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Jane’s: Exército Brasileiro busca obuseiros rebocados

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M119 Light Gun de 105 mm
M119 Light Gun de 105 mm

O Jane’s noticiou que o Exército Brasileiro está explorando uma possível aquisição de obuseiros rebocados M119 Light Gun de 105 mm e M198 155 mm, na esperança de obter itens excedentes (Excess Defense Articles) do Exército dos EUA.

O serviço está prospectando o mercado e realizou estudos iniciais para informar uma eventual compra como parte de seu Programa Estratégico do Exército “Alcançando Capacidade Operacional Total”, informou o Jane’s.

Os atuais recursos de artilharia rebocados do Exército Brasileiro incluem o L118 Light Gun de 105 mm (a versão britânica original da arma M119 sendo solicitada nos EUA), Mod 56 PH e M101/M101A1, bem como obuseiros M114/M114A2 de 155 mm e morteiros raiados M2R de 120 mm.

O EB tem encontrado nos Excess Defense Articles uma ótima oportunidade para reequipar suas unidades com equipamentos usados mas de boa qualidade, enquanto aguarda melhores condições futuras do país para adquirir equipamentos novos de fábrica.

M198 de 155 mm
M198 de 155 mm

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IvanRidgeCesar A. FerreiraFoggeracmmarujo Recent comment authors
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Carpophorus
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Carpophorus

Senhores, boa tarde!
O que torna um equipamento desse tão obsoleto? Os mais atuais incorporam novas tecnologias ou têm mais alcance ou são mais resistentes? Cadência de tiro?

Aurélio
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Aurélio

Conta muito os sistemas de mira modernos e principalmente a capacidade de disparo de munições “inteligentes”, já bastante presentes nos sistemas de ponta atuais.

Aurélio
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Aurélio

Sinceramente, o que eu não entendo é a falta de capacidade da indústria nacional em desenvolver equipamentos semelhantes.

Juvenal Santos
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Juvenal Santos

Li que a idéia inicial era adquirir 60 M198 , o que é uma excelente notícia, aliás devia ser mais, quanto mais melhor, o M198 não é o mais moderno do mundo , pessoalmente eu preferia o EB com M777 , mas o M198 está anos-luz à frente das atuais peças de museu de 155mm que o EB usa atualmente, se pudessem adquiri também um lote de Chinook fecharia o ano com chave de ouro.

Marcos
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Marcos

Os fuzileiros navais é que estão atrás do M777

Agnelo Moreira
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Agnelo Moreira

Ouvi dizer q os americanos não querem vender o M777.

Edmilson.f
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Edmilson.f

Se eu nao me engano o M777 é da BAe Systems inglesa..e sim eles vendem.. o Canada a Australia um pais arabe ..os EUA e ingleses possuem ele..oq talvez nao vendam é a muniçao excalibur que ele utiliza

Barragem Rolante
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Barragem Rolante

O M777 é produzido pela BAE Systems em sua maior parte no Reino Unido.

Agnelo Moreira
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Agnelo Moreira

Obrigado!
Estou tocando as bolas!!!

Agnelo Moreira
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Agnelo Moreira

Trocando!! Kkkk
Atualmente, o q menos faço é coçar!

Juvenal Santos
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Juvenal Santos

Carpophorus, o que torna os canhões obsoletos é seu alcance menor e impossibilidade de usar munições assistidas por foguetes, entre outras. Fora que os canhões/obuseiros mais modernos usam materiais mais leves e resistentes, eletrônica e ótica melhores, cadência maior, mobilidade…

Carpophorus
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Carpophorus

Muito obrigado amigo

Bosco
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Bosco

Carpophorus, O Juvenal está certo mas basicamente o que o EB quer é um obuseiro que tenha maior alcance que os limitados 14 km do M-114. A capacidade de atirar mais longe é essencial hoje em dia para que as forças de manobra possam avançar com velocidade. Muitos aqui irão com certeza poderão nos esclarecer acerca da vantagem de ter obuseiros com maior alcance. Vale salientar que o M-198 é até mais pesado que o M-114, mas tem quase o dobro do alcance. Em optando pelo M-198 praticamente seremos “obrigados” a adquirir o Chinook (ou assemelhados), já que o transporte… Read more »

Bardini
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Bardini

Mas acho que na pratica, se o EB for movimentar alguma coisa com helicóptero, ele vai acabar se limitando aos 105mm sendo transportado por H225M, já que até a munição também facilita a logística.

Johnnie
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Johnnie

A principal necessidade no alcance maior é o fogo de contrabateria. Uma força que tem obuseiros de alcance mais curto estará vulnerável a eles sem capacidade de reação, tendo para tal que posicionar-se mais a frente, quando os obuseiros inimigos não estarão mais lá. O fogo de contrabateria é talvez a missão mais importante da artilharia de campanha, e dela pode depender a própria sobrevivência de toda a força. Uma força que conta com alcance superior, em contrapartida, pode atirar livremente se preocupar com os fogos inimigos, a menos que estes “cheguem mais perto”.

Johnnie
Visitante
Johnnie

sem se preocupar

colombelli
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colombelli

Errado. A missão mais importante é o apoio de fogo direto que corresponde a esmagadora maioria das missões de fogo. A contra bateria é missão secundária e dificil de realizar. Tanto assim que o EB não investiu em radares e o fez corretamente diante das prioridades. E quanto maior alcance maior o erro. No alcance máximo os obuseiros podem ter erro de 250 metros, totalmente inadequado para contra bateria. Mas razão te assiste quando afirmar que a principal eficácia do maior alcance é fazer contra bateria fora do alcance do adversário. Ainda, há diversas técnicas para se evitar a contra… Read more »

Johnnie
Visitante
Johnnie

Contrabateria é a principal missão quando o quesito é o alcance, é uma missão muito difícil visto que os materiais modernos ficam muito pouco tempo em posição, atiram e trocam de posição. Porém se esta ameaça não existir o alcance maior permite maior arco de tiro sem mudar de posição. A precisão depende do desvio provável de cada material.

Cesar A. Ferreira
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Cesar A. Ferreira

Não tem necessariamente o dobro do alcance do velho M-114, pois este desempenho precisa ser sustentado por munição assistida. O Exército Brasileiro não faz uso deste tipo de obus. Ademais, duvido que o fornecedor, ou seja, o deserto, esteja lotado de M-198 com tubo de 52 calibres…

E esqueça os Chinnoks, caro Bosco, pois as peças mais pesadas serão rebocadas, sendo helitransportadas apenas as peças mais leves, pelos H225…

É isso…
Houve um tempo em que se pensava e se planejava comprar peças novas, hoje, o deserto é a solução… Com coleira e tudo.

Augusto L
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Augusto L

Será que vai vir as munições Copperhead, junto ??
Olhando sobre o M198, ele tem umas munições interesses:

DPICM- munição que tem submunições dentro.

ADAMS- munição que dispersa minas anti-pessoal

RAAMS- munição que dispersa minas anti-tanque.

Agora falando serio, se o EB tiver no minimo um radar de localização de artilharia e projéteis com buster de foguete já daria uma capacidade enorme ao EB de neutralizar a artilharia inimiga.

Delfim
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Delfim

Que munições malvadas… e o Brasil que tem que assinar tratados de clusters e minas. Tá certo.

Bosco
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Bosco

Bem lembrado Augusto! Radar de contrabateria é um item que realmente falta.

tomcat3.9
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tomcat3.9

Ótimas aquisições que serão estas, o EB aos poucos e em plena crise financeiras onde está recebendo poucos recursos está se reequipando com o melhor disponível em matéria de material bélico usado. Vamo que vamo!!!

Bosco
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Bosco

Para o EB ficar completinho falta só um obuseiro AR de 155 mm mais moderno que o M114, um sistema de defesa antiaéreo de média altitude (Pantsir ??), um helicóptero de ataque e um helicóptero pesado (Chinook ?).

DOUGLAS TARGINO
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DOUGLAS TARGINO

Precisávamos de quantos 155 mm atualmente? Pois os que vi na lista do exercito brasileiro, deve ser mais velhos que meus avós! A grande maioria nossa é de 105 mm, e acho muito pouca nossa quantidade de 155 mm!

Thom
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Thom

Seria ótimo o EB e MB fecharem um pacote para o AH-1W e Chinook.

mf
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mf

Uns 90 pelo menos, para os 5 grupos de 155mm autorebocados.

Bosco
Visitante
Bosco

Douglas,
Não saberia dizer essa quantidade não. Mas há militares e ex-militares que comentam que devem nos informar sobre a quantidade mínima necessária (e a ideal).

Johnnie
Visitante
Johnnie

São 5 grupos com 12 peças = 60 peças para a atual composição.

Foggeracm
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Foggeracm

Seriam 120 peças de M198 oferecidas ao EB, segundo documento oficial do USA Army:

http://www.dsca.mil/programs/excess-defense-articles-eda

Vá em: “Access the Database” lá tem uma lista de países que pediram material bélico as reservas dos EUA.

São 120 peças as disposição do EB.

colombelli
Visitante
colombelli

Hoje temos 06 grupos com o M114. Mas uma parte deles poderá receber o M-109 A5.

Johnnie
Visitante
Johnnie

o 16 GAC vai para formosa

colombelli
Visitante
colombelli

Sim, será GLFM. Ja contabilizei isso. Melhor destino da peças dele é o 22 de Uruguaiana para retirar todos os M108 de operação.

kornet
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kornet

Biscoito, vc que é o mestre dos mísseis pra vc qual seria o melhor pro Brasil ,custos,alcance,mobilidade e etc?
Seria muito bom se vc fizesse uma matéria aqui no forte sobre cada sistema AA pra MB, FAB e EB,dentro de suas necessidades.

Abs.

kornet
Visitante
kornet

Saiu biscoito, em vez de Bosco, rs.

Marcos
Visitante
Marcos

O General Juarez Aparecido de Paula Cunha foi bem categórico ao dizer que o EB estaria para receber novos materiais. Daí ele citou o A5 PLUS, M198, Light Gun 105 mm e outros (?)

https://www.youtube.com/watch?v=OZMviHwMTms

Thom
Visitante
Thom

Eu vendo as noticias, sempre pensei que o EB compraria o M777.
Uma força que tinha planos para comprar o sistema CAESAR. O M198 já é ótimo.
A Força de Artilharia do EB, juntamente com o Astros 2020, é digno de respeito e deixa os vizinhos preocupados!

Bosco
Visitante
Bosco

O “problema” do M777 é que é muito caro e só tem “zero” bala. A vantagem é que poderia ser levado pelos helicópteros médios que o EB possui.
É capaz que pelo preço de um M777 dá pra comprar todo um lote de M-198.

colombelli
Visitante
colombelli

M777 3,5 milhões de dólares a unidade. Caesar 7 milhões a unidade

Felipe Morais
Visitante
Felipe Morais

Bosco, boa tarde. Já que tocou no assunto Pantsir… Você já opinou sobre o Pantsir em postagens anteriores. Mas, podendo adotar apenas um, na sua opinião, seria mais vantajoso o próprio Pantsir, o Bamse ou a variante terrestre do camm? Além disso, considerando que dificilmente podemos adotar sistemas complementares para média altura, apenas um deles atende satisfatoriamente a necessidade? O bom é que os três poderiam ser atrelados a algo mais amplo, já que a lei impõe a questão dos offsets…o russo, poderia envolver, por exemplo, uma produção sob licença do igla, já utilizado pelo EB e necessário em grandes… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

Felipe, Listinha boa essa sua. rssrss São três sistemas muito bons e eu teria pena de quem se visse forçado a escolher entre um deles. rssss Em termos de desempenho do míssil propriamente dito os 3 são bem parecidos. Em termos de míssil a proposta mais avançada é o CAMM (com um seeker por radar ativo). O inconveniente disso é o custo. O míssil é caro, o que por um lado compensa já que não há sistema de direção de tiro. O míssil é autoguiado. Os outros dois sistemas (Bamse e Panstir) têm mísseis teleguiados (por comando). O que barateia… Read more »

Agnelo
Visitante
Agnelo

Bosco
Me permita uma correção.
É um sistema importante para proteção de estruturas estratégicas. Estarão centralizados. Para deslocarem-se para o local de conflito onde tiver a ameaça, precisará de transporte aéreo. Como o Pantsir não cabe no KC-390, é um requisito importante a ser considerado.
Não sei a situação dos outros quanto a isso.
Sds

Augusto L
Visitante
Augusto L

Eu ficaria com o Spyder que pode usar tanto o Phynton-5 como o Derby.
Ou seja é como se fosse uma mistura de CAAM com NASAMS.
O bom seria se o Brasil tivesse um sistema de misseis baseados em misseis Ar-Ar de WVR e BVR como o israelense Spyder mas montado num veiculo leve como um jipe.
3 jipes como lancador e um jipe como rebocador de radar e operador + um como remuniciador.
Seria muito + facil de transporte do que um caminhão ou um veiculo de lagartas.

Felipe Morais
Visitante
Felipe Morais

Valeu Bosco, como sempre, uma aula. Valeu Augusto. Frequentemente levantam a ideia de fazer algo baseado no a darter. Mas daí, o custo de desenvolver algo novo, cuja previsão de demanda não é alta e com boas opções no mercado, não parece viável. Especialmente considerando ser um dos pontos mais carentes do EB hoje.

Nilson
Visitante
Nilson

“Augusto L 30 de Abril de 2018 at 13:20
…se o EB tiver no minimo um radar de localização de artilharia…”
.
Numa pesquisa rápida na internet não consegui entender como funciona o radar anti-bateria. Ele faz contato com os projéteis disparados, calculando sua origem conforme a trajetória?? Se alguém tiver oportunidade ou paciência para explicar, desde já agradeço.

Almeida
Visitante
Almeida

É exatamente isso

Nilson
Visitante
Nilson

Opa, muito obrigado, Almeida. . Acabei achando mais um texto na internet, interessante porque fala de um produto sueco (possibilidade de parceria??). Então, pelo que o Augusto L falou acima, o EB ainda não dispõe de radares anti-bateria?? “O exército da Coreia do Sul conta atualmente com o sistema Arthur-K, desenvolvido pela sueca SAAB, para detectar as posições da artilharia da Coreia do Norte, com quem permanece tecnicamente em guerra há quase 70 anos. Ao Arthur-K se somará este sistema fabricado inteiramente pela Coreia do Sul desde 2011 com um custo de cerca de 54 bilhões de wons (quase US$… Read more »

colombelli
Visitante
colombelli

O Giraffe do CFN salvo engano tem esta capacidade. No caso da Coréia, so pra lembrar, a destruição da baterias inimigas é objeto de ataques aéreos ou artilharia de foguetes, pois maioria das peças do norte tem alcance maior.

Almeida
Visitante
Almeida

EB enchendo a sacola no brechó do US Army!

Thom
Visitante
Thom

E que brechó, só os M-109 é de dar uma alegria, agora com a estimativa para uns 12 heli ataque. Ai sim!

mf
Visitante
mf

Atualmente a artilharia autorebocada do EB conta com 5 grupos com o M-114 de 155m, 10 grupos com o M-101 de 105mm, 4 grupos com o M-56 Oto Melara, e 2 grupos com o Light Gun, ambos também de 105mm, totalizando 21 grupos.

A média de obuses em cada grupo é de 18 unidades, mais alguns usados para treinamento, tem-se atualmente 90 e poucos M-114, aproximadamente 200 M-101, 72 M-56 e 36 L-118 Light Guns.

Os M-101 e M-114 são do tempo da segunda guerra mundial, o M198 e Light Gun são do final dos anos 70 e anos 80.

colombelli
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colombelli

6 com M114 Eu também achava que eram 5), 5 com o M56. Média é de 12. So Cachoeira do Sul e os dois com L-118 tem mais peças (16 e 18).

Johnnie
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Johnnie

eu contei estes. me corrija se estiver errado seq Id Id material Sede subst 1 2 GAC Lv M56 105 mm Itú mesmo 2 3 GAC AP M108 105 mm Santa Maria M109A5 155 mm 3 4 GAC Lv M56 105 mm Juiz de Fora mesmo 4 5 GAC AP M108 105 mm Curitiba M109A5 155 mm 5 6 GAC M101 105 mm Rio Grande L119 105 mm 6 7 GAC M101 105 mm Olinda L119 105 mm 7 8 GAC Pqdt M56 105 mm Rio de Janeiro mesmo 8 9 GAC M101 105 mm Nioaque L119 105 mm 9… Read more »

Johnnie
Visitante
Johnnie

os m102 de Bagé? não estão mais na ativa?

mf
Visitante
mf

O GAP de São Leopoldo foi transferido para Formosa-GO e transformado num grupo de misseis e foguetes com ASTROS II Mk.6

Atualmente temos 5 grupos autopropulsados, sendo 3 com o M-109A3 e 2 com o que restou dos M-108, todos aguardando serem substituídos pelos M-109A5 , sendo que os A3 deverão ir para reserva de peças.

colombelli
Visitante
colombelli

M-108 são 03 grupos quaternários Um no PR e dois no RS (6 e 2 brigadas)

mf
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mf

ARTILHARIA DE TUBO

Obuseiros Autorrebocados: 200 M-101, 92 M-114, 36 Light Gun, 72 M-56 Oto Melara

Canhões Antiaéreos: 26 Bofors C-70, 38 Oerlikon GDF-001

RS: 5 GAC,1 GAAE, SC: 1 GAC, PR: 1 GAC, MS: 1 GAC, SP: 3 GAC, 1 GAAE, RJ: 4 GAC, 1 GAAE, MG: 2 GAC, 1 GAAE, DF: 1 GAC, 1 GAAE, MT: 1 GAC, RR: 1 GAC, PA: 1 GAC, RN: 1 GAC,
PE: 1 GAC
AM: 1 GAAE.

mf
Visitante
mf

Os dados que tenho batem, na verdade são 23 grupos com obuses autorrebocados, 10 M-101, 6 M-114, 5 Oto Melara, 2 Light Gun, e conforme estes 2 ultimos modelos vieram, parte dos M-101 foram desativados, tivemos no passado cerca de 320 unidades, hoje no máximo 200 ativos.

Johnnie
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Johnnie

na minha conta tem 5 grupos M114 qual é o sexto?

Johnnie
Visitante
Johnnie

são 6 ap = 5, 22, 16, 29, 15, 3

Johnnie
Visitante
Johnnie

o 16 ainda não foi.

Johnnie
Visitante
Johnnie

tem + o 1º GAc Selva = 29 grupo – 16 GAC AP = 28 grupos

Johnnie
Visitante
Johnnie

corrigindo 0 21 GAC também tem M114 155 mm.

Johnnie
Visitante
Johnnie

e o radar Sentir M-20 da Bradar? se presta a função de contrabateria?

mf
Visitante
mf

Acho que pode estar equivocado, em relação ao M-114 tava na dúvida mesmo se eram 5 ou 6, mas os demais números creio estarem corretos, na época em que o site do EB tinha o mapa com todas unidades, hoje não está mais disponível lá.

mf
Visitante
mf

Colombeli, 12 acho muito pouco, salvo se pela idade é o que tem se mantido ativo no momento, o mínimo necessário, nos grupos com M-114 e M-101.

Sei que os 2 grupos com Light Gun tem 18 peças cada, e os 5 grupos com o Oto Melara tem um pouco mais de 12, não esquecendo que os números são quebrados sempre tem algumas unidades a parte usadas para treinamento em unidades escolares, então é só uma media.

colombelli
Visitante
colombelli

PR tem 03 GAC, dois AP e um AR. Que eu sei que tem mais de 12 peças são apenas os L118, as artilharias de selva que tem o morteiro em uma bateria, o o Grupo de Cachoeira do Sul que é quaternário, assim como as atilharias da 6 e 5 brigadas e o 22 GAC que são também quaternários. 12 peças é o padrão, em 03 baterias

Tomcat3.7
Visitante
Tomcat3.7

Então com uma possível compra de Light guns e M198 da pra aposentar a turma da II Guerra né!!
Obs. Será q se casaria a compra do M198 com ao menos uns 4 Chinook já que são mais pesados e tal???

Augusto L
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Augusto L

Pelo que eu sei os m114 são orgânicos da artilharia divisionaria lá no sul, então acho que o EB não precisa de um Chinook.

Juarez
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Juarez

Colombelli, está na fonia? Lembra que comentamos isto em uma debate no ano passado, Eu te comentei que o pessoal do EB estava no Tio Sam revirando os estoques do US Army. Ta aí. M 198 na cabeça e de quebra M 119.

colombelli
Visitante
colombelli

Juarez lembro sim, mas pelo que vi o general falou expressamente em L-118 que e bem diferente do M119. Acho que os L-118 virão do UK e não me consta que existam de segunda mão.

Agnelo Moreira
Visitante
Agnelo Moreira

Posso estar enganado. Mas creio q há peças de L 118 q iriam pro exército australiano e cancelaram.
Sds

Luiz Floriano Alves
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Luiz Floriano Alves

O moderno radar de contra-bateria equipa a maioris das forças armadas dos paises atualizados. Dificilmente uma bateria fixa sobrevive ao fogo de contra bateria se o inimigo dispuser deste radar. O sistem determina as cordenadas da bateria que disparou e regula o tiro de resposta. Dai a grande difusão dos obuseiros auto propulsados na atualidade. Eles enquadram seus alvos, disparam algumas salvas e mudam rápidamente de posição, antes de serem atingidos pelo fogo de contra-bateria. A peça rebocade e fixa num ponto do terreno somente será viável se o inimigo for carente de recursos eletronicos ou estiver embasada em um… Read more »

Ronaldo de souza gonçalves
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Ronaldo de souza gonçalves

M=198 é uma boa compra de oportunidade,e juntamente com os obuseiros rebocados dará aquela força no EB.Estava vendo um vídeo das forças de artilharia e o Brasil não aparece nem no 5 lugar,estranhei que era um vídeo meio antigo em espanhol.Mas acho que essa compra o Brasil possa situar melhor,não gostaria que o Brasil perdesse terreno na américa latina e principalmente na do sul.

Augusto L
Visitante
Augusto L

Mas ai fica a pergunta, usar o parque nacional para modernizar os M101a1 e M114 trocando os tubos e adcionando os modernos equipamentos eletronicos que um obuseiro 0km hj tem, não seria mais negocio já que seria supostamente barato e não mandariamos dinheiro pra fora ???

colombelli
Visitante
colombelli

Augusto, existem versões de ambos com tubos de mais calibres e alcance ( M-114 Noruega fez, M-101 Chile e Indonésia tem) porém o desgaste do restante do material e o custo não justificariam esta opção.

Augusto L
Visitante
Augusto L

Colombelli eu tbm pensei isso do pq o EB nunca ter feito essa modernização mas como nunca vi um estudo sobre, sempre fiquei com a questão na minha cabeca.
No mais não custa nada questionar, né, as soluções vem assim, questionando.

colombelli
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colombelli

A questão do alcance hoje so tem grande diferença na execução do fogo de contra bateria, não nos fogos ordinários que não são feitos no alcance máximo em regra. O fogo de contra bateria não é tão comum, mas ainda leva as peças a teres de se mover, e isso faz com que justamente não possam explorar ao máximo sua capacidade de alcance. Por outras palavras, o fato de não se poder ficar muito tempo em posição reduz a utilidade do fogo de longo alcance para missões ordinárias e foi um dos fatores que fizeram o EB demorar tanto para… Read more »

Augusto L
Visitante
Augusto L

colombelli acho que com um radar anti-bateria moderno o fogo anti-bateria não seria tanto usual assim, na Otan, eles consideram o fogo anti-bateria essencial, principalmente contando que na maioria das vezes eles tem menos obuses que seus inimigos, mas suas baterias tem mais alcance. Num cenario como num potencial confronto contra a Venezuela onde não teriamos como destruir ou passar pelas suas defesas aereas o fogo anti-bateria e até a utilização de Obuses para destruir os SAMs inimigos à longa distancia mudaria completamente o conflito. Quanto aos M101 eu achei estranho o que vc falou, sempre pensei que eles já… Read more »

colombelli
Visitante
colombelli

Augusto, a doutrina da OTAN pra enfrentar a URSS e depois a Russia não nos serve, pois a Russia sempre fez da artilharia sua base maior. Radares são úteis mas caros. Isso não é prioridade para nossa artilharia no contexto que operamos. Dificil conceber uso de artilharia para destruir SAM, cujo alcance é maior que os tiros e cuja localização teria de ser feita por meio aéreo. Se alguem não pode voar para destruir também não pode voar para localizar. Por outro lado as defesas aéreas deles, aparentemente sem manutenção e a julgar pelos usos de suas FA ( desfile… Read more »

mf
Visitante
mf

Só temos grupos AR de 155mm com o M-114 nas artilharia divisionárias, e são apenas no RJ e RS, 6 grupos no total.

Agnelo Moreira
Visitante
Agnelo Moreira

Augusto, boa noite.
A AD/1 possui 3 GAC 155 AR e há 1 GAC 155 AR na 2a DE.
Sds

mf
Visitante
mf

4 ou 6, pelo que me consta são 6 grupos com M-114 no total.

Augusto L
Visitante
Augusto L

Colombelli e Angelo, obrigado por me responderem, mas ainda fico em duvida, se são 76 M114 e 60 ou 72 M56 e 36 L118 como só 38 M119 iriam substituir os restantes 120 M1a1??? Ou vc quis dizer que os M1a1 iriam específicamente para as Bgds Selva?

Quanto a questão da Venezuela, tirando os S-300, seus outros sistemas tem alcance de até 35km se empregados na linha de frente, acho que daria pra destrui-los com artilharia, a FAB teria meios para detectar acima de 35 km.

Agnelo
Visitante
Agnelo

Mísseis AAe como esse são utilizados muito a retaguarda da linha de contato.
Devem ser destruídos por aviação ou ter seu sistema (como os radares Q os alertam) destruídos por Comandos ou guerrilha, por exemplo.
Sds

Augusto L
Visitante
Augusto L

Na internet conta o EB, com 72 M108, 40 M109a3, 100 M109a5, 92 M114, 320 M101a1, 72 Oto melaras, 54 L118.
Não sei se isso representa a Vdd mas aposentar as 320 M101 assim sem ter reposição parece meio loucura.
Á não ser que o Brasil compre uns 300 M119 numa veizada só junto com os 60 M198.

mf
Visitante
mf

São 36 M-108 ativos, 12 em cada GAP, outros 36 já foram desativados e servem como fonte de peças.

São 36 Light Gun, 200 M-101 no máximo, só chegamos a ter 320 na época que não tínhamos os M-56 e L-118, boa parte foi desativada quando eles vieram. São 37 M-109A3, que darão lugar também ao A5. E 72 M-56, este está correto.

colombelli
Visitante
colombelli

Não corresponde. Os M-108 tem 48 operando em 03 grupos e logo darão baixa. Os M114 não estão todos operacionais devendo haver 76. Os M-109/A3 são 36 operando. Os M109 A5 serão 92 (32 A5 plus e 60 A5, dos quais 04 ja recebidos). Os 54 L118 estão levando em conta os 18 dos CFN. Os M-101 ativos não passam de 120 em 10 grupos. Os M56 devem ser 60 em 05 grupos, mas não duvido que sejam 72 se algum grupo tiver 03 bateria s de 06. O total de peças que hoje temos é na faixa de 477… Read more »

mf
Visitante
mf

36 L-118, 72 M-56, 200 M-101 , 92 M-114, 37 M-109 A3, 36 M-108, isso que temos no momento, pelo menos ativo, 23 GAC e 5 GAP, o de São Leopoldo foi para Formosa, eram 6.

Em Formosa, 38 lançadores Astros 2020.

Dos 100 M-109 A5, provável, 72 ativos, substituindo os A3 e os M-108, os demais como peças extras. Os A3 também servirão de reserva, menos modernos e muito usados.

colombelli
Visitante
colombelli

Os A3 não serão substituidos pelos A5. E se forem, haverá apenas remanejamento dos A3 para outros grupos, ou seja, eles serão somados no final. São 36 A3 operando em 03 grupos, não 37. O 37 está na escola de material bélico. Os de São Leopoldo deverão ir para o 22 GAC. O que existe é intenção de elevar todos ao padrão A5. Ainda que menos modernos e usados são superiores a tudo o que temos em artilharia de tubo excetuados os A5. Isso não é material pra reserva. Os M-109 deverão ser ao final 36 A3, 60 A5, 32… Read more »

Agnelo
Visitante
Agnelo

Eu ACHO q os A3 irão para os Grupos das CMec, com prioridade pra 4a Bda C Mec. 36 dão pra 3 Grupos, faltando 01 Bda C Mec.
Plus para as Bda Bld. A5 para as AD AP, 198 para as AD AR, 119 deverão substituir os “velhos do rio”, mas não acredito q irão, inicialmente, substituir todos os M101, pois são muitos.

colombelli
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colombelli

Agnelo, creio que os M114 venham a ser remanejados para substituir M-101 e ai cobre tudo, e o A5 sobra um grupo, de modo que as C Mec fecha pois a AD AP são quatro e 60 peças mobilia 05 grupos.

Ainda ficariamos com uns 03 grupos em M114, e com todos M101 baixados ou em reserva.

mf
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mf

Como eu falei mais acima, chegamos a ter 320 M-101 e 92 M-114, com a chegada dos M-56 e L-118 e a idade destes primeiros , não nego que seja provável o que tu falou, 120 M-101 em 12 grupos, e alguns para instrução a parte, e 76 M-114 em 6 grupos e alguns para instrução. Em relação aos M-109A3 creio que por questões econômicas e por serem muito usados não deverão ser remanejados e sim servir de reserva, sendo canibalizados ao longo do tempo, acredito em 72 M-109A5 ativos no total, 2 grupos com os 32 A5 plus, e… Read more »

Manuel Flávio
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Manuel Flávio

O US Army habitualmente utiliza as munições do M119 com propelente de carga 8. Diferença de alcance de cerca de 25% com relação ao L118.

colombelli
Visitante
colombelli

M119 vai máximo a 14 km. L-118 a 21km. Tubos tem diferença de comprimento (calibres)

Manuel Flávio
Visitante
Manuel Flávio

A propósito:

Deu para perceber que depois que saiu o PT os negócios militares com o americanos deslancharam.

(e tratativas com os russos pararam….)

Johnnie
Visitante
Johnnie

qual é o atual estado dos M114. Estão desgastados ou dão um bom caldo ainda em se tratando de condições do material?

colombelli
Visitante
colombelli

estão bem melhor que os M101. Atiram muito pouco em nossas mãos. Estão bons e operacionais. O problema da antiguidade é mais moral do que prático.

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

Mestre Colombelli,

Poderia fazer um rapido comentario comparativo de desempenho e satisfação da tropa entre as peças de 105 mm e os morteriros 120 mm? A tropa conseguiu se integrar satisfatoriamente a eles ou trouxe muitas limitações?

colombelli
Visitante
colombelli

Há dois grupos de selva operando cada um uma bateria de 06 morteiros. A rigor, o fogo preciso dele é na faixa dos até 8 km. Pra ir aos 13, so com granada assistida e perda de precisão. Isso é uma limitação em vista dos 10 km do M56. Mas o M56 pode ser desmontado em várias peças e transportado de voadeira, braço ou búfalo. O morteiro tem cadência de tiro muito superior, inclusive para fogo rápido. Para selva cumpre a missão mas não substituem completamente os obuseiros, inclusive porque estes últimos podem ser usados em interdições de passagens e… Read more »

Eduardo Jardim
Visitante
Eduardo Jardim

É possível modernizar todos os M109 para o padrão A5 plus? Com 128 unidades a indústria brasileira poderia participar do processo.

mf
Visitante
mf

Talvez seja feito mais para frente, financeiramente deu apenas estes 32 no momento.

O importante é padronizaremos a artilharia autopropulsada com o M-109A5, 32 modernizados e 40 não modernizados.

A versão A3 e parte dos A5 serão de reserva e peças extras.

colombelli
Visitante
colombelli

Totalmente possivel. Não consta que os A3, ainda muito capazes e melhores do que tudo o que se tinha antes deles vão ser reserva. Não se desperdiça material deste quando precisamos de cada peça para tirar os M114 e M101 de operação. Os A5 plus vão para os artilharias das 6 e 5 brigadas que serão quaternárias e com 04 peças por bateria. Os 60 A5 ou irão ser trocados com os A3, estes últimos indo pra outros grupos ou irão ter duas hipoteses de destinação. 1) Mobiliar as artilharias divisionárias hoje com o M114 ou, 2) mobiliar as artilharias… Read more »

Johnnie
Visitante
Johnnie

qual é o sexto grupo com M114? só contei 5

colombelli
Visitante
colombelli

o 21 é com M114. São dois no Rio, um em Minas, um em SP e dois no RS.

Johnnie
Visitante
Johnnie

tem mais 1 GAC Sv. então são 6 grupos de M56 . 1,2,4,8,10,20

colombelli
Visitante
colombelli

4 não usa o M56

mf
Visitante
mf

o grupo de Boa Vista usa o Ligh Gun não o M-56.

Juarez
Visitante
Juarez

Colombelli, encontrei o pessoal do grupo de artilharia de Cachoeira do Sul na 290, o tenente me confirmou que operar com M 109.

g abraço

colombelli
Visitante
colombelli

Juarez, bate com o que disse acima, priorização das brigada blindadas e de cavalaria. Ai o de Ijui também é certo que vai pro M-109 junto com Uruguaiana.

mf
Visitante
mf

Aposto em 64 M198 e 128 L-119 para nos livrarmos dos M-101 e M-114 em definitivo.

Agnelo
Visitante
Agnelo

Tomara!! Acho 128 do 119 muito, mas seria muito bom.
Sds

Rafael Damasceno
Visitante
Rafael Damasceno

Prezado Bosco o spada 2000 nO seria um sistema melhor que o camm?

Bosco
Visitante
Bosco

Rafael, O Spada 2000 é outra boa opção para a defesa de média alcance mas comparado com o CAMM é um conceito mais antigo baseado num míssil guiado por radar semi-ativo. Ele tem a vantagem de uma ogiva maior e em tese ser mais resistente às ECMs, mas seu rendimento é semelhante ao do CAMM que tem metade do peso, com o inconveniente de ter que ter um radar iluminador. O Spada poderia se beneficiar com um radar multifuncional de varredura eletrônica banda X já que vários alvos poderiam ser engajados ao mesmo tempo, mas isso nunca foi feito e… Read more »

Bardini
Visitante
Bardini

Os sistemas SPADA 2000 e o Skyguard dos italianos vão ser substituídos por CAMM-ER.

Fabiano Martins
Visitante
Fabiano Martins

Comentario preso.

Nilson
Visitante
Nilson

Voltando ao radar anti-bateria, pelo que entendi talvez apenas o Giraffe do CFN tenha a capacidade. E os demais países sul-americanos, algum tem tal capacidade??

colombelli
Visitante
colombelli

Argentina, mas radar deles tem alcance bem curto. Não é desenvolvido para esta finalidade específica mas pra vigilância terrestre

Bardini
Visitante
Bardini

Falta ainda um UAV, para designar alvos.

colombelli
Visitante
colombelli

ja tem

Bardini
Visitante
Bardini

Qual? Aqueles pequenos, com raio de operação menor que o alcance de atuação da Artilharia ou os da FAB?

Bosco
Visitante
Bosco

Um armamento que também julga escasso no EB (talvez por questão doutrinária) são os lançadores de granadas.
Os fuzileiros parece que têm uma maior quantidade (relativa) de M-203 (encaixável) além de operar o Mk-19 (automático). O EB parece ter poucos M-79 (tiro único) e MGL (múltiplo).
A impressão que dá é que é uma falha doutrinária (dada à letalidade do conceito) ou realmente denota falta de recursos.

Mauricio R.
Visitante

Mais uma sucatinha pro EB:

O Reino Unido irá vender sua frota de “Panthers”.

No BA o “Panther” é uma versão do Light Multirole Vehicle (LMV) da Iveco, 395 unidades serão vendidas.

(http://www.janes.com/article/79677/uk-sells-panther-fleet)

Mauricio R.
Visitante

MQ-1 recém desativados da USAF ou Predator XP direto da fábrica?????
Isso se a Elbit recém libertada da Hápia, não cortar por fora.

Juarez
Visitante
Juarez

Mais uma sucatinha pro EB:

O Reino Unido irá vender sua frota de “Panthers”.

No BA o “Panther” é uma versão do Light Multirole Vehicle (LMV) da Iveco, 395 unidades serão vendidas.

(http://www.janes.com/article/79677/uk-sells-panther-fleet)

Leu o texto Bardini, viu, como eu tinha razão sobre o “candango da Barbie”…
Bardini, o tempo e senhor de todas as verdades, aproveita e aprende enquanto eu estou vivo…
Humildade, Bardini, ouvir, pensar, aprender…..

Walfrido Strobel
Visitante

O Brasil poderia aproveitar esta venda de 395 IVECO LMV(Panther) do UK e cancelar a fabricação deles aqui.

mf
Visitante
mf

Claro que não, a intenção em fabricar os LMV aqui é manter operante as instalações que fabricam o Guarani, e gerar empregos e divisas aqui, é cada um, além de virem novos de fabrica.

Silvio RC
Visitante
Silvio RC

Como postei anteriormente: Nos temos 29 GAC na ordem de batalha do EB. São eles: 1* GAC SL – M56 – Marabá, PA – 23* Bda Inf Sl 2* GAC LV – M56 – Itú, SP – 11* Bda Inf Lv 3* GAC AP – M108 – Santa Maria, RS – 6* Bda Inf Bld 4* GAC LV – M101 – Juiz de Fora, MG – 4* Bda Inf Lv 5* GAC AP – M108 – Curitiba, PR – 5* Bda C Bld 6* GAC AR – M101 – Rio Grande, RS – 15* Bda Inf Mtz 7* GAC AR… Read more »

mf
Visitante
mf

Foi justamente o que falei mais acima, 23 grupos de artilharia autorrebocada e 6 autopropulsada, sendo que o de São Leopoldo seria transferido para Formosa operando parte dos Astros, restando 5 GAP.

Silvio RC
Visitante
Silvio RC

Com a evolução do campo de batalha, é exigido da artilharia de campanha um aprofundamento cada vez maior dos fogos de artilharia. A granada de 105 tem um desempenho muito limitado salvo em algumas manobras realizadas por tropas leves, paraquedistas e de selva. O EB deve aproveitar essa oportunidade e passar elevar a grande maioria de suas unidades do 105mm para o 155mm. E se possível mobiliar e completar todas as suas BDAs com GAC. As nossas BDAs tem em sua grande maioria 03 ou 04 batalhões ou regimentos como elementos de manobra. E os nossos GAC em sua grande… Read more »

Agnelo Moreira
Visitante
Agnelo Moreira

Só uma correção, se me permite.
O de Rio Grande – RS é da 8ª Bda Inf Mtz
Sds

colombelli
Visitante
colombelli

Desconheço esta informação de que maioria tenha so duas bateria de obuseiros. Até onde eu sei todos tem 03 baterias exceto os de selva que uma delas é de morteiros.

Barragem Rolante
Visitante
Barragem Rolante

O 17º GAC (orgânico a 7ª Brigada) tem duas baterias com 4 obuses cada. Opera o M-101.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Aurélio 1 de Maio de 2018 at 12:25 Sinceramente, o que eu não entendo é a falta de capacidade da indústria nacional em desenvolver equipamentos semelhantes. Caro Aurélio, partilho de sua indignação e desapontamento, pois capacidade temos, dinheiro temos, cadência de aquisições etc. Mas muitos aqui dirão que não vale a pena desenvolver para comprar algumas unidades, que melhor é comprar usados, que não precisamos fabricar isso, que somos pobres e precisamos de esmolas, que somos coitadinhos etc. Mas não dirão o óbvio, que nossos militares perderam o interesse em transformar essa repúbliqueta em um país verdadeiramente independente e capaz,… Read more »

mf
Visitante
mf

O problema do Brasil é escala amigo, não falta de capacidade.

Desenvolver um carro de combate por exemplo, do zero, para 368 unidades apenas seria uma loucura.

Desenvolver um caça do zero para 120 unidades também, inviável.

Mauricio R.
Visitante

Fabrica quem desenvolve a tecnologia e o expertise pra tanto, assim vai se fabricar MBT ou avião de caça como, com qual know how e know why????
Pra “chão de fábrica”, quase todo galpão serve.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Correção! Menos interessados!

mf
Visitante
mf

Enfim ninguém toca num ponto, e a artilharia antiaérea de tubo? Irão abandonar os canhões AAe e ficar só com os misseis portáteis IGLA e RBS-70 e o Guepard 1A2 para apoio dos blindados? Os Bofors C-60 foram desativados nas baterias orgânicas, algumas baterias foram extintas, outra formou em Manaus o 12 grupo AA com misseis, outras estariam planejadas para formar grupos AAe em Campo Grande, Paraná, e uma em MG, provavelmente com misseis portáteis. Os canhões ainda operativos são os 26 Bofors C-70 e 38 Oerlikon GDF-001 muito obsoletos, para se ter uma ideia o Chile usa o Oerlikon… Read more »

tomcat3.7
Visitante
tomcat3.7

Rapaz a diferença do GDF-001 pro GDF-007 é absurdamente gritante.

Bosco
Visitante
Bosco

Eu considero os canhões AA obsoletos na função “antiaérea” clássica, mas fato é que estão ressurgindo com força na função C-UAV (anti drone), ACM (anti míssil cruise) , C-PGM (anti armas guiadas de precisão) e C-RAM (anti foguete, morteiro e obus).
O problema é que nessas funções há de se ter um sistema C2 (comando e controle) avançado. Não dá pra ser no “olhômetro”.

Ivan
Visitante
Ivan

Mestre Bosco,
.
‘Boca de fogo’ e ‘Indigestão por chumbo’.
Nunca menospreze os canhões.
Estarão sempre no campo de batalha, mesmo que seja a laser, eletromagnético ou intervalar.
.
Forte abraço,
Ivan, o Antigo.

Luiz Floriano Alves
Visitante
Luiz Floriano Alves

Alguem falou em colocar esses obuses na Selva?
Mas tem que conhecer a região. Lá se deslocam na selva, com o mínimo de apetrechos. Até a barraca é substituida por uma armação de galhos e folhas. O deslocamento se faz, a maior parte das vezes, em canoas leves. Os caminhos são abertos a facão. Se for necessário o emprego de artilharia teriamos que desenterrar o “bom e velho” Schneider cal. 75 mm. desmontável. Ou adotar o 106 mm. recoiless, ou mesmo uma versão do RPG.

marujo
Visitante
marujo

Curiosa esta questão de escala. A Alemanha e a França desenvolvem seus próprios armamentos mas não os compram aos milhares, mas algumas centenas apenas. Se eles contam com exportações para viabilizar seus projeto, também podemos contar aqui. Então, o argumento de escala fica muito frágil… eles são capazes, nós não.

mf
Visitante
mf

Eles possuem clientes consolidados de longo prazo, o que é bem diferente. O ASTROS 2020 só foi viável pelo potencial de exportações para clientes já existente por exemplo.

Eduardo Jardim
Visitante
Eduardo Jardim

Boa tarde foristas.

Aos militares uma pergunta: o que é lanço?

Agnelo Moreira
Visitante
Agnelo Moreira

Quando um ou mais homens ou algum meio se desloca rapidamente de uma posição específica para outra.
Exemplo:

O Infante fica em uma posição abrigada atirando, ao mesmo tempo que seu companheiro executa um lanço para uma outra posição abrigada, para fazer o mesmo apoio ao primeiro atirador.
Uma Metralhadora MAG fica atirando, ao mesmo tempoi que outra executa um lanço para uma posição mais a frente, para q o Pel q a Sec de MAG apoia possa ter apoio de fogo continuo.
Sds

Ivan
Visitante
Ivan

‘Fogo e Movimento.’

Silvio RC
Visitante
Silvio RC

Caro Agnelo, você esta corretíssimo com relação ao 6* GAC AR. Este grupo é orgânico a 8* Bda Inf Mtz.
Fico grato pela correção!

Silvio RC
Visitante
Silvio RC

Caro Colombelli,
Salvo algum engano, além dos 1* e 10* GACs SL, temos os seguintes grupos com duas Baterias de Obuses:
2*, 4*, 7*, 9*, 10*, 11*, 12*, 17*, 18*, 19*, 21*,25* 27* e 28* GACs AR.
E o 20 GAC LV tinha um projetode ativar a 3* BO, não sei como esta hoje.
Os Grupos AP tem 03 ou 04 BO.
E os, 8*, 14*, 26*, 31* e 32* GACs AR com 03 BO cada.
Vale ressaltar que os grupos de elva tem uma terceira BO ativa, mas com morteiros 120mm.

É com FOGO que se ganha as BATALHAS!

colombelli
Visitante
colombelli

Silvio desconheço por completo isso de somente duas baterias. E se fosse o caso de 02 baterias só com apenas 04 obuses como acima se disse do grupo de natal, o numero de M-101 ativos seria muito pequeno. As tês baterias de obuses seria uma pra cada unidade da Brigada.

De qualquer sorte, se isso for correto, e gostaria de saber onde ver, tais baterias teriam de ter 06 peças.

Barragem Rolante
Visitante
Barragem Rolante

Prezado Colombelli, segue abaixo o organograma do 17º GAC.

http://www.17gac.eb.mil.br/index.php/organograma

Em 1987 eram 8 obuses divididos em duas baterias. E pelo que consta não mudou.

Silvio RC
Visitante
Silvio RC

Todos os Grupos supracitados, tem 12 peças como dotação mínima em seus pátios de obuseiros. São 12 bocas de fogo divididas em duas baterias. Alguns grupos se adestram com BO a 04 peças. Isso se dá pelo fato de, em caso de necessidade, uma terceira BO também com 04 peças possa ser desdobrada para apoiar outro elemento de manobra da BDA. Mas o normal são 02 BOs com 06 bocas de fogo. Precisamos aproveitar essa oportunidade e sanar essa deficiência. É necessário que cada grupo tenha como material orgânico 18 peças. E como já falei, salvo em alguns teatros específicos,… Read more »

Silvio RC
Visitante
Silvio RC

Barragem Rolante, esse organograma do 17* GAC foi o único que encontrei pra citar como fonte de referência. Hoje em dia, todos os GAC tem como dotação minima 12 peças. As informações nem sempre estão fáceis.
As informações que repassei são frutos de experiências empíricas, um pouco de pesquisa e alguns telefonemas.

colombelli
Visitante
colombelli

Ao fim e ao cabo, com 02 ou 03 baterias não muda as 12 de cada grupo. Em estando dificil que se consiga tirar todos os M101 de operação sem remanejar alguns M-114 (03 grupos) ao menos ainda teriam que operar ele), duvido muito que se amplie o numero de 12 peças por grupo. Penso que os 10 grupos que serão autopropulsados serão das AD3 e AD5 mais as 5 e 6 brigadas e as 04 de cavalaria com os M109 A3, A5 e A5 plus. Os M198 substituirão os M-114 em 05 dos 06 grupos que o operam (… Read more »

Silvio RC
Visitante
Silvio RC

Suas colocações são bem fundamentadas.
Eu vejo como alternativa adquirirmos uma qualidade em torno de 160 peças M198. 144 para 08 grupos com 18 bocas de fogo. Ou o mais provável, 144 para 12 grupos. E as 12 restantes nas escolas de formação. Acho que dá pra conseguir essa quantidade. Também não escondo minha preferência pelo L118 no lugar dos L119. Não acho nada de outro mundo 72 L118 novos para 04 Grupos com 18 ou 06 com 12 peças. As unidades AP serão 10, e estas com o M109. O restante dos grupos AR com M56.
Fogo no terreno!

Silvio RC
Visitante
Silvio RC

Muito se fala em diminuir o efetivo do EB, mas é preciso um olhar mais acurado sobre a força.
Concordo que precisamos enxugar algumas áreas, mas é preciso fortalecer outras.
Sei que temos problemas de restrições orçamentarias, mas o EB precisa completar algumas áreas.
Um grande abraço a todos!

Agnelo
Visitante
Agnelo

Silvio, boa noite.
Eu entendo Q antes de reduzir o efetivo, temos Q readequa-lo. Fazendo isso, talvez nem diminua.
Unidades Tipo II passando a Tipo III. Melhorando a Inteligência Operacional, AAe e AC, etc.
Sds

Eduardo Jardim
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Eduardo Jardim

Obrigado Agnelo.

Foxtrot
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Foxtrot

marujo 2 de Maio de 2018 at 10:43 Curiosa esta questão de escala. A Alemanha e a França desenvolvem seus próprios armamentos mas não os compram aos milhares, mas algumas centenas apenas. Se eles contam com exportações para viabilizar seus projeto, também podemos contar aqui. Então, o argumento de escala fica muito frágil… eles são capazes, nós não. Disse tudo Marujo! O problema na verdade ,reside na falta de interesse mesmo. Mais fácil comprar usado ou montar localmente do que desenvolver e fabricar. Afinal de contas temos os melhores engenheiros de caneta do planeta ( só sabem assinar )! Que… Read more »

colombelli
Visitante
colombelli

MF, acima disseste que o grupo de Boa Vista usaria o L-118 e não o M56. Não procede. Somente dois grupos operam o L-118, sendo um no PR e um em Brasília, ambos com 18 peças em 03 baterias.

mf
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mf

sim é verdade, de cabeça me equivoquei, mas sabia que eram 2

Foggeracm
Visitante
Foggeracm

São 120 peças de M198 colocadas a disposição do EB (não quer dizer que o EB irá adquirir tudo).

http://www.dsca.mil/programs/excess-defense-articles-eda

“Access the Database” e procurem na lista.

mf
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mf

boa, se viesse todos seria otimo, mas provável um pouco mais da metade

tomcat3.7
Visitante
tomcat3.7

Também tem estes itens liberados pro EDA (Service Authorized to Supply EDA);
– M88A1 RECOVERY VEHICLES, 6 unidades;
– M577A2, COMMAND POST CARRIER, 200 unidades;

Foggeracm
Visitante
Foggeracm

Sim, 200 M577 chama a atenção. Fora do comum!!!! rs
Porém trata-se de um documento oficial.

Ridge
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Ridge

Argentina requisitou 36 M109A5.

colombelli
Visitante
colombelli

Onde soube? os Palmaria deles estão com sérios problemas e os demais obuseiros de 155 AP franceses são obsoletos.

Ridge
Visitante
Ridge

Colombelli, no link que o Foggeracm apresentou é possível baixar uma planilha que apresenta todas as requisições sobre os excedentes americanos desde 2008.

Tomei a liberdade de “printar” a requisição feita pelos argentinos a respeito dos M109A5, segue no link abaixo:

comment image

Foggeracm
Visitante
Foggeracm

É, o Exercito Hermano pediu “uns 36” e o US ARMY disponibilizou de suas reservas 36 VTRs. Se vão levar é outra historia, sabe como é politico argentino né. rs

colombelli
Visitante
colombelli

Valeu. A rigor eles estão hoje praticamente sem artilharia AP. Acompanho, há anos, os exercícios deles e faz tempo que os Palmaria não vão a campo. Eu tinha visto um boato sobre problemas nos tubos que os tornariam indisponíveis, e decorrentes de erros de operação/manutenção.

Juarez
Visitante
Juarez

Senhores, não adianta ir com sede ao pote, porque de nada adianta comprar e reequipar se não tiver dinheiro para manter, treinar, atirar e operar. Não entendo quase nada de artilharia, mas conta eu sei fazer, e nos próximos anos com a despesa limitada, parte desta estrutura vai para o vinagre, sem lero lero. penso que é o momento,talvez de o EB optar em em racionalizar, reduzir e padronizar, se não daqui uns três anos metade disto está fora de operação por falta de manutenção. Padronizem os 155 AR com M198, mesmo que venham apenas os 64 alardeados na rádio… Read more »