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Sequestro de soldados da ONU amplia tensão na fronteira entre Síria e Israel

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vinheta-clipping-forte1Rebeldes sírios seqüestraram ontem, na região da fronteira com Israel, quatro soldados filipinos das Forças de Paz da ONU, ampliando temores sobre a instabilidade numa das áreas mais sensíveis do Oriente Médio. Ainda ontem, o presidente da Síria, Bashar Assad, rompeu o silêncio desde os bombardeios israelenses ao seu país, no fim de semana, e alertou que Damasco “tem capacidade de enfrentar as aventuras” de Tel-Aviv.

Foia segunda vez em dois meses que capacetes-azuis das Nações Unidas foram sequestrados por insurgentes que lutam contra Assad. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, protestou contra o ataque, exigindo que a neutralidade das forças internacionais seja respeitada por todas as partes envolvidas na guerra civil síria. Da última vez, em março, rebeldes levaram 21 filipinos, entregues poucos dias depois a autoridades jordanianas.

Um grupo identificado como “Mártires de Yarmouk” disse ter capturado os soldados para “protegê-los” de Assad. Imagens dos quatro militares foram postadas em uma página do Facebook. Nas fotos, os reféns parecem estar bem. A organização seria a mesma que capturou o outro contingente de ca-pacetes-azuis.

Um integrante do grupo conversou por telefone com a Associated Press e disse que está negociando a libertação dos filipinos. Ele pediu para não ser identificado, pois vive fora da Síria.

Enquanto na fronteira sírio-israelense crescia a tensão, Assad ameaçou – mas não prometeu – responder aos ataques de Israel. O presidente sírio fez as declarações pouco depois de receber em Damasco uma visita, que não tinha sido previamente divulgada, do ministro das Relações Exteriores do Irã, Ali Ak-bar Salehi.

Segundo informações extrao-ficiais, os israelenses destruíram mísseis iranianos de alta precisão que seriam entregues ao grupo xiita libanês Hezbollah. Nos bastidores, autoridades ocidentais afirmam que soldados sírios morreram nos ataques.

Assad também acusou Israel de patrocinar “terroristas” no território sírio. O chanceler do Irã, principal aliado de Damasco na região, disse ter “total confiança de que a Síria (o regime Assad) é capaz de sair vitoriosa da crise”. “Chegou ahora de impedir a ocupação israelense de cometer agressões contra os povos da região”, disse Salehi.

FONTE: O Estado de S. Paulo via Resenha do Exército

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Claudio Dönitz
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Claudio Dönitz

Tenho pena destes soldados filipinos. Estes “rebeldes” normalmente “protejem” os civis sírios decapitando-os que dirá soldados da ONU considerados infiéis.

Ricardo Lima
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Ricardo Lima

Os rebeldes sírios não são coitadinhos? Ali ninguém e santo se deixarem estes rebeldes tomarem o poder , eles vão fazer a mesma coisa. Matar , matar e matar!!!

Leonardo
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Leonardo

o que a ONU deseja é que estes soldados sejam capturados pelo assad e ai eles terão uma justificativa para entrar na síria.