domingo, agosto 1, 2021

Saab RBS 70NG

Planejando o uso da força para as guerras atuais

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

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Novos conflitos implicam envolvimento de mais tecnologias e impacto na sociedade civil

*JOSEPH S., NYE, PROJECT SYNDICATE

Na reunião anual do Fórum Econômico Mundial, em Davos, participei de um painel de líderes de defesa para discutir o futuro dos militares. A questão que abordamos é crucial: para que tipo de guerra os militares de hoje deveriam se preparar?

Os governos têm um currículo muito fraco quando se trata de responder a esta pergunta. Depois da Guerra do Vietnã, por exemplo, as Forças Armadas dos Estados Unidos apagaram o que haviam aprendido sobre contrainsurgência, para redescobri-la da maneira mais dura no Iraque e no Afeganistão.

As intervenções militares dos Estados Unidos nestes países exemplificam outro desafio-chave da guerra moderna. Como disse o secretário de Defesa americano Chuck Hagel numa entrevista recente, na guerra, “as coisas podem ficar fora de controle, ficar à deriva e desviadas” de um modo que pode levar os militares a caírem num uso da força mais “acelerado” do que fora inicialmente previsto.

Contra esse pano de fundo, a noção de que a força pode transformar sociedades conflagradas no Oriente Médio e outros lugares é uma perigosa falácia. No entanto, embora guerra e uso da força possam estar em queda, elas não desapareceram. Estão evoluindo seguindo uma nova “geração” de regras e táticas.

A primeira geração da guerra moderna envolveu batalhas travadas com efetivos em massa, usando formações napoleônicas em linha e coluna. A segunda, que culminou na 1.ª Guerra, foi impelida pelo poder de fogo maciço, e é expressa pela máxima, ao que se sabe cunhada na Batalha de Verdun em 1916, “artilharia conquista, infantaria ocupa”. E a terceira geração – aperfeiçoada pela Alemanha com o método “blitzkrieg” empregado na 2.ª Guerra – privilegiou a manobra à força, com os militares usando a infiltração para contornar o inimigo e anular sua força a partir da retaguarda em vez de atacá-lo frontalmente.

A guerra da quarta geração leva essa abordagem descentralizada a um passo além por não possuir um front definível. Ela se concentra na sociedade do inimigo, penetrando fundo em seu território para destruir sua vontade política. Seria possível até acrescentar uma quinta geração, em que tecnologias como drones e táticas de ciberataque permitem que soldados permaneçam num continente distante de seus alvos civis.

Apesar de os contornos de geração serem um tanto arbitrários, eles refletem uma tendência importante: a confusão do front militar com a retaguarda civil. Acelerando essa mudança está a substituição da guerra entre Estados por conflitos armados envolvendo atores como grupos insurgentes, redes terroristas, milícias e organizações criminosas.

Para confundir ainda mais as coisas, existe uma superposição desses grupos, e alguns recebem até apoio estatal. As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Fac), grupo guerrilheiro mais antigo da América Latina, fizeram alianças com cartéis do narcotráfico. Algu ns grupos do Taleban no Afeganistão e outros lugares desenvolveram laços estreitos com terroristas da Al-Qaeda. Os insurgentes do leste da Ucrânia estão lutando ao lado de tropas russas.

Essas organizações muitas vezes se aproveitam de Estados sem legitimidade ou capacidade de administrar efetivamente seu próprio território, lançando um misto de operações políticas e armadas que, com o tempo, lhes conferem o controle coercitivo sobre populações locais. O resultado é o que o general Sir Rupert Smith, um ex-comandante britânico na Irlanda do Norte e nos Bálcãs, chamou de “guerra em meio à população” – um tipo de luta que raramente é decidida em campos de batalha convencionais por exércitos tradicionais.

Essas guerras híbridas são travadas com uma ampla variedade de armas. Com câmeras em cada telefone celular e software de edição de fotos em cada computador, a batalha da informação se tornou um aspecto crucial da guerra moderna, como mostram os confrontos na Síria e na Ucrânia.

Numa guerra híbrida, forças convencionais e não convencionais, combatentes e civis, destruição física e manipulação da informação ficaram totalmente entrelaçados. No Líbano, em 2006, o Hezbollah combateu Israel com células bem treinadas que combinavam propaganda, tática militar convencional e foguetes lançados de áreas civis densamente povoadas. Recentemente, o Hamas e Israel conduziram operações aéreas e terrestres numa Faixa de Gaza densamente povoada.

Esse tipo de guerra surgiu em grande parte em resposta à vantagem militar convencional avassaladora dos EUA após o colapso da União Soviética, evidenciada por sua vitória na Guerra do Iraque de 1991, com apenas 148 baixas americanas, e sua intervenção no conflito de 1999 no Kosovo, em que nenhuma vida americana foi perdida.
Em razão dessa assimetria, os adversários dos EUA começaram a enfatizar táticas não convencionais. Na China, planejadores militares desenvolveram uma estratégia de “guerra irrestrita” que combina ferramentas eletrônicas, diplomáticas, virtuais, econômicas, apoio a terroristas e propaganda para enganar e exaurir sistemas americanos. Como se expressou um oficial militar chinês, “a primeira regra de uma guerra irrestrita é que não há regras”.

De sua parte, os grupos terroristas, reconhecendo que não podem derrotar uma força militar convencional numa guerra direta, tentam usar o poder dos próprios governos contra eles. Com teatralidade violenta, Osama bin Laden ultrajou e provocou os EUA, levando-os a reagirem com excesso de um modo que destruiu sua credibilidade, enfraqueceu suas alianças no mundo muçulmano, e, por fim, esgotou seus militares – e, em certo sentido, sua sociedade.

Hoje, o Estado Islâmico (EI) emprega uma estratégia similar, combinando operações militares implacáveis com uma campanha na mídia social, pontuada por fotos e vídeos de execuções brutais, incluindo a decapitação de cidadãos americanos e de outros países ocidentais. Esses esforços mobilizaram os inimigos do EI, ao mesmo tempo em que inspiraram um número crescente de indivíduos e grupos a se alinhar sob sua bandeira.

A evolução imprevisível da guerra coloca sérios desafios aos planejadores de defesa. Para Estados fracos, ameaças internas fornecem objetivos claros. Os EUA, por sua vez, precisam equilibrar um apoio contínuo a suas forças militares convencionais, que continuam sendo um importante elemento de dissuasão na Ásia e na Europa. Numa época de transformações sem precedentes, os EUA – e outras potências – precisam estar prontos para tudo. / TRADUÇÃO DE CELSO PACIORNIK

*É CIENTISTA POLÍTICO E PROFESSOR DA UNIVERSIDADE HARVARD

FONTE: Estadão

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eparro
eparro
6 anos atrás

Mal comparando, para nós aqui, confrontos assimétricos foram as ações das tropas no Haiti e aquelas nos morros do Rio de Janeiro? E qual a doutrina que saiu destas ações dos Fuzileiros Navais e do Exército Brasileiro, por exemplo? Lembrando que aqui as reações não são nem comparáveis àquelas que ocorrem no “mundo árabe”. O Ministério da Defesa está preocupado com isto? Novamente quer me parecer que se há alguma preparação, esta deve ser mais uma ação heroica de algum comandante de unidade estudando e elaborando planos para treinamento e capacitação da sua unidade para confrontos assimétricos. Mas que haja… Read more »

Oganza
Oganza
6 anos atrás

E por falar em “Para que Guerra os Planejadores devem se Preparar”…

https://au.news.yahoo.com/thewest/national/a/26227505/lib-leadership-chaos-threatens-to-torpedo-defence-deals/

Pra mim, há uma grande confusão na percepção dos “Planejadores” que se encontram perdidos e são apanhados na Névoa da política por uma razão: O Inimigo não é Claro e muito menos Declarado.

Dai os caras tem um problema no caso do LAND 400.

Grande Abraço.

eparro
eparro
6 anos atrás

Oganza 9 de fevereiro de 2015 at 19:05 #

Pois é Oganza, mas você percebe a preocupação de governo por lá! Ministros, senadores, deputados – há um engajamento sério. O problema existe, mas os caras vão atrás de solução. Há uma preocupação para o enfrentamanto do problema e a busca pela solução.

E por aqui, só inação e politicagem.

Oganza
Oganza
6 anos atrás

eparro, correto, mas eu não me expressei direito… 🙂 entre a Névoa da política e as percepção dos novos cenários, os Planejadores são pegos nesse fogo cruzado e geralmente quando o caldo entorna, são eles que pagam o pato. No caso específico da LAND 400, as percepções podem estar muito confusas… …seguindo o texto do link: ”The project is seen as crucial in protecting Australian soldiers from rocket-propelled grenade attacks. Australia’s ASLAVs and M113s were designed 30 to 40 years ago and cannot withstand modern weaponry. The 16-tonne ASLAV will be replaced by a 25-30-tonne vehicle and the 18-tonne M113… Read more »

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
6 anos atrás

Oganza, agora você está me confundido. Vou lhe fazer uma provocação. Dias atrás, opondo-se ao meu raciocínio de que serviam basicamente para a mesma coisa. você afirmou categoricamente que o Brasil precisa de um IFV e de um APC, pois não são a mesma coisa. Copio abaixo parte de seu comentário: “Enfim, o EB buscou a melhor solução que cabia no seu bolso e preferiu ter mais de 2000 Guaranis em vez de ter uns 100 IFV Pumas. – Um não tem nada haver com o outro… um é um APC e o outro é um IFV e precisamos dos… Read more »

eparro
eparro
6 anos atrás

Rafael Oliveira 10 de fevereiro de 2015 at 8:22 #

Pois é Rafael, eu já entendi de forma diferente!

Desculpe lá a intromissão, mas a meu ver a proposta mais adequada para o LAND 400 deveria ser de um único projeto de IFV e sobre lagartas. Que fosse pensado para os enfretamentos assimétricos e com suficiente proteção para a tropa transportada.

Nada de veículo sobre rodas ou “super APC” como foi dito.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
6 anos atrás

Eparro, sua intromissão é sempre bem-vinda.

Um IFV faria praticamente tudo que um APC faz, apenas sendo mais lento, em estradas, e mais pesado, o que pode dificultar sua mobilidade em razão de algumas pontes mais frágeis não suportarem sua massa total.

Mas, no fundo, o grande problema é que um IFV seria bem mais caro que um APC sobre rodas, tanto a aquisição quanto a manutenção.

Oganza
Oganza
6 anos atrás

Caros Rafael e eparro, hj estou sem poder de sítese e acabou ficando meio grande… affff, então separei em duas partes para fazer mais sentido, eu acho… 🙁 Os conceitos de IFV e APC são da Século XX, onde tais definições eram/são usadas para definir Veículo e Função. Ou seja… Função diferente = Veículo diferente. Onde, dado a nossa doutrina, só os ocidentais para ilustrar: IFVs: M2 Bradley (USA), Dardo IFV (ITA), Ulan-Pizarro (AUT-ESP), Warrior (UK), AMX-10P (FRA), CV-90 (SWE), Marder (GER) APCs: Stryker (USA), M113 (USA), Pandur II (AUT), FV432 Bulldog (UK), VAB (FRA), Patria Pasi (FIN), TPz Fuchs… Read more »

Control
Control
6 anos atrás

Srs Um aspecto importante e pouco considerado pelo autor é que toda a sua análise é fundamentada em uma visão ocidental o que, em si, já estabelece dúvidas e questionamentos. Por exemplo, o uso de celulares, internet e impacto sobre a sociedade das imagens assim obtidas e divulgadas, como a mortes de civis, particularmente crianças, só tem resultado em sociedades abertas onde a informação é livre ou razoavelmente livre. Em sociedades fechadas ou mesmo tribais, tais recursos são inúteis, Um dos problemas mais claros dos ocidentais é a sua incapacidade de entender outras culturas e suas lógicas; o que tem… Read more »

Oganza
Oganza
6 anos atrás

no episódio de hj… 😛 Hj, nós só podemos pegar o exemplo de dois países, pois são os que estão mais “adiantados” nas soluções dos ditos Novos Desafios da Guerra Moderna”. 1 – O primeiro é a Alemanha, que escolheu uma abordagem mais conservadora seguindo a “regra” de Função Diferente = Veículo Diferente mas com “Altas Tonelagens: APC Boxer c/ tripulação 3+8 com +30t e o IFV Puma c/ tripulação 3+6 e +30t podendo ir até +40t. Mas Nada impediria o Boxer de ser preparado em uma versão IFV ou caça tanks, etc… pois na verdade tal/tais versão existem e… Read more »

Oganza
Oganza
6 anos atrás

Control, verdade… …mas o que o Autor não percebeu é que essa tática é velha e é a mesma do Vietnan… … ou melhor, está produzindo os mesmos resultados das fotos do front no Vietnan tiradas por “Joe” Galloway. Só que em nossos dias isso é exponencialmente amplificado pelas poderosas vias da comunicação disponíveis a nossa geração. E no caso do EI, são “dois coelhos com uma cajadada”, ele “choca” o Ocidente e ao mesmo tempo espalha seu discurso engrossando suas fileiras, e não só no front, mas no território inimigo, em outro continente… é um alcance estratégico ao nível… Read more »

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
6 anos atrás

Oganza, excelente explanação. Mas, ainda tenho algumas perguntas. Quão mais barato custaria adquirir e manter um veículo sobre rodas em relação a um sobre lagartas de blindagem equivalente? Em determinado TO, o uso de lagartas é indispensável em qual percentual de missões? O gasto (econômico e logístico) com a adoção de um único veículo sobre lagartas que desse conta de 100% das missões seria menor do que adotar dois veículos, um sobre rodas e outro sobre lagartas, os quais, em conjunto dariam conta de 100% das missões? Acho que essas perguntas, e as respectivas respostas, passam pela cabeça dos planejadores… Read more »

Vader
6 anos atrás

Amigos, falando de Brasil, onde a maioria de nossas OMs (“motorizadas”) se deslocam mesmo é de 2,5 ton, quando não a pé, o Guarani está bom demais. Nenhum de nossos vizinhos terá tal blindado em tais quantidades.

É o ideal? Longe disso. Mas é o que tem pra hoje.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
6 anos atrás

Eu sou um defensor do Guarani, pois vejo que o EB foi, como de costume, pragmático: encontrou a solução mais barata para oferecer alguma proteção para seus infantes e poder encomendar uma quantidade significativa, tornando sua produção viável. De bônus, se associou a Iveco, em vez de alguma empresa de fundo de quintal ou ligada a alguma empreiteira. Porém, para ser utilizado, mesmo em TOs mais limitados, como o Haiti e Rio de Janeiro, penso que devem ser colocadas placas de blindagem adicional, que resistam, ao menos, a tiros de 0.50. Agora se for realmente querer levá-lo para zonas quentes,… Read more »

rsbacchi
rsbacchi
6 anos atrás

Rafael, muito interessante mobiliar estas unidades . O que o EB fez foi criar unidades blindadas leves, como no exercito francês. britânico. estadunidense, e mobiliar estas unidades com o Guarani VBTP-MR 6X6. Já estão previstos no casco do Guarani os pontos de fixação da blindagem adicional que elevará (estou falando no afirmativo, e não no condicional) a proteção até o nível de resistência a 25 mm. Eu não consigo ver na organização atual do EB uma unidade que possa receber esta versão pesada (30T) – aliás, por que não 38 toneladas como o Boxer, veiculo pesado da Patria e MOWAG… Read more »

rsbacchi
rsbacchi
6 anos atrás

Por favos corrijam.

de: Rafael, muito interessante mobiliar estas unidades.

para: Rafael, muito interessante.

Desculpem

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
6 anos atrás

Bacchi, Eu sabia que o Guarani contava com pontos de fixação para blindagem adicional, mas não sabia que seria para munição de até 25mm. É uma blindagem superior a que eu imaginei que seria empregada. Obrigado pela informação. Essa blindagem será fabricada pela Iveco? Já foi contratada? Sobre o meu projeto imaginário de um “Guarani pesado”. – 30T: o que eu pensei foi que esse mesmo veículo poderia ter uma versão com canhão de 120mm, o qual costuma pesar quase 6T. Dessa forma, o veículo ficaria com cerca de 35T, valor adequado à potência do motor sugerido. – blindagem anti-IEDs.… Read more »

rsbacchi
rsbacchi
6 anos atrás

OK

Mauricio R.
Mauricio R.
6 anos atrás

OFF TOPIC…

…mas nem tanto!!!

Xí, niguém mais cai nessa, ficaram manjados:

(http://snafu-solomon.blogspot.com.br/2015/02/has-socom-lost-its-combat-edge.html)

Mauricio R.
Mauricio R.
6 anos atrás

“…por que não 38 toneladas como o Boxer, veiculo pesado da Patria…”

São veículos distintos, de fabricantes diferentes:

Patria AMV

Artech Boxer

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
6 anos atrás

Maurício R.,

Acredito que o Bacchi não usou “veículo pesado da Patria” como aposto do Boxer.

Na verdade, ele elencou três veículos: Boxer, AMV XP e MOWAG IV.

rsbacchi
rsbacchi
6 anos atrás

Rafael, muitíssimo obrigado.

Foi exatamente o que eu queria dizer.

Eu não me lembrava da designação do novo veículo pesado da Patria.

Eu procuro ser o mais preciso possível para evitar este tipo de erro, mas as vezes acontece.

Mea culpa, mea máxima culpa.

Liborio
Liborio
6 anos atrás

A dupla guarani/lmv para America do Sul e missoes de paz na africa,libano e haiti ta de bom tamanho

rsbacchi
rsbacchi
6 anos atrás

Liborio, desculpe, mas não entendi teu comentário!!!

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
6 anos atrás

Por nada, Bacchi.

Aliás, te agrada a ideia de um Guarani mais pesadamente blindado (além da blindagem adicional prevista)?

rsbacchi
rsbacchi
6 anos atrás

Rafael, eu sou muito pé no chão!.

Acho que estamos muito bem com o VBTP-MR Guarani 6X6.

Estamos passando dos Batalhões de Infantarias Motorizados para os Batalhões de Infantaria Mecanizados!

Vamos passar nos Esquadrões / Regimentos de Cavalaria Mecanizada dos Cascavel/Urutus para os VBR-MR e VBTP-MR!!!

Isto é um grande passo!

Vamos agradecer ao Senhor estas dadivas divinas e deixar de sonhar!!!

Liborio
Liborio
6 anos atrás

Bacchi eu quis dizer que guarani e IVECO LMV (se este ganhar a concorrência do eb) esta muito bom pra nossa realidades

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
6 anos atrás

Ok, Bacchi.

E para o orçamento do EB hoje e no curto prazo, você tem razão mesmo.

rsbacchi
rsbacchi
6 anos atrás

Liborio e Rafael, muito obrigado.

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