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Artilharia Antiaérea promove maior exercício anual

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Formosa (GO) – No dia 8 de agosto, a 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea (1ª Bda AAAe) promoveu o Exercício de Adestramento do Sistema de Armas da Artilharia Antiaérea com execução de tiro real, no Campo de Instrução de Formosa, na Região da Pedra de Fogo.

O principal objetivo da atividade foi proporcionar a atualização das capacidades da Artilharia Antiaérea e da Força Terrestre. Participaram desse Exercício cerca de 600 militares de todas as organizações militares voltadas para essa missão específica. Mais de 90 viaturas deslocaram-se até 2.500 km, transportando material para a realização do evento.

Durante a apresentação, foram executados tiros com os canhões de 40 mm Bofors, da Viatura Blindada de Combate Antiaérea com canhões 35 mm Gepard, além dos mísseis portáteis RBS-70 e IGLA-S. Os disparos foram efetuados contra alvos aéreos desenvolvidos pelo 3° Grupo de Artilharia Antiaérea, visando à otimização do treinamento e à racionalização de custos.

O Comandante da 1ª Bda AAAe, General de Brigada Alexandre de Almeida Porto, salienta que esse Exercício é o mais importante da Artilharia Antiaérea do Exército Brasileiro. O General explicou que foram necessárias muitas horas de treinamento no simulador para poder realizar um único disparo. “Selecionamos, entre todos os que estavam aptos, os melhores para estar aqui presente e realizar o disparo”, disse o Gen Porto.

Também estiveram presentes na apresentação o Chefe do Departamento de Engenharia e Construção, General de Exército Claudio Coscia Moura; o Comandante do Comando Militar do Sudeste, General de Exército Luís Eduardo Ramos Baptista Pereira; o Chefe de Logística e Mobilização do Ministério da Defesa, General de Exército Laerte de Souza Santos; o Chefe de Operações Conjuntas do Ministério da Defesa, Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior; o Ministro Péricles Aurélio Lima de Queiroz, Ministro do Superior Tribunal Militar; além de outros oficiais-generais e convidados civis e militares.

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

62 COMMENTS

    • Olha, em termos de efetividade, creio que a Rússia provou na Síria, que para ameaças aéreas aproximadas, um bom canhão de 20 mm aliado a mísseis igla dão conta do recado. O mesmo vale para os iemenitas. Agora concordo que deveríamos possuir um sistema de artilharia antiaérea de longo alcance. Creio que atualmente, esse seja o próximo passo para as compras do exército

  1. Só uma pergunta me corrijam se eu estiver errado o Gepard em tese substituiu os Canhões L/60 que deram baixa no EB pelo menos eu acho que deram baixa. É há planos de se adquirir mais um lote desses blindados?

  2. Eu pouco comento Aki mas esse tópico acho muito importante. Dentre todas as nessessidades existentes em nossas forças armas, na minha opinião essa é a mais gritante, em caso de necessidade não teríamos superioridade aérea em nosso território terrestre e nem marítimo, visto que em ambos os casos não temos nada efetivo além de 10mil metros. Já temos avanços com os radares saber M60 e M200 agora é vital que desenvolvamos uma plataforma para lançamento de mísseis (talvez derivada do sistema Astros da Avibras ) e os próprios mísseis ( já possuímos algum know-how nessa área também) , assim teríamos domínio sobre essa área tão sensível… Sem depender de outros e trazendo para nossa realidade, muito provavelmente com custos mais baixos.

    • Custos mais baixos aonde????
      Somente por serem produtos de empresas brasileiras????
      Ambos os radares citados sequer estão em produção seriada, condição necessária para gerar economia de escala e baratear custos.
      O M60 não é mais que um modelo em pré-produção e o M200 é, de favor, somente um protótipo.
      Não temos também nem o rascunho do C-2 necessário, pra gerenciar um sistema de defesa aérea minimamente crível.
      E qnto aos mísseis, bem se conversarmos com os sul africanos talvez tenha-se algo, a partir do A-Darter.
      Não vale a pena correr atrás dos “Piranhas”, não são confiáveis e algo a partir do MAR, ainda necessitara de muito tempo e investimento.
      Idem a adaptação do lançador Astros pra acondicionar e disparar mísseis anti aéreos.
      O melhor pra tapar o buraco e pensarmos com calma o que fazer no futuro, seria então uma compra de prateleira.

  3. “Kommander 9 de agosto de 2018 at 22:51
    Temos mísseis terra-ar de longe alcance?”

    Não e não precisamos.

    De curta e média distância necessitamos em função de pontos estratégicos,

    prefiro o do link abaixo, interação com Derby & Python, lembro que o Derby já tem versão ER e o
    Python já está a caminho da versão 6.

    https://www.army-technology.com/projects/spyder/
    _________________________________________________________

    “SmokingSnake 🐍 9 de agosto de 2018 at 18:25
    Bom para repelir um possível ataque do Paraguai ou da Bolívia…”

    Quais são as outras ameaças efetivas ?

  4. A realidade dura é que o Brasil só tem artilharia anti aérea digna do nome no que se refere a ameaças muito básicas, estilo drone, helicópteros ou algum Mig 21 da vida. Mas para lidar com Bolívia ou Paraguai, tá de bom tamanho. Só que mais além disso, não.

    • COmo se precisasse de alguma ameaça para ter uma AA decente ..E outra , inimigos pode m aparecer de uma hora para a outra .O KAdafi que o diga ,em menos de um ano da França atacar ,tinha cargueiro da força aerea Francesa desfilando e mbase aerea na Libia

  5. Senhores, o Programa Defesa Antiaérea recebe, em média, anualmente, 30% do valor mínimo necessário para a aquisição do material AAe para o EB. Faz-se o possível…Para investimento em AAe de média altura precisaríamos aumentar bastante os recursos orçamentários para o Programa, o que depende de decisão política, então…

  6. Deslocaram 600 cabeças, muitos figurões e toda uma parafernália logística, para a grande maioria desse pessoal assistir showzinho do pessoal realmente especializado e importante do EB, que teve de disparar sua meia dúzia de rajadas contadas e, para assistir também algo ainda mais espetacular e raro, que é o disparo de MANPADS!
    Tudo isso é claro, contra alvos que não conseguem emular grandes dificuldades de engajamento, já que “não se tem dinheiro” nem para se adquirir um alvo que preste…
    .
    Estamos no fundo do poço.
    Muita mão amiga, pouco braço forte.

    • É Bardini,

      Se você com esse conhecimento todo que não serve para m…. nenhuma, de repente pode fazer melhor! Fácil falar sentado na cadeirinha de jogador de XBox né?

      • Fácil… Muito fácil.
        Sabe o que também é muito fácil? Manter o status quo, onde sustentamos um Exército que custou mais de 40 bilhões de reais em 2017 e que deste montante todo, só conseguiu destinar pouco mais de 1,5 bilhão para investimentos, sendo que nem todo esse dinheiro do montante de investimentos, vai para o “Braço Forte”.
        .
        É muito fácil continuar como está. É muito fácil continuar sustentando o foco na “Mão Amiga”, ao invés do “Braço Forte”. Ninguém está reclamando disso, muito pelo contrário. A aprovação que a instituição obtém com essa abordagem, está lá encima. Está cada vez melhor para a cumpanheirada da caserna seguir carreira na instituição de depois partir para a política.
        .
        Mas você não deixa de estar certo… O melhor a se fazer, é comprar uma boa cadeira e um bom console, para esquecer essa realidade que só tende a piorar.

        • Estás coberto de razão, enquanto se gastar 80% do orçamento das Forças Armadas com pessoal ativo e inativo nunca chegaremos a lugar algum, estamos entre os 15 maiores orçamentos militares do mundo, mas pouco se vê disso na aquisição de equipamentos. Não é possível mantermos militares se aposentando com 43 anos, filhas solteiras recebendo pensão e várias outros absurdos!! O problema é gerencial.

          • 45 anos. Acho que em todas as FFAA do mundo. Quer combatente de 70 anos? Se não tem dinheiro pra manter, fecha. Simples assim.

        • Bardini meu caro disse tudo !
          Já me empolguei muito com nossas forças armadas,sempre tem um bom motivo Pra se iludir um veiculo uma arma nova,um projeto.
          Só que cresci e hoje quando agente vê os números esses mesmo que você citou,quando você se depara com isso sua ficha vai cair!
          Algo vai ter que mudar e não estamos falando de mais verbas não.
          Parece que sempre seremos aquele cara enorme de voz fina e bobão isso aos olhos do mundo e logo logo da América latina
          Por enquanto estamos salvos pelo tamanho

    • O Exército Brasileiro ira te proporcionar a grande possibilidade de colocar “todo teu conhecimento” em prática!
      Se inscreva e seja selecionado para “Major Temporário”.
      O Brasil e as Forças Armadas “precisam” de profissionais “preparados” e “conhecedores profundos da arte militar” como você!

      Cada um que me aparece!!!

        • Ele está está exercendo o direito inalienável de emissão de opinião enquanto pagador de impostos. Tem dinheiro dele ali. E meu também. Nem que seja 1 centavo, mas tem. Não nos me pediram permissão pra retirarem parte de nossa renda todo mês por meio de impostos, mas já que pagamos, que tenhamos ao menos o direito de criticar como nosso dinheiro é gasto. Dá-lhe, Bardini!

  7. Se o Exército Brasileiro do mundo real fosse efetivamente equipado como consta nos manuais de campanha, não haveria tanta reclamação.

    Exemplo:

    Consta no manual IP-7-35 (O Batalhão de Infantaria Leve) que cada BIL deveria possuir:

    1 Seção AC com 3 peças do CSR Carl Gustav em cada uma de suas companhias de fuzileiros. Um total de 9 peças por Batalhão.

    1 seção AC com 4 peças (posto de tiro/lançador e guarnição) de míssil anticarro de médio a longo alcance.

    1 Grupo de Autodefesa Antiaérea, com 3 peças (posto de tiro/
    lançador e guarnição) de mísseis antiaéreos.

  8. Boa noite, senhores. Procuro levar a sério os comentários deste canal, onde se pode constatar grande conhecimento técnico por parte de muitos. Entretanto percebo que em sua maioria, os rançosos que sempre criticam tudo e todos, especialistas de sofá, com manifestações pobres como “bom para repelir um ataque Paraguai e Bolívia”, são civis que jamais envergaram uma farda e devem possuir certa mágoa, e por mais que tenham certo conhecimento, jamais terão o sentimento. No mundo da fantasia deles, a vitória se resume apenas em deter o melhor equipamento. Que falem, pois só sabem fazer isso: eterna e rotineiramente criticar. Velame! Selva! Aço!

    • Qualquer caça voa a mais de 10km de altitude, então o genio explica como derrubaria um caça com armas anti aéreas que vão somente a até 5km de altura (considerando que os F-5 já tenham sido derrotados).

    • Você abate um caça quando ele está atacando, qual ataca a 10 Km de altura? B-52? Aqui? Menos bem menos…Além disto, é que temos e precisa ser treinado…

      • Uma JDAM pode ser lançada a 15km de altitude por um caça e acertar o alvo com precisão como já foi demonstrado, com a Rússia instalando bases do glonass no norte do Brasil eles vão ter a mesma capacidade, talvez passem até bombas guiadas para a Venezuela…

        Mas com essas armas realmente não é preciso voar alto no espaço aéreo brasileiro. Me equivoquei dizendo que elas só vão até 5km, na verdade é pior do que pensava, o igla só vai até 3km de altura e o Bofors 40mm só é efetivo a menos de 4km.

    • PQ é tão dificil algum militar assumir que alguns equipamentos que o Brasil usa e´inadequado para o que se destina ? Aconteça o que acontecer ,sempre tem um justificativa para falar que o equipamento é o correto e bla bla …

    • Bill,

      A reportagem não disse nunca , nem eu, que critiquei o comentário do bardini e de outros, que estamos ótimos nesta área.

      É o que temos para o momento e o EB está se exercitando com o que tem e não ficar passando Kaol nos canhões e peças dentro do quartel, como dizem por aí.

      Consta nos Planos do EB, se é que alguém aqui tem a curiosidade de pesquisar, um sistema anti aéreo para médio alcance e, quiça longo, mas o EB não imprime plata!! Mas a luta continua…

  9. “civis que jamais envergaram uma farda e devem possuir certa mágoa”
    Não sou civil, não. Sou militar, e porto minha farda com orgulho. Mas, se por acaso fosse civil? E daí? Não podemos criticar esse estado calamitoso do EB? A artilharia anti-aérea é sim muito básica, e hoje em dia seria varrida do mapa em caso de conflito de verdade, em questão de minutos. Faço minhas as observações de Bardini também, que sempre comentou aqui com muita lucidez.
    Exército que custou mais de 40 bilhões de reais em 2017, ficando a base de Bofors e Manpads para se defender??? Realmente, e repito, só se for contra o Paraguai.
    Lembre-se que em 2018 o mais primordial em qualquer teatro de operações é o controle do espaço aéreo. Infelizmente, o EB e a FAB não poderiam o garantir contra qualquer adversário digno do nome.
    Mas tudo bem, continue aí tapando o sol com a peneira, e jogando pedras aos detratores.

    • O senhor se considera militar, que porta(!) farda, mas considerando seu discurso, provavelmente não é do EB. E, se surpreendentemente for, com certeza é um pé-pretão do ar-condicionado. E por favor, não vá me dizer que seu nome de guerra é “Moita”…

      • O EB é composto de pessoas sem arugumentos como vc ? Acredito que não ,então para de querer fingir qwe tudo é mil maravilhas que não é .

  10. Bom
    Parece q tem não só ma vontade, especialismo, mas vaidade e desconhecimento também….
    A escolha de um Meio de Emprego Militar depende não só do Poder Militar de um país, mas Econômico, Político e Coentifico-Tecnologico. Por vezes, até Psicossocial.
    Precisamos de melhores meios AAe? Sim
    Urgentemente? Lógico q não….
    Quanto ao exercício.
    Interessante o achismo q comentário de leitor de 4 rodas q não sabe dirigir é dado como “sábio”….
    E ser militar não capacita ninguém a saber tudo da área…. obviamente…
    O exercício é de Adestramento…
    Logo, vai TODA a fração… Seção, Bateria e, por vezes, Grupo.
    As TTP são acompanhadas, avaliadas e treinadas.
    Por fim, é executado o tiro real.
    Como vai toda a fração, é treinado também o pessoal logístico e de C2.
    O armamento de cano tem de ser avaliado até o tiro, pois a manutenção e preparo do armamento faz parte.
    O míssel é “ele por ele”.
    Vc faz tudo, mas acertar ou não, tendo as TTP sido obedecidas, depende do artefato.
    Atirar um ou varios é o de menos.
    O q mais é legal, é q meios de varios locais se concentraram em um e “falaram a mesma língua” e atiraram junto.
    Denota profissionalismo, capacidade de mobilização, logística, padronização e diversos elementos importantes da atividade militar.
    Uma observação.
    A “abandonada” AAAe de baixa altura está sendo muito buscada novamente, pois não há mais domínio do céu.

  11. Servi em Bia AAAé e na época, com FH presidente, se operava as metralhadoras múltiplas .50, aquelas com 4 armas e cofres do lado e os canhões Bofors de operação manual. Muito se falava nos Igla, mas passaram mais de 10 anos para eles aparecerem.
    Esses equipamentos são da Segunda Guerra e servem para combate a aviões turbo hélice e helicópteros, fora isso, a única coisa que se pode fazer numa situação de combate é se cobrir com a camuflagem e torcer para o inimigo não achar.

  12. “SmokingSnake 🐍 11 de agosto de 2018 at 12:09
    Qualquer caça voa a mais de 10km de altitude, então o genio explica como derrubaria um caça com armas anti aéreas que vão somente a até 5km de altura (considerando que os F-5 já tenham sido derrotados).”

    Primeiramente,
    Seu comentário sobre engajamento está errado.

    Segundo
    Em nosso TO quem nos ameaça com fantástica capacidade .

    Terceiro:

    Já foi mencionado a necessidade de Base de média altitude.

    • haha tem certeza? A Rússia enche a venezuela de armas e agora estão instalando bases do glonass no norte do Brasil, bastaria passarem uma KAB-500S-E, que é guiada pelo glonass, para eles. Uma bomba guiada pode ser lançada facilmente a mais de 10km de altura.

  13. LEIGO, mas quis me parecer que estamos com operacionalidade muito obsoleta, quem sabe, em nível dos anos ’60…
    E a informática como se adequou neste exercício? Teve oportunidade?
    Estou errado?

  14. So reforçando a colocação do agnelo, o tiro e importante, sem dúvida. ele é o centro da atividade, mas não é somente ele que marca o emprego do meio. Se testa e adestra apronto operacional, deslocamento, capacidade de permanecer no terreno, logística, entrada em posição ( escolha e preparação), detecção, comando e controle, comunicações e por fim o disparo em si.

    Assim como o “tiro em seco” fornece o fortalecimento dos fundamentos do tiro para um atirador de fuzil ( sem prescindir do disparo em si), o exercício como este treina e avalia toda uma série de atividades suporte e fundamentos. Se voce deu uma rajada e fez corretamente, dará mil corretas.

    E pra finalizar, nenhuma artilharia AA do mundo treina com alvos de alta performance, salvo quando estamos falando de misseis de maior alcance ou sofisticação, e mesmo assim são eventos raros. O M1A1 é isso ai mesmo. Isso tudo é muito caro.

    os meios AA são muito caros e temos que os dimensionar por ora a nossas ameaças. Precisa mais, sim, mas vamos de vagar e por camadas.

  15. Boa tarde
    Fico pensando que muitos guerreiros do teclado deveriam vestir a farda. Mas não só sob a bandeira verde amarela. Mas de outros países. De preferência de um país que realmente se imponha militarmente.
    Há sempre um ranço em relação as FAA verde amarelas. Sabemos que falta muito para elas. E o pior é o blablabla que se gasta com salários. Alguém aqui se alimenta de capim?
    Caramba, para prá pensar. Fazemos parte de um todo. O governo federal gere de acordo com a legislação brasileira e a mesma impõe o gasto com a reserva e inativos da verba da defesa. Pare e pense. Não fica repetindo mimimi….
    Claro que precisamos atualizar, renovar, refazer as defesas AntiAéreas. Mas se não treinar com o que tem, os mesmos especialistas vão se juntar ao coro dizendo que não se usa o que tem.
    Queria ter equipamentos e aparelhos dos mais modernos, mas se não estiverem capacitados a usar, do que vale gastar a verba?
    Cada uma que aparece por aqui

  16. Poxa, essa é nova. Preciso ser da área para criticar… Você precisa ser jogador de futebol para criticar seu time? Você precisa ser político para criticar o Estado? Você precisa ser jornalista para criticar uma reportagem? Você precisa ser engenheiro para criticar uma construção? Sério, se esse é o “argumento” de vocês, por favor, fiquem quietos na próxima.

  17. Em tese o EB não está errado. Ele provê defesa de baixa altitude e o resto deixa por conta da FAB . A FAB é que está errada em operar até hoje alguns poucos F-5. Tivéssemos uns 100 Gripens (ou F-16 ou F-18 ou MiG-35 ou Rafales) e mais alguns E-99 e estaria tudo bem.
    Aliás, alguns países só têm defesa terrestre de baixo nível, como por exemplo o RU, que não tem sistemas AA de média ou grande altitude, e dão conta do recado só com o Rapier (que está sendo substituído pelo CAMM), com o Starstreak e o Stinger.
    E olha que o RU é uma ilhota que teria muito o que se beneficiar de uma IADS consistente, multi camadas.

  18. Na verdade até o USA “pensa” igual o EB. O USA só tem sistemas de grande altitude (Patriot e THAAD) por conta da defesa contra mísseis balísticos. Não fosse isso eles só teriam o Avenger, o Stinger e o Centurion.
    O resto ficaria por conta da USAF.
    Agora eles estão dando uma incrementada na defesa de baixa altitude mas ainda assim tá longe de ser algo muito sofisticado. Tá visando principalmente UAVs e C-RAM e mísseis cruise. Ou seja, tudo em baixa altitude e curto alcance.

  19. Smoking,
    Mesmo as bombas guiadas por laser podem ser lançadas de grande altitude e distância. Um bom sistema de designação de alvos consegue marcar um alvo grande (edifício, bunker, etc.) a 20 km e alvos táticos móveis a mais de 10 km.
    Ambas as situações colocam as aeronaves lançadoras fora do envelope de nossas armas AA.
    Claro, o desempenho do sistema designador de alvo e a capacidade dele em marcar alvos pelo laser não é o fator exclusivo do desempenho da arma já que depende também da capacidade da bomba em chegar a grandes distâncias. Mas as mais modernas com certeza podem cobrir todo o desempenho do designador de alvos.

  20. Só iremos entender nossas necessidades militares quando entendermos o quanto somo ricos e possuidores de recursos que devem ser defendidos.
    Por isso, nosso Braço é fraco e nossa mão inútil…infelizmente.

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