A humilhação da Ucrânia e a vergonha de Gaza acelerando o afastamento do Ocidente e o resto em um ponto crucial de virada nas relações de poder globais

Por Adriel Kasonta

Com os Estados Unidos envolvidos em conflitos na Ucrânia e em Gaza e a ameaça de uma guerra com a China cada vez mais iminente, as percepções e visões do Professor Michael Brenner sobre o estado da ordem liberal liderada pelos EUA são, sem dúvida, tão oportunas e importantes quanto sempre.

Brenner, uma respeitada autoridade em relações transatlânticas e segurança internacional, é Professor Emérito de Assuntos Internacionais na Universidade de Pittsburgh e Senior Fellow no Centro de Relações Transatlânticas na Escola de Estudos Internacionais Avançados (SAIS) da Johns Hopkins.

Ele também atuou no Instituto de Serviço Exterior, no Departamento de Defesa dos EUA e na Westinghouse. Em uma entrevista abrangente e franca com Adriel Kasonta, colaborador do Asia Times, Brenner expõe como os EUA e o Ocidente coletivo perderam sua autoridade moral e caminho.

Adriel Kasonta: Apesar do que ouvimos da classe política ocidental e dos estenógrafos complacentes da mídia mainstream, o mundo não parece ser como eles querem que acreditemos. A dura realidade no terreno, conhecida por qualquer pessoa que viva fora da Europa ou dos EUA, é que o Ocidente coletivo está experimentando um declínio acelerado nos domínios político e econômico, com significativas ramificações morais. Você poderia dizer aos nossos leitores qual é a causa raiz desse estado de coisas e qual é a lógica por trás desse suicídio coletivo?

Michael Brenner: Sugiro que formulemos a questão perguntando qual é a direção causal entre o declínio moral e o declínio político e econômico do Ocidente coletivo? Sobre a Ucrânia, tem sido um erro geoestratégico fundamental que teve consequências morais negativas: o sacrifício cínico de meio milhão de ucranianos usados como carne para canhão e destruição física do país, na causa de enfraquecer e marginalizar a Rússia.

A característica impressionante do caso da Palestina é a prontidão das elites governamentais imorais – de fato, quase a totalidade da classe política – para dar sua bênção implícita às atrocidades e crimes de guerra que Israel cometeu nos últimos cinco meses, o que está tendo repercussões profundas na posição e influência do Ocidente globalmente.

Em um momento, falam orgulhosamente sobre a superioridade dos valores ocidentais enquanto condenam as práticas de outros países; em outro, se inclinam para trás para justificar abusos humanitários muito maiores, para fornecer ao perpetrador as armas para destruir, matar e mutilar civis inocentes e, no caso dos Estados Unidos, para estender cobertura diplomática no Conselho de Segurança da ONU.

No processo, estão dissipando sua posição aos olhos do mundo fora do Ocidente, representando dois terços da humanidade. Os negócios históricos deste último com os países do Ocidente, incluindo o passado relativamente recente, deixaram um resíduo de ceticismo sobre as reivindicações lideradas pelos americanos de serem os padrões éticos do mundo. Esse sentimento deu lugar a um repúdio absoluto diante dessa exibição flagrante de hipocrisia. Além disso, expõe a dura verdade de que atitudes racistas nunca foram totalmente extintas – após um período de dormência, sua recrudescência é manifesta.

No que diz respeito aos Estados Unidos, os pontos de referência para esse julgamento não são a imagem mítica da “cidade na colina”; a última, melhor esperança da humanidade; a nação indispensável para alcançar a paz global e a estabilidade: o povo Providencial nascido em um estado de Virtude Original destinado a liderar o mundo pelo caminho do Iluminismo. Nenhum desses padrões idealistas. Não, ele se rebaixou quando medido contra os padrões prosaicos de decência humana, de uma diplomacia responsável, de um respeito decente pelas opiniões da humanidade.

Além disso, o estranhamento resultante entre o Ocidente e o resto está ocorrendo em um ponto de virada nas relações de poder internacionais. É um momento em que as placas tectônicas do mundo político estão se deslocando, quando as velhas constelações de poder e de influência estão sendo desafiadas com sucesso, quando a América respondeu a sentimentos de autodúvida como o guia e supervisor global ordenado por displays compulsivos e fúteis de demonstração de força.

A ansiedade e a autodúvida mascaradas por bravata falsa são o sentimento característico entre as elites políticas da América. Esse é um ponto de partida ruim para um reengajamento com a realidade. Os americanos estão muito apegados à sua imagem exaltada, demasiadamente narcisistas – coletiva e individualmente, com falta de autoconsciência, sem liderança para fazer essa adaptação difícil. Essas avaliações aplicam-se tanto à Europa Ocidental quanto aos Estados Unidos. Deixando uma comunidade transatlântica diminuída, agravada mas não arrependida.

AK: Em seu ensaio recente “O Acerto de Contas do Ocidente?”, você mencionou que a situação na Ucrânia humilha o Ocidente e a tragédia em Gaza o envergonha. Você pode expandir um pouco mais sobre isso?

MB: A derrota na Ucrânia envolve muito mais do que o colapso militar das forças ucranianas que está nas cartas. Pois os Estados Unidos lideraram seus aliados em uma campanha para diminuir permanentemente a Rússia, para neutralizá-la como presença política ou econômica na Europa, para eliminar um grande obstáculo à consolidação da hegemonia global americana.

O Ocidente lançou tudo o que tem nessa campanha: seu estoque de armas modernas, um corpo de assessores, dezenas de bilhões de dólares, um conjunto draconiano de sanções econômicas projetadas para levar a economia russa a seus joelhos e um projeto implacável voltado para isolar a Rússia e minar a posição de Putin.

Falhou ignominiosamente em todas as frentes. A Rússia está consideravelmente mais forte em todas as dimensões do que antes da guerra; sua economia é mais robusta do que qualquer economia ocidental; provou ser militarmente superior; e ganhou as simpatias de quase todo o mundo fora do Ocidente coletivo.

A suposição de que o Ocidente permanece custodiante dos assuntos globais provou ser uma fantasia. Tal falha abrangente significou um declínio na capacidade dos Estados Unidos de moldar os assuntos mundiais em questões econômicas e de segurança. A parceria Sino-Russa agora está entronizada como uma rival igual ao Ocidente em todos os aspectos.

Esse resultado deriva do orgulho, dogmatismo e fuga da realidade. Agora, o autorrespeito e a imagem do Ocidente estão sendo marcados por seu papel na catástrofe da Palestina. Portanto, agora enfrenta o desafio duplo de restaurar seu senso de proeza enquanto, ao mesmo tempo, recupera seus referenciais morais.

AK: É preciso dizer que Ucrânia e Gaza estão conectadas no sentido de que ambas indicam uma ordem internacional liberal falhando, tentando prevenir-se de colapsar e causando tumulto à medida que desce para o esquecimento? Se sim, quais são alguns resultados potenciais para o futuro?

MB: Tenhamos em mente que a ordem internacional liberal serve, acima de tudo, aos interesses ocidentais. Seu funcionamento foi tendencioso a nosso favor. Isso é um. A regularidade e estabilidade que produziu, para os quais o FMI, o Banco Mundial, etc., foram os atores principais institucionais, garantiram por décadas que permaneceria incontestada. Isso é dois.

A ascensão de novos centros de poder – China, acima de tudo, e as forças centrífugas mais amplas redistribuindo ativos de forma mais geral – deixou os Estados Unidos e seus dependentes europeus com duas escolhas. Acomodarem-se a essa nova situação por: a) negociar termos de engajamento que concediam um lugar maior para os recém-chegados; b) redefinir as regras do jogo de forma a remover o viés atual; c) ajustar a estrutura e os procedimentos das instituições internacionais de maneira a refletir o fim da dominação ocidental; e d) redescobrir a diplomacia genuína.

Em lugar nenhum do Ocidente essa opção foi seriamente considerada. Então, após um período de ambivalência e indecisão, todos aderiram a um projeto americano para prevenir o surgimento de desafiantes, para miná-los e para redobrar as políticas assertivas para não ceder nada, para não comprometer nada. Permanecemos trancados nesse curso apesar de falhas seriais, humilhações e o ímpeto dado ao projeto dos BRICS.

AK: De acordo com alguns políticos e formuladores de políticas ocidentais, outras potências globais são frequentemente tratadas como atores passivos sem agência ou poder para moldar o mundo de acordo com seus interesses nacionais. Esta visão de mundo maniqueísta é marcada por uma distinção entre a “ordem baseada em regras” e o direito internacional ou “democracia vs autoritarismo”. Existe uma alternativa a esse pensamento e quais são as chances de mudança ocorrer antes que seja tarde demais?

MB: Veja a resposta acima. Não há sinais de que os líderes ocidentais estejam preparados intelectual, emocional ou politicamente para fazer os ajustes necessários. A necessidade não é sempre a mãe da invenção. Em vez disso, vemos um dogmatismo teimoso, comportamento de evitação e uma imersão mais profunda em um mundo de fantasias.

A reação americana às manifestações de proeza em declínio é a negação junto com a compulsão de se assegurar que ainda possui o “material certo” por meio de atos cada vez mais ousados. Estamos vendo onde isso levou na Ucrânia. Muito mais perigoso é o envio imprudente de tropas para Taiwan.

Quanto à Europa, é evidente que suas elites políticas foram desnaturadas por 75 anos de dependência quase total da América. Uma ausência completa de pensamento independente e força de vontade é o resultado. De maneiras mais concretas, o vassalato da Europa aos Estados Unidos a obriga a seguir Washington por qualquer caminho político que o senhor tome – por mais imprudente, perigoso, antiético e contraproducente que seja.

De maneira previsível, eles caminharam (ou correram) como lemingues para além de qualquer precipício que os Estados Unidos escolham a seguir sob seus próprios impulsos suicidas. Assim foi no Iraque, na Síria, no Afeganistão, em relação ao Irã, na Ucrânia, em Taiwan e em todas as questões envolvendo Israel. A sequência de falhas dolorosas e custos elevados não produz mudança na lealdade ou mentalidade.

Não pode – pois os europeus absorveram totalmente o hábito de deferência, a visão de mundo dos americanos, sua interpretação distorcida dos resultados e seus narrativas vergonhosamente fictícias. Os europeus não podem mais se livrar dessa dependência do que um alcoólatra crônico pode parar de beber de uma hora para outra.

AK: Houve muita discussão sobre o impacto negativo do neoconservadorismo na política externa dos EUA e no mundo. Em essência, o neoconservadorismo busca o papel dos EUA para dominar não apenas o Hemisfério Ocidental (conforme a Doutrina Monroe), mas o mundo inteiro, conforme a Doutrina Wolfowitz.

Embora alguns think tanks dos EUA estejam agora defendendo o fim das “guerras intermináveis” no Oriente Médio e para que a Europa continue a guerra por procuração provocada pelos EUA com a Rússia, parece que a ideologia neoconservadora assumiu uma nova forma de “progressismo” e “realismo”, e agora visa focar exclusivamente na China, até mesmo ao ponto de replicar o cenário da Ucrânia em Taiwan. Quão precisa é essa avaliação?

MB: Toda a comunidade de política externa nos Estados Unidos agora compartilha dos princípios básicos dos neoconservadores. Na verdade, a escritura é o notório memorando de Paul Wolfowitz de março de 1991, no qual ele delineou uma estratégia abrangente e detalhada para sistematizar a dominação global americana. Tudo o que Washington está fazendo e pensando agora deriva desse plano.

Seus princípios centrais: os Estados Unidos devem usar todos os meios à sua disposição para estabelecer a dominação global americana; para esse fim, deve estar pronto para agir preventivamente para impedir o surgimento de qualquer poder que possa desafiar nossa hegemonia; e manter a dominação total em todas as regiões do globo. Ideais e valores são relegados a um papel auxiliar como um verniz na aplicação do poder e como um bastão com o qual bater nos outros. A diplomacia clássica é desprezada como inadequada a esse esquema de coisas.

Para o próprio Biden, uma abordagem confiante, assertiva e de arestas duras no trato com os outros deriva naturalmente da crença no Americanismo como uma Teoria de Campo Unificado que explica, interpreta e justifica qualquer coisa que os EUA pensem e façam. Se Biden fosse reeleito, essa visão permaneceria inalterada. E se ele fosse substituído por Kamala Harris a meio do mandato, o que é provável, a inércia manteria tudo no curso fixo.

AK: Você acha que os Estados Unidos estão destinados a permanecer um império global, constantemente em conflito com qualquer um que perceba como uma ameaça potencial à sua dominação mundial? Ou é possível para o país se tornar uma república que colabora construtivamente com outros atores globais para alcançar maiores benefícios para seus cidadãos e a comunidade internacional mais ampla? Como diz o ditado, “Quem vive pela espada, morre pela espada”, certo?

MB: Sou pessimista. Pois não há sinais de que nossos governantes, elites ou público estejam suscetíveis a se reconciliar com o estado de coisas descrito acima. A questão em aberto é se essa pretensão simplesmente persistirá enquanto um enfraquecimento gradual da influência global e do bem-estar doméstico se desenrola, ou, ao contrário, terminará em desastre.

Europeus e aliados em outros lugares não devem aceitar ser observadores à margem nem, pior ainda, se tornar coabitantes desse mundo de fantasia como fizeram na Ucrânia, na Palestina e na demonização da China.


Michael Brenner é autor de numerosos livros e mais de 80 artigos e trabalhos publicados. Suas obras mais recentes incluem “Democracy Promotion and Islam”; “Fear and Dread In The Middle East”; “Toward A More Independent Europe”; “Narcissistic Public Personalities & Our Times”.

Seus escritos incluem livros com a Cambridge University Press (“Nuclear Power and Non Proliferation”), o Centro de Assuntos Internacionais da Universidade de Harvard (“Nuclear Power and Non Proliferation”) e a Instituição Brookings (“Reconcilable Differences, US-French Relations In The New Era”). Ele pode ser contatado em mbren@pitt.edu

FONTE: asiatimes.com / COLABOROU: Alexandre Silva

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Vitor
Vitor
14 dias atrás

Humilhação e vergonha deve-se acrescentar hipocrisia e ganância da classe política ocidental.

Dr.Mundico
Dr.Mundico
Reply to  Vitor
14 dias atrás

Não creio nessa sua explicação simplista e reducionista. Hipocrisia e ganância são características da vida privada e sempre fizeram parte das relações humanas. E sempre farão, se Deus quiser. Ou você acha que as classes políticas não-ocidentais são modelos de virtude ,humanismo e iluminismo? Aqui falamos de modelos econômicos e sistemas políticos que, como tudo nessa vida, se esgotam, exaurem e são repostos por quem os combateu para,vejam só, replicar suas práticas e métodos. O império romano foi vítima do seu próprio gigantismo e foi esfacelado por povos bárbaros da periferia. Mudou apenas o dono, mas o exercício tirânico do… Read more »

Vitor
Vitor
Reply to  Dr.Mundico
14 dias atrás

Dr. Seja humilde veja a pilhagem que fizeram na África no passado e seus tentáculos no presente … UNICEF está presente em 100% dos países africanos.

Dr.Mundico
Dr.Mundico
Reply to  Vitor
14 dias atrás

Grandes impérios africanos foram erguidos e consolidados em guerras entre povos da região, mesmo antes da chegada dos europeus. Já se praticava a escravidão entre grupos sub-saarianos e nas outras regiões ao sul do continente africano. O tráfico de escravos negros e árabes garantiu a sobrevivência econômica de muitos impérios africanos nos períodos pré e pós-colonial, e disso fizeram sua riqueza e sua…desgraça. Os europeus exploraram esse infame comércio numa época onde a mão de obra humana era essencial para a produção de alimentos e utensílios.Mesmo nos séculos 19 e 20, o imperialismo europeu explorou economicamente meios de produção e… Read more »

Carlos
Carlos
Reply to  Dr.Mundico
14 dias atrás

Parabéns pelos comentários, parece que retirou a vontade de algum debate, a alguns malabaristas

Mig25
Mig25
Reply to  Dr.Mundico
13 dias atrás

Meu caro, jamais houve trafico de pessoas ou escravidão como a praticada pelos países europeus na África. Foi o maior deslocamento forçado de pessoas da história da humanidade. Não há comparação com qualquer outra praticada antes. Foi feito em massa, em escala industrial, por séculos. O neocolonialismo europeu foi brutal. O trafico negreiro, e a partilha da África, consolidada no Congresso de Berlim, são a origem de grande parte dos problemas atuais africanos. A colonização belga no Congo talvez seja o maior exemplo da brutalidade do neocolonialismo imperialista…

Last edited 13 dias atrás by Mig25
Dr. Mundico
Dr. Mundico
Reply to  Mig25
13 dias atrás

Não tento relativizar, mas a escravidão já existia no continente africano há séculos antes da chegada dos europeus. Os europeus incrementatram esse comércio como fonte de renda e mão de obra para suas recém-descobertas colônias nas Américas. Escravizaram porque era o sistema vigente e aceito (na época) e porque detinham o poder e a vontade de enriquecer. Logo após suas independências, todos os países americanos mantiveram o sistem escravista, pois continuava sendo necessário e aceito para a obtenção de poder e riqueza. Enfim, o escravismo é uma instituição humana milenar que atingiu e ainda atinge diversos países. Grandes impérios africanos… Read more »

Comte. Nogueira
Comte. Nogueira
Reply to  Mig25
13 dias atrás

Nós temos exemplo doméstico: o genocídio praticado pelos jesuítas em solo brasileiro, sob a justificativa de “catequizá-los”. Só esqueceram de perguntar se eles queriam trocar “tupã” pelo Deus dos europeus.

Dr. Mundico
Dr. Mundico
Reply to  Comte. Nogueira
13 dias atrás

Muito pelo contrário, amigo. Os jesuítas, na sua missão de conversão, protegeram milhares de indígenas da morte e escravidão. Não fosse pelos jesuítas, aí sim, teríamos um genocídio.
Basta verificar o papel das missões guaraníticas, onde indígenas do sul iam se refugiar em busca de proteção da caça de militares portugueses e espanhóis.

CET
CET
Reply to  Comte. Nogueira
11 dias atrás

EDITADO:
COMENTARISTA BLOQUEADO.

Sergio
Sergio
Reply to  Mig25
13 dias atrás

Nem é necessário o congo, my friend.

Aqui no Brasil varonil ainda pagaremos um karma pesado, por séculos, pela monstruosidade desses caras.

Carlos
Carlos
Reply to  Mig25
13 dias atrás

Isso é só ignorância ou será também vontade de escárnio e mal dizer? Já durante a vida de Cristo ouves falar em escravos e estes não eram subsaarianos mas aconselho-te um vídeo e todo o mundo sabe que foram os portugueses que começaram o trafico de escravos transatlântico, mas vê o vídeo https://www.youtube.com/watch?v=4dL_aBQeWHs&t=743s&ab_channel=Imp%C3%A9riosAD Mas sabes qual foi o primeiro país no mundo a abolir a escravatura, foi Portugal continental e nas Índias portuguesas em 1761, 127 anos antes da publicação da lei Áurea no Brasil em 1888. Antes de falarmos dos outros, lembremo-nos do Brasil onde existem milhões de pessoas… Read more »

Frederico Cesar
Frederico Cesar
Reply to  Mig25
13 dias atrás

Perfeitamente explicado! Os europeus mudaram as relações de poder existentes na Africa, incentivando ou criando demanda para o aumento dos conflitos e buscas de mão de obra escrava para ser exportada. Era comum armar povos que eram antagônicos para facilitar a obtenção de prisioneiros que seriam escravizados. Transformaram uma prática (escravização) comum porém em números menores nos ´seculos anteriores, em uma “industria de carne” africana.

Bernardo
Bernardo
Reply to  Mig25
12 dias atrás

“em escala industrial” pra isso é uma estultice, porque nada nessa época era em “escala industrial”. é só um “copia e cola” pq no holocausto se usou o termo “escala industrial” (e nesse, de fato)
a escravidão na áfrica seguia um modelo menos extrativista que todas as outras coisas (por colaborar com as tribos locais, que faziam as capturas) que eram extraídas das colônias africanas, muito embora isso não diminua a desumanidade do ato

Comte. Nogueira
Comte. Nogueira
Reply to  Dr.Mundico
13 dias atrás

A diferença é que os africanos e árabes não constroem uma narrativa com fundo moral e ético para legitimar barbáries, incoerências e hipocrisias.
A diferença é que no chamado “mundo primitivo”, não há rodeios. Eles dizem que vão matar e eliminar o inimigo, então é isso que vão fazer. O mundo ocidental quer nos convencer de algo diferente daquilo que efetivamente fazem. Ex: a “pressão” americana para que Israel diminua o sofrimento palestino. Ora, se realmente quisessem pressionar Israel, bastaria colocar as tropas americanas no solo palestino e protegê-los de forma direta.

Carlos
Carlos
Reply to  Comte. Nogueira
13 dias atrás

Discordo do seu comentário e não me vou alongar; basta ver para onde querem emigram todos aqueles que se veem envolvidos em conflitos do mundo primitivo e a religião também é um fator a ter em conta basta ver onde se situam as sociedades judaico-cristãs. Além disso o que vemos na história são os jesuítas a defender os índios dos bandeirantes que os viam como ouro vermelho porque ainda não tinha sido descoberto ouro em Minas Gerais, e para exemplo basta ver o filme “A Missão” https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Miss%C3%A3o, parte dele filmado no Brasil. Não podemos apagar a história com uma borracha… Read more »

Carlos
Carlos
Reply to  Vitor
10 dias atrás

Perfeita colocação

Miguel Carvalho
Miguel Carvalho
Reply to  Vitor
14 dias atrás

Brasil incluído.

Ou o Brasil fica no oriente ?

Andre Prates
Andre Prates
Reply to  Miguel Carvalho
14 dias atrás

O Brasil e Latino Americano. Fica no Ocidente geografico mas nao entra nessa conta de Ocidente politico e ou economico.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Andre Prates
14 dias atrás

Exato. O Brasil está incluído nos Brics ou quando se fala no “Sul Global”, uma expressão tão imprecisa quanto “países ocidentais” Neste contexto, a posição diplomática, cultural e histórica do Brasil o coloca realmente distante do pensamento hegemônico dominado pelos EUA e repetido na Comunidade Européia, Canadá e Austrália. Tenho a impressão que isso é mais favorável ao Brasil que prejudicial. Há que se sinta excluído quando o Brasil não é incluído como país ocidental. A impressão que tenho é que o Brasil é muito mais complexo e culturalmente rico do que muitos países classificados como ocidentais. É melhor colocar… Read more »

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Camargoer.
14 dias atrás

O que define o Ocidente? Democracia? Temos. Separação de Poderes? Temos. Estado de Direito? Temos. Direito Romano-Germânico? Temos. Predomínio de religiões cristãs? Temos. Cultura artística fortemente influenciada pela Europa. Assim como a língua é de origem latina. Então no conceito clássico de Ocidente, o Brasil, assim como a América Latina, faz parte do Ocidente. Quem colocou isso em cheque foi o cientista político Samuel Huntington que restringiu o conceito de Ocidente para Europa Ocidental, EUA, Canadá, Austrália e Nova Zelândia de certa forma considerando países Ocidentais apenas países ricos. Há também quem considere no Ocidente países com Israel, Coreia do… Read more »

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Rafael Oliveira
13 dias atrás

Então… se eu for criar uma classificação, vou criar um grupos dos países “brazucas”, os quais tẽm população multiracial, foram colonizados por europeus, grande território e grande população (essencialmente Brasil, EUA, Índia e México), “semi-brazucas”, que possuem algumas destas características (Argentina, Canadá). “brazuquetes” (países latino americanos mas com pequena população e pequeno território), “pré-brazuicas” (estados mais antigos que o Brasil e que se tornaram países industrializados, como China, Russia, países europeus) e “pós-brazucas” (países que obtiveram sua independência política a partir do Sec. XX)

então, resumindo. são 5 grupos.

Brazucas,
Semi-brazucas,
Brazuquetes
pré-brazucas
pós-brazucas.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Camargoer.
13 dias atrás

O que você fez agora foi o que Huntington fez no passado. Criou uma classificação restringindo o conceito clássico de Ocidente. Efeito colateral: acabou ficando sem saber o que fazer com o Japão rsrs.
Mas ele é mais famoso que você e a classificação dele fez e faz sucesso.
Quem o segue, tira a AL do Ocidente. Quem não o segue, não.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Rafael Oliveira
13 dias atrás

Olá Rafa… riso. O Japão mora no meu coração. Sou um nipófilo assumido, isso até o mundo mineral sabe.

Resolvido o dilema..

Segundo minha escala de brazucidade, o Japão é pré-brazuca.

MInha escala de brazucidade é recente. Pode render o Nobel de Economia… tenho 50% de ganhar (sim e não). Riso

Last edited 13 dias atrás by Camargoer.
Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Camargoer.
13 dias atrás

Sim, me recordo de ter dito que estudou lá.
Acho mais fácil ganhar um Nobel da Paz com essa tese rsrs.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Rafael Oliveira
12 dias atrás

50% de chance… Sim ou Não.

Bernardo
Bernardo
Reply to  Rafael Oliveira
12 dias atrás

3 desses pontos temos nas coxas (independente do governo). o brasil se tornou uma democracia mais ou menos na mesma época que a coreia que tem esses pontos mais desenvolvidos, apesar de japao e israel estarem anos-luz à frente (mais tempo pra amadurecer tb, ne). democracia n é so votar e as coisas que tão no papel precisam acontecer de fato pra esses pontos aí valerem. e desde 88 até agora nas coxas só.* israel, coreia e japao sao países ricos e desenvolvidos tb (apesar de mta gente chorar pra reconhecer israel como país desenvolvido). entao na prática, tem um… Read more »

Claudio Moreno
Claudio Moreno
Reply to  Camargoer.
13 dias atrás

Falou e disse camarada! Temos um longo caminho ainda, para uma sociedade justa e igualitária, mas felizmente não participamos da ocupação de Áustria no pós guerra, podemos ate ser um anão politico mas não compactuamos com a aniquilação de um povo por causa de sua banda podre (seria o mesmo que querer arrasar o Brasil por conta da marginalidade instalada pelo PCC, CV e outros grupos dos quais nos somos reféns, tao vitimas quanto o povo palestino).

Sgt Moreno

Faver
Faver
Reply to  Claudio Moreno
13 dias atrás

bom comentário

Morgenthau
Morgenthau
Reply to  Miguel Carvalho
14 dias atrás

Do Ocidente cultural daria pra colocar o Brasil como parte, mas ai a própria Rússia entraria com até maior facilidade. Mas quando se fala de Ocidente nesses assuntos está sendo discutido o Ocidente geopolítico, e desse o Brasil não faz parte segundo o próprio bloco geopolítico ocidental.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Miguel Carvalho
14 dias atrás

Quando você ler um texto escrito por alguém da comunidade européia, Japão, Austrália, Canadá ou EUA mencionando “ocidente”, o Brasil está excluído. Atualmente, o Brasil, a América Latina, África e Sudeste Asiático são denominados “Sul global”.

O Brasil, assim como a Índia, são mencionados indiretamente como Brics.

Underground
Underground
Reply to  Camargoer.
14 dias atrás

Quem diria, não somos sequer considerados latinos pelos norte-estadunidenses.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Underground
13 dias atrás

Pois é… nem isso. Talvez pelo fato da Disney representar o Brasil por um papagaio (Zé Carioca) e a DremWork por uma Ararinha Azul (RIo), ao invés de ser uma lhama ou um frango, nos distingua do resto da América Latina.

Eromaster
Eromaster
Reply to  Camargoer.
14 dias atrás

Resumindo geral: Ocidente = os países do G7.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Eromaster
13 dias atrás

Resumindo, do ponto de vista do G7, é isso mesmo.

Curiosamente, China e Índia, também não fazem parte do G7, mesmo tendo economias maiores que a maioria dos países do G7.

Então, para o Brasil, Russia, China e Índia (e África do Sul), o negócio é sermos Brics mesmo…. e para o Brasil, o negócio é ser Brics e Mercosul…

Hoje, o G20 é mais representativo do mundo que o G7.

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Reply to  Camargoer.
13 dias atrás

Disse muitas vezes aqui.. Nós nunca fizemos parte do clube e nunca nos quiseram nele. O autor foi muito feliz quando disse que ” A situação na Ucrânia humilha o ocidente e Gaza o envergonha”. É sinal irreversível de decadência sim.
Repito . Nunca tivemos uma liderança tão tacanha igual essa atual. Onde vamos parar ?

Carlos Silva
Carlos Silva
Reply to  Vitor
13 dias atrás

No oriente ” você seria eliminado .

Alexandre
Alexandre
14 dias atrás

Água limpa, clara e cristalina!

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
14 dias atrás

Uma coisa que chama a atenção no conflito ucraniano é: A quantidade de países que simplesmente não boicotaram e continuam a fazer negócios com a Rússia. As maiores economias do mundo, a China, a Índia e o leste asiático, que concentra a maior parte da manufatura global e são os verdadeiros centros econômicos mundial, simplesmente não dá a mínima pro Ocidente e “tocam sua vida” fazendo negócios com a Rússia, ou com quem elas desejam. E a própria Europa, que criou toneladas de sanções contra os russos, ainda faz negócios com eles por “baixo dos panos” ou por meio de… Read more »

Dr.Mundico
Dr.Mundico
Reply to  Willber Rodrigues
14 dias atrás

A resposta é uma só: globalização, ou o que ainda resta dela.
Blocos econômicos (ou nações) precisam uns dos outros para comprar, vender, escoar produção, adquirir tecnologias, alimentos e influenciar geopoliticamente blocos sub-desenvolvidos.
País nenhum consegue ser autônomo em tudo e num mundo mais conectado essa dependência gera poder.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Dr.Mundico
14 dias atrás

Pois é. Agora vai explicar isso pra Alemanha. Foram no “embalo” de boicotar o gás russo, que garantia uma fonte de energia relativamente barata ora eles, pra ir como “vaca de presépio” seguindo o resto da OTAN e UE nisso. Resultado? Seu parque industrial e população tendo que pagar o triplo pela energia, por terem aberto mão do gás russo, e seu PIB caiu em -0,5% ano passado. Brasil teria ido no mesmo caminho, se a gente tivesse seguido o ( mal ) exemplo deles, e entrado nessa onda de boicotar os russos. Tire os fertilizantes russos de nosso agronegócio,… Read more »

Machado
Machado
Reply to  Willber Rodrigues
14 dias atrás

Eu já vi uma entrevista de um especialista geopolítico dizendo que uma das intenções do EUA era retirar a competitividade dos alemães nessa guerra da Ucrânia ao obrigar eles sair do Nortstream 1 e 2. Assim retiram um concorrente do seu caminho.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Machado
13 dias atrás

Sabe aquela tempo aonde o europeu gastava pouco em Defesa, porque o Tio Sam bancava 90% da OTAN, e aonde europeu tinha gás russo e energia barato, e podia gastar muito em seguridade social? Esse tempo acabou. De agora em diante, europeu vai ter que tirar o escorpião do bolso pra ter boa Defesa, energia barata vindo de gás russo barato acabou, e os programas sociais europeus vão passar por cortes nos próximos anos. Em breve, vocês verão europeus fazendo reformas na Previdência, igual nós fize-mos. Sabe a competitividade e fábricas européias? Irão pra Ásia ou países como México. Podem… Read more »

Carlos
Carlos
Reply to  Willber Rodrigues
14 dias atrás

Dos fertilizantes importados pelo Brasil, apenas 22% são de origem russa e o gás barato era o engodo para fazer dos dirigentes europeus de fantoches, mas quem ficou mal na fotografia foi a Rússia que já perdeu 765milhões de euros diários

Comte. Nogueira
Comte. Nogueira
Reply to  Willber Rodrigues
13 dias atrás

A Alemanha se tornou um paradoxo: quer liderar a Europa quando o assunto é redução de emissões, mas a realidade se impõe. Utilizar a rede elétrica instalada para abastecer veículos elétricos, quando essa rede tem sua principal fonte de geração termelétricas movidas a carvão. Tem até imagens de eletropostos movidos por geradores à diesel….kkkkkk
piada pronta de primeiro mundo!

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Comte. Nogueira
13 dias atrás

A Alemanha ( a Europa, de modo geral, mas vamos nos ater a esse país ), pra suprir sua necessidade energética na falta de gás russo, teve que importar gás norte-americano, muito mais caro, e extraído do xisto, muito mais poluente.
Tambem tiveram que aumentar o consumo de diesel pra termelétricas.
A sorte deles é que esse inverno foi quente, caso contrário….
E nos próximos anos, veremos usinas nucleares sendo reativadas ou construídas ( e lembrando que boa parte do urânio pra isso é….russo ).

Enquanto isso, eles encherão nosso saco por causa de questões ambientais.

MauricioFC
MauricioFC
Reply to  Willber Rodrigues
11 dias atrás

O problema foi a Alemanha ter ido no embalo da demonização da energia nuclear.

Andre Prates
Andre Prates
Reply to  Willber Rodrigues
14 dias atrás

O Brasil tambem !

Morgenthau
Morgenthau
Reply to  Willber Rodrigues
14 dias atrás

Porém, ainda assim, as sanções prejudicaram a Rússia no longo prazo caso não sejam revertidas, mas acredito que depois da guerra serão revertidas com o tempo.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Morgenthau
14 dias atrás

A questão não é se a economia russa será ou não prejudicada no longo prazo. A questão é que as sanções NÃO surtiram o efeito desejado no curto prazo. As sanções não fizeram, no curto prazo, fazer a economia russa colapsar, seu povo se revoltar contra o governo e acabar com a capacidade russa de continuar na guerra, como os europeus e norte-americanos queriam e previram. A economia russa CONTINUA forte o suficiente pra manter seu país na guerra, e já tem muito ocidental admitindo que a Rússia pode continuar nela por mais 3 ou mais anos. A intenção tambem… Read more »

Carlos
Carlos
Reply to  Willber Rodrigues
14 dias atrás

Meu caro, todo o mundo sabe que quem controla as informações na Rússia é o Kremlin e a maior parte das informações são falsas, um dado recente, a Gazprom, a maior empresa de energia da Rússia, perdeu em 2023, 40% de receitas que tinha em anos anteriores, a UE pagava pelos combustíveis que comprava à Rússia, 900milhões de euros por dia, hoje ainda há membros da UE, que fazem negócios limpos porque são sociedades livres e a UE nunca impôs sanções ao gás russo, que ainda compram combustíveis à Rússia mas pagam apenas 15% do que pagavam ou seja ainda… Read more »

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Carlos
14 dias atrás

A China é a “fábrica do mundo” atualmente. Você tem CERTEZA de que a China consome menos gás russo que a UE? Tem certeza? “porque ninguém quer ficar associado à compra de combustíveis russos e sofrer sanções por compra de combustível russo” A Índia, a China, a África, a AL e praticamente todos os países asiáticos, vários deles com economias maiores do que os países da UE, estão comprando e fazendo negócios com os russo. Me fala quantos desses países estão tomando sanções por causa disso, fala aí… “(…) hoje ainda há membros da UE, que fazem negócios limpos porque… Read more »

Carlos
Carlos
Reply to  Willber Rodrigues
14 dias atrás

Não é necessário ser um perito, basta ver quantos gasodutos iam da Rússia para a UE enquanto da Rússia para a China só um que foi inaugurado em 2019 e está a ser construído um segundo. Outro pormenor que te esqueces, é que a China a par com os EUA são os maiores poluidores e não é pelo consumo de gás mas de carvão. Mas não te esqueças que a China está a perder o título de Fábrica do Mundo, o desemprego jovem é elevado, Ninguém quer ficar associado porque têm medo de sanções. Diz-me se a Índia, a China… Read more »

Last edited 14 dias atrás by Carlos
Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Carlos
14 dias atrás

“Mas não te esqueças que a China está a perder o título de Fábrica do Mundo, o desemprego jovem é elevado”

Aham, a China tá perdendo esse título esse título sim, confia…

“Ninguém quer ficar associado porque têm medo de sanções.”

Me fala quantos e quais países estão sofrendo pressão e sanções por continuar negociando com a Rússia. Me dê nomes.

Carlos
Carlos
Reply to  Willber Rodrigues
14 dias atrás

Pesquisa se o teu cérebro formatado deixar.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Carlos
14 dias atrás

Pesquisei, e não encontrei NENHUM país que foi sancionado por continuar a fazer negócios com os russos.

Vai lá, dê nomes. Posta ae suas fontes, vai.

Carlos
Carlos
Reply to  Willber Rodrigues
13 dias atrás

EDITADO:
2 – Mantenha o respeito: não provoque e não ataque outros comentaristas.

Comte. Nogueira
Comte. Nogueira
Reply to  Carlos
13 dias atrás

A máquina de propaganda americana é Hollywood, que vende a imagem do “sonho americano”, do país perfeito, terra de empreendedores e de liberdades. Concordo que foi muito útil na tarefa de divulgar a cultura americana pelo mundo, de vender big mac e coca cola, mas que não consegue mais difundir os ideais para conquistar a simpatia do resto do mundo.

Carlos
Carlos
Reply to  Comte. Nogueira
13 dias atrás

Quantos mídias privados sem controlo do estado existem na Rússia? Resposta zero. Quantas pessoas são presas nos EUA por protestarem contra a “Guerra”? Resposta, nenhuma. Mas deixe-me recordar que nunca falei dos EUA, da coca cola nem de coisa nenhuma e isso não me preocupa nem me interessa. Deixe-me recordar outra coisa, existe no Brasil, RJ, um lugar histórico chamado de Cais do Valongo, mas brasileiro gosta de imitar gringos dos EUA chamando ao cais de Pier, usando inúmeras palavras anglófonas. O que mais me incomoda é o apoio de muitos brasileiros a um regime que viola tudo o que… Read more »

Comte. Nogueira
Comte. Nogueira
Reply to  Willber Rodrigues
13 dias atrás

Os EUA impuseram sanções unilaterais contra a Venezuela, certo?
Sabem quem são os maiores importadores do petróleo venezuelano? Simplesmente, uma estratégia para afastar os demais compradores, para poderem comprar mais barato.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Comte. Nogueira
13 dias atrás

A Venezuela e Irãn são sancionados a anos pelos EUA.
E mesmo assim, os maiores compradores de petróleo de ambos os países são….

Os EUA.

Dissertem…

Allan Lemos
Allan Lemos
14 dias atrás

O Ocidente segue os passos de seu líder, os EUA, que se destroem de dentro para fora.

Políticos pisam nos valores que fizeram o país chegar ao topo ao mesmo tempo que abrem as portas para uma invasāo de imigrantes.

Estāo a algumas décadas do subdesenvolvimento.

Nativo
Nativo
Reply to  Allan Lemos
14 dias atrás

Meu caro , poderia explicar quais eram os valores dos pais da nação norte americana, quanto aos imigrantes latinos? Por favor.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Nativo
14 dias atrás

Os imigrantes latinos estāo infestando o país com crimimalidade e pobreza.

O governo está querendo fazer lá o que se fez aqui, implementar assistencialismo para fins de compra de voto.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Allan Lemos
14 dias atrás

Claro… os latino americanos possuem um “gene cucaracha” que os torna mais susceptíveis á criminalidade.

Aliás, a população latino americana é tão uniforme e homogẽnea que é impossível distinguir entre uma pessoa que nasce no Brasil, no Chile ou no Panamá, mas basta esta pessoa andar pelas ruas dos EUA para ser imediatamente identificada.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Camargoer.
14 dias atrás

Semanas atrás uma jovem estudante de enfermagem foi abusada e morta por um imigrantes venezuelano.

Vai lá falar para a família dela que a entrada illegal de latinos nāo é um problema.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Allan Lemos
13 dias atrás

Allan… segundo uma matéria da CNN, foram 34 mil estupros no Brasil durante o primeiro semestre de 2023.

Alias, teve um caso recente que repercutiu bastante foi do rapaz branco e rico que importunou uma mulher em um elevador em Fortaleza. Lembrei também do Abdelmassih, filho de libaneses e condenado a 278 anos por 52 estupros e 4 tentativas…

Como expliquei muitas vezes, não existe sentido estatístico na experiência pessoal ou na escolha de um caso. 34 mil casos é um bom conjunto para obter alguma informação estatística.

https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/brasil-registra-34-mil-casos-de-estupro-no-1o-semestre-de-2023/#:~:text=Delegacias%20de%20todo%20pa%C3%ADs%20registraram,foi%20de%2014%2C9%25.

Nativo
Nativo
Reply to  Allan Lemos
14 dias atrás

Muito obrigado pela resposta.
Sim essa história de assistencialismo, QUANDO se torna muito prolongado, realmente é uma desgraça a nação.

Porém quanto aos valores americanos, o que acabou foi o seu empreendedorismo, dando lugar a riqueza pela especulação .

se tal forma de visão houvesse resistido, provavelmente teríamos investimentos na América latina, que por si só, já seriam um freio ao fluxo imigratorio. Acredito.

Sergio
Sergio
Reply to  Allan Lemos
13 dias atrás

Você já assistiu aos vídeos dos noias de philadelfia? Tem no YouTube, às centenas, e sempre atualizados.

90% dos infelizes são brancos, anglo saxoes.

Culpar os latinos…

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Sergio
13 dias atrás

Saia da sua bolha e procure pelas notícias de crimes cometidos por latinos desde que houve a troca de governo, os números dispararam.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Allan Lemos
11 dias atrás

Coisas para serem pensadas… em 2023 48% das condenações por homicídios nos EUA foram de pessoas negras, 31% brancos e 15% hispânicos..

Mig25
Mig25
Reply to  Camargoer.
11 dias atrás

Nada como estatísticas, dados e pesquisas para acabar com o “eu acho”, “teve um caso”, uma vez eu fiquei sabendo”…

Underground
Underground
14 dias atrás

…”o sacrifício cínico de meio milhão de ucranianos usados como carne para canhão e destruição física do país, na causa de enfraquecer e marginalizar a Rússia.” – Surgem algumas questões aqui: a primeira delas no que se refere ao meio milhão de ucranianos. De onde tirou esse número? Segundo, no seu entendimento, a causa da guerra seria a necessidade de enfraquecer a Rússia. Mas e se a Rússia não tivesse invadido a Ucrânia? Demonstra aí uma inversão de entendimento. Terceiro: a palavra carne para canhão denota a necessidade de enfatizar sua própria crença na coisa. Podia ter dito “perda de… Read more »

PauloOsk
PauloOsk
14 dias atrás

O Brasil sempre buscou validação, tentou entrar nesse grupinho “ocidental”. Nunca os europeus/americanos nos viram como iguais. Ainda bem, hoje essa buxa nao eh nossa e temos excelente relações com o mundo inteiro.

Afonso Bebiano
Afonso Bebiano
14 dias atrás

A entrevista parece ter sido feita entre um ventríloquo e seu boneco.

Quem quiser, que acredite.

Vitor Botafogo
Vitor Botafogo
14 dias atrás

Neo socialismo, feminismo exacerbado, guerra ideológica em favor de minorias e a vitimização estão acelerando o declínio do Ocidente. Temos Jovens (que não sabem como o mundo real é) revolucionários aguerridos a uma ideologia que serão engolidos pela própria revolução como foi a revolução francesa e bolchevique na USRR.
O Conservadorismo nunca fez tanto sentido.

Faver
Faver
Reply to  Vitor Botafogo
13 dias atrás

O conservadorismo vai sempre ser relutante ao novo, salvo se isto encher o bolso do conservador. O novo sempre vem, querendo ou não, para desgosto de conservadores. O passado a ser conservado só se mantém como farsa ou como um arremedo do que era realmente no passado.

Vitor Botafogo
Vitor Botafogo
Reply to  Faver
13 dias atrás

Basta manter em pratica o que funciona e o que se conhece e temos os exemplos solidos do que deu certo. O Novo nem sempre traz certezas, pode trazer muitas incertezas e rumos desconhecidos que nos colocam em rota de perigo. A Europa que o diga… Se iludiram com uma “pax” no continente, se desarmaram e passaram a depender do seu ex-inimigo e atual inimigo. O Mundo real ainda é de poder e força e sempre o será, desde os primordios da humanidade. Ignorar isso é um erro. Os EUA estão se implodindo internamente e a Europa ja se implodiu… Read more »

Nativo
Nativo
14 dias atrás

Ao ilustre professor já discordo por essa ideia de valores ético -morais ocidentais. Pois só nos últimos 150 anos as nações mais desenvolvidas dessa parte do mundo. Promoveram guerras de colonização e de resistência a descolonização sobre outros povos, que provocaram milhões de mortes. No meio desse tempo, os alemães que são uns dos povos precursores dos valores cristãos protestantes, geraram as duas mais violentas guerras da história humana ,em um espaço de apenas 20 anos . Na guerra fria, que sucedeu as guerras mundiais os EUA, novo centro dos valores ocidentais apoiaram todo tipo de ditadura, nos quatro cantos… Read more »

Orivaldo
Orivaldo
14 dias atrás

Pura propaganda este artigo

Paulo Sollo
Paulo Sollo
14 dias atrás

Sensacional. Nunca tinha lido uma análise tão lúcida e contundente sobre a linha de atuação nefasta, hipócrita, opressora e destrutiva que as potências ocidentais vem pondo em prática desde sempre e sobre o processo de desintegração do seu jugo que está ocorrendo. A história do dominio do ocidente no mundo sempre foi caracterizada por violência econômica e militar, prepotência, preconceito, desprezo, roubo e genocídios. Os eua e seus vassalos sempre atuaram como desestabilizadores e criadores de sofrimento e miséria no planeta e seu tempo de domínio global se encerra, os pés de barro estão ruindo. Sr. Michael Brenner, tudo o… Read more »

Henrique
Henrique
Reply to  Paulo Sollo
14 dias atrás

claro, é pura propaganda rusisa

se metade do que ta ali fosse real já tinha acabado a guerra


A história do dominio do ocidente no mundo sempre foi caracterizada por violência econômica e militar, prepotência, preconceito, desprezo, roubo e genocídios.

miro ocidente e acerto russificação

Morgenthau
Morgenthau
Reply to  Henrique
13 dias atrás

Na verdade essa descrição do Ocidente está certa, e vale pra Rússia também, mas ela vale para toda potência, Império, Civilização na história, mas ao mesmo tempo todos também fizeram coisas positivas, alcançaram grandes feitos. Por isso vilanizar países, potências e Impérios por conta desse tipo de coisa é desonestidade, é apontar como único em um país/potência/império o que é comum a todos.

Last edited 13 dias atrás by Morgenthau
Henrique
Henrique
Reply to  Morgenthau
13 dias atrás

ai que vc vê que para uns aqui as caraterísticas do imperialismo não são relevantes…

no final, gente como o Paulo, e outros, aqui só estão passando pano pros EUA pq dai ele pode justificar a Rússia com uma hipocrisia sem fim

Gabriel BR
Gabriel BR
14 dias atrás

Tinha meses que não lia um artigo tão bom.
Lucidez pura!

Carlos
Carlos
14 dias atrás

É uma vergonha este texto, não sei quem é este senhor (se se pode chamar de senhor) e de tão intragável que é este texto, não o consegui ler do início ao fim, dá a noção que é um apoiante de Trump à procura de uma renda extra porque não dá razões lógicas nas suas respostas ou então desconhece muito daquilo que estudou a vida inteira, ou seja e resumindo, nada. 39 Laureados com prémios Nobel escreveram uma carta onde afirmam que o regime de Putin é uma ameaça ao mundo e este senhor Brenner não é um deles. porque… Read more »

Last edited 14 dias atrás by Carlos
Felipe
Felipe
Reply to  Carlos
13 dias atrás

Dói a verdade, quando não condiz com sua torcida né?

Carlos
Carlos
Reply to  Felipe
12 dias atrás

Qual verdade? A minha? Ou as mentiras desse “senhor”?
Se quiseres debater algum ponto por mim avançado, já que pensas que é da minha torcida, estou disponível, basta indicares qual ou quais.

Henrique
Henrique
14 dias atrás

“A Rússia está consideravelmente mais forte em todas as dimensões do que antes da guerra; sua economia é mais robusta do que qualquer economia ocidental

queria entender como um país com economia mais robusta que a dos EUA chora todo dia por conta de sanções, ta atolada na Ucrânia e precisa de ajuda da Coreia do Norte

e também não consegue atrair capital estrangeiro e ta vivendo um declino populacional

Last edited 14 dias atrás by Henrique
Claudio Moreno
Claudio Moreno
13 dias atrás

Boa madrugada senhores camaradas do Forte! Nada de novo no front! Pior, eu não estou defendendo fulano, Beltrano ou Sicrano ou seja quem for os atores no Leste Europeu ou ainda na Palestina, dito isso, eu sigo sentindo-me à vontade para repetir o que sempre falei desde o começo das hostilidades entre Ucrânia e Rússia (sim entre Ucrânia e Rússia, pois a primeira fez questão de cutucar a segunda, na esperança de entrar para o clube do bonecos da EU e NATO, a segundo reagiu preventivamente tal como segundo disse os EUA fez com Granada, Panamá, Iraque…), lamento o conflito,… Read more »

Claudio Moreno
Claudio Moreno
Reply to  Claudio Moreno
13 dias atrás

Apenas uma noticia ruim para começar o sábado e azedar o pastel de carne com caldo de cana…e melar o que disse acima, quanto a necessidade de fortalecermos nossa Industria de Defesa…

_Alguns meios de Notícia Especializada em defesa dão como certa que a empresa AVIBRAS AEROESPACIAL foi vendida.

O rumor que circulou em 27/MAR/2024 foi confirmado em 28/03/2024 quando o principal acionista. Sr João Brasil, fechou o acordo de venda com um Grupo Australiano ainda não nominado.

A negociação se deu após o Governo Federal dar sua aprovação. Participou das tratativas o Ministro da Defesa Dr Múcio.

Sgt Moreno

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Claudio Moreno
13 dias atrás

Ah, excelente. Que legal. Maravilhoso.

Qualquer país do mundo teria ajudado essa empresa, evitando que ela fosse comprada por estrangeiros. Qualquer país com FA’s sérias teria feito tudo pra que essa empresa não fosse vendida.

Mas aqui, não. O governo e o EB não dão a mínima.

Excelente. Que legal. Maravilhoso.

Claudio Moreno
Claudio Moreno
Reply to  Willber Rodrigues
13 dias atrás

Pois é Willber um ovo de Páscoa com uma surpresa desagradável dentro. Mas isso é culpa do brasileiro que não sabe mais reagir. Estou beirando os 60 anos de vida, me recordo muito bem de como nossa sociedade vibrava (quem é militar sabe o que significa o jargão)…hoje é só blá blá blá. Quería muito saber quantos de nós ao menos entro no link do chamamento que o GF realizou para que a população participe do processo de criação de estratégias de defesa e segurança! NOTA: O saudoso Bacchi revelou que muitas vezes o GF militar foi em socorro da… Read more »

Caerthal
Caerthal
13 dias atrás

Esse sr Brenner emprega adjetivos em profusão, sendo um pouco displicente na apresentação e organização dos fatos. Isso normalmente indica uma mente pouco analítica e com uma agenda oculta.

naval762
naval762
13 dias atrás

Torcedores torcerão… e assim vamos caminhando em direção ao terceiro ano e a humilhação de quem dizia que ia vencer em apenas alguns dias, continuem na torcida e no sujo trabalho de propaganda senhores, boa sorte.

Caerthal
Caerthal
13 dias atrás

Os EUA promoveram lideranças de baixa estatura moral nos últimos 30 anos. Essas lideranças preferiram antagonizar a Rússia – uma potência em declínio com muito mais afinidade cultural – e promover a China, que aproveitou muito bem o potencial para se transformar em um rival temível sob todos os aspectos. Essa nunca foi uma estratégia prudente. Não ajudou a segurança da Europa e muito menos a segurança da Ásia. A Rússia teve que ser jogada para o lado da China, uma presença sempre muito incômoda e ameaçadora do outro lado do rio Amur. Fazer um paralelo com a situação de… Read more »

Jefferson B
Jefferson B
13 dias atrás

Ah sim, é terrível morar no ocidente kkkkk Pensa uma vida ruim na Europa ocidental e EUA. Vidão mesmo é morar em pais emergente onde o sujeito trabalha igual um maluco e não conquista nada na vida, violência e pobreza, falta de liberdade enorme. Primeira coisa que um chinês rico faz é tirar os filhos da China e enviar aos EUA. Liberdade é tudo! Essa ideia fantasiosa de ocidente em colapso é uma visão errônea do que deve ser às relações entre povos. Antes o ocidente ocupava áreas do globo que jamais deveria ter ocupado, fugindo a ordem natural dos… Read more »

Bispo
Bispo
13 dias atrás

Prova incontestável do declínio dos EUA:

China e Rússia caminham para em parceria implementar base lunar com energia atômica(reator russo).

A China busca ser a primeira nação a lançar missão tripulada a Marte.

Os motores nucleares para foguetes , Chinês e Russo estão em estado avançado de desenvolvimento.

Uma nave com motor nuclear chegaria a Marte em 03 meses … motor químico 06/08 meses.

Marte já é um planeta vermelho , lua está a caminho de ser um satélite vermelho..rs

Sergio
Sergio
13 dias atrás

Ele só errou na ordem dos fatores.

O declínio moral vem antes…

J-20
J-20
Reply to  Sergio
9 dias atrás

O tão dito declínio moral não passa de muleta para convencer aqueles que ainda acreditam que tudo se resume no bem e no mal ou para conservadores hipócritas que se acham o bastião da moralidade.
O que há é a realidade material batendo na porta e derrubando aqueles que tentam desesperadamente mantê-la fechada.

Sergio Machado
Sergio Machado
13 dias atrás

O problema do ocidente reside na hipocrisia desmedida. “ … o que nós falamos valem para nossos inimigos, não para nós.” Some-se a isso uma ambição pela coisa e vida alheia, sempre surrupiada em meio a mentiras. As pessoas que defendem Rússia e China estão equivocadas se acham que eles são diferentes, contudo o ocidente, tão rasteiro quanto, insiste em se postar como o farol do Iluminismo. Cada vez cola menos, salvo entre os convertidos. Creio que a guerra na Ucrânia e o massacre em Gaza desnudaram por completo essa faceta “somos gente de bem”, e mostra que nossos governantes… Read more »

Fawcett
Fawcett
13 dias atrás

Tem que peneirar muito para tirar algo que preste desta análise. Está certo que ocidente errou em encarar os desafios atuais mas dizer que a Rússia está mais forte hoje e que demonstrou robustez econômica e superioridade militar é de doer os ouvidos.

Sergio Machado
Sergio Machado
Reply to  Fawcett
13 dias atrás

Ora, se não mostrasse superioridade militar já teria perdido e retornado às suas fronteiras, ou não? Ademais, todo equipamento de ponta enviado pela OTAN estaria intacto e feito a diferença.
Na prática temos Moscou avançando, nenhum equipamento da OTAN escapou de virar material reciclável e apenas retardou o avanço russo. Sequer impediu. Difícil enxergar a essa altura os russos mais fracos com seu complexo militar funcionando full.
Questão de tautologia.

Bruno
Bruno
13 dias atrás

Parem de propagar o termo “latino”. Não, não somos, somos brasileiros e, regionalmente, Sulamericanos. Esse termo “latino” surge a partir da arrogância petulante dos Anglo-Saxões em arrogarem para si o gentílico “americano”, fazendo com que os povos da América percam sua identidade e ligação espiritual com a terra em que vivem, pois, ao contrário dos Anglo-Saxões , que são selvagens tribais e sua formação e existência se dá na Europa, todos os países possuem em seu genótipo o vínculo territorial que se dá através do sangue dos americanos (que são chamados pejorativamente de indígenas). Alguns países possuem esse vínculo em… Read more »

RODES
RODES
13 dias atrás

expectativa: “humilhação da Ucrania” realidade: URSSinha perdeu seu maior cliente (a europa); acordou a aliança de defesa ocidental, que estava indo de base; entrou numa operação especial que virou um atoleiro (rsssss); economia sancionada até os tobas; economia russa e indústria militar passaram a depender de chineses, iranianos, brasileiros e o resto da Várzea mundial que não são nada confiáveis; seus equipamentos militares não são tudo aquilo que fora propagandeado por uns 40 anos; sofreu tentativa de golpe de estado, sem os próprios militares se mexerem para barrar o golpista; para apaziguar politicamente o clima interno por causa da guerra,… Read more »

Last edited 13 dias atrás by RODES
Jefferson B
Jefferson B
Reply to  RODES
13 dias atrás

Exatamente…achar que a Rússia na atual situação está melhor que a Europa ocidental é uma verdadeira piada.
A Rússia era pobre antes da guerra, imagina agora!
Não se trata de gostar ou não da Rússia, basta usar o cérebro: os caras estão em guerra…isso é péssimo!

Mig25
Mig25
Reply to  Jefferson B
11 dias atrás

Péssimo quando você é atacado em seu território, tem sua infraestrutura destruída. A guerra é um grande motor para a economia, vide EUA, e está sim sendo benéfica (economicamente) para a Rússia tb. O complexo industrial militar gera milhões de empregos, grande parte de empregos qualificados, e tecnologia para uso militar, e civil…

Coringa Makalaba
Coringa Makalaba
Reply to  Jefferson B
8 dias atrás

Você está errado.
Sem dúvida, União Europeia, EUA, Canadá, são ricos… Japão, idem ..
Todos outros estão em desenvolvimento e a Rússia é um grande exemplo disso

Coringa Makalaba
Coringa Makalaba
Reply to  RODES
8 dias atrás

A Rússia perdeu o seu melhor cliente e a Europa perdeu o seu maior fornecedor…
Ambos são óbvios.
A Europa assim o quis e até aceitou o ato terrorista no Nordstream 2

Bernardo
Bernardo
12 dias atrás

a primeira pergunta já da a dimensão da propaganda

“com significativas ramificações morais. Você poderia dizer aos nossos leitores qual é a causa raiz desse estado de coisas e qual é a lógica por trás desse suicídio coletivo”

antigamente, na era da união soviética, os agentes de propaganda eram muito mais sutis (e é fair game, ambos os lados usaram isso – ambos de forma muito boa, diga-se). talvez seja um sinal dos tempos que as mensagens precisem ser mais diretas (e mais obviamente propaganda) pras chegar nas pessoas.

Nilton L Junior
Nilton L Junior
12 dias atrás

Todo império cai.

ODST
ODST
12 dias atrás

Vergonha de Gaza? Alguém está sabendo de algo que eu não estou? Vergonha é passar pano pra grupo terrorista.

J-20
J-20
Reply to  ODST
10 dias atrás

Sim, passar pano para o Estado terrorista de Israel é mesmo vergonhoso

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
11 dias atrás

Texto mais do que propaganda política chinesa, pura peça de cinismo internacional.

curisco
curisco
11 dias atrás

A guerra na Ucrânia tem data para acabar, que é quando Trump vencer a eleição (nem gosto dele nem do Biden). Netanyahu está jogando no lixo o maior poder que seu país tinha que era a ‘solidariedade internacional’. o Texto bate no visível declínio de poder do bloco Eua-Europa, tanto do ponto de vista militar, político e moral. E o mais grave é o declínio moral. Isto significa apoiar China e Rússia? nem de longe. Estes países não tem ambições globais nem usam manto de ombridade. Já Europa e EUA sim. Obs: qual guerra os Eua venceram de verdade nos… Read more »

Coringa Makalaba
Coringa Makalaba
Reply to  curisco
8 dias atrás

Duvido que não termine antes

Abimael
Abimael
10 dias atrás

Eu sempre defendi o Ocidente.
Até que, recentemente, descobri que, para o Ocidente, brasileiros não fazem parte dele.
Interessante.
Desde então torço para que a China e a Rússia dominem toda a bagaça de uma vez.

Coringa Makalaba
Coringa Makalaba
Reply to  Abimael
8 dias atrás

Nem o Brasil e muito menos a usada Ucrânia