Manaus (AM) — Nesta sexta-feira, 29 de dezembro, o Comando Militar da Amazônia (CMA) recebeu as balsas Forte do Presépio (Exército) e Major-Brigadeiro Rolla (Força Aérea). As embarcações transportaram materiais de emprego militar, compostos por 33 viaturas, sendo 16 Viaturas Blindadas Multitarefa Guaicuru, além de Módulos de Comando e Controle, com carga aproximada de 50 toneladas.

Esses materiais foram transportados ao longo de 1.600 quilômetros, partindo de Belém (PA) até Manaus. Os materiais foram recebidos pelo Comandante da 12ª Região Militar, General Alvarenga, pelo Chefe do Centro de Coordenação de Operações do CMA, General Pimentel, e pelo Comandante do Centro de Embarcações do CMA, Tenente-Coronel Bitencourt.

Essa é mais uma etapa da Operação Roraima, um esforço coordenado que visa fortalecer a prontidão operacional e logística da Força de Prontidão do CMA, a 1ª Brigada de Infantaria Selva. A presença significativa dos Módulos de Comando e Controle destaca a importância de coordenar efetivamente as operações no desafiador ambiente da Amazônia.

A considerável distância percorrida nessa missão sublinha não apenas a complexidade logística, mas também a determinação do Exército Brasileiro em manter a presença robusta e eficiente na região amazônica.

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

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leonidas
leonidas
1 mês atrás

Reforçar logística (mesmo com nossas deficiências absurdas) em tempo de paz é fácil… rs

Wagner
Wagner
Reply to  leonidas
1 mês atrás

Quero ver transportar isso daí, de balsa, por esse tempo todo e distância durante guerra

Rafael Coimbra
Rafael Coimbra
Reply to  Wagner
1 mês atrás

Ah claro. o EB não sabe a diferença de tempos de paz e guerra…. Por algum momento você acha que sabe mais das capacidade de logística do EB do que o próprio exército? É obvio que treinamos sabendo das nossas limitações e também é obvio que em tempos de guerra as ações serão diferentes das ações em tempos de preparação ou paz. O EB joga com a realidade e não com um suposto mundo ideal…

Mota
Mota
Reply to  Rafael Coimbra
1 mês atrás

Feliz ano novo a todos.

Rafael, são dois pesos e duas medidas, penso eu que a oportunidade de demonstrar nossa prontidão aos nossos vizinhos foi perdida. Nossos deslocamentos devem ser aprimorados. Isto também é dissuasão.

Bueno
Bueno
Reply to  Mota
1 mês atrás

Concordo com vc.

Bueno
Bueno
Reply to  Rafael Coimbra
1 mês atrás

Sabe na teoria, na pratica não sabe não!

Qual a ultima guerra que o Brasil enfrentou na sua região?

Qual a ultima mobilização de um exercício militar de grande monta praticado pelo EB no norte do Brasil ? CORE não conta. Somente Forças terrestres… Não lembro.

Vemos que até grandes exercitos que tem histórico de guerra passam perrengue com logística, todos viram a Russia passando aperto quando lançou um ataque na Ucrânia, quem dira o EB.

Last edited 1 mês atrás by Bueno
L G1e
L G1e
Reply to  Bueno
1 mês atrás

Verdade. A logística do exército brasileiro para defender Roraima hoje não existe. Igual na guerra do Paraguai seria anos para recuperar Roraima em caso de um ataque externo de algum maluco.infelizmente.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Você deve tá de sacanagem!!!

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Vamos lá, sabidão, e a logística da Venezuela para invadir a Guiana, já que tudo deles está em Caracas, a mais de 700km da fronteira, com floresta e o escambau!!!

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Não foi o ocorrido em 1993 operação Surumu….ali foi um fato….chegaram a operar nesta mesma região Mai de 15 mil homens, blindados e caças da FAB….se isto ocorreu em 1993, porque não ocorreria agora?

Jonathan Pôrto
Jonathan Pôrto
Reply to  Rafael Coimbra
1 mês atrás

Já apareceu o ___________para a incompetência das Forças Armadas no Brasil, nem a crise de oxigênio de Manaus os fez respensar a logística em caso de emergência nacional!!

EDITADO. DEBATA OS ARGUMENTOS SEM ATACAR AS PESSOAS.

LEIA AS REGRAS DO BLOG:
https://www.forte.jor.br/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

Pedro fullback
Pedro fullback
1 mês atrás

Nossas FFAA falam tanto em proteção da Amazônia, porém, os nossos melhores meios estão em outras regiões.

Mercante
Mercante
Reply to  Pedro fullback
1 mês atrás

Oficial de carreira não gosta de ficar lotado na Amazônia. Só pagam a etapa que tem que pagar e depois voltam para sua região e origem.

Dragonfly
Dragonfly
Reply to  Mercante
1 mês atrás

Você não deixa de ter certa razão, mas existe uma série de “poréns” aí. Os militares em geral sentem muito orgulho em servir na Amazônia, sobretudo aqueles que concluem o COS no CIGS e tal. Mas tem muita coisa em jogo. De “tenente velho” pra cima, falando aqui dos oficiais, ou de sargento mais antigo em diante, via de regra o cara tem família. A região amazônica, sobretudo no interior, carece demais de infraestrutura. Morar no interior da Amazônia é complicado, amigo. Falo por experiência própria de filho de milico duas vezes nessa situação de morar em guarnição pequena por… Read more »

Farias
Farias
Reply to  Dragonfly
1 mês atrás

Tem uma forma de resolver. Transforma os postos de fronteira em “deployments” tais quais o US Army fazia no Afeganistão. A unidade do cara pode ser de onde ela for, mas todo ano ela vai ser mandada pra passar 3 meses na fronteira, a família fica em casa no estado de origem. Nos outros 9 meses a unidade está de volta ao local de origem, executando tarefas administrativas e treinando. O militar poderia tirar suas férias dentro desses 9 meses. Se quiser ser melhor ainda pro pessoal, poderia dar uma folga de 15 a 30 dias após o retorno da… Read more »

Henrique A
Henrique A
Reply to  Farias
1 mês atrás

Isto é uma boa ideia. Sendo que não deve haver mais que 50 mil militares naquela região, não seria algo impossível de fazer, não seria necessário mover equipamento ou armamento, estes já ficariam estacionados lá, apenas o pessoal, e a nossa aviação civil é mais do que capaz de mover alguns milhares dentro do país.

Bille
Bille
Reply to  Farias
1 mês atrás

De uma certa forma, a FAB faz um pouco disso, por meio dos alertas, que vão trocando as tripulações na área lá. Mas isso tudo tem custo. Com um bom estudo, seria uma alternativa interessante, realmente com incentivos e uma certa segurança. Outra ponta desta questão é que, quando você coloca uma família militar para morar na região, você arrasta, querendo ou não, consumidores para aquela área, e por vezes até pessoas especializadas. Então tem um contexto social envolvido. Por exemplo: a retirada da ESA de 3 Corações não vai mudar só uma escola de lugar: vai mexer com famílias,… Read more »

Joao
Joao
Reply to  Mercante
1 mês atrás

Vai morar lá.
175 casos de malária ao ano, numa vila de 70 moradores…
Paga 7.000 reais pra um teco-teco socorrer um parente seu doente… se morar em Barcelos… se for mais longe, mais caro…
Vai lá…
Não tem noção de que o EB tá lá full time, e não está mais, pq a infraestrutura local não suporta. Simples assim.
Vai lá e procura PF, IBAMA, PM, PC, vai, procura… quero ver achar…

Mig25
Mig25
Reply to  Joao
1 mês atrás

Ossos do Ofício. Ficar servindo só no Rio de Janeiro e Brasília é lindo né?

Bille
Bille
Reply to  Mig25
1 mês atrás

Exatamente. Só que quando as regras são as mesmas para todas as localidades, cada um olha pro seu contexto e faz as melhores escolhas, pessoal e profissional. No mais, vá lá e fique à vontade. Esse pessoal ufanista viaja, só porque é uma possibilidade de carreira, não significa que o milico vai escolher lascar ele e a sua família pelo bem do brasil. O benefício (para o militar e sua família) tem que compensar o risco (seja profissional ou pessoal), ou compulsa e pronto (aí você joga no risco de carreira, e fica quem quer). A vida é isso. Veja… Read more »

Joao
Joao
Reply to  Bille
1 mês atrás

Não há vagas completas nos locais onde o EB está. Procura lá.
Já vi um Aspirante ser o oficial mais antigo em um Batalhão da PM na Selva….
Instituições federias, então, nem se fala…
O serviço lá no EB não é no escritório.
Se não tiver infraestrutura, não funciona. A família não aguenta. A manutenção dos meios não é viavel, a comunicação lá é terrível.
O EB está levando os cabos de internet pra Selva. Não foi iniciativa de governo, foi da Força.

Não conhecem a realidade da Amazônia e dão pitaco furado.

Joao
Joao
Reply to  Mig25
1 mês atrás

Ossos do ofício, não, cara pálida.
1 pelotão lá custa um batalhão fora de lá… 10 x mais.
Mantém fora de lá, e envia pra lá em caso de necessidade.
O que tem lá já é o suficiente.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Mig25
1 mês atrás

Tá muito mal informado!!! Veja o tamanho do CMA e CMN

Talisson
Talisson
Reply to  Pedro fullback
1 mês atrás

Concordo, meios como esses já deviam estar por lá. E também penso que a ameaça à integridade da Amazônia mora em duas frentes, uma soft e outra hard. A soft é a liberdade de ação que as ONGs têm, trabalhando corações e mentes, ganhando a opinião dos brasileiros locais e fazendo com eles a ligação com americanos e europeus, que as financiam. Se não fazem, já deveriam ter feito. Foi assim no Donbas, na revolta árabe, com os partisans etc. Imagino o que deve ter de agente por lá, se passando por médico voluntário. Um paramédico dos Delta ou SAS… Read more »

BLACKRIVER
BLACKRIVER
Reply to  Talisson
1 mês atrás

Colocação perfeita, parabéns…

Infelizmente não é o pensamento dos oficiais das FAA
Embora eles estejam cientes disso, estão preocupados em não fazer absolutamente nada que possa atrapalhar sua aposentadoria com salários gordos quando comparados a média Brasileira e ainda em idade que possa partir para a inciativa privada onde na grande maioria das vezes além de se oferecerem para trabalhar por um salário abaixo ao o mercado, uma vez que já estão com os burros na sombra, ainda usam de seus conhecimentos e influência adquiridos ao longo da carreira as custas do dinheiro do povo!!!

Gabriel
Gabriel
Reply to  BLACKRIVER
1 mês atrás

Concursos para ser Oficial acontecem todos os anos, nas 3 Forças.
É barbada…facinho facinho…
Vai lá, tu também consegue…rsrs

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  BLACKRIVER
1 mês atrás

bla, bla bal, to de saco cheio!!!

Vitor Botafogo
Vitor Botafogo
Reply to  BLACKRIVER
1 mês atrás

Mta ignorância ou ma fe em dizer isso. Você deveria pressionar o GF e deputados para aumentarem verbas pros varios programas que já estao planejados para coibir isso.

Rui Mendes
Rui Mendes
Reply to  Talisson
1 mês atrás

É com cada filme, mas tu pensas mesmo que EUA e Europa querem tirar a Amazônia Brasileira do Brasil???
Não me acredito, que alguém pense isso de verdade, querem é filmes de ação, para tentar pressionar o governo a subir o orçamento militar.
A sociedade Norte-Americana e a Europeia, não são a Russa, jamais aceitariam isso, sem que antes não tivessem sido atacados.

Tomcat4,5
Tomcat4,5
Reply to  Pedro fullback
1 mês atrás

Ao que parece, ao menos nisso a ,tão ameaçada, aventura do Maduro abriu os olhos de nossas forças armadas. [E o que se vê nas ações, que dizem que já eram planejadas pra 2024 ou25 mas…bem que poderiam desaposentar os Mi-35 da FAB.

Nilo
Nilo
Reply to  Tomcat4,5
1 mês atrás

Na verdade quem começaria (rsrsrsr) a abrir os olhos seriam os ingleses se um dos porta-aviões da Royal Nave desse uma chegada as costas da Guiana, mas acredito que a diplomacia (tradição) do levas os aneis e deixa os dedos do Brasil deverá chegar primeiro.

Nilo
Nilo
Reply to  Nilo
1 mês atrás

…Navy…

Guacamole
Guacamole
1 mês atrás

Precisamos de malha ferrea rasgando o Brasil de Norte a Sul, de Leste a Oeste.
Esse tipo de logistica deveria ser feita primariamente por trem justamente para aumentar a velocidade de deslocamento.

Maldito o político que disse “governar é abrir estradas”. Até hoje sofremos com esse pensamento.

Jaiminho
Jaiminho
Reply to  Guacamole
1 mês atrás

Estradas aparecem mais para a população. E da maneira como são feitas, precisam ser reformadas após cada período chuvoso. É um ótimo negócio…

Last edited 1 mês atrás by Jaiminho
leonidas
leonidas
Reply to  Guacamole
1 mês atrás

Isso é culpa de Washington Luis mas que acaba com o fim do governo dele em 1930.
De lá para cá a culpa são de todos os presidentes a partir do fim da republica velha ou seja: Periodos Vargas, Democratização, regime militar e nova republica…

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Guacamole
1 mês atrás

Mais ou menos, Guacamole. Na época do lema “governar é abrir estradas” (anos 1920) a quantidade de estradas de rodagem do Brasil era ridícula. Havia também a necessidade de complementar o modal ferroviário e, em alguns pontos, ter alternativas ao custo elevado de frete estabelecido por monopólios. E ainda hoje a malha rodoviária do Brasil é relativamente pequena quando se leva em conta as estradas que são asfaltadas e o tamanho do país. A malha ferroviária brasileira continuou a se expandir e em parte se modernizar até a década de 1950 e em casos pontuais depois disso também (casos por… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Fernando "Nunão" De Martini
Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Olá Nunão. Também é curioso lembrar que até o fim da II Guerra, os EUA também careciam de uma malha rodoviária interestadual. Eisenhower deu início a construção desta malha rodoviária, que continua sendo implementada, tendo como modelo as autobans na Alemanha. No interior de SP, por exemplo, praticamente todo o transporte é feito por rodovias, ainda que existam ferrovias usadas principalmente para escoar a produição agrícola do centro-oeste, dá para perceber que nenhuma cidade do interior hoje cortada por ferrovias tem um posto intermodal para desembarcar containers. Há anos fala-se de recuperar a rede ferroviária para a instalação de trens… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

“Há potencial para a instalaçao de uma rede de trens de alta velocidade em todo o sudeste. È caro, mas tem que começar. Por exemplo, uma linha ligando RIberião Preto á São Paulo, passando por Campinas, inclusive com parada no Aeroporto de Viracopos tem um enorme potencial comercial. Ligar São Paulo ao Rio de Janeiro, passando por São José dos Campos, Taubaté, Aparecida e Resende é outra linha óbvia.” Concordo quase totalmente. Em algumas ligações os trens de alta velocidade ( acima de 200km/h) seriam viáveis, mas em diversos outros trechos nem precisaria chegar a tanto. Bastaria alcançar em alguns… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Fernando "Nunão" De Martini
Allan Balbi
Allan Balbi
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Eu sou mais detalhista, ja esta na hora de ter no mínimo locomotivas de 200/ 300km por hora ligando todas capitais…. começando a primeira de Porto Alegre a Florianópolis, esta vai para Curitiba, que vai para São Paulo, em são Paulo vai ter uma perna que vai receber uma locomotiva que sai de Brasília, chegando em belo horizonte e depois indo para São Paulo. Depois São Paulo para rio, rio para vitória, vitória para salvador, salvador para Aracajú ate chegar no rio grande do norte. Conectar as capitais é essencial e uma viaja aonde a pessoa demore 1 dia para… Read more »

Vitor Botafogo
Vitor Botafogo
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Nunão muito bacana o seu relato.
Quanto a ligação BH x VV , lembro que o trem de passageiros faz parte da concessão/ Autorização da operadora. Os custos da linha são custeados por carga e não passageiros. Trem não é nada barato, precisa de escala e muito movimento, mas concordo que devemos logo desenvolver esta capacidade.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Vitor Botafogo
1 mês atrás

Sim,
Historicamente em ferrovias é a carga que dá lucro, passageiros nem sempre. Isso já era característica da Estrada de Ferro Vitória-Minas desde antes da cia Vale do Rio Doce ser fundada e absorver a então precária ferrovia na década de 1940.

O lucro com a carga, aliado às características de custo por km/tonelada do transporte ferroviário, permite nesse caso manter as passagens até mais baixas que as de ônibus.

Creio, porém, que nossa conversa sobre trens de passageiros já se desviou demais do tema original da matéria.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Guacamole
1 mês atrás

O custo de uma ferrovia é muito mais alto que uma rodovia. É preciso garantir uma viabilidade econõmica. Por exemplo, as ferrovias do interor de SP hoje servem principalmente para escoar a produção de soja do centro oeste para o porto de Santos. Nenhuma cidade cruzada pela ferrovia tem um terminal intermodal para receber ou despachar carga. Nem mesmo os exportadores de suco de laranja usam a ferrovia por causa do tempo restrito que a carga pode circular. Os caminhões fazem o percurso entre Araraquara e Santos em 4 horas. Se fosse por trem, levaria quase 10 horas. Há um… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Camargo,

Essa realidade (de apenas escoamento de grãos) vem mudando ano a ano. O transporte por conteineres no modal ferroviário, de São Paulo ao Centro Oeste, tem aumentado bastante:

https://exame.com/bussola/industrias-paulistas-adotam-solucao-multimodal-para-transporte-de-containers/amp/

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Olá Niunão. Valeu. Aproveitando, feliz 2024! Um aspecto importante da reportagem é notar que as viagens dos conteiners são de longa distância, ligando Sumaré (ao lado de Campinas) com o Matro Grosso. Este trens de carga cruzam São Carlos e Araraquara. O mais legal são os trens de vagões de soja retornando vazios para o Centro Oeste. São enormes, coisa de uma centena de vagões e locomotivas nas duas pontas. Antes, os trens de carga cruzavam São Paulo, seguindo pelo ABC até Paranapiacaba, para descer ao porto. Hoje, os trens de carga evitam esta rota, A maioria dos trens de… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Os trens de carga continuam firmes e fortes à noite e em horários fora de pico pela linha da antiga Santos-Jundiaí. Vejo da minha varanda, com vista para o Bom Retiro.
Feliz 2024 para você também!

Edu
Edu
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Sim, região Mairinque ainda passa, lembro uma vez comecei contar vagões, chegou no setenta e alguma coisa e parei, continuou passando.
Passam carregados de minério também, calcário para cimento da região de Votorantim.

Sds

Underground
Underground
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Ferrovias são caras de operar, além de que o fluxo de carga se darem em um único sentido, em grande parte. A viabilidade econômica somente se dá pelo grande volume de carga.

Wilson
Wilson
Reply to  Underground
1 mês atrás

O custo do transporte ferroviário ( Ton/Km) é avaliado em menos de R$ 40,00 enquanto o custo do transporte rodoviário supera os R$ 200,00. Vale muito a pena para o desenvolvimento das regiões atendidas, por mais que o custo inicial seja alto.

BLACKRIVER
BLACKRIVER
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Procure se informar sobre o lobby da indústria de transporte rodoviário

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  BLACKRIVER
1 mês atrás

Todas as indústrias têm lobby. A de transporte ferroviário também.

Allan Balbi
Allan Balbi
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Muito mais alto a curto prazo. A longo não podemos discutir. Cria uma estatal, constrói uma l linha de porto Alegre a Florianópolis, assim que ela tiver terminada começa a vender passagem a rodo. Essas passagens vão financiar a ferrovia Florianópolis Curitiba, finalizada começa a vender passagens, para financiar curitiba x Sao Paulo. A obra se paga… Muita gente quer viajar, mas não tem dinheiro para avião, ou disposição para o péssimo conforto dos ônibus. Eu não sou de Marte, mas com 10 minutos resolvi a equação.

Vitor Botafogo
Vitor Botafogo
Reply to  Allan Balbi
1 mês atrás

Existe a estatal ate hoje do trem bala. Cabide de empregos que ja deve ter consumido de orçamento uns 100km de linha ferrea. Na pratica? Não temps trem bala.. estude mais sobre criar estatais e vera que não é o caminho.

Bernardo
Bernardo
Reply to  Allan Balbi
1 mês atrás

Foi você que deu a ideia da estatal do trem-bala no passado pro governo? Transporte de passageiros por modal ferroviário nesse contexto é inútil. ele só pode funcionar como SUPLEMENTAR ao de cargas, que é o que sustenta financeiramente a malha. é assim em lugares, inclusive, com extensa malha ferroviária: muitas vezes é mais barato simplesmente ir de avião (europa, japao e alguns outros exemplos). mas trens sofrem menos com a sazonalidade (no caso dos preços). transporte ferroviário de passageiros dificilmente “se paga”. teve que ser reestatizado na GBR por isso (lembrando que lá já tá tudo pronto desde o… Read more »

nerudarruda
nerudarruda
Reply to  Guacamole
1 mês atrás

Concordo plenamente com você.

BLACKRIVER
BLACKRIVER
Reply to  Guacamole
1 mês atrás

Presidentes militares das décadas de 60,70,80 preferiram fomentar rodovias ao invés de ferrovias…

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  BLACKRIVER
1 mês atrás

Isso não é verdade. Não só iniciaram projetos de ferrovias e ampliaram outras (como as da então estatal Vale do Rio Doce) como fomentaram a indústria de produção de locomotivas, vagões etc. Até exageraram na dose, incentivando uma terceira fabricante de locomotivas além das duas que já existiam (GE e GM, com parceiras nacionais).

O problema é que as demandas brasileiras de transporte ferroviário e rodoviário sempre estiveram acima da capacidade de investimento de sucessivos governos, tanto civis quanto militares.

A necessidade de estradas de rodagem continua gigantesca.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Olá Nunão. Já contei a história da fábrica de locomotivas da Villares, em Araraquara. Ela tinha um plano de expansão para construir mais locomotivas, mas dependia de um financiamento. Geisei condicionou o financiamento a uma produção de 600 locomotivas, com compromisso da RFFSA comprar toda a produção. A Villares expandiu a fábrica, o governo federal não comprou as locomotivas e a Villares quase faliu.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Pois é. Foi mais ou menos isso (tem a ver com trocar encomendas que seriam feitas lá fora por fabricação local, mas veio a crise que interrompeu as próprias encomendas e nos anos 90 ferrovias tiveram que ir atrás de locomotivas usadas, mais baratas) e o resultado é que os fabricantes concorrentes tiveram que se juntar para sobreviver.

Sergio
Sergio
Reply to  Guacamole
1 mês atrás

Não há nada de errado com as estradas. Os estados Unidos tem a maior e melhor malha rodoviária do planeta e nem por isso abriu-se mão do transporte ferroviário. China, Japão e Europa, idem. O Brasil é caso pra psiquiatra.

Jorge
Jorge
Reply to  Guacamole
1 mês atrás

E qua foi o sabixao que disse isso? Que governar é abrir estradas? Um grande erro de nossos governantes foi deixar sucatear nossas ferrovias para favorecer grandes empresas de transporte rodoviário. E assim sendo o país fica a mercê das graves e paralisação de uma classe.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Jorge
1 mês atrás

Washington Luís na década de 1920. E ele estava certo na época porque havia pouquíssimas estradas de rodagem no Brasil. O investimento (que era em boa parte privado) em ferrovias não diminuiu na época por causa desse mote, elas continuaram se expandindo. Tem outro comentário meu aqui nessa sequência falando disso.

O assunto não admite simplificações

Fagundes
Fagundes
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

https://www.gov.br/antt/pt-br/assuntos/ferrovias/novos-projetos-ferroviarios

Infelizmente, nada da importante ferrovia bioceânica, ainda está em planejamento.

Last edited 1 mês atrás by Fagundes
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Fagundes
1 mês atrás

Ainda assim, tem muitas outras ferrovias importantes em execução ou recebendo melhorias, conforme o próprio link que você mandou.

Henrique A
Henrique A
Reply to  Guacamole
1 mês atrás

A rede ferroviaria do Brasil é tão precária que nem as bitolas são padronizadas, isso significa que o material rodante de uma linha de bitola larga não vai poder rodar na que tem bitola padrão e vise e versa. Nós temos que ter um “zoológico” de equipamentos que não são compatíveis.

O Brasil vai mau nos dois modais, rodo e ferro. O pessoal acredita em muita bobagem; mesmo no “auge” a rede ferrovia do BR era limitada e as nossas rodovias são na maioria dos casos caminhos de terra; nem metade é pavimentada.

Last edited 1 mês atrás by Henrique A
Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Henrique A
1 mês atrás

Muitas ferrovias foram implantadas em diversos países no século XIX e início do sec XX, antes de existir uma norma internacional sobre bitolas. Um exemplo deste tipo de coisa é lembrar que no Japão, a parte norte do país usa eletricidade em 60 Hz e a parte sul em 50 Hz.. e olha que o país é uma fração do Brasil. A malha ferroviária do Japão é imensa e lá ainda existem ferrovias com diferentes bitolas. Outro ponto está relacionado com o tipo de carga e a região. Por exemplo, as linhas mais antigas do Metro de SP usam bitola… Read more »

Henrique A
Henrique A
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Não é porquê um país é bem sucedido economicamente que tudo que ele faz é exemplo. Como contra-exemplo, a maioria dos países europeus e o EUA tem bitola padronizada e padronizada no padrão internacional. Pra nós que somos um país pobre faz todo o sentido padronizar as bitolas, não do dia pra noite mas num período de transição. Com uma bitola padrão dá pra criar uma frota padronizada nacionalmente economizando recursos, tanto na manutenção quanto na compra. Por exemplo, quando houvesse licitação para adquirir material rodante para o metrô de cidade X, poderia haver uma aquisição conjunta de outras cidades… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Henrique A
Jaiminho
Jaiminho
1 mês atrás

Se fosse o PazuErro, especialista em logística, as viaturas teriam ido parar no sul do país…

Mota
Mota
Reply to  Jaiminho
1 mês atrás

Jaiminho, eu juro que pensei o mesmo que você acredita.. kkk

Orivaldo
Orivaldo
1 mês atrás

Muito bonita a imagem do desembarque, chovendo, top

Zé Mané
Zé Mané
1 mês atrás

Impressionante como milico brasileiro adora uma formatura. Fazem formatura até para inauguração de carrinho de pipoca.

MARS
MARS
Reply to  Zé Mané
1 mês atrás

“Zé Mané”… Isso sim é autodeterminação!!!

Zé Mané
Zé Mané
Reply to  MARS
1 mês atrás

Bastaria assinar a papelada de transferência do material, os dois comandantes se perfilarem e trocarem continência e pronto. Mas não. Tem que formar a tropa e fazer discursos grandiloquentes divorciados da realidade

Romão
Romão
Reply to  Zé Mané
1 mês atrás

São políticos… Pode ter certeza que pelas bandas de lá tem muito oficial da reserva se candidatando à vereador e contando com o apoio implícitos dos comandantes das unidades.
Bolsonaro se elegeu vereador pelo município do Rio de Janeiro, só com voto de ex Pqd e policiais militares.

José de Souza
José de Souza
Reply to  Zé Mané
1 mês atrás

Sem contar que tem um cara à paisana (e, sem cobertura!) prestando continência… Ou seja, além da presepada da formatura, ainda tem o completo desconhecimento das normas…

L G1e
L G1e
1 mês atrás

E se fosse uma brigada blindada completa saindo do Paraná? Como seria essa logística?

RDX
RDX
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Grande parte seria transportada por navios cargueiros até o porto de Belém… depois o material seria transferido para balsas e pequenos navios com destino a Manaus…e por fim, transportado por via terrestre até Roraima.

Imagina o desafio logístico ter de deslocar 1 divisão completa (centenas de veículos, milhares de toneladas de suprimentos e pelo menos 10 mil homens) do sul do Brasil para a Amazônia.

6 meses?

Last edited 1 mês atrás by RDX
Camargoer.
Camargoer.
Reply to  RDX
1 mês atrás

Olá RDX. Acho que 6 meses é uma boa estimativa para uma operação deste tamanho. Lembro que em outras operações ao longo da história deste tamanho ou até maiores que levaram meses para concentrar o equipamento e o pessoal

O desafio também é a manutenção desta tropa, incluindo combustível, munição, sobressalentes e alimentação e higiene da tropa.

Wilson
Wilson
Reply to  RDX
1 mês atrás

Se for isso (6 meses) fecha às portas e vão tudo vender pipoca por absoluta falta de competência. Logística é fundamental em qualquer organização militar. Falhar em logística falhar na base

L G1e
L G1e
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Verdade. 6 meses a guerra já acabou e Roraima já era.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Caro. Os EUA levaram cerca de 6 meses para concentrar as tropas na Arábia Saudita antes da Guerra do Golfo. Acho que a Russia levou o mesmo tempo para concentrar as tropas na fronteira com a Ucrânia Um conflito tem uma escalada. Para isso serve a inteligência militar (sic). Ela deve acompanhar a movimentação de tropas na fronteira do país e avaliar o que seria uma ameaça ou o que é movimentação normal. A partir daí, o país deve avaliar qual resposta deve ser proporcionalmente dada a cada ameaça Se um país vizinho concentrar tropas na fronteira sem ser identificado,… Read more »

L G1e
L G1e
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Na guerra do golfo 1990 os EUA e aliados enviaram 700.000 soldados e tinha o apoio logístico da Arábia Saudita que fornecida combustível etcetera. E a logística dos EUA é a melhor do mundo. No caso do Brasil Roraima se houver um ataque da Venezuela ou EUA Inglaterra através da Guiana será muito difícil o Brasil conseguir enviar e manter com suprimentos de munição, comida, combustível, etc, um contigente de 50.000 homens e vai demorar muito tempo para chegar nesse efetivo. Nesse caso Roraima seria ocupada e as tropas brasileiras teriam que recuar para Manaus e formar uma linha de… Read more »

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Olá LG. Você tem razão. Assim, considerando as facilidades e disponibilidades dos EUA para concentrar praticamente 40 divisões e todas os obstáculos que o EB teria para concentrar 1 ou 2 divisões, dá para considerar o prazo de 6 meses como uma boa aproximação. Supondo que a FAB tenha 10 aviões de carga disponíveis (Kc390 e C130). Que cada avião possa fazer um voo diário entre Brasilia e Boa Vista, levando 1 veículo de combate cada. Em um mês, seriam 300 voos. Supondo metade disso, seriam 150 voos. Além disso, a FAB dispõe de C105 e do C30 para os… Read more »

L G1e
L G1e
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Mestre verdade. O envio de tropas leves como a brigada paraquedista é mais fácil. O difícil é o envio de tropas blindadas e mecanizadas, caminhões, artilharia, lançadores de foguetes etcetera. Milhares de veículos, munição, comida e outros suprimentos para manter um grande exército brasileiro na região.

Infelizmente demora muito tempo, e os meios aéreos que o Brasil dispõe não consegue enviar os equipamentos necessários em pouco tempo.

É uma logística impressionante que as forças Armadas brasileiras hoje não consegue fazer em menos de 6 meses infelizmente.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Aproveitando. Feliz 2024

L G1e
L G1e
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Para você também. Feliz 2024. Aprendemos muito aqui na trilogia em 23.

Joao
Joao
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Prezado, vc esquece completamente dos meios que o Brasil possui e podem ser fretados ou mobilizados, de acordo com a urgência.

L G1e
L G1e
Reply to  Joao
1 mês atrás

Verdade. Existem a aviação civil, ônibus, carretas, ferrovia, navios, etc.

RDX
RDX
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Se a Venezuela colocar uma bateria de S300 na fronteira esqueça essa ponte aérea.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  RDX
1 mês atrás

Eu diria o seguinte: se a Venezuela colocar uma bateria de S300 na fronteira e ousar atacar um avião brasileiro, esqueça o atual governo da Venezuela.

Brandão
Reply to  RDX
1 mês atrás

Teriam que ligar sua unidade de radar para engajar aeronaves. Ao fazê-lo, seriam facilmente localizados por meio de unidades de GE, aí então uma tal de ASTROS (considerando que já estivessem por lá) poderia revidar a um ataque e neutralizar a ameaça.

Joao
Joao
Reply to  RDX
1 mês atrás

A Venezuela deixaria de proteger seus meios mais valiosos, pra por um recurso desse ao alcance de uma Ação de Comandos?

A Venezuela arrumaria guerra com um país, do qual depende politicamente e economicamente?

Acho difícil….

Joao
Joao
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Camargoer… A missão no Haiti teve a imposição dos militares serem voluntários pra missão de paz e terem o preparo em conjunto, com as frações constituídas. Não é parâmetro. Para o deslocamento de uma tropa, em caso de urgência, não sao utilizados somente os meios das FFAA, são fretados aviões, navios, caminhões e ônibus. Lembro bem em 2001, quando 5000 militares do RJ, Manaus e Belém mobiliaram a Cabeça do Cachorro em 48 hrs, já desdobrados em diversos pontos do terreno. Se o envio for durante uma crise “morna” com possibilidade de “esquentar”, pode levar mais tempo, pois a urgência… Read more »

Oráculo
Oráculo
Reply to  RDX
1 mês atrás

Num eventual guerra contra os Venezuelanos, iria demorar pro EB levar gente do sul pra lá. Quem teria que “segurar a marimba” seriam os soldados da região mesmo. Reforçados por Paraquedistas, Forças Especiais e Fuzileiros Navais. Nossas tropas de elite. Por isso a necessidade de aumentar efetivos, unidades e principalmente armamento naquela região. Mas lembro que o C390 consegue transportar o Guarani, M113 e esse Lince com nome de índio do EB. Ou seja, em caso de guerra, poderíamos ter uma “ponte aérea” da FAB transferindo blindados do EB pra Manaus. Sai caro, bem mais caro que o método tradicional.… Read more »

L G1e
L G1e
Reply to  RDX
1 mês atrás

E se o mar estivesse bloqueado por navios inimigos? E se a Foz do Amazonas estivesse sob bloqueio naval? Como seria a transferência de apenas uma brigada blindada completa do Paraná para Roraima? O exército já fez essa simulação logística?

Joao
Joao
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Já fez.
Cegonhas, pranchas e caminhão pra burro, se o mar for inviável. Pra depois utilizar os meios dentro do Amazonas na transposição.

Mas quem teria a capacidade de controlar maritimamente toda a rota?

L G1e
L G1e
Reply to  Joao
1 mês atrás

Caro João, é só analisar quais são as maiores potências navais da atualidade e verificar quais poderiam efetuar um bloqueio naval contra a Foz do Amazonas. Até um submarino sozinho consegue fazer isso vide guerra das Malvinas.

Joao
Joao
Reply to  RDX
1 mês atrás

Depende da necessidade e da urgência.
Uma quantidade de navios (grandes ou pequenos) maior ou menor pode ser fretada de acordo com a necessidade e urgência imperativa.

Eduardo
Eduardo
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Iriam pela BR 319 pq seriam mais veículos. E se fosse em tempos de guerra os blindados já iriam rodando pq são sobre rodas e 4×4.

L G1e
L G1e
Reply to  Eduardo
1 mês atrás

Verdade. Mas porque já não fizeram esse teste agora para sabermos o tempo de deslocamento dos meios.

Vitor Botafogo
Vitor Botafogo
Reply to  L G1e
1 mês atrás

De navio são 7-10 dias até Belem saindo do sul. De Belem via Balsa até la não sei.

lucena
lucena
1 mês atrás

Já esta na hora em pensar na aquisição de aviões cargueiros pesado como capacidade de carga útil em torno da 60 Toneladas que possa ser usado nas pistas da Amazônia .

BLACKRIVER
BLACKRIVER
Reply to  lucena
1 mês atrás

Pra operar onde?
procure a respeito de ACN/PCN
Não temos pistas descentes, nem todas as capitais tem pista para receber um A321 ou um B767 no MLGW

Farias
Farias
Reply to  BLACKRIVER
1 mês atrás

Conseguindo pousar em Manaus já seria de grande ajuda.

RDX
RDX
Reply to  lucena
1 mês atrás

Parece que no passado a FAB demostrou interesse no C-17…mas ficou somente no desejo.

Henrique A
Henrique A
Reply to  lucena
1 mês atrás

Mais viável seria construir rodovias e pontes e adquirir embarcações semelhantes as LCU 2000 do EUA, estas últimas melhores do que singelas balsas.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  lucena
1 mês atrás

A FAB está modernizando a sua frota de transporte tático com Kc390. O foco é este. Se precisar mais que isso, é possível arrendar aviões comerciais. Até os EUA fazem isso.

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  lucena
1 mês atrás

Não existem cargueiros militares dessa classe em produção no ocidente. Só na China e na Rússia, e o Il72 não chega às 60t.

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  EduardoSP
1 mês atrás

Opa! Quis dizer Il-76.

ln(0)
ln(0)
1 mês atrás

Só por curiosidade, por que alguns militares do EB estão usando boina/boné azul?
Qual curso ou unidade que utiliza esta cor?

Carl
Carl
Reply to  ln(0)
1 mês atrás

Militares especialistas em navegação fluvial do CECMA

Tomcat4,5
Tomcat4,5
1 mês atrás

Agora é a FAB reativar o esquadrão POTI com os Mi35 pra botar aquela pressão psicológica nas tropas do Maduro.

Carl
Carl
Reply to  Tomcat4,5
1 mês atrás

Não vai rolar

Maurício.
Maurício.
Reply to  Tomcat4,5
1 mês atrás

Pra que Mi35 se temos os Esquilos?

RDX
RDX
Reply to  Maurício.
1 mês atrás

Esquilo com foguetinhos, o terror dos T-72. rss

Jadson S. Cabral
Jadson S. Cabral
Reply to  Tomcat4,5
1 mês atrás

E como 12 Mi-35 mal armados vão colocar pressão no maduro? Eles têm uma 2000 iglas. Isso pra não falar nos RBS-70, nos S-300, Buk, Pechora e sei lá mais o que

naval762
naval762
1 mês atrás

Essa é a “presença robusta e eficiente”? Patético, os venezuelanos tem, mesmo que em condições ruins, materiais mais adequados, basta um batalhão de T-72, blindado ultrapassado diga-se de passagem, pra destruir muita dessa presença “robusta” das forças armadas do bostil.

BLACKRIVER
BLACKRIVER
Reply to  naval762
1 mês atrás

Um Flanker venezuelano já da conta de toda essa “presença” do Exército Brasileiro

Heinz
Heinz
Reply to  BLACKRIVER
1 mês atrás

Sai do super trunfo, garoto.

Maurício.
Maurício.
Reply to  Heinz
1 mês atrás

Não dizem que um único porta-aviões americano dá conta de toda a FAB? Se um Su-30 atacar esse “barquinho”, já era, eles afundam até com bombas burras, então o colega não está de todo errado.

Jadson S. Cabral
Jadson S. Cabral
Reply to  Maurício.
1 mês atrás

Pode até ser, mas e depois? O que acontece depois? A Venezuela tem condições de sustentar uma guerra contra o Brasil só pq tem meia dúzia de flankers e uma boa defesa aérea?

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Jadson S. Cabral
1 mês atrás

Olá Jadson. Exato. O problema é sempre “depois”. A maioria dos comentários em torno da Venezuela parte da ideia que a Venezuela atacaria a Guiana passando pelo território brasileiro.

1) Como sustentar uma ocupação de território na maior parte ocupado por florestas? È um pesadelo logístico.

2) Qual a vantagem econômica de ocupar um território se isso resultar em sanções econômicas?

3) Como a Venezuela conseguiria sustentar a médio prazo uma guerra de agressão contra o Brasil, mesmo que no início o exército venezuelano tenha uma vantagem militar?



José de Souza
José de Souza
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Perguntas já respondidas pela Guerra do Paraguai…

J.b
J.b
Reply to  BLACKRIVER
1 mês atrás

E verdade isso . Porq daqui da minha cidade tá indo mais de 80 homens . Sem ter uma noção de combate em selva ou seja em qualquer outra situação. Isso eh uma irresponsabilidade do EB , mesmo q seja pra fazer cobertura pros pica da Amazônia q segurança teria nas costa esses homens. Esses homens daqui sé quer tiveram um treinamento de confronto nem q seja o básico.td bem q eh pequeno a possibilidade de confronto mais td pode acontecer .eu não intendi qual eh desse comandante daqui . Isso porq somos fronteira não deveria mexer com o pessoal… Read more »

L G1e
L G1e
Reply to  J.b
1 mês atrás

Caro, provavelmente são soldados da cavalaria mecanizada ou blindadas, ou artilharia, ou logística, etc. Não são infantaria. São pessoal que tem uma experiência que os soldados que estão em Roraima ainda não tem.

Jadson S. Cabral
Jadson S. Cabral
Reply to  BLACKRIVER
1 mês atrás

Ok, e depois? Eles vão fazer o que com uma dúzia de flankers? Vai derrotar as forças armadas brasileiras? Pq se fizerem uma bobagem dessas a retaliação vem.

L G1e
L G1e
Reply to  Jadson S. Cabral
1 mês atrás

O Paraguai fez uma bobagem dessas. Sadan Hussein também fez uma bobagem dessas. Sempre existe um maluco querendo fazer maluquices no mundo. Não é impossível.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Olá LG. O Paraguai invadiu Corumbá quanto a região era isolada e o acesso era feito pelo Rio Paraguai, controlado pela Paraguai. Era uma vantagem enorme. Ainda assim, um cálculo mal feito. Saddan invadiu o Kwait acreditando que os EUA não interviriam. A diplomacia iraquiana consultou a embaixada dos EUA em Bagdá que respondeu que os EUA “…não tomariam posição alguma em relação a um conflito de fronteiras entre o Iraque e o Kuwait”. DIas depois, uma alta autoridade do governos dos EUA afirmou que “Nós [os EUA] não temos tratados de defesa com nenhum país do Golfo”. Quando começamos a… Read more »

L G1e
L G1e
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Mas o acesso militar a Roraima hoje é a logística mais difícil para o exército brasileiro hoje. Se um maluco igual Solano Lopes Paraguai resolver atacar será muito difícil para o Brasil defender Roraima. Vai demorar muito anos até recuperar as fronteiras. Estou falando de um Paraguai da vida ou Venezuela. Se for uma força de uma grande superpotência através da Guiana aí vai demorar muito mais,30 anos.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Não tem a menor hipótese de êxito…ganham os primeios 4 ou 5 dias para perder o resto ao Brasil….

Jadson S. Cabral
Jadson S. Cabral
Reply to  naval762
1 mês atrás

So queria saber como esse batalhão de T-72 iria chegar aqui

L G1e
L G1e
Reply to  Jadson S. Cabral
1 mês atrás

E só pegar a BR 174 que os t-72 chegam até Manaus.

Oráculo
Oráculo
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Não chegam nem em Boa Vista. Viram “churrasqueira” pelo caminho. E nem precisa usar os Javelins e os Spike que o EB comprou e que ninguém sabe quantos já recebeu. Só os Carl Gustav já tiram aqueles tanques de serviço. Tá cheio de vídeo de T72 sendo destruídos pelos Carl Gustav dos Ucranianos. Tem até T90 sendo destruído pelo brinquedinho Sueco. Só procurar no YouTube que acha dúzias. Isso que os T72 dos russos são mais modernos e com mais blindagem adicional do que o dos Venezuelanos. Agora imagine um batalhão de T72 na BR. Aliás, nem precisa imaginar. Só… Read more »

L G1e
L G1e
Reply to  Oráculo
1 mês atrás

Sei não.

JPonte
1 mês atrás

Antes de mais nada parabéns a Intendência do Exército por este trabalho efetivado na transferência de materiais .
Mas agora já de repensar seriamente a realocação de meios aéreos do exército , meios aéreos da força aérea , incluso aviões de caça e bombardeio , meios da marinha do Brasil com pelotão de fuzileiros navais e meios navais de proteção as balsas de transporte logístico que estão desarmadas e são no deslocamento alvo fácil e caro …. Tem que pensar como se em guerra estivesse .

Werner
Werner
Reply to  JPonte
1 mês atrás

O certo seria começar a pensar quais umidades do sul,sudeste e Nordeste que devem ser transferidas para o CMA,no entanto,a preocupação mor é trasnferir o ESA para Pernambuco e construir um ITA no Ceará,isso não são prioridades e podem esperar.
Bastou uma pequena ameaça de um ditador de b#!*@ para demonstrar as megas deficiências na defesa da Amazônia.
Brasil sendo Brasil.

Jadson S. Cabral
Jadson S. Cabral
Reply to  Werner
1 mês atrás

Retirar do nordeste não sei. Aqui já não tem muita coisa e é área que mais deveria ser protegida para impedir um desembarque anfíbio, já que é a área mais exporta e, portanto, vulnerável do país

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Jadson S. Cabral
1 mês atrás

Olá Jadson. Feliz 2024. A duas principais esferas de defesa do país seriam a superioridade aérea e a negação do mar.

Bonde do Tigrao
Bonde do Tigrao
1 mês atrás

E o tal grupo de estudos para reduzir a quantidade de guarani e aumentar guaicuru? Continuam estudando?

Jefferson B
Jefferson B
Reply to  Bonde do Tigrao
1 mês atrás

É um estudo profundo kkkkk
Trocar um blindado feito no Brasil por um jipe trazido do exterior. Bem inteligente…
1500 Guarani é muito pouco para o Brasil

RDX
RDX
Reply to  Jefferson B
1 mês atrás

Trocaram Guarani por um jipe ultrapassado (projeto da década de 90), apertado e com capacidade off-road limitada.

Jadson S. Cabral
Jadson S. Cabral
Reply to  RDX
1 mês atrás

Ultrapassado não é não, mas poderiam ir de JLTV. Ou o CFN poderia ir de LMV.
O que não faz sentido é duas forças que precisam do mesmo equipamento comprarem equipamentos diferentes e em pequenas quantidades. Isso pq vivem falando aqui de integração, padronização, redução de custos… imagina se fosse o contrário.

RDX
RDX
Reply to  Jadson S. Cabral
1 mês atrás

Concordaria se o CFN fosse um ramo do exército. Não é caso. Além disso, o CFN possui efetivo menor, doutrina própria e natureza expedicionária e anfíbia, exigindo o emprego de equipamentos específicos para operar embarcado e, logicamente, com grande resistência a corrosão e capacidade off-road adequada ao terreno litorâneo (mangues, restingas, dunas e praias).

Felipe Mendes
Felipe Mendes
1 mês atrás

Todo esse material seria destruído em menos de uma dia sem as AA. Precisamos de um mísseis de médio alcance para ontem; essa deveria ser a prioridade máxima do EB; visto que MBT, Cascavel, Lince e nem Centauro sobrevivem ser cobertura AA.

RDX
RDX
Reply to  Felipe Mendes
1 mês atrás

Os UCAVs da venezuela possuem 150 km de raio de ação….e provavelmente teto superior a 3.000 metros. Sendo assim, todo material localizado a 150 km do centro de comando bolivariano seria destruído.

Jadson S. Cabral
Jadson S. Cabral
Reply to  RDX
1 mês atrás

E desde quando a Venezuela tem UCAV?

Bernardo
Bernardo
Reply to  RDX
1 mês atrás

tem RBS NG pra isso mesmo

FERNANDO
FERNANDO
1 mês atrás

Olha, achei super interessante!
Não sabia que o EB estava com está bola toda!

Dod
Dod
1 mês atrás

Alguém tem o quantitativo do EB atualizado?

Heinz
Heinz
Reply to  Dod
1 mês atrás

Google existe pra isso

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Dod
1 mês atrás

O EB tem 213 mil cargos efetivos, 710 cargos comissionados ocupados por servidores, 68 cargos ocupados por pessoas sem vínculo com a administração pública e outros 130 cargos A MB tem 76 mil efetivos, 700 cargos comissionados ocupados por servidores, 25 cargos sem vínculo e 242 outros cargos A FAB tem 71 mil militares, 583 comissionados servidores, 68 cargos ocupados por não-servidores e outros 130. O MInDef tem 367 mil servidores ativos e 459 mil inativos e pensionistas A administração federal tem hoje 352 mi militares ativos e 753 mi civis. Dos inativos, são 96 mil reformados, 72 mil reservistas,… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Camargoer.
Felipe Mendes
Felipe Mendes
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

São muitos pensionistas, hein.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Felipe Mendes
1 mês atrás

Muitos. Destaco o fato do MinDef ter mais inativos e pensionistas que pessoal ativo. Isso é uma anomalia que só ocorre no MinDef

Heinz
Heinz
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Qual a solução? Porque direito adquirido, é adquirido.
É complicado de resolver.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Heinz
1 mês atrás

A primeira coisa que precisa ser feita é entrarmos em um consenso sobre a necessidade de uma reforma do sistema previdenciário dos militares.

A segunda coisa é adotar as mesmas regras que são aplicadas para os servidores civis.

Isso parece um bom começo.

Joao
Joao
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Concordo
Os militares deveriam receber por tudo q trabalham e focar no teto após a reserva… só q ia gastar mais…

Joao
Joao
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

E dizer q a regra tem de ser a mesma do civil, é pq não faz a menor ideia do quanto custa isso.
Se soubesse, discordaria…

Vitor Botafogo
Vitor Botafogo
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Uma anomalia ou as pessoas estão vivendo mais? Um sargento consegue comandar uma tropa com 60 anos nas costas? Sera que ele tem vigor físico?

Gostaria de ver essa comparação com o Judiciário.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Vitor Botafogo
1 mês atrás

Caro. Ao dar baixa, o militar pode continuar sua carreira profissional no setor civil, continuar contribuindo até atingir a idade de aposentadoria. A maioria das pessoas muda de emprego ou de carreira durante a vida. Todos continuam contribuindo para a própria previdência até atingir a idade mínima. Por que tem que ser diferente para o militar? Juízes tem a idade mínima de aposentadoria de 60 anos (homens) ou 55 anos (mulheres) e tempo mínimo de contribuição de 35 anos (homens) e 30 mulheres. Como todo trabalhador, existem regras que permitem a aposentadoria antecipada, antes de completar o tempo de contribuição… Read more »

Dod
Dod
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Muito obrigado Camargoer, eu tive essa informação, mas ñ bate pela quantidade de brigadas do Eb

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Dod
1 mês atrás

São dados do portal da transparência. São dados atualizados diariamente em função da contratação, aposentadoria ou exoneração de servidores federais

https://portaldatransparencia.gov.br/

L G1e
L G1e
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Infelizmente as forças Armadas do Brasil hoje só existe para pagar pensão e aposentadoria 80%. Se não resolver esse paradoxo forças Armadas sem armas. Simples assim.

Joao
Joao
Reply to  Dod
1 mês atrás

Bate sim, prezado.
Na OTAN, a média de homens por Bda, somando quem está na Bda e quem está na Força apoiando a Bda e fazendo ela funcionar, da de 10 a 11 mil homens por Bda.
Bda de manobra (Inf, ação e Bld)
O EB tem 25 Bda.
O que dá 8.500 por Bda. Uma média bem menor.
Lembrando Efetivo nas Bda e nas estruturas que apoiam a tropa em existir e operar.

Joao
Joao
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Salientando que muitos e muitos não recebem 100%.
Exemplo:
Um militar (de antes de 2001) q deixou 3 filhas, cada uma recebe 1/3.
Algumas pensionistas já optaram por receber 50% e já deixar 50% pra filha. Neste caso, em caso da morte da pensionista, a filha não recebe o complemento, fica com 50%.
Isso tudo gente da lei antiga. De antes de 2001.

L G1e
L G1e
1 mês atrás

Essa logística deveria ser feita por estradas saindo do Sul sudeste pôr rodovia até Cuiabá e depois Santarém. Ou Cuiabá Porto velho Manaus. O transporte de soja é feito pôr rodovia e é muito mais rápido.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Ou Cuiabá Porto velho Manaus.”

Esse evidentemente é o trecho mais óbvio a utilizar para o transporte rodoviário de blindados e outros equipamentos para Roraima. Mas tem problemas por ter trechos sem asfalto. Parece que essa questão estratégica (em que pese impactos ambientais que terão que ser mitigados e vigiados para não piorarem o desmatamento, também por razões estratégicas) será finalmente resolvida:

https://www.camara.leg.br/noticias/1028019-camara-aprova-projeto-que-permite-uso-de-recursos-do-fundo-amazonia-para-asfaltar-rodovia

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Ola Nunão. O asfaltamento da rodovia pode ser prioritário, mas não faz sentido usar o Fundo Amazônico para asfaltar uma rodovia. Isso descaracteriza o uso dos recursos, o que pode prejudicar futuras doações ao fundo. Ou o Senado rejeita ou a presidẽncia veta. Os deputados e senadores do Norte podem fazer um esforço e indicar todas das emendas de 2024 para esta obra, por exemplo. Os governadores podem apresentar uma proposta ao BNDES para financiar as obras. P0de-se até buscar recursos no BID. Não vejo neste caso possibilidade de usar recursos do Banco do Brics pelo mesmo motivo do impedimento… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Na verdade nem estou discutindo a questão de onde vem os fundos pra isso, e sim o fato de que houve maioria pra tocar o projeto em frente.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Olá Nunão. Segundo o relatório do Fundo, ele pode financiar projetos nas seguintes aŕeas: 1) gestão de florestas públicas e áreas protegidas; 2) controle, monitoramento e fiscalização ambiental; 3) manejo florestal sustentável; 4) gestão de florestas públicas e áreas protegidas; 5) controle, monitoramento e fiscalização ambiental; 6). manejo florestal sustentável da biodiversidade; 6) recuperação de áreas desmatadas. Sobre um entendimento da Câmara sobre o asfaltamento da rodovia, concordo. Contudo, foi uma solução-problema ṕorque não vai resolver. A rodovida tem cerca de 850 km, podemos supor que sejam necessários recupera pelo menois 1/3 da rodovia, algo em torno de 600 km.… Read more »

L G1e
L G1e
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Bom considerando que infelizmente essa rodovia Porto velho Manaus não seria asfaltada em um ano. O que seria o ideal. Mas considerando 4 anos no mínimo o fundo amazônico conseguiria fornecer 200 a 500 milhões pôr ano além de outras verbas do orçamento federal emendas parlamentar etc. Dá para fazer a obra, é só o Brasil considerar como um projeto estratégico para a defesa nacional, como é,e começar urgente.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Olá LG. Sim. Acho o valor relativamente baixo considerando a importância estratégica e comercial de ligar Roraima a Manaus. O razoável é usar recursos do PAC, seja por emendar ou por dotação orçamentária direta do governo federal. O equívoco, em minha opinião, é buscar recursos do Fundo Amazônico, que tem outro objetivo. As emendas parlamentares são uma disfunção orçamentária pois é extremamente difícil coordenar os interesses dos parlamentares com as prioridades dos programas estratégicos dentro dos ministérios. Aqui em São Carlos, onde moro, uma das vereadores abre anualmente um edital para que a população apresente propostas para emendas, Depois, as… Read more »

L G1e
L G1e
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Infelizmente não concordo com esse argumento o fundo amazônico deveria ser utilizado. Na verdade até hoje ninguém sabe para onde vai esse dinheiro.” E igual cabeça de bacalhau, existe, más ninguém nunca viu”. Mistérios.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  L G1e
1 mês atrás
Filipe Prestes
Filipe Prestes
1 mês atrás

Ah mas segundo o adido da USAF no Brasil, aka Baptista Junior, 28 C-390 eram demais. O Brasil não precisa de tantos aviões de transporte, afinal sempre tivemos 15… Agora aguentem esse arremedo de logística

Jadson S. Cabral
Jadson S. Cabral
Reply to  Filipe Prestes
1 mês atrás

15 talvez dê para as demandas da FAB, mas não para as do EB e da MB. Aí pode colocar uns 50 no mínimo

Francisco Carlos Somavilla
1 mês atrás

Resultado da derrubada, através do voto livre e universal da gestão anterior. Hoje, o Exército não é mais usado para fins eleitoreiros e de dominação política. Parabéns ao oficialato de todas a patentes e a todos os soldados.

AVISO DOS EDITORES: NÃO USE O ESPAÇO DE COMENTÁRIOS PARA PROSELITISMO POLÍTICO.

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https://www.forte.jor.br/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

Gabriel
Gabriel
1 mês atrás

Primeiro, é muita bobagem escrita por pessoas que nunca se quer pisaram na região norte do Brasil. Segundo, nenhum pais que faz fronteira aguentaria uma esforço de guerra contra o Brasil. Não precisa nem pensar ou conhecer muito para concluir isso. Resumindo, uma potencia mundial teria dificuldade em se estabelecer no norte do Brasil e manter a posição. Nem vou perder tempo discutindo a Venezuela, que não consegue nem resolver o problema dos seus refugiados que entram no Brasil todos os dias. Quem gosta de discutir bobagem, tem o professor Girafales, que é um comentarista assíduo no Blog. Esse aí… Read more »

Mig25
Mig25
Reply to  Gabriel
1 mês atrás

Que isso? Pra que deixar um comentário agressivo e idiota desses ainda passar em parte? Pode-se concordar ou não com as postagens do Camargo, mas elas tem conteúdo, e ele não costuma atacar quem discorda dele, isso é inquestionável…ele é um dos participantes que mais agrega ao blog.

AVISO DOS EDITORES: COMO VOCÊ MESMO DEVE TER NOTADO O COMENTARISTA FOI ADVERTIDO E SE REINCIDIR TERÁ COMENTÁRIOS EDITADOS E APAGADOS. QUANDO POSSÍVEL OS EDITORES PROCURAM PRIMEIRO ADVERTIR PARA A PESSOA MUDAR SUA CONDUTA E SEGUIR AS REGRAS DO BLOG, CONFORME PROCEDIMENTOS QUE TODOS PODEM CONFERIR ABAIXO:

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Mig25
Mig25
Reply to  Mig25
1 mês atrás

Obrigado pela resposta.

LeoRezende
LeoRezende
Reply to  Mig25
1 mês atrás

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Mig25
Mig25
Reply to  LeoRezende
1 mês atrás

Estou agradecendo o posicionamento do editor. Aprenda a ler e interpretar antes de vir comentar post dos outros pra falar bobagem…

Gelson
Gelson
1 mês atrás

“Desembarque Estratégico” !? Pára tudo que eu quero descer… A Venezuela está, a pelo menos uns 10 anos causando inquietação na fronteira norte e somente agora vemos o “Paquiderme Atolado” fazer alguma movimento, embora ainda muito pífio? Esta é uma organização militar que adora usar superlativos… Outro detalhe, a substituição do FAL, como anda? Já conseguiram 10% pelo menos? Só este quesito já tem pelo menos 50 anos de atraso. Como está a compra das Minimi, quantas estão disponíveis para uso da tropa? Radares de contrabateria? Defesa antiaérea? Ah, esqueci que aqui não existe, não precisa…foi desativada. Artilharia de Campanha… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Gelson
Felipe
Felipe
Reply to  Gelson
1 mês atrás

Quantos aos fuzis novos IA2 foram comprados mais de 21.000 unidades e quase todos já foram entregues, então sim, pelo menos mais de 10% do total do EB já foi substituído.

Last edited 1 mês atrás by Felipe
Gelson
Gelson
Reply to  Felipe
1 mês atrás

Bom dia, Felipe! Pois é, 10% num programa que já tem também quase 10 anos. A minha preocupação é a falta de prioridade e agilidade em programas que são os mais essenciais, como um fuzil. Imagina então o resto. Esta situação com a Venezuela já fez muitos aniversários e praticamente nada foi feito em termos de contramedidas. Nem uma mínima resposta. Agora temos que ler este bombástico artigo sobre um “desembarque estratégico” a 800km de distância de onde é necessário. Põe “estratégico” nisso! Mas, um dia talvez, cheguemos lá! É duro ter que ler isso. Nós, pobres contribuintes, poderíamos ser… Read more »

L G1e
L G1e
Reply to  Felipe
1 mês atrás

25.000 já entregues as melhores brigadas do exército. Forças de reação rápida.

João
João
1 mês atrás

Boa tarde a todos, uma investida correta e farta em deslocamentos pelas nossas forças armadas, nao depende somente dos militares, já ha mais de 100 anos sempre dependeu dos nossos politicos para liberaçao de verbas para implantaçao de vias ferreas e expançoes urbanas ao longo destas ferrovias, de norte a sul e de leste a oeste em todo territorio nacional, porém os atuais politicos e os demais que ja passaram no poder por varias vezes, preferem investir 5 Bilhoes em verba de campanha, 50 Bilhoes para deputados e senadores, dinheiro que daria para fazer ferrovias de norte a sul em… Read more »

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  João
1 mês atrás

Caro João. Antes de tudo, feliz 2024. Uma ferrovia ou rodovia demanda um retorno econômico, caso contrário ela rapidamente estará abandonada e deteriorada, como aconteceu com a Madeira-Mamoré. Desde o período imperial. as regiões de fronteira á oeste e norte do país eram inacessíveis, a não ser por via fluvial, como durante a Guerra do Paraguai. Já as fronteiras na região sul sempre foram fluídas e abertas. Se por um lado JK iniciou a integração rodoviária do país a partir da construção de Brasília, incluindo os eixos rodoviários. abrindo quase 14 mil km de rodovias, houve um segundo período de… Read more »

João
João
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Realmente, vc tem razão em seu ponto de vista, por isso citei a necesdidade de integraçao dos brasileiros ao longo das ferrovias, onde é ptopicio a urbanizaçao e crescimento, absorvendo mão de obra e crescimento, dando suporte a manutençao da propria ferrovia e gerando crescimento economico, dando oportuniade de expançao a qualquer um que necessita de trabalho, é só iniciar o projeto e dar suporte tecnico inicialmente e o progresso deslancha. Dinheiro nao vai faltar, pelo contrário, vai aumentar.

Caetano
Caetano
1 mês atrás

Há quanto tempo existe a região Amazônica, será que só agora em pleno século 21 o Brasil abriu os olhos para que o exército envie meios de defesa para lá? Cadê o sistema de defesa antiaérea de médio e longo alcance do Brasil, cadê os helicópteros de ataque, cadê os drones de ataque, cadê as fragatas e destroiers de misseis guiados, e vou mais além, cadê os investimentos em defesa? Alguém disse certa vez ” se queres a paz, prepara-te para a guerra” não se pode esperar o país entrar em guerra, para se preparar belicamente, um país de dimensões… Read more »

Scudafax
Scudafax
1 mês atrás

Feliz Ano Novo!
Primeiro:
-Sem domínio do espaço por meios nacionais (sem capacidade de vigilância e comunicação);
Segundo:
-Sem sistemas de defesa antiaérea de média e alta distância.

Invista em tecnologias críticas, com assimetria de custo e benefício. Não adianta ir ao mercado e comprar caixa preta de potência colonial estrangeira, a não ser para realizar engenharia reversa e SECRETA.

francisco
francisco
1 mês atrás

Diz o parágrafo segundo do artigo 20 da Constituição federal. “§ 2º A faixa de até cento e cinqüenta quilômetros de largura, ao longo das fronteiras terrestres, designada como faixa de fronteira, é considerada fundamental para defesa do território nacional, e sua ocupação e utilização serão reguladas em lei.” O Exercito, Marinha e Aeronáutica deveriam ocupar essa faixa. militarizando esses 150 Km da fronteira Amazônica, construindo vilas militares a cada 50 km de distância uma das outras. Em poucos anos esses agrupamentos se tornariam cidades. A propriedade e a posse é de quem ocupa. Se o Brasil não ocupar a… Read more »

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  francisco
1 mês atrás

Caro. O Brasil tem todas as fronteiras definidas. A ideia do território pertencer a quem o ocupa era um critério usado para definir fronteiras em litígio. O Brasil não tem nenhum litígio de fronteira.

Não há necessidade de “ocupar” a fronteira com cidades. Perceba que no sul do país existem situação inusitadas nas quais os dois países dividem uma cidade. Isso não garantia de fronteira.

L G1e
L G1e
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Graças a Deus hoje o Brasil tem suas fronteiras definidas e não precisamos de um centímetro a mais. E só defender o que já temos o que já é muito difícil.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Olá LG. Diria que graças ao Paranhos.. riso.

O Brasil realmente está em uma situação bem confortável em relação ás fronteiras. Os EUA, fazem fronteira com apenas com o México e com o Canadá. O Brasil tem fronteira com oito países com todas as fronteiras pacificadas e definidas. É um grande feito diplomático

Sobre a fronteira com a Venezuela, acho que a maioria dos comentários ignorou o contexto geopolítico entre os dois países. Parece bem equivocado imaginar uma conflito entre os dois países decorrentes de uma passagem forçada de tropas venezuelanas pelo Brasil para chegar ao território da Guiana.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
1 mês atrás

Agora vem os “ispecialistas” em logística, na Selva, querem saber mais que o EB, que faz isso há décadas!! Vamos lá……

Carvalho2008
Carvalho2008
1 mês atrás

Muita celeuma por nada…. 1) O material levou o tempo e por balsa (que a maioria aqui sequer conhecia que existia no EB), porque foi a solução mais barata. Não tem nada a ver por outras serem ou não viáveis. Foi a mais economica . 2) Adotaram a mais econômica, porque preferiram não alardear as movimentações de tropa e concluíram atender assim pois não havia tropas adversárias ali mobilizadas 3) Em 1993, em 4 dias havia 15 mil homens ali mobilizados e instalados e operação de salto de mais 250 paraquedistas. Cascaveis, Urubus e M113, bem como A1 e Xavantes… Read more »

ALISON
ALISON
1 mês atrás

A primeira foto ficou perfeita com o transporte em plena chuva

mendonça
mendonça
1 mês atrás

isso é uma vergonha , isso é ridículo. um pais desse tamanho e não tem blindados naquela região , não tem um unico tanque , veiculo de combate de infantaria , nem misseis nem nada. tem que deslocar esse punhado de viatura italiana que pode ser penetrada por .50 de qualquer guerrilheiro . a venezuela não produz nada de armamentos, mas comprou armas sem miséria, e detalhe, está espalhada por quse todo o território deles. 1600 km é muito distante. se fosse pelo menos 160 km , 10x menos ,menos pior . só foi possível ver o quanto o aquela… Read more »

Last edited 1 mês atrás by mendonça
Jonathan Pôrto
Jonathan Pôrto
1 mês atrás

Daí notamos a incapacidade das Forças Armadas no Brasil, nada absolutamente nada aprenderam com a tragédia na crise de oxigênio em Manaus durante a pandemia!!