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Fotos do exercício australiano Chong Ju, de treinamento de jovens oficiais

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M113AS4 e tropas na Chong Ju- foto 2 MoD Australia

Realizado nesta segunda semana de maio na Área Militar de Puckapunyal, o exercício Chong Ju é parte do treinamento para futuros líderes militares do Exército Australiano, visando a efetiva integração da Força de Defesa Australiana em modernos campos de batalha. O nome do exercício é uma homenagem a uma série de ações ofensivas do 3º Batalhão do Real Regimento Australiano (3RAR), realizadas em 29 de outubro de 1950 na Guerra da Coreia, no qual o avanço da infantaria australiana teve o apoio de carros de combate e artilharia do Exército dos EUA.

No exercício Chong Ju, estão incluídos equipamentos como o carro de combate M1A1 Abrams Tank, o M113 AS4, o canhão  105 mm Hamel  e o míssil antibilindagem Javelin. Os M113AS4 australianos foram aprimorados em suas blindagens e capacidade de movimentar-se no terreno acidentado para operar em conjunto com o carro de combate M1A1. A Força Aérea realizou apoio aéreo aproximado com aeronaves de ataque de longo alcance F-111, que em breve serão aposentadas.

M113AS4 e Abrams M1A1 na Chong Ju- foto 2 MoD Australia

M113AS4 e Abrams M1A1 na Chong Ju- foto MoD Australia

M113AS4 e Abrams M1A1 na Chong Ju- foto 3 MoD Australia

Fato digno de nota, no informe do Ministério da Defesa Australiano sobre o exercício Chong Ju, é que o fogo de  artilharia, empregando munições de 105mm,  foi providenciado pela 53ª bateria independente (53 Independent Battery), que normalmente apoia curos da Escola de Artilharia. A 53ª foi a única bateria australiana a empregar suas armas contra os japoneses na Batalha de Kokoda, em 1942.

Artilharia na Chong Ju- foto MoD Australia

Segundo o Coronel Michael Kingsford, Comandante do Centro de Treinamento do Exército para Forças Combinadas ( Army’s Combined Arms Training Centre),  o exercício é parte essencial do treinamento de combate de oficiais juniores do Exército: “O campo de batalha moderno mudou e continua a evoluir, por isso é importante oferecer a jovens oficiais a experiência realista dos efeitos do armamento e a melhor maneira de empregá-los, para um efeito combinado, em cenários operacionais.

Abrams M1A1 na Chong Ju- foto MoD Australia

Abrams M1A1 na Chong Ju- foto 2 MoD Australia

M113AS4 e tropas na Chong Ju- foto MoD Australia

FONTE / FOTOS: MoD Australia

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Marcelo OstrajsilvaOmegaleoLeandro RQ Recent comment authors
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Renato
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Renato

Interessante a torreta nos M-113, há mais diferenças em relação aos nossos?

Vader
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Vader

Renato, a traseira também é completamente diferente. Segue texto interessante que encontrei na web: http://www.militaryglobal.com/forum/index.php/topic,720.0.html “Protection. Protection will be significantly enhanced with the addition of add-on applique armour and spall curtains as well as a number of changes designed to enhance the vehicles mine protection. Lethality. Lethality will be increased with the incorporation of a totally new electrically powered turret. The turret will be fitted with a quick-change barrel machine gun and a new day/night gun sight. Mobility. The upgrade includes a new engine, transmission, drive train and driver?s controls. To maximise the benefits of this new driveline the suspension,… Read more »

Alfredo.Araujo
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Alfredo.Araujo

Interessante são as Sten Aug dos infantes…
O fuzil mais lindo de todos !!

MA
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MA

Excelentes fotos!

Vader:
O programa de modernização do M113 parece excelente ein! Mas tenho uma ressalva
“Ainda assim, pobre do infante blindado se o M-113 realmente se dispuser a seguir o M1A1. Vira omelete, rsrsrs…”
Eu realmente não entendi esse comentário Vader, você comparou a capacidade do M113 com do M1A1? Ou quis dizer que o M1A1 não tem grande capacidade de sobrevivência? Poderia explicar?

Vader
Visitante
Vader

MA disse:
14 de maio de 2010 às 13:24

Hehehe, MA, já que vc perguntou, vc já andou embarcado num M-113 em campo a alta velocidade???

Sugestão: leve um bom capacete… Se vc é católico, um terço também não iria mal… 🙂

Abraço.

MA
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MA

Haaaaa, valeu Vader! Não sabia que o M113 era digno sucessor do “achata-bundas” do Willis MB 🙂
Obrigado! Mas tá escrito aí que vão mudar as suspensões, pode ser que mude nesse aspecto!

Vader
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Vader

Hehehe, MA, no Willis vc corre o risco no máximo de quebrar a espinha ou ser jogado pra fora dele e se espatifar…

Não é tao ruim assim… 🙂

Quanto à suspensão, não creio que irá mudar muita coisa… O problema do M-113 não é na suspensão, mas sim no resto… 🙂

Abs.

Vader
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Vader

MA, em tempo: por isso que quando “cocô-de-avião” tira sarro de boina-preta a gente só dá risada…

O Infante Blindado é que é um herói de verdade, rsrsrs…

Abs.

Diego Tarses Cardoso
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Diego Tarses Cardoso

Alguém por acaso reparou que a ponta do cano dos fuzis deles está pintada de laranja ???
Será que são fuzis airsoft do Steyr Aug ???
T+++

Vader
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Vader

Diego, esse equipamento é para tiro de festim (esqueci o nome dessa birosca)…

Rodrigo Cesarini
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Rodrigo Cesarini

Reforçador para tiro de festim; como a munição tem menos carga explosiva, essa para “tampa” o cano forçando a maior parte dos gases para o cilindro.

Diego Tarses Cardoso
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Diego Tarses Cardoso

Ah sim,entendi,eh q no Brasil eu nunca havia ouvido falar disse entao achei que fosse airsoft…
Mas blz…
Legal o 113 deles,parece mais comprido que o nosso,deve carregar mais pessoal,fora a torre que eh diferente,talvez com uma proteção melhor,alias,toda fechada…
T+++

Reginaldo Bacchi
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Reginaldo Bacchi

Sim, Diego Tarses Cardoso, estes M113 australianos foram repotencializados, passando (entre outras coisas) de 5 rodas para 6 rodas.

Se não me engano (não estou em casa para confirmar isto) a firma que fez este trabalho foi a FFV da Alemanha.

Bacchi

Renato
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Renato

Valeu pela informação Vader, depois que vc falou que vi como a torreta é diferente.

renato
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renato

Quando saiu a foto do pqd com munição de festim logo surgiram críticas!
Agora, quando aparece um exército gringo usando reforçador para tiro de festim ninguém mete o pau!

Samuel Henrique
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Samuel Henrique

Coisa linda de ver este M1a1 em ação!!!
Mas é estranho constatar a prefenrência dos autralianos por este modelo. Eles poderiam ter total acesso aos Leopard 2….Por que mudar para um blindado que nem é mais fabricado!!! Com um motor diferente dos modelos anteriores utilizados (leopard 1a4)???
Quando li que eles comprariam o M1 fiquei muito surpreso!!! A proposta americana deve ter sido irresistivel (como sempre)!!!!!!
E pensar que poderiamos ter utilizado este blindado com um canhão de 105mm….acho que faltou coragem ao EB!!!

Mauricio R.
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Mauricio R.

E da-lhe M-113, firme e forte!!!

Reginaldo Bacchi
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Reginaldo Bacchi

Samuel Henrique eu não consegui entender sua mensagem.

Você inicialmente acha que os australianos deveriam ter comprado o Leo 2 no lugar do M1, e revela sua surpresa pela compra.

Conclusão deste trecho de sua mensagem: você não gosta do M1.

Depois você critica o EB por não ter comprado o M1.

Não entendi!!!

Bacchi

Vader
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Vader

renato disse:
14 de maio de 2010 às 22:03

Renato, só gente completamente ignorante pode criticar o uso do reforçador para tiro de festim.

Todas as Forças Armadas do mundo o usam para treinamento, dado que a munição de festim, por fins de economia, contém muito menos pólvora que a munição real (cerca de 1/3). Se não se colocar a birosca para tiro de festim, a arma não funciona em regime de tiro semi-automático.

Sds.

MA
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MA

Renato, então eram críticas infundadas, exércitos do mundo desenvolvido utilizam os adaptadores a MUITO tempo atrás, é extremamente necessário para um exercicio de combate.

PS:. Aquilo ali do lado esquerdo do AUG na primeira foto é um daqueles emissores de laser, correto? Exercicio de alto nível!

MA
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MA

Putz Vader, isso é o que dá não atualizar a página depois de 7 minutos…
😀

Fora que sem ela não é possível simular o recúo da arma. O único problema é a manutenção mais dedicada do fúzil, para evitar acúmulo de detritos na câmera ou no cano.

Marcio
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Marcio

Os Australiano usa o M1 apenas para formar equipagem, em caso de conflito eles pesam em receber M1 direto dos EUA, tanto que o numero de carros que receberam mal da para formar um batalhão.

Galileu
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Galileu

Minha nossa m113 lá ainda……..ainda bem que não andava naquela caixa de sapato ahahah

MO
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MO

Agora sim temos uma pessoa que é referencia nacional em blidados e CC´s

B E N V I N D O – B A C C H I !!!!!!!!!!!!!!
Agora sim, o forte ta reforçado, junto com o Menegazzo, vamos em frente com total qualidade !

Abs a ambos
MO

Leandro RQ
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Leandro RQ

Falem bem, falem mal, mas o M113 continua firme e forte. E pelo visto ainda vai demorar tempo pra ele desaparecer das grandes FAs do mundo…

leo
Visitante
leo

o exercito australiano e pequeno,mas muito bem armado

Samuel Henrique
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Samuel Henrique

Reginaldo Bacchi disse: 15 de maio de 2010 às 7:26 Muito prazer Bacchi! Explico: Eu achava que seria um passo natural para os australianos a compra do Leo 2. Pois o Pais não sofre as restrições dos alemães que nós, por exemplo, sofremos em compras militares. Alem disso, se não me engano, desde 1993 não é fabricado nenhum M1 novo, apenas se retrofita os que já existem. O motor não é mais fabricado (se não estou enganado) e é muito complicado de operar e manter! Por isso considerava quase certo que seria o Leo 2, pelas qualidades do mesmo! Por… Read more »

Reginaldo Bacchi
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Reginaldo Bacchi

Samuel Henrique, muito obrigado por sua resposta. Tanto o Leo 2 como o M1 são dois excelentes carros de combate. O M1 na minha opinião é o melhor do Mundo em matéria de proteção da tripulação. No projeto do carro foi dedicada especial atenção a sobrevivencia da tripulação ao se colocar a munição na traseira da torre com paineis “blow off” para ventilar a força da explosão para cima e para fora. Como ponto negativo pode ser considerado o uso de turbina a gaz, que dá maior consumo de combustivel (fala-se de 2,35 litros por quilometro). Outro problema da turbina… Read more »

MA
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MA

Bacchi, mas versões posteriores já não sanaram esse problema de FOD com a adição de novos filtros e materiais anti-abrasivos recobrindo os componentes da turbina? Eu não me recordo onde vi isso, mas tenho absoluta certeza que é possível. O realocamento da entrada de ar (caso do MiG-29), adição de filtros melhores e utilização de materiais anti-abrasivos (como neste caso: http://www.virtualacquisitionshowcase.com/document/613/briefing ) podem contornar o problema. Mas se as turbinas consomem mais e podem apresentar mais problemas, elas também possuem manutenção mais fácil e permitem uma grande economia de espaço mantendo a potência de um motor a combustão interna. Por… Read more »

renato
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renato

MA e VADER
Obrigado pela conclusão do meu comentário!
Infelizmente nossas FA são alvos de críticas de pessoas sem o mínimo de conhecimento, querendo apenas menosprezá-las!
Saudações

Omega
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Omega

No CSS essas BullPup’s – Steyr AUG, são boas, mas demoram para serem recarregadas. rsrs

jsilva
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jsilva

Bem vindo Xará (Bacchi).

Só para constar o MO (Marcelo Ostra) que lhe deu as “Boas Vindas” ai em cima é o velho Marcelo (nosso amigo do Jabaguara e da Burrinha velha de guerra).

Reginaldo Bacchi
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Reginaldo Bacchi

Xará, eu já sabia.

Não escrevi nada na ocasião pois as mensagens eram muitas.

Agora está mais calmo.

Marcelo muito obrigado.

Bacchi

Marcelo Ostra
Visitante
Marcelo Ostra

Tamos ai Bacchi, muito bom ler vc novamente !!!!!!!

“Bote o Jabaquara em campo mesmo !!!”

Abs
Marcelo L
MO