quinta-feira, outubro 21, 2021

Saab RBS 70NG

Saab apresenta sistemas de mísseis antiaéreos na 4ª Mostra BID Brasil, em Brasília

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

RBS 70 NG - foto Saab
RBS 70 NG – foto Saab

A Saab, empresa de defesa e segurança, participará da 4ª edição da Mostra BID Brasil, em Brasília, entre os dias 27 e 29 de setembro. Durante o evento, a companhia apresentará seus sistemas de mísseis antiaéreos reconhecidos mundialmente pela qualidade e precisão: o RBS 70 NG e o BAMSE.

“Nossas soluções para defesa antiaérea são altamente tecnológicas e, ao mesmo tempo, de fácil uso e manutenção. Além disso, prezamos para que os sistemas sejam flexíveis e de fácil integração com outros produtos utilizados pelos clientes”, explica Marianna Silva, diretora geral da Saab do Brasil. “Parcerias longíquas e comprometimento com o cliente são algumas das características de nossa companhia”, complementa.

O sistema míssil de baixa altura telecomandado RBS 70, utilizado em vinte países, como Brasil, Argentina, Emirados Árabes, França e Suécia, recebeu melhorias que deram origem ao RBS 70 NG (Nova Geração).

RBS 70 NG e radar Giraffe - foto Saab
RBS 70 NG e radar Giraffe – foto Saab

O aparelho de pontaria ganhou, dentre outros incrementos, um dispositivo de visão termal integrado de alta resolução; um avançado suporte visual para o atirador, que reduz o tempo de reação e agiliza a aquisição do alvo; e a função “acompanhamento automático”, que auxilia o atirador durante o engajamento e amplia a probabilidade de acerto. Além disso, o guiamento foi aprimorado, tornando mais fácil tanto o acompanhamento manual quanto o automático, e o sistema está com gravação de vídeo embutida, permitindo posterior análise dos disparos realizados.

O sistema míssil antiaéreo de média altura telecomandado BAMSE pode operar tanto em rede quanto de modo autônomo. Com alcance superior a 20 quilômetros e teto de emprego de15 mil metros, o sistema possui um radar de vigilância ativo multifeixe e outro de acompanhamento monopulso, do tipo comando automático da linha de visada, para guiamento do míssil.

saab-bamse

Com a possibilidade de lançar dois mísseis telecomandados simultaneamente, o sistema também permite que o operador anule o acompanhamento automático, escolha o ponto de pontaria no alvo e, se necessário, realize a mudança de alvo após o lançamento do míssil.

A 4ª Mostra BID Brasil será realizada no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, no Eixo Monumental, Lote 5, Asa Sul, em Brasília (DF), de 27 a 29 de setembro de 2016.

A Saab estará no estande número 67.

DIVULGAÇÃO: MSLGROUP Publicis Consultants

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Wellington Góes
Wellington Góes
5 anos atrás

E desde quando a SAAB participa da Base Industrial de Defesa do Brasil?!

Bueno
Bueno
5 anos atrás

Esperando para ler os comentários da comparativo da capacidade deste sistema em relação ao pantsir

Jr
Jr
5 anos atrás

A impressão que da é que a Saab esta desesperada para empurrar o sistemas Bamse para o EB, e isso não é de hoje. O engraçado é que a própria Suécia esta se desfazendo desse sistema

Tamandaré
Tamandaré
5 anos atrás

O BAMSE me parece fraco. Só 20 km de alcance?? Por quê tão pouco?? Ele é pelo menos muito barato, se comparado ao Patriot ou ao S-300? Ou tem algum diferencial que justifique o curto alcance?
.
Mestre Bosco saberia me responder?? 🙂 Boa tarde a todos!!

Ricardo
Ricardo
5 anos atrás

Tamandaré, boa tarde colega.

Pergunto:
Muito barato, quanto?
Li no texto que era 15km de altura, e não 20, isso procede de outra informação?
E, se alguém puder me dizer, mas acho que este BAMSE não concorre com o S-300 ou Patriot, penso que eles seriam de segmentos diversos, estou errado?
Por fim, alguém pode fazer o comparativo com o tal do Pantsir? digo, em preço e características.

Se alguém puder, agradeço.

bosco123
5 anos atrás

Tamandaré, O BAMSE é um sistema de proteção de curto alcance (SHORADS). O peso do míssil é de 85 kg. O S-300 é de grande alcance/altitude (HIMADS), com peso de 2 t. São de segmentos diferentes. O BAMSE é do mesmo segmento do Pantsir. Na verdade ambos têm o mesmo envelope cinético (20×15), sendo o míssil sueco mais afeito à proteção de pontos estratégicos, tendo maior mobilidade estratégica (via aérea) e o Pantsir mais afeito á proteção de alvos táticos. Ambos são guiados por comando automático para a linha de visada (ACLOS), sendo que os mais novos Pantsir por ter… Read more »

Eduardo Pereira
Eduardo Pereira
5 anos atrás

Grande Boscopédia arrebentando a boca do balão novamente.
Será q com a aproximação da Saab cada vez maior, ela pode conseguir vender seu sistema ao EB já q o Pantsir tá agarrado ate hoje e eles podem se dar ao luxo de parcelar e facilitar a venda como fizeram com o Gripen p a FAB ???

bosco123
5 anos atrás

Jr, A grosso modo há 4 segmentos de mísseis sup-ar: a- portátil (V-SHORADS) b- curto alcance (SHORADS) c- médio alcance (HIMADS) d- grande alcance (HIMADS) Os portáteis são os mísseis manpads/crewpads, lançados do ombro ou de pedestais, guiados por calor ou laser, pesando até 18 kg. Os de curto alcance são os veiculares, em geral guiados por “comando” (pesando entre 40 e 100 kg), sendo cada veículo autônomo em relação a lançar e guiar os mísseis. Os de médio e grande alcance são mísseis dotados de sistema de orientação autônoma, seja por IR, IIR, radar ativo ou radar semi-ativo. Fato… Read more »

Juarez
Juarez
5 anos atrás

Bosco, neste segmento de 120 kg, no ocidente poderíamos incluir na lista o Iris T VL ?

G abraço

bosco123
5 anos atrás

Juarez,
Exato!
A lista dos médios é mais ou menos esta: VL-Mica, GL Umkhonto, Iris-T SL, Spyder, NASAMS/SLAMRAAM, CAMM(L), Iron Dome, Aspide 2000, etc.
Depois vem os de grande altitude/grande alcance: Patriot (320 a 900 kg), MEADS (340 kg), SAMP-T (450 kg).
Já na Rússia tem médio de 700 kg e pesado de 1800 kg. Como disse um colega, o que pra nós aqui é GG lá pra eles é M. rrssss

Juarez
Juarez
5 anos atrás

Obrigado Bosco.

G abraço

bosco123
5 anos atrás

Os sistemas de orientação puramente por “comando” estão em desuso e devem ser completamente substituídos no futuro por mísseis com seeker (homing), mas eles têm duas grandes vantagens: o custo (já que não tem um custoso seeker que se autodestrói a cada lançamento) e em tese uma maior capacidade de resistência às contra-medidas já que um sistema de direção de tiro de grande porte tem mais recursos que um simples “seeker”, que por vezes pesa menos de 2 kg. O BAMSE e o Pantsir são meio que “hors concours” porque apesar de serem leves (85 e 75 kg respectivamente) eles… Read more »

Léo Barreiro
Léo Barreiro
5 anos atrás

Mestre Bosco

Obrigado pela aula!

Bardini
Bardini
5 anos atrás
danilojfsn
5 anos atrás

Bosco como sempre esclarecedor ler seus comentarios, obrigado por compartilhar conosco.

Bardini
Bardini
5 anos atrás

Bem que poderiam aproveitar a parceria para desenvolver uma versão “tupiniquim” do ASRAD-R
https://media.defenceindustrydaily.com/images/ORD_SAM_RBS-70_Fired_from_ASRAD-R_lg.jpg

Tamandaré
Tamandaré
5 anos atrás

Grande Bosco, grato pelas explicações! Aind abusando de sua paciência, eu te pergunto: qual dos dois sistemas seria melhor: Pantsir ou BAMSE? Ou eles estariam empatados?!
.
Boa noite a todos

Willhorv
Willhorv
5 anos atrás

Mas sempre vão haver defesas em camadas. Os de longo alcance defendendo estrategicamente uma vasta área, os de médio, locais de suma importância e os de curto, pontos imprescindíveis.
Inclusive um apoiando o outro mediante o avanço das armas standoff, com baixa assinatura radar e tamanho diminuto.
Esta área costuma consumir muita tecnologia e verba….é para poucos.

bosco123
5 anos atrás

Tamandaré, Como parece que o Pantsir seria utilizado aqui no Brasil para defender pontos estratégicos eu acho o BAMSE me parece mais adequado. Ele pode ser facilmente transportado por um C-130 ou KC-390. Seria interessante para a proteção das bases aéreas, etc. E imagino que deva ser mais barato que o sistema russo tendo em vista que um só radar de vigilância pode fornecer alerta para vários lançadores. O que não gosto muito no BAMSE é que o lançador (MCC) é tripulado e não de controle remoto. Ficam dois operadores lá dentro. A vantagem é que o sistema de direção… Read more »

Bardini
Bardini
5 anos atrás

O Barak 8 não seria uma melhor opção, tanto para o EB e FAB quanto para MB?

bosco123
5 anos atrás

Bardini, Talvez uma melhor opção seja o CAMM-L que dizem estaríamos interessados e que deverá ser integrado na nova corveta. Tem também o Spyder, que já utilizamos os mísseis (Derby e Python V). Ou quem sabe o Spada 2000, que também já utilizamos nas fragatas? Ou o Iris-T SL, que parece já compramos? Ou quem sabe o NASAMS, se optarmos pelo amraam no Gripen NG. São tantas opções e tantas emoções. . . rsrss Falta só é din-din. O Barak 8 é da turma dos de longo alcance/grande altitude, embora seja “peso leve”. Eu acho que devemos primeiro ter um… Read more »

Felipe Silva
5 anos atrás

Bosco, porque será que as FA ocidentais não dão mais importância às defesas SHORAD?

Bardini
Bardini
5 anos atrás

bosco123 20 de setembro de 2016 at 22:42 . Eu, particularmente gosto muito do sistema Spyder. Se fosse para escolher um e colocar na balança preço x padronização x confiabilidade x utilidade, ficaria com ele. Padronizaria FAB ( Gripen e AAA), EB (AAA) e MB ( AAA CFN e Gripen, se esse delírio sair) com Pythoon 5 e Derby. Tio Jacob não deixa na mão… Meteor viraria “bala de prata”. MB, iria de Sea Ceptor (deveria ser ESSM…) para defesa de ponto e ASTER 30 para defesa de área. . Com o Spyder, cobriríamos até 16 km x 50 km…… Read more »

Bardini
Bardini
5 anos atrás

E falando ainda do Spyder… O sistema vai ter uma versão mais “mobile”:
http://www.janes.com/article/58325/rafael-unveils-high-mobility-spyder-concept

Jr
Jr
5 anos atrás

Bosco, obrigado pela aula que você deu, a Suécia esta trocando o BAMSE justamente pelo IRIST-SL e se não me engano a Suécia era o único país que utilizava o BAMSE, ele também esta sendo oferecido em uma concorrência na Índia, mas parece que eles não tem muita chance. Também acho que a melhor solução seja o CAMM(L) a MB já o escolheu e a MBDA já tem um acordo com a Avibras, claro que vai depender do preço que vão cobrar. Quanto ao Spyder eu era fã, mas acho que a imagem dele ficou meio arranhada depois da guerra… Read more »

bosco123
5 anos atrás

Felipe, Os sistemas denominados V-SHORADS, que inclui os canhões AA e os mísseis portáteis não deixam de ser SHORADS. O “V” aí é só um preciosismo. rrssss Os sistemas sup-ar veiculares guiados por ACLOS tinham em relação aos mísseis portáteis uma ogiva mais pesada (e eficiente), um alcance de pelo menos o dobro e a capacidade “todo o tempo”, por adquirirem o alvo via radar (opcionalmente por meio visual). Exemplo desses mísseis: Roland, Crotale, Rapier. Eles são móveis e totalmente autônomos e montados em veículos blindados são aptos à defesa de forças móveis, como colunas de blindados, etc. Por sua… Read more »

Felipe Silva
5 anos atrás

Muito obrigado, bosco.

Carlos Alberto Soares-Israel
Carlos Alberto Soares-Israel
5 anos atrás

bosco123 20 de setembro de 2016 at 21:38
Dizem que o Pantsir “não cabe” – “não entra” no 390 (rs), veremos !
______________________________________________________

O Spyder é noossa melhor opção.
A integração com outros meios que já possuímos é um diferencial impar !
Sem falar na mobilidade.
O Pantsir estamos pagando uma fortuna e para quê ?
Defesa de ponto estratégico ?
Temos que ter um multi propósito !
______________________________________________________

http://www.rafael.co.il/Marketing/186-704-en/Marketing.aspx

Carlos Alberto Soares-Israel
Carlos Alberto Soares-Israel
5 anos atrás

Comentário e link preso no Spam

Felipe Silva
5 anos atrás

Mas bosco, as defesas VSHORAD do ocidente não apresentam um desempenho claramente inferior à sistemas SHORAD dedicados, como o Tor-M2 e o Pantsir? Além da prontidão e capacidade desses últimos em defender alvos contra ataques ligeiros, como comboios atacados por aeronaves dedicadas à caça anti-tank e helicópteros à cerca de 20km ou mais? O ocidente vê isso como uma falha na sua defesa ou crê que está apto à bloquear essas ameaças antes que estas se aproximem? Um fato é: Um stinger ou mesmo um RBS-70 não é um Pantsir. É só uma dúvida.

augusto
augusto
5 anos atrás

O Tor-m2 não é shorad dedicado só o pantsir. é o sistema spyder,mica vl, iris-t vl e camm-l cumprem muito bem esse papel ou ate melhor “em defender alvos contra ataques ligeiros, como comboios atacados por aeronaves dedicadas à caça anti-tank e helicópteros à cerca de 20km ou mais”. Alias o Tor-m2 ta mais pra equivalente do camm-l e iris-t vl, só não tão bom quanto

bosco123
5 anos atrás

Felipe, Esse nível de ameaça seria neutralizado pelos mísseis de médio alcance, que se movem para acompanhar o deslocamento das colunas mas operam estáticos, camuflados. Um veículo “SHORAD dedicado” como você disse, é um alvo muito exposto no campo de batalha e pelo menos no Ocidente parece que abriram mão deles preferindo distribuir as defesas entre muitos veículos AA leves armados com mísseis portáteis e operando passivamente, linkados aos radares de alerta mais á retaguarda, jundo com os mísseis de “médio alcance”. Na verdade muito desses sistemas de “médio alcance” têm alcance não muito superior aos mísseis SHORAD dedicados, mas… Read more »

Mauricio R.
5 anos atrás

Bardini 20 de setembro de 2016 at 20:49
.
Já defendi uma ideia parecida, derivada do ADATS, pois temos o radar, os mísseis e a viatura, mas nos falta quem tenha competência e expertise para integrar tudo isso junto.

Bardini
Bardini
5 anos atrás

O Pantsir eu entendo que deva ser encarado, dentro da conjectura Russa, como se fosse todo um “Skyguard” sob uma só plataforma, por exemplo… Não seria destinado a atirar no “arqueiro”, mas sim nas “flechas”. Tanto que ele atua dentro de um envelope que possui os sistemas para lidar com o tal “arqueiro”. . Não acho que o Pantsir seja o ideal para o Brasil. Com o CAMM via Avibras, o ideal (pelo menos, mais factível), no meu entender seria: . Baixa Altura estática: – Igla-S: (3,5 km x 6 km) – Oerlikon 35 mm (4 km) – RBS-70: (5… Read more »

Colombelli
Colombelli
5 anos atrás

Amigos a nossa vulnerabilidade maior não é a tropa, espalhada no terreno e móvel. São os pontos sensíveis fixos que podem por o país de joelhos: Itaipu, estação Ivai-Porá ( estas duas quebram a nação) e outros como pontes férreas ( poucas e de dificil construção), etc…Pra os meios existentes na AL, a .50 orgânica dos blindados e CC ja cumpre bem função de defesa das colunas, cuja melhor defesa, repito, é a mobilidade.

Felipe Silva
5 anos atrás

Valeu, bosco. Agora entendi que o ocidente não está na falta de um sistema como o dos russos, mas apenas adotam uma doutrina diferetne.

Antonio Carlos Jr Zamith
5 anos atrás

Esse sistema é o melhor até nível de brigada e não emite radiação. O Exército Brasileiro comprou alguns MANPADS RBS 70 VSHORAD só para a 1ª brigada AAe aqui no RJ em 2013. Bom seria em cada brigada ter uma 2 baterias deste. Agora que o Brasil esta quebrado que é não.

Juarez
Juarez
5 anos atrás

Perfeito comentário Colombelli, se atingirem a estação de conversão de Ivaí Porã, já era, vamos voltar para a idade média.
Qualquer sistema que se adquirir e provavelmente serão em número reduzido, deverão ser altamente móveis a e aerotransportados.
O Pantsyr precisa ser parcialmente desmontado para que a viatura três eixos caiba no 390, o Spyder vai full, o Iris T SL também vai, não sei se o CAMM vai.

G abraço

bosco123
5 anos atrás

Felipe, Eu até acho que faz falta um sistema intermediário. Os americanos quase adquiriram o ADATS. Na época teriam ficado com o Stinger, ADATS, Hawk e Patriot. Mas a tecnologia desses radares 3D e a miniaturização de seekers autônomos fez os mísseis “médios” ficarem muito mais leves, simples e flexíveis, além de poderem engajar alvos mesmo em baixíssima altitude, podendo até atingir alvos em ultra baixa altitude vindos de um nível alto a partir de uma trajetória parabólica e inclusive fora da linha de visão do lançador. Isso permite por exemplo que um AWACS possa operar conjuntamente com um posto… Read more »

Felipe Silva
5 anos atrás

Entendo. Bosco, você acha que o novo esforço do U.S Army com o seu Multi-mission Launcher (MML) faz parte do desenvolvimento de uma plataforma SHORAD para preencher essa lacuna do ADATS? Não creio que um sistema que já testou com sucesso os mísseis: Aim-9X, MHTK, Hellfire Longbow, Stinger e o míssil Tamir (Iron Dome) esteja sendo desenvolvido para abater simples drones, como diz o artigo a seguir: http://www.waaytv.com/redstone_alabama/what-is-the-multi-mission-launcher-and-why-do-we/article_5e509b4c-07e3-11e6-ab42-7393099a56cb.html . No final desse artigo, porém, um general do US Army diz que o sistema é muito capaz e pode ”derrotar mísseis de cruzeiro”

bosco123
5 anos atrás

Felipe, Na verdade há uma lacuna mas é devido à falta do SLAMRAAM e não do ADATS. O ADATS foi só uma intenção de ter algo melhor que o péssimo Chaparral (e antes do ADATS testaram o Roland e o Sgt York). O SLAMRAAM sim faz falta. Os americanos pulam do Stinger para o Patriot, que não é nenhuma maravilha na defesa de ultra baixa altitude. Pra minorar o problema estão integrando o radar Sentinel com o sistema Patriot que utilizando seus mísseis guiados por radar ativo (PAC-3 e PAC-3 MSE ) poderá cobrir a falta do Slamraam. Ainda é… Read more »

bosco123
5 anos atrás

Por outro lado há o desenvolvimento do novo radar do Patriot com capacidade 360º, AESA, baseado no nitreto de gálio, que poderá barrar de vez a intenção do USA em adquirir o MEADS. Um dos dois vai dançar.
comment image

Felipe Silva
5 anos atrás

Obrigado, bosco. Então isso responde minha pergunta. Está aí o novo sistema SHORAD dos exército americano.

augusto
augusto
5 anos atrás

Só pra complementar a RAYTHEON ofereceu um sistema shorad baseado no Patriot para Polônia skyceptor

Felipe Silva
5 anos atrás

*Do exército americano

Jairo
5 anos atrás

So lembrando que o no pantsir-sm tem um alcance de 35 km!!!

Bardini
Bardini
5 anos atrás

Jairo 22 de setembro de 2016 at 9:48
.
Mas o que viria para o Brasil seria Pantsir S1 com mísseis 57E6-E.

Bardini
Bardini
5 anos atrás

Collombeli,
.
Toda vez que citam a defesa da infraestrutura me vem a mente a AAA de tubo do EB.
.
Uma hora vão ter que tirar o escorpião do bolso e renovar este braço da AAA. Tem certas coisas que com Igla-S e RBS-70 não dá para lidar.
.
Os Gepards poderiam ser uma saída, mas são poucos os que se tem e seriam melhores aplicados a proteção da tropa. Também não são aerotransportáveis…

bosco123
5 anos atrás

Jairo,
Você está equivocado! O alcance divulgado do Pantsir é 20 km horizontal e 15 km vertical.
E vale salientar que essas distâncias máximas não podem ser estabelecidas simultaneamente. Ou se atinge um alvo a 20 km de distância mas que esteja bem mais baixo que os tais 15 km ou se atinge um alvo a 15 km de altura mas que esteja bem mais próximo que os tais 20 km. Nunca os dois ao mesmo tempo.
O envelope cinético de um míssil antiaéreo pode ser traduzido num forma de gota e não de um retângulo.

Colombelli
Colombelli
5 anos atrás

Bardini eu acho importante manter a artilharia de tubo, porque enquanto tem munição ela opera ainda que com menos eficiência que outros meios. Já os misseis são caros e poucos. Considerada as ameaças potenciais na AL, que é o que nos importa, os Oerlikon e Bofors L-70 ainda dão um bom caldo, ainda mais com guiagem por radar. Mas seria bem vindo um sistema de telêmetro e visão noturna como tem nos ultimos modelos do Oerlikon 35. A Espanha modernizou mais de 9 dezenas deles. Temos 62 peças. Eu acho a aerotransportabilidade secundária. No sul/sudeste/centro oeste/nordeste vai por via rodoviária.… Read more »

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