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Helicópteros de ataque: Exército Brasileiro concorda em também testar o Airbus Tiger

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Aussie Tiger ARH-20110717
O Tiger é equipado com um canhão de 30mm

Roberto Lopes

Editor de Opinião da Revista Forças de Defesa

Exclusivo - VinhetaA direção da empresa Helibras está tentando viabilizar junto ao grupo europeu Airbus, uma sessão de testes no helicóptero Tiger para os oficiais do Grupo de Ensaios em Voo (GEA) do Comando de Aviação do Exército (CAVEX) do Brasil, incumbidos de avaliar os principais modelos de helicópteros de ataque disponíveis no mercado.

A Força Terrestre brasileira planeja adquirir 36 aeronaves de asas rotativas de ataque em três lotes de 12 unidades cada um – o primeiro no período de 2016 a 2019, conforme o estipulado pelo Plano de Obtenção de Capacidades Materiais definido pelo Plano Estratégico do Exército.

Até agora, os modelos que disputam a preferência dos militares brasileiros são o T-129 Mangusta modernizado – de desenho italiano –, o americano AH-1Z Viper (sucessor do conhecido AH-1 Super Cobra), e o russo Mi-28NE.

Em setembro do ano passado, um piloto do GEA viajou à Rússia, acompanhado do então Comandante de Operações Terrestres, general de exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas – novo comandante do Exército – e do Comandante do CAVEX, general de brigada Achilles Furlan Neto, para testar o Mi-28NE.

Mi-28 Havoc
Mi-28NE

O grupo visitou a fábrica das aeronaves e o centro de simuladores, nas cidades de Moscou e Rontov. O relatório de análise do helicóptero russo já foi remetido pelo CAVEX para o COTER, em Brasília.

Há cerca de três semanas, a direção da Helibras obteve a autorização do CAVEX para intermediar o acesso dos oficiais do GEA ao Tiger, usado atualmente em diversos exércitos da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

O Airbus Tiger é um aparelho bimotor de, aproximadamente, três toneladas, capaz de se deslocar à velocidade de 315 km/h, portanto um canhão GIAT de 30mm. Sua autonomia, a plena carga (de armamento e combustível), é de 600 km.

De acordo com uma fonte do Ministério da Defesa ouvida com exclusividade pelo ForTe, os testes no Tiger dependem apenas do recebimento de uma carta convite assinada pela direção da Airbus.

143 COMMENTS

  1. Lá vem os france$e$…

    Espero que o Exército Brasileiro não escolha o Tiger em hipótese alguma, porque imaginem só: A compra dos 50 EC-725 e produção dos mesmos em Itajubá-MG, custou um absurdo (!) aos cofres públicos por causa daquela ridícula “transferência” de tecnologia, pra inglês ver, onde quem lucrou verdadeiramente com isso, foi apenas a Airbus. Parece até piada de português, mas onde já se viu isso, transferir tecnologia de mim (Airbus) para mim mesmo (Helibras = Airbus)? Só no Brasil é que acontecem esses absurdos.

    Apesar de serem helicópteros um tanto diferentes, teria sido melhor que o governo tivesse comprado 50 Black Hawks de prateleira mesmo. Agora imaginem, se o Exército Brasileiro adquirir o Tiger e com a Airbus prometendo “transferir” tecnologia e produzi-los em Itajubá-MG para atender a tal da Estratégia Nacional de Defesa? Com o preço de um Tiger “made” in Brazil, dará para comprar uns dois AH-64 Apache ou uns três MI-28NE ou não duvido muito, até mesmo um F-35 armado e equipado até os dentes.

    Além do mais, se não me engano, o Exército Australiano está tendo problemas operacionais com o Tiger.

    E outra coisa que fico me perguntando: Cadê a tal da Engesaer que o governo do Molusco de nove tentáculos prometeu criar lá em 2009, após fechar negócio com os france$e$, para receber a tecnologia dos EC-725 e que se destinaria a fabricar outros modelos de aeronaves para suprir as necessidades das FAs Brasileiras? E o tal do helicóptero 100% nacional? Onde foi parar? Ah me esqueci. A “tequinulugia” os nossos “amigos” france$e$ repassaram-na para a “brasileira” Apertaparafusobras de Itajubá, e o heli 100% nacional, bom, somos uma “PuTência” e não precismos disso, já que ninguém se atreveria a bater de frente conosco, não é verdade?

    Chega de “parcerias” estratégicas com os nossos muy amigos france$e$.

  2. No que dá termos um MD que não trabalha.

    Os BatlleHawk seriam mais úteis por serem multimissão, ainda por cima unificando o treinamento e a manutenção entre as Forças, que já utilizam BlackHawk e SeaHawk.

  3. Não é preciso termos uma fábrica para montar/produzir este tipo de helicóptero por aqui, por isto apenas objetivando uma maior padronização de meios e/ou componentes entre os aparelhos já se faz necessário.

    A Airbus/Helibras vão cobrar os olhos da cara com a desculpa de ToT, coisa e tal, depois ficaremos com este abacaxi, pois não encontraremos mercado para tentar vendê-lo para manter a linha de produção aberta. Afora o fato de uma concentração de mercado desnecessária.

    Com a AgustaWestland a mesma coisa, apesar de eu torcer que ela se instale no país para a produção/montagem de helicópteros do porte do AW-109/119 e 139/149/169/189, não vejo correto usar esta demanda de um aparelho estritamente militar para fomentar isto.

    O AH-1Z Viper também não seria interessante, apesar de diversos dos seus componentes (84%) também serem encontrados na nova versão militar do Bell-412 (UH-1Y), não faria sentido sua aquisição, seria mais uma pedra no tabuleiro da já entrelaçada cadeia logística de manutenção. Se o primeiro vier, seria interessante também adquirir o segundo para eliminar tal problema, mas ai outros vetores (BH e Pantera MK2) teriam que dar baixa (o que seria pouquíssimo provável e inteligente de se fazer, ainda mais sendo uma compra de prateleira). Este vetor faria sentido para o EA que tem uma estreita relação com a Bell e os seus 207, 205, 212 e 412.

    Se a opção é comprar de prateleira (já que eu não vejo necessidade de produzirmos/montarmos esse tipo de heli por aqui), eu optaria pelo Mi-28NE devido já termos na FAB o Mi-35. O negócio é fazer do limão uma limonada e tentar aproveitar ao máximo este negócio. Com um bom armazém alfandegado, repleto de peças destes dois vetores (algumas, segundo dizem, comuns entre si como motores, rotores e pás, afora os armamentos e sistemas), bem como uma boa estrutura de oficina já me darei por satisfeito.

    Temos que ser inteligentes e usar as demandas governamentais para o fomento de novas indústrias para atender, também, ao mercado civil em outros seguimentos, mas esta aquisição não estaria no “cardápio” de opções. Por isto rogo que sejamos mais pragmáticos e menos ufanistas e/ou ideológicos.

    Até mais!!! 😉

  4. ”Se a opção é comprar de prateleira (já que eu não vejo necessidade de produzirmos/montarmos esse tipo de heli por aqui), eu optaria pelo Mi-28NE devido já termos na FAB o Mi-35. ”

    Partindo dessa sua lógica também poderiamos optar pelo AW-109, já que a MB já opera aparelhos da fabricante anglo-italiana, ou o AH-1Z já que a MB também opera Jet Ranger.
    Caro Wellington Góes, o amigo me perdoe, mas deu a entender que a sua análise foi mais motivada por uma preferência pessoal do que por uma análise técnica. A despeito da qualidade do produto, o EB sabe bem que o pós venda russo é complicado e só vai aceitar esse tipo de material se a escolha for política, como ocorreu com a FAB. Com certeza já tem um certo frigorífico fazendo lobby em prol do equipamento cossaco.

  5. Lá vem descendo a ladeira a empresa “nacional” tentando emplacar o produto da sua “parceira” (leia-se: dona) naquilo que não foi chamada. É cada uma!

    E já que pelo que tenho visto ninguém vai na do Mangusta, vou torcer pelo bixim 😀

  6. Delfim
    6 de fevereiro de 2015 at 16:18 #
    Posso fazer uma pergunta, o que o Mi-28 faz que o Mi-35 não faz ?
    .
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    .
    A questão não é fazer ou deixar de fazer. É de qual dois dois é mais otimizado, ou preparado, para fazer tal missão… No caso ataque.

    O Mi-28 é um helicóptero de ataque “puro”. Seus sensores e a sua construção é otimizada para essa missão.

    Mi-35 e Battlehawk, por exemplo (já q o citam repetidamente aqui), são mais “patos”. São preparados para fazer um variado leque de missões, mas não são tão performáticos, nem tão capazes a fazer missões especializadas, feito um Ah-64 e/ou um Mi-28 fariam.

  7. Desculpe Douglas, mas toda opção é pessoal, mas isto não quer dizer que eu opto pelo Mi-28 porque gosto da Rússia e/ou tenho um vies ideológico socialista. No mais, a sua comparação não é a mesma da minha, pelo menos não no mesmo nível de entendimento. Como eu coloquei acima há certa padronização entre o Mi-35 com o Mi-28, já quanto ao AW-109 e o AW-129, ou mesmo o AH-1Z e o Bell-206 não pode-se dizer o mesmo.

    Quanto ao restante do seus comentário, sugiro que releia o que eu coloquei, até porque é tão somente uma opinião pessoal. Espero eu, também, que a questão do pós venda seja um item importante, que isto também esteja em pauta pelos fabricantes russos e seus representantes no Brasil.

    Até mais!!! 😉

  8. A Gerentona vai fechar logo um pacotão com nosso cumpanheiro urso pimpão, ou seja, 3 Baterias Pantsir+36 Mi-28NE e os Iglas de brinde (na faxa, de graça mesmo)! Más ainda acho de deveria ser melhor, incluindo algumas baterias do S-500 e T90 ;D!!

  9. Torço pelo Mi-28 (claro q o Viper seria massa, e o BattleHawk o ideal pra nosso TO) mas o NE já viria no pacotão da fartura do tio putinski ,somado aos Pantsir e afins.

    SDS.

  10. A Alemanha recentemente reduziu suas encomendas de Tiger de 80 para 68 e França que inicialmente planejava 220 agora resolveu ficar com 60.

    Este helicóptero é MUITO CARO para o EB.

    Segundo uma matéria do site Defensenews publicada em 31 de Janeiro de 2015. a versão de ataque do Tiger custa 35,6 milhões de Euros.

    O que oferece a melhor relação custo-benefício é o Super Cobra mas se os EUA vão vendê-lo ao Brasil é outra história já que eles o vetaram para Turquia, um aliado e foi somente por isto que o Mangusta foi escolhido, pois foi o único que restou.

  11. Wellington, respeito a opinião e a preferência do amigo, mas penso acima de tudo no lado operacional da coisa. Não creio que possa haver algum tipo de ganho em se comprar equipamento russo no momento. A Russia está com a sua imagem devidamente desgastada e praticamente nos chantageou ameaçando restringir a compra da nossa carne caso não comprássemos esses Mi-35 para equilibrar a balança comercial que lhes era desfavorável. Independente de qualquer questão politica ou ideológica, definitivamente não é um parceiro confiável. Aliás, ninguém no mundo o é, porém um país que vive sob sanções e é governado por figura tão asquerosa tende a ser menos confiável ainda.
    Do ponto de vista operacional, não vejo nada no Mi-28 que possa fazê-lo se sobressair sobre qualquer outro aparelho ocidental, os quais já conhecemos e são compatíveis com nossa doutrina.

  12. Uma coisa que nao tem nada haver com o assunto e ao mesmo tempo uma pergunta de leigo.

    Como anda aquela negociaçao de 36 obuseiros autopropulsados M109A5 plus da prateleira dos EUA e que já foram pagos a primeira “parcela” do carnê em 2012.

  13. Desculpe Douglas, mas toda a tua argumentação foi baseada em questão nada operacionais, não leva em consideração, por exemplo, a questão dos custos de aquisição, especialmente se levarmos em consideração uma compra de prateleira desta. Outra questão que ignora é a possibilidade de uso dos mesmos armamentos e sistemas do Hind, por exemplo.

    Quanto a você não gostar da Rússia por causa de questões político-ideológicas, devemos levar em consideração que a Rússia é sim um parceiro do Brasil em alguns fóruns Internacionais e questões comerciais são assim mesmo, é ingenuidade achar que pressões deste tipo não existem, temos várias pendengas ainda mais sérias com os EUA e nem por isto deixamos e/ou deixaremos de fazer negócios com os Gringos. Se te serve de consolo, eu sou favorável à aquisição dos Chinooks em contrapartida.

    Até mais!!! 😉

  14. Em minha opinião se o exército quer um heli de ataque “de verdade” deveria optar pelo AH-64 Apache, simpatizo com o KA-52, principalmente pelo fato de que tem assentos ejetáveis(quase inacreditável) mas EU boicotaria a Russia pelo que estão fazendo na Ucrania, além do mais está cheio de gente russa de alto escalão com sançoes internacionais, e acho que muitos negócios com essa turma seria visto com maus olhos pela UE e EUA, com quem temos muitos negócios. Agora fiquei na duvida, se o primeiro lote é 2016-19 o terceiro é pra 2029, quando ja estará em serviço o Westinghouse M95A1 ?? Acho eu que um prazó máximo tem de ser 6 a 8 anos, depois disso a obsolencia começa a bater a porta.

  15. Caro Vitor, que “pacotão” do tio Vlad em 😀 :D!! S1+NE+S500+T90, com Igla S de Brinde só falta fechar um caça pesado tipo T-50, umas 28 iniciais!!! um abraço.

  16. Tb Acredito q o EB prefira os mangusta… Mas acho q vao de COBRA…. particularmente… para mim a melhor compra…..

    Ha muitos no deserto de 2º mao q podemos comprar depois….

  17. O Cobra é o mais provado, suas raízes vem do Vietnam.

    Prefiro achar que a Turquia não os recebeu porque os usaria contra os curdos, que combatem o EIiL.

  18. Delfim

    E desde quando os EUA se preocuparam com o uso dos seus sistemas de armas?

    Os outros Cobras turcos eram usados extensivamente no combate ao PKK.

    Houve uma divergência quanto a transferência de tecnologia e por isso o Mangusta foi escolhido.

  19. uma perguntinha de leigo: por que o AH-64 Apache não entrou na lista? O EB nem cogitou a hipótese de comprá-lo ou os EUA vetariam a compra?

  20. Rafael Oliveira

    Pelo brasil não, mas pela frança sim, uma vez que não determinaram a causa do acidente em Burkina Faso. Pode ser que nunca ocorra um acidente do caracal no brasil, porque aqui não existe efetivamente combate pra ele atuar, ou seja, ser exigido ao extremo.

    Afora isso, a própria Eurocopter (antes de ser incorporada pela Airbus) admitiu problemas no projeto. Porque em um país os gastos tem que ser explicados e as prestações de contas, publicadas.

    O brasil não é país.

    http://www.flightglobal.com/news/articles/eurocopter-reveals-more-detail-on-ec225-fixes-386725/

  21. Poderiamos adquirir 2000 Robinson R22 e armar piloto e passageiro com com AK-47. Barato e eficaz. Em cada esquina, em cada beco, em cada bar, enfim, em cada birosca desse país existiria um R22 coberto com uma lona pronto pra ação (com duas AK-47 guardadas dentro dele). Treinaríamos 3000 pilotos (1000 de reserva) pelo Pronatec e como passageiro-artilheiro usaríamos policiais aposentados que não apresentassem sinais de Mal de Parkinson. Exigiríamos ToT total e irrestrita e fabricariamos as aeronaves na Zona Franca de Manaus, com kits prontos importados – a nós caberia a dificílima missão de etiquetar os R-22. (principal razão de ser do ToT). Joaquim Levy apóia essa idéia. (Ainda mais podendo incluir a compra dos helis e os gastos com o curso de piloto do Pronatec no PAC – Programa de Aceleração do Crescimento). É sério.

  22. “Rafael Oliveira
    6 de fevereiro de 2015 at 19:21 #

    Caro Ivany,

    Você já viu uma fonte oficial brasileira criticar o EC725?”

    Você já viu alguém falar na cara do patrão:

    “Você fez m#¨[email protected] e vai nos custar uma fortuna”

    Depoid de tudo que foi comentado na trilogia por pilotos, militares, Fabianos de PAMA, etc ………….

    Jesuixxxxxxxxxxxxxxxx

    “O tempo é o senhor de todas as razões” JM

  23. Ahaha, dúvidas que o Sr. Wellington preferiria que o escolhido fosse o mostrengo russo?

    Mas o argumento é fraquinho hein Wellington? Comunalidade com o Mi-35 da FAB? Então mostra pra nós o que que em projetos tão distintos são comuns nos dois helicópteros, sem ser o fato de que ambos se utilizam de hélices…

    Aliás, a se tomar o exemplo da FAB não seria um “armazén alfandegado” que resolveria o problema, caso essa bomba russa fosse a escolhida: o Exército não teria nem ferramental pra fazer a manutenção: até as voltagens são diferentes das nossas. Até as roscas dos parafusos são diferentes das nossas.

    E tem mais: o Mi-35 “troco de carne friboi” é da FAB. Toda a logística e doutrina do EB é completamente diferente.

    A não ser que entre PoliTicagem pro meio, o EB irá comprar material Ocidental. Sem invencionices: já não chega o monte de helicópteros de origens distintas que a Força tem ainda vai comprar um trambolho russo que nem as chaves de boca servem!

    No tópico, o EB tá fud: de um lado, os abutres franceses e o lobby da Apertaparafusobrás; de outro, os larápios russos e os interesses do frigorífico do filho do novededos.

    O que o EB tem q fazer é seguir a famosa filosofia KISS: Keep It Simple Stupid!

    Faz o simples: vai no Tio Sam e compra Viper via FMS. Pronto. Sem roubalheira. Sem ToTs. Sem trocar carne por arma no mercado negro de armas via intermediário paquistanês.

    Torço pra que a solução adotada seja a mais simples. Viper na cabeça.

  24. Claudio Donitz
    6 de fevereiro de 2015 at 19:10 #

    Consta que a venda já foi aprovada pelo US Congress, que é quem autoriza este tipo de venda.

    Pra mim a Tia já volta com eles na bagagem na visita que fará ao Tio Obama no segundo semestre.

  25. “Vader

    Até as roscas dos parafusos são diferentes das nossas.”

    Me desculpe mas esta é uma desculpa bem esfarrapada. O sistema métrico é adotado em toda a indústria automotiva nacional desde sua implementação nos anos 50. Ferramental não falta aqui.

  26. Precisamos de helis de ataque puro,esse é o objetivo e sem essa roubalheira de tot,troca troca de carne por bugigangas etc etc. Dilmona deixa o exercito escolher,ele sabe o que é melhor para nós,e chega dessa politica enganosa e desgraçada que ta levando nós os “Brasileiros” a ter que pagar a conta desse desastre mais uma vez-Vide Roubobras-Anael etc .! sds

  27. Sobre o AH-1Z Viper, mesmo ciente de dos novos, motores, nova suíte eletrônica, radar Longbow e outras atualizações, o fato de ser uma aeronave que remonta aos anos 60 não o torna inferior aos demais projetos, mais recentes?

  28. Rafael.

    A resposta é não. A aeronave foi constantemente atualizada e não tem nada de similar com a aeronave atual. Elas só compartilham a designação.

  29. Em termos de levar tiro e continuar voando, armamento e botar medo nas tropas oponentes, acho difícil os outros candidatos superarem o Mi-28. Mas seria um alienígena em termos de manutenção, e carrega pesada carga política, coisa que também afeta o Tiger, cujos motores são exclusivos (e cujo programa é problemático) e o Mangusta possui motores que são usados pelo Linx, que não é operado pelo Exército.

    Já o “Viper” tem a vantagem de usar os mesmos motores do Blackhawk e poder contar com as prestações camaradas do FMS americano, que custeou a compra dos S-70 operados pelas 3 forças, sem precisar mendigar nada ao congresso nacional.

    Dito isso, acho que o AH-1Z é o que tem mais chances.

  30. Vader, sugiro raciocinar mais com a cabeça e menos com o fígado, meu amigo. Tu podes não gostar por uma série de razões pessoas, mas o que eu coloquei não é nenhum absurdo hoje em dia, lamento dizer.

    Amigo, a integração, padronização e o intercambio entre às forças será cada vez maior, especialmente quando o assunto for asas rotativas. Você, eu, o cachorro do seu vizinho, etc…. gostando disto ou não

    De resto, imagino que quando vai ao posto de gasolina você deve comprar combustível em galões, o velocímetro deve está em milhas e as tuas ferramentas em polegadas, não é isto?!?! Rsrsrs

    Até mais e um boa final de semana!!! 😉

  31. Pessoal,
    Só explicando pela milésima vez que não é só o Congresso Americano que autoriza ou não a venda de armamentos de sua indústria para o exterior.
    A gente fala muito do Congresso Americano vetar ou deixar de vetar, mas é só por implicância, porque todo mundo da cansado de saber que eles não são diferentes de nenhum outro país.
    Todo país para vender armamentos no mercado externo precisa de autorização de seu governo (no sentido amplo). Preferencialmente uma autorização do legislativo, para que não fique só aos humores do executivo essa decisão que têm uma série de implicações extremamente relevantes.
    No Brasil é a mesma coisa e há uma comissão permanente no CN que cuida desses assuntos.
    Aqui também há parecer favorável ou não para que nossas indústrias possam exportar armas para A, B ou C.

  32. Só uma dica aos desatentos, as últimas RFA tem feito materiais e contido propaganda de qual fabricante/modelo de helicópteros? O atual CM do EB, antes de ser indicado, foi in loco conhecer qual dos helicópteros na disputa?

    O resultado pode até ser diferente no final, mas que há indícios isto é inegável. Se vier helicópteros dos EUA, serão mais BHs e/ou Chinooks.

    Até mais!!! 😉

  33. Fico com a opinião de meu “colega” na saga StarWars… Lord Vader.

    Até porque os aussies deram o recado tempos atrás quando estiveram aqui para colher a opinião da FAB acerca dos C-295.

    Sds.

  34. Me ajudem a compreender o que se passa. A Embraer vai Coproduzir um bom avião e passará a ter direitos de propriedade sobre esse vetor, pergunto então se seria muito difícil fazer disso regra para as demais compras militares, pois me parece que não existem regras, principalmente em se tratando de compras de prateleira como foi por um dos leitores deste blog.

  35. Quero deixar claro aos amigos, há muito eu questionava a decisão da FAB em licitar a aquisição de helicópteros de ataque, em especial o próprio Hind, sempre achei que o mais inteligente a se fazer seria artilhar os BHs e tentar ganhar escala para aproveitar algum ganho técnico e industrial, infelizmente, por motivos “maiores do que a minha compreensão”, optou-se por tal escolha.

    Agora Inês é morta, então é fazer para melhorar esta relação custo-benefício e aprimorar o conhecimento sobre esses vetores e sobre o uso de equipamentos russos, que não somente mísseis de ombro. Acho sim que se optarem pelo Mi-28EN o EB terá um ganho operacional significativo, assim como terá se vier operar os Chinooks. O resto é torcida futebolística.

    Até mais!!! 😉

  36. Senhores joseboscojr e Clésio Luiz,

    Vocês que são bons entendedores aqui do blog poderiam me explicar uma coisa?

    Ainda não entrou na minha cabeça, o porquê do AH-64 Apache não estar participando dessa licitação do EB? Poxa, será que ele é tão caro assim que o EB não conseguiria operar uma mixaria de 36 unidades do Apache? Ou os motivos são outros?

    Eu gostaria muito de vê-lo nas cores do EB. Assim como é um sonho meu ver alguns esquadrões de F-15 Strike Eagle nas cores da FAB e alguns Super Hornets na MB! Sou um grande admirador destas três aeronaves.

    Em fim, o que posso dizer. Os EUA são altamente competentes e eficientes no fazem, não é atoa que são a maior potência econômica e militar do mundo e na minha opinião, o Brasil tem mais a ganhar ficando do lado deles, do que fazendo uma oposição tosca, que mais parece birra de criança mimada, como essa, que a quadrilha que nos governa vem fazendo ultimamente, em especial, a gorducha da peruca de laquê.

    Sds.

  37. Silva,
    Eu só posso imaginar que o motivo do AH-64 não estar na hipotética lista do EB seja porque o único modelo na linha de produção do AH-64 é muito caro e talvez não esteja mesmo na lista de opções do Departamento de Defesa, não sendo liberado para exportação salvo para aliados preferenciais.
    Não creio que o EB queira de cara um helicóptero com radar milimétrico e que opere mísseis guiados por radar.
    Provavelmente interessa ao Exército um que “só” tenha sensores eletroópticos e mísseis, digamos, mais tradicionais, guiado por laser ou algo parecida.
    Sendo isso o atual AH-64E seria mesmo “muita areia pro caminhãozinho do EB”. rsrsss
    É só chute!!
    Um abraço.

  38. Alguem dispoe de infromaçoes sobre qual dos modelos teria mais chances de “sobreviver” a um ataque ou impacto de missil sup-ar Tipo IGLA 9K2 ou FIM-92 Stinger ? Em termos de blindagens e contramedidas ativas/passivas.

  39. Não digo mais nada…

    …essa coisa de Tiger ai é uma bomba… ninguém tá satisfeito… e a Airbus faz miguelágem quanto aos problemas…

    …tava sofrendo com a altitude lá no Talibanistão, assim como os Apaches tb sofreram, mas no segundo caso, foi resolvido com uma mudança no software dos motores… Com os Tigers não teve acordo… esse problema fez com que os Australianos não mandassem os seus para lá.

    É Viper ou o Mangusta, o resto é dor de cabeça e uma grande burrada… qualquer coisa diferente desses dois, pode ter certeza de que tem comissão.

    Grande Abraço.

  40. Minha preferência:
    1º AH-1Z Viper
    2º Mi-28NE Night Hunter
    3º Mangusta
    São as 3 opções que eu acho mais viável, sem essa graça de levantar bandeiras de outros países. Agora o Tiger eu não sei!
    Abraços! E que vença realmente o que melhor servir o EB.

  41. Ao forista Silva:

    Conforme já tive a oportunidade de informar em outro debate do ForTe, nossa fonte no Ministério da Defesa nos explicou que a não inclusão do Apache na lista das aeronaves examinadas pelo EB obedece a duas variáveis:

    1. O governo americano não ter disponibilizado o Apache para o Exército do Brasil; e

    2. O fato de o custo de aquisição e o custo de operação/manutenção do aparelho terem sido considerados fora da realidade orçamentária do CAVEX.

    Um abraço.

  42. Space,
    A capacidade sobrevivência relacionada a um helicóptero de ataque depende de vários fatores.
    O mais importante é ele ser capaz de não ser atingido, e isso ele consegue atacando de longe e escondido atrás do relevo natural, ou então usando sistemas de CME ou sua capacidade de manobrar ou sua baixa assinatura radar, visual, acústica, térmica.
    O segundo fator é ele ser capaz de resistir no caso de ser atingido. E aí entra a blindagem, os sistemas redundantes, os sistemas corta-fogo, etc.
    O terceiro fator é ele poder permitir a sobrevivência da tripulação no caso de um impacto com o solo, e isso ele consegue com sua capacidade de autorrotação, uma estrutura reforçada, trens de pouso eficientes, assentos capazes de dissipar o impacto, air-bags, assentos ejetores (no caso do Mi-28), etc.
    Voltando ao seu questionamento, um helicóptero de ataque não é todo blindado, sendo só em poucas áreas voltadas para proteger os tripulantes. As outras áreas vitais são capazes de resistir mais por conta da redundância dos sistemas do que de alguma blindagem.
    Dito isso é muito complicado responder na seca qual helicóptero é mais capaz de resistir a um impacto de Stinger. Há tantas variáveis que é quase impossível se chegar a uma conclusão de qual seria mais resistente.
    Poderia dizer sob pena de ser chamado de fan boy americano, que o AH-64 reúne algumas características que mais consistentemente o permite a não ser atingido, que é o primeiro nível relativo à sobrevivência.
    Uma dessas características é o sistema de armas, que permite ao helicóptero operar sem se expor tanto quanto o helicóptero russo.
    Mas o assunto é longo e ficaríamos horas nessa discussão e ainda assim não chegaríamos a nenhuma conclusão definitiva.
    Um abraço.

  43. bosco,
    7 de fevereiro de 2015 at 16:36

    Cértíssimo… mas só para diminuir o fator “Fan Boy” rsrsrs tivemos o curioso caso do “fazendeiro” iraquiano que “abateu” um Apache com um “único” tiro de seu fuzil SKS 7.62×39mm… 😀

    Supostamente o tiro teria entrado pelo cone do rotor e de alguma forma desencadeado uma falha catastrófica dos sistemas.

    O mais engraçado foi que o Apache caiu a uns 300 metros do fazendeiro, que foi rendido pela própria tripulação do Apache… rsrsrsrs

    Grande Abraço.

  44. Ora seu Wellington, não seja fanfarrão vá…

    Nós dois estamos carecas de saber que a tal comunalidade de que o sr. fala, que consta da END, é muito mais “wishfull thinking” do que realidade, e sabemos bem porque: porque os dois picaretas (na verdade um pilantra e um lunático dos “de rasgar dinheiro”) que escreveram a END estavam mais preocupados em fazer politicagem com as FFAAs do que política armamentista, e escreveram uma peça de ficção “pra inglês ver”, pois esqueceram de, como diria Mané Garrincha, “combinar com os russos”, ou seja: esqueceram de consultar as FFAAs sobre a viabilidade e praticidade dela.

    Resultado: tirando o EC-725 que está sendo empurrado goela abaixo das três FFAAs (nenhuma o queria), e será devidamente “encostado” em algum canto por todas elas, “nom ecxiste” comunalidade: as três forças continuam fazendo seus próprios requisitos e adquirindo seus próprios meios, independente do que diga a porca END. O EB compra e reforma seus blindados e dane-se a Marinha; a FAB faz suas compras e que se lasque a mais antiga e o Exército; e a MB toca seus programas sem nem perguntar o que pensam FAB e EB.

    De modo que comunalidade não existe: o sr. não está querendo fazer de um limão limonada, mas sim de uma salada mista uma salada russa… 😉

    No mais, para seu conhecimento: a FAB faz suas manutenções no PAMA, o EB até onde sei no CIAvEx. E aí, que comunalidade é essa? Uma força vai ter que emprestar ferramental pra outra, pra manutenir Mi-35 na FAB e Mi-28 no EB? Ou vão fundir os dois parques num só, com os gigantescos custos (bilhões) que isso implicaria pra ambas as forças?

    Mas vc falou, falou e não disse: quais os sistemas comuns das duas aeronaves? Quais os sistemas que são compartilhados por Mi-35 e Mi-28???

    Não disse porque não existem! São projetos completamente distintos!

    Enfim, porque o sr. não apóia outro? Pq não o Mangusta, p. ex.?

    Porque quem te conhece de outros carnavais sabe que vc é um fanático russófilo, cujo devaneio doentio era pra que vencesse o FX-2 o Su-35 russo; tendo este sido desclassificado na primeira rodada, o sonho seu é de lotar as FFAAs de tranqueiras russas a ver se um dia algum louco se empolga e acaba comprando esse caça ou seu sucessor, o caça “sem turbina” Su-50, o mito que voa melhor que um palmito… 🙂

    Desempolga Wellington… A gente aqui tem memória, ainda…

    Pré-conceito? Ora, quem é o sr. para falar de preconceito…

  45. Wellington Góes
    7 de fevereiro de 2015 at 13:08 #

    Baschera, meu amigo, está se bandeando para o lado negro da força?!

    Não… só no filme da saga… aqui fora na vida real…eu o o Felipe somos conhecidos ranzinzas de tudo quanto é, ou achamos que seja, errado e mal feito.

    Particularmente temos o hobbie em comum de chutar “scargots”… certas figuras politicas… e os russos comedores de bife também….

    Sds.

  46. Aliás, para dizer a verdade… eu não acredito nesta estória de o EB ter uma cavalaria aérea de combate….

    Se eu fosse o novo Comandante… iria priorizar os projetos que temos em andamento hoje… e priorizaria principalmente um Guarani 8×8 para ontem.

    A reforma dos obuses também…

    O resto…. é torcer para não faltar papel higiênico e rancho… que a coisa está brava !

    Sds.

  47. Vader,
    Sem querer me meter na discussão dos senhores, mas já me metendo, pelo menos três coisas há em comum entre o Mi-35 e o Mi-28, que são os motores VK-2500, os mísseis Spiral (ou Ataka ou Shturm) e os foguetes S-8.

  48. Bosco,

    So para somar a sua informação:

    O Havoc Mi-28 sempre tem a motorização TV3-117VMA turboshaft engines.

    Já o Mi-35 (Mi-24) pode receber tanto a TV3-117VMA quanto a VK-2500-3, que é uma versão upgraded da TV3-117MA.

    No entanto, segundo o site do fabricante (Motor Sich) a turbina VK-2500-3 é unicamente usada no Mi-8MTV (Mi-17 na versão de exportação).

    Sds.

  49. Concordo com o Baschera, o exército tem que priorizar o guarani 8×8, a reforma dos obuses e o vbmt-lr. Helicóptero de ataque, só se sobrar dinheiro o que eu duvido muito.

  50. joseboscojr em 7 de fevereiro de 2015 at 14:01

    Caro joseboscojr,

    Muito agradecido pela sua resposta!

    P.S:

    “Não creio que o EB queira de cara um helicóptero com radar milimétrico e que opere mísseis guiados por radar.”

    Caramba! Esse Apache é mesmo o fino da tecnologia. Realmente concordo com o seu pensamento caro Bosco. Seria demais mesmo para o EB em função de suas pretensões e capacidades.

    Roberto Lopes em 7 de fevereiro de 2015 at 15:56

    Caro Roberto Lopes,

    Igualmente muito agradecido! Como eu disse antes, ainda não conseguia entender a ausência do Apache.

    Sds.

  51. Eu gosto mais do AH-1Z Viper a relação custo beneficio me parece mais adequada. E peço também ao nosso amigo Luiz Monteiro ou Claudio Moreno (não lembro qual deles tem contato próximo com a Marinha do Brasil) que adicionem mais 12 helicópteros de ataque também para o corpo de fuzileiros, depois a gente compra um LHD mais simples para esses helicópteros de ataque. nesse meio tempo podem seguir em outras naves de apoio.
    Ah, eu estava esquecendo, de quebra compra 2 LPDs Classe Galícia da Navantia,
    http://www.navantia.es/ckfinder/userfiles/files/lineas_act/Fichas_antiguas%20espa%C3%B1ol/LPDespa%C3%B1ol_Maquetaci%C3%B3n%201.pdf
    Cada LPD carrega até 6 x AB-212 ó 4 x NH90 o que eu acredito que pode carregar até 6 AH-1Z Viper
    Bem que eu preferiria um LHD ou mesmo o Mistral

    Abraços

  52. Caro Bosco e demais foristas entendedores do assunto,

    Você ou alguém saberia me informar de forma resumida as principais diferenças entre o AH-1Z Viper e o Mi-28NE e possíveis similaridades?

    Pois quando olho para os dois, dá a entender de que se trata de helicópteros completamente diferentes.

    E uma outra dúvida minha: Caso o EB escolha o Viper, alguém acha possível a MB vir também a adquiri-lo no futuro?

    Desde já agradeço!

    Sds.

  53. Ou seja Bosco e Baschera, a única coisa que as duas aeronaves podem ter em comum são o motor, cuja manutenção evidentemente não seria feita aqui no Brasil.

    Mas ainda fico no aguardo de mais provas da tal “comunalidade” propagada pelo Wellington pra justificar o argumento dele pró estrovenga russa…

  54. Silva, de bate pronto: o Viper é o helicóptero de ataque do United States Marine Corps; logo, é plenamente viável do ponto de vista estritamente técnico, sua adoção pela Mais Antiga.

    Claro que dos pontos de vista político, logístico e financeiro isso não quer dizer nada.

  55. Vadinho, Vadinho, obrigado pelas boas gargalhadas. Kkkkkkkkk

    Mas deixa eu te dizer, uma coisa é ter pré-conceito para se resguardar de algum problema, outra coisa é transformar este sentimento/sensação em discriminação baseado apenas em posições na base do achismo. O negócio é esperar para ver o desenrolar disso tudo, assim se evita qualquer problema cardiológico e/ou de pressão antecipadamente. 😉

    De resto, é questão de tempo para que as coisas caminhem nesta direção, meu amigo. 🙂

    Bosco e Baschera, agora escrevendo de bate-pronto, ao que parece os rotores, os sistemas de engrenagens (reduções, etc), as pás dos rotores (principal e traseiro), além de alguns aviônicos e sistemas de contra-medidas eletrônica, RWR, Chaff/Flare, além de uma ou outra coisa podem ser os mesmos, basta o cliente pedir.

    No meu entender, o Mi-28 Havoc, é o helicóptero de combate que mais se aproxima das capacidades de combate do Apache, só que por uma fração do que se pede pelo equipamento da Boeing.

    Até mais!!! 😉

  56. MiLord Vader,

    Vc sabe qual é a motorização do Bell AH-1Z Viper?
    Duas turbinas General Electric T700-GE-401C, cada uma com 1.800 shp (1.340 kW) de potência.

    Agora vc sabe qual a motorização do Sikorsky UH-60L Black Hawk? Aqueles usados pela FAB e pelo EB.
    Duas turbinas General Electric T700-GE-701C, cada uma com 1.890 hp (1.410 kW) de potência.

    Claro que há também os Sikorsky SH-60 Seahawk usados pela MB e os S-92 no taxi aéreo offshore que usam também turbinas GE.

    Mas se vc não sabia da coincidência acima (ka ka ka…), tenho certeza que vc sabe que em em Petrópolis, no estado do Rio de Janeiro, no bairro de Bingen, fica a GE-Celma, uma empresa que faz manutenção de motores aeronáuticos. Certamente não teriam dificuldade de manter as turbinas GE das forças armadas.
    http://www.ge.com/br/solu%C3%A7%C3%B5es/aviation

    Forte abraço,
    Ivan, do Recife. 😉

  57. No meu comentário das 16:36 eu equivocadamente citei o Mi-28 como tendo assentos ejetáveis. Quem tem é o KA-50/52.

    Silva,
    Eu acho os dois helicópteros com capacidades similares. Não vejo grande vantagem em nenhum.
    A única ressalva que eu faço é relativo aos mísseis, que é a razão de existir de um helicóptero de ataque.
    No caso do AH-1Z o míssil é o Hellfire, que acredito ter desempenho mais interessante se comparado ao Spiral (e suas diversas versões mais modernas).
    Outro ponto a favor do helicóptero americano é ele usar um canhão de calibre 20 x 102 mm com munição já usada e fabricada no Brasil (usado pelo canhão M-39 do F-5).
    Também creio que ele possa usar os foguetes Skyfire, nacionais.
    O helicóptero russo é mais pesado e deve ter um nível de maior de blindagem, mas como disse antes, é só um dos fatores da sobrevivência da aeronave.
    Eu prefiro o helicóptero americano, mas acho que qualquer um que for escolhido,inclusive o Mi-28, seria muito bem vindo (salvo o AH-64E e o KA-52).
    Um abraço.

  58. Ah! Em relação a poder ser escolhido pelo CFN, como disse o Vader, sem dúvida o AH-1Z cairia como uma luva tendo em vista que a série AH-1 é comprovadamente apta a operar no meio naval.

  59. Por que acho os AH-64E e KA-52 inadequados?
    O primeiro porque é caro e muito sofisticado para um país que ainda sequer desenvolveu doutrina para o uso de helicópteros de ataque num nível primário.
    O russo porque acho que tem muitas características pouco usuais para um helicóptero de ataque e se ainda não temos o básico, não creio que seja bom já adotarmos algo que seja meio que heterodoxo: assentos lado a lado, rotores coaxiais, trens de pouso retráteis, etc.
    Prefiro o basicão.

  60. Mestre Bosco,

    Vamos ‘imaginar’ um esquadrão – apenas um com uma dúzia de aeronaves – de helicópteros de ataque Boeing AH-64D ou E Apache na América Latina.

    Cada um destes ‘monstros’ leva sobre o mastro do rotor um radar de ondas milimétricas para controle de fogo AN/APG-78 Longbow. Com este ‘negócio’ pode rastrear 128 alvos e engajar 16 deles (praticamente ao mesmo tempo) com mísseis AGM-114 Hellfire (com 8km de alcance). Claro que eles tem outras ‘coisinhas’ a mais.

    Ou seja, a tal dúzia (basta uma) em um único esquadrão pode rastrear centenas de blindados e engajar (com grande probabilidade de acerto – pk) 196 alvos.

    Onde raios vamos encontrar tantos alvos ao sul do equador.

    Em tempo:
    Sua motorização também é GE.
    Um par de turbinas General Electric T700-GE-701C para os já entregues e 701D para o futuro.
    Coincidência ‘né’ !

    Forte abraço,
    Ivan, o eterno aprendiz.

  61. Valew Bosco. Muito interessantes os esclarecimentos, e aproveitando o gancho sobre capacidade de sobrevivencia vamos socializar o conhecimento(ou o que lemos):

    Uma vez(1998) estava lendo uma revista de circulaçao interna da Aviaçao do Exército-interessantíssima diga-se de passagem- que achei fuçando nas prateleiras da caserna, li inteira, e pra minha surpresa falava sobre coisas que o publico (e eu) em geral não esta acostumado a ler/ouvir, gostei tanto que lembro de muita coisa, vamos a alguns pontos/conclusões:

    – Um piloto pode fazer muita coisa por um helicóptero atingido, mas um piloto morto nada por um helicóptero intacto/funcionando. Logo a regra é blindar o piloto, e pontos vitais.

    – Existe uma série de medidas defensivas contra mísseis, mas muito pouco se pode fazer contra o fogo de pequenas armas automáticas. Um tiro na caixa de transmissao pode derrubar um aparelho. Conta-se que um MI-24 foi abatido na intervençao soviética no Afeganistão com um tiro de espingarda !

    – Mesmo armas antigas(e baratas) que não foram concebidas para tal – como o RPG-7 – lançador de foguetes conta blindados – PODEM, e TEM SIDO efetivamente empregadas contra helicópteros(um dos UH-60 perdidos na Somália foi atingido por um em 93.)

    – para evitar as ameaças, o heliçoptero pode ficar fora do alcance delas, mas um aparelho voando muito alto e veloz dificilmente vai cumprir sua missão, daí o aperfeiçoamento de técnicas como vôo desenfiado-NOE, e uma perfeita disciplina de cabine: vários olhos olhando em várias direções em busca de ameaças. Parece haver tendencia ao vôo veloz e rente ao solo.

    – O eficiente planejamento da missão pelo comandante de esquadrão/batalhao levando em consideraçáo toda a informaçáo disponível tbm é fundamental para o seu sucesso, assim como a sua correta classificaçao de risco para o emprego dos meios. “Eu pensei que essa era uma missão de baixo risco” : essa frase já matou muitos pilotos, daí a importancia de se antever as possíveis ameaças.

    Tem Uma matéria na RFA sobre uma operaçao de um grande numero de helicópteros no Iraque, em 2003/04 em que um vilarejo montou uma “armadilha” contra a horda de atacantes: as autoridades souberam que os helicopteros iriam para seu encontro, chegaram mais cedo e mandaram os moradores apagar todas as luzes, e posiconaram armas a sua espera. Quando os helicopteros chegaram, de repente foram ligados dezenas de canhoes de luz e apontados em sua direçao, e imediatamente salvas de disparos de RPGs foram disparadas, assim como armas automaticas. O volume de helicópteros era tão grande, assim como o fogo defensivo que o resultado foram vários aparelhos avariados, alguns não puderam mais retornar ao conflito e se não me engano 2 abatidos.
    Essa última um resumo beem resumido, rsrs.

  62. Alguém sabe informar se há alguns Vipers, ou até mesmo Apaches, mais antigos se bronzeando em Mojave ?

    Com as restrições orçamentárias, sabem como é…

  63. Baschera
    7 de fevereiro de 2015 at 20:07 #
    Bosco,

    Já o Mi-35 (Mi-24) pode receber tanto a TV3-117VMA quanto a VK-2500-3, que é uma versão upgraded da TV3-117MA.

    ______

    Go to the blog archive and update their knowledge

    VK-2500 which stands on the Mi-35M-KA-52-MI-28N produced by the Klimov (St. Petersburg, Russia) for these helicopters ustanavlivaetsya this engine, the production of the Russian Federation

    Vá para o arquivo do blog e atualizar seus conhecimentos

    VK-2500 que fica no Mi-35M-KA-52-MI-28N produzido pela Klimov (St. Petersburg, Rússia) para estes helicópteros ustanavlivaetsya este motor, a produção da Federação Russa

    it is time to know the basic things!

    http://www.klimov.ru/production/helicopter/VK-2500/

  64. Vader
    7 de fevereiro de 2015 at 17:49

    ____________

    start a lesson of knowledge)))))))

    What do the Mi-35M and Mi-28NE

    is a generic manufacturer Rostvertol

    – Guided and unguided weapons

    -Engine VK-2500 (pre-Russia)

    – X-shaped tail tail rotor

    -system communication

    – Fiberglass rotor blades

    p.s- can give paid lessons on knowledge of Russian systems, the next time to say something, you should first think))))

    _____

    começar a lição do conhecimento)))
    O que é comum entre o Mi-35 e MI-28ne
    -o fabricante geral Rostvertol
    -gerenciado e não gerenciado serviço
    Motores VK-2500 (Klimov, Rússia)
    -cauda parafuso de cauda em forma de X
    -sistemas de comunicação
    -lâminas de rotor de fibra de vidro
    PS – Eu posso dar aulas sobre sistemas de pedágio russo, aprendizado da próxima vez que você diz que você acha)))
    http://www.youtube.com/watch?v=2RQnjYIF57E

  65. joseboscojr
    7 de fevereiro de 2015
    Por que acho os AH-64E e KA-52 inadequados?

    ______

    É isso mesmo meu amigo! Apache e KA-52 são muito complexas para obtschenii e único – você precisa ter um profissional muito qualificado e outra cultura de trabalho

    o melhor que existe nos Estados Unidos é Apach64E -Boa helicóptero
    http://www.youtube.com/watch?v=e1A9me8jOlY

  66. Vader em 7 de fevereiro de 2015 at 21:08

    joseboscojr em 7 de fevereiro de 2015 at 21:39

    Senhores,

    Realmente, o Viper na MB daria o casamento perfeito, mas acho que antes disso, a MB deveria deslanchar com o PROSUPER, pois de quê adianta ter helicópteros de ataque e não dispor de meios de superfície decentes e em quantidades minimamente suficientes, não acham? Veremos o que o futuro aguarda!

    Sds,

  67. Ivan, me lembro perfeitamente da GE-Celma. E pode ter certeza que o Exército Brasileiro, de longe a mais responsável e “pé-no-chão” das FFAAs brasileiras também lembra.

    Por isso que digo: em minha opinião a Gerenta volta com esses Viper na mala até o final do ano.

    Quanto a questão dos alvos e sua quantidade infelizmente tenho que discordar dos amigos. A coisa não é bem assim, e o EB trabalha com uma perspectiva de 20/30 anos. Quem sabe o que os bolivarianos aprontarão nesse período?

    Por fim lembro a todos que DINHEIRO TEM! Pra comprar TEM! E o eleitor petista que reelegeu a capacete de laquê afirmou claramente que não se importa que se gaste, ainda que seja roubado algum dinheiro no processo. Vide petrolão, etc.

    O problema é para manter; nesse sentido um helicóptero mais basicão como o Viper realmente faz sentido: não tão avançado como o Longbow mas ainda assim um helicóptero de ataque puro sangue. E sem ter que trocar toda uma doutrina de manutenção e logística, como seria o caso com o mostrengo russo.

  68. Caro Bosco, Vader e senhor Editor,

    E no caso do Rooivalk? Não seria uma opção mais em conta e ao mesmo tempo eficiente para o EB? Alguém sabe se ele foi oferecido novamente ao Brasil, como já ocorreu no passado? Visto que o Brasil já desenvolve importantes parcerias com a África do Sul na área de defesa, como no caso do desenvolvimento conjunto envolvendo a própria Denel, do míssil ar-ar de curto alcance A-Darter para a FAB, será que não seria uma boa fazer uma outra parceria com os sul-africanos e adquirir o Rooivalk? O que os senhores (e os demais foristas, se poderem responder) pensam a respeito deste vetor?

    Claro que nem de longe ele se equipara ao Viper, mas daria conta do recado, não acham?

    Fiz uma pesquisa bem rápida. Achei algumas coisas muito interessantes:

    Sobre o Denel AH-2 Rooivalk:

    O Denel AH-2 Rooivalk é um helicóptero de ataque fabricado na África do Sul, pela Denel Aerospace Systems, uma divisão da Denel Ltda. Desenvolvido a partir do motor Turbomeca Makila que equipa o Eurocopter – AS 332, o projeto foi concebido originalmente pela Atlas Aircraft Corporation, predecessora da Denel Aviation para um programa de modernização da SAAF. O projeto Rooivalk começou no início de 1984. O primeiro voo ocorreu em fevereiro de 1990.

    O Rooivalk pode combater outros helicópteros através de mísseis MBDA Mistral de curto alcance guiados por calor, com alcance de 6 km. Além dessas armas, o Rooivalk tem um armamento fixo: Um canhão F-2 calibre 20 mm operado a gás e com capacidade para 700 projéteis. Este canhão dispara a uma cadência de 740 tiros por minuto e tem nos blindados leves, tropas inimigas e outros helicópteros, seus alvos mais prováveis.

    É uma aeronave bastante sofisticada, sendo capaz de realizar missões de dia ou de noite; dispõem de TV de baixa luminosidade, designador e telêmetros laser, FLIR, Visor Integrado ao Capacete para os dois tripulantes, e etc. O Rooivalk consegue atingir a velocidade máxima de 309 km/h, sendo, portanto, um pouco mais rápido que o Apache, considerado o melhor helicóptero de combate da atualidade. O cockpit do Rooivalk está configurado com monitores multifunção coloridos, seguindo a tendência nesse tipo de aeronave. O trabalho da tripulação fica bastante facilitado com a automação dos sistemas e a apresentação da situação tática nos monitores.

    O Rooivalk AH-2 possui um sistema de controle de tiro para aquisição de alvos e um sistema avançado de navegação usando um radar Doppler e GPS. Juntamente com um sistema de contra medidas eletrônicas, chaff e flare para defesa, possui um rotor de cauda de estibordo com um leme horizontal, cortadores de fios acima e abaixo da cabine. O AH-2 Rooivalk pode realizar missões de reconhecimento, escolta, suporte aéreo, anti-tanque e penetração no campo de batalha.

    Embora tenha participado em várias concorrências internacionais, o Rooivalk AH-2 não foi bem sucedido. O modelo chegou a ser oferecido no passado para a Inglaterra e mesmo para o Brasil, porém sem sucesso. Em 17 de maio de 2007, a Denel anunciou a decisão de encerrar o desenvolvimento e financiamento do AH-2 Rooivalk mas, em novembro de 2007, o ministro da defesa Mosiuoa Lekota anunciou no parlamento, que a SAAF iria investir US$ 137 milhões até 2011, de modo a reativar o desenvolvimento do AH-2 Rooivalk e torná-lo operacional.

    O primeiro Rooivalk MK1 totalmente certificado, foi entregue á SAAF em 2012, colocando a África do Sul no seleto grupo de nove países do mundo que fabricam seus próprios helicópteros de ataque.

    http://www.denelaviation.co.za/products–services/rooivalk-oem

    Sds.

  69. Silva,
    Eu acho o Rooivalk tão bom quanto qualquer outro e seria igualmente bem vindo. Mas pra mim ele não estava em produção e tinha sido tirado do catálogo.
    Se estiver em plena produção é uma boa opção, sendo da mesma faixa do Viper.
    Sem falar que pode usar o míssil Mokopa, similar ao Hellfire, que é fabricado pela Denel, que é a parceira da Mectron no A-Darter.
    Quem sabe não poderíamos fabricá-lo sob licença???
    Quanto ao canhão F2, apesar de ser de 20 mm, não calça munição fabricada no Brasil (20 x 139 mm).
    Um abraço.

  70. joseboscojr em 8 de fevereiro de 2015 at 9:08

    Pois é caro Bosco,

    Pelo o que eu pude descobrir por alto, o Rooivalk está em produção e/ou tem sua linha de montagem aberta para novos pedidos tanto da SAAF, quanto de um possível cliente externo. Ele está presente sim no catálogo da Denel Aerospace.

    Só não entendi uma coisa nisso: se o Rooivalk ainda é produzido pela Denel, porque será que a mesma não o ofereceu ao EB, ou porque será que o EB não se interessou em avaliá-lo?

    O Brasil já tem a parceria com a própria Denel no desenvolvimento do A-Darter. Quem sabe se o EB hipoteticamente adquirisse o Rooivalk, a Avibras por exemplo, não pudesse fazer uma parceria com a Denel e montar esse vetor no Brasil ou então, fabricar alguns componentes para as unidades que fossem adquiridas pelo EB ou simplesmente, comprar de prateleira mesmo e visar uma parceria futura para o co-desenvolvimento entre os dois países de uma versão mais moderna e capaz? Enfim, estou apenas sugerindo hipóteses para esse debate acerca do assunto.

    Confesso que gostei desse heli sul-africano, não o conhecia de forma um pouco mais aprofundada e bem que poderia ser uma opção a mais para o CAVEX avaliar.

    Sds.

  71. Espero que a sensatez permaneça , sem a adição dessa bucha conhecida por Tigre. Qualquer um dos três selecionados anteriormente são ótimos helis para estabelecer uma nova doutrina no EB, qualquer um deles AH-1Z Viper, T-129 Mangusta ou Mi-28NE será mais que bem vindo.

    Saudações!

  72. Siceramente, tenho muitas dúvidas sobre compra de equipamento “não ocidental”.

    Como será que se integra o equipamento Russo com o enlace de dados Brasileiro?

    Se não me engano, quando chegaram os AH-2 Sabre, o Exército Brasileiro “pulou fora no ato” e acabou ficando com a FAB a “proeza” de incorporar o Sabre ao arsenal. Bem o quatro estrelas de plantão era outro, vai saber?

    E a manutenção, está dito que existe “certa comunidade” com os 12 AH-2 Sabre, mas e com as demais “asas rotativas” (que não sei quantas são) qual a comunidade de manutenção?

    Sem contar, como seria “muito engraçado”, num daqueles adestramentos com forças amigas, ver pousar num LHD ou NAe do Tio Sam um helicóptero do Ivan.

    Ao fim e ao cabo imagino que o Brasil e suas FFAA deveriam primeiro escolher um lado, pois assim as coisas ficariam bem mais simples.

  73. MiLord Vader,

    Lembrar algo que vc sabe é provocação mesmo. 🙂

    Mas quanto a quantidade de alvos temos divergência, ao menos no que diz respeito a forças blindadas e mecanizadas.

    Apache Longbow é uma arma antitanque por excelência, notadamente pelo seu radar milimétrico. A 3 (três) dúzias propostas daria uma capacidade de destruição imediata de 576 (quinhentos e setenta e seis) alvos, em uma única surtida considerando um pk de 100%. Acertando apenas metade dos alvos são 288 (duzentos e oitenta e oito).

    Mas deixa o Apache ‘para lá’. É mais caro que podemos pagar, tem mais recursos do que precisamos e não está no catálogo de compras (em que pese o último item pode ser facilmente contornado).

    Estou com vc no Viper, a evolução do óbvio, o antigo (como eu) e revolucionário (no meu entendimento) Bell Model 209, ou na designação militar Bell AH-1 Cobra. Simplesmente o benchmark dos helicópteros de ataque no mundo.

    Apenas a Kamov (justiça aos russos) tenta inovar no conceito com os Ka-50 “Black Shark” e Ka-52 “Alligator”.

    Por outro lado uma empresa com nome russo, a Sikorsky, pode surpreender o mercado com algo inovador, o S-97 Raider.
    Mas é outra história.

    Por fim, caro amigo, acredito que comprar 36 (trinta e seis) helicópteros de ataque pensando em possíveis ameaças futuras é um exagero, quando o helicóptero de assalto do EB é um executivo militarizado Dauphin-Panther-Pantera que transporta um grupo de combate incompleto (8 fuzileiros contra 9) apertados como sardinhas.

    No meu entendimento seria melhor pensar em apenas 18 (dezoito) Vipers e colocar nas prioridades mais 18 (dezoito) Blackhawks para dispor de uma cavalaria aérea de respeito.

    Forte abraço,
    Ivan, an oldinfatryman.

  74. Eparro,

    MEU helicóptero de ataque é o Viper AH-1Z, o mesmo dos fuzileiros americanos e marinizado de fábrica. Pousar em um navio anfíbio da Otan seria absolutamente normal…

    (E o MEU heli de assalto é Sikorsky… evidentemente)

    Forte abraço,
    IVAN Ivanovich 🙂

  75. Eparro,

    Falando sério, muito sério mesmo, vc começou a puxar o ‘fio da meada’:
    “Ao fim e ao cabo imagino que o Brasil e suas FFAA deveriam primeiro escolher um lado, pois assim as coisas ficariam bem mais simples.”

    O atual governo brasileiro tenta puxar a direção estratégica para um lado diferente do que sempre foi o alinhamento do Estado brasileiro.

    Entretanto esta é outra discussão, que não cabe agora em uma matéria sobre helicópteros de ataque.

    Forte abraço,
    Ivan. 🙁

  76. Ivan 8 de fevereiro de 2015 at 11:38 #

    Boa IVAN Ivanovich, senso de humor é fundamental!

    Também concordo com o AH-1Z, seria ótimo.

    Ivan 8 de fevereiro de 2015 at 11:42 #

    Pois é, realmente não é o caso neste tópico, mas tanto no ForTe, como no Naval e no aero parece-me que esta necessidade é esquecida quase constantemente.

    Ciao tovarich!

  77. joseboscojr 8 de fevereiro de 2015 at 9:08

    É isso aí Boscão, com apenas uma ressalva, a CBC fabrica as munições: 20×102, 20×110 e 20×128. Fabricar a de 20×139 seria moleza, ela aparentemente só não a fabrica até então porque nenhuma das três Forças utiliza esta munição em nenhum de seus equipamentos.

  78. Para aqueles que querem encontrar comunalidade entre os helis em avaliação e os já operados no Brasil, chamo a atenção para o fato de o Mangusta utilizar os mesmos motores LHTEC e aviônicos do Super-Lynx 300, modelo de referência para a modernização, já aprovada, dos Lynx da MB.

  79. Aos que defendem a compra do MI-28, eu relembro que esse helicóptero utiliza os motores Klimov TV3-117. Esses motores são fabricados pela Motor Sich, localizada na cidade de Zaporizhia, na Ucrânia. Já viram no mapa onde fica essa cidade? Nesse momento, os Srs teriam coragem de encomendar algo fabricado naquela região e pagar o sinal, ou downpayment, do próprio bolso? Se o EB fizer isso, o que acontecerá?

  80. Lynx,

    Um pequeno mapa para ajudar:
    http://www.thesobies.com/ukrainemap2.jpg

    Zaporizhia é a sexta maior cidade da Ucrânia, industrial e com uma interessante usina hidroelétrica para geração de energia, a “DniproHES” Dnieper Hydroelectric Station, sem falar da nuclear, algo como Zaporizhia Nuclear Power Plant.
    Sobre as margens do rio Dnieper, é o centro administrativo do Zaporizhia Oblast (algo como estado ou região administrativa). Este ‘oblast’ faz fronteira com Donets’k Oblast e Luhans’k Oblast, que os russos tentam ocupar, chegando ao Mar de Anzov, o que o deixa no caminho até a Criméia.
    Com 70% do povo de etnia (detesto esta palavra) ucraniana está relativamente calma, comparada aos vizinhos. Mas muito próxima da confusão e no caminho dos interesses do velho Urso.

    Forte abraço,
    Ivan, o mapento.

  81. Estão errados Ivan E Oganza. O Mi-28 é equipado com o motor VK-2500 fabricado pela Klimov da Rússia.

    Fontes: O fabricante do helicóptero.

    http://www.russianhelicopters.aero/en/helicopters/military/mi-28n/features.html

    E o fabricante do motor.

    http://www.klimov.ru/en/production/helicopter/VK-2500/

    A VK-2500 é baseada na TV3-117 sendo que a Rússia tem total controle sobre sua construção e já oferece o Mi-17/35 com esta opção além de ofertá-lo na modernização dos Mi-17/24 atualmente em operação.

    Menos desinformação por favor.

  82. Estão errados Ivan E Oganza. O Mi-28 é equipado com o motor VK-2500 fabricado pela Klimov da Rússia.

    Fontes: O fabricante do helicóptero.

    russianhelicopters.aero/en/helicopters/military/mi-28n/features.html

    E o fabricante do motor.

    klimov.ru/en/production/helicopter/VK-2500/

    A VK-2500 é baseada na TV3-117 sendo que a Rússia tem total controle sobre sua construção e já oferece o Mi-17/35 com esta opção além de ofertá-lo na modernização dos Mi-17/24 atualmente em operação.

    Menos desinformação por favor.

  83. Se o Brasil está com dificuldade de caixa poderia tanto não comprar tais helicópteros (por um lado somos um país de grande porte – território, população, PIB – mas praticamente com poucos ou obsoletos equipamentos – nem cacas dd verdade temos), ou compra-los o mais barato possível. Transferência de tecnologia é importante. Resta saber se essas transferências tem ou terão aplicação prática (se temos empresas genuinamente nacionais, se elas conseguirão usar o conhecimento para algum fim prático, se não vão quebrar logo – por que a tecnologia não fica logo so responsabilidade das forças armadas compartilhada com empresas privadas?). Talvez seja importante mesclar compras de prateleira com com compras ToT.

  84. Caro Lynx

    Na minha humilde opinião e conforme o nosso colega Vader disse anteriormente, essa coisa de comunalidade entre as forças é pura balela, pois se tratam de instituições independentes entre si e com objetivos e empregos diferentes. Sendo assim, acredito que para o EB pouco importa se há comunalidade entre o Mangusta e o Lynx utilizado pela MB ou se há a tal da comunalidade entre o Mi-28NE e o Mi-35 utilizados pela FAB. Faria todo o sentido buscar essa comunalidade dentro de uma mesma força, para otimizar a logística e custos da mesma, por exemplo.

    Desse ponto de vista, aí sim seria mais lógico a FAB adquirir o Mi-28NE já que ela opera o Mi-35 (se é que há mesmo comunalidade entre esses dois vetores russos) do que o EB adquirir o Mi-28NE.

    Então creio eu que, tirando o fator político, o EB escolherá o vetor que melhor atende aos seus requisitos operacionais e claro, que ofereça o melhor custo benefício, independente dessa tal comunalidade.

    Enfim, é apenas a minha opinião.

    Sds.

  85. Rustam,

    Só por curiosidade minha, quantos Mi-28NE a força aérea russa adquiriu e que estão em operação atualmente? E quantos Mi-28 NE foram construídos até hoje somando-se as encomendas russas e as encomendas de outros países que o adquiriram?

    Quero apenas ter uma idéia da escala de produção.

    Sds.

  86. Silva,

    – 80 unidades – a ordem geral de 200 unidades entrega-se à Força aérea da Rússia

    – O exército do Iraque a ordem de 15 unidades, põe-se 5

    – Ordem argelina de 42 unidades

  87. Silva
    8 de fevereiro de 2015 at 16:54 #

    Na minha humilde opinião e conforme o nosso colega Vader disse anteriormente, essa coisa de comunalidade entre as forças é pura balela, pois se tratam de instituições independentes entre si e com objetivos e empregos diferentes.

    .

    A comunalidade é pura balela pq o MD serve pra porrcaria nenhuma, nos EUA o treinamento de helis já é comunal faz tempo, p.ex.

  88. Silva e Delfin
    A comunalidade é desejável para que se possa atrair uma empresa que tenha interesse em trazer o ferramental e qualificar pessoal para fazer as manutenções e reparos no Brasil. Principalmente dos motores. Nada de ToT para fabricar motores aqui. Isso é devaneio. Fazer a manutenção local barateia e reduz muitíssimo o tempo de aeronaves paradas. Como a maioria dos motores de helicópteros tem uso civil também, isso fica ainda mais atrativo.
    Já temos isso nos motores franceses Ariel
    e Makila, na Turbomeca, e outros de origem americana na Celma. Infelizmente, a R&R do Brasil fechou as portas…

  89. Lynx,

    Esta questão de produção de motores russos na Ucrânia é uma das questões complicadas que não consigo desvendar.
    De fato soldados russos lutam na região de Donetsk e Luhansk contra soldados ucranianos, em que pese afirmação de Moscou (entre tantas) que são voluntários que estam de férias…
    Mas a economia russa e ucraniana são muito interligadas, inclusive indústria de defesa. Este será um problema para ambos, pois se um precisa de novo fornecedor, o outro de novo cliente.

    Claudio Donitz

    De fato apenas postei os mapas, mas me solidarizo com o equívoco do amigo que fez o questionamento dos motores. Como disse, este negócio é muito nebuloso.

    Cordiais saudações,
    Ivan.

  90. Ivan
    Longe de mim me achar entendido em indústria aeroespacial russa. Nem é muito do meu interesse. O pouco que sei é que ela segue a divisão de trabalhos da antiga URSS. Dessa forma, há “escritórios de design” e fábricas independentes. Assim, MIG e Klimov, por exemplo, apenas desenham novos produtos e fábricas, como a Motorsich, os produzem. Por isso temos motores russos fabricados na Ucrânia, herança soviética. Mesmo com a independência, os negócios continuaram. Como ficará com esse atual conflito?
    Não sei se há alguma fábrica de motores de helicópteros na Rússia. Sempre ouvi que são produzidos na Ucrânia.

  91. A qualquer um que tenha dúvidas sobre algo recomendo que usem o Google. É uma ferramenta de busca simplesmente espetacular. Façam uma triagem das fontes e obterão informação confiável.

    “Oganza:

    lynx – 8 de fevereiro de 2015 at 13:14

    Muito boa kkkkkkkkkk

    Claudio Donitz,

    por acaso eu falei alguma coisa sobre os motores do Mi-28?”

    Seu ironismo em relação ao post anterior no lynx diz tudo.

  92. “Prezado Donitz
    Eu nunca falei que o motor não era russo e sim que é feito na Ucrânia. Aliás, mais uma desinformação:
    motorsich.com/eng/products/aircraft/turboshaft/vk-2500-03/
    Acho que é esse o motor a que se referiu.
    É fabricado em outro lugar? Eu não encontrei onde. Nos links que você mandou só falava que é russo. Até aí… Nada!”

    Como disse a VK-2500 é derivada da TV3-117(o site da Klimov diz isto claramente) sendo assim nada mais lógico do que a fabricante original da TV3-117 ter participação no projeto e oferecê-lo no mercado também. Sabe-se que Mi-17/28 e 35 além do Ka-52 já são oferecidos ao mercado com ela. Nada mais lógico para os russos oferecerem seus helos com seus motores eliminando a necessidade de encomendar da Ucrânia.

    Local de fabricação da VK-2500 é 11, Kantemirovskaya st., St. Petersburg 194100, RUSSIA. Novas instalações na área de São Petesburgo estão em construção.

  93. Um Viper último tipo pode carregar até 16 Hellfire, o que dá um máximo de 15 blindados atingidos por missão ! Legal… mas o EB vai comprar 16 x 36 helis = 576 Hellfires ?

    Aí vão dizer “ah, vamos comprar pouquinho pra formar doutrina…” se forma doutrina pra combater, se não tiver pra combater, doutrina é conhecimento inútil.

    Aí acaba que nem a Argentina, que tinha mais Super-Etandard que Exocet, se tivessem uma dúzia em vez de meia dos mísseis poderiam ter ganho as Malvinas.

  94. Off-Topic.

    Olha o Chinook do EB chegando:

    sacramento.cbslocal.com/2015/02/05/oldest-flying-chinook-helicopter-facing-retirement-after-decades-of-flight/

    kkkkkk

    É só acrescentar o h t t p / /.

  95. EU tenho que ser chato!
    Donitz, VC nos deu o endereço do futuro centro de desenvolvimento e produção da Klimov. No site da Klimov todas as orações estão em tempo futuro. Infelizmente o mesmo site não diz quando ficará pronto. Ou está desatualizado. O acordo com a municipalidade de São Petersburgo foi assinado em 2011. A meta é produzir até 450 motores por ano. Muito bom. Quando?
    Por enquanto a produção continua na Ucrânia e, talvez, em algum outro lugar da Rússia, o qual não conhecemos.
    Mas, como não vejo o EB em condições de comprar nada pelos próximos anos, pode ser que a nova fábrica fique pronta a tempo! Kkkkkk

  96. O que é muito provável, pois o período que se prever comprar algum heli de ataque é entre 2016 e 2019, até lá……..

    Grande abraço!!! 😉

  97. Obrigado por nos trazer a público este Relatório, Kojak. Eu replicarei apenas a parte da Conclusão e Recomendações nos tópicos correlatos.

    Até mais!!! 😉

  98. Aproveitando que o espaço foi reaberto.

    Para os senhores Lynx e Oganza eis links com fotos das novas instalações da Klimov em construção.

    São fotos de Julho de 2014:

    h t t p: / / survincity.com/2013/07/implementation-of-the-project-st-petersburg-motors/

    A foto do último link parece ser mais recente.

    h t t p : / / w w w .spectrum-group.ru/en/about-company/company-news/spectrum-group-of-companies-congratulates-klimov-jsc-on-the-100th-anniversary/

    h t t p : / / w w w .blueboxcooling.com/en/referenze/klimov-headquarters.html

    Retornemos aos fatos. Apesar da campanha de desinformação pregando o contrário, a Klimov já fabrica a VK-2500 em suas atuais instalações. As novas instalações que estão sendo construídas em São Peterburgo são para abrigar a nova unidade de produção da Klimov, uma unidade maior e mais moderna que a atual. Existe a demanda e a necessidade de tal unidade portanto a mesma está sendo construída. Creio que está claro.

  99. Para que não haja dúvidas a Klimov tem demanda para seus produtos. Além da VK-2500 para os novos Mi-17/28/35 e Ka-52 de produção há a RD-93 da qual a China já havia comprado 100 unidades com opção para mais 400 e recentemente exerceu parte desta opção com mais 100 unidades (Salão de Zhuhai de 2014).

    O que a Snecma não faria por uma encomenda de 100 M-88.

    Como disse antes, vamos ler pois a informação está disponível para todos.

  100. Claudio Donitz,

    kkkkkkk que coisa heim… vc levou 3 dias para achar 3 links de internet?

    Dalhe competência Russa em busca… vai ver a culpa é do Google… que é americano e boicota links da industria de tranqueiras Russas.

    Boa sorte pra vc e a indústria de equipamentos “Bélicos” que mais levou porrada em todas as guerras dos últimos 60 anos.

    ops… isso tb é uma lenda né? 😉

    Grande Abraço

  101. Eu não levei três dias para achar os links. O problema é que os comentários estavam fechados e somente agora que eles foram reabertos. Este foi o problema senão teria postado há dias.

  102. Após as recentes informações tanto FORTE como no PA, fico me perguntando se o bizu é real ou não! ?! primeiro helis de observação, depois Chinooks versão F. Agora helis de ataque… Sei não!? A cartola é pequena para tanta mágica.
    Os esquilos/fennecs sendo modernizados e o mesmo ocorrendo com os Panteras fica difícil novas brechas no orçamento. Mas…
    Nos posts anteriores observo uma inflamada discussão sobre qual seria a melhor máquina. Meu parco conhecimento técnico mostra que todas têm vantagens e desvantagens e o sucesso e emprego operacional de qualquer uma delas vai depender do pós-venda e o quanto de reposição vamos comprar para estoque.
    Compatibilidade entre forcas no Brasil nunca existiu e se pararmos para observar a nossa frota ela só ocorre, por um acaso, com os esquilos / fennec e o BH. Seria muito interessante se nossas forças começassem a pensar nisso numa visão ampla de equipamentos.
    Entendo que o EB esteja observando o mercado (um tanto desaquecido para vetores de ataque ) para definir um programa futuro de licitação/compra…
    Mas é só uma opinião….
    Att

  103. Notei que os modelos americanos e russos as saídas de exaustão são diferentes do modelo turco, sulafricano e franco-alemão. No caso, as saídas influenciam ou não na assinatura térmica do heli?
    Ou atualmente tanto faz você ser uma “arvore de natal” ou um freezer voador porque os miisseis atuais procuram outro tipo de assinatura.
    Agradeceria se essa dúvida fosse sanada.

  104. Carioca,
    Apesar do novos mísseis IR serem all-aspect, ou seja, conseguirem trancar num alvo pela diferença de energia térmica do corpo do helicóptero em relação ao fundo, não quer dizer que reduzir a emissão térmica das turbinas não ajude. Claro que ajuda!
    Principalmente se o helicóptero tiver como fundo o solo.
    Tendo como fundo o céu, o calor do corpo é suficiente para trancar o seeker no alvo, mas se o helicóptero estiver pairando no meio de árvores, ou se o lançador do míssil estiver mais alto que o helicóptero pairado, a emissão térmica da turbina pode fazer o seeker trancar.
    Mísseis antiaéreos IR são difíceis de travar em alvos nessas circunstâncias e nesse caso o melhor é um míssil guiado por beam rider laser (RBS-70, ADATS, Starstreak) ou CLOS (Rapier, Roland, Crotale, Pantsir, TOR, etc.)
    Mas modernos mísseis IR são capazes de discriminar mesmo esses alvos “frios” tendo como fundo o solo.
    Melhor ainda se forem mísseis com formação de imagem.
    http://www.thermoanalytics.com/system/files/imagecache/content_image_300px/images/infrared_analysis/infrared_analysis_hyperspectral_plume_analysis_simulation_services.jpg
    Espero tê-lo ajudado.
    Um abraço.

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