quarta-feira, setembro 28, 2022

Saab RBS 70NG

VÍDEO: Proteção e Soberania – soluções para o combate terrestre

Destaques

Redação Forças de Defesa
Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

Bem-vindos à nova websérie da Saab do Brasil! Ao longo dos próximos meses você vai conferir de perto todos os detalhes dos equipamentos de alta tecnologia da Saab voltados para o combate terrestre. E vai entender como essas soluções estão sendo empregadas pelo Exército Brasileiro. Não perca!

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naval762
naval762
1 mês atrás

Ainda falta muito.

Foxtrot
Foxtrot
1 mês atrás

Bonitinho o vídeo, mas aí eles vem falar de soberania e mostra um notebook rubostecido com a logo da SAAB.
Mostram o AT-4 ou ALAC (sei lá), mas não fabricam mais unidades da ALAC.
Ainda temos um enorme caminho pela frente.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

milhares de AT-4 e centenas de Carl Gustav não fazem diferença para você?….leia os relatos dos americanos como eram entrar em uma localidade, ver e ouvir lança rojões atacando os comboios de humvee…era um caos

Aqui na américa latina é soberania sim

João Adaime
João Adaime
1 mês atrás

Após encerrar a “operação militar especial” que a Rússia promove na Ucrânia, forças armadas de diversos países procurarão os militares ucranianos para uma atualização no uso dos mísseis de ombro. Muita coisa foi aprendida, tanto como usar, assim como não usar.

Slow
Slow
Reply to  João Adaime
1 mês atrás

Se sobrar militares ucranianos

Talisson
Talisson
Reply to  João Adaime
1 mês atrás

Verdade. Assim como os colombianos, militares, policiais e guerrilheiros são contratados aos montes para morrer pelo bin Salman, aliado do Biden, que se diz lutar pela democracia.

Gabriel
Gabriel
1 mês atrás

O “sábio da internet” de sempre consegue achar maneira de criticar até quando o EB aparece usando equipamentos e armamentos da SAAB.

Só pode ser amor não correspondido, que se transformou em rancor.

Não tem outra explicação.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Gabriel
1 mês atrás

Bom não sei se seu comentário foi dirigido a minha pessoa (ao que parece,sim), mas não há soberania com dependência, principalmente em uma área tão crítica como a de armamentos e tecnologias militares. Na era medieval os reis pagavam hiper bem a seus desenvolvedores de armas para os mesmo não vender tecnologias ao reino adversário, quando isso não era suficiente, chegavam ao ponto de até mata-los para manter o sigiloso. A Ucrânia só está vencendo (ou dando muita resistência a Rússia) graças a ajuda internacional do ocidente, se não ela já teria sucumbido. A história está repleta de ensinamentos. O… Read more »

Leonardo Cardeal
Leonardo Cardeal
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Com todo respeito amigo, mas para ter essa base toda, deve existir demanda…. as FA compram a cada milhão de ano. E na maioria das vezes quando compram é de pingado… ou então cancelam, ou diminuem encomenda… Quem em sã consciência vai gastar rios de dinheiro, investindo em algo que só Deus sabe se vai ser comprado e quando vai ser comprado.
Na minha opinião, para o cenário brasileiro, dane-se a ToT, ou desenvolvimento nacional, prefiro equipamento de ponta gringo do que equipamento defasado nacional… Cordialmente um grande abraço…

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Leonardo Cardeal
29 dias atrás

Concordo em partes com você amigo. Mas essa cultura das FAAs nacionais só comprarem em quantidades mínimas e uma vez ou nunca, vem justamente para legalizar importações. Infelizmente hoje há meio que escuso uma campanha de desmobilização da capacidade tecno fabril do país (hoje não, isso vem desde nossa fundação, mas mais tocantemente agora). Já reparou que nossas FAAs só encomenda produtos nacionais quando a empresa é desnacionalizada ? Veja o exemplo Remax, que obteve grandes quantidades adquiridas só após desnacionalizacão da Ares. Temos que mudar a política de aquisições e fabril militar do país, tirando da mão dos militares… Read more »

Nascimento
Nascimento
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Ou seja: Temos só a capacidade de retardar o avanço inimigo de uma potência séria mas não de sermos dissuasivos de fato, agora veja a proporção da quantidade de ATGMs/MANPADs que possuímos pelo tamanho do nosso território em relação a quantidade de ATGMs/MANPADs e pelo tamanho da Ucrânia. Grande trabalho do EB, viu? Por isso não me surpreende o “ixtudo” da ESG estipulando que os EUA daria 1 NAe Nimitz e 9 Arleigh Burke pro Brasil lutar contra a França.

Carlos Alceu Gonzaga
Carlos Alceu Gonzaga
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Caro Foxtrot. Então soberania, no seu entender, é uma nação produzir seu próprio armamento. Meio rasa essa definição. Na minha visão, é a capacidade de uma nação manter seu povo protegido, seu território íntegro e seus interesses comerciais seguros. Pouco importa de onde veem os armamentos. Desde que tenham mãos fortes e adestradas para utiliza-los de forma eficiente. A Ucrânia está nos mostrando isso. Os armamentos suecos mostrados são eficientes e adequados. A Rússia produz suas próprias armas que teem se mostrado um tanto quanto ineficientes. Daí fica a pergunta, é melhor produzir seu próprio armamento mesmo que defasado tecnologicamente… Read more »

Caio
Caio
Reply to  Carlos Alceu Gonzaga
1 mês atrás

O raciocínio é simples. Quem produz seu próprio equipamento pode tê-lo a qualquer momento de necessidade, quem só compra já pronto vai sempre depender do fornecedor para tudo. É simples de entender.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Caio
29 dias atrás

Bingo

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Carlos Alceu Gonzaga
29 dias atrás

Caro Carlos. Com todo o respeito, isso não é soberania. Seremos dependentes indiferente se temos “mãos fortes” para se defender. Hoje não há como vencer um inimigo mais capaz com fuzis, e a Ucrânia tem demonstrado isso. Se não fosse os armamentos pesados do ocidente ela não duraria 10 dias de guerra. Precisamos sim produzir nossos armamentos, mesmo que ultrapassados. Você enfrentaria seu vizinho sabendo que ele tem uma pistola e você uma faca ? Isso não é soberania e submissão. Como podemos ser soberanos se não sabemos nem como modificar os equipamentos que utilizamos ? Como somos soberanos se… Read more »

Burgos
Burgos
1 mês atrás

*“Há muito que narrar!*
Só a mais vigorosa concisão, unida à maior singeleza, é que poderá contar os seus feitos. Não há pompas de linguagem, não há arroubos de eloquência capazes de fazer maior essa individualidade, cujo principal atributo foi a simplicidade na grandeza.” (Taunay, do discurso à beira do túmulo de Caxias).
(Do livro “Caxias”, de Affonso de Carvalho, 1938).
*- 25 DE AGOSTO – DIA DO SOLDADO! -*

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Fábio
Fábio
1 mês atrás

Na minha opinião o Brasil deveria focar seus esforços em mísseis de tudo que é tipo.

-Uma família estilo Spike para os veículos.
-Um similar igual o Javelin para infantaria.
-Igla, Stinger ou similar para infantaria.
-Uma família de mísseis e foguetes para o Astros.
-Uma família de mísseis para defesa antiaérea

Acredito com veemencia que uma família de mísseis seria o maior passo possível para um futuro mais seguro

RDX
RDX
Reply to  Fábio
1 mês atrás

Concordo com uma ressalva. Quem já usa o Spike não precisa do Javelin. A propósito, dizem que o Spike é superior e mais barato. Querem saber quais são as prioridades? basta analisar o material que está salvando os ucranianos. Eis a minha lista: Armamento antimaterial portátil: manpads (o EB deveria abrir uma licitação para complementar/substituir o IGLA-S), Spike, M4 Carl Gustav, AT-4CS e ALAC (?). O ideal é que esse material fosse fabricado sob licença. Artilharia de precisão: ASTROS com foguetes guiados e mísseis tático (O EB deveria criar pelo menos mais 2 GMF), obuseiros L52 SR 155mm, munições 155mm… Read more »

Last edited 1 mês atrás by RDX
RDX
RDX
Reply to  RDX
1 mês atrás

2 adendos:

Eu trocaria a versão do Guarani 6×6 com canhão 30mm por um VCI 8×8. Boxer e Freccia são excelentes candidatos.

Penso que uma versão do Guarani com o sistema SAM da Saab ASRAD-R deveria ser avaliada.

Fábio
Fábio
Reply to  RDX
29 dias atrás

Bom dia! Spike foi feito para ser embarcado em alguma viatura, percebe-se que equipamento israelense é uma família que varia muito o alcance efetivo, já o Javelin foi projetado para ser carregado de modo portátil pela infantaria.

Em minha humilde opinião um não tem nada a ver com o outro.

RDX
RDX
Reply to  Fábio
29 dias atrás

Negativo. O Javelin também pode ser instalado em viaturas.

Existem basicamente 5 versões do Spike:

Spike-SR – infantaria
Spike-MR – infantaria
Spike-LR – infantaria e viaturas
Spike-ER – geralmente é montado em viaturas, embarcações e helicópteros
Spike NLOS – viaturas e helicópteros

Renato
Renato
1 mês atrás

Apenas estranhei e me decepcionei pelo forte ter postado uma mera vinheta de apresentação, sem nenhuma informação concreta sobre nada, de uma futura série de vídeos que promete nos próximos vídeos trazer informações e dados. Poderiam, no mínimo, ter acompanhado a vinheta com um texto dando informações básicas sobre os equipamentos exibidos e sua disponibilidade ou não no EB.

Carlos Crispim
Carlos Crispim
1 mês atrás

O cara de fuzil que tá olhando pro céu não devia estar fazendo a segurança do perímetro dos operadores?

paulof
paulof
1 mês atrás

Parabéns a Saab do Brasil pela iniciativa, é bom que as firmas demostrem a importância do mercado que atuam.

Antunes 1980
Antunes 1980
1 mês atrás

Qual a dificuldade em fazer parcerias para sistemas antiaéreos de médio e longo alcance com Índia, Israel, Turquia, Ucrânia ou mesmo a Rússia.

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