Sorria! Satélite de vigilância do Irã captura a base da Quinta Frota dos EUA no Bahrein

Os satélites militares Noor do Irã representam um passo significativo no desenvolvimento espacial e nas capacidades de vigilância do país. “Noor”, que significa “luz” em persa, é uma série de satélites desenvolvidos e lançados pelo Irã com o objetivo declarado de realizar tarefas de reconhecimento e coleta de dados para fins militares e estratégicos.

O primeiro desses satélites, o Noor-1, foi lançado com sucesso em abril de 2020, marcando um evento notável na história espacial do Irã. O lançamento foi realizado pelo Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, uma ramificação das forças armadas do Irã, usando um foguete Qased, que é um lançador de satélite móvel. Este lançamento foi significativo por várias razões:

O lançamento do Noor-1 demonstrou a capacidade do Irã de desenvolver e implementar tecnologia de satélites independentemente, sem depender de assistência ou tecnologia estrangeira.

O satélite é equipado com tecnologia de reconhecimento, o que melhora a capacidade do Irã de coletar informações e dados de inteligência. Isso inclui monitoramento de suas fronteiras, observação de movimentos militares na região e possivelmente fornecer dados para suas próprias forças armadas e operações de defesa.

Noor-1 é lançado a bordo de um foguete Qased

A capacidade de lançar e operar satélites de reconhecimento coloca o Irã em um grupo seleto de nações com tais habilidades, o que tem implicações estratégicas significativas. Isso é particularmente relevante dada a posição geopolítica tensa do Irã e suas frequentes fricções com países vizinhos e potências globais.

O lançamento gerou preocupações e críticas de várias nações, principalmente os Estados Unidos, que argumentam que o programa de satélites do Irã poderia avançar suas capacidades de mísseis balísticos, uma vez que a tecnologia de lançamento de satélites pode ser paralela àquela necessária para mísseis de longo alcance.

Após o Noor-1, o Irã continuou a desenvolver e lançar satélites adicionais na série Noor. Esses desenvolvimentos são vistos como parte do esforço mais amplo do Irã para avançar em suas capacidades científicas e militares, apesar das sanções internacionais e da pressão política. Contudo, detalhes específicos sobre as capacidades exatas e as intenções por trás desses satélites são muitas vezes mantidos em sigilo, tornando difícil uma avaliação completa de seu impacto e funcionalidade.

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Gabriel BR
Gabriel BR
1 mês atrás

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Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 mês atrás

Ok, isso explica como os mísseis iranianos alcançaram seus alvos em outro país, obrigado aos editores da Trilogia por esclarecerem essa dúvida “nostra”.

Wagner
Wagner
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Prioridades né. Você leu a matéria de hoje que diz que o exército alegou que está comprando adegas para os hotéis de trânsito para tornar o local mais agradável? Espera então para saber quais vinhos estarão nessa adega pra ver

RDX
RDX
Reply to  Wagner
1 mês atrás

Eu queria os general responsável por essa aquisição tivesse o mesmo empenho em adquirir um satélite militar.

Sergio
Sergio
Reply to  Wagner
1 mês atrás

Esquece o Brasil, amigo. Aqui é caso perdido. Estamos pela vontade de Deus ou algum fato novo que chacoalhe a área. Não adianta estressar.

Jefferson Ferreira
Jefferson Ferreira
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Não só isso, mas também explica como eles conseguem informar os houtis a posição exata de embarcações na área

Guacamole
Guacamole
1 mês atrás

Conseguiram lançar um satélite no espaço com técnologia própria.
Enquanto isso, mas conseguimos colocar uma carga de 20 kilos em trajetória sub orbital.

h.saito
h.saito
Reply to  Guacamole
1 mês atrás

Prioridades, prioridades.
Guerra x engordar conta bancária de corrupto sob falso pretexto de ajudar o pobre!

Fernando
Fernando
Reply to  h.saito
1 mês atrás

_____

COMENTÁRIO APAGADO. NÃO USE O ESPAÇO PARA FAZER PROSELITISMO POLÍTICO.
LEIA AS REGRAS DO BLOG:
https://www.forte.jor.br/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

Sergio
Sergio
Reply to  Guacamole
1 mês atrás

Não temos autonomia, independência para isso. Lembra-te do embaixador americano – ” capturado” pelo wikileaks- em mensagens aonde dizia que nosso programa espacial não podia lançar foguetes. Ou algo assim. O Irã é soberano, caro patrício.

Paulo Roberto
Paulo Roberto
Reply to  Sergio
1 mês atrás

Exato.E,parafraseando um antigo presidente mexicano,mas trocando pelo Brasil o nome do país citado, que disse,”Pobre México,tão longe de Deus,tão perto dos Estados Unidos”

Scudafax
Scudafax
1 mês atrás

Parabéns aos editores pelo excelente e estratégico artigo. Como sugestão, seria interessante que o site passasse a realizar entrevistas com tomadores de decisão, inquirindo sobre temas estratégicos e importantes para a defesa nacional, como o programa espacial brasileiro, sistema de defesa aérea e armamento hipersônico. As perguntas e discussões servem inclusive para pressionar os tomadores de decisão do estado, calamitoso e indefeso, que estamos em vários pontos.

Rick
Rick
Reply to  Scudafax
1 mês atrás

Qual tomadores de decisão os Oficiais lixos formados na ESG,ECEME e Escola de Guerra Naval? Só rindo…

Scudafax
Scudafax
1 mês atrás

Está notícia demonstra o que já deveria ser de conhecimento comum: tecnologia própria e crítica é fundamental para defesa nacional e isto, só dinheiro não compra. Precisa ter compromisso, precisa ter decisão de cima para baixo, precisa de recursos humanos. Basta contar nos dedos quantos países lançam satélites por conta própria, quantos produzem turbinas por conta própria e por aí vai.

O Brasil não ter capacidade de lançar satélites por meios próprios é um acinte e uma afronta.

Zorann
Zorann
Reply to  Scudafax
1 mês atrás

O Brasil nem consegue combater o crime desorganizado de pivetes, trombadinhas e ladrõezinhos de toda espécie, que tem transformado a vida do brasileiro de bem em um inferno. O brasileiro trabalhador vive com medo de ser furtado/roubado.

Educação de péssima qualidade, novo ensino médio, universidades que formam analfabetos.

E você acredita que teremos foguetes?

Last edited 1 mês atrás by Zorann
Zorann
Zorann
Reply to  Zorann
1 mês atrás

Estes dias vi uma reportagem sobre um silo de misseis intercontinentais mantido como museu nos EUA. Um silo da década de 50, com seu míssil intercontinental de 70 anos atrás! E é um museu

Oque para eles é um museu, uma invenção de quase um século, é algo que ainda não sabemos nem como funciona. (motores de foguete com combustível líquido)

Jaris
Jaris
Reply to  Zorann
1 mês atrás

Se continuar como está indo, com a “pessoa” querendo arrumar um inimigo pra nós, muito breve vamos ter vários foguetes, mísseis, drones, ogivas, etc… caindo sobre nossas cabeças!

JHF
JHF
Reply to  Zorann
1 mês atrás

Boa noite. Poderia colocar aqui de donde vem a notícia de universidade que forma analfabeto? Tenho interesse no tema….

Zorann
Zorann
Reply to  JHF
1 mês atrás

Isso não é noticia. Não é porque não saiu na imprensa, que não seja verdade.

Sério mesmo que não sabe disto? Há um monte de universidades/faculdades que funcionam assim. Que basta pagar para se formar. E estou falando dos grandes grupos de ensino existentes no Brasil.

Aquele aluno que chegou ao fim do ensino médio sem saber ler direito, sem saber escrever, tem grande chance de ser o profissional que dá aula para seus filhos.

Procure se informar a respeito disto. É verdade

Last edited 1 mês atrás by Zorann
JHF
JHF
Reply to  Zorann
1 mês atrás

Pelo discurso a fonte parece ser a Helvétia mesmo. Algo como “todo mundo sabe….”. Lê asseguro que tenho mais informação sobre o tema do que se pode imaginar.

Fernando
Fernando
Reply to  Zorann
1 mês atrás

Fonte: Vozes na minha cabeça!

Roberto Emílio de Araújo
Roberto Emílio de Araújo
Reply to  JHF
1 mês atrás

Fácil é só verificar o tipo de reitor da UF,as festas acadêmicas e aí analisar se realmente estão apreendendo,principalmente no DIREITO. ..RSRSRSR

Benavides
Benavides
Reply to  JHF
1 mês atrás

Não precisa de tanto esforço, prezado! Basta lidar com os “graduados” atuais que procuram emprego como professores.   Como profissional de recursos humanos há 22 anos, o que noto é que cada vez mais os candidatos a professor que nos procuram são incapazes de escrever uma mera redação de 30 linhas sobre qualquer tema do interesse deles.  Aliás, o que não falta, também, são engenheiros que avaliamos todas as semanas os quais não dominam nem a matemática básica do Ensino Fundamental visto que não conseguem resolver uma mera regra de três.   De qualquer forma, cada um acredita no que… Read more »

JHF
JHF
Reply to  Benavides
1 mês atrás

Agradecido pela informação de campo. Nada como a realidade sem o discurso de ódio contra as instituições de ensino que tentam fazer o melhor trabalho possível, acertando pouco no prego e muito na madeira. Deve concordar comigo que os candidatos tem péssima qualidade, triste realidade, mas não podem ser enquadrados como “analfabetos”.

António
António
Reply to  JHF
1 mês atrás

‘De donde”?? De onde..

ivo
ivo
Reply to  JHF
1 mês atrás

Das vozes da cabeça

Adenilson
Adenilson
Reply to  Zorann
1 mês atrás

Guerreiros infelizmente a classe trabalhadora só serve para pagar imposto e tributos para manter os privilégios e altos custo da classe política Brasileira Eles teria que viver como todos os trabalhadores sem regalias alguma

António
António
Reply to  Zorann
1 mês atrás

Concordo. Sou um turista neste grande País que é o Brasil, povo irmão do outro lado do Atlântico, e é com tristeza que vejo um País desta dimensão com praias cheias de lixo (plástico enrolado aos pés dentro de água e fora dela), esgotos a passar no centro da cidade a céu aberto, adolescentes pendurados no topo de onibus e um sentido de insegurança nem visto em África.. Urgente antes de ter um exército forte é limpar a casa por dentro mas já entendi deste que cá estou, que a vontade política é nula pois dá jeito aos corruptos que… Read more »

Josué
Josué
Reply to  Scudafax
1 mês atrás

O Brasil é campeão em lançar trio elétrico para o povo esquecer de estudar e progredir.

JHF
JHF
Reply to  Josué
1 mês atrás

Ahi concordamos plenamente.

marcelo
marcelo
1 mês atrás

Isto mostra que a sanções impostas pelos paises do primeiro mundo, em nada bloqueou o desenvolvimento de mísseis , e satélites no Iran, enquato aqui no Brasil, país das bananas , o governo está a anos luz, tentando em passos de tartaruga colocar com foguete próprio um satélite 100% nacional .

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  marcelo
1 mês atrás

Cientistas iranianos sofrem atentados o tempo inteiro , operações de sabotagens ao Irã são frequentes … o preço foi caro! em dinheiro e vidas

Ander
Ander
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

Aqui ocorre o mesmo a diferença que compram os envolvidos e empresarios, não acha estranho todos os programas de mísseis e VLS do Brasil fracassarem

Rafa
Rafa
Reply to  Ander
1 mês atrás

Aqui no Brasil a gente nem pode colocar a bandeira brasileira no foguete. Vão falar que é um foguete racista e golpista.

Henrique
Henrique
Reply to  Ander
1 mês atrás

cientistas do VLS morreram por negligencia do estado brasileiro em não dar condições de trabalho seguras pra eles…

governo acho que o foguete era o de açúcar e areia de gato vc faz no fim de semana

Moisés Ribeiro Guimarães Maia
Moisés Ribeiro Guimarães Maia
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

Concordo com você, Gabriel BR

Henrique
Henrique
Reply to  marcelo
1 mês atrás

“Isto mostra que a sanções impostas pelos países do primeiro mundo, em nada bloqueou o desenvolvimento de mísseis ,”

tipo de coisa que o iran poderia ter feito desde a década de 1970-80 ou pagado pra fazer a qualquer momento entre 1970-2020 ele só fez em 2020…

realmente a sanções não afetaram não… o Iran não fez antes pq não queria kkkkkkkk

Paulo Sollo
Paulo Sollo
1 mês atrás

Temos que levantar as mãos para o Céu e agradecer pelo fato de que até hoje nenhuma coalizão “do bem” decidiu tomar partes preciosas deste país. Porque nunca existiu a vontade de levar a cabo conquistas estratégicas fundamentais para a segurança do país que até países com décadas de embargos conseguem.

O Irã merece ser respeitado por estes feitos e isto demonstra que eles de fato tem a capacidade de vigilância avançada e de realizar ataques precisos e letais contra alvos a milhares de km distância.

João Paulo
João Paulo
Reply to  Paulo Sollo
1 mês atrás

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COMENTÁRIO APAGADO. NÃO USE O ESPAÇO PARA FAZER PROSELITISMO POLÍTICO.
LEIA AS REGRAS DO BLOG:
https://www.forte.jor.br/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

Vitor
Vitor
Reply to  João Paulo
1 mês atrás

Ai sim um brazuca da gema.

Werner
Werner
Reply to  João Paulo
1 mês atrás

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ODST
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Reply to  João Paulo
1 mês atrás

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lucena
lucena
1 mês atrás

E olha que o Irã … assim com a Coreia do Norte estão em um severo embargo do ocidente… isso deixa muitas perguntas … e para todas as perguntas a resposta é uma só … ” Decisão política, altiva e soberana ” de uma nação que sabe o que quer .

Patta
Patta
1 mês atrás

Agora ta explicado o porque os mísseis iranianos atingiram alvos com precisão em 1200km.

Bosco
Bosco
Reply to  Patta
1 mês atrás

Na verdade um satélite de reconhecimento colabora na fase de seleção de alvos. A precisão de um míssil depende do seu sistema de orientação. Contra alvos fixos pode ser só o sistema inercial (INS) combinado ou não com “GPS” (devido a fatores de distância, tipo de alvo ,etc.). Contra alvos fixos pontuais um seeker de imagem pode ser útil. Contra alvos relocáveis pode ser o INS + GPS + data link. Contra alvos pontuais em movimento pode ser INS + GPS + data link + seeker terminal O seeker terminal pode ser de diversos tipos, mas para mísseis de grande… Read more »

Paulo Roberto
Paulo Roberto
Reply to  Bosco
1 mês atrás

Não esquece de informar que o Brasil não tem êxito na produção de um veículo lançador e um satélite que preste por conta da determinação implícita(e em alguns casos,explícita) dos americanos em impedir nosso país de obter essas conquistas

Dod
Dod
1 mês atrás

Caramba o Irã é um país que mais tem sanção no mundo, e ainda assim consegue ser uma das potencias naquela parte do mundo.Fica uma lição aí para o nosso país que tem recurso de tudo!Vai é esse o problema

Bosco
Bosco
Reply to  Dod
1 mês atrás

Sanção é um mecanismo legítimo de um país mostrar algum descontentamento com a política em curso de outro país.
Se vai funcionar ou não o importante é que o país “ofendido” se vê obrigado moralmente de impô-la. Não tem nada a ver com a possibilidade ou não do país sancionado de superá-las. Aliás, esse é o caminho natural de quem é sancionado por um determinado ente estatal. Ele irá procurar mitigar a sanção seja procurando outros fornecedores , seja se tornando autossuficiente.

Fernando
Fernando
Reply to  Bosco
1 mês atrás

Exatamente por isso diversos paises estao se afastando do eixo USA/UE (leia-se ocidente) e se aglutinando em blocos para evitar estas sanções “legitimas”.

Paulo Roberto
Paulo Roberto
Reply to  Bosco
29 dias atrás

Quem diria,você um dia dizer que sanções aplicadas pela China e pela Rússia são legítimas!Parabéns por esse raro comentário(se não o único)imparcial👏👏👏

Nilton L Junior
Nilton L Junior
1 mês atrás

Ou seja quem coloca um satélite na orbita então nada impede de colocar uma ogiva na ponta do veículo lançador.

Lochi
Lochi
Reply to  Nilton L Junior
1 mês atrás

Como diz uma frase famosa, a diferença entre um foguete e um míssil é somente o destinatário.

Heinz
Heinz
1 mês atrás

Off Topic: Parece que caças paquistaneses bombardearam alvos dentro do Irã, provavelmente terá matéria no Aéreo.

Vinicius Momesso
Vinicius Momesso
Reply to  Heinz
1 mês atrás
Renato Alves
Renato Alves
1 mês atrás

O tiro saiu pela culatra. As sansões americanas tornaram o Irã uma potência bélica e tecnológica. Assim da mesma forma com Coreia do Norte essa em menor escala mas que ostenta um grande poder destrutivo
e Turquia.

Paulo Roberto
Paulo Roberto
1 mês atrás

Parabéns ao Irã e ao seu povo,seus tomadores de decisão,que sabem quão longe um país vai se leva a educação a sério,que sabem que vivem em um mundo onde não existe a amizade e cooperação sincera entre países,apenas pragmatismo e interesses a serem defendidos,não interessando qual regime político o governa,já que governos vêm e vão,o que fica é a nação.Imagina o Irã com um presidente que ______
__________

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COMENTÁRIO EDITADO. NÃO USE O ESPAÇO PARA FAZER PROSELITISMO POLÍTICO.
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Fernando
Fernando
Reply to  Paulo Roberto
1 mês atrás

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Paulo Roberto
Paulo Roberto
Reply to  Paulo Roberto
1 mês atrás

Estranho editarem meu comentário,achei que só faziam isto se ______ _______ _______ COMENTÁRIO EDITADO. AVISO DOS EDITORES: COMO TUDO INDICA QUE VOCÊ NÃO LEU AS REGRAS DO BLOG INDICADAS NO LINK DO AVISO ANTERIOR, VAMOS LHE AJUDAR: 1 – O conteúdo dos comentários é de responsabilidade de seus autores, não do site; 2 – Mantenha o respeito: não provoque e não ataque outros comentaristas, nem o site ou seus editores; 3 – Mantenha o blog limpo: não use palavras de baixo calão ou xingamentos; 4 – Não escreva em maiúsculas, o que equivale a gritar com os demais. As maiúsculas… Read more »

Antonio Palhares
Antonio Palhares
1 mês atrás

“Sanções internacionais”. Com a palavra os especialistas.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

Prezados bom dia, uma dúvida, qual o tamanho de uma constelação de satélite que um player precisa ter para criar um sistema de posicionamento global (GNSS) próprio?

Franz A. Neeracher
Reply to  Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

24 satélites.

Fábio De Souza
Fábio De Souza
1 mês atrás

Isso demonstra que o ataque do Irã , a um quartel -General do Mossad , próximo a embaixada dos Estados Unidos no Iraque . Foi realmente assertiva , ou seja , com informações precisas .

ricardo
ricardo
1 mês atrás

Nada como ter inimigos declarados. O Pais acaba por ter que desenvolver sistemas de defesa adequados para suas necessidades.

Sergio
Sergio
1 mês atrás

Na hora em que eles estiverem com as ogivas nucleares azeitadas nos mísseis balísticos, que já possuem…Dio Santo.

Fish
Fish
1 mês atrás

Segundo alguns entendidos do blog, os equipamentos iranianos são maquetes 1:1.

leonidas
leonidas
1 mês atrás

Esse tipo de noticia só serve para dimensionarmos o tamanho de nossa irrelevância como nação…