terça-feira, agosto 16, 2022

Saab RBS 70NG

Entre o fortalecimento dos BRICS e a dependência por equipamentos da OTAN, qual é o caminho para o Brasil?

Destaques

Redação Forças de Defesa
Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

Sobre os Autores:

Prof. Dr. Vitelio Brustolin, professor de Relações Internacionais da UFF e pesquisador de Harvard. Website: https://scholar.harvard.edu/brustolin

 Jornalista Alexandre Galante, especializado em assuntos militares e editor-chefe da revista e trilogia de sites Forças de Defesa. Serviu à Marinha do Brasil a bordo da fragata Niterói, colaborou com revistas especializadas e trabalhou no jornal O Globo


Thomas Malthus ficou famoso por calcular, no século XIX, que a população estava crescendo em escala geométrica, enquanto a produção de alimentos crescia em escala aritmética, logo, faltaria alimentos.

Esse conceito ganhou maior visibilidade na área militar em 2004, em um artigo de Jurgen Brauer e Paul Dunne que usa a ideia de “Malthusianismo Militar” (termo que já vinha sendo debatido em economia de defesa desde a década de 1980).[1]

A ideia é simples: o custo da tecnologia cresce em escala geométrica, enquanto o orçamento dos países cresce em escala aritmética (quando cresce). Logo, não haveria dinheiro para se investir em novas tecnologias. Mesmo países com Produto Interno Bruto (PIB) elevado – e percentual significativo alocado em Defesa – precisariam fazer parcerias estratégicas para criar tecnologias bélicas. Esse foi o caso, por exemplo, dos Estados Unidos, que criaram um consórcio internacional (o Joint Strike Fighter) para desenvolver o caça F-35.

Qual é a consequência dos custos e da produção conjunta de armamentos entre os países? A principal delas é que parcerias militares precisam ser de longo prazo, especialmente quando há compartilhamento de propriedade intelectual sobre tecnologias (inclusive os famosos offsets, os acordos de compensação). Contudo, mesmo a simples compra de um armamento “na prateleira” requer confiança de ambos os lados.

Afinal, que país quer estar na mesma situação da Argentina na Guerra das Malvinas, quando teve dificuldades para usar os mísseis Exocet vendidos pela França? Primeiro porque os instrutores franceses não passaram todas as informações sobre a operação dos mísseis devido ao embargo imposto pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Segundo, porque a França teve que ceder as frequências de operação do radar dos mísseis ao Reino Unido sob demanda de Margareth Thatcher.

Míssil Exocet AM39 sob a asa de um jato Super Étendard argentino

Dito isso, em 2013, quando o Brasil decidiu adquirir os caças Gripen NG da empresa sueca Saab, uma das razões alegadas para a decisão foi o fato de a Suécia não ser membro da OTAN. Esse argumento não é mais válido. Após 200 anos de neutralidade, neste momento a Suécia está em fase de ratificação e irá se tornar tão membro da OTAN quanto a França e os Estados Unidos – países cujas empresas Dassault e Boeing competiam com a Saab no programa de aquisição FX-2.

Em 2021, o Brasil assinou um memorando de cooperação em segurança cibernética com a Finlândia. Esta desenvolveu grandes capacidades na área, após sucessivos ataques provenientes da Rússia. Apesar dos ataques, a Finlândia vinha se mantendo neutra havia 70 anos. Isso também mudou. O ataque da Rússia à Ucrânia abriu uma janela de oportunidade para a Finlândia. Neste momento, ao lado da Suécia, o país está em processo de ratificação de seu ingresso à OTAN.

Suécia e Finlândia não foram obrigadas pela OTAN. A agressão de Putin à Ucrânia levou o apoio das populações e dos parlamentares desses países pelo ingresso à Organização a níveis recordes. A princípio, Putin reclamou e ameaçou, mas após promover sucessivos ataques cibernéticos e invasões do espaço aéreo desses países bálticos, percebeu que não conseguiria impedir o ingresso de ambos na OTAN e acabou declarando que não se importava.

Em 2019, o Brasil foi designado um “parceiro preferencial extra-OTAN” dos Estados Unidos. Para conseguir essa designação, juntamente com o apoio dos EUA para ingressar na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil abriu mão do status de país em desenvolvimento na Organização Mundial do Comércio (OMC). Status esse que nem a China – segunda maior economia do mundo – abriu mão, pois representa perda de proteção para a produção nacional. Em março de 2020, houve um segundo passo: os governos do Brasil e dos EUA firmaram o Acordo de Pesquisa, Desenvolvimento, Teste e Avaliação (RDT&E).

Em 2021, militares da Marinha do Brasil participaram de exercícios militares com a OTAN, justamente no Mar Negro, agora parte do teatro de operações da guerra na Ucrânia.

Ao longo deste artigo elencamos outros fatos que demonstram a dependência das Forças Armadas brasileiras a equipamentos fornecidos majoritariamente por países da OTAN. Ao final, tecemos algumas considerações sobre as consequências disso para a política externa brasileira, sobretudo com relação aos BRICS. O intuito não é apresentar todas as aquisições de armamentos e acordos militares do Brasil, mas sim pontuar alguns dentre os mais relevantes.

Exército

A OTAN foi criada em 1949, no contexto da Guerra Fria, para fazer frente à então União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), sobretudo após o Bloqueio de Berlim de 1948. Poucos anos depois, em 1952, um acordo de cooperação militar com os Estados Unidos acabou por amortecer o desenvolvimento tecnológico militar brasileiro – que passou a ter acesso a equipamentos obsoletos a baixo custo e, por isso, deixou a produção local em segundo plano.

Durante décadas o alinhamento do Brasil com os EUA se manteve. Foi apenas em 1977, quando o governo de Ernesto Geisel denunciou o acordo que havia sido assinado em 1952, que esse alinhamento teve uma breve pausa. A denúncia do acordo levou o Brasil a priorizar, durante algum tempo, a própria indústria bélica.[2]

Engesa EE-T1 Osório
MBT Tamoyo

Apesar de ter desenvolvido projetos próprios de carros de combate nos anos 1980, como o EE-T1 Osório da Engesa e o MB-3 Tamoyo da Bernardini, o Brasil não conseguiu produzi-los em série e continuou dependente de fornecimento externo. No final dos anos 90 recebeu tanques M60 dos EUA e Leopard 1A5 da Alemanha para substituir seus antigos M41 de procedência americana.

Em 2013 o Brasil comprou da Alemanha, outro país membro da OTAN, 34 blindados antiaéreos Gepard 1A2 usados, para a defesa antiaérea da Copa das Confederações, visita do Papa Francisco, Copa do Mundo e Olimpíadas.

Tanque M60 do Exército Brasileiro
Leopard 1A5 do Exército Brasileiro

Em 1978 foi fundada a Helibras, para produzir helicópteros de uso civil e militar (dentre estes os do projeto H-XBR). Em 1988 a Helibras formou um consórcio com Aérospatiale e Engesa, vencendo a concorrência internacional para fornecer helicópteros ao Exército brasileiro. Desde 2006, contudo, a Helibras é uma subsidiária da Airbus Helicopters. A Airbus, por sua vez, é um consórcio europeu, tendo como sedes principais as cidades de Marignane (França) e Donauwörth (Alemanha).

Helicóptero Pantera K2 do Exército Brasileiro montado pela Helibras

É importante ressaltar também que as Forças Armadas brasileiras adotaram o Sistema OTAN de Catalogação (SOC) desde 1972, para atender o gerenciamento de suprimentos. O SOC foi adotado porque é utilizado também pelos principais países produtores dos equipamentos utilizados pelo Brasil.

Em março de 2022 o Brasil tentou se associar ao Centro de Defesa Cibernética da OTAN. Ao longo de 2021 o governo brasileiro instruiu as embaixadas em países-membros do CCDCOE (Centro de Excelência de Defesa Cibernética Cooperativa) a consultar os respectivos governos sobre a aceitação de uma candidatura do Brasil. O setor Cibernético é elencado na Estratégia Nacional de Defesa (END) como um dos três estratégicos para o Brasil e é atribuído prioritariamente ao Exército. Os outros dois setores são o Nuclear (Marinha) e Espacial (Força Aérea).

Marinha

No final dos anos 1960, a Marinha do Brasil decidiu abandonar um contrato de compra de contratorpedeiros de escolta novos dos EUA para comprar fragatas do Reino Unido.

O Brasil decidiu comprar os navios no mercado europeu porque os EUA não queriam ceder ao País os equipamentos mais sofisticados da época para a guerra antissubmarino. Esta era a tarefa principal da Marinha diante da ameaça dos submarinos soviéticos em uma provável nova Batalha do Atlântico, em caso de conflito Leste-Oeste.

A compra das seis fragatas Mk.10 (classe “Niterói”) do estaleiro inglês Vosper Thornycroft, dotadas de um sistema de armas com equipamentos ingleses, americanos, franceses, suecos e italianos possibilitaram um salto tecnológico de 30 anos em relação aos meios navais operados pela Marinha do Brasil até então. Cinco navios da classe ainda estão em serviço depois de passarem por um processo de modernização a partir do início dos anos 2000 e serão finalmente substituídos pelas novas fragatas classe “Tamandaré”, construídas no País pelo consórcio Águas Azuis, composto pelo estaleiro alemão thyssenkrupp Marine Systems, Embraer Defesa e Segurança e Atech.

Fragata Liberal – F43, da classe Niterói. Cinco navios ainda continuam em serviço e serão substituídos pelas fragatas classe Tamandaré de tecnologia alemã – Foto Edson Lucas
Maquete da fragata classe Tamandaré projetada pela thyssenkrupp Marine Systems da Alemanha para atender aos requisitos da Marinha do Brasil

O Programa Nuclear da Marinha começou a ser desenvolvido em 1979 e, segundo projeções oficiais, deve se estender ao longo da década de 2030. É um dos poucos programas da defesa brasileira que permeia décadas e atravessa diferentes governos e que visa produzir um submarino de propulsão nuclear.

Em meados dos anos 1980, com o objetivo de começar a produzir seus próprios submarinos, a Marinha do Brasil fechou um acordo com o estaleiro alemão HDW para a aquisição de quatro submarinos IKL-209/1400 (classe Tupi). O primeiro foi produzido da Alemanha e os demais construídos no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro com transferência de tecnologia. Um quinto submarino IKL-209 aperfeiçoado, o Tikuna, também foi construído no AMRJ.

Submarinos da classe Tupi de tecnologia alemã – Foto: DPHDM
Submarino Riachuelo S40, de tecnologia francesa

O know-how absorvido na produção dos submarinos alemães deu origem a projetos dos submarinos nacionais SNAC-1/2 e SMB-10, mas que não foram adiante por limitações técnicas e financeiras.

Sendo assim, em 2008, foi firmado um acordo com a França, país membro da OTAN, para a prestação de assistência técnica e capacitação brasileira para a concepção, o projeto, a fabricação, a operação e a manutenção de quatro submarinos convencionais classe Scorpène modificados (S-BR) e um submarino de propulsão nuclear, com a parte da propulsão de projeto e produção exclusivamente brasileiros. Conforme pontuado acima, o setor Nuclear, atribuído à Marinha, é elencado entre os três estratégicos na END.

Força Aérea

Dassault Mirage IIIEBR da Força Aérea Brasileira

No início dos anos 1970 a Força Aérea comprou 16 caças Dassault Mirage IIIE/D da França diante da recusa dos EUA em fornecer os caças Northrop F-5A. Os estadunidenses alegaram preocupação com o equilíbrio de poder da América do Sul.

Após a compra dos Mirage III da França, em outubro de 1974, a FAB recebeu o sinal verde do governo dos EUA e encomendou à Northrop 42 caças F-5 (36 do modelo E, Tiger II e 6 do modelo B).

Primeiro F-5E da FAB

Com a compra dos Mirage III, o Brasil também comprou um sistema de radares da França da empresa Thomson-CSF criando o Sistema de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo – SISDACTA, inicialmente cobrindo a região Sudeste com o primeiro CINDACTA – Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo. Os CINDACTAS II (Região Sul) e CINDACTA III (Região Nordeste) também foram equipados com os sistemas franceses.

Já o CINDACTA IV que cobre a Região Norte, acabou recebendo radares e equipamentos da Lockheed Martin dos EUA, depois de uma concorrência acirrada para fornecer os equipamentos do Projeto SIVAM (Sistema de Vigilância da Amazônia.

No início dos anos 1980, o Brasil, a convite da Itália (membro da OTAN desde 1949) decidiu participar do desenvolvimento do caça-tático subsônico AMX. Este – que voou pela primeira vez em 1984 e entrou em serviço na FAB em 1989 – era equipado com sistemas sofisticados e havia restrições para a venda de alguns deles para países não pertencentes à OTAN ou aliados “não preferenciais”, como era o caso do Brasil. Por causa dessas restrições, a FAB teve que optar por dotar o AMX brasileiro com dois canhões franceses DEFA de 30mm no lugar do estadunidense M61A1 Vulcan rotativo de 20 mm usado no avião italiano.

Protótipo brasileiro do AMX

O projeto e a coprodução do AMX pela Embraer permitiram à companhia adquirir conhecimento para os futuros projetos de jatos regionais, como as famílias ERJ e E-Jets, campeões de vendas internacionais. É preciso ressaltar que os jatos da Embraer utilizam sobretudo aviônica, motores e sistemas ocidentais.

Da mesma forma, o novo cargueiro KC-390 da Embraer utiliza o motor V2500-E5 do consórcio International Aero Engines (IAE), de amplo uso comercial.

No ano 2000, o então presidente Fernando Henrique Cardoso anunciou o Plano de Fortalecimento de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro, que com o objetivo de fazer a compra de 150 aviões, 4 helicópteros de grande porte e a modernização dos caças F-5 e AMX. Batizado de programa F-X, até teve a Rússia como um dos concorrentes, com o Sukhoi Su-35 da Rosoboronexport, competindo contra o Mirage 2000-5 Mk2 da empresa Dassault (França) em parceria com a brasileira Embraer; o F-16C Falcon da Lockheed Martin (Estados Unidos); e o JAS-39C Gripen da Saab (Suécia). O processo se arrastou, houve uma mudança de governo que ocorreria em 2002 com a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, e os exigências da concorrência mudaram. O programa foi relançado com o nome de FX-2 e acabou com a escolha do Gripen NG sueco, já mencionado no início deste artigo.

Caça Saab F-39E Gripen da FAB

Os programas de modernização dos caças F-5E/F e A-1 da FAB incorporaram a aviônica digital produzida pela empresa israelense Elbit, que também forneceu a aviônica do A-29 Super Tucano.

A Elbit, através de sua subsidiária brasileira AEL Sistemas, também desenvolveu o display de grande área (WAD) do caça F-39 Gripen da FAB.

Quanto ao setor Espacial, estratégico vide a END: o Brasil chegou a criar uma empresa binacional com a Ucrânia em 2006, a Alcântara Cyclone Space. Esta deveria servir para lançamentos espaciais a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão. O acordo foi denunciado (desfeito) em 2015, por conta da anexação da Crimeia pela Rússia, ocorrida em 2014, e do fomento à guerra civil no Donbass.

Naquelas regiões estava o parque tecnológico que interessa ao Brasil. A parceria malsucedida entre Brasil e Ucrânia consumiu quase R$ 1 bilhão dos dois países. Embora a Ucrânia seja apenas aspirante a ingressar na OTAN, cerca de 90% dos mecanismos dos satélites que o Brasil pretende lançar de Alcântara são estadunidenses. Sem acordos de salvaguardas, o Centro de Lançamento de Alcântara é inviável.

BRICS e as transformações na geopolítica global

Neste momento em que o mundo sofre uma reconfiguração no cenário geopolítico, há um anseio pelo fortalecimento (e até apelos para a expansão) dos BRICS. O acrônimo – incialmente chamado de “BRIC”, pela junção das letras iniciais de Brasil, Rússia, Índia e China – foi formulado pelo economista Jim O’Neil, em 2001, destacando o potencial de crescimento desses países. A ideia pegou e, desde 2009, os chefes de Estado e de governo desses países passaram a se encontrar anualmente. Em 2011, por ocasião da Terceira Cúpula, a África do Sul passou a fazer parte do grupo, que adotou a sigla BRICS. Recentemente, Irã e Argentina pediram adesão ao grupo. Além disso, há poucas semanas, o presidente russo Vladimir Putin retomou a ideia de criação de uma moeda comum para o agrupamento.

O Brasil tem se beneficiado do comércio com países do grupo, sobretudo com a China. Desde 2009, esta tem sido a nossa principal parceira comercial, substituindo os Estados Unidos de uma posição ocupada por praticamente 100 anos. Atualmente, os EUA são o segundo maior parceiro comercial do Brasil.

Diante disso e das mudanças motivadas pela guerra na Ucrânia – as maiores transformações na geopolítica global desde a dissolução da União Soviética, em 1991 – alguns analistas têm defendido um maior alinhamento do Brasil com os BRICS. Em termos econômicos e comerciais, esse alinhamento pode fazer sentido, mas e em termos militares? Assuntos militares são eminentemente práticos. O que se pode fazer militarmente está, evidentemente, limitado aos meios disponíveis.

As Forças Armadas brasileiras chegaram a adquirir equipamentos de origem russa e chinesa, mas ainda em quantidades limitadas. Um exemplo é o míssil antiaéreo lançado de ombro Igla-S, usado pelo Exército Brasileiro e a FAB.

Igla-S no Exército Brasileiro
Helicópteros Mi-35 (AH-2 Sabre) da FAB

A FAB também recebeu, em 2010, 12 helicópteros de ataque Mi-35 da Rússia, que começaram a ser desativados no início de 2022. Problemas relacionados à manutenção teriam provocado a desativação prematura das aeronaves.

Já a Marinha do Brasil encomendou à China, em 2013, o Navio de Pesquisa Hidroceanográfico “Vital de Oliveira”, construído pelo estaleiro Hangtong, em Xinhui.

Navio de Pesquisa Hidroceanográfico (NPqHo) Vital de Oliveira – H-39 construído na China

Mas a aquisição pelo Brasil de equipamentos mais sofisticados como carros de combate, blindados, aviões de combate e navios de guerra produzidos na Rússia e na China esbarra na cultura operacional militar brasileira, que ao longo de décadas se acostumou com uso de equipamento ocidental.

Atualmente os BRICS são um agrupamento informal, ou seja, que não têm status de organização internacional, nem de bloco econômico, militar ou diplomático. Também não são uma associação de comércio formal, como no caso da União Europeia. A despeito disso, em 2014 o grupo criou um Banco, que passou a funcionar em 2016, com capital inicial de US$ 100 bilhões.

O míssil de cruzeiro supersônico indiano Brahmos atraiu a atenção dos militares brasileiros
O HAL Rudra do Exército Indiano
MBT Norinco VT-4 da China, de 52 toneladas
Helicóptero de ataque chinês Z-10
O Norinco ST-1 da China está concorrendo no programa da viatura blindada de combate de cavalaria – média sobre rodas (VBC Cav-MSR) do Exército Brasileiro

Em termos econômicos, o Brasil tem muito a se beneficiar das relações com os demais países dos BRICS. Contudo, conforme exposto ao longo deste artigo, a decisão de alinhamento militar do Brasil vem sendo reiterada há décadas, desde que o País passou a adquirir armamento de países da OTAN, sobretudo dos EUA. Para além da questão geopolítica – a localização do Brasil no Atlântico Sul, distante dos demais integrantes dos BRICS – cabe ressaltar: assuntos militares são eminentemente práticos.

O que se pode fazer militarmente é limitado pelos meios disponíveis. O treinamento das Forças Armadas com determinados equipamentos, os armamentos e munições disponíveis, a superioridade dos meios em relação aos do oponente, o tipo de tecnologia – tudo isso importa. Logo, as decisões de política externa de um país precisam estar alinhadas às suas capacidades de defesa. Mudanças são possíveis, mas tomam tempo, vide o efeito do Malthusianismo Militar.[2]


[1] BRAUER, Jurgen e DUNNE, Paul. Arms Trade Offsets: What do We Know?, 8th Annual Defense and Security – University of the West of En- gland, Bristol, 2004.

[2] A indústria bélica brasileira chegou a ser uma das oito maiores exportadoras do mundo. No seu auge, produziu equipamentos de ponta como o carro de combate EE-T1 Osório, da empresa brasileira Engesa.

[3] Leia mais sobre o Malthusianismo Militar aqui: https://scholar.harvard.edu/files/brustolin/files/brustolin_pedone_martins_-_military_malthusianism_and_the_strategic_partnership_in_the_fx-2_program.pdf

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Allan Lemos
Allan Lemos
1 mês atrás

Não vai acontecer mas acho que o BRICS deveria se tornar uma aliança militar. Vejo isso como a única forma de garantir a nossa integridade territorial já que não temos coragem de construir a bomba atômica.

Slow 🇧🇷
Slow 🇧🇷
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Com o tempo provavelmente vai virar ..

Henrique USA
Henrique USA
Reply to  Slow 🇧🇷
1 mês atrás

Nenhum presidente seria tão burro de colocar o Brasil numa enrascada dessas, imagina uma guerra entre China e EUA em Taiwan e o Brasil ter que ser obrigado a tomar uma posição só por causa de uma clausula de contrato igual na OTAN.

Last edited 1 mês atrás by Henrique USA
Slow 🇧🇷
Slow 🇧🇷
Reply to  Henrique USA
1 mês atrás

Você ainda acha que os EUA vai entrar em guerra com China por causa de Taiwan ? Kkkkk se nem a Ucrânia que a família Biden tem negócios lá ele entrou em guerra ..

Adunlucas
Adunlucas
Reply to  Slow 🇧🇷
1 mês atrás

Taiwan é outra história. São muito mais importantes economicamente para os EUA, além de tecnologias de ponta que estão lá que os EUA não querem que caiam em mãos chinesas.

Reis36
Reis36
Reply to  Adunlucas
1 mês atrás

Mas já estão em mãos chinesas la também e China

paulo lahr
paulo lahr
Reply to  Adunlucas
1 mês atrás

Os EUA nem reconhecem Taiwan como uma nação independente. Quando a China atacar, se atacar, nao existe o que os EUA fazer. A nao ser uma guerra nuclear. Taiwan sera engolida pela China, isso eh irremediavel.

José Marinho
José Marinho
Reply to  Adunlucas
1 mês atrás

EUA e EU ja estao a investir em fabricas para que Taiwan se torne irrelevante, A China sabe isso e ela vai esperar que o mundo se adapte, Quando o mundo ja náo precisar de Taiwan a China ira tentar conquistar(não digo que vai conquistar porque a Ucrania que parecia um passeio para os russos afinal é um osso duro de roer).

GIL
GIL
Reply to  José Marinho
30 dias atrás

A Ucrania só esta sendo osso, porque a OTAN esta ai lutando por proxy, a OTAN entra com armas, inteligencia, dinheiro e a Ucrania entra com a carne. No campo economico a UE obedeceu o que USA mandou fazer e agora a mesma UE acabou dando um tiro no seu proprio pulmão.
Inflacion, recessão e pode que depressão, com queda do valor da moeda e a aparição de possiveis rachadura na UE, com a clara perda de competitividade para USA e China ja que acabou a energia barata.

Slow 🇧🇷
Slow 🇧🇷
Reply to  Adunlucas
1 mês atrás

É sempre assim “ Taiwan é outra história “ então tá, se você acha que eles vão defender um país que eles nem reconhece, boa sorte .

Last edited 1 mês atrás by Slow 🇧🇷
Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Adunlucas
1 mês atrás

com as fábricas que estão sendo feitas nos EUA, Taiwan tem prazo de validade,

João Augusto
João Augusto
Reply to  Henrique USA
1 mês atrás

Cláusula de contrato obriga p**ra nenhuma. Veja a situação da Ucrânia.

Pedro
Pedro
Reply to  João Augusto
1 mês atrás

Ucrania não é da OTAN. Não há obrigação contratual.

Slow 🇧🇷
Slow 🇧🇷
Reply to  Pedro
1 mês atrás

E o tratado que os EUA e Reino Unido assinou pra proteger a Ucrânia em 1994/5 ?

Helder Lopes
Helder Lopes
Reply to  Slow 🇧🇷
1 mês atrás

Aquele que a russia assinou?

Slow 🇧🇷
Slow 🇧🇷
Reply to  Helder Lopes
1 mês atrás

Sim , aquele que os EUA bancou pra transferir as armas pra Rússia ..

Thiago A.
Thiago A.
Reply to  Slow 🇧🇷
1 mês atrás

È aquela que a Russia assinou de não violar a soberania Ucraniana. Então é no mínimo obrigação o que eles estão fazendo: fornecer todo o apoio possível para a Ucrânia. Tanto material como econômico.

Chris
Chris
Reply to  Henrique USA
1 mês atrás

“Nenhum presidente seria tão burro de colocar o Brasil numa enrascada dessas”

Olha… Tivemos uma presidente que falava ate em estocar vento ! Se eu fosse voce, nao duvidava nao…

Figueiredo
Figueiredo
Reply to  Slow 🇧🇷
1 mês atrás

E por falar em aliança militar, quem será o próximo?

IMG-20220714-WA0000.jpg
Slow 🇧🇷
Slow 🇧🇷
Reply to  Figueiredo
1 mês atrás

Talvez Scholz ? 🤣🤣

Augusto
Augusto
Reply to  Figueiredo
1 mês atrás

kkkkkkkkkkkk

Bem que podia ser esse safado do Macron, o velho caquético também seria uma boa, kkkkkk.

Thiago A.
Thiago A.
Reply to  Figueiredo
1 mês atrás

Eita, é agora que a aliança vai se espatifar… Ah, lembrei que são democracias, sai um governo e entra outro não depende dos caprichos desse ou daquele líder.

Palpiteiro
Palpiteiro
Reply to  Slow 🇧🇷
1 mês atrás

Índia e China juntos?

tsung
tsung
Reply to  Palpiteiro
1 mês atrás

creio que eles foram ironicos. acredite

Figueiredo
Figueiredo
Reply to  tsung
1 mês atrás

Do jeito que os americanos estão agindo, acho difícil é uma aliança com eles.
Imagem queimadissima.
Ontem, a Índia assinou decreto instituindo comércio em moedas locais.
Dólar, nem pensar.

Figueiredo
Figueiredo
Reply to  Palpiteiro
1 mês atrás

A questão e: todos terão de seguir a China.
É a maior potência econômica do Mundo e não para de crescer
Enquanto Europa e EUA começam a se desmanchar com uma grande crise que se aproxima, a China divulgou hoje seus números de comércio exterior.
Aumento de 9,4% no semestre.
Os chineses são incansáveis.
Impossível competir com eles.

Sensato
Sensato
Reply to  Figueiredo
1 mês atrás

Quantos nicks diferentes você usa ao todo?

Capa Preta
Capa Preta
Reply to  Slow 🇧🇷
1 mês atrás

Como vai virar se Índia, China e Rússia tem um monte de disputas territoriais entre eles? Com a China armando o Paquistão inimigo mortal da Índia?

Slow 🇧🇷
Slow 🇧🇷
Reply to  Capa Preta
1 mês atrás

China e Rússia continua com suas disputas e advinha quem é o maior apoiador da Rússia nessa guerra ? Exatamente a China .

Nada que dinheiro não resolva ..

Figueiredo
Figueiredo
Reply to  Capa Preta
1 mês atrás

Essa resposta é muito simples
O dinheiro fala mais alto.
Muito mais alto

Capa Preta
Capa Preta
Reply to  Slow 🇧🇷
1 mês atrás

Da onde será que está gente tira que e possível China, Índia ou Rússia saírem lá do outra lado do mundo no pacífico…para defender território brasileiro? E quem disse que a gente precisa? Vocês já viram um mapa mundi? Não existe a menor possibilidade de nenhum país do mundo ocupar militarmente o Brasil, ou nos aplicam sanções econômicas que e muito improvável em um dos maiores mercados consumidores e exportadores de alimentos do mundo, ou então fazem o que sempre fizeram,comprar político safado de tudo quanto e partido e no enfiam ongs picaretas para se juntarem com um bando de… Read more »

Slow 🇧🇷
Slow 🇧🇷
Reply to  Capa Preta
1 mês atrás

“ China, Índia ou Rússia saírem lá do outra lado do mundo no pacífico…para defender território brasileiro “

E quem falou isso ? Só de fazer parte de uma aliança que seja defensiva ninguém vai ser louco de invadir ..

Guacamole
Guacamole
Reply to  Capa Preta
1 mês atrás

Vocês já viram um mapa mundi? Não existe a menor possibilidade de nenhum país do mundo ocupar militarmente o Brasil”

A Inglaterra fez isso com a China e a India usando apenas caravelas e os Estados Unidos com o japão usando alguns gunboats.

E a tecnologia deu um saldo de lá pra cá. 1 Aircraft Carrier tem mais poder aéreo que o toda a Força Aerea Brasileira. 

Capa Preta
Capa Preta
Reply to  Guacamole
30 dias atrás

Na época do império britânico não haviam mísseis anti navio para afundar suas caravelas de madeira, o Japão só se rendeu diante de duas bombas atômicas ,senão capaz de estarem lutando até hoje baseados no fanatismo do bushido. E um grupo Carrier pode nos causar muitos danos sim , porém e extremamente caro de manter, e por os coturnos aqui e manter e um pesadelo logístico que nenhuma nação do mundo quer pagar.

Henrique
Henrique
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Brasil garantir integridade territorial com Rússia/China/Índia no mesmo grupo?
kkkkkkk

Ricardo Hufner
Ricardo Hufner
Reply to  Henrique
1 mês atrás

Qual o problema da Índia? Seria um dos poucos parceiros estratégicos realmente confiáveis do Brasil.

Garantir a integridade territorial com os EUA é ótimo, né?

Brasil já é membro do TIAR e veja o nível do equipamento das FAs, cuja culpa é da própria péssima gestão e não necessariamente dos “comunistas russos e chineses” e muito menos dos “sabotadores americanus du olhu azul”. Logo pq não mais uma aliança militar pra prevenir contra outro provável agressor?

E nem me venha com esse papo de parceria Extra-OTAN, pois a Argentina faz parte disso e o nível das FAs dela é lamentável.

Last edited 1 mês atrás by Ricardo Hufner
Henrique
Henrique
Reply to  Ricardo Hufner
1 mês atrás

Se a culpa é da “da própria péssima gestão”… pq raios você ta falando de tiar, eua?
.
Os eua é culpado do Brasil ser muito inteligente e negligenciar a própria defesa agora?
.
e dai a solução é me aliar com países onde: 1 está promovendo uma guerra por expansão territorial, dois tem treta de fronteira ou ta construindo ilhas dentro da ZEE dos outros países e falando “perdeu”?
.
tenha teu ódio pela otan e pelos eua, mas saiba que isso não é desculpa pra ser cego

Last edited 1 mês atrás by Henrique
Ricardo Hufner
Ricardo Hufner
Reply to  Henrique
1 mês atrás

Foi você quem começou ironizando os países alheios sem critério nenhum. “Os eua é culpado do Brasil ser muito inteligente e negligenciar a própria defesa agora?” Não, foi exatamente isso que eu disse, que se aliando à OTAN/TIAR ou BRICS não MUDA nada devido a problemas estruturais de gestão das FAs… Não conseguiu interpretar a parte que falei dos EUA? Meu Deus. Sobre o imperialismo russo e chinês: Você esta correto. Mas deixamos de fazer negócios e de nos aproximar com os EUA após a invasão do Iraque, do Panamá e a divisão do unilateral da Sérvia, criando o Kosovo?… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Ricardo Hufner
Henrique
Henrique
Reply to  Ricardo Hufner
1 mês atrás

“Foi você quem começou ironizando os países alheios sem critério nenhum.”

obvio que vou ironizar… vocês reclamam do imperialismo dos EUA mas querem correr pro imperialismo da Rússia e China…
.
qual a logica?

Ricardo Hufner
Ricardo Hufner
Reply to  Henrique
1 mês atrás

Vocês o que cara? Onde eu reclamei? Disse que não há lógica negar cooperação devido ao imperialismo de um enquanto coopera com outro também comprovadamente imperialista. Quem esta resumindo isso aqui a uma guerra de torcida é você… É muito limitado mesmo. Falei X e esta respondendo Y… Pouco importa se o Brasil faz parte de parceria Extra-OTAN/TIAR ou de uma provável parceria militar com o BRICS, pois o nível das FAs vai continuar o mesmo, logo não há lógica em se negar qualquer parceria e a possibilidade de defesa com qualquer país que seja. É difícil entender, né? Quem… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Ricardo Hufner
Henrique
Henrique
Reply to  Ricardo Hufner
1 mês atrás

eu, torcida KKKKKKKKK
.
me acha um comentário meu ai fazendo torcida pra otan ou brics que eu calo boca.

Last edited 1 mês atrás by Henrique
Ricardo Hufner
Ricardo Hufner
Reply to  Henrique
1 mês atrás

Restou apenas o “KKKK” em caps lock. E novamente o Non Sequitur. Onde eu disse que você é torcedor? Você responde com perguntas cínicas e irrelevantes como se eu fosse, como fez falando “vcs reclamam do imperialismo americano” sendo que nem reclamei. 1º ironiza sem critério nenhum outros países: Não comprovou nada. 2º Ninguém propôs solução pra defesa brasileira, esse problema é estrutural, logo devemos cooperar com todos os países e organizações independente de qualquer critério de integridade territorial. 4º fala em odio a otan e eua sem comprovação alguma da minha parte. 5º Levanta a tese de que “vocês”… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Ricardo Hufner
Realista
Realista
Reply to  Henrique
1 mês atrás

Pra bom entendedor meia palavra basta !

Marcos
Marcos
Reply to  Henrique
1 mês atrás

Vejamos alguns exemplos dessa péssima gestão.

Durante o programa CBERS, os EUA meteram 170 embargos apenas na câmera MUX. Tudo devidamente registrado no site da OPTO.

O falecido MAR-1 foi embargado antes mesmo de sair da fase teórica.

O VLS sofre embargo até hoje.

Posso citar milhares de outras “péssimas gestões” do Brasil.

EUA é um amorzinho

Henrique
Henrique
Reply to  Marcos
1 mês atrás

tenho certeza que China e Rússia tb são amorezinhos

Slow 🇧🇷
Slow 🇧🇷
Reply to  Henrique
1 mês atrás

Um é nosso maior parceiro comercial e o outro tem muito a agregar ..

Henrique
Henrique
Reply to  Slow 🇧🇷
1 mês atrás

espero que o outro seja a índia pq se for caras da vodkaKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Marcos
Marcos
Reply to  Henrique
1 mês atrás

Sem os caras da Vodka tu fica sem comer.

Henrique
Henrique
Reply to  Marcos
1 mês atrás

sim.. Rússia monopólio universal do fertilizante.. havia esquecido kkkkkkk
.
fala nisso cadê os navios e fertilizante.. só chego um até hj

Last edited 1 mês atrás by Henrique
Thiago A.
Thiago A.
Reply to  Marcos
1 mês atrás

Duvido muito .

SteelWing
SteelWing
Reply to  Henrique
1 mês atrás

Não vejo Rússia e China tentando para projetos de interesse brasileiro, mas os EUA tentam e fazem.

Kornet
Kornet
Reply to  Henrique
1 mês atrás

Cara,vc tá parecendo que é o cara do relógio quebrado do ataque ao Irã.
Vá ser lambe-botas dos Eua e da. OTAN na casa da zorra.
E não venha dizer que sou de Rússia,China ,pois a minha sempre foi e será brasileira,nem de bandeira vermelha eu gosto,argh!

Figueiredo
Figueiredo
Reply to  Henrique
1 mês atrás

Acostume-se.
Tirando o G7, os EUA são considerados bolsa fora.
Tóxicos.
Pessoal tá querendo distância.

Carlos Alceu Gonzaga
Carlos Alceu Gonzaga
Reply to  Ricardo Hufner
18 dias atrás

Pelo visto você nunca teve negócios com indianos…

Tutor
Tutor
Reply to  Henrique
1 mês atrás

Não sou grande fã de regimes como o chinês e russo, MAS, uma coisa é fato (já aconteceu): houve uma tentativa de nossos “amigos” ocidentais de se criar uma Resolução na ONU para que questões relacionadas às mudanças climáticas fossem analisadas no Conselho de Segurança da ONU, como uma ameaça à paz. Não citava diretamente nenhum país, mas, isso poderia ter consequências sérias ao Brasil, se fosse implantada.
Foram Rússia e China que votaram contra, e evitaram essa palhaçada.

Sensato
Sensato
Reply to  Tutor
1 mês atrás

Sim mas não por serem bonzinhos ou por nos amarem mas pra não se tornarem alvo também.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

China e Índia sob aliança militar?
Uma aliança aonde nossos “parceiros” estão do outro lado do mundo?
Sério mesmo?

Henrique
Henrique
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

globalização, mundo sem fronteira de certo…

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Henrique
1 mês atrás

Considerando-se a atual MB ( e o resto das FA’s como um todo ), fico imaginando o tipo de ajuda que ela poderia dar pra nossos “aliados” do outro lado do mundo…

Ricardo Hufner
Ricardo Hufner
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

“Uma aliança aonde nossos “parceiros” estão do outro lado do mundo?”

Essa é a representação da OTAN e do AUKUS, não?

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Ricardo Hufner
1 mês atrás

Compare a diatância dos EUA pra Europa, e depis compare a distância entre Brasil da China ou Índia.
E você se esquece do tamanho da USNavy, e das milhares de bases militares e infra-estrutura que os EUA já tem na Europa.

Seria engraçado ver a MB cruzando metade do mundo com sua meia dúzia de A4 e Niterói, pra dar assistência a China…

Ricardo Hufner
Ricardo Hufner
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

E quem disse que a China precisaria de ajuda? Também seria hilário ver a marinha dos países do leste europeu como Estônia, Letônia, Polônia e Romênia tentando cruzar o atlântico pra socorrer os EUA… Mas os EUA também não precisaria de ajuda… Entre todos os países fracos, a OTAN é aliança mais forte, mas também com os países mais fracos militarmente. Seu argumento de distância se destrói com a AUKUS. Distância geográfica nunca foi critério pra existir ou não aliança ou qualquer parceria, veja o caso do Eixo e da aliança entre Japão e Alemanha. Caso contrário a China não… Read more »

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Ricardo Hufner
1 mês atrás

Sobre a questão da AUKUS, o Tio Sam ter centenas de bases e infra-estrutura no Hawaii, Japão, CS e na própria Australia, o que facilita, E MUITO, a ajuda na região, além de sempre terem 2 supercarriers + suas escoltas na região. E é POR ISSO que a “distância” TAMBEM NÃO É problema no caso da AUKUS. “Distância geográfica nunca foi critério pra existir ou não aliança ou qualquer parceria, veja o caso do Eixo e da aliança entre Japão e Alemanha” Bixo, tú tem noção de que você usou como exemplo uma aliança que PERDEU a Segunda Guerra justamente… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Willber Rodrigues
Ricardo Hufner
Ricardo Hufner
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

O eixo perdeu a WW2 devido a distância? Caramba. Então as vitórias táticas, estratégicas e operacionais dos aliados foram inúteis? Nunca foi planejamento do eixo lutar de forma cooperativa e enviar suporte aos aliados pra outro continente. A Alemanha inclusive ajudou a Itália na África, na Grécia e nos Balcãs e também se prejudicou bastante mesmo sendo perto, logo esse argumento esta refutado. O que lidera a vitória num combate são fatores operacionais, táticos e estratégicos, não apenas infraestrutura ou logística. Tanto é que a URSS conseguiu derrotar os alemães em Stalingrado antes do Land-Leese surtir efeito. A aliança militar… Read more »

Felipe Morais
Felipe Morais
Reply to  Ricardo Hufner
1 mês atrás

Caramba irmão. Cada textão pra negar o óbvio. Você não consegue entender que seria um tipo de aliança impossível? Qual parte de haver uma barreira intransponível entre nós e esses países vocês está fingindo não enxergar? Como chegaríamos no TO para ajudar nossos “aliados”? Desceríamos com nossa poderosa esquadra pelas águas tranquilas do Drake? Passando de lá (supondo que argentinos e chilenos estejam conosco), como nossa esquadra vai passar pelas frotas americanos e de seus vários aliados no pacífico? Não sendo esse o plano, seria passar pelo canal do Panamá? Já sei, cruzar o atlântico, contornar a África e ver… Read more »

Thiago A.
Thiago A.
Reply to  Ricardo Hufner
1 mês atrás

E a distância entre esses “aliados” e a incapacidade dos mesmos de cobrir e suprir as necessidades do outro estão entre os motivos da derrota. Os EUA e o Império britânico tinha essa capacidade já os demais não.

Nascimento
Nascimento
Reply to  Thiago A.
1 mês atrás

A Itália teve suporte alemão e perdeu do mesmo jeito senhor Thiago… Não leu o comentário acima do rapaz?

Thiago A.
Thiago A.
Reply to  Nascimento
1 mês atrás

Nascimento, não tive a oportunidade de ler essas considerações do colega . O meu comentário é uma reação as colocações antecedentes. Os meus comentários ficam sistematicamente presos na moderação, acompanhar o debate fica complicado. O colega está equivocado. Em nenhum momento houve um suporte alemão minimamente comparavel ao que os EUA forneceu aos seus aliados. Logística e infraestrutura não são fatores secundários. Um dos motivos da derrota do eixo reside na incapacidade de manter viva a cadeia de suprimentos, assegurar o abastecimento para a produção de equipamentos e as operações militares. Os EUA já possuíam vários territórios no pacífico que… Read more »

Gilson Elano
Gilson Elano
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Na cara não!

Tutor
Tutor
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Oxeeee! E as orações, não valem de nada não?

Slow 🇧🇷
Slow 🇧🇷
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

E qual problema ?

Alberto
Alberto
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Sim, apesar de a China está do outro lado do mundo já é a maior marinha de guerra do mundo, continua a lançar novos vasos de guerra quase todos os meses e já está em vias de construir uma base naval na costa ocidental da África. O Brasil e América Latina são vistos pelo Ocidente como área de influência e não como parceiros, se aproximando do Oriente o Brasil poderia ter acesso a tecnologias até na área espacial de países como China, Rússia e Índia que são muito mais abertos a fornecer tecnologia do que o Ocidente. Mas fazer oque,… Read more »

Thiago A.
Thiago A.
Reply to  Alberto
1 mês atrás

A “maior marinha de guerra ” só considerando o número das unidades porque em termos de capacidade, potência de fogo e toneladas a maior continua a USN…

Quanto ao acesso a tecnologias … Tenho que lembrar para o colega que toda vez que algum país procurar TOT vai sistematicamente parar na EUROPA…. Hoje a Coreia do Sul vende material bélico, fornece assistência e participa de concorrências internacionais inclusive na Índia graças a essas TOT !

Alberto
Alberto
Reply to  Thiago A.
1 mês atrás

A Europa está de “pires na mão” pedindo de Taiwan e Coréia do Sul que os ajudem a construir fábricas de Chips, dos comuns usados na indústria, os avançados então nem almejam …

Thiago A.
Thiago A.
Reply to  Alberto
1 mês atrás

Investir dezenas de bilhões para subsidiar plantas de fabricação de chips é a sua definição de “pires na mão”…. Ações necessárias para reintroduzir em solo nacional alguns processos industriais e manter certa autonomia e independência. Estão tentando reverter alguns efeitos negativos da globalização que garantiram o crescimento da RPC como a deslocalização industrial… Acho que você ainda não percebeu. Taiwan e Coreia do Sul, ambos aliados ocidentais e mais dois maravilhosos exemplos de como a colaboração com o Ocidente foi profícua… Sobre os chips que “avançando eles não almejam” , vocês está um pouco desinformado : Intel Announces 80 Billion… Read more »

Alberto
Alberto
Reply to  Thiago A.
1 mês atrás

Taiwan está superando os EUA na fase de design
Intel terá ajuda de Taiwan para construir sua fábrica
O próprio Pentágono alertou que os EUA perderam a capacidade técnica de construir Chips avançados, tanto é que pediram para Taiwan construir uma fábrica no Texas
Europa ficou para trás até em Chips comuns, avançados nem se fala então…
Estão com o plano agora de pedir para que Taiwan e Coréia do Sul construam fábricas de Chips comuns na Europa.
Leia, é só acompanhar as reportagens e notícias, fatos colega…rs

Alberto
Alberto
Reply to  Thiago A.
1 mês atrás

Teve uma reportagem inclusive aqui está semana mostrando isso, LEIA…rs

Kornet
Kornet
Reply to  Alberto
1 mês atrás

Chapéu de alumínio cega,sera que causa retardo tb?
Pois não conseguir enxergar o óbvio das parcerias caracu é preocupante.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

A professora ainda não chegou na parte das conjunções coordenativas adversativas, não é, camarada? Certo, vou esperar você aprender. Depois volte aqui para debater.

Nilson
Nilson
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Ok … eles tem s400 e s500 , su57, missel hiperbólica…. já a OTAN está de olho na Amazônia brasileira. As FA da América Latina são uma piada… será por quê?

Thom
Thom
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Aliança militar China e Índia? kkkkkkkkkk
Jamais vai acontecer isso.

Alberto
Alberto
Reply to  Thom
1 mês atrás

Índia já participa da Organização para Cooperação de Xangai, que também inclui o Paquistão. Apesar das rivalidades, não é de interesse da elite indiana e da elite chinesa uma guerra entre esses dois gigantes.

Alberto
Alberto
Reply to  Thom
1 mês atrás

Lembre-se, entre potências e superpotências militares como China, Rússia, Índia, Japão, Paquistão, Coréia do Sul, Turquia, Irã, Israel, Coréia do Norte, França, Inglaterra, Alemanha, Itália e EUA as relações são por interesse, diferente do que muitos pensam de maneira inocente no Brasil.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Thom
1 mês atrás

Por essa razão eu escrevi “não vai acontecer”. Você ainda não aprendeu a ler direito ou é só obtuso mesmo?

Vendéen
Vendéen
Reply to  Thom
1 mês atrás

Olá, Tom, Não diga “nunca” porque minha noiva conseguiu me fazer dizer sim ao casamento lol. Sério (esperando uma boa tradução do Google): A “realidade básica” prova que você está certo. É óbvio que esses 2 protagonistas estão em modo de hipocrisia “eu também não te amo”. Além disso, embora seja um participante muito importante na cúpula do BRICS, a Índia também participou recentemente em Tóquio de uma reunião do “Quad” (uma aliança de cooperação militar que reúne EUA, Japão, Austrália e Índia). https://www.whitehouse.gov/briefing-room/statements-releases/2021/03/12/quad-leaders-joint-statement-the-spirit-of-the-quad/ O paradoxo é que essa aliança visa (não ocultamente) opor-se à influência estratégico-militar (mas não só)… Read more »

Wellington Kramer
Wellington Kramer
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Claro, claro, lutar ao lado da China.

GoDDrax
GoDDrax
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Isso não vai acontecer, a China tem pendências territorial com índia e também já teve rusgas com a Rússia e a África do Sul não tem peso politico ou militar.
Juntos os 4 estão cagando para Brasil, só vão vir até nós quando for conveniente.
O Brasil dificilmente vai ter uma bomba, falta vontade militar e politica principalmente por não termos nenhuma ameaça concreta a integridade territorial.
Mal estamos conseguindo terminar um Submarinho Nuclear, uma bomba então nem se fala.

pangloss
pangloss
Reply to  GoDDrax
1 mês atrás

A bomba nuclear está muitos degraus acima do nosso estado atual. Precisamos de coisas muito mais triviais.
Se tivéssemos a bomba, como a lançaríamos? Como protegeríamos as instalações militares que a lançariam?
Falta muita coisa.

sergio
sergio
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

O tempo da nossa bomba atomica veio, e passou, não da mais, mais nem por isso deveríamos nos privar de um poder dissuasório semelhante a das armas nucleares, existem outros meios de provocar destruição em massa sem o uso nuclear, novos tipos de materiais de alto desempenho e alta energia ja estão sendo estudados como substitutos a armas nucleares, especialmente na china, e o melhor não a nenhum empecilho legal ou acordo que restrinja seu uso, ate por que esta tudo em fase embrionaria, basta so vontade politica.

Lucas
Lucas
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Não vejo isso acontecer.
Índia e China são rivais. É muito difícil imaginar eles entrando numa aliança militar.
Assim, é bem difícil mesmo de imaginar se vc realmente conhece um pouquinho de geopolítica.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Lucas
1 mês atrás

Já vi que analfabetismo funcional reina por aqui. Esse é o retrato da educação brasileira.

pangloss
pangloss
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Acho que há rivalidades internas ao BRICS, sobretudo entre China e Índia, que limitam bastante essa possível aliança militar.
O Brasil está distante demais dos demais integrantes do grupo, à exceção da África do Sul – e são exatamente os dois países de menor capacidade militar, entre os cinco membros.

Thiago A.
Thiago A.
Reply to  pangloss
1 mês atrás

A África do Sul tem – ou talvez tinham, atualmente o setor passa por uma crise tão grande que o futuro é muito incerto- uma indústria bélica de fazer inveja ao Brasil.

Bruno Vinícius
Bruno Vinícius
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

A Índia vai entrar para a mesma aliança militar que a China (que recentemente abocanhou um pedaço de território indiano e tem outras disputas territoriais com os mesmos), pode acreditar.

Thiago A.
Thiago A.
Reply to  Bruno Vinícius
1 mês atrás

Sim, sim …acredita.

leonidas
leonidas
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Não há como os BRICS se tornar uma aliança militar. Ao contrário da Otan e do Pacto de Varsóvia não estão no mesmo espaço geográfico e 3 integrantes deles são nações de verdade e não republicas de banana. São Índia, China e Rússia. Neste caso temos “3 machos alfa” e alfas não partilham o mesmo terreno por razões óbvias, além do mais China e Índia são potenciais inimigos, seja por questões de fronteira seja pelo apoio decisivo de Pequim à Islamabad inimiga jurada da Índia. O caminho do Brasil seria tomar vergonha na cara e negociar muito bem de modo… Read more »

Andre
Andre
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Aliança militar incluindo China e India?

Achei que só o Da Lua tinha essa imaginação…é um descolamento da realidade

Filipe L. Constante
Filipe L. Constante
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Concordo Allan. O Brasil não tem coragem de construir não só uma bomba nuclear, mas os meios de entrega.

PABLO
PABLO
Reply to  Allan Lemos
6 dias atrás

KKKKKK SONHA QUE OS YAKEES VÃO DEIXAR KKKKKK

Figueiredo
Figueiredo
1 mês atrás

Com o agravamento da crise econômica mundial, cada vez menos a pauta da Europa Ocidental e OTAN será relevante para o resto do Mundo.
Ainda mais com o fortalecimento econômico dos países asiáticos e sua relação com o BRICS.
Essa pauta perderá importância.
Na verdade já está perdendo e se acelerando, em vista da expansão do BRICS com países de grande porte como Irã e Argentina e outros que podem se candidatar como Indonésia, Egito e etc.

Nemo
Nemo
Reply to  Figueiredo
1 mês atrás

A Turquia também é candidata.

pangloss
pangloss
Reply to  Figueiredo
1 mês atrás

Irã e Argentina somam mais problemas do que soluções.
Aliás, o Brasil também.

Last edited 1 mês atrás by pangloss
Pedro
Pedro
Reply to  pangloss
1 mês atrás

Pois é..vamos deixar de priorizar parcerias com EUA e Europa para priorizar “potencias” como Irã e Argentina que tem “pautas mais importantes” …..pior que na cabeça de uns faz sentido…
A Embraer e outras empresas poderiam dizer adeus para muitas tecnologias que utilizam em seus produtos…com certeza ia ser um sucesso

Last edited 1 mês atrás by Pedro
Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 mês atrás

O que esse artigo deixou claro, ao menos pra mim, foi o quanto os EUA ( e o resto do Ocidente, de modo geral ) nos boicotam tecnologias de ponta, sempre que possível. A MB, na época da Guerra Fria, tinha como “papel” a guerra anti-submarina contra subs soviéticos, os EUA não pensaram 2X em nos negar tecnologias de ponta em sonares. Serei negativado por isso, mas já que a China é nosso principal parceiro comercial, porque não eles serem nossos principais parceiros em P&D? Qual o problema de termos projetos tecnológicos em comum? Não estou dizendo pra que nossas… Read more »

Nelson Junior
Nelson Junior
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Quem boicotou o Brasil foi o próprio Brasil !!! O Brasil sempre teve um alinhamento maior com os países Ocidentais e a OTAN, porém os últimos governos Brasileiros preferiram alinhamento com Cuba, Venezuela, China, etc… E mesmo assim 90% do nosso material bélico é de origem Ocidental, o que prova que até um certo ponto eles confiam em nós, mas não ao ponto de entregar para gente o “estado da arte” bélico, o que acho bem normal… Vai lá e vê se a China nos passa a tecnologia de misseis hipersônicos ?? Assim como o Brasil jamais entregaria a tecnologia… Read more »

Ricardo Hufner
Ricardo Hufner
Reply to  Nelson Junior
1 mês atrás

Então pq não entregaram tecnologia de sonares pro Regime Militar? Naquela época não havíamos nada russo/chinês nas FAs.

Então esse brigadeiro é mentiroso?

“Embargos Tecnológicos CONTRA o Brasil praticados pelos Estados Unidos: 2008 FLASHBACK “Força Aérea”!”

https://www.youtube.com/watch?v=G0_pmfML4q0

Last edited 1 mês atrás by Ricardo Hufner
Nelson Junior
Nelson Junior
Reply to  Ricardo Hufner
1 mês atrás

Porque era tecnologia “sensível” na época

Ricardo Hufner
Ricardo Hufner
Reply to  Nelson Junior
1 mês atrás

As tecnologias mencionadas pelo brigadeiro não eram todas “sensíveis”…

Last edited 1 mês atrás by Ricardo Hufner
Nelson Junior
Nelson Junior
Reply to  Nelson Junior
1 mês atrás

Investimento pesado em tecnologia, esse é o caminho

Last edited 1 mês atrás by Nelson Junior
LUCAS DA SILVA RIBEIRO
LUCAS DA SILVA RIBEIRO
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Os chineses também não vão nós ajudar muito, pela histórica aliança com os estados unidos, Ter posicionamento é importante, porque quem fica em cima do muro ninguém vai confiar.Quem está em cima do muro não tem opinião própria e pode cair para um lado ou para o outro. Quem vai ceder tecnologias sensíveis ao Brasil??

Nelson Junior
Nelson Junior
Reply to  LUCAS DA SILVA RIBEIRO
1 mês atrás

Acho também que o Brasil deve deixar bem claro seu alinhamento com o Ocidente, mas nem por isso deixar de fazer comércio com China e Russia…
Um coisa é alinhamento politico, ideológico e militar e outra coisa é comércio…
E repito, o que for tecnologia “sensível” deve ser desenvolvida aqui, o brasileiro é muito criativo, basta ter investimento que ninguém segura a gente

Slow 🇧🇷
Slow 🇧🇷
1 mês atrás

BRICS é o futuro ..

E que venha mais países; Argentina, Irã, Arábia Saudita , Indonésia ,Egito e se bobear Turquia ..

É só questão de tempo , ainda é cedo mas o BRICS é inevitável !

pangloss
pangloss
Reply to  Slow 🇧🇷
1 mês atrás

Tudo bem conjecturar um futuro glorioso para o BRICS. Mas juntar Irã e Arábia Saudita foi um exagero retórico, não?

Realista
Realista
Reply to  pangloss
1 mês atrás

China e Índia não estão juntos no BRICS ?

Mensageiro
Mensageiro
Reply to  Realista
1 mês atrás

Há diferenças religiosas e geopoliticas muito grande entre os dois do oriente médio. Recentemente drones iranianos atacaram refinaria saudita.

Ricardo Hufner
Ricardo Hufner
1 mês atrás

Certa vez eu vim aqui e trouxe o orçamento militar Turco, que é semelhante ao nosso, porém eles possuem uma quantidade de armamento e também qualidade que não há comparativos com o Brasileiro e uma quantidade de tropas ativas ainda maior que a nossa, isso para justificar o quão nosso orçamento de Defesa é pessimamente administrado, mas vieram falar “ain, mas eles tem benefícios por ser da OTAN e sobre o dólar”. Apesar de eu achar esse tipo de argumento extremamente falho, trago outros dois exemplos: Argélia e Marrocos. Argélia tem uma força em números semelhante a atual nossa e… Read more »

Oráculo
Oráculo
Reply to  Ricardo Hufner
1 mês atrás

Comparar o orçamento da Defesa Brasileira com qualquer outro país é uma grande sacanagem. O que é gasto com pensões e aposentadorias nas nossas FFAA daria pra nos transformar em potência militar em uma geração. O correto a ser feito, para o bem das nossas FFAA e do próprio país, era separar isso do orçamento da defesa e transferir o pagamento de aposentadorias e pensões para a Previdência Social. Pois daí a fiscalização sobre os super salários, pensões das filhas casadas que fingem que são solteiras, etc seriam ao menos desmascaradas e combatidas. Mas e coragem para algum governante mexer… Read more »

pangloss
pangloss
Reply to  Oráculo
1 mês atrás

Eu ia responder ao Ricardo Hufner sobre a peça de ficção que é o nosso orçamento, mas você respondeu antes, e melhor.

Velho Alfredo
Velho Alfredo
Reply to  Oráculo
1 mês atrás

Cidadão… Desopila dessas histórias…. O gasto com pensão e aposentadoria sempre virá de um lugar, a União. Pagar o militar igual ao civil já foi comprovado q sairia muito mais caro. MUITO. Esquerda e Direita já fizeram essa conta e deixaram como está. As filhas já não tem direito. As q tem, nesses últimos 3 anos tem passado em uma grande inspeção, q a Receita Federal nunca tinha feito. Agora fizeram. Não existe plano especial de saúde. Tanto é, q não é descontado do IR. Hotel de Trânsito sai bem mais barato q pagar diária ou hotéis em convênio pra… Read more »

Material arquivo
Material arquivo
Reply to  Velho Alfredo
1 mês atrás

O problema é que a sociedade iria ver abertamente que um militar da União custa 19 vezes o que custa um CLT. Não existe nada que justifique esse GAP enorme. Amigo, se a diferença fosse de 2 para 1, já seria algo bem estranho. Agora 19 para 1? Há absurdos enormes na estrutura de servidores militares no Brasil, são salários, benefícios e verdadeiros privilégios que são MAQUIADOS pelo orçamento. Isso que eu escrevi os militares sabem, justamente por isso eles “camuflam”. Servidor aposentado com 48 anos é de matar, pior: aposentadoria INTEGRAL. Sou de SC, aqui o governador bombeiro militar… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Material arquivo
Velho Alfredo
Velho Alfredo
Reply to  Material arquivo
1 mês atrás

Prezado
Bombeiro não é forças armadas. Pra começar.
Segundo, 19 vezes a CLT????
Não é MESMO!!! Os 30 a 35 anos na ativa na base da CLT custa menos q os 30 anos na reserva integral. Essa é a chave.
Agora, calcula 4.000 militares indo pra reserva remunerada por ano mais a pensão da esposa. É o máximo.
Em contrário, põe todos os militares da ativa ganhando a CLT….
Essa é a chave q todas as equipes econômicas viram. Simples assim.
Agora, maquiados…. Desconheço nas FFAA.

Felipe Morais
Felipe Morais
Reply to  Velho Alfredo
1 mês atrás

O problema é essa mentalidade: “precisava de motorista pra produzir 100%”. Sempre haverá desculpa pra qualquer coisa. A maioria dos ocupantes de cargos de chefia ou cargo de direção, no âmbito civil, não tem essa palhaçada de “preciso de motorista pra me concentrar”. Isso aí é o tipo de desculpa que vai aparecer pra 100% das palhaçadas que vão criando e, aos poucos, vão minando o orçamento. No âmbito civil, argumentaram: precisamos pagar tudo o que há de melhor para nossos parlamentares ou juízes, de forma que sejam incorruptíveis. Aí pagam: auxílio disso, auxílio daquilo. Verba de gabinete. Verba de… Read more »

Oráculo
Oráculo
Reply to  Velho Alfredo
1 mês atrás

Sim, o dinheiro das pensões virá da União. Então por qual motivo o órgão responsável da União, a Previdência Social, não ser o responsável por pagar e principalmente fiscalizar esses pagamentos? Ninguém muda isso devido a pressão que os Generais fazem nos péssimos presidentes que nos governam desde sempre. A “mamata” das filhas do oficiais foi extinta no ano 2.000. Porém pelos cálculos da época, ainda vamos ter que pagar pensões pelos próximos 60 anos! Muito bom saber que a receita federal foi pra cima delas. O que tem de mulher casada na igreja, com filhos, morando junto com o… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Oráculo
Natan
Natan
Reply to  Oráculo
1 mês atrás

Ouvi dizer que quase 80% do orçamento militar é gasto com folha de pagamento. Confere?

Velho Alfredo
Velho Alfredo
Reply to  Oráculo
1 mês atrás

Prezado
Quando vc fala do padrão do FUSEX com custo baixo é melhor do mercado…………. evidencia q está bastantissimo equivocado sobre o assunto.
No mais, é só retórica de achismo.

Natan
Natan
Reply to  Oráculo
1 mês atrás

O problema é que o déficit da previdência social do INSS é de 3 mil e poucos reais por pessoa por ano. O déficit da previdência militar chega a mais de 100 mil reais por pessoa, por ano. Levar isso para a previdência social significa mais desequilíbrio para o trabalhador aposentado.

Oráculo
Oráculo
Reply to  Natan
1 mês atrás

Se levar isso para a Previdência, pode saber que esse déficit militar cai quase pela metade.

O que tem de “vista grossa”, irregularidades e até mesmo falcatruas ali naquelas pensões, não cabe nesse espaço de comentários.

E os principais interessados em resolver isso deveriam ser os prórpios Generais. Mas é aquela coisa.
O cara que é General hoje, tem garantido pensões para suas filhas.

Mudar a fiscalização pra quê?

Velho Alfredo
Velho Alfredo
Reply to  Oráculo
1 mês atrás

Para com a história de falcatrua.
Tem???? Denúncia!!!! Cadê ???? Cadê????

E é bem simples:
Paga plantão, periculosidade, hora extra e noturna pra todos e põe a reserva no teto.

Eu tenho certeza q será melhor pros militares.

Já participei dessa conta pro GF mais de uma vez. Não é por menos q digo: Direita e Esquerda não mudaram.

Moriah
Moriah
Reply to  Ricardo Hufner
1 mês atrás

Eles pelo menos estão estrategicamente posicionados para flertar com os dois lados. Aqui, estamos isolados no lado americano.

Fabricio Lustosa
Fabricio Lustosa
1 mês atrás

Isso não deveria sequer ser uma questão a ser debatida. Os países da OTAN tem desprezo pelos países latinos e demais não ocidentais, sempre foi assim. Brasil sempre foi uma espécie de aterro sanitário em vários aspectos para esse pessoal, inclusive o militar. BRICS, que tende a se expandir, é o único caminho. Mas vai ser difícil demais sair do jugo do patrão do norte que tem uma parcela de fanáticos brasileiros que simplesmente endeusam esse país como se fosse uma entidade e satisfeitos ao extremo em comer qualquer sobra sanitária que chegue de lá. Difícil ao ponto de ter… Read more »

Material arquivo
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1 mês atrás

Estamos ferrados com os 2 grupos políticos que comandam o Brasil.
A tendência do Brasil é pior bastante caso os 2 grupos continuem.
Ambos idiotizam a população e são absolutamente vendidos.

pangloss
pangloss
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1 mês atrás

O pior aspecto é que esses dois grupos já perceberam que investir no fanatismo lhes garante o governo ou, na pior da hipóteses, a liderança da oposição.
Cada um desses dois grupos precisa do outro, como seu antípoda a motivar a própria militância.

Material arquivo
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1 mês atrás

Exatamente!
O problema é que a maioria não enxerga essa maldade (estratégia) política.
Não existe nesse mundo presente melhor para o PT do que o Bolsonaro, é o estereótipo perfeito de uma oposição. O contrário também é verdadeiro.
Na prática: são idênticos!
Eu falo com tristeza que o Brasil vai piorar substancialmente essa década, sendo que já perdemos a década anterior.
São 2 grupos políticos extremamente ricos e corruptos, dificilmente alguém terá força para enfrentá-los.

Felipe Morais
Felipe Morais
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1 mês atrás

Na prática são idênticos. E os fanáticos que lhes sustentam tbm são idênticos.

Jose vians
Jose vians
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1 mês atrás

Alguem ai já ouviu falar de paises não alinhados ? Na atual conjuntura e porque não ? Brasil, Nigeria, Indonesia, Africa do sul etc

Natan
Natan
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1 mês atrás

Lula e Bolsonaro precisam um do outro. O primeiro não assinou nenhum pedido de impeachment do segundo. O segundo baseia sua campanha quase que exclusivamente no primeiro. Vou votar no terceiro colocado nas pesquisas, nem que seja pra dar chance a algo diferente.

Wilton Santos
1 mês atrás

O artigo não menciona que o Brasil só comprou caças Mirage e F-5, pois os EUA negou vender os F-4 para o Brasil. Eles alegavam que o caça F-4 era muito poderoso para um país subdesenvolvido como o Brasil. A mesma história está se repetindo com o F-35. O governo brasileiro nem cogita adquirir pois sabe que o governo dos EUA vão negar. Outro absurdo são os mísseis ar-ar dos caças F-16 chilenos que ficam armazenados nos EUA e só poderão ser utilizados após aprovação dos norte americanos. É muita cretinice o Brasil continuar a se submeter a esse tipo… Read more »

santiago
santiago
Reply to  Wilton Santos
1 mês atrás

O Brasil nem cogita simplesmente porque não consegue pagar um f35. A galera está muito mais interessada em aumentar contingente (e suas patentes ) e não em usar tecnologia de ponta, seja ocidental ou não.

Moriah
Moriah
Reply to  santiago
1 mês atrás

O F35 representou um salto enorme em relação ao Harrier, só que foi um salto quântico em preço, praticamente levando a conta dos membros da OTAN que o utilizarão para o vermelho. Não existe alternativa, meio-termo, nada que faça a ligação entre os dois.

Marcos
Marcos
1 mês atrás

Se o Brasil fosse “gente”, meteria logo 8 Brahmos Made in India em cada Tamandaré + 1 CIWS AK730 made in China.

Seria simplesmente o navio com mais poder de fogo no hemisfério sul.

Moriah
Moriah
Reply to  Marcos
1 mês atrás

Melhor seriam 32 Barak 8 com o ELM 2238 e mais 8 Matador MT-1.

Thiago A.
Thiago A.
1 mês atrás

“Thomas Malthus ficou famoso por calcular, no século XIX, que a população estava crescendo em escala geométrica, enquanto a produção de alimentos crescia em escala aritmética, logo, faltaria alimentos” Uma teoria comprovadamente erronea e ficou mais que evidente que as previsões catastróficas eram uma furada . Todas as nações desenvolvidas passaram por uma estabilização ou até queda demográfica . O avanço da técnica permitiu alcançar níveis de produção inimagináveis. Não há escassez de alimentos, pelo contrário há um certo desperdício e consumo excessivo por determinados países que gera escassez em outros que possuem um poder de compra inferior. A qualidade… Read more »

Maurício Bart
Maurício Bart
Reply to  Thiago A.
1 mês atrás

O artigo não é sobre isso. É sobre a aplicação das ideias de Malthus na área militar (Malthusianismo Militar). Os cálculos de Malthus estavam certos; eram até óbvios, mas a mudança de tecnologia de fertilização e cultivo de terras permitiu maior produção de alimentos. Ainda assim, atualmente mais de 800 milhões de pessoas passam fome no mundo. Agora voltando à área militar: que novas tecnologias estão barateando a produção de inovações? Quem detém essas tecnologias? Veja o exemplo citado no artigo, do F-35.

Thiago A.
Thiago A.
Reply to  Maurício Bart
1 mês atrás

Ok o artigo não é sobre isso, mas foi utilizado para validar o artigo uma premissa equivocada . Os cálculos deles estavam errados, a tecnologia acompanhou o crescimento populacional e o próprio desenvolvimento dessas sociedades estabilizou a demografia. Sim, atualmente milhões de pessoas passam fome, até no Brasil que é um grande exportador de alimentos, então o motivo não é a escassez mas a desigualdade. O poder de compra dessa camadas da população não é suficiente nem atrativo, os produtores preferem direcionar a própria produção para o exterior. Sem falar do próprio desperdício cotidiano de alimentos. “Agora voltando à área… Read more »

Maurício Bart
Maurício Bart
Reply to  Thiago A.
1 mês atrás

Na área de defesa o Mathusianismo Militar descreve exatamente o que está acontecendo: o custo das tecnologias continua a crescer muito acima dos orçamentos de defesa. A pesquisa básica e aplicada para o desenvolvimento de novas tecnologias é cara. Aliás, hoje mesmo foi publicada uma matéria aqui na trilogia: Grã-Bretanha e Japão pretendem fundir programas de caças Tempest e F-X Ela foi publicado no Poder Aéreo: https://www.aereo.jor.br/2022/07/15/gra-bretanha-e-japao-pretendem-fundir-programas-de-cacas-tempest-e-f-x/

marcos
marcos
1 mês atrás

Esperava mais do artigo. Não houve sequer ponderações acerca da reação da OTAN a uma (quase impossível) aquisição pelo Brasil de material bélico oriundo de Rússia, Índia e China. O que faria a OTAN, do ponto de vista econômico ou militar? Quais as consequências disso para o Brasil no seu relacionamento com os EUA? E se o BRICS incorporasse o Irã? E a perda ou ganho de influência regional com o veto ou apoio à entrada da Argentina? Se o Egito fosse aceito, venderíamos o KC 390 pra lá? De todo modo, acredito que o Brasil deve insistir e aprofundar… Read more »

Maurício Bart
Maurício Bart
Reply to  marcos
1 mês atrás

O artigo não é especulativo. Ele está fundamentando em fatos. Se fosse para ficar especulando e escrevendo achismos, poderia ter sido publicado no Facebook, não aqui.

Rogério Melo
Rogério Melo
1 mês atrás

Os países da América do Sul deveriam se unirem e criar um centro de desenvolvimento de tecnologias militares e planejamento estratégico da região criando uma indústria de equipamentos militares q abasteceria os países q fizessem parte do grupo.

Felipe Morais
Felipe Morais
Reply to  Rogério Melo
1 mês atrás

Pra que? Pra na primeira oportunidade deixarem de comprar esses produtos e irem mendigar para americanos, europeus, chineses ou russos? Os argentinos não eram parceiros no KC390? Quantos encomendaram até agora?

Claudio Moreno
Claudio Moreno
1 mês atrás

Sem muito que me extender:

_BRICS ademais de independencia em setores chaves de nossa indústria de defesa (ex. motores aeronáuticos, equipamentos de guerra eletrônica entre outros).

CM

Atirador 33
Atirador 33
1 mês atrás

Ótima matéria, bato sempre na mesma tecla, sempre leio comentários que culpam os países membros da OTAN por boicotar nosso projetos militares, por exemplo o programa nuclear da marinha do Brasil. O problema é que a culpa é única e exclusivamente nossa enquanto nação, por não conseguir desenvolver nossas próprias tecnologias, não temos capital humano, não formamos os profissionais capacitados para desenvolve-las, e sempre culpamos alguma nação do grupo das potência militares por esse atraso. Quanto a comprar equipamentos made in BRICS, o que eles tem a nos oferec