cerrado ao 1º Batalhão de Infantaria de Selva (Aeromóvel). Nesse contexto, utilizando um aeromodelo não tripulado para simular uma incursão hostil, foi realizado disparo de míssil da artilharia antiaérea, abatendo com sucesso o inimigo aéreo simulado.

O adestramento foi acompanhado no terreno pelo General de Divisão Edson Skora Rosty, Chefe do Preparo da Força Terrestre/COTER. Estavam presentes ainda o General de Brigada Marcelo Lorenzini Zucco, Comandante da 1ª Brigada de Infantaria de Selva, comitivas do Comando Militar da Amazônia e do Centro de Adestramento Leste e Comandantes de Organizações Militares da Guarnição de Boa Vista.

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

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João Adaime
João Adaime
1 mês atrás

Muito importante a tropa estar em permanente adestramento. Se precisar usar, é só mirar e apertar o gatilho. Sei que o comentário é simplista, mas resume a situação.
Dá pra ver que o radar Saber 60 está sendo utilizado.
Alguém sabe se o Saber 200 já foi incorporado ao EB?

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  João Adaime
1 mês atrás

Esse radar poderia se tornar um excelente produto de exportação.

Adunlucas
Adunlucas
Reply to  Allan Lemos
29 dias atrás

Não com o Lobby americano. Eles querem todas as vendas pra eles. Quando alguém faz algo interessante eles copiam e fazem lobby para outros países não comprarem. Lembram do Osório que a arábia ia comprar e os americanos não deixaram? Acho que inclusive o Astros não vendeu mais por conta deles. Até o Gripen provavelmente poderia ter vendido mais sem o lobby

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

Pelo que entendi nos batalhões de infantaria de selva existe um Grupo de Autodefesa Antiaérea (pelo menos é o que parece estar previsto), sabem se este grupo existe mesmo? ou se ele é fornecido pelo 12º Grupo de Artilharia Antiaérea de Selva em apoio?

Senão existir, penso que futuramente o grupo precisará de pelo menos 3 baterias, uma de médio alcance, uma de curto, e uma bateria de curto só de apoio as brigadas

Está errado meu pensamento?

bjj
bjj
Reply to  Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

Algumas brigadas do EB possuem baterias antiaéreas orgânicas, sendo cada uma geralmente formada por 3 ou 4 seções, cada seção composta por 3 unidades de tiro no caso do RBS 70, e 4 unidades de tiro/blindados no caso do Igla S e Gepard. No contexto amazônico, nenhuma brigada de infantaria de selva possui bateria antiaérea orgânica, mas recebem o apoio do 12º Grupo de Artilharia Antiaérea de Selva, o que claramente é insuficiente. Considerando que a falta de recursos nos obriga a ter de priorizar determinadas áreas, eu particularmente acho muito mais necessário a existência de Bia AAAe orgânicas para… Read more »

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Reply to  bjj
1 mês atrás

obrigado pela resposta caro bjj

Marcos Borges
Marcos Borges
Reply to  bjj
1 mês atrás

Infelizmente é nossa realidade, na minha humilde opinião enquanto a defesa AAe ficar atrelada a arma de Artilharia não teremos o mínimo de equipamentos para nos defender de uma possível agressão, e não estou falando da Argentina, ela pode simplesmente ser usada como massa de manobra; deveríamos criar a arma da Defesa AAe, com isso os “recursos” poderiam ser mais bem utilizados, inclusive adquirindo ou desenvolvendo em parceria, mísseis de média/grande altura, já a defesa AAe das Bda Inf/Cav poderiam ser providas por Bateria/Seções de auto defesa com equipamentos adequados a manobra de cada uma, seja normal ou de selva.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

É previsto a existência de um Grupo de Autodefesa Antiaérea com quatro peças (posto de tiro/lançador e guarnição) de Míssil Antiaéreo Portátil no Pelotão de Comando da Companhia de Comando e Apoio de todos os Batalhões de Infantaria. O Míssil Antiaéreo Portátil utilizado pelo Exército Brasileiro é o IGLA-S de origem russa.

Na prática isso não existe. A defesa antiaérea dos Batalhões de Infantaria é provida pelos peças das Baterias Antiaéreas das Brigadas ou Grupos de Artilharia Antiaérea subordinados aos Comandos Militares.

bjj
bjj
1 mês atrás

Em que pese nossa deficiência na defesa AA de média altura, nossa defesa de baixa altura conseguiu uma combinação bem interessante ao reunir o RBS-70, o Saber M60 e camuflagem multiespectral. O RBS-70 é praticamente imune a qualquer tipo de contramedida e produz pouquíssima fumaça. O Saber M60 opera na banda L, que não é coberta pela maioria dos sistemas RWR atuais, tornando-o indetectável para a maioria dos caças e helicópteros, e a camuflagem multiespectral em forma de meia esfera, que aparece no chão na primeira foto após o texto, protege contra a detecção por sensores IR e radares de… Read more »

Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Reply to  bjj
1 mês atrás

Toppp…

Jesus Baccaro
Jesus Baccaro
1 mês atrás

O exercito diz que não tem controle sobre armas na Amazônia, coisa que ele tem toda culpa ao abrirem as pernas a Bolsonaro.
Armas são trazidas por rio e ar.
Uns iglas bastariam para reaver o “controle”.
Mas as milícias mandam nesse desgoverno.

Mafix
Mafix
Reply to  Jesus Baccaro
1 mês atrás

Ou seja seguindo sua linha de pensamento distorcido antes do Bolsonaro ser eleito o exercito tinha pleno controle de cada metro quadrado da amazonia des de 1500 ?

Existem pessoas que fazem esforço para pensar escrever ou falar besteiras por ai …

Jesus Baccaro
Jesus Baccaro
Reply to  Mafix
1 mês atrás

Os governos anteriores obrigavam essa gente a trabalhar.
E se tem iglas e outros tipos de misseis foram os governos do Partidos dos Trabalhadores que garantiu isso.
Era para fazerem o trabalho, mas lamber botas do EUA é parte do DNA do milico brasileiro.

MATHEUS AUGUSTO
MATHEUS AUGUSTO
Reply to  Jesus Baccaro
1 mês atrás

Vai lá lamber os ovos do sem dedo.

Inimigo do Estado
Inimigo do Estado
1 mês atrás

Deve ser para proteger Ratanabá, que tem 1/4 do ouro do universo…. Pessoal acordem, Amazônia é o caral… se tivesse essa riqueza toda lá o Norte era para ser a região mais rica do país, e é exatamente o contrário. A riqueza do Brasil está mais perto do Atlântico, nenhuma superpotência precisa colocar tropas na Amazônia para derrotar o Brasil, basta tomar o litoral, onde se encontra as maiores cidades e centros industriais e financeiros do país, o resto cai por tabela. O que tem que ser fortalecido é a FAB e a defesa de média altura, a Amazônia já… Read more »

Alfa BR
Alfa BR
1 mês atrás

Dotação de Unidades de Tiro prevista para o 12º Grupo de Artilharia Antiaérea de Selva (12º GAAAe Sl) quando alcançar seu estado pleno:

6 x RBS-70
24 × Igla-S

comment image

Atualmente a unidade conta com apenas uma Bateria de Mísseis constituída por duas Seções de Míssil IGLA (4 unidades de tiro IGLA-S cada, 8 no total) e uma Seção de Míssil RBS-70 (4 unidades de tiro RBS-70).

Ander
Ander
25 dias atrás

Até hoje não consigo imaginar como nossas forças armadas com orçamento de mais de 100 bilhões de reais não possuem defesa aérea de médio e longo alcance.

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