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Exército realiza tiro real com artilharia antiaérea em Praia Grande-SP

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O treinamento do 2º Grupo de Artilharia Antiaérea, na Fortaleza do Itaipu, será entre 10 e 12 horas desta quarta-feira

Por Matheus Müller

O 2º Grupo de Artilharia Antiaérea (2º GAAAe) realiza um treinamento na Fortaleza de Itaipu, em Praia Grande. Um ensaio da atividade aconteceu nesta terça (25), mas será na quarta-feira (26), entre 10h e 12h, o principal dia do exercício, que conta com disparos reais em direção ao mar e acontece todos os anos.

Diversos moradores da Cidade ouviram os tiros, cujo som foi comparado, por alguns, nas redes sociais, com trovoadas. Segundo o 2º GAAAe, a ação é segura e realizada em frente à unidade do Exército, com canhões, metralhadoras e mísseis.

Durante os disparos, o perímetro será isolado para não colocar ninguém em perigo. Atividades no espaço aéreo e marítimo próximo à Fortaleza de Itaipu serão interrompidas devido ao treinamento com os sistemas de Artilharia Antiaérea.

De acordo com o 2º GAAAe, o vetor aéreo passou a ser um fator decisivo no combate e, portanto, é fundamental o aprimoramento da defesa antiaérea.

O treinamento

Os militares utilizarão metralhadora .50, canhão automático antiaéreo 40mm L/70, míssil Igla e Míssil RBS-70 para acertar um alvo conhecido como “biruta”. O objeto de alumínio é rebocado por um aeromodelo rádio controlado, de fabricação do próprio Exército Brasileiro.

Conheça as armas

Metralhadora .50: Montada sobre reparo antiaéreo, a metralhadora.50 é considerada mundialmente como um importante meio de autodefesa antiaérea.

Canhão automático antiaéreo 40mm L/70: É uma arma automática, de procedência sueca e de fabricação nacional, possui como características a sua cadência de 300 tiros por minuto e peso de 5 toneladas.

Igla-S no EB

Míssil Igla: O míssil russo IGLA – 9K38 chegou ao Brasil em 1994. Trata-se de um míssil portátil superfície-ar (SAM), que pode ser disparado para qualquer direção, pois sua ponta intra-vermelha detecta o calor do alvo para depois atingi-lo.

Míssil RBS-70: É um míssil SAM, portátil, e de 15Kg. Ele é guiado a laser. Pode ser usado para a defesa de área, aeródromos, comboios ou para complementar outros sistemas.

FONTE: A Tribuna

88 COMMENTS

    • lembrando que esta defesa anti aérea é de curto alcance apenas para abater helicópteros e aeronaves que estão voando em baixa altitude, e para este emprego são muito boas ja que são direcionada por um sistema diretor de tiro . Infelizmente o brasil não conta com um sistema de médio alcance isso nos deixa em uma situação muito ruim pois não temos chances contra miseis balístico e caças .

  1. Esqueceram do Fal 7,62mm em caso de ver um Heli inimigo se mira ~50 metros a frente, em caso de avião 100m e atira até derrubar.

    O radar é o moderno olho do recruta.

    Pelo menos era o previsto na apostila.

    • Assim, 2 GC de RM abateram um He argentino e danificaram seriamente outro.
      5% das baixas americanas no Vietnã foi pra armamento portátil.
      O único jaguar francês q correu risco sério de ser abatido na TD foi o q o piloto levou um tiro de fuzil no capacete.
      O q não impede de melhorarmos nossa AAAe

      • Agnelo 26 de setembro de 2018 at 7:46

        Caramba, acho que vou ter que rever meu conceito no tocante a isso, quando li isso na apostila do soldado pensei “contra helis tudo bem, mas contra aviões acho difícil”

        Mas parece que as estatísticas mostram o contrário

  2. Lembro de um mapa que existia em call of duty www2, se passava no Egito senão me engano e a artilharia antiaérea era semelhante a essa. Pelo visto, de lá pra cá nada mudou no Brasil.

  3. O Ministério da Defesa brasileiro foi invadido pela ANONYMOUS!!!!
    .
    O ato foi declarado pelos invasores contra o General Mourão e o Comandante Villas Bôas.
    .
    Na tela podia-se ler: “defendemos a democracia”, mas constavam ameaças do tipo: “não nos esquecemos, não peroamos, aguardem-nos.”
    .
    Eis a guerra cibernética…

  4. Li há um tempo que o Brasil havia recuado na compra do Pantsir pra adquirir o sistema S-300, sob alegação que o último atenderia melhor os requisitos.
    Alguém sabe me dizer se foi boataria ou se de fato realidade?
    Se real, como está o andamento?

  5. As vezes nada não é melhor que nada!!
    O que deveria ser complementar para camadas de curto e médio alcance se tornou o principal meio.
    É muito vergonhoso estes meios para tamanha nação.
    Manda logo uns BuksM3 pra cá!

  6. Alguém me explica pra que que é aquela “buzina de picolezero” que tem na frente do Igla?

    Sempre fui curioso pra saber e nunca achei o porque dela.

    E acredito que estão falando só das armas usadas nesse exercício, se não me engano o Brasil possui aquelas viaturas alemãs Anti aéreas, que acho que estão no Rio grande do sul….

    Esqueci o nome delas, alguém pode confirmar?

    • Defesa aérea são feitas em camadas.

      Baixa, média e curtas altitudes. Estes meios da matéria servem para curtas camadas. Por isso o Brasil iria adquirir o Pantsir que é para médias altitudes.

      Estes meios são válidos sim para curtas altitudes. O que não temos são as outras.
      => Colando aqui o que um dos foristas postou acima:

      “Agnelo 26 de setembro de 2018 at 7:46
      Assim, 2 GC de RM abateram um He argentino e danificaram seriamente outro.
      5% das baixas americanas no Vietnã foi pra armamento portátil.
      O único jaguar francês q correu risco sério de ser abatido na TD foi o q o piloto levou um tiro de fuzil no capacete.
      O q não impede de melhorarmos nossa AAAe”

  7. Meu Deus. Se o bolsonaro tem tanto orgulho das forças armadas olha isso.
    Mesma coisa do serviço público onde gasta se milhões com salários de servidores e o mesmo com oficiais de alta patente e nada sobra para compra de equipamentos.
    Cade o submarino nuclear?
    As forças armadas do Brasil é o espelho das instituicoes politico públicas… Ou seja um lixo!!

  8. Infelizmente ao expressar nosso descontentamento nos esquecemos que tudo passa pelo visão e ação de nossos líderes os quais liberam ou não o $$ necessario a aquisição dos meios e a tal vontade política que sabota sempre,na medida do possível, as forças armadas. Se não fossemos dirigidos pelos mesmos traíras de um passado nem tão distante.
    A partir do ano que vem tudo pode mudar e vai pra melhor.

  9. Só atraso, o pior de tudo é que temos recursos financeiros e de equipamentos nacionais ( ambos mal empregados).
    Bastaria pegar os Radares Saber-M200/ 60, dotar de uma versão Solo/Ar dos mísseis Piranha-B, A-Darter, MAR-01, M.S.A 5.1 (do qual a antiga Mectron já havia desenvolvido sua cabeça de busca denominada UAGC), integrar tudo e pronto, um sistema AAe nacional de baixa média altura.
    Mas no Brasil demoram 5 anos para pensar no projeto, mais 5 para mostrar que o projeto e viável, mais 5 para conseguir recursos, mais 5 pra fazer a documentação, mais 5 para fazer o protótipo e mais 5 para fazer meia duzia de cabeças de série.
    Ai quando termina o produto, para piorar compram apenas 15 unidades da indústria nacional, e resolvem adquirir do exterior com a desculpa de T.O.T e falta de verbas tsc tsc.
    E por falar nisso, como anda (se é que anda) o desenvolvimento dos mísseis nacionais M.S.A 5.1 semelhante ao IGLA-S, M.A.S versão AR/Solo do MSS 1.2 etc ?

  10. Credo velho. O Su 34 da venezuela carrega misseis ar terra da família KH que os mais tosco alcanca por cima umas 7nm, os melhores até 60nm, o canhão .50 chorando 1nm, a Igla alcanca o que? 3nm? Sem falar que uma chuva de Chaffs e o missil da IGLA já era, ja que sua navegação é IR.
    Essas armas teriam utilidade contra um Helicóptero (Civil ou Militar desavisado) ou contra pequenos aviões civis voando baixo, mas defender não é bem a palavra.
    Vergonhoso tamanho território, com tamanho potencial não investir na sua defesa.

  11. Qual a eficácia desse sistema L 70 Sueco contra mísseis de cruzeiro e outros mísseis de precisão que estejam atacando o alvo protegido por elas ?? Quantas peças dessas existem no arsenal das FA e quanto custa cada uma delas ??

  12. O despreparo e obsolencia da quase inexistente artilharia AA do EB requere que um treinamento dessa índole seja feito em segredo. Mostrar ao mundo afora isso aí é no mínimo ridículo, um convite para qualquer aventureiro tirar uma casquinha de um país tão mal guarnecido e despreparado. Enquanto no resto do mundo o padrão é S-300 e Patriot, o Brasil ainda se encaixa no padrão da Segunda Guerra Mundial, com alguns elementos da África central.
    Acho que o Brasil só vai acordar quando levar uma coça em um rápido conflito ao estilo do que ocorreu entre Peru e Ecuador em 1995.
    Mas tratando-se do Brasil, talvez nem assim.

  13. Por favor, respondem minha pergunta acima:
    “Li há um tempo que o Brasil havia recuado na compra do Pantsir pra adquirir o sistema S-300, sob alegação que o último atenderia melhor os requisitos.
    Alguém sabe me dizer se foi boataria ou se de fato realidade?
    Se real, como está o andamento?”

    • Nunca ouvi falar desse assunto!!!

      Mas, posso dizer que o Exercito Brasileiro nao comprou o Pantsir por ser caro, por ter procedência russa e por ter a esperança que em breve 3 ou 5 anos teremos um sistema nacional anti-aereo baseado na plataforma do astro 2020 fabricado pela Avibras em conjunto com a MBDA chamado AV-MMA mas que por falta de verba esta a passos lentos seu desenvolvimento

  14. Cada povo tem o governo que merece. Ou melhor, cada país tem as forças armadas que merecem. Não acho o pessimismo ser uma forma ideal de pensamento, mas acreditar que o que temos como defesa anti aérea é o suficiente, sinceramente me assusta. Além do sistema norte-americano Patriot, alguém saberia me informar qual outro armamento poderíamos adquirir para elevarmos a nossa defesa anti aérea!?

  15. Seria melhor que não fizessem esse treinamento. Primeiro que, ao meu ver, não tem nenhuma utilidade pratica, segundo que não passaríamos vergonha. Tá mais para um ” set” de filme sobre a Segunda Guerra Mundial.

  16. As vezes a mais fácil abrir a boca e despejar um monte de bobagens, só pelo simples fato de não se controlar.
    Ninguém sabe de tudo, e estamos aqui pra aprender e trocarmos experiências.
    Devemos ter prudência quando trilhamos, caminhos que não temos um conhecimento mínimo.
    Falar que nossa AAAe atende de forma satisfatória aos requisitos de um campo de batalha moderno em todos os aspctos, é um enorme equívoco.
    Porém desqualificala como totalmente desatualizada é um enorme erro.
    O que vemos em nossa AAAe é uma imensa lacuna nas faixas de média e alta altitudes, onde o missel é o grande protagonista.
    Mas na faixa de baixa altitude que vai até 3.500M os nossos meios podem se apresentar com um número insuficiente, Mas não ineficientes nessa faixa de defesa aproximada.
    Os nossos vetustos Bofors L70/40mm ainda são utilizados em vários TO, e tem o seu valor quando recebem a cobertura de um radar, e são bem posicionados em corredores utilizados por aeronaves de ataque em NBA.
    As peças de 35mm Oerlicom GDF 001 sofrem de um certo desgaste em decorrência do tempo de uso, e foram concentradas todas as peças no 1°GAAAe no RJ.
    Em nosso TO o calibre 12,7mm tem seu valor salientado. Tendo em vista os vetores a quem o mesmo se destina a se contrapor, figurarem como grande maioria na região.
    Ou seja, helicópteros e aeronaves de baixa performance que precisam se aproximar do alvo para realizarem seus ataques.
    Os nossos mísseis Igla e RBS 70 também se prestam para a defesa a baixa altura.
    Sendo o Igla um missel totalmente portátil e podendo ser transportado e disparado por um único homem.
    Com sistema de orientação por infravermelho.
    Mas normalmente cada unidade de tiro, ou seja a menor fração de uma unidade de AAAe, quando utiliza o Igla é formada por três militares:
    Um SGT Chefe da peça um CB atirador e um SD municiador.
    Se mostrando um vetor perfeito para tropas de selva, paraquedistas e aeromoves.
    Já o RBS 70 tem sua mobilidade um pouco mais restrita devido ao seu peso e por ser necessário o transporte do posto de tiro e do conjunto óptico.
    Tem um sistema de guiagem a Laser (Beam Rider) o que o torna imune a contra medidas térmicas.
    Somados a estes temos os nossos Guepardes com canhão 35mm Oerlicom guiados por radar.
    Temos as seguintes Grupos de Artilharia AntiAérea no EB:
    1° GAAAe – RJ
    2° GAAAe – SP
    3° GAAAe – RS
    4° GAAAe – MG
    11° GAAAe – DF
    12 GAAAe – AM
    Todos subordinados a 1° Bda de AAAe, e cada grupo conta com uma Bia de Cmdo e duas oi três Bia de AAAe podendo elas serem mobiliadas com canhões ou mísseis. E Cada bateria de tiro é formada por três seções de AAAe. E cada seção pode ter três ou quatro UT.
    Não é o ideal, nem tão pouco o que estamos precisanos, mas de ser clacificada como digna de um museu é no mínimo uma imprudência de certa parte.
    Fica claro que temos a necessidade de um sistema de defesa de maior alcance.
    Mas não devemos nos esquecer que é muito melhor neutralizar o arqueiro do que ficar tentando derrubar as flechas.
    O a missão de neutralizar o arqueiro é primariamente relegada a FAB podendo o EB complementala com a aquisição de um sistema de atuação em maior altura.

    O Sol é o CZA!

    Um grande abraço a todos!

  17. Srs nossa artilharia antiaérea e fraquíssima tem que melhorar urgente,os aviões deslocam a 2000km por hora é essa artilharia é da segunda guerra.

  18. Tá faltando aí uma antiaérea de média altura, míssil aí de 20 km de altura, não sei como anda e se anda, o projeto do astros antiaéreo? Um país do nosso tamanho, defesa de estruturas estratégicas, fábricas, estaleiros, etc…. pessoas…rssrrs

    • Então não é americana 🙂 . Com suástica , ne?
      Agora a arma é boa.Talvez melhor da classe e da época ..
      Mesmo assim , vlw Joao!
      Um grande abraço!

  19. Boa noite a todos!
    Aqui é um leigo falando.
    Sou morador da Praia Grande e tenho orgulho da capacidade e do adestramento ao qual o corpo de militares da fortaleza de Itaipu se submetem. Sei que os comentários sobre os nossos armamentos são pertinentes, sei que como na guerra do Vietnã a baixa altitude, armamentos similares fizeram estragos. Mas me preocupa muito no presente não termos nada que faça frente a grandes nações. Me preocupa políticos acharem que estamos seguros. O mundo é bem perigoso, tudo muda rápido de mais. E vendo conflitos modernos, como a guerra da Síria, vemos S-300 e S-200 tentando conter ataques dos americanos e Israel. Logo um bom equipamento é mais a perícia dos valorosos homens e mulheres que servem a nossa pátria, podemos dormir bem mais tranquilos, num mundo com rumos incertos.

  20. Realmente nossa defesa AA é bem antiquada, mas considerando a deficiência geral de meios nas 3 armas, eu acredito que a nossa maior defesa AA seriam os caças da FAB.

    Muitos dos nossos alvos sensíveis estão a alguns Km território a dentro. Vejam especialmente Brasília cuja defesa é propiciada pelos caças baseados em Anápolis ou mesmo os alvos sensíveis do RJ e SP (como base da marinha no RJ e Porto de Santos) protegidos pelos caças na BA de Santa Cruz RJ.

    Eu acredito que é muito mais urgente efetivamente termos os Grippen do FX-2, e encomendarmos mais!

    Um alvo particularmente sensível que demandaria uma AA especial, seja pelo seu valor estratégico e localização sensível (próximo a fronteira) é a Usina de Itaipu visto que quase 1/5 da nossa energia elétrica saí de lá e ela fica literalmente na fronteira!

  21. Olhem a situação onde chega:
    Além da obsolência do equipamento temos o fato do EB não estar na mesma rede de rádio, e dados (radar) da FAB.

    Em caso de conflito oque mais veremos serão os artilheiros do EB tentando derrubar aeronaves da FAB confundindo com aeronaves atacantes. Não tenham duvidas.

  22. Minha gente, a Avibrás não teria condições produzir sistema de bateria anti-aérea que bata de frente com os melhores do mundo? E se tem, por que o EB não moderniza esse setor da nossa defesa? Respondam-me.

    • Primeiro essas aeronaves precisam sair do solo, o que se prova um obstáculo grande demais para os venezuelanos. Se conseguissem essa façanha, saiba você que os SU-30MKV não têm alcance para dominar os céus brasileiros devido pura e simplesmente à extensão do território. Além disso, a FAB, mesmo atualmente, conseguiria sim combater os venezuelanos, ainda que com dificuldades; mas a partir da chegada iminente do Gripen E/F, aí pode tirar o cavalinho da chuva, o seu sonho de ver os venezuelanos voando nos céus brasileiros será não apenas improvável, mas impossível. Seu comentário é ufanista, digno de torcida organizada e pobre em argumentos e fatos.

      A defesa aérea brasileira é feita principalmente pela FAB, não pelo EB. Que os venezuelanos se preocupem com o que irão comer no almoço e com o papel higiênico para quando forem ao banheiro: forças armadas são coisa para gente grande.

  23. Calma gente.Existe uma parte da guerra em que essas armas são úteis.Fuzil,faca,revólver,facão e pedaço de pau ainda se luta com isso.Sim falta algo,mas nem todos os países de nosso T.O podem se dar o luxo de sair por aí em blitzkrieg.Segundo alguns, nosso possível inimigo seria a Venezuela que nem se aguenta em pé.o Brasil não é um país fácil de ser invadido.No outro dia em caso de agressão chegaria o que precisamos via EUA,simples assim

  24. Não é aceitável uma país que está entre as 10 maiores economias do mundo não possui defesa aérea de média e longo alcance, imagine a destruição da ponte Rio Niterói ou Itaipu, angra 1, base naval, etc. Quantas baterias anti aéreas poderíamos comprar com o prejuizo. Depois que derramar o leite nao adianta chorar.

    • Nossa! Até chegar nesse nível de destruição,é porque está acontecendo um conflito em larga escala.Um porta aviões americano, lá pelo nordeste interdita a América do sul toda.Quem tentar,vai ser abatido.

  25. Pessoal,
    Como disseram alguns colegas, essas armas mostradas não têm nada que as desabonem. Países muito mais ameaçados e preparados têm as mesmas armadas expostas aí em cima. Por exemplo, Singapura tem quase exatamente essa configuração para a sua defesa SHORAD.
    Concordo que falta um sistema de defesa de média altitude, mas isso não desqualifica as de baixa altitude e curto alcance.
    A reclamação é compreensível mas deve focar no que não temos e não, no que já temos.

    • Bosco, o Aster 30 não poderia ser qualificado como um sistema de média ou alta altitude?

      Ps: é difícil utilizar essa cidade-estado como parâmetro para qualquer coisa. É a maior densidade de SAMs da região, maior concentração de artilharia, e entre os vizinhos, a única que opera C-RAMs, etc.

      • Rafa,
        Mas eu disse em relação aos armamentos antiaéreos de baixa altitude. Estes, são iguais aos do Brasil: canhão 35 mm, Igla, Mistral, RBS-70, etc.
        Sem dúvida o SAMP-T, o Hawk e o Spyder são sistemas de média e grande altitude.
        Daí minha defesa ao que já temos. Temos que reclamos do que não temos e não destes que já temos, relativos à defesa de baixa altitude: canhões de 35 e 40 mm, mísseis Igla, RBS-70 e Mistral.

  26. É muita inresponsabiblidade com a nossa soberania não e por que o Brasil não tem imigos que deveria ter tamanho descaso com as forças de defesa nunca sabemos o dia de amanhã vamos esperar ser invadido igual a guerra do Paraguai para começar a se preocupar com futuras ameaças?
    O Brasil é o maior País da América latina e deveria agir como tal.

  27. Balbino 27 de setembro de 2018 at 14:35
    “Minha gente, a Avibrás não teria condições produzir sistema de bateria anti-aérea que bata de frente com os melhores do mundo?”
    Bom, condições a Avibras sim tem, já demonstrou isso muitas vezes mundo afora. Infelizmente, esse não é o problema. A falta de responsabilidade e de desejo de fazer alguma coisa da parte do “governo” federal é o culpado. Imagine só, a Avibras investiga, projeta e fabrica um Astros Anti-Aereo de meio e longo alcance, e o EB compra…2 unidades!!! Com pagamento parcelado em 20 anos!!!
    Como disse Charles de Gaulle, O Brasil não é um país sério.
    Existem BILHÕES de dólares para desfiles de escolas de samba monumentais, estádios novos em folha para copa do mundo e olimpíadas, cachoeiras de dinheiro lançados ao espaço da corrupção desenfreada do Brasil.
    Mas, defesa? O que é isso? Para isso não existe verba, e o pouquíssimo que existe, sempre recebe cortes.
    Insisto na minha opinião de que as coisas só mudarão quando o Brasil for humilhado em um conflito relâmpago, sofrendo perdas imensas no campo de batalha e de parte de seu território.
    Abs

  28. Alguém já parou para pensar, sinceramente; de que nossos governantes, em todas as esferas atuam de forma proposital para desmantelar todas as nossas forças de defesa? Mesmo sendo algo tão absurdo de se pensar, existe a possibilidade dos Estados Unidos proibirem que os países da América do Sul possam adquirir equipamentos de qualidade, ameaçando com embargos para aquisição de equipamentos russos, ou mesmo atuando através da corrupção comprando políticos e alto escalão das forças armadas para não armar de forma ideal nossos inventários? Esta teoria da conspiração às vezes parece tão real que assusta!

  29. Tadeu

    Concordo em parte.

    RBS e Igla para curto alcance são primeira linha.

    Que venham os Spyder da RAFAEL,

    Derby e Python.

    O Bosco aprova.

    Shalom

  30. Mísseis sidewinder(chaparral, piranha…) podem ser utilizados para defesa antiaérea com custo-benefício baixo. Plataformas não faltam e isto pode ser realizado em tempo ágil. Problema como bem citado por alguns comentaristas é o governo federal se interessar por um projeto e que dê prosseguimento. Não adianta, entretanto ter inumeráveis quantidades se não são utilizados. poderia , sim ter estoques,(vender este tipo de míssil para países que desejassem). Continuidade do projeto para desenvolvimento em misseis de médio e longo alcance. Lembrando: alguns armamentos possuem prazo de validade, se não for utilizado…

  31. No mundo moderno de hoje, dá até vergonha de mostrarmos só isso e não termos nem um sistema anti-aéreo de médio alcance pelo tamanho do nosso Brasil. Vamos sair da inércia pessoal das FAA’s.

  32. Vamos por partes. Antes de se avaliar uma defesa AA é preciso uma avaliação global dos fatores. Não se basta a uma avaliação precisa uma apreciação atomizada somente das armas utilizadas. É preciso ver as condições da defesa passiva e os meios ofensivos do adversário.

    É preciso lembrar a extensão do nosso território, que representa por si só uma defesa. Não há muitas instalações estratégicas próximas a fronteiras. A FAB teria bom tempo de detecção e reação. Exemplo, se a Venezuela tivesse caças operacionais ( e não tem) o que poderia fazer além de Manaus e Boa Vista? Mas nos teriamos como por caças relativamente perto de suas instalações sensíveis.

    Em segundo lugar, é preciso lembrar que há camadas da defesa aérea. A defesa que temos é de baixa altitude. Pra esta finalidade, os meios que temos são adequados em qualidade, e talvez ainda um pouco insuficientes em quantidade.

    A ausência de sistemas de média e grande altitude leva em conta as potenciais ameaças e as condições da defesa passiva, bem como a primazia da FAB na média e grande altitude. Vamos com calma, então. Não podemos enxovalhar a defesa AA com avaliações pontuais e parciais.

  33. Os ingleses instalaram baterias de 40mm. anti aéreas nos couraçados Prince of Walles e no Repulse, e anunciaram que a barragem dos 40mm. multiplos, era intransponível . Os Japoneses que não leram a matéria foram lá com seus bombardeiros e afundaram os dois couraçados e toda sua parafernália de canhões Pom Pom de 40mm.

  34. Na ausência de local melhor, noticio aqui que esta semana está chegando os 56 M-109 restantes e 40 remuniciadores e que os M-109A5 plus estão previstos para começo de 2019.

  35. A artilharia do Brasil é fraca para um pais continental,deveria ter um sistema de médio alcance pois Brasil existe milhares de pontos a defender,mas não falo do sistema russo que é carrissimo.Não falemos do grispen que ele nem existe ainda.o Brasil teria apenas dezenas de f-5 modernizados para defender.Só a título de comparação a Venezuela tem 5000 misseis igla,o pantorra,é s-300(poucas batéria é claro canhões antiaéreos claro que eles não invadiriam o Brasil vai fica difícil invadir a Venezuela principalmente que nenhuma força invasora teria apoio aéreo.ficaria uma guerrinha em massa inclusive sem atuação de blindados pois selva fechada como na Amazônia é muito difícil.

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