quarta-feira, setembro 28, 2022

Saab RBS 70NG

Algumas considerações estratégicas sobre a ofensiva ucraniana em Kharkiv-Izium

Destaques

Redação Forças de Defesa
Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

Rodolfo Queiroz Laterza[1]

Ricardo Cabral[2]

A contraofensiva das Forças Armadas da Ucrânia- FAU não foi surpresa para a mídia nem mesmo para as Forças Armadas da Federação Russa. Pelo contrário, o presidente Zelensky falou publicamente sobre a necessidade de recapturar Kherson por muitos meses, e o general Valerii Zaluzhny, comandante em chefe das Forças Armadas da Ucrânia também apontou publicamente que o maior sucesso pode ser alcançado precisamente na região de Kharkiv, na direção de Izyum. O que acabou acontecendo, conforme esse artigo irá explicar o contexto e a dinâmica desta importante mudança de paradigma na Guerra entre Ucrânia e Rússia.

A operação militar desencadeada pela FAU, outrora sob codinome “Focus”, já se prenunciava há um mês, com enorme acúmulo de reservas de tropas, MBTs, blindados e artilharia (rebocada principalmente) em Cheguev, nas imediações da região leste de Kharkiv, cidade que concentra importante centro de reservas militares e suprimentos ucranianos no respectivo front. Durante meses, as Forças Armadas da Ucrânia acumularam na região de Kharkiv dois poderosos grupos de batalha, reforçados por um número significativo de blindados e artilharia.

A ofensiva das Forças Armadas da Ucrânia foi realizada em três direções principais: na frente de Balakleya, ao sul e ao norte. As forças ucranianas atacaram em vários escalões, provavelmente até mesmo sem se posicionar em uma formação de batalha clássica: uma unidade de infantaria e uma linha de batalha de veículos blindados. De forma significativa, os ucranianos conseguiram avançar ao norte de Balakleya, em Shevchenkovo, realizando operações ofensivas com foco em manobras táticas baseadas na superioridade de meios, ainda que tenha resultado em pesadas perdas em tropas.

Grande parte dos sistemas de armas, suprimentos e munições foram supridos pela OTAN, que teria participado diretamente do treinamento das unidades e do planejamento operacional por intermédio de consultores, instrutores militares e combatentes rotulados como “mercenários”.

O objetivo inicial era penetrar nas áreas da linha de contato do eixo de Izyum, região com diversas colinas e florestas, característica geográfica que dificulta a supressão de defesa antiaérea e operações ISR por drones e aeronaves da VKS russa.

https://twitter.com/JominiW/status/1568737425597386752/photo/1

Contrariamente ao planejamento do gabinete do Presidente da Ucrânia, que instava as Forças Armadas da Ucrânia – FAU em concentrar máximos recursos e esforços em uma contra ofensiva na região de Kherson, Zaluzhny, Comandante em Chefe das Forças Armadas da Ucrânia insistiu em manter reservas significativas para uma ofensiva centrada em Izyum, no eixo da importante cidade de Balakleya, cuja posição estratégica é essencial para estrangular as rotas de abastecimento provenientes de Kupyansk e também isolar a própria cidade de Izium. Assim, tendo alcançado o sucesso inicial na direção de Kharkiv, o Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia iniciou o processo de transferência de reservas da direção de Kherson, onde a ofensiva ucraniana teve ganhos territoriais modestos e com pesadas perdas em soldados e equipamentos.

O ataque planejado pelo comando das forças ucranianas aproveitaria o remanejamento de uma grande quantidade de tropas e unidades russas para o perímetro operacional de Mikolayev-Krivoy Rog onde se desenvolveria a outra contraofensiva ucraniana, deixando áreas inteiras sob controle operacional russo sem unidades ou linhas de defesa, permitindo um ataque ligeiro e com menor risco de baixas.

Diante da óbvia escassez de forças disponíveis, o Estado-Maior russo concentrou suas reservas para deter uma possível ofensiva das Forças Armadas da Ucrânia em direções prioritárias como Kherson e Zaporizhzhia, à primeira vista, desguarnecendo amplas áreas no eixo de Kharkiv e Izium.

Em 6 de setembro, mesmo diante de alerta de vários canais militares como Rybar e Colonel Cassad, o comando russo foi “surpreendido” pela ofensiva ucraniana em direção à Balakleya, com ocupação rápida e praticamente sem resistência de duas dezenas de assentamentos, situados em grey zones e sem unidades russas para compor linhas de defesa. A partir de então, as Forças Armadas da Ucrânia avançavam em três direções na região de Kharkiv. Como resultado, houve a captura de Volokhov Yar e o avanço na direção de Shevchenkovo. Batalhas ferozes se seguiram em outras direções, como resultado das quais as Forças Armadas da Ucrânia foram detida. As pesadas perdas são evidenciadas pelo fato de que, na tarde de 7 de setembro, o inimigo começou a desdobrar suas reservas na batalha: unidades treinadas nos padrões da OTAN.

Usando com habilidade tática as informações obtidas a partir de sistemas ISR (Intelligence, surveillance and reconnaissance) da OTAN, as FAU (Forças Armadas da Ucrânia) atacaram primeiro com forças relativamente pequenas, mas com uma faixa estreita da frente de batalha, o que permitiu que avançasse rapidamente para o interior com destino a Kupyansk. Por cerca de 3 dias, o avanço das FAU por essa estreita faixa da frente foi de até 50 quilômetros. Ao mesmo tempo, vários pequenos assentamentos foram imediatamente reocupados e Balakliya também foi cercada e caiu em poder dos ucranianos, efetivamente, em 09 de setembro.

https://twitter.com/War_Mapper/status/1569115693957918722/photo/1

Em Vborona havia apenas reservistas locais mobilizados da região de Donetsk armados com fuzis de assalto e ATGM, o que permitiu um controle rápido por parte das FAU, que mantiveram o avanço em direção a outros assentamentos em manobras ligeiras e formadas por destacamentos móveis de rápido desdobramento, muitos deles em APCs (armoured personnel carrier ou carro blindado de transporte de pessoal/infantaria), versões modernizadas do M-113. Tais incursões também foram realizadas com bastantes veículos utilitários armados com metralhadoras GPMG (general-purpose machine gun ou metralhadora leve), o que dificultou a detecção por poucos drones russos que operavam na área.

De acordo com inúmeras fontes, a defesa russa na área indicada, onde foi feito o avanço ucraniano, foi realizada principalmente por “policiais” do LDNR mal armados e mal treinados entre os mobilizados nos últimos meses. Tal como afirmamos acima, as poucas guarnições nos assentamentos eram combatentes da Guarda Nacional, treinadas para missões de guarda e polícia (constabulary missions), ou seja, tropas raramente empenhadas nos campos de batalhas.

https://www.ukrinform.net/rubric-ato/3536351-poland-delivers-batch-of-pt91-twardy-tanks-to-ukraine.html

A ofensiva no eixo de Izium-Kharkhiv iniciou-se com cerca de 30 mil soldados, centenas de blindados de reconhecimento e de infantaria, MBTs T-72A de origem polonesa modernizados e PT-91 também de origem polonesa. Um dado muito interessante que revela o espírito ofensivo do Estado-Maior Ucraniano é que todas as reservas foram lançadas na direção de Kharkiv, mesmo o grupo central, que deveria atacar a direção de Melitopol. Conforme os avanços se consolidavam, uma segunda linha de reserva também vinda de Cheguev foi empurrada para o front de Izium, formando uma força de grupo de ataque de combate superior a 50 mil soldados, ao passo que não eram estimados 5 mil combatentes russos e das milícias separatistas.

Na ofensiva que culminou na queda de Kupyansk, militares ucranianos do 1º batalhão da 92ª brigada mecanizada de Chugev, restauraram a capacidade de combate com apoio de equipamentos providos pela OTAN nos últimos meses graças a persistência dos combates de baixa intensidade.

Aproximadamente duas semanas antes do início da operação ofensiva da FAU, a brigada foi substituída pela veterana 14ª brigada, que foi bastante empenhada nas batalhas por Soledar, e com capacidade de defender a posição e realizar pequenos avanços.

Assim, o problema com a falta de uma reserva estratégica no Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia foi resolvido. Restava adicionar unidades capazes de realizar operações de ataque.

A 25ª Brigada Aerotransportada, que recentemente havia sido altamente eficaz em combates defensivos nos setores da frente Donbass, de Avdiivka a Soledar e Seversk foi escolhida para ser a ponta de lança do ataque.

https://twitter.com/War_Mapper/status/1569115714945949696/photo/1

Neste contexto, pode -se afirmar que o comando das FAU assumiu um alto risco ao empenhar sua reserva operacional para outras frentes de combate. Aqui podemos especular se não foi feito a partir das informações recebidas dos seus aliados da OTAN. No entanto, o baixo ritmo da ofensiva das tropas russas, juntamente com a defesa em profundidade ucraniana construída em três escalões, tornou possível fazer isso, como agora se vê, sem dor.

Restava apenas adicionar um pequeno número de unidade paramilitares e milícias nacionalistas altamente motivadas, como do Batalhão “Kraken”, cujas forças abriram caminho pela linha de trincheiras do primeiro escalão de defesa russo.

https://mil.in.ua/en/news/the-first-m270-mlrs-arrived-in-ukraine/

O controle operacional de fogo de artilharia das estradas que faziam a ligação a Kupyansk e Izium foi logo efetivado, com ataques sistemáticos de MLRS M-270 e os ainda remanescentes BM-21 Grad na retaguarda das forças russas, afetando a mobilidade das poucas reservas existentes.

Ademais, a aviação tática da VKS começou a realizar ataque ao solo tardiamente e com perdas provocadas pelos MANPADS (Man-Portable Air-Defense Systems) ucranianos, provavelmente, devido ao fato de estarem usando mísseis de baixa tecnologia os obrigando a voar baixo e em baixa velocidade, comprometeu apoio aéreo às poucas unidades implantadas em toda área de Izyum.

A Batalha pela cidade de Balakleya ganhou especial relevância pelo depósito do 65° Arsenal com munições de artilharia que em maio fora controlado pelas forças russas, não se sabendo até o momento se fora esvaziado. Especificamente na resistência às operações de assalto das forças ucranianas à Balakleya, dois agrupamentos da Guarda Nacional Russa (Rosguardia) intitulados Samara e Ufa foram responsáveis por impedir o controle imediato por forças ucranianas até a completa evacuação da cidade.

Diante da superioridade numérica esmagadora das forças ucranianas perante as poucas unidades de combate russas ali implantadas (as especulações dos analistas ocidentais e mesmo russos giram em torno de 6 ou 7 para 1 em favor dos ucranianos), o comando militar russo ordenou a retirada das forças russas de toda oblast de Kharkiv outrora ocupada até a margem direita do Rio Oskol. Nesta região, as forças russas estão implementando posições defensivas.

À noite, as tropas russas se retiraram para trás do Rio Oskol em Kupyansk (onde no dia 09/09 a ponte sobre o respectivo rio foi seriamente danificada) e as FAU começaram a ocupar a parte ocidental de Kupyansk pela manhã. As tropas russas estavam na parte leste da cidade pela manhã.

https://twitter.com/War_Mapper/status/1569115704992976898/photo/1

As Forças Armadas da Ucrânia continuaram a atacar na direção de Izyum, tentando ir diretamente para Izyum. Na noite de 9 de setembro, a frente de combate ucraniana estava a 5-10 km da cidade.

Krasny Liman começou a ser submetido a ataques de artilharia pela manhã e, pela manhã, começou um ataque às posições do exército russo na região de Krasny Liman da área sudoeste de Izium.  O objetivo das Forças Armadas da Ucrânia é capturar Krasny Liman e continuar a atacar todas áreas subjacentes ao Rio Oskol, de onde as tropas russas se retiraram.

Nesse contexto, a perda do controle de Kupyansk e Izium pelas forças russas se revelou a maior derrota militar estratégica no teatro de operações desde a retirada por decisão política vinculada aos fracassados acordos de Istambul das áreas de Kiev e Sumy. A perda de Kupyansk especificamente cria graves embaraços à logística russa em seu esforço militar para as áreas de Slavyansk e Seversk ainda controladas pela FAU, já que tal cidade é um importante entroncamento ferroviário integrado à malha russa, o que facilita uma escala de abastecimento segura e frequente. Permanece uma rota de abastecimento inconveniente do leste através do Rio Oskol, no sul do reservatório, mas as unidades ucranianas que se aproximaram ao norte, em Senkovo, provavelmente tentarão forçar o rio e cortar a estrada que leva ao sul, em direção a Pesok-Redkovsky.

A perda de Izium compromete a continuidade de uma incursão pelo Norte para se tentar controlar Slavyansk (o principal objetivo tático da Rússia em Donbass) e estabelecer um perímetro operacional de segurança para as áreas de Luhansk tomadas em junho, principalmente Lisichansk.

Ao mesmo tempo, de acordo com o canal de informação Rybar, na área de Senkovo, a barreira de água pode ser transposta. Se assim o for, há uma ameaça para Borovaya. E o grupo de batalha desdobrado em Izyum, provavelmente, será reorientado para a LPR. O que trará sua parcela de caos e afetará negativamente a capacidade de combate das tropas russas. Um avanço mais profundo na margem esquerda do Rio Oskol é improvável sem um ataque de apoio de Slavyansk a Seversk  e Krasny Liman, respectivamente.

A perda dela cidade Shevchenkove garantiu o flanco das FAU e criou as condições necessárias para uma ofensiva ao norte de Balakleya, culminando na tomada fácil e rápida de mais de 8.800 km2, tendo em vista a retirada rápida de forças russas para se reagruparem à margem direita do Rio Oskol.  De acordo com o plano do Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia, suas forças agora objetivam tomar Krasny Liman para tentar uma ofensiva dirigida a Lisichansk, ameaçando o agrupamento russo e das milícias de Donetsk e Luhansk em Severodonetsk.

Para agravar o contexto da retirada russa, todo perímetro operacional ao norte da cidade de Kharkiv foi igualmente desfeito com retirada de unidades russas para território nacional em áreas da Ucrânia.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O avanço sobre toda área de Kharkiv com retirada completa de forças russas indica que o Estado-Maior e o comando das Forças Armadas da Ucrânia esperam manter a iniciativa em suas mãos, realizando ataques espaçados ou simultâneos de tropas em vários setores da frente, ao mesmo que tempo que recebiam equipamento da OTAN, formavam e treinavam novas unidades.

As FAU, provavelmente, continuarão a realizar ataques surpresa em vários setores da frente, concentrando suas forças nas áreas onde a defesa russa é menos robusta.  Podemos especular, baseados no modus operandi ucraniano, que, muito provavelmente, a próxima será a partir de Ugledar no perímetro de Zaporizhzhia a fim de interromper as comunicações pela estrada que liga Mariupol a Donetsk. Além disso, o comando das FAU atuando com base nos dados de inteligência recebidos dos EUA / OTAN, devem lançar uma ofensiva na direção de Krivoy Rog-Nikolaev, onde, dias atrás, três brigadas foram concentradas em Petrovsky e reforços continuam a chegar na cabeça de ponte formada na margem posterior do Rio Inhulets.

A derrota na região de Kharkiv foi um resultado natural da estratégia escolhida pela Rússia para ações na Ucrânia com pequenas forças de combate, não conseguindo estabelecer controle efetivo de longas áreas em um perímetro operacional tão vasto. As Forças Armadas da Federação Russa e o contingente das milícias de Donetsk e Luhansk – LDNR, mesmo utilizando dados de ISR e defesa móvel, não foram suficientes para defender uma linha de frente tão extensa. Esse erro de planejamento estratégico e de análise da situação permitiu que a FAU tomasse a iniciativa. Nesse novo contexto estratégico-operacional, a Rússia se vê obrigada a ficar na defensiva para estabilizar os fronts ameaçados.

É fundamental que o governo Putin defina, com muita clareza, qual é o objetivo político da guerra? E quais são as metas a serem atingidas pelas Forças Armadas Russas? Atualmente, como expomos acima, isso não está claro.

https://www.limesonline.com/cartaceo/le-repubbliche-del-donbas

Partindo do pressuposto que o objetivo estratégico de Moscou seria ocupar a região leste ou pelos menos, os oblasts de Kharkiv, Luhansk, Donetsk, Zaporizhia, Kherson, Mykolayiv e Odessa, regiões de maior contingente de russófonos e apoiadores da Rússia, consideramos que:

  • Sem um aumento acentuado do número de meios e tropas russas, possivelmente será inviável manter o território que ainda está sob controle de Moscou. Em nosso entendimento, a partir dos dados coletados e da análise da situação, acreditamos que os russos devam a curto prazo empenhar nas operações de defesa dos territórios ocupados na Ucrânia um efetivo não inferior a 150 mil combatentes.
  • Para realizar operações ofensivas o efetivo e os meios devem ser reforçados em pelo menos em 50% além da reposição das perdas, bem como melhorar (substancialmente) a inteligência e as capacidades ISR, além da coordenação e o controle das unidades táticas.

Atualmente, depreende-se que as forças russas empregadas na Ucrânia, as quais possuem efetivo muito inferior às FAU em uma proporção desfavorável de 1:7,  não têm recursos militares suficientes para sustentar operações ofensivas ativas; manter o território que atualmente está sob seu controle; e,  retomar/avançar sobre novas áreas.

Diante do sério impasse estratégico -operacional resultante da ofensiva ucraniana em Kharkiv-Izium, diversos setores da sociedade russa questionam a ausência de mobilização geral com emprego de efetivo sustentável perante um dos exércitos mais bem equipados do mundo e com fluxos de abastecimento de armas e munições providos pela OTAN em dezenas de bilhões de dólares.

Fontes consultadas:


[1] Delegado de Polícia, historiador, pesquisador de temas ligados a conflitos armados e geopolítica, Mestre em Segurança Pública

[2] Mestre e Doutor em História Comparada pelo Programa de Pós-Graduação em História Comparada (PPGHC) da UFRJ, professor-colaborador e do Programa de Pós-Graduação em História Militar Brasileira (PPGHMB – lato sensu), da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/UNIRIO e Editor-chefe do site História Militar em Debate e da Revista Brasileira de História Militar. Website: https://historiamilitaremdebate.com.br

- Advertisement -

352 COMMENTS

Subscribe
Notify of
guest

352 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Neural
Neural
14 dias atrás

Pronto, foi só terem uma vitória mínima num front da guerq que a Rússia não tá se importando tanto, que voltaram as matérias e os mickeyboys.

Minsc
Minsc
Reply to  Neural
14 dias atrás

ta faltando desculpa boa pra derrota ja …..”Rússia não tá se importando tanto”……

Underground
Underground
Reply to  Neural
14 dias atrás

Aceita que dói menos!

Evair
Evair
Reply to  Neural
14 dias atrás

Em resumo:
A Rússia retirou tropas de Kharkov para avançar em Bakmuth.
Resultado: Está avançando em Bakhmut.

A Ucrãnia retirou tropas de Bakhmut para avançar em Kharkov.
Resultado: Avançou em Kharkov.

Mais ou menos isso.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Evair
14 dias atrás

Ihhh rapaz… os fakes estão aparecendo descaradamente agora.

Wellington Jr
Wellington Jr
Reply to  Evair
14 dias atrás

O patrício( toim) deu copia e cola no mesmo texto e postou com nome diferente kkk

Boitatá
Boitatá
Reply to  Wellington Jr
13 dias atrás

Caramba, esse Evair eu ainda não conhecia…

Antonio Cançado
Reply to  Evair
13 dias atrás

Bela avaliação…rsrsrsrsrs

Nuk77
Nuk77
Reply to  Evair
12 dias atrás

O avanço russo e das milícias populares em frentes da DPR é independente do reagrupamento na área do rio Seversky Donets no Teatro de Operações da Região de Kharkov.

Quem comprometeu as outras frentes, Kherson e Donbass, sobretudo, foram os ucranianos nessa “contraofensiva”.

Patrício
Patrício
Reply to  Neural
14 dias atrás

A Rússia retirou tropas de Kharkov para atacar Backmuth.
Resultado: Está avançando em Backmuth.

A Ucrânia retirou tropas de Backmuth para avançar em Kharkov.
Resultado, Está avançando em Kharkov.

Mais ou menos isso.

Wellington Jr
Wellington Jr
Reply to  Patrício
14 dias atrás

Mentira, eles retiraram para defender Kherson.

Slow
Slow
Reply to  Wellington Jr
14 dias atrás

Os russos não fizeram mobilização total já na Ucrânia se você for homem não pode deixar o país .. então obviamente eles estão em menor quantidade ..

Wellington Jr
Wellington Jr
Reply to  Slow
14 dias atrás

Ah jesus quem está invadindo? Quem está defendendo? Se os russos não estão em modo de mobilização total então a culpa é deles. Os Ucranianos estão defendendo o território deles e estão fazendo isso muito bem. Não queria culpa a Ucrânia pela incompetência de Moscou.

Velho Alfredo
Velho Alfredo
Reply to  Slow
13 dias atrás

incompetência e incapacidade russa….. não avaliaram bem o inimigo

Antonio Cançado
Reply to  Slow
13 dias atrás

Papo furado, estão é levando uma coça mesmo, bando de bundões…

Nonato
Nonato
Reply to  Slow
13 dias atrás

“Mamãe, zezinho tomou meu brinquedo… brigue com ele.”
“Não é justo. Tem muito ucraniano para defender o pais. Assim, não vale…”

Marcelo
Marcelo
Reply to  Patrício
14 dias atrás

Fonte: blá blá blá

RPiletti
RPiletti
Reply to  Neural
14 dias atrás

Tomaram na cabeça PONTO

Pedro
Pedro
Reply to  Neural
14 dias atrás

kkkkkkkkk…a Rússia não ta se importando tanto com um front…ta molezinha essa guerra pra eles…
As desculpas boas ja acabaram mesmo…

Wellington Jr
Wellington Jr
Reply to  Neural
14 dias atrás

Mínima? Cara a Ucrânia em poucos dias recuperou facilmente uma área que a Rússia levou meses para conquistar! Teve muitas perdas de equipamentos e soldados e agora perdeu facilmente! Tipo cuspiu na cara das famílias que perderam seus entes queridos para conquistar esse território e agora abandonaram.

Slow
Slow
Reply to  Wellington Jr
14 dias atrás

Com 50 bilhões fica fácil .. vamo vê até quando ..

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  Slow
14 dias atrás

Normal..

Esta turma nunca se importou com as baixas nem do próprio lado.

Wellington Jr
Wellington Jr
Reply to  Slow
14 dias atrás

Ah desculpa mais esfarrapada! Os russos não eram o “exército que varreria a OTAN” se tão tomando sufoco com 50 bilhões doados pelos EUA imagina se enfrentar os EUA com seus 650 bilhões de orçamento.

Nonato
Nonato
Reply to  Slow
13 dias atrás

“Não é justo. A OTAN só ajuda a Ucrânia. Assim não vale…”

Munhoz
Munhoz
Reply to  Wellington Jr
14 dias atrás

Devemos observar o seguinte:
A Russia errou, porém o fato dela bater em retirada ao invés de perder 5 mil homens numa rendição humilhante, diminui a vitoria ucraniana.
O fato da Russia bater em retirada sem muitas perdas materiais e humanas mostra uma eficiencia operacional preocupante.
Porém devemos observar que no momento a Russia esta perdendo

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Munhoz
14 dias atrás

Sem muitas perdas materiais?
Estamos acompanhando o mesmo evento?

Munhoz
Munhoz
Reply to  Carlos Gallani
13 dias atrás

Quantos soldados russos foram capturados ou mortos nessa ofensiva ??
Quanto em perdas materiais ??

HLopes
HLopes
Reply to  Munhoz
13 dias atrás

Não há números fidedignos relativamente a mortos e capturados, muito menos a feridos, no entanto, podemos dizer de forma bem conservadora que são várias centenas de morto e várias centenas de capturados.

Relativamente a perdas materiais, visualmente confirmadas:

44 MBTs
48 AFVs
146 IFVs
13 APCs
35 AAVs

Falta contabilizar camiões, várias dezenas, peças de artilharia, várias dezenas.

Acha pouco?

Wellington Jr
Wellington Jr
Reply to  Munhoz
14 dias atrás

Discordo sobre essas perdas de material e humana pois o que se mais tem hoje disponível no twitter é vídeos de soldados e equipamentos russos tanto abandonados quanto mortos e rendidos. Não vi eficiência operacional afinal em Izyum tinham 10 mil soldados, muita coisa foi abandonada inclusive os T-80. O que eu vi foi um despreparo tático por parte do Comando russo em deixar soldados inexperientes e de funções não combatentes na linha de frente ou em zonas quentes. Foi uma benção não ter morrido tantos soldados russo, pois penso na família deles afinal não tem culpa de ter um… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Wellington Jr
14 dias atrás

Não apenas para não haver banho de sangue, mas o que seria mais lógico seria recuar para concentrarem as forças que lhes restam e diminuir as linhas logísticas para que possam segurar território para eventualmente serem reforçados com novas tropas e equipamentos, e isso pode demorar um pouco, mesmo que retirem tropas já ativas de outros pontos do território Russo. Mas é aquela coisa que o bigodinho enfrentou (e mal) durante a Segunda Guerra Mundial. Para um ditador, ceder terreno é mal visto politicamente.

Wellington Jr
Wellington Jr
Reply to  Leandro Costa
14 dias atrás

Eu não sou lunático igual alguns aqui que acham que morrer soldados Ucraniano é fator de ser comemorado, os russos em sua maioria sequer acreditam no que estão lutando. A Moral da tropa nesse momento deve tá um lixo.
Quero que o Putin fosse homem de verdade e fosse a Kherson ou Donestsk para ver a guerra além dos relatórios que chega em seu bunker.

Munhoz
Munhoz
Reply to  Wellington Jr
13 dias atrás

Para tirar uma conclusão logica vcs precisam analisar os 2 lados, atualmente as fontes ocidentais consultam apenas o lado ucraniano e isso acaba dificultando uma analise mais logica !
Tente analisar os 2 lados, sem torcida
No momento a Russia esta perdendo, porem quando vc analisa os 2 lados e tira uma media vc chega a um resultado mais logico e proximo a realidade !
Eu não torço para nenhum dos lados, apénas analiso os 2

Nuk77
Nuk77
Reply to  Munhoz
12 dias atrás

Esse povo está preso numa bolha opaca pró-EUA/OTAN…

Que só repetem Ipsis litteris…

Nunca veem fontes, análises ou perspectivas diferentes.

E não adianta tentar ter um debate sério; apresentar fontes independentes ou da perspectiva russa; a negação é automática a qualquer coisa que negue essa realidade virtual que estão inseridos.

A Guerra Cognitiva dos EUA/OTAN é muito eficiente de fato no ocidente; lobotomizou em massa pró sua narrativa; a análise crítica do ocidental médio tende a zero…

Velho Alfredo
Velho Alfredo
Reply to  Leandro Costa
13 dias atrás

Não se cede terreno, ao menos q já fosse planejado. Não era, pelo evidente desperdício de material abandonado.
Concluindo: Perderam o q estavam defendendo e não retardando ou vigiando.

Munhoz
Munhoz
Reply to  Wellington Jr
13 dias atrás

Uma coisa ou outra é abandonada, um grupo ou outro pode ser capturado, vcs não entendem, numa retirada dessa ordem logico alguma coisa fica para trás, o que eu estou querendo dizer é uns 2000 ou mais homens capturados de uma vez, não é torcida , devemos analisar todos os lados>

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Munhoz
13 dias atrás

Munhoz, quando é feita uma retirada, é porque já existe uma contingência para isso, linhas mais na retaguarda prontas para receber tropas que retrocedem, com unidades que ficam para trás para retardar o avanço inimigo, para dar tempo de outras unidades, inclusive de apoio, retrocederem com seu material, etc.

Deixar esse tanto de material para trás é resultado de debandada, ou seja, uma corrida descoordenada no estilo cada um por si.

Munhoz
Munhoz
Reply to  Wellington Jr
13 dias atrás

Analise o soutfront, o twitter é pró ucrania na sua maioria, já o telegran tem para os 2 lados, o importante e analisar os 2 lados, não acredite em tudo, tente filtrar as informações

HLopes
HLopes
Reply to  Munhoz
13 dias atrás

Esta ofensiva, ao contrário da de Kherson que é orientada para a força inimiga, foi orientada para o terreno, ou seja, foi orientada para objectivos no terreno que serão necessários para missões futuras. Neste caso os objectivos eram dois, capturar Izium e com isso matar a ofensiva a Slovyansk e Kramatorsk (a frete norte do ataque em duas frentes caiu) e capturar Kupyansk incapacitando fortemente a cadeia logística russa em Luhansk e Donetsk. Basta lembrar que todos os fornecimentos de Belgorod passavam por Kupyansk e este hub era importantíssimo para a logística russa. O resto do oblast caíu porque as… Read more »

Wellington jr
Wellington jr
Reply to  Munhoz
13 dias atrás

pelo que foi contabilizado no Oryx a força russa perdeu cerca de 400 equipamentos militares desde a retirada de Izyum, ou seja é muito material abandonado. Me perdoe, mas estou sendo muito cetico ao suposto sucesso russo nessa retirada que tanto é propagado pelas midias pro russia, pois em Kyev recuaram bem mais tropas e não vimos tanto equipamento abandonado.

mac
mac
Reply to  Munhoz
13 dias atrás

Southfront??? Ah, para, vai!…

Nuk77
Nuk77
Reply to  Wellington Jr
12 dias atrás

Twitter? Oryx?

Velho Alfredo
Velho Alfredo
Reply to  Munhoz
13 dias atrás

perderam material pesado… até radar de contra bateria…. saíram sob pressão, sem coordenação.

mac
mac
Reply to  Velho Alfredo
12 dias atrás

Essas retiradas deixaram para trás uma enorme recompensa de equipamentos capturados para a Ucrânia, incluindo dezenas de veículos de combate BMP e tanques T-72B3 e T-80BVM atualizados; vários obuses autopropulsados ​​2S3 e 2S19 Msta; canhões rebocados MT-12 e KS-19 de 100 mm; Artilharia de foguetes BM21 Grad; APCs BTR-82 e MT-LB; e veículos de defesa aérea de curto alcance Tor-M1, Osa, Shilka e Tunguska.

Fonte: https://www-19fortyfive-com.translate.goog/2022/09/ukraine-routed-russia-in-one-week/?_x_tr_sl=en&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt-BR&_x_tr_pto=op,sc&nbsp

Last edited 12 dias atrás by mac
Mercenario
Mercenario
Reply to  Munhoz
13 dias atrás

Munhoz,

“bater em retirada sem muitas perdas materiais”???

Pesadas perdas materiais.

A famosa tática de avanço para trás russa, desta vez em desordem.

mac
mac
Reply to  Munhoz
13 dias atrás

“em 10 de setembro, as forças russas em Izyum optaram por evitar um desastre maior retirando-se. Eles deixaram enormes quantidades de equipamentos para trás. A guarnição da Rússia em Lyman (dois regimentos militares russos e recrutas da LPR) supostamente mal está segurando repetidos ataques ucranianos. A fuga do envolvimento levou a vários encontros caóticos. Em um incidente registrado , um tanque russo em retirada colidiu com uma coluna de caminhões ucranianos cheios de forças especiais que se aproximavam da direção oposta. Ele tentou passar por eles e colidiu com uma grande árvore. Em outra escaramuça incomum capturada parcialmente em vídeo , uma coluna blindada ucraniana liderada por um tanque de… Read more »

mac
mac
Reply to  Neural
14 dias atrás

O pior de tudo (para a Rússia) é que hoje, não apenas a vitória contra a Ucrânia parece inatingível, como a capacidade estimada de combate contra a OTAN (que era um trunfo político de Putin) é quase unânime de que os russos não podem mais fazer frente a ela. Se o baixinho de torso nu tivesse entendido que a Crimeia e as regiões do Donbas contestadas bastavam, seria um premio suficiente, ele teria sempre um trunfo e permaneceria sendo a grande sombra sobre a Europa, o país que teria de ser ouvido nas questões internacionais. Depois de tantos blefes, ele… Read more »

Jodreski
Jodreski
Reply to  mac
13 dias atrás

Fora que se antes eles expotavam bilhões em armamento, agora com um coletivo de Sancões impostas até esse setor será comprometido, bye bye CheckMate…

Nuk77
Nuk77
Reply to  Jodreski
12 dias atrás

Comentário de quem não tem a mínima ideia do Complexo Militar Industrial russo, das medidas tomadas desde 2014 e aceleradas este ano…

André K
André K
Reply to  mac
13 dias atrás

“Depois de tantos blefes, ele nunca acreditou que Biden e companhia pagariam para ver.”
Tal qual um baixinho de bigode estranho no final dos anos 1930.

Silent Eagle
Silent Eagle
Reply to  Neural
13 dias atrás

Kkkkkkkkkkk chora mais.

Velho Alfredo
Velho Alfredo
Reply to  Neural
13 dias atrás

Pouco Nerual….

No N era só pra enganar, e no sul não é importante….

Parabéns!!!! Troféu Pedro Bó pra vc!!

karl Bonfim
karl Bonfim
Reply to  Neural
13 dias atrás

“Rússia não tá se importando tanto”, eu só sei que os russos levaram um “drible da vaca” dos ucranianos.

Antonio Cançado
Reply to  Neural
13 dias atrás

É, não tá se importando tanto…Sei…Tá bom…rsrsrsrsrs

Nuk77
Nuk77
Reply to  Neural
12 dias atrás

Essa “contraofensiva” está tendo os resultados óbvios, como já comentado n vezes (mas só quem não está preso na bolha opaca da narrativa pró-EUA/OTAN)… Em Kherson continuam as tentativas falhadas ucranianas com pesadas baixas… Na DPR, de Bakhmut, Gorloka e perto de Donetsk, as forças ucranianas também estão levando fumo… Ou seja, foi uma “contraofensiva” em Kharkov em detrimento de outras frentes, sem reservas e apoio aéreo… Os russos sabiam com muita antecedência; cederam terreno, tanto por grande desvantagem numérica quanto para não alertar os ucranianos/OTAN… Agora sabem muito bem onde estão as unidades ucranianas que avançaram na área; vulneráveis… Read more »

mac
mac
Reply to  Nuk77
11 dias atrás

“Agora sabem muito bem onde estão as unidades ucranianas que avançaram na área”

Sabem mesmo: fungando no cangote dos russos!

Hilton
Hilton
14 dias atrás

Ótima análise, na realidade uma luz para podermos compreender os últimos eventos da guerra!

NOstra
NOstra
14 dias atrás

Ótimo texto, mapas também finalmente conseguir entender melhor.

Parabéns.

Underground
Underground
14 dias atrás

É impressão minha ou o texto é pró russo?
Kiev queria um ataque não sei onde, mas os comandantes ucranianos resolveram…. tirou essa informação da cartola?
Equipamento da OTAN, supervisão da OTAN, informações da OTAN… É o óbvio.
A Rússia precisa de fingir seus objetivos… O objetivo russo era ter tomado toda a Ucrânia, não a toa que seu melhor pessoal foi usado no ataque à capital. O resto foi recuo, não por estratégia, mas por derrota.

Jubert
Jubert
Reply to  Underground
14 dias atrás

Na linguagem militar e histórica, não há posições para ou este lado. Conheço um dos autores do texto, professor de escolas de alto comando e dizer que é pró Rússia não se sustenta pelo conjunto de elementos críticos da estratégia russa que trouxeram e nem a mídia ocidental considerou. Como tudo hoje as pessoas olham e leem pelos seus sentimentos, você viu algo típico no mundo de hoje, em que atacamos sem conhecimento de causa suficiente algo mais embasado simplesmente por não atender a nosso desejo. Tenha mais humildade perante os autores, pesquisadores e com conhecimento acadêmico qualificado que ajudam… Read more »

Marcelo
Marcelo
Reply to  Underground
14 dias atrás

O texto é pró Rússia l, com certeza, mas a análise é bem feita e tem fontes. Isso conta pontos.

Elisandro
Elisandro
14 dias atrás

Faz alguns meses que o Putin não sabe mais contar, cosa contrário não estaria colhendo estes fracassos…

Carlos Gallani
Carlos Gallani
14 dias atrás

“objetivo estratégico de Moscou seria ocupar a região leste ou pelos menos, os oblasts de Kharkiv, Luhansk, Donetsk, Zaporizhia, Kherson, Mykolayiv e Odessa” Estamos no campo do delírio se este for o objetivo, diante da desastrada operação especial a ideia é não perder as regiões “separatistas”, se não tomar cuidado até a Criméia dança! Esse negócio de mobilização total é um tentativa de último canto de cisne, ficou claro que a Ucrânia é um Afeganistão/Vietnã com esteroides, um atoleiro de atrito severo e constante, uma possível derrota em uma mobilização total é diferente de uma retirada de uma operação especial,… Read more »

Paulo
Reply to  Carlos Gallani
13 dias atrás

Irretocável. Escreveu tudo que penso!

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Paulo
13 dias atrás

E quer saber qual a maior arma Ucraniana?
Não é Himars, Javelim, NLAW nem nada disso, os Russo estão F…:

Liberated-babusyas-grand-mothers-in-Ukrainian-pose-with-Ukrainian-soldiers-in-Kharkiv-region.jpg
Victor Filipe
Victor Filipe
14 dias atrás

Dizem que para se assaltar uma posição bem defendida e preparada voce normalmente precisa de uma vantagem de 3:1 se a ucrania conseguiu reunir uma vantagem de 6 ou 7 para 1 isso é total merito deles e do comando militar deles que conseguiu ser superior ao Russo e conquistar um territorio extremamente vasto e importante alem de capturar muitos equipamentos/munições e minimizando as próprias baixas. afinal, se a Russia tivesse duas ou tres linhas de defesa bem organizadas na região, mesmo com uma grande vantagem numérica esse território não seria tomado em uma semana.

Heinz
Heinz
Reply to  Victor Filipe
14 dias atrás

Nenhuma desculpa que os russos deem, vai tirar o vexame que eles passaram.
Lembrando que a Força aérea russa é muito superior, a combalida força aérea ucraniana.
A Rússia possui vantagens em muitas áreas, mas mesmo assim, está sofrendo nas mãos dos ucranianos, são uma sucessão de erros que nunca vimos antes, obviamente os ucranianos têm muito mérito também, e seus soldados estão motivados, bem diferente dos russos.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Victor Filipe
14 dias atrás

E os Russos tiveram algum tempo se fortificar, dizer que foram pegos de surpresa, se for o caso, demonstra incompetência em vários níveis!

Nascimento
Nascimento
Reply to  Victor Filipe
14 dias atrás

Não. O mínimo é 7 para 1. Os americanos aconselham 9 para 1.

Elisandro
Elisandro
Reply to  Victor Filipe
14 dias atrás

Os vídeos mostram trincheiras pobres, mal organizadas e fracamente defendidas por tropas da Guarda Nacional e das milícias mal equipadas… É difícil quem esperasse outro resultado…

Wellington Jr
Wellington Jr
Reply to  Elisandro
14 dias atrás

É um fracasso operacional e tático humilhante.

Velho Alfredo
Velho Alfredo
Reply to  Victor Filipe
13 dias atrás

Depende da linha a ser defendida ou da Zona de Ação e dos meios. Não é um número absoluto, mas relativo.
Uma tropa Leve contra ma tropa blindada precisa muito, mas muito mais, q 3×1, por exemplo. E a Art? Qual o calibre de cada lado? E o apoio de Eng q abre ou lança obstáculos? E a GE?
Sds

sub urbano
sub urbano
14 dias atrás

Texto muito bom, o primeiro mapa demonstra a utilização de uma tatica soviética na operação ucraniana. Vários pontos de avanço em uma frente ampla, sendo que as unidades bem sucedidas avançam “até onde der”, o inimigo ou recua ou é cercado e destruído, daí a retirada russa. Os russos sabem disso pois são da mesma escola. No mesmo mapa mostra como os russos se retiraram de Izium rapidamente antes de serem cercados pelo que provavelmente seria o grupo operacional (na doutrina soviética) ucraniano (composto por 2 brigadas mecanizadas, 1 grupo de OpEsp, 1 brigada de cavalaria, 1 infantaria aerotransportada, 1… Read more »

Jacinto
Jacinto
Reply to  sub urbano
14 dias atrás

Esta tática de ir “até onde der” não é soviética. É alemã. Foi primeiramente aplicada na Batalha da França em maio de 1940 quando as unidades do exército alemão os gen. Rommel, Hoth e Gunderian, após atravessar o Rio Mosa avançaram (inclusive contra ordens de Hitler e do Ge, Von Kleist que determinavam a consolidação da linha) até, em alguns casos, ficarem literalmente sem combustível. A 7ª Divisão Panzer, do Rommel, avançou coisa de 50km em 1 dia e depois o exército alemão continuou avançando até cercarem os britânicos em Dunquerque

Augusto
Augusto
Reply to  Jacinto
13 dias atrás

Jacinto, Zhukov aplicou pela primeira vez esse tipo de manobra em Khalkhin Gol na Mongolia contra os Japoneses em 1939, alguns meses antes dos alemães utilizarem pela primeira vez os conceitos de “blitzkrieg” na Polonia. O conceito de avanço em profundidade utilizando amplas formações blindadas como pontas de lança foram desenvolvidas tanto pela URSS quando pela Wermartch nos anos 30 e ambos os exércitos desenvolveram doutrinas parecidas. O grande problema para os soviéticos e por causa dos grandes expurgos promovidos por Stalin antes do inicio da guerra, muitos generais que defendiam esse tipo de abordagem tática ou foram presos ou… Read more »

Augusto
Augusto
Reply to  sub urbano
14 dias atrás

Exatamente sub urbano, essa manobra ucraniana lembrou bastante as operações em profundidade e de armas combinadas conduzidas pelo exercito vermelho na SGII. Os Ucranianos estão de parabéns, manobra brilhante e totalmente profissional por parte deles. Realmente a um toque de genialidade na condução dessa operação diferente das conduzidas pelos exércitos ocidentais (EUA) nos últimos anos. Os americanos em suas guerras no oriente médio dispunham de um tremendo poder material em relação aos seus oponentes, principalmente em poder aéreo que era avassalador, coisa que os ucranianos não possuem e mesmo assim conseguiram executar com maestria suas operações. E muito difícil manobrar… Read more »

Jubert
Jubert
Reply to  Augusto
13 dias atrás

Excelente analise. Gostei

Velho Alfredo
Velho Alfredo
Reply to  Augusto
13 dias atrás

Sinceramente, vejo obviamente um planejamento idêntico ao da OTAN. Até porque, pelo Princípio da Segurança, o planejamento não despreza o inimigo e não se considera q o poder aéreo será absoluto.

sub urbano
sub urbano
Reply to  Velho Alfredo
13 dias atrás

A diferença é muito grande. A OTAN sequer entra em campo sem superioridade aérea.

Bardini
Bardini
Reply to  sub urbano
13 dias atrás

“…o primeiro mapa demonstra a utilização de uma tatica soviética na operação ucraniana”
.
Os caras estão completamente doentes, nesta fixação em arranjar alguma vantagem para Rússia.

HLopes
HLopes
Reply to  Bardini
13 dias atrás

É a vitória a qualquer custo, “não ganhei no terreno mas ganhei na tática que o inimigo utilizou, que era minha.”

sub urbano
sub urbano
Reply to  HLopes
13 dias atrás

Como assim? A Ucrania era o segundo país mais importante da URSS. Não faz sentido nenhum oq vcs estão dizendo.

Velho Alfredo
Velho Alfredo
Reply to  sub urbano
13 dias atrás

Sub Urbano Como Jacinto postou: “Esta tática de ir “até onde der” não é soviética. É alemã.” Se fosse um EM da OTAN, faria o mesmo….. A quantidade de setas pequenas e grandes, depende do q a seta está identificando. Se no esboço apresentado essas setas são Brigadas, poderiam ser muito mais se fossem batalhões e menos se fossem divisões. Esboços apresentados para não especialistas ou para grupos onde também não tem especialistas são diferentes de Calcos de Operações. Vc postou: “Se fosse um general da OTAN planejando essa operação vc veria, no mesmo contexto, duas ou três grandes e… Read more »

Augusto
Augusto
Reply to  Velho Alfredo
13 dias atrás

Alfredo, ambos os países desenvolveram doutrinas parecidas nos anos 30, inclusive os soviéticos foram os primeiros a colocar em pratica na Mongólia em 39.

Underground
Underground
14 dias atrás

Desde o início da guerra “especialistas ” brasileiros têm reiteradamente dito que a FA da Ucrânia foi completamente destruída, a aviação russa tem o domínio aéreo (apesar de não entrar dentro do território ucraniano), que o exército ucraniano colapsou, que morreram milhões de soldados ucranianos, que os russos estão fazendo tiro ao alvo (não tenho dúvidas das grandes perdas ucranianas, mas fazer o que?), que a imprensa ocidental/atlanticista/da esquerda americana tem ordens de esconder as perdas ucranianas ( mas isso não faz parte da própria guerra?), e por aí vai. Lamentavelmente grande parte dos especialistas é militar. Se entraremos em… Read more »

Maurício.
Maurício.
Reply to  Underground
14 dias atrás

Só um detalhe, sobre a imprensa ocidental, eu não sou ingênuo a ponto de acreditar que mídias americanas e inglesas vão falar alguma coisa a favor da Rússia, é óbvio que elas sempre, ou quase sempre vão enaltecer apenas os ucranianos, mostrando só as perdas russas, tem um pessoal aqui na trilogia que acredita fielmente numa CNN da vida por exemplo, eu, não acredito. Quanto a questionar a opinião de algum militar é complicado, se você for contra, sempre vai aparecer algum capacho para dizer que você tem que respeitar o militar, afinal de contas você é um cívil e… Read more »

Velho Alfredo
Velho Alfredo
Reply to  Maurício.
13 dias atrás

É aquele negócio…… um militar lendo certas opiniões é igual um médico vendo opiniões de não médicos sobre tratamentos….

Maurício.
Maurício.
Reply to  Velho Alfredo
13 dias atrás

Só que militares e médicos também erram, militares ditos especialistas em logística mandam medicamentos para estado errado e médicos erram nos diagnósticos, portanto, nem sempre o militar ou o médico vão estar certos, até porque ambos podem errar e de fato erram.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Underground
14 dias atrás

Lembro de uma análise do nosso exército a respeito do conflito que foi tão escabrosa que não durou uma semana, foi matéria aqui no forte!

Velho Alfredo
Velho Alfredo
Reply to  Carlos Gallani
13 dias atrás

Era opinião do nosso Exército?
Ou são ex-militares q se dizem militares?
Qual o nível de formação militar pro tal militar opinar sobre o assunto?

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Velho Alfredo
13 dias atrás

Era um grupo de estudo da ativa, infelizmente faz bastante tempo, juro que nem me lembro do título para ajudar!

mac
mac
Reply to  Carlos Gallani
12 dias atrás

Eu me lembro desse artigo declarando a impossiblidade de resistência da Ucrânia. Pensei algum tempo depois, ao me lembrar dele: cara, se todo o nosso Estado-Maior for como esses analistas, estamos na roça, lascados…

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  Underground
14 dias atrás

Eu estava comentando isto no grupo dos amigos ontem… Eu vi gente que foi do EB falando que os ucranianos estão cortando a energia da Usina de Zaphorizia.. Esqueceram que os russos tomaram o controle da usina há meses… Agora estão acusando a Ucrânia de atirar em uma usina nuclear em território ucraniano para causar um acidente nuclear, que mais prejudicará a própria Ucrânia.. O que me deixou cismado isto foi vir de militares.. ai eu pensei… Será que se fosse no Brasil estes pregos estariam pensando em atacar um usina nuclear em território brasileiro, que mais prejudicaria o próprio… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Rodrigo Martins Ferreira
14 dias atrás

Não exatamente a mesma coisa, mas seguindo pelas mesmas linhas, fico admirado com o número de Brasileiros que acha um crime o Zelensky instar seus cidadãos à lutarem, mesmo com pesadas baixas. Fico me perguntando se esse pessoal jogaria a toalha rapidinho se fosse o Brasil na mesma situação que a Ucrânia.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Leandro Costa
14 dias atrás

Eu chamei todos estes de COVARDES nos primeiros dias de guerra e arrumei muita encrenca!

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  Leandro Costa
14 dias atrás

Esta é uma pergunta que eu me faço tb…

pangloss
pangloss
Reply to  Leandro Costa
13 dias atrás

São admiradores do Marechal Pétain. Quem diria, não? Em plena Era da Informação…

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  Rodrigo Martins Ferreira
14 dias atrás

Isso basicamente é a prova de algo que eu sempre ando falando, não é porque o cara serviu que ele vai ser um gênio militar. ta cheio de casos de oficial falando abobrinha mas você não pode dizer que o cara falou mer#$% porque ele era major…

Alessandro
Alessandro
Reply to  Rodrigo Martins Ferreira
13 dias atrás

Tem militar brasileiro aí na internet que dá VERGONHA se fosse depender de uma pessoa dessa pra defender o nosso país em caso de guerra. Fica defendendo na cara dura a invasão russa afirmando que a Ucrânia, abre aspas: “está incentivando a prolongação da guerra pq são capacho da OTAN”, é impressionante a inversão de valores. Aí eu fico imaginando, e se fosse o Brasil o invadido, será que um militar desses defenderia o nosso país, ou entregaria até as chaves da casa para o invasor? E ainda tem a cara de pau de dizer que é “nacionalista”, acho que… Read more »

Last edited 13 dias atrás by Alessandro
Rafael
Rafael
Reply to  Underground
13 dias atrás

Um desses especialistas inclusive é candidato a deputado federal. Espero que 2022 continue sendo um ano de equívocos e vergonhas para ele.

Velho Alfredo
Velho Alfredo
Reply to  Rafael
13 dias atrás

Esse tal não possui Altos Estudos Militares.
Ou seja:
1) Não tem formação nos níveis táticos mais altos (brigada pra cima)
2) não tem formação para o nível Operacional (comando Conjunto)
3) não tem formação para o nível estratégico de uma condução de operação militar
4) não possui formação militar para a condução política de uma guerra

1A) se não for de Infantaria ou Cavalaria, não possui formação nem pros níveis táticos mais baixos.

Velho Alfredo
Velho Alfredo
Reply to  Underground
13 dias atrás

Que especialistas são esses? Desconheço.
Os que conheço, e são muitos, sempre disseram o contrário.

Um dos poucos q tem falado bobagem é um q virou candidato em SP….. q, inclusive, não possui Altos Estudos…. ou seja, não é qualificado para analisar esse nível de manobra e nem a abordagem operacional e estratégica q vem sendo explorados.

Capa Preta
Capa Preta
14 dias atrás

Putin caiu na chamada “armadilha do ditador” que e a fase onde eles eliminam os críticos e os que trazem fatos concretos que os desagradam por vezes mas lhe dão conhecimento situacional, e se cercam de puxas saco que só lhe dizem o que lhe agrada, consequentemente perde a conexão com a realidade. Isto acabou lhe levando a fazer toda está asneira na Ucrânia. Porém a Ucrânia não deve deixar estas últimas vitórias em batalhas lhes subir a cabeça, a Rússia ainda e um inimigo a se respeitar militarmente, e agora depois deste recuo estão com as forças mais compactadas… Read more »

Junior Souza
Junior Souza
14 dias atrás

A minúscula Ucrânia enfrenta a segunda maior potência militar da terra de igual para igual, não só conseguiu freiar a Rússia como consegue recuperar parte do terreno perdido, um verdadeiro milagre!!!!

Jubert
Jubert
Reply to  Junior Souza
14 dias atrás

Não é minúscula. A Ucrania tinha o terceiro maior exército da Europa, milhares de MBTs, blindados, centenas de MLRS, centenas de baterias antiaereas modernizadas, dezenas de milhares de sistemas antitanque e 300.000 soldados bem treinados, capacidade industrial de defesa bem estruturada, fora o gigante apoio da OTAN. O senso comum erra muito sobre esse Conflito.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Junior Souza
14 dias atrás

A mentira sobre a super capacidade do exército Russo foi repetida tantas vezes que os próprios Russos começaram a acreditar, é um risco de todos os países pouco democráticos, como diz a maravilhosa série Chernobyl:
“A cada mentira que dizemos incorre uma dívida com a verdade.
Mais cedo ou mais tarde essa dívida é paga!”

images (53).jpeg
PEDRO
PEDRO
Reply to  Carlos Gallani
13 dias atrás

Belo card, bem atual em todo o mundo, em nosso País principalmente.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  PEDRO
13 dias atrás

É melhor ficar vendo os mil defeitos do F-35 do que achar que seu equipamento não tem falhas e tomar na cabeça igual os Russos, didático!

LUIZ
LUIZ
Reply to  Junior Souza
14 dias atrás

Leu o texto e não mencionou o milagre=OTAN.

RPiletti
RPiletti
Reply to  LUIZ
14 dias atrás

O milagre não está diretamente batendo nos russos, apenas ajudando. Imagine se não fossem as nukes russas onde o milagre estaria agora…

LUIZ
LUIZ
Reply to  RPiletti
14 dias atrás

Que os russos tem deficiências isso é fato. Agora o fator determinante nesse conflito é o suporte da OTAN a Ucrânia. A doutrina ucraniana era da era soviética igual a russa. Pode ver que com o treinamento ocidental eles estão mais eficientes. O comando pra essas contra ofensivas é toda dos EUA. Quem afundou o Moskva foi todo o suporte da OTAN.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  LUIZ
14 dias atrás

Ué… Mas achei que os Russos treinavam justamente visando sobrepujar a OTAN…

Bosco
Reply to  Leandro Costa
14 dias atrás

Rsssss

LUIZ
LUIZ
Reply to  Leandro Costa
13 dias atrás

Eu ja escrevi em postagens anteriores sobre treinamento e a guerra real criticando os russos e como estão desatualizados no teatro de guerra. Desde a Síria os russos se mostraram negligentes com equipamentos e soldados. Com essa doutrina arcaica da segunda guerra fica difícil pra Rússia na Ucrânia.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  LUIZ
13 dias atrás

Eu teria concordado. O problema é que a máquina de Guerra Russa é no geral antiga e deve ser relativamente cara de manter e, principalmente, cara para atualizar. Acho que é um dos motivos pelos quais vemos modernizações de meios Russos saindo à conta-gotas. Tanto suas forças terrestres quanto aéreas e navais raramente treinam com conjunto. Seus pilotos tem poucas horas de vôo por ano quando comparados à seus pares ocidentais, com treinamento menos realista, normalmente sendo bastante coreografado porque isso implica em menor custo de manutenção de meios, bem como menor custo operacional. Agora utilizar todos esses meios em… Read more »

Wellington jr
Wellington jr
Reply to  LUIZ
14 dias atrás

Mas a Russia não se prepara a decadas para superar justamente a OTAN? Se não conseguem superar nem a Ucrania que está somente recebendo informações e equipamentos a conta gotas, como poderiam enfrentar a OTAN em sua totalidade? Se tirar as nukes russas então não sobra nada.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Wellington jr
14 dias atrás

Começo a desconfiar até da real capacidade de ataque dos arsenais nucleares russos. Mas ninguém no mundo vai querer pagar para descobrir.

Slow
Slow
Reply to  Wellington jr
14 dias atrás

A Ucrânia é a OTAN equipamentos e tropas treinadas por eles .. enquanto 30 países bancam a Rússia continua lá enfrentando os 30 indiretamente .

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Slow
14 dias atrás

Ué, mas disseram mil vezes que a Europa e os EUA estão falidos e que o resto do Mundo, que realmente vale à pena, é que estão apoiando a Rússia. Mas aí eu pergunto: Esse apoio que dão á Rússia é ruim ou ineficiente? Europa e EUA estão mesmo falidos?

Tantas questões, tão óbvias respostas…

Maurício.
Maurício.
Reply to  Leandro Costa
13 dias atrás

Leandro, sobre essa papo de estar falido, eu acompanho a trilogia desde 2008, e desde aquela época eu escuto de alguns “entendidos” que a Rússia estava falida, estava quebrada, teve um pessoal dizendo que a Rússia não aguentaria muitas semanas de guerra, teve militar americano dando entrevista na FOX News dizendo que a Rússia só teria munição e logística até março, portanto, essas ladainhas de torcedores tem para os dois lados.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Maurício.
13 dias atrás

Tem sim, Mauricio. A questão não é essa, porém. A questão é que tudo indica que o apoio ocidental à Ucrânia não apenas vai continuar, como deve aumentar e, ao mesmo tempo, os Europeus não vão morrer de frio. Que existe torcida cega para ambos os lados, bem como propaganda para ambos os lados, isso é certo. Ontem eu estava assistindo uma passagem, acho que na SkyNews ou algo assim sobre a guerra, com o comentarista falando dos números de perdas Russos, e quando perguntado sobre as perdas Ucranianas ele foi super sincero, dizendo que os números Ucranianos são muito… Read more »

Maurício.
Maurício.
Reply to  Leandro Costa
13 dias atrás

Concordo, o meu problema é com os extremistas de ambos os lados, você é um cara claramente pró EUA/Otan, bem diferente da minha visão de mundo, mas você não é extremista, embora falar a mesma lingua dos extremistas seja necessário em alguns momentos, pelo menos para tentar equivaler o debate, embora seja uma perda de tempo.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Maurício.
13 dias atrás

Sou pró Ocidente, isso inclui EUA, Europa, OTAN, Ucrânia, liberdades de expressão, etc., mas seria criminoso para mim tentar tapar o sol com uma peneira, né? A gente tem que falar das coisas como elas são e não como a gente quer que sejam. Existe lugar em uma democracia para pessoas com diferentes visões e até expectativas de Mundo diferentes conversarem numa boa, trocarem idéias e se bobear até chegar em diversos pontos em comum. Difícil é convencer os radicais disso.

Maurício.
Maurício.
Reply to  Leandro Costa
13 dias atrás

Leandro, essa questão de Ocidente ou Oriente também é complicada, na teoria o Ocidente defende a liberdade, os direitos do cidadão, a democracia como um todo, mas o ocidente já matou milhões de pessoas, tivemos a inquisição, o colonialismo, guerras mundiais, guerras de interesse acontecem até hoje, o ocidente é aliado de ditaduras que lhes convém, portanto, eu vejo muita hipocrisia no chamado Ocidente, claro que ainda assim alguns países do Ocidente são melhores do que alguns do Oriente, embora eu me considere Ocidental e considero o Brasil um país Ocidental, nem sempre os Ocidentais “puros” nos reconheçam como iguais.… Read more »

Alessandro
Alessandro
Reply to  Leandro Costa
13 dias atrás

Eu vi vários comentários de putinetes no início do conflito que a Rússia iria “passear” sobre a OTAN, teve alguns engraçadinhos que até afirmou que os russos iriam tomar Berlin em algumas semanas.

Agora estão chorando que a OTAN está doando equipamentos e treinando os ucranianos rsrs…

Last edited 13 dias atrás by Alessandro
Wellington Jr
Wellington Jr
Reply to  Slow
14 dias atrás

Tá mas os exércitos dos 30 países estão lá? Não! Então a Rússia só tá lutando contra o exército Ucraniano. Se fosse o exército de 30 países aí seria outra história.

pangloss
pangloss
Reply to  Slow
13 dias atrás

Nossa, quanta bravura russa! Não teria sido melhor conter os ímpetos criminosos do Putin, antes de fazer tanta besteira?

Nuk77
Nuk77
Reply to  Slow
12 dias atrás

Essa guerra, desde 2014, sempre foi contra a OTAN. E a guerra híbrida de mudança de regime começou muito anos antes e desembocou no Euromaidan. Desde então Kiev é governada de Washington. Qualquer um que tenha lido o básico do básico em mídia minimamente independente sabe disso. De tal maneira Washington controla o regime de Kiev que coisas bizarras aconteceram. Um exemplo é o Mikheil Saakashvili (o comedor de gravatas georgiano…) virar governador do Oblast de Odessa… Todo alto escalão do “governo” ucraniano foi escolhido e autorizado a dedo via EUA… E tanto as FAs ucranianas quanto as forças paramilitares… Read more »

1.jpg
Marcelo
Marcelo
Reply to  LUIZ
14 dias atrás

Não é a Ucrânia que vai entrar para a OTAN. A OTAN já se incorporou às forças de batalha da Ucrânia. Mister Putin é um gênio às avessas.

Nuk77
Nuk77
Reply to  Marcelo
12 dias atrás

A Ucrânia, que resta, é um Estado falido, falhado, com neonazistas até o talo e fantoche dos EUA numa guerra contra a Rússia, nada mais que isso. O que sobrar vai ser um dos piores buracos da Europa para se viver. Com a inexorável libertação do leste e sul russófilo e destruição da capacidade de agressão das FAs ucranianas, via OTAN, os EUA irá cuspir o “caroço” ucraniano como é de seus costume com buchas de canhão inservíveis para seus objetivos. Até porque, também, a crise irá bater na Europa e próprio EUA com mais força nos próximos meses. Qualquer… Read more »

Last edited 12 dias atrás by Nuk77
Bosco
Reply to  LUIZ
14 dias atrás

Mas o enxadrista não anteviu isso?

LUIZ
LUIZ
Reply to  Bosco
13 dias atrás

Pelo assassinato da Darya em Moscou acho que o Putin ta cercado de incompetentes,negligentes e traidores. Realmente não adianta ter 1 milhão de soldados se negligenciam no campo de batalha.

Nuk77
Nuk77
Reply to  LUIZ
12 dias atrás

Esse assassinato não tem nada a ver com Putin e seu círculo.

Essa estória de “influência” de Dugin em Putin e Governo Russo nunca passou de uma falácia inventada pela narrativa de difamação ocidental da Rússia.

Apenas quiserem criar um “Rasputin” para Putin.

Dugin não tem, e nunca teve, influência na Política de Estado do Governo Russo.

mac
mac
Reply to  LUIZ
12 dias atrás

Pois é, segundo vocês, o Exército Russo, o temível herdeiro do Exército Vermelho, com seus milhares de carros de combate e a Força Aérea de centenas de caças que passariam o rodo na OTAN desdentada, blablabla, com seus mísseis Kalibr, Iskander, tanques Armata e caças furtivos Su-57, sistemas antiaéreos S-400 e quetais, não consegue derrotar a Ucrânia do comediante Zelensky ajudada pelo decadente ocidente…

Nuk77
Nuk77
Reply to  mac
12 dias atrás

Isso é uma guerra no solo, de libertação permanente do terreno, contra um dos maiores Exércitos do mundo, profundamente fortificado no Donbass sob ocupação e com apoio direito dos EUA/OTAN desde 2014. No mundo real quase todo arsenal ucraniano de fevereiro de 2022 já foi destruído e uma fração do que EUA/OTAN fornece que chega na frente dura mais que um punhado de semanas até ser destruído ou capturado. A indústria de defesa ucraniana não existe mais. E a maior parte dos militares profissionais e com experiência em combate foi morto, invalidado ou capturado. E só piora a cada dia.… Read more »

mac
mac
Reply to  Nuk77
11 dias atrás
Nuk77
Nuk77
Reply to  mac
11 dias atrás

Fonte: turco (atlantista) que usa ISW, Ministério da Defesa britânico, ucraniano e BBC como fonte?

Por favor…

Como vocês são previsíveis.

Velho Alfredo
Velho Alfredo
Reply to  LUIZ
13 dias atrás

URSS também apoiou Coreia do norte, Vietnã do Norte e países árabes.
Normal apoiar quem se tem interesse em apoiar.

HLopes
HLopes
Reply to  LUIZ
13 dias atrás

E a russia recebendo o apoio do irão e coreia do norte. Cada um escolhe as parcerias que quer, ou pode.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Junior Souza
14 dias atrás

Terceira maior potência militar. A segunda é a China. A Ucrânia está usando ao extremo, com ajuda dos EUA e da OTAN, estratégias e táticas de guerra assimétrica. Os ucranianos estão provando que tropas armadas com equipamentos modernos, bem treinadas, com comando descentralizado, com consciência do campo de batalha em tempo real e com comunicações eficientes são capazes de vencer inimigos mais poderosos.

LUIZ
LUIZ
Reply to  Marcelo
13 dias atrás

A Ucrânia será o Pitbull dos EUA na Europa caso venha vencer essa guerra. No futuro vai sobrar pra os franceses,alemães,húngaros,sérvios e turcos. Tão alimentando um monstro.

Nuk77
Nuk77
Reply to  LUIZ
12 dias atrás

A Ucrânia já perdeu.

mac
mac
Reply to  Marcelo
9 dias atrás

Putin destruiu o exército russo na Ucrânia. Ao longo das cerca de duas décadas em que Vladimir Putin esteve no poder, ele dedicou muito tempo e dinheiro para construir e modernizar as forças armadas da Rússia. No processo, Putin ganhou reputação como uma força a ser reconhecida e foi amplamente visto como um dos líderes mais poderosos do mundo. Mas a guerra na Ucrânia dizimou as forças russas que Putin passou anos construindo, enquanto levantava questões sobre seu controle do poder, disseram especialistas russos e analistas militares ao Insider. “A invasão russa da Ucrânia foi uma derrota estratégica. Até agora, o Kremlin… Read more »

Last edited 9 dias atrás by mac
Nilo
Nilo
14 dias atrás

“….A contraofensiva das Forças Armadas da Ucrânia- FAU não foi surpresa para a mídia nem mesmo para as Forças Armadas da Federação Russa…” O que foi surpresa para quem é observador é a ordem de retirada, de recuo dos russos, é não ter fortalecido um setor dado como certo por Zelensky da contraofensiva. O certo é que Putin continua fazendo uma guerra economica e de atrito, desgastes, como já tinha dito a meses o Presidente Frances ao visitar Putin, e saiu com a impressão de que “essa guerra vai demorar para acabar”. Lembro do conflito da Siria em que a… Read more »

Last edited 14 dias atrás by Nilo
Maurício.
Maurício.
Reply to  Nilo
14 dias atrás

“Nilo” eu sei que você defende a Rússia, mas essa guerra já está virando uma ladainha, já está ficando feio para o Putin e para as forças armadas russas, ou a Rússia cag@ de uma vez ou desocupa a moita.

Nilo
Nilo
Reply to  Maurício.
14 dias atrás

Errado, meu caro, não defendo a Russia, sou antiglobalista, sou contra o unilateralismo, e lhe digo mais, A Rússia é problema dos americanos, mais a China é problema para o resto do mundo, se não entendeu serei mais explicito, “menos para os americanos”, esta China de hoje é cria deles. Taiwan não é nada para os americanos, nem tão pouco a sua população, o que tem de valor pode mudar de endereço a qualquer momento, é a sua elite, todos aqueles que fazem parte da inteligencia tecnoindustrial de alta tecnologia, se não mudar de endereço tem que ser destruida se… Read more »

Last edited 14 dias atrás by Nilo
Maurício.
Maurício.
Reply to  Nilo
14 dias atrás

Nilo, a questão aqui é a Rússia e essa guerra na Ucrânia que não ata nem desata, ou a Rússia leva a guerra de fato até a Ucrânia, atacando a infraestrutura de todo o país, ou continuará nessa lenga-lenga. Quanto ao que os americanos pensam ou deixam de pensar, não me interessa, até porque são todos farinha do mesmo saco.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Maurício.
14 dias atrás

Ele defendia fervorosamente que a Rússia não iria invadir a Ucrânia, que era histeria do ocidente, esse sujeito não tem a menor ideia do que fala!
(E eu tenho print no meu computador, só não estou em casa!)

Maurício.
Maurício.
Reply to  Carlos Gallani
13 dias atrás

Carlos, eu também defendia a tese que a Rússia não ia invadir a Ucrânia, mas acabou que invadiu, acontece que invadiu anemicamente, sem a força necessária, aí ficam nessa ladainha, como operação especial, que não ata nem desata, nem a infraestrutura da Ucrânia eles atacaram.

sub urbano
sub urbano
Reply to  Nilo
14 dias atrás

Não da pra saber oq exatamente está acontecendo, é a “nevoa da guerra” do Clausewitz. Oq sabemos é que a ofensiva ucraniana foi altamente bem sucedida no norte e que o Sul foi uma manobra de diversão, aparentemente a Ucrania nunca pretendeu tomar os arredores Kherson, era tão plausível um avanço ate o banco ocidental que o rio Dnipro que todo mundo acreditou, até mesmo porque o ataque ao nordeste começou duas semanas após o sul.

LUIZ
LUIZ
Reply to  Nilo
14 dias atrás

Li um comentário de um russo e explica bem essa posição da sociedade russa em relação ao ocidente e o interesse deles em desintegrar a Rússia. Eles tão cientes disso. O Putin representa o defensor deles contra o domínio ocidental contra a Rússia. Ja se tem a ideia de uma mobilização total pra derrotar a Ucrânia e por consequência a OTAN. Mesmo com essa vitória ucraniana no Norte os russos continuam aniquilando o efetivo ucraniano nessa contra ofensiva.

Felipe Morais
Felipe Morais
Reply to  LUIZ
14 dias atrás

Grande defensor. O objetivo máximo era evitar que a OTAN chegasse em mais uma porta das fronteiras russas? O resultado? Conseguiram mais milhares de km de fronteira com a OTAN na Finlândia. O objetivo era estabelecer um regime ucraniano para a esfera de influência da Rússia? O resultado? O estabelecimento de toda uma geração de ucranianos com ódio aos russos. O objetivo era estabelecer a sonhada “Nova Rússia”. O resultado? Acabaram de abrir mão de parte substancial desse território almejado, no qual havia, nada menos que a segunda cidade mais importante da Ucrânia, tendo a parte da população afeita a… Read more »

Nuk77
Nuk77
Reply to  LUIZ
12 dias atrás

O objetivo dos EUA pós fim da URSS foi unicamente desintegrar e saquear a Rússia. Só não conseguiu atingir esse objetivo plenamente porque Putin assumiu o governo em 2000. O EUA sendo apenas foi EUA. Um regime imperialista calcado numa ideologia extremista de hegemonia (exploração, submissão e neocolonização dos outros países). Cometeram e cometem todos Crimes de Guerra e Contra Humanidade possíveis; mas para os capturados na sua ideologia isso é completamente normalizado. Ucrânia é um exemplo gráfico. Um país profundamente neonazificado (base da russofobia ucraniana) com apoio direito dos EUA/OTAN mas isso é apenas um “detalhe secundário” ou mesmo… Read more »

Last edited 12 dias atrás by Nuk77
Wellington Jr
Wellington Jr
Reply to  Nilo
14 dias atrás

Nilo a Síria não é a Ucrânia! Enquanto na Síria eram forças irregulares lutando contra o exército sírio na Ucrânia são exércitos formados e bem estruturados com apoio aéreo, blindados e armamentos pesados. Os rebeldes sírios sequer tinham apoio de artilharia e bastou o Assad receber PMCs russos que a linha rebelde caiu. Você fazer essa linha de comparação chega a ser igenuo de sua parte. A vitória em Kharkiv está longe de ser pífia ou pequena, moralmente as forças russas foram abaladas pois esse território custou muitas vidas de soldados russos para serem conquistadas e agora abandonadas. Putin pode… Read more »

Last edited 14 dias atrás by Wellington Jr
Felipe Morais
Felipe Morais
Reply to  Wellington Jr
14 dias atrás

Pois é Wellington. E há unidades ucranianas que lutam no inverno há 08 anos. Lembro da matéria aqui da trilogia que dizia que os russos estavam morrendo de frio dentro dos blindados nas proximidades de Kiev. Na oportunidade, até questionei se esse frio que os russos estavam enfrentando não era exatamente o mesmo que os ucranianos estavam enfrentando. E é isso. O frio que bate em ucranianos, também bate em russos. Se estão contando com isso como fator que irá pender para os russos, simplesmente não há sentido. E a Europa irá sofrer, caso não consiga lidar com a questão… Read more »

Wellington Jr
Wellington Jr
Reply to  Felipe Morais
14 dias atrás

Os caras metem algumas análises. Sem menor sentido, o fato é que a Rússia se superestimou e subestimou a Ucrânia e agora que pague o preço de sua aventura irresponsável!

Fabricio Lustosa
Fabricio Lustosa
14 dias atrás

“(…) o Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia iniciou o processo de transferência de reservas da direção de Kherson, onde a ofensiva ucraniana teve ganhos territoriais modestos e com pesadas perdas em soldados e equipamentos. (…)” – “(…) Batalhas ferozes se seguiram em outras direções, como resultado das quais as Forças Armadas da Ucrânia foram detida. As pesadas perdas são evidenciadas pelo fato de que, na tarde de 7 de setembro, o inimigo começou a desdobrar suas reservas na batalha: unidades treinadas nos padrões da OTAN. (…)” – “(…) Conforme os avanços se consolidavam, uma segunda linha de reserva também… Read more »

Nuk77
Nuk77
Reply to  Fabricio Lustosa
12 dias atrás

Algumas considerações lógicas.

Obs.: A Rússia sabia com antecedência de dias sobre a “contraofensiva” na região de Kharkov.

Tendo em vista a grande desvantagem numérica e meios na área se retiraram para posições defensivas seguras e não alertaram os ucranianos/OTAN.

As posições do avanço ucraniano, em detrimento de outras frentes, são insustentáveis em praticamente todas as valências do Teatro de Operações.

E, obviamente, não se espera qualquer análise realista, de fundo, de quem só vê a narrativa pró-EUA/OTAN…

mago
mago
14 dias atrás

Comentários tendenciosos e pró-ocidente. Agora em relação a guerra contra a otan/ucrania, eu já havia comentado várias vezes que essa guerrinha de atacar somente tropas nazistas em locais pontuais, para jamais causar “efeitos colaterais” na infraestrutura dos ukros, não daria certo. Era possível que essa estratégia russa pudesse sim, em algum momento, acabar em algum problema militar para os russos. A Rússia tem poder militar esmagador não somente sobre os nazistas ukros mas sobre toda a otan e além. Era para terem rápidamente esmagado os ukros e sua capital, juntamente com toda a sua infraestrutura (e poder pra isso a… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  mago
14 dias atrás

Essa vodka está adulterada com etanol, bicho. Cuidado para não beber demais.