PEQUIM, CHINA – As importações de soja da China provenientes do Brasil cresceram substancialmente em novembro de 2023, durante um período tradicionalmente dominado por fornecimentos recém-colhidos dos EUA, informou a Reuters, citando a Administração Geral das Alfândegas da China.

Os dados alfandegários mostraram que o Brasil embarcou 5,2 milhões de toneladas de soja para a China em novembro, um aumento de 108% em relação ao ano anterior. Os preços atrativos da colheita recorde do país sul-americano atraíram compradores chineses durante o mês, enquanto a seca no rio Mississipi e no Canal do Panamá abrandou as compras dos EUA.

As importações totais de soja da China em novembro foram de 7,92 milhões de toneladas, mas a quota dos EUA caiu 30%, para 2,3 milhões de toneladas, face aos 3,29 milhões de toneladas do ano anterior.

Nos primeiros 11 meses de 2023, os embarques totais de soja do Brasil para a China foram de 64,97 milhões de toneladas, um aumento de 25% em relação ao ano anterior. As importações totais dos EUA até agora neste ano caíram 8%, para 20,36 milhões de toneladas, mostraram os dados.

O Brasil também dominou as importações de milho da China, com 3,22 milhões de toneladas em novembro. A China registou importações recorde de milho de 3,59 milhões de toneladas em novembro, somando-se a uma colheita doméstica recorde e pressionando ainda mais os preços no segundo maior produtor mundial.

Com 1,4 bilhão de pessoas, a China é o maior consumidor mundial de soja e o segundo maior utilizador de milho.

FONTE: world-grain.com

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Gabriel BR
Gabriel BR
1 mês atrás

Viva o Agro

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

Olá Gab. Sim. O setor exportador de soja, principalmente, seguido do setor de milho, proteína animal, suco de laranja, açúcar e café (entre outros) são importantes para o superavit da balança comercial. Outro setores tão importantes quando estes, é o de minério de ferro e de petróleo. O Brasil se tornou um grande exportador de petróleo, principalmente porque a sua demanda de refinados é superior ao da capacidade de refino. Então, grande parte da extração de petróleo precisa ser exportada, enquanto se importa bastante gasolina e muita diesel. Ainda que se discuta uma transição para outras fontes de energia, e… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Camargoer.
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

“O setor que mais gera empregos é o de serviços. Isso é um perfil de economias industrializadas, Não adianta querer cobrar do setor agroexportador que seja um grande empregador.” Camargo, Esse velho paradigma tem nuances, mudanças e não são poucas. Nas regiões de produção agrícola para exportação o setor de serviços vem crescendo e empregando cada mais pessoas. O setor industrial evidentemente proporciona empregos com maiores salários aos trabalhadores da indústria, e o setor agroexportador em si emprega relativamente pouco, mas tanto a indústria quanto a agricultura geram empregos indiretos no setor de serviços em grande quantidade – em geral… Read more »

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Olá Nunão. Vocẽ tem razão e agradeço como vocẽ complementou meu comentário. Existe uma relação direta entre o terceiro setor e os setores agropecuários e industriais. Em torno de uma região industrial irá surgir toda uma economia de serviços para atender aquele grupo de pessoas empregadas nas industrias. Escolas, mercados, roupas, automóveis, lazer.. o mesmo acontece em torno das regiões que possuem um agronegócio forte. O interior de SP é um exemplo consolidado de como estes trẽs setores estão relacionados. Meu comentário foi exatamente nesta direção. O setor agroexportador vem contribuindo para o superavit comercial do Brasil há anos. Por… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Camargoer.
BLACKRIVER
BLACKRIVER
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Muito boa sua colocação

Infelizmente nossa produção industrial está no mesmo nível de 2004

É triste mas é verdade!

https://valoradicionado.wordpress.com/2019/05/30/industria-atinge-menor-nivel-historico-104-do-pib-no-1o-tri-de-2019/ Reportagem é de 2019, mas essa semana vi um gráfico do IBGE que mostra a indústria no mesmo nível de 2004

Last edited 1 mês atrás by BLACKRIVER
Camargoer.
Camargoer.
Reply to  BLACKRIVER
1 mês atrás

Olá Black. Você tem razão. Entre tantas coisas, a pandemia também desorganizou tudo… e no meio do caminho teve a crise de 2008. O ponto é que exitem aspectos da produção industrial (como por exemplo ítens de higiene e saúde) que exibem um enorme potencial de crescimento. O Brasil pode ser o celeiro e a farmácia do mundo.. riso, pelo menos a farmácia da América Latina… O setor industrial leva anos para ser montado mas pode ser destruído rapidamente. Então, é preciso políticas industriais efetivas e de longo prazo. Um exemplo foi a indústria de pisos e azulejos no interior… Read more »

BLACKRIVER
BLACKRIVER
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Infelizmente temos alguns problemas sérios que precisam de uma dose de veneno bem reforçada. Burocracia – municipais, estaduais e federais Insegurança jurídica – chegamos a um ponto onde o “açúcar não pode ser doce” o “sal não pode ser salgado” ou seja a cada dia um juíz decide a mesma coisa de uma forma diferente que lhe convém. Segurança públicos – hoje no Brasil a criminalidade foi romantizada ao ponto que errado é quem trabalha duro, pois esses trabalhador/investidor é visto como um opressor. Falta de infraestrutura de transporte, nossa logística é carissima por falta de ferrovias, rodovias, aeroportos e… Read more »

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  BLACKRIVER
1 mês atrás

Olá Black, Você tem razão. A burocracia pública é um problema antigo aqui e no mundo. A reforma tributária foi um passo importante. Existem muitas outras coisas. Só lembro que desburocratiza não é desregulamentar. Por exemplo, a legislação trabalhista e ambiental continua necessária. Podemos simplificar a burocracia ma sem que isso signifique desregulamentar. O sistema judiciário tem problemas, aqui e no mundo. Talvez os problemas mais graves seja a lentidão dos processos e os privilégios que foram sendo acumulados pelo judiciário e pelo ministério público. Há anos eu afirmo que a política de segurança pública no Brasil fracassou há pelo… Read more »

BLACKRIVER
BLACKRIVER
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Quando vc fala em desburocratizar mas não desregulamentar eu concordo plenamente…

Um exemplo é já tem uma rodovia a cinquenta anos… aí pra duplicar precisa de novas autorizações e estudos ambientais…. Há me poupe né…

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  BLACKRIVER
1 mês atrás

Calma…. seguindo este exemplo. Quando a rodovia foi construída, havia uma outra legislação ambiental e entorno do traçado da rodovia era outro. 50 anos é muito tempo. O impacto ambiental inclui o resultado final após concluída a obra mas também inclui a obra em si. Movimentação de terra, riscos envolvidos durante a obra.. Por exemplo, a Rodovia dos Imigrantes, que liga São Paulo ao Litoral foi projetada na década de 70. O impacto sobre a região da Serra do Mar foi enorme, mas estava no contexto da época. Ainda assim, o impacto ambiental foi menor do que o da construção… Read more »

Nei
Nei
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Nessa concordo perfeitamente com você.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Nei
1 mês atrás

Obrigado.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  BLACKRIVER
1 mês atrás

Sim, isso é um problema, mas não confunda produção industrial com participação no PIB. Pode haver aumento da produção e diminuição na participação do PIB ao mesmo tempo (por exemplo, se outros setores crescem mais a produção e a participação no PIB).

De qualquer forma, a crítica à desindustrialização é mais do que pertinente. Ela ocorre de forma exagerada, precoce e suas causas vêm sendo mal combatidas há uns 30 anos por sucessivos governos.

L G1e
L G1e
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Verdade. Com o crescimento da agricultura vem o crescimento do setor de serviços. Depois com a sobra de capital começa a construção de indústrias. Foi assim que SP se tornou um estado industrial, tudo começou com o café. Mas tem uns que não entendem de economia que são contra o agronegócio e contra o petróleo. Sem divisas externas nenhum país consegue se desenvolver. Pôr isso o dólar está caindo de preço no Brasil e vai cair ainda mais chegando a 4,30 ou até 4,00 no futuro.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Correto, Nunão.
No interior, principalmente, o setor de serviços e a indústria são intimamente ligados à agropecuária.

A indústria metalmecânica que atende a demanda da agricultura é muito importante, por exemplo.

E sem estes dois setores (agro e indústria) pujantes, o setor terciário sofre.

Comte. Nogueira
Comte. Nogueira
Reply to  Mercenário
1 mês atrás

Essa é a confusão corriqueira: se a indústria está ligada à agropecuária, ela faz parte da cadeia do agronegócio.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Com a crescente eletrificação dos veículos, é improvável que empresas invistam em novas refinarias de petróleo no Ocidente, pois é um investimento muito alto que precisa de décadas para ser recuperado.

Outrossim, boa parte da exploração de petróleo no Brasil foi pensada justamente para a exportação, principalmente aquela realizadas por empresas estrangeiras ou mesmo pela Prio (brasileira, mas que apenas exporta petróleo), até porque essas empresas estrangeiras buscavam diversificar a origem do petróleo especialmente para não depender do Oriente Médio ou da Venezuela.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Rafael Oliveira
1 mês atrás

Então.. essa é a discussão… para ocorrer a transição de transporte, será preciso aumentar a produção de eletricidade… e tem o desafio das reciclagem das baterias de lítio.

Está é uma discussão que está aberta ainda.

O debate é também em torno da tecnologia híbrida e flex. O caminho é longo… e deveria passar pela questão do transporte coletivo nas cidades.

Outro ponto é lembrar que o petróleo também é fonte de outras matérias primas para a índústria química.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Pois é.
Produção e refino de petróleo continuarão por um bom tempo ainda.

Além disso, o petróleo do pré-sal tem uma boa demanda atualmente por permitir refino de produtos com menor teor de enxofre.

O óleo combustível para navios produzido com petróleo do pré-sal atende com menores custos a nova legislação para combustível marítimo, por exemplo.

L G1e
L G1e
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Exportação de serviços o Brasil estava aumentando. Mas aí veio uns malucos da lava jato e acabaram as empresas de prestação de serviços que o Brasil tinha que eram as grandes construtoras. Lógico que existia problemas mas em nenhum país do mundo o governo acaba com suas empresas, coisas do Brasil pais do terceiro mundo. Hoje o Brasil não tem mais grandes construtoras, os chineses estão vindo para o Brasil fazer as grandes obras. AVISO DOS EDITORES A TODOS NESTA DISCUSSÃO: MANTENHAM O FOCO NO ASSUNTO DA MATÉRIA SEM DESVIAR PARA A DISPUTA POLÍTICA E IDEOLÓGICA. LEIAM AS REGRAS DO… Read more »

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Calma… concordo com vocẽ que a LavaJato foi um desastre. Lembro de um relatório da FIESP (olha só) que estima que o PIB em 2015 teve uma redução de R$ 150 bilhões por causa da interrupção das atividades de empresas devido a LavaJato. A destruição das grandes empreiteiras foi um desastre. No fim, ainda descobre-se que os promotores e juízes eram todos criminosos (mas isso é outra discussão) Quando eu falo em exportação de serviços é mais ampla, o que inclui por exemplo, uma industria se softwares ou serviços digitais e produção de material audiovisual. AVISO DOS EDITORES A TODOS… Read more »

Comte. Nogueira
Comte. Nogueira
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Esse é o maior exemplo da falta de política de Estado para a industrialização: exporta petróleo e importa gasolina e diesel; exporta minério de ferro e importa aço, com suas diversas especificações; exporta soja e importa óleo de palma.
Só está faltando exportar vaca e importar leite.
Ou seja, o princípio básico da industrialização, que é agregar valor ao produto final, não está acontecendo. Isso implica diretamente na renúncia de receitas no comércio exterior.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Comte. Nogueira
1 mês atrás

Olá Nogueira. Concordo em parte. O Brasil precisa ampliar a sua capacidade de refino. Isso é um fato. Historicamente, isso tem sido feito principalmente pela Petrobras. Então, para não entrar neste momento em uma discussão que precisa ser feita com a cabeça fria, temos que analisar quanto e porque a Petrobras fez investimentos da ampliação da capacidade de refino e quando deixou de fazer. Sobre o exportar minério de ferro ou aço, na prática, a siderurgia ganha escala no Brasil a partir da década de 40 com a criação da CSN de um lado e da CVRD no outro. Neste… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Comte. Nogueira
1 mês atrás

“Ou seja, o princípio básico da industrialização, que é agregar valor ao produto final, não está acontecendo.” Não estaria acontecendo, para usar um dos exemplos que você citou, se todo o minério de ferro fosse exportado e todo o aço importado. O Brasil consome minério de ferro extraído aqui em suas siderúrgicas, com ele produz mais aço do que consome internamente, e exporta o excedente (tanto na forma de produtos siderúrgicos quanto de produtos industriais como veículos e maquinário feito de aço). A maior parte do aço consumido aqui é de produção local – ainda assim, o Brasil importa parte… Read more »

Lord-M
Lord-M
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

O nossos grande “aliados” EUA não irão importar?

Há, tinha esquecido, são nossos concorrentes na agropecuária e impõem sobretaxas em vários produtos agropecuários, minério, aço…

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Lord-M
1 mês atrás

Lord-M, Os EUA não importam nossos produtos do agronegócio no volume da China, de fato. Café é uma exceção. Há diversas outras. Porém, esses “concorrentes” são um dos nossos maiores importadores de aço (e diversos produtos siderúrgicos, pois independentente das idas e vindas de taxas por parte deste ou daquele presidente dos EUA, há cotas de importação bastante consideráveis), além de aeronaves, que são um item de altíssimo valor agregado, além de outros produtos industriais. Itens que a China, por exemplo, que tanto busca valorizar o aspecto “complementar” de sua economia com a brasileira, não compra quase nada do Brasil.… Read more »

Lord-M
Lord-M
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Os EUA são nossos concorrentes em quase todas áreas de agronegócio. Exportamos aeronaves para os EUA com a maior parte dos componentes críticos importados do próprio EUA. Assim como nosso maior mercado industrial de manufaturados são os países vizinhos. A sobretaxa sobre nosso aço só é o enésimo exemplo de sobretaxação protecionista dos EUA em relação aos nossos produtos. A China tem uma produção de aço brutal; Política de Estado soberana; não faz o mínimo sentido importarem. De longe com o EUA temos nosso maior déficit e com a China o maior superávit. Não é por acaso; é Política de… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Lord-M
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Lord-M
1 mês atrás

No geral, o comércio segue dinâmico, com crescimento na maioria dos produtos e perspectiva positiva, sobretudo nos itens de maior valor agregado e intensidade tecnológica”, completou. Segundo o documento, cresceu a importância relativa dos bens industriais nas exportações do Brasil aos EUA, passando de 78,5% para 81,6%.”

https://www.infomoney.com.br/economia/amcham-comercio-brasil-eua-acumula-us-55-bi-em-2023-ate-setembro-2a-maior-marca-da-serie/

…quais são os maiores compradores dos produtos brasileiros:
China
Estados Unidos
Argentina
Holanda
México
Chile
Espanha
Singapura
Japão
Alemanha

https://www.otempo.com.br/mobile/economia/soja-lidera-exportacoes-do-brasil-em-2023-veja-os-15-produtos-mais-vendidos-1.3292805

Lord-M
Lord-M
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Do mesmo artigo: “Além disso, cinco dos 10 produtos mais vendidos pelo Brasil tiveram alta em valor no período, com destaque aos combustíveis de petróleo (106,9%), sucos de frutas (58,5%), equipamentos de engenharia civil (40,5%), celulose (9,1%) e semiacabados de ferro ou aço (7,0%). Já entre os produtos importados pelo Brasil dos EUA, houve alta em instrumentos e aparelhos de medição (22,5%), motores e máquinas não elétricas (14,6%); aeronaves (13,0%), polímeros de etileno (1,9%) e inseticidas e fungicidas (0,1%).” … Produtos “industriais” que de fato são insumos para a indústria dos EUA (indústria de transformação intermediária)… O nosso maior comércio… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Lord-M
1 mês atrás

Lord-M, Sim, há os dois lados da questão nos links que te passei. O problema é fazer uma análise 8 ou 80. Você falou de exportações de produtos industriais a nossos vizinhos. Sim, ela é fundamental e deveria crescer. Mas veja a ordem dos maiores importadores do Brasil. Só há um vizinho, a Argentina, que vem depois dos EUA. O volume e valor agregado às exportações brasileiras aos EUA é grande e não pode ser ignorado, como na comparação que você fez no seu primeiro comentário de sua sequência. Avaliações sobre comércio não podem ser apenas no sentido bilateral, do… Read more »

Lord-M
Lord-M
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Eu não faço análises dicotômicas; a base são dados empíricos e geopolítica. É óbvio que não iremos exportar produtos agropecuários brutos para os EUA que é o principal concorrente na maioria das áreas. Quase todas as exportações industriais são de itens de transformação para a própria indústria dos EUA agregar valor em transformação subsequente. Da mesma forma nossas exportações “tecnológicas” são quase todas com partes críticas (e quase sempre as mais caras) com itens “on board” importados dos próprios EUA; logo, se computa essa diferença. Sem falar, no fato citado, na Política de Estado; não há como ignorar esse fundamento… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Lord-M
1 mês atrás

“ Da mesma forma nossas exportações “tecnológicas” são quase todas com partes críticas (e quase sempre as mais caras) com itens “on board” importados dos próprios EUA; logo, se computa essa diferença.” O balanço entre a importação desses itens aeronáuticos e a exportação dos aviões completos resulta em saldo positivo no geral. “ Quase todas as exportações industriais são de itens de transformação para a própria indústria dos EUA agregar valor em transformação subsequente.” Se você está falando da relação comercial específica com os EUA, boa parte é, mas não “quase todas”. Ainda assim, isso não reduz o efeito do… Read more »

Lord-M
Lord-M
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Não sou eu que estabeleci dicotomia; sobretudo na atual situação dos EUA (importam alguns itens pelo sua própria deficiência atual em insumos para fases de transformação industrial); no entanto, o agronegócio, nossa maior área de exportação, é concorrente, como todo mundo sabe. E, em segundo lugar, se a geopolítica não entrar nessa equação sequer tem fundamento um debate. A história corrobora há décadas. As Política de Estados são claras e não vão mudar a longo prazo; não há absolutamente nenhum indício disso; sendo assim iremos continuar a ter o maior déficit comercial com os EUA. Com a China ou com… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Lord-M
1 mês atrás

Mas alguém aqui está defendendo “dependência crítica econômica dos EUA”? Ou da China? Estamos (ou pelo menos eu estou) falando de comércio exterior e detalhando superávit e déficit do Brasil em dois casos (China e EUA) e o que eles significam em itens que são vendidos, comprados e seus valores agregados. Além disso, a relação Brasil-EUA nunca foi estática ou reduzida a uma visão de “interferência na política externa e interna”. Ela não vem de décadas, vem de séculos (desde o período Imperial) e mesmo quando se analisa décadas há aproximações e distanciamentos de parte a parte na política externa,… Read more »

Felipe M.
Felipe M.
Reply to  Lord-M
1 mês atrás

Que nojo quando surgem com esse Papinho furado de lava jato. Aconteceu o que aconteceu e não fizeram nenhum mea culpa. Pessoas sem escrúpulos que acham que nunca erram e continuam insistindo no erro com essas teorias nojentas.

AVISO DOS EDITORES A TODOS NESTA DISCUSSÃO: MANTENHAM O FOCO NO ASSUNTO DA MATÉRIA.

LEIAM AS REGRAS DO BLOG:
https://www.forte.jor.br/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

Lord-M
Lord-M
Reply to  Felipe M.
1 mês atrás

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COMENTÁRIO APAGADO. OS EDITORES AVISARAM PARA NÃO DESVIAREM PARA TEMAS FORA DO ASSUNTO PRINCIPAL DA MATÉRIA NEM PRA A DISPUTA POLÍTICA E IDEOLÓGICA. NÃO INSISTAM.

LEIA AS REGRAS DO BLOG:
https://www.forte.jor.br/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

Last edited 1 mês atrás by Lord-M
Lord-M
Lord-M
Reply to  Lord-M
1 mês atrás

Isso não tem nada de ideologia; é factual, história recente do país.

Um dos maiores crimes lesa pátria da história do país.

Qualquer nacionalista (seja de direita ou esquerda) tem denunciado desde então.

L G1e
L G1e
Reply to  Lord-M
1 mês atrás

Verdade. Os EUA são concorrentes do Brasil na agropecuária. E se os EUA for para o isolamento, parando de importação de produtos industrial, o Brasil vai vender só café para os EUA igual era na década de 30. Os EUA é um dos poucos países do mundo que não precisam de ninguém para viver. Os outros são o Brasil e a Rússia.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Lord-M
1 mês atrás

EUA é um dos maiores concorrentes do agronegocio Brasileiro….

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 mês atrás

Cadê a galera do “não devemos vender nossos produtos pro cumunixxxmu malvadão”?

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Riso.. estão na Argentina.. riso. A gente continua exportando para a China e para quem mais quiser comprar.

Elintoor-_
Elintoor-_
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Os quindins de Iáiá, para quem quiser comprar…
https://www.youtube.com/watch?v=DcMhRfwmnL4

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Elintoor-_
1 mês atrás

Muito Bom. riso.

Sequim
Sequim
1 mês atrás

“Amigos, amigos, negócios à parte”. Se tem quem quer comprar, e se tem quem quer vender, compra-se e vende-se. O resto é ideologia burra.

L G1e
L G1e
Reply to  Sequim
1 mês atrás

” Países não tem aliados permantes. Tem interesses permanentes” algum inglês falou a anos.

Matheus
Matheus
1 mês atrás

Já era de se esperar. A China, em resposta as sanções dos EUA, vetaram a compra do milho Americano. Assim então começaram a comprar mais ainda milho Brasileiro. Hoje o Brasil é o maior exportador de milho do mundo.

EParro
EParro
1 mês atrás

Não vejo a hora deles começarem a comprar picanha! O povo chinês “irá a loucura”.

Renato B.
Renato B.
Reply to  EParro
1 mês atrás

Eu só espero que existe àgua para isso. O clima está mudando e a agropecuária é muito dependente dele. A seca do segundo semestre e o El Nino fizeram estrago.

EParro
EParro
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Temos o “aquífero Guarani”! E a SABESP, privada, vai tratar todo o “esgoto até não querer mais”. Vai sobrar água!

Last edited 1 mês atrás by EParro
Renato B.
Renato B.
Reply to  EParro
1 mês atrás

De fato, a Enel tem sido um exemplo inspirador

BLACKRIVER
BLACKRIVER
1 mês atrás

A notícia não é ruim mas também não é boa… O ideal seria exportar farelo de soja e milho, óleo de soja e milho, carne produzida com soja e milho. Precisamos parar de exportar petróleo barato e importar combustíveis refinados! precisamos pensar no longo prazo. Essas ações geram mais empregos e divisas para nosso país… Correia do Sul não produz alimentos, mas através de de suas exportações de produtos manufaturados de alto valor agregado podem comprar tudo o que não produzem de alimentos! Infelizmente a recíproca não é verdadeira, então precisamos parar de exportar minério de ferro e começar a… Read more »

Last edited 1 mês atrás by BLACKRIVER
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  BLACKRIVER
1 mês atrás

“Infelizmente a recíproca não é verdadeira, então precisamos parar de exportar minério de ferro e começar a exportar navio, aço, aço inox…” Não é preciso parar de exportar minério de ferro para exportar aço. O Brasil está entre os 10 maiores produtores de aço do mundo e há muito tempo exporta aço. A produção de aço no Brasil varia de 30 a 35 milhões de toneladas anuais (desde aço bruto a produtos siderúrgicos), sendo 20 a 25 milhões consumidas aqui e aproximadamente 10 milhões exportadas. Não sei se já consolidaram os dados de 2023, até novembro se esperava queda em… Read more »

L G1e
L G1e
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Verdade. O Brasil tem que exportar aquilo que produz e aquilo que outros países querem comprar e o Brasil é competitivo. Os EUA sempre foram grandes produtores e exportadores de produtos agrícolas.

BLACKRIVER
BLACKRIVER
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Há cada tonelada de soja, milho ou minério de ferro que exportamos sem processar… estamos perdendo a oportunidade de gerar empregos e riquezas aqui dentro do nosso país.

Por outro lado hoje temos 20% dos jovens em idade entre 18 ~ 30 anos que não trabalham, e ao que parece não fazem muita questão de trabalhar.

L G1e
L G1e
Reply to  BLACKRIVER
1 mês atrás

Mas os outros países querem comprar minério, soja grãos etc. Essa mudança de patamar de primário para industrial não acontece de um dia para outro. O Brasil tem concorrência.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  BLACKRIVER
1 mês atrás

Olá Black, Quase isso. Eu concordo que é preciso aumentar a produção para consumo nacional e para exportação de bens industrializados. A indústria naval é sempre uma boa discussão. O Brasil tem um grande potencial para produção naval. Navios são equipamentos que sempre terão demanda. Claro que existe uma curva de aprendizado que precisa ser protegida. É improvável que um estaleiro consiga índices de produtividade e custo iguais ou menores aos de estaleiros consolidados no primeiro navio Só que o processo começa sempre no primeiro navio. Uma empresa privada, por exemplo, sempre tomará a decisão pelo menor preço. Senão ela… Read more »

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Camargo, já tentaram três vezes criar uma indústria naval no país. Com Juscelino, com os militares e com o Lula. Todas terminaram com grandes prejuízos aos cofres públicos.
Parece que o pessoal não aprendeu ou, ao contrário, gostou muito do resultado, e estão querendo tentar de novo. Suspeito que se for tentado, terminará como das outras vezes.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  EduardoSP
1 mês atrás

Olá Edu. Isso mostra como e difícil. È um programa de longo prazo. A conta é mais complicada. Primeiro é preciso contabilizar quando foram os créditos, depois contabilizar se estes créditos foram pagos ou quanto deles foram pagos. Daí, é preciso contabilizar toda a receita em impostos gerada de modo direto e indireto, inclusive a contribuição previdenciária dos empregos diretos e indiretos. É o mesmo argumento usado para criticar a fabricação no Brasil de navios militares, sugerindo que a simples importação de navios construídos em estaleiros no exterior seria mais barato. Quando se considera os impostos diretos e indiretos, geração… Read more »

Lord-M
Lord-M
Reply to  EduardoSP
1 mês atrás

_____ _____ Nenhum país Soberano abdica de uma indústria naval. É total falta visão estratégica de país. Preferem importar (“mais barato” = empregos e desenvolvimento industrial e tecnológico em outro país) do que produzir no Brasil. É exatamente por isso que a indústria e estaleiros brasileiros definharam. Exemplo? Estaleiro Rio Grande no RS! Sucatearam plataformas em construção para importar do exterior (depois de 2016). Acabaram com o estaleiro; que também fomentava uma nascente indústria metal-mecânica naval no Estado; tudo liquidado para “comprar mais barato” na Coreia do Sul. Mesma coisa aconteceu em Pernambuco, Rio de Janeiro, dentre outros. COMENTÁRIO EDITADO.… Read more »

L G1e
L G1e
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Os EUA até o começo do século 20 mantinha o seu mercado interno que era gigantesco fechado para a importação de produtos industrial, pôr isso viraram a potência de hoje. Tudo indica que os EUA irão se fechar novamente priorizando os produtos fabricados nos EUA e também no México, mão de obra barata. As importação de produtos industrial dos EUA da China e Europa e Japão Coreia do Sul vai diminuir muito no futuro. Veremos um novo isolamento dos EUA igual antes da segunda G mundial. O EUA vão sair da OTAN e Europa Japão Coreia do Sul etc terão… Read more »

Vinicius Momesso
Vinicius Momesso
1 mês atrás

Acham mesmo que o Brasil iria reduzir sua área cultivável para a expansão de seu parque industrial? O Brasil é e sempre vai ser a “fazenda do mundo”. Aqui no interior de São Paulo apesar de a maioria cidades terem grande extensão territorial, a área urbana representa na maioria das vezes menos de um terço, sendo o resto plantação de cana-de-açúcar ou outra cultura. Fato!

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Vinicius Momesso
1 mês atrás

Caro. Não há necessidade de reduzir a área cultivável para expandir o parque industrial. As indústrias são construídas próximas ás áreas urbanas por causa dos funcionários. São áreas urbanas.

Vocẽ tem razão…. aqui no nosso entorno tem muita cana para produzir álcool e açúcar. O problema são as áreas degradadas. Quando a gente segue pela Carvalho Pinto, tem muita área que foi plantação de café e agora está tudo lá..

O desafio é aumentar a produtividade sem aumentar a área de cultivo

Renato B.
Renato B.
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Está certo Carmagoer, de fato a produtividade aumentou muito nas últimas décadas. Mas eu acrescento um outro desafio atual tão importante quanto: restaurar os milhões de hectares que temos de áreas degradadas. Temos que parar de semear desertos.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Exato. Há dois caminhos. 1) reflorestar ou 2) aproveitá-las para atividades comerciais, seja pecuária, lavoura ou até reflorestamento para produção de madeira ou celulose.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

O que pude ver em artigos a respeito (embora isso varie muito de região para região) é que, com as oportunidades geradas pelo mercado de créditos de carbono, o caminho de maior custo-benefício para pastos altamente degradados é o reflorestamento com espécies nativas. O que inclui maior lucratividade para o próprio dono da terra – lembrando mais uma vez que estou falando especifivamente nos casos de elevado grau de degradação, para os quais necessitaria de investimentos maiores ao longo de anos para “consertar” o solo e ter produtividade baixa durante esse tempo, com maiores riscos embutidos do que o reflorestamento.… Read more »

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Olá Nunão. Outro obstáculo para empregar áreas degradadas é a topologia. Algumas áreas que serviram de plantação por anos são inapropriadas para a mecanização.

Algumas topologias também são inapropriadas para pecuária. Nestes casos, a melhor alternaiva é a recuperação com mata nativa. Isso também é caro, mas existem recursos a fundo perdido para recomposição de mata nativa

L G1e
L G1e
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Crédito de carbono ainda não existe já procurei e não achei. E olha que eu sou um grande protetor da natureza e não recebo nada pôr isso. Infelizmente alguns ambientalista de apartamento recebe mais que os produtores rurais. Se alguém souber como ganhar dinheiro com crédito de carbono estou a disposição para ganhar esse dinheiro. E muito oba oba más dinheiro só para os chegados. Se existe esse dinheiro do crédito de carbono. Até hoje nunca vi nenhum produtor rural que eu conheço que já recebeu. Bla bla bla.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  L G1e
1 mês atrás

LG1e, Sugiro procurar se informar e, se você possuir área degradada com interesse em reflorestar, aproveitar as oportunidades. Alguns exemplos para você iniciar sua pesquisa: https://capitalreset.uol.com.br/amazonia/desmatamento/na-ambipar-credito-de-carbono-da-escala-a-reflorestamento/ https://istoe.com.br/credito-de-carbono-como-empresas-brasileiras-lucram-com-a-sustentabilidade/ https://www.estadao.com.br/amp/economia/negocios/reflorestamento-carbono-votorantim-btg-klabin-gavea-arminio/ Caso você possua uma área florestal em sua propriedade e ela seja superior ao limite de reserva legal em sua região (por exemplo, sua região permitir desmatamento de 50% e você ter área desmatada de apenas 30% e o resto ser reserva) até onde sei você pode procurar “vender” a preservação do seu excesso para algum produtor que está com menos área de floresta do que o exigido. Há mercado pra isso… Read more »

L G1e
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Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Blz Nunao. Vou verificar aqui.

Renato B.
Renato B.
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Tem muita controvérsia no caso do plantio de eucalipto para celulose. Especialmente no caso de recursos hídricos. Mas tem trabalhos na área de agrofloresta e criação de produtos agrícolas de alto valor agregado em contraste às commodities.

A questão é que ainda entendemos pouco sobre os serviços ambientais prestados pelas áreas vegetais nativas. Falo isso porque o Brasil não é só floresta, a relação entre a oferta de recursos hídricos e as savanas do cerrado e a floresta amazônica ainda demanda muito estudo, mas há resultados importantes.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Pois é. Plantio de eucalipto no Brasil precisa ser visto como área de cultivo. Reflorestamento é outra coisa. Isso é recompor a mata com espécies nativas.

Ainda que o termo “floresta” possa ser usado para coletivo de árvores, o cultivo de eucalipto ou de outra madeira, tem um fim comercial. É para gerar matéria prima.

Também é preciso lembrar que em nas regiões temperadas, as florestas nativas são de pinheiros … bem diferente do tipo de floresta nativa da Amazônia ou da Mata Atlântica.

Cada coisa é uma coisa.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Mas tem uma ponderação aí: não é reflorestamento com espécies nativas, é comercial, mas pode fazer parte de um conjunto de soluções para capturar carbono, que é a grande questão de hoje nas conferências e acordos. Se a destinação da madeira é para produção de móveis, uso em construção civil, papel etc, o carbono permanece na matéria-prima gerada. Se a destinação for queima, o carbono é liberado novamente (mas aí entra na conta o tipo de queima, se substitui carvão mineral na siderurgia, combustível fóssil em secadores de grãos etc). Por isso é fundamental a rastreabilidade dos processos produtivos e… Read more »

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Olá Nunão. Vocẽ tem razão quando ao “aprisionamento de carbono” pelas áreas de plantio de eucalipto e outras madeiras comerciais. Uma vez, um estudante perguntou se eu concordava com o uso de sacos de plástico de supermercado. Expliquei que se ele é usado para conter lixo doméstico que é depositado em aterros sanitários, parece ótimo, porque isso significa aprisionamento de carbono. Até comentei que uma estratégia seria plantar eucalipto, corta e enterrar a madeira…o rapaz ficou irritado riso A questão do reflorestamento nativo envolve questões como biodiversidade e também habitat para a fauna selvagem. Por isso a necessidade de se… Read more »

L G1e
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Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Eu sou a favor do Brasil proibir as sacolas de plástico nos supermercados e também as garrafas pets… Aí sim eu concordo plenamente é muita poluição em todos os lugares. Já vi vacas morrendo pôr ingerir sacolas plástica…

Renato B.
Renato B.
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Eu não estou pensando só em mercado de carbono, mas os outros impactos ambientais que vem junto.

Mas concordo que a rastreabilidade é essencial, tanto que criminosos a detestam. Isso vale para gado em área grilada, madeira retirada ilegalmente, soja em área roubada, minério em reserva indígena e todo o resto de material criminoso que tentam “lavar por aí”

L G1e
L G1e
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Mestre vc foi mau mal nessa….

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Em quais pontos?

L G1e
L G1e
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Lá na roça o português era assim:

Mau= bom
Mal= bem

Se a frase tiver uma audições melhor quando vc muda as palavras para mau ou bom ou mal igual a bem está correta. Simples assim. Sem advérbios etc.

L G1e
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Reply to  L G1e
1 mês atrás

Na verdade na roça nos sertões ainda se fala a língua geral mistura de Tupi com português…

L G1e
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Reply to  L G1e
1 mês atrás

Estou falando isso porquê um dia alguém formado na USP em medicina, a elite da elite da elite. Que ganhava 25× o que um professor ganha me corrigiu. Ele falou que estudou na USP, a elite da elite da elite para não ter que atender favelado no SUS. Achei estranho eu também estudei em universidade, não foi na USP a elite da elite da elite. Mas eu conseguir me formar mesmo trabalhando durante o dia e a noite estudando. Levantava 6 horas da manhã e ia dormir 24: horas da noite. Hoje o meu celular é velho, eu também sou… Read more »

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Eita…

lembrei de Gumarães Rosa…. eu precisei reaprender a ler para ler Guimarães Rosa…

minha frase favorita de Grandes Sertões Vereda…

Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa”

L G1e
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Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Eu também já li os sertões e também a guerra do fim do mundo Vargas lhosa… Muito bom para quem quiser conhecer os sertões do Brasil…

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Muito bom

L G1e
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Reply to  L G1e
1 mês atrás

A história de Antônio conselheiro, João abade, Pajeú, e outros e sensacional. Canudos nos sertões foi a primeira e única experiência do comunismo no mundo que deu certo. E ninguém lá nunca soube o que era o comunismo nunca leram nada sobre o comunismo. Apenas seguia a bíblia. As primeiras comunidades do cristianismo…

L G1e
L G1e
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Todos os que chegavam em canudos e queriam viver lá. Tinha que entregar todos os seus bens materiais para a comunidade, parece que o João onorio que cuidava da dispensa manutenção. Ninguém passava fome. Aqueles que chegavam em canudos e aceitavam viver lá de acordo a legislação do local recebia um local para construir sua casa. Também recebia um local para fazer plantação. Na grande maioria pessoas extremamente pobres, índios, ex escravos, etcetera. Lá não era permitido bebida alcoólica e nem prostituição. Uma comunidade muito acima do seu tempo. Ninguém passava fome. Chegou a ser a maior cidade da Bahia… Read more »

Renato B.
Renato B.
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Verdade, eucalipto é plantação, não reflorestamento. Eles não cumprem as mesmas funções ambientais que uma floresta.

L G1e
L G1e
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

É isso que vc está falando que a Europa e EUA Japão tem que fazer… O Brasil já tem muitas reservas naturais. Aqui mesmo no sertão eu mantenho florestas com tucanos, pica pau, canários, tamanduá bandeira, tatus, veados, raposa, etc. E não recebo nenhum centavo. Proibido caças, já arrumei confusão pôr causa da proibição de caça. Segue o jogo. Estou fazendo a minha parte sem receber nada pôr isso. Mas eu gosto de manter a natureza.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Pois é… mantenho metade do meu terreno com árvores, algumas frutíferas.. até banana. O bairro é muito arborizado.

Aqui é uma cantoria de sabiá de madrugada. Tem pica pau, tucano… pombos, claro, bem-te-vi, beija-flor… e tem um sapo que mora no jardim e vem tomar banho na frente da cozinha (a gente construiu uma piscininha para ele). Tem quati, tamanduá, tatu, gambá e teiú.

No bairro, a gente anda devagar para não atropelar os bichos…

tem macaco, ema, carcará.. até urubu.

em compensação, o IPTU é 4% mais barato pela área permeável.

L G1e
L G1e
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Muito bom. Vou contar uma história uma vez a muitos anos eu estava na roça e apareceu dezenas de cachorros correndo atrás de um filhote de veado, na minha frente, fiquei nervoso e revoltado com aquela situação.

Coloquei um prêmio de mil reais para quem me trouxesse uma orelha daqueles cachorros caçadores.

A notícia espalhou na região, cada cachorro bom caçador custa até 5 mil reais.

Me ameaçaram até de morte, más no final até hoje os caçadores se afastaram da minha terra. Espero que nunca mais voltem….

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Eita povo bravo.. riso

L G1e
L G1e
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Rsrs

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

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Renato B.
Renato B.
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Obrigado, por ilustrar, a extensão das áreas degradadas no NE e a expansão no CO está cada vez maior. Basta uma sela longe e vamos ficar parecidos com o vizinho na mesma latitude do outro lado do atlântico.

Renato B.
Renato B.
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

ops, basta uma seca longa

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Pelo contrário, o mapa mostra que o Brasil tem os menores impactos

Renato B.
Renato B.
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Não adianta comparar com o resto do mundo, tem que comprar com o próprio país, a não ser que você queria ter uma vida miserável como refugiado climático para as próximas décadas.

Renato B.
Renato B.
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Isso não é uma copa do mundo, mas a sustentabilidade de um país.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

E somos sustentaveis…..matriz verde de energia.

Mas para deixar claro, não sou favoravel a floresta amazonica intocada. Devemos explora-la dentro da legislação atual.

O Sul e Sudeste, temos de reflorestar.

As Cidades tem e devem ser reflorestadas.

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Malasia é exemplo de Cidade verde….moro em são paulo, respiro ar de São paulo…são paulo tem de ser verde…isto tem de ser para qualquer cidade, de qualquer porte, o contrario é hipocrisia…

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Não é pintura…
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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Vão construir 3 ilhas sustentaveis…
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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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Last edited 1 mês atrás by carvalho2008
carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Comparar é benchmark, somos melhores em tudo no quesito climatico, agropecuario, ecologico, reservas ambientais e indigenas.

Renato B.
Renato B.
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Você pode cantar enquanto corre para o abismo, mas ele vai continuar sendo um abismo e não tem foto bonita que mude isso.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Bom, não há abismo quando os gráficos são positivos, quando o ranking é positivo….talvez o abismo esteja na Mongólia ou Azerbaijão…não aqui…números estão dissociados destas emoções….

Renato B.
Renato B.
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Você está escolhendo comparações inúteis. Se pegar só por um gráfico de porcentagem de área plantada a micronésia é o celeiro do mundo. É praticamente a definição da falácia do Cherry picking.

Last edited 1 mês atrás by Renato B.
Renato B.
Renato B.
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

A questão é que você não adianta usar números se você não entendeu que eles descrevem um pedaço tão pequeno da realidade que você perde o quadro principal. Você está vendo um árvore e acredita ser uma floresta, mas na verdade do lado da árvore está o abismo Independente dos erros de outros países o Brasil tem muito trabalho a fazer e um quadro perigoso a resolver. Você caiu em algo mais insidioso e eficaz que a fake news, a controvérsia falsa. As informações você apresenta são reais, mas elas te induzem a um entendimento errado. Tem um artigo muito… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Mestre…sou o carvalho2008 que antes usava o Carvalho2005 aqui no site e detida época…com 20 anos de trabalho na área de indústria de informacao…área rica em ciência de dados…estou inclusive contratando um jovem Cientista de Dados neste momento….entendo de análise de dados e estatísticas,mestre….pode ser que meu quadro esteja pequeno, pois estou falando do Brasil e como Brasil, estamos bem sem necessitar olvidar partes que realmente necessitem cuidados e atenção….o Brasil não justifica a poluição do mundo mas o mundo do justifica seus próprios desastres ambientais em especial, aqueles já existentes em sociedades e nações já existentes entre mil a… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Carvalho2008
Renato B.
Renato B.
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

De boa, porque está me falando do seu currículo e de quem está contratando? Só tem um mundo onde vivemos, a mudança climática não se importa com fronteiras. A agricultura sempre foi dependente do clima, seja a grande plantação de soja ou a sua horta urbana. Independente das besteiras que os outros fizeram responsabilidades ambientais do Brasil são imensas. Não existe sustentabilidade economica sem a ambiental. A social até se consegue conter numa ditadura, mas até isso tem limites. Pintar quadros bonitos pode trazer te conforto, mas não dá mais para se esconder das bobagens que as gerações anteriores fizeram… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Discurso sem números…São apenas discurso…números sem análise, são dados não correlacionados….

A realidade é diferente do discurso

O Brasil está bem

Renato B.
Renato B.
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Uma dica de sobrevivencialismo para o futuro. As chances de um faxineiro na Noruega ou Canadá (possível nova fronteira agrícola) são maiores que as de médicos, engenheiros e, claro, sobrevivencialistas dos países tropicais.

O sobrivencialismo solitário ou em pequenos grupos vai despencar a expectativa e qualidade de vida de seus membros. É como lutar com armas: é bom treinar, mas o melhor é não se enfiar em encrenca.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Gosto do sobrevivencialismo não por sobreviver a qualquer custo, mas justamente por preservar e racionalizar energias e técnica que permitam conforto num ambiente de crise….evita desperdícios, permeia primeiros socorros, economia doméstica, recursos renováveis, aquecimento solar,etc…é um verdadeiro curso de defesa civil que deveria ser ensinado nas escolas, plantações, criação, etc…O sucesso é quanto maior o grupo de pessoas adotem as práticas e prevencoes. Mas daí é a consciência de cada um….é como a fábula da cigarra e a formiga…não é culpa da formiga se a cigarra não se preocupou em se precaver a aprender a lidar com as dificuldades…ela poderia… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Carvalho2008
carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Area degradada? apesar da existencia em qualquer atividade agricola no mundo, o Brasil não possui areas degradadas maior que qualquer pais do mundo.

Para alocar no eixosem dispersão, o Brasil ocupa ma posição pequena com relação a ocupação agricola de seu território. Ocupa apenas 7% dele , enquanto outros paises possuem uma ocupação muito maior.

Bem, area degrada agricola, tem de estar dentro dos 7%, uma vez que é a area de produção ou baixa produção ou subprodução….mas encerra-se neste contexto.
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Renato B.
Renato B.
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Já tem como aumentar a produtividade sem aumentar área plantada, esse tem sido o grande investimento das últimas décadas que realmente fez diferença.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Sim, correto. O termo área degradada é incorreto e leva a muitos erros. Normalmente o termo alia-se como sinônimo a área desmatada e usa o termo degradada. Toda área de produção agropecuária usa uma área que décadas ou séculos atrás era nativa….bem como a construção de cidades e bairros…aí os gráficos ficam loucos porque quando se plotar o mundo mas mirando-se o hemisfério Sul, mostra a devastação europeia e Norte americana….o que não tem a se defender…e fica uma hipocrisia como contar área degrada apenas o que é explorado nos últimos 50 anos. Mas o termo apesar de ainda sim… Read more »

Renato B.
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Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Você também pode chamar inundação de “súbito aumento na oferta de àgua” para agradar seu pendores ideológicos, mas as coisas existem independente do nome que você queira dar a elas. Você mesmo reconhece que são degradadas quando admite que tem produtor que prefere vender para virar condomínio a recuperar a área. O termo area degradada e, mas importante, o conceito, já são tão pacíficos que o Decreto Federal 97.632/89 define área degradada como “processos resultantes de danos ao meio ambiente, pelos quais se perdem ou se reduzem algumas de suas propriedades, tais como a qualidade produtiva dos recursos naturais.” Entre… Read more »

carvalho2008
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Reply to  Renato B.
1 mês atrás

A area agricolaa é privada e dentro de sua analise de investimento ou capacidade de gerar riqueza, o proprietario é que avalia se vale a pena investir em “a” ou “b”…se for em condominio , estra gerando riqueza dentro do valor avaliado…ninguem rasga dinheiro….ninguem rasga riqueza de capital ….

Renato B.
Renato B.
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Rasga sim, os estudos sobre bioeconomia mostram que o Brasil está rasgando riqueza e futuro.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Qual….? Ninguém nega que existam áreas que foram exploradas e agora encontram-se gastas e inapropriadas a produtividade mínima de custo benefício de cultivo. O que se coloca é posicionar o problema dentro do tamanho da questão agrícola como um todo….. Não há como lutar que mesmo havendo nichos e espaços de resgate e aumento de produtividade sob este prisma, que não estejamos absolutamente a frente em qualquer quesito que o seja de produtividade e potencial de expansão global…. não se nega…apenas não se procura superlativizar….. Seria como criticar o Michael Schumacher que fez a pole, ganhou o campeonato, por não… Read more »

Renato B.
Renato B.
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

De boa, e daí? As areas degradadas então não são um problema?

Na verdade as áreas degradadas são literalmente um problemão. Estima-se que o Brasil tenha 140 milhões de hectares degradadas, isso já é o dobro da área total da França, do país todo.

Last edited 1 mês atrás by Renato B.
carvalho2008
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Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Area degradada é uma coisa…e muitos mapas apontam desmatamentos regulares ou irregulares sob o prisma…onde existia mata ou bosque ou floresta, surgem cidades, bairros ou condominios…aloca-se o hemisferio sul como area degradada e releva-se hemisfero norte como se a area ocupada pela população não fosse a mudança da fauna e flora da região… Area agricola degrada é outra coisa……onde a area permanece destinada a produção ou reserva de produção mas com baixisima produtividade …. em ambas as situações, o Brasil possui apenas 7,8% de area ocupada por agropecaria…..e ai sim dentro destes 7,8% existem areas dentro dela degradadas e, exclusivamente… Read more »

Last edited 1 mês atrás by carvalho2008
Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Se a área degradada pela agricultura está contidas nos 7,8% do total de área agrícola, e temos recorde de produtividade agropecuaria mundial, então qualquer percentual de area
degradada agrícola é uma soma de oportunidade de incremento….uma vez que se você pega a menor faixa de produtividade e tenta igualar a mediana de produtividade, a expectativa é sempre de incremento….

EParro
EParro
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Quem “estima-se”? Como “estima-se”? Quando “estima-se”?

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  EParro
1 mês atrás

O pessoal critica mas não posta dados…ou fica irritado quando vc demonstra o viés….um discurso pode ser feito com qualquer número solto, mas quando vc os organiza, percebe que o enunciado não bate, ou tem viés…

Eu sou da indústria de dados a mais de 24 anos…focado em projetos…gestão e relacionamento estratégico…

Renato B.
Renato B.
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Mas você tem o enviesamento básico de escolher um ponto de análise não sair dele e perder de vista o quadro todo. Misturou a famosa falácia do espantalho e uma dose de cherry picking.
Vou repetir o título de um artigo que botei acima The risk of fake controversies for Brazilian environmental policies

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Mestre Renato B, o amigo deve estar brincando….li o texto e fiquei esperando até a última página um estudo estatístico, uma tabela….o texto de enunciado está em inglês, mas são brasileiros escrevendo…achei estranho, não estudei os nomes, mas percebe-se claramente quando o texto não apresenta dados, mas palavras anotadas do tipo negacionistas, fala de uma política de régua de 2003 a 2012…fala de nome de políticos Temer, bolsonaro….rapaz…poxa…parei para ler….e ainda tem subanunciados para contra-argumentar do tema….meu amigo…por favor passe outro link ….este somente tem vocábulos partidários sem uma única estatística….

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Vinicius Momesso
1 mês atrás

Vinicius,
Desde quando a extensão da área agrícola é um empecilho para expansão da indústria? O espaço físico ocupado por uma não interfere no que é ocupado pela outra.

Nemo
Nemo
Reply to  Vinicius Momesso
1 mês atrás

Na Alemanha a produção agrícola ocupa metade da área do país.

Carlos I
Carlos I
Reply to  Nemo
1 mês atrás

Pois é, aqui no Brasil em torno de 8%

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Nemo
1 mês atrás

Na Alemanha, as florestas cobrem 33% da área, mas a maioria delas foi reconstituída depois das duas primeiras guerras. As áreas de florestas originais é apenas uma fração disso. No Brasil são 61% do território, sendo a maior parte floresta original. Além disso, A área ocupada pela pecuária no Brasil é cerca de 10% do território, maior que a área cultivada. O problema é as áreas degradadas no Brasil são equivalentes a duas vezes do território da França, algo em torno de 13% do território.

Ou seja, tem mais área degradada que área cultivada.

Renato B.
Renato B.
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Se o Brasil assumisse a área cultivada da alemanha arrebenta com as áreas de recarga de nascentes, zoneiam as bacias hidrográficas e arrasa o plantio e pecuária. Sem contar que a área florestal européia geralmente é um bando de pinheiros sem graça. A biodiversidade é muito menor que a daqui. [E mais fácil de recuperar porém os serviços ambientais proporcionados pela biodiversidade são imensos e o Brasil ainda tem muito a se aproveitar disso. A indústria farmacêutica é um bom exemplo desses serviços.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Concordo 100%.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Nenhuma produção agricola europeia, passaria pelo crivo da legislação ambiental brasileira. Eles não tem areas de preservação das encostas e rios e muito mais….extinguiram a fauna…

L G1e
L G1e
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Verdade. É só implantar a legislação ambiental brasileira nos EUA Europa Japão. vamos ver o que acontece. Rsrs. É triste mas só rindo. Rsrs

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Caro. O Japão tem cerca de 70% da sua áreas coberta por florestas e áreas originais. A legislação ambiental lá é muito rigorosa, ainda que tenha características diferentes da legislação brasileira.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

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Renato B.
Renato B.
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Um gráfico comparando a cobertura vegetal da micronésia com a do Brasil em termos de porcentagem ilustra perfeitamente a ideia de torturar números para apresentar resultados agradáveis.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

O amigo pode apresentar seus gráficos também….mas é sempre difícil discutir com números….perceba que exceto Japão Suécia e Finlandia…não existe qualquer país grande e desenvolvido no Ranking….pois eles destruíram tudo….

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Olá Carvalho. Voce tem razão. E a discussão é ainda mais interessante, Focando nos países de grande extensão (Brasil, CHina, Russoa, EUA, Canadá e outros), nenhum deles tem grandes extensões de florestas, contudo é preciso lembrar que Russia tem uma enorme parte do seu território ocupadas por regiões muito frias, assim como no Canadá, enquanto que EUA e China tem grandes desertos e grande parte dos EUA é coberto por savanas. Sabemos que os EUA promoveram ao longo da história uma enorme devastação e que a atividade madeireira no Canadá é bastante intensa. No Japão, uma grande parte das florestas… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Camargoer.
carvalho2008
carvalho2008
Reply to  L G1e
1 mês atrás
Renato B.
Renato B.
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Quem disse isso? A França por exemplo tem leis contra o que chamam de “poluição agrícola” na beira dos rios, entre outras coisas. Sem contar que a questão ambiental também tem as leis da União Européia, já que meio ambiente vai muito além das fronteiras e, por fim, eles tem muito menos biodiversidade. De qualquer modo, as besteiras que os Europeus fizeram no passado não abrem espaço para se fazer besteira por aqui.

Na verdade essa discussão já ficou ultrapassada quando surgiu a ideia de sustentabilidade ambiental, economica, social etc.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Nossa legislação ambiental é mais completa, destina maior área de preservação por propriedade, no Brasil, 25% de todas as matas nativas do país estão dentro das propriedades rurais. A distância de cultivo das matas calibres é maior. Pode-se escolher qualquer item: a) área mínima de preservação florestal por propriedade rural b) distancia de cultivo dos mananciais c) área de reservas indígenas sobre o total do país d) área de reserva natural (diferente de “a”) f) Matriz energética renovável g) percentual de emissão de carbono do país H) percentual de emissão de carbono percentual capita j) área o ocupada para exploração… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Floresta artificial…sem veados, bisoes, javalis, área morta…

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Olá Carvalho… eu já não sei dizer qual o nível da fauna nas florestas da Alemanha, até porque as próprias florestas (nativas ou reconstituídas) têm uma aspecto diferentes das florestas amazônicas pela própria geografia.

Afirma que são “áreas mortas” pode ser um equívoco.

Certamente a biodiversidade lá é menor que a encontradas nas florestas amazônica, da mata atlântica e até do cerrado…

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

https://florestas.pt/saiba-mais/ainda-existe-floresta-natural-na-europa/ “…Atualmente, de acordo com os dados do State of Europe’s Forest 2020 (SoEF2020), estima-se que apenas cerca de 2,2% da área florestal (4,68 milhões de hectares) na Europa (excluindo a Rússia) seja natural, sendo que a maioria destas florestas não tocadas pela intervenção humana (Undisturbed by man) se situa na Europa do norte. Estes valores estão em concordância com os resultados do Global Forest Resources Assessment 2020 (FRA2020), 4,18 milhões de hectares de floresta primária na Europa excluindo a Rússia. De notar que o FRA2020 utiliza uma nomenclatura diferente do SOEF2020 e considera as florestas de espécies nativas sem indicações visíveis de atividade humana e… Read more »

L G1e
L G1e
Reply to  Vinicius Momesso
1 mês atrás

Meu caro. Nada a ver pode continuar produzindo e aumentando a produção agropecuária e também ter indústria. Os EUA e Europa tem muita produção agrícola e exportam para o mundo inteiro. Segurança alimentar.

Allan Lemos
Allan Lemos
1 mês atrás

Imagine se o Estado nāo atrapalhasse a vida do agro

Sequim
Sequim
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Imagine se o agro não atrapalhasse a vida da sociedade com queimadas, uso de agrotóxicos proibidos e trabalho escravo.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Sequim
1 mês atrás

Nada disso está presente no agro moderno brasileiro.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Sequim
1 mês atrás

Allan e Sequim,
Nem tanto ao céu, nem tanto à terra. Ambos estão exagerando, cada um pra um lado.

Sequim
Sequim
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Você viu o que aconteceu em Manaus ano passado? A cidade imersa em fumaça? Aquilo foi fazendeiro agro-exportador tacando fogo na floresta. Não foi noticiado pela grande mídia corporativa quem eram os responsáveis por motivos óbvios (“agro é tec, agro é pop”,etc, etc..). Não estou demonizando o agro-negócio. Mas longe de mim canonizá-lo.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Sequim
1 mês atrás

Ué, e alguém aqui canonizou o agro? Não vi comentários fazendo isso.

Já a fumaça de Manaus eu vi. Por que imagina que eu não tenha visto? Sobre a mídia, ela mostrou bastante a fumaça em Manaus e também indicou a origem das queimadas (inclusive a sempre demonizada mídia do agro é pop etc).

O desmatamento na Amazônia é um problema gravíssimo a resolver, mas está longe de ser motivado pela maior parte do agronegócio.

O debate do tema vai ficar raso se cada lado ficar nessa de tomar a parte pelo todo.

L G1e
L G1e
Reply to  Sequim
1 mês atrás

Infelizmente na região de Manaus, Tefé, Tabatinga, São Gabriel da cachoeira ainda não existe Agro exportação, apenas agricultura de subsistência, pessoas lutando para comer. Infelizmente em virtude da grande seca no Amazonas nesse ano o fogo propagou causado pela ação dos índios e seus descendentes e pela própria natureza. Mas a amazônia também a milhares de anos não era só floresta existia muitas áreas abertas cultivadas pelos índios. Depois ocorreu as mudanças climáticas, alteração do eixo da terra, alteração dos polos magnéticos que ocorrem de séculos em séculos, milênios em milênios. Daqui alguns anos a amazônia irá voltar a ser… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Não sei se ocorreria da Amazônia virar lavrado, pois quem é responsável pela vegetação fechada e alta, é a conjunção de dois fatores geológicos: 1) O obstáculo de Serra ocasionado pelos Andes….a umidade é bloqueada no sentido Pacífico, e obrigada a fluir no sentido do Atlântico, ou seja, pela Amazônia. Ainda da mesma forma, tota a humildade que virá gelo na alta altitude andina, degela e escoa pela planície amazonica 2) é uma planície de baixíssima altitude….muitos pontos quase ao nível do mar, tão baixo que a milhões de anos, era leito de mar….a área sendo assim mais baixa, é… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Sequim
1 mês atrás

Quer ver uma pergunta que desconcerta? Vc acha ou sabe se foi agricultura familiar ou de exportação que realizou a queimada referida?

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Talvez, o Camargoer mencionou algumas iniciativas estatais que podem ajudar os produtores.

Mas veja que só ano passado, houver duas decisões extremamente prejudiciais ao setor, marco temporal e desapropriaçāo de terras produtivas.

Elas criaram um ambiente hostil e de insegurança jurídica que afasta produtores e investidores. Entāo acho que nāo adianta o Estado dar com a māo e tirar com a outra.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Olá Allan. O inciso XXII do Art.5 garante a propriedade como direito, mas o inciso XXII, logo abaixo, diz que a propriedade atenderá a sua função social. Este ponto é bastante amplo porque se refere á toda propriedade, inclusive a terras produtivas e improdutivas. O interesse social de uma terra produtiva pode incluir, por exemplo, seu alagamento na construção de uma hidroelétrica.. a gente pode pensar em inúmeras situações na qual uma propriedade produtiva deva ser desapropriada para uma função social. Se o fato da propriedade ser produtiva fosse usada para evitar uma desapropriação, isso viola a CF88. Politizar isso… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Mestre Camargoer….é simples…a propriedade privada…é privada…o capital é de alguem….e não coletivo….

Isto é sagrado…o resto é releitura….

Alguem comprar e ter de forma legal e depois afirmarem que não é bem isto, que regra muda…é outro nome…e dos feios…

capital privado é capital privado, seja ele em moeda corrente ou ativos fixos…

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Caro. Não existe direito sagrado. Os direitos civis são garantidos pela CF88. É pela CF88 que todos são iguais perante a lei. Nos termos da CF88, todos os direitos são regulamentados. O direito á liberdade é condicionado à lei penal. O direto á expressão também tem limites. O direito á vida também também é condicionado. Por exemplo, quando praticado 1) em estado de necessidade ou 2) em legítima defesa. Se o direito á vida fosse “sagrado”, e faria sentido imaginar que o direito á vida se sobrepõe ao direito á propriedade, um homicídio seria crime mesmo se praticado em legítima… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Isto é releitura…mestre…releitura….revisionismo..

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Caro… a ideia do direito á propriedade surge mais ou menos ao mesmo tempo que aparecem as civilizações. Em algum momento, a propriedade se tornou o privilégio de uns poucos.. reis, nobres… A ideia que todos tẽm o direito á propriedade é algo recente na história humana… e é algo que só foi conquistado após a instituição do Estado de Direito. O problema é que o direito á propriedade, ainda que garantido pela lei, pode ser incompatível com a democracia a qual se apoia sobre outros direitos fundamentais da pessoa, como os direitos humanos, liberdade e livre expressão. A democracia… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Outro adendo sobre a derrocada ocidental e o risco da civilização revisionismo de direitos:

Que fique claro! Onde não há direitos absolutos, onde sede ao relativismo, fica imposto apenas o direito de momento, a ausência de regra, a oportunismo,….os direitos deixam de existir pois são indeterminados, desde o homem mais simples a instância mais suprema, tudo é relativo e depende apenas daquele que determina naquele momento….

Isto é ausência de direitos…e decisões de conveniência de momento.

Não há direito relativo….onde ocorre, e isto a incerteza e injustiça….

Vida não é relativo..

Propriedade não é relativo….

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Discordo. Todo direito é relativo. Primeiro, isso depende do país. Por exemplo, alguns países adotam a pena de morte (uma violação do direito á vida). Até o Brasil considera a pena de morte um direto relativo, já que pode ser aplicada em período de guerra. Eu defendo a supressão deste artigo da CF88. No Brasil, todos são iguais perante a lei, independe de gênero, sexo, religião, filiação política.. isso é diferente em outros países Então, é claro que qualquer direito é relativo. O direito á propriedade no Brasil é relativo á sua função social, como descrito na CF88. Só outra… Read more »

L G1e
L G1e
Reply to  Sequim
1 mês atrás

Queimadas foram os índios que inventaram. Quando os portugueses chegaram no Brasil os índios já praticavam as queimadas para a produção agrícola.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Calma lá… de fato, os indígenas usavam o fogo para abrir espaço na floresta para fazerem plantações de milho e mandioca. Contudo, era uma produção praticamente para subsistência. A área queimada era pequena, tanto que a floresta tinha capacidade de recompor. Os portugueses adotaram a técnica da queimada, até porque não tem outro modo de derrubar uma selva sem maquinário, para produção latifundiária. A área era tão grande que a selva nunca teve capacidade de recuperação. Tanto que hoje, a área de terras degradadas é maior que a área usada para plantio. Segundo a Embrapa, a área degradadas e abandonada… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

M Camargoer.oiss de tocar fogo o indio tinha corpo de bombeiros para apagar o excesso? não é por ai…

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Não entendi…

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Allan. No Brasil, o agronegócio (seja pequeno ou do setor exportador) precisa do crédito agrícola. E tem que ser taxas subsidiadas para poder garantir o retorno. Outro ponto necessário são os programas do BNDES para financiar equipamentos. Outro ponto é a própria Embrapa, que foi responsável por diversas revoluções tecnológicas no campo. A mair recente, são os biofertilizantes. A maior parte dos fertilizantes químicos se perde. O que se busca hoje é inocular a terra com bactérias fixadoras de nutrientes, o que incluo tanto o fósforo quando o nitrogênio. O mais recente campo de pesquisa é usar nanopartículas porosas como… Read more »

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Camargoer, apesar de certas boas iniciativas pontuais, o Estado impōe uma legislaçāo ambiental opressora a quem produz.

Isso para nāo mencionar a relativizaçāo da propriedade com as decisões recentes do Judiciário.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Caro. Os últimos anos mostraram que há uma necessidade de uma legislação ambiental forte, caso contrário a pressão pelo retorno rápido leva a a ações de degradação ambiental de médio e longo prazo. Tomando por exemplo duas coisas. 1) escravidão e 2) direitos trabalhistas. Até meados do Séc. XIX, havia um argumento a favor da escravidão no sentido de que a economia não suportaria o seu fim. Esta questão levou a uma guerra nos EUA e á queda o Império no Brasil. A escravidão acabou e a economia se adaptou Depois foram as leis trabalhistas. Ainda hoje tem gente que… Read more »

Nilo
Nilo
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Lembrando que houve denúncias de setores da esquerda quanto a liberação de 2.182 agrotóxicos entre 2019 e 2022 do governo antgerior. A maior parte dos agrotóxicos liberados na gestão anterior é produzida na China, quase metade tem ingredientes ativos proibidos na União Europeia. O pico de autorizações de governos anteriores foram de 202 registros em um ano. No atual governo em (2023) seis meses e meio foram feitos 231 registros, batendo o próprio recorde. Até agora o que o governo atual tem feito? realizou liberação de agrotóxico seguindo o ritmo da gestão sob vigencia do decreto presidencial do governo anterior.O… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Nilo
Renato B.
Renato B.
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Sim, pegando o John Stuart Mill, a liberdade é feita de tensões. A liberdade do agro deve ser limitada pela legislação e pressões ambientais e sociais ou o próprio agro se autodestruiria e os investidores iriam procurar outro país para ganhar dinheiro em algumas décadas.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Riso,… pesos e contrapesos e o direito das minorias. Há uma contradição no capitalismo relacionado ao máximo lucro e minimização de custos. Na questão ambiental, isso é bem grave. A legislação ambiental coloca restrições ao empreendimento capitalista. Sem estas restrições, a busca pelo máximo lucro o mais rápido possivel resultaria em danos que impactarão toda a sociedade, como a poluição das águas residuais, extinção de fauna e flora, geração de resíduos tóxicos.. a lista é longa. Um exemplo é a pesca predatória. Quando a pesca atinge uma escala industrial, ao buscar o lucro imediato e rápido, ela também leva ao… Read more »

Renato B.
Renato B.
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Ok, admito que foi uma frase preguiçosa. A tensão da liberdade é que liberdades e necessidades colidem com frequëncia, os gestores e os tribunais vivem de tentar equilibrar isso.

Demandas economicas, ambientais e sociais colidem com frequência, por isso que regimes com mais liberdade eventualmente parecem menos coesos que ditaduras, onde as tensões são veladas e, geralmente, mais violentas.

Renato B.
Renato B.
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

A razão de existência da bancada ruralista é fazer com que o estado seja amigável ao agronegócio. E isso tem funcionado há décadas.

Last edited 1 mês atrás by Renato B.
Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Acho que é mais complicado que isso. No Brasil, o setor latifundiário foi também a elite politica durante o Império e nos primeiro anos da república.

A burguesia industrial passa a fazer parte do poder politico após o fim da II Guerra.

Ainda hoje, o parlamento tem uma enorme presença de representas do setor agrário. os quais tem interesses em garantir privilegios e benefícios políticos e econômicos.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Só uma observação:

Creio que o termo latifúndio não se aplique mais, ficou datado nos aspectos analíticos, técnicos quanto estogmatizado ideologicamente.

Não funciona também na análise histórica de longa duração pois há gigantescas diferenças em relação aos modelos agrícolas de séculos passados chamados de latifúndios (sendo que mesmo no passado em diversos casos geravam produtos que, para a época, tinham mais valor agregado do que se convencionou afirmar). É uma palavra que envelheceu mal.

L G1e
L G1e
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Ninguém quer viver mais na roça. Infelizmente. Reforma agrária e coisa do passado. Eu conheço bem os sertões. Hoje não existe ninguém mais querendo trabalhar na roça. Isso é devaneios do MST.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Eu não escrevi nada sobre reforma agrária.

Renato B.
Renato B.
Reply to  L G1e
1 mês atrás

O MST ter seu problemas problemas mas é o maior produtor de arroz orgânico da américa latina há décadas.

L G1e
L G1e
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Quantos milhões de toneladas de arroz produção anual?

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Brasil produz 10 milhões de toneladas de arroz ao ano.

MST produz 10 mil ton ao ano…um milésimo do total nacional…

Renato B.
Renato B.
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

E ainda assim o Brasil voltou a ter fome.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Segundo a Embrapa, o Brasil produziu 10 milhões de ton de arroz em 2022, sendo que cerca de 1/3 disso é produzido pela agricultura familiar, incluindo os produtores do MST em diversos locais do Brasil.

A agricultura familiar chega a responder por 80% da produção de feijão do pais. Em média, ela responde por 80% do alimento consumido no Brasil (dados da Embrapa)

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

De novo, a produção brasileira é de 10 milhões de toneladas….

O MST produz 10 mil ton e ponto….um milionesimo da produção brasileira.

Se o amigo posta que 1/3 dos 10 milhões de ton viria da agricultura familiar, apenas mostra que mesmo dentro deste critério a produção do MST é irrisória e figurativa na ordem de apenas 0,3% da agricultura familiar.

Resumindo MST produz 1 milésimo da produção nacional e 0,3% da produção familiar de arroz

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Caro. O MST é apenas uma dos produtores de arroz. 1/3 da produção brasileira é oriunda de propriedades de agricultura familiar. Para mim, o foco da discussão é este.

Se quer discutir sobre o MST, responda Renato.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Apenas para deixar clara a estatistica ao leitor, uma vez que os numeros derivaram da primeira afirmativa ao MST, de onde derivou a evolução…

Bem como agricultura familiar, tambem incorpora a fração de exportadores….

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Então…. em 2023, o Brasil exportou 1,3 milhão de ton de arroz e importou 1,4 milhão de toneladas.

O consumo de arroz no Brasil é maior que a sua produção.

Eu não sei quanto destas das exportados foram produzidos por agricultores familiares ou por grandes produtores.

Os principais destinos do arroz brasileiro são Venezuela, Peru, EUA e Arábia Saudita, além de outros menores como Cuba, Cabo Verde e Guatemala. Peru e Venezuela são fáceis de entender pela proximidade com a produção da região norte.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

Neste item eu não tenho certeza absoluta, mas uma coisa é certa, pela participação forte da agricultura familiar no total nacional, você pode com tranquilidade inferir que ela também é exportadora, exceto naqueles itens que sequer participam nos ranking de exportação.

A cadeia comercial e logistica aponta que boa parte desta produção vai para companhias maiores de exportação

Eu por exemplo, já tive 350 matrizes de coelhos, uma iniciativa que meu pai fez….e tudo era exportado…não por nós, mas por uma terceira empresa que comprava dos produtores….Isto era em fundo de quintal de área urbana….

Last edited 1 mês atrás by Carvalho2008
Renato B.
Renato B.
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

O MST é o maior produtor de arroz orgânico, o que mostra que eles estão aprendendo a jogar o jogo do agronegócio, escolhendo produto com maior valor agregado.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 mês atrás

Olá Nunão. Eu usei “latifúndio” para caracterizar as grandes fazendas de monocultura da época do Império e do início da República. Lembrei do termo “plantations”.

De qualquer modo, agradeço a abservação

Lembrando de João Cabral de Melo Neto “é a parte que te cabe deste latifúndio” em relação á cova rasa de um lavrador morto.

L G1e
L G1e
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

” plantations” risos. Lembrei da minha infância juventude, livros de história. Existia o primeiro mundo desenvolvido capitalista, o segundo mundo socialista comunista e o terceiro mundo atrasado pobre com suas ” plantations” em que os pequenos agricultores viviam sem terra. Hoje as roças estão abandonadas ninguém mais quer trabalhar na roça, pegar em uma enxada ou foice não acha um trabalhador mais. Os jovens da roça foram todos para as cidades trabalhar de caminhoneiros, servente e pedreiro, lojas etc. Na roça hoje só existe alguns aposentados rurais, a maioria também foi obrigado a mudar para as cidades para fugir da… Read more »

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Riso. eu sei. Por isso mencionei “plantations”

L G1e
L G1e
Reply to  Camargoer.
1 mês atrás

No mundo inteiro tem crédito subsidiado o Brasil perto da Europa e EUA Japão não dá subsídio nenhum. Na Europa o governo paga caro para um fazendeiro produzir produtos agrícolas e criar suas vacas.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Claro que sim. É exatamente o que eu afirmei,

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  L G1e
1 mês atrás

São as fazendinhas do Clark Kent….os governos europeu e americano estão agora com problemas em continuar subsidiando….

Renato B.
Renato B.
Reply to  L G1e
1 mês atrás

Os EUA também pagam por coisas geniais, como para fazendeiros não plantarem em áreas de recarga de aquífero e nascente para manter a oferta de água.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

Mas se desejarem plantar…eles plantam….

Renato B.
Renato B.
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Não, porque eles sabem que a área de nascente vale muito mais se deixada como está do que área plantada e a legislação ambiental lá vai a nível de município.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

É igual a dizer que não, porque aqui no Brasil, eles sabem que são multados astronomicamente , então deixam a nascente intacta….

A legislação deles permite plantar mas incentiva momentariamente a não fazer com incentivos fiscais

No Brasil, a nossa legislação proibe terminantemente e multa perpetuamente enguanto a mata não é recomposta….

Qual é a legislação mais exigente?

Renato B.
Renato B.
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Não, eles contam que a lei não seja cumprida ou seja negociada uma compensação. Como tudo na vida seguir a lei é um calculo de risco x benefício e estamos num país onde muitas vezes o crime compensa. Brasil lembra? O país onde tem gente que faz até prédio em cima de nascente e se surpreende quando a garagem alaga.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Renato B.
1 mês atrás

A lei é clara. E na lei, a nossa é mais exigente. Para consubstanciar sua afirmativa, vc teria de ter o número percentual de produtores americanos que usam o patrocínio de incentivo x o número de produtores brasileiros que estão autuados. Detalhe importantíssimo. A multa é facilima de aplicar poi ela ocorre por fotogrametria…imagens aéreas…..e são comparadas a competências de anos anteriores. Até as prefeituras fazem isto na cobrança de IPTU onde o imposto é cobrado pelo metrô quadrado da área construída….para cobrar meu amigo, todo mundo cobrança e fácil, e até reclamações de oradores em que a casinha de… Read more »

JPonte
JPonte
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

É verdade Allan , o agro é o setor de nossa economia mais moderna e que mais agrega tecnologia e pesquisa e desenvolvimento ….
A ideia de fazendeiro chucro não reflete o agro moderno e produtor que o Brasil tem hoje .
Deve ser estimulado , protegido e subsidiado ….
E devemos desenvolver um setor industrial que suporte as necessidades do agro assim como faz a Austrália de forma inteligente .
É um bônus ao Brasil esta terra é saber cultiva lá ….

Lord-M
Lord-M
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Atrapalhasse? Já ouviste falar o Plano Safra? Sobre a alíquota de 2% sobre o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR)? Isenção de impostos de exportação?

O Estado brasileiro é duas mães para o agronegócio de latifúndio exportador.

L G1e
L G1e
Reply to  Lord-M
1 mês atrás

Meu caro isso é no mundo inteiro. Perto da Europa e EUA Japão o Brasil não gasta quase nada com o Agro. Segurança alimentar.

Lord-M
Lord-M
Reply to  L G1e
1 mês atrás

No conjunto o custo aqui é altíssimo também. DITR de 2% é ridículo, por exemplo. Compare com IPTU. O ponto é quem argumento que o Estado brasileiro “atrapalha” o agronegócio de monocultura exportadora. É duas mães, como disse, tal o subsídio e isenção fiscal. Se houvesse uma correção mínima, do DITR por exemplo, e um fomento robusto a indústria, poderia ser a partir desse tributo, poderíamos resgatar a indústria brasileira. Mas ainda tem gente no país que prefere importar de fora do que ter indústria nacional. Incluindo a de defesa. Nenhum país soberano abdica disso; não importa o custo. É… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Lord-M
L G1e
L G1e
Reply to  Lord-M
1 mês atrás

Tem que comparar com EUA e Europa etc.

Nativo
Nativo
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Atrapalhar???? Com todas as dezenas de bilhões de dólares financiando o agro….
Quero muito que me atrapalhem assim.