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107º aniversário do Sargento Max Wolf Filho

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Sargento Max Wolf Filho, o rei dos patrulheiros
Sargento Max Wolf Filho, o rei dos patrulheiros

Rio Negro (PR) – No dia 27 de julho, o 5º Regimento de Carros de Combate (5º RCC) realizou uma solenidade em comemoração ao 107º aniversário do Sargento Max Wolf Filho, a fim de celebrar a passagem da data natalícia desse herói rio-negrense.

Além da presença das filhas do Ex-Combatente da Força Expedicionária Brasileira (FEB), o evento contou com a presença, também, de autoridades locais e da comunidade.

Max Wolf Filho

O Sgt Max Wolf Filho nasceu em Rio Negro, no estado do Paraná, em 29 de julho de 1911. Membro de uma família simples, foi auxiliar na torrefação de café de seu pai e escriturário numa companhia que explorava a navegação do Rio Iguaçu, antes de ingressar na vida militar.

Atendendo ao chamado da Pátria, alistou-se voluntariamente para compor a FEB, criada para lutar nos campos de batalha da Europa.

Tombou como herói, à frente de sua patrulha, fazendo jus à sua alcunha de “Rei dos Patrulheiros”, em Biscaia, na região de Montese, na Itália.

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

24 COMMENTS

  1. Me fez lembrar uma comemoração que foi realizada em Belo Horizonte, onde várias “autoridades” foram agraciadas com a Medalha da Inconfidência. Todas de um certo Partido (o mesmo Partido do Governador de MG à época). Pessoas que, reconhecidamente, não tem nenhum comprometimento com a Pátria.
    Quanta diferença. O verdadeiros heróis dificilmente são reconhecidos.
    Parabéns ao Sargento MAX WOLF FILHO (in memoriam)

  2. Interessante é o fato de ser um dos poucos, ou talvez o único praça a integrar os rituais de memória do exército. Max Wolff e a narrativa institucional que rememora seus feitos e trajetória são sistematicamente abordados no EB. Segue a linha dos patronos, que simbolizam um “espírito” exemplar a ser seguido. De certa forma, idealizado.

    Max Wolf é um herói febiano, civil antes da guerra que se tornou cidadão soldado voluntariamente na FEB e encontrou a morte nos campos de batalha da Itália, na defesa da democracia e na luta contra o nazi fascismo.

    Max Wolff, presente!

    • Fred, por acaso eu me deparei no AHEx com o relatório do oficial comandante da ação da unidade do Wolf, mas acabei nao fotografando…infelizmente! Se nao me engano, tá em alguma pasta do S3 da FEB.

      • Grande Luciano, tudo bem?

        Eu topei com a sindicância que deu o sargento Max Wolf como morto. Fotografei, mas não utilizei no meu trabalho.

        Aquele arquivo é cheio de tesouros, mas é muito difícil fazer uma busca sistemática. Além do acervo ser enorme.

        Tá me devendo um chopp ein, quando aparecer por essas bandas dê um toque!

        Grande Abç!

        • Cara, ali tem muita coisa boa! Eu ando consultando relatórios do ministério da guerra e aquilo da muito pano pra manga!!

          Minha proposta de artigo foi aceita no Simpósio Nacional de História Militar, no RJ! Vc vai? Ai pago o chopp!rs

          Grande abraço!

  3. Infelizmente, hoje em dia o sarrafo para denominar alguém como herói no Brasil está muito baixo… por isso, acredito que trata-se de uma bela e justa homenagem a um brasileiro que realmente merece assim ser considerado… não à toa, o EB tem uma medalha dedicada a ele que se presta a agraciar “os subtenentes e sargentos das Forças Armadas, em serviço ativo, que tenham se destacado pela dedicação à profissão epelo interesse no seu aprimoramento, agraciando aqueles que demonstrem características e/ou atitudes evidenciadas pelo 2º Sargento Max Wolff Filho”…
    Infelizmente, hoje em dia o sarrafo para denominar alguém como héroi no Brasil está muito baixo…

  4. Na década de 1930 mudou-se com a família para a cidade do Rio de Janeiro, então capital federal (DF), e ingressou em sua Polícia Militar na qual permaneceu por uma década[1]. O militar participou da Revolução Constitucionalista de 1932, combatendo os paulistas[2].

    No ano de 1944, alistou-se voluntariamente[3] na Força Expedicionária Brasileira, compondo os quadros da então 1ª Companhia do 11º Regimento de Infantaria (11º RI), em São João del-Rei (MG).

  5. Porque nas reconstituições não se tem o aspecto guerreiros do GC do Sgt Max wolf? Que aspecto bizonho desses atuais! Uniforme mal enjanbrado, sem equipamentos, sem capacete de aço. Horrível !

    • Zé, acredito que tenham dois motivos: o exército usa mais o uniforme da FEB original, conforme o Regulamento de uniformes da FEB. E ele era assim mesmo, de mau aspecto, segundo muitos testemunhos de veteranos. O segundo ponto, os praças da FEB misturavam peças do uniforme estadunidense por necessidade (frio) ou por gosto mesmo, repare bem na foto que você perceberá uma pequena despadronização no uniforme. Haviam até os que usavam lenços e blusas civis, ou peças de uniforme do VIII exército inglês.

      • Se nao me engano, teve uma campanha da LBV para que senhoras da sociedade civil produzissem agasalhos e outras peças de roupa para distribuir com a FEB. Depois chegaram os uniformes de invernos e os soldados compuseram seus próprios padrões como vc bem disse!

  6. É a minha turma: Max Wolf Filho. ESA 1994. Dá especial orgulho ele ser do Paraná. Todas as discussões que tive nas duas primeiras semanas no EB foram com paraenses. sabe por que? è gente que sabe cumprir ordens e ter retidão. Depois fiz grandes amigos entre eles. Gente de fibra e caráter. O Paraná é um orgulho para o Brasil . Palavras de um gaúcho

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