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Fiesp: ‘O desafio de posicionar o Brasil na rota do desenvolvimento’

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Complexo Industrial da GM em São Caetano do Sul/SP

Com o intuito de contribuir para a retomada do desenvolvimento socioeconômico sustentado do nosso país, a Fiesp elaborou o documento O desafio de posicionar o Brasil na rota do desenvolvimento.

Para atingir esse objetivo, é fundamental a elevação sustentada do investimento e da produtividade. Por conta disso, é necessário remover os entraves à competitividade da nossa economia, incluindo o desequilíbrio fiscal do setor público.

As empresas precisam de um ambiente de negócios que favoreça o investimento, empreendedorismo e inovação, pois somente dessa forma poderemos avançar na agregação de valor aos nossos produtos e serviços, e, portanto, elevar a renda e o emprego.

Como as propostas para o país não se esgotam com esse documento, estamos comprometidos em aperfeiçoá-lo constantemente, com contribuições de todos os setores da sociedade engajados no desafio de recolocar o Brasil na rota do desenvolvimento.

Leia aqui o documento da Fiesp:
O desafio de posicionar o Brasil na rota do desenvolvimento.

Saudações,

José Ricardo Roriz Coelho
Presidente em Exercício da FIESP e do CIESP

45 COMMENTS

  1. Nós temos um modelo de economia de mercado que não estimula o empreendedor. A nossa infraestrutura ( telecom, rodovias, transporte publico, energia e saneamento) são deploráveis, à exceção de algumas “ilhas” . A violencia atingiu um patamar comparado ao de guerra. Legislação trabalhista dos anos 30 e educação muito ruim. Como vamos participar da globalização? Como entrar na Global Supply Chain com todos os indicadores de produtividade ruins? Acho que quando, de fato, aplicarmos o capitalismo moderno, neoliberalismo para alguns, como fez a China, vamos ficar estagnados e à margem do mundo.

  2. Olá Colegas. Eu vou ler. São mais de 170 páginas. Dei uma folheada rápida e dá para entender que o documento é complexo. Depois dou minha opinião.

  3. Olha o tapa de luvas,kkk, no período do Regime Militar o país ficou anos nas alturas no gráfico, e ainda tem gente que fala que foi “ditadura”.Pobres, e desinformados, mortais.

    • No período compreendido entre a década de 1960 e início dos anos 1980, a economia mundial era muito diferente do que é hoje. As economias dos países não eram tão interligadas, as dificuldades de transportes, seus custos eram muito maiores. Valia a pena, por exemplo, ter uma fábrica lâmpadas no Brasil em vez de importar. Hoje, vc traz lotes gigantescos de lâmpadas de led da China por menos da metade do preço que se fosse fabricada por aqui. Não é a toa que participação da indústria no PIB vem caindo. é um processo histórico e não necessariamente culpa do governo ‘A’ ou “B’. Teria de ser feito um esforço gigantesco em infraestrutura, educação, modernização tributária e etc. coisas que não sei se seremos capazes.

  4. Infelizmente, creio que o Brasil ficou definitivamente para trás na questão industrial e tecnológica. As economias mais avançadas já estão entrando em uma nova revolução industrial baseada na inteligência artificial e internet das coisas. A China, já construiu uma rede própria de 5G (acho que será o único pais a ter rede exclusiva de 5G) e já vai colocar o serviço em operação em 2019. O Brasil, enquanto isso, ainda vai começar a discutir quando vão (e se vão) instalar a sua, provavelmente aproveitando a estrutura de 4G.
    Sem contar o desenvolvimento de novos materiais, carros elétricos e etc.

  5. Eu acho muito ruim um documento que venha de uma organização como a Fiesp pq os cara entram lá justamente pra impor barreiras e tarifas contra produtos importados.

    Eles pregam o liberalismo pros outros, pra eles querem o capitalismo de compadre (crony capitalism).

    Só ver que o presidente dessa pocilga está como candidato a órgão de governo. Qual são as intenções?

    Fiesp, Sesi, Sesc, tudo que é “obrigatório” compartilhar é um antro de politicagem.

    Quer fazer o que realmente fala ai? Libera imposto de importação, libera um monte de barreira comercial e libera patrão e empregado poder fazer acordo comercial sem ter justissa du trabaiador pra dizer o que pode e o que não pode.

    Pronto, cresceriamos mais que 10% ao ano facinho.

    • Conhece o termo Defesa Comercial? TODO e QUALQUER país do planeta se vale dessa agenda para proteger seu mercado e industria. Fazer isso de forma equilibrada é o X da questão, mas eu tiro meu “chapéu”, pra vc, Rui. Solucionou os problemas econômicos do Brasil em poucas linhas, genial!

  6. Eu não confio na FIESP pq ela é um dos entraves ao país, esse ano estavam chorando pela taxa de juros que está alta, querem o Bolsa Empresário ops BNDES empreste a juros baixíssimos, SP e AM tem como reféns o resto do Brasil, se importações não fossem praticamente proibidas as pessoas de outros Estados iam ter uma qualidade de vida bem maior, cabendo os referidos estados competir para quem oferece melhores condições para uma empresa se instalar ali. ainda tendo que competir com os chineses, japoneses, americanos e europeus.

    • kkkkkkkkkkkkk…..era o que faltava. SP proíbe outros estados de importarem produtos??
      De onde vc tira isso?? Conheço o ES, existem 2 portos lá focados em trade. No NE tbm…..”importações proibidas??”. No Sul do país temos 3 portos trade…..Metade do que vc usa deve ser importa, meu caro. Qualidade de vida melhor se faz com ambiente competitivo, que é o que a FIESP prega e defende ao setor industrial paulista. Isso se chama ISONOMIA competitiva. Vc sabe ao menos qual o impacto no SEU BOLSO da taxa de juros ser alta ou baixa?

      Pare de escrever bobagem

      • Eu entendo muito bem s taxa de juros, reserva fracionária, relação real dólar, ambiente competitivo, o que eu falei foi a vdd não só de SP mas do Brasil inteiro, empresários gostam de um papai estado que protege taxando produtos importados, o que aconteceria se pudéssemos importar direto dos EUA e do Japão carros novos? E se importassimos da China sem pagar um bando de impostos, FIESP e o resto quer dinheiro barato, mercado fechado, enquanto isso o Brasil fica sustentando um empresariado inútil, e um bando de sangue sugas nos 3 poderes

  7. Participação do setor industrial no PIB no mesmo nível da década de 50 !
    Independente da matriz ideológica de uns e outros, é uma vergonha estarmos nesta situação.
    E mais vergonhoso ainda é esta situação não ser abordada na grande mídia como um problema político/econômico crítico e que deve ser combatido com urgência.

  8. “qualidade de vida melhor se faz com ambiente competitivo,que é o que a FIESP prega e defende AO setor industrial paulista”

    Vc acaba de se contradizer. Fala que ao defender um pólo industrial é defender a ambiente competitivo.

    Isso ai é tudo que eu falei ali em cima, eles defendendo o lado deles, e não o livre mercado.

    E sim. Livre mercado aumenta a qualidade de vida de uma população, porém não dessa forma que a FIESP e seus políticos querem.

    • Em que pese não gostar da FIESP, devemos admitir que no atual estágio abrir a economia significará quebra de todos os setores industriais.
      Como competir em aço com a China (700 milhões de toneladas contra 30 do Brasil)?
      Automóveis com mais de 30 milhões da China ou 18 milhões dos EUA contra 4 milhões do Brasil?
      Pode escolher qualquer setor industrial que vamos perder feio para um, dois ou mais países.
      Só livramos a cara no agronegócio. E, cá para nós, sustentar mais de 200 milhões de pessoas vendendo soja não vai dar.

  9. Mamaram na Bolsa empresário,apoiaram o golpe e perderam dinheiro,aplaúdiram o temer,fez a pior reforma trabalhista que não gerou emprego nenhum.Aliás que está ganhando dinheiro e os megas investidor,especulador os Banqueiros pois os indústriais estão fora da benecias do mercado,os comerciantes também. As vésperas da Eleição estamos presos em PT e Bolsonário não sei qual deles é pior

    • Ué!
      O PT tá no poder há quantos anos?

      Se eles estão desde 2002 e continua ruim vai continuar votando nos mesmos?

      Só existe 1 opção.

    • Tua escolha é entre um partido que parece e age como organização criminosa, que trouxe a crise, que atacou a democracia com mensalão e petróleo. E um candidato que apesar dos defeitos é bem melhor.

  10. Se o P T ganhar pode esquecer, já viram o programa de governo deles? Inclui “democratizar” a justiça, a mídia, as forças armadas e tudo mais. Em democratizar leia-se aparelhar com militantes deles.

    Para a economia eles não tem plano nenhum a não ser gastar mais dinheiro do governo, é uma continuação piorada do desgoverno da anta, vai ser um desastre.

  11. Basta perguntar para a alguém que tem uma empresa ou deseja abrir algo, a resposta é simples: impossível ser empresário no Brasil! Não é em vão que os jovens querem concursos públicos, mesmo para ganhar 2 mil por mês. Essa é a situação do país, estamos nesse estágio do apodridão, onde ter a liberdade de empreender, de ser o próprio patrão, ter ter sonhos de empresário, tudo isso e muito mais, é menos atrativo que bater ponto e seguir normas do Estado, especialmente aquelas que vão contra seus sonhos e valores.

    • Prezado Socrates, e rarissimo ler, ouvir ou ter comentarios sobre aquela economia que segura o Brasil….sabe qual ??? a economia da sonegacao e dos empreendores que estao a margem de tudo e vivem em qualquer canto de qualquer cidade ou estado. A politicalha sabe bem disso, o funcionalismo publico em todas as suas esferas tambem sabe, entao porque as leis durissimas e exdruxulas nao pega ninguem…???? obvio ,, nao havera cadeia, judiciario ou qualquer tipo de punicao que ira por ordem na casa. Afinal, quem ira segurar os mais de 60 milhoes que dizem os indicadores economicos e sociais estao a margem da grande nacao tupiniquim ? Enfim, a educacao (ensino) eu uma porcaria via de regra, nada se dresenvolve nas ditas universidade, nem mesmo copias melhores, …ufa. E um universo de problemas que nenhum governante de boa fe e patriota ira concertar nos proximos 40 anos mesmo que comece agora. Afinal, sao tantas as bolsas de esmola que dificilmente alguem tera coragem de tirar (vide os discursos da canalhada). Viva a livre iniciativa do dia a dia dos pobres que nada paga, mas exige tudo de quem paga (cada vez menos contribuintes. PS quantos realmente declaram ou pagam imposto de renda mesmo ?
      o universo de brasileiros acima da faixa dos 18 anos deve ser algo como uns 140 milhoes, entao o que fazem no dia a dia pra nao morrer de fome ?? Vida que segue com analises estapafurdias e numeros produzidos a bel prazer por entidades que nao sao mais confiaveis.

  12. Tenho uma Teoria muito simples, que nem é minha.

    Segundo meu Avô, já falecido, “depois que os alunos começaram a chamar a Professora de “Tia”, a Educação desbancou no que é hoje. Aluno batendo em Professor.

    Daí vocês tirem suas conclusões e digam se da pra competir?

  13. isso é mimimi de empresário. Empresários brasileiros não medíocres e sempre dependeram dos Governos. Não investem em tecnologia, pesquisa e desenvolvimento. Diga-me um produto nacional. Não há. Tudo é copiado ou produzido sob licença do exterior. Só que o pessoal do exterior sabe fazer melhor e, agora, mais barato. Daí essa situação patética.
    Infelizmente se colocar na briga com a indústria estrangeira, teremos uma quebradeira generalizada. De aço a automóveis. De eletrodomésticos a eletrônicos. Simples assim.

      • Eu pensava que o aparelho identificador de chamadas telefônicas – BINA – fosse uma criação nacional. Mas, acho que nem isso, pois parece que tem um pendência internacional com relação à patente. Como disse: Empresários medíocres.

  14. A China tem 69 anos de independência, exporta de tudo para todos e é a 2ª economia do mundo. O Brasil tem 196 anos de independência e continua, como nos tempos de colônia, exportando açúcar, café e mais recentemente soja. Nossa elite é a do atraso.

  15. Recentemente, li um artigo de um brasilianista. O articulador, talvez por ter crescido e se formado em uma sociedade com valores diferentes dos tradicionais no País, apontou outras causas para as históricas desigualdades sociais e regionais, além do quadro atual de recessão.

    A título de resumo, o autor usou dois parâmetros para abordar a mesma questão: liberdade econômica. O primeiro, era pautado em larga literatura e pesquisas: a extrema dificuldade em se iniciar uma empreitada empresarial, os desafios de mantê-la, mas principalmente, aumentá-la e desenvolvê-la. E isso, influência principalmente as classes baixas. São quase dois séculos de uma atividade empresarial concentrada no Estado e em outros poucos atores. Não é à toa que o Brasil produziu menos ‘inventores’ no século passado, que compatriotas que tiveram grandes ideias não se tornaram bilionários como os congêneres norte-americanos, etc. Aos nossos pobres, só foi permitido ser empregado, quando muito funcionário público. Nunca criamos as condições para que as pessoas se desenvolvessem localmente, explorando suas particularidades e necessidades.

    Já o segundo, talvez seja o grande tabu do país, nosso protecionismo. Há décadas nos foi imposto que deveríamos consumir nossos produtos, para gerar emprego e renda e tecnologia e nos tornaríamos potência. Pois bem, há décadas pagamos mais caro, por produtos de menor qualidade e com pouca variedade. Em todos os setores! Mais uma vez, os mais pobres são mais prejudicados, pois sua renda não permite que se incluam nas benesses tecnológicas. São carros, eletrodomésticos, eletro-eletrônicos, remédios, serviços, tudo. A FEBRABAN, divulgou recentemente um estudo, em meio algumas propostas polêmicas de candidatos, e demonstrou que por incrível que pareça, há setores ainda mais concentrados que o bancário, e também imunes à concorrência externa.

    Fica claro, que a agenda da FIESP, FIERJ, et caterva, de forma alguma é uma agenda para os brasileiros. Pelo contrário, é uma agenda própria. Eles querem um mercado de milhões para si. Um mercado onde porcaria vende e coisa cara vende, pois não há escolha. É um ciclo vicioso que alimenta o Estado brasileiro – e aqueles que dele se apropriaram, os sindicatos – sindicalistas na verdade – e os grandes empresários.

    Não se enganem, continuaremos sempre sendo os espoliados!

  16. Analisando apenas o gráfico nota-se que a “abertura econômica” destruiu a industria brasileira.

    Pode ser que Trump não esteja tão errado como dizem. Se ele estiver certo, aos “Libertários” restará apenas o lixo da história e o discurso de Planificação Econômica Socialista ganhará força novamente.

  17. À parte do país da piada pronta Irã, venho aqui ressaltar algo realmente importante: Os EUA acabam de ganhar mais um Nobel, de física, sendo que também ganharam o de medicina. Sim, das duas categorias até agora divulgadas eles levaram nas duas. Mais? eles tem quase 400 dos 600 prêmios distribuídos até agora. O que nós podemos fazer? Por quê falhamos tão miseravelmente? Não venham com desculpas de política. Alguém tem alguma idéia?

  18. Um ze acima disse que os pobres recebem de tudo e não pagam nada, de onde essa criatura tirou isso só Deus sabe.
    Os pobres ( com ate 5 salários, menos de 5 mil por mês) pagam 50% de sua renda em impostos, desde a comida ao caffinho popular, enquanto os proprietários de iates só pagam uma vez o IPI e pronto nunca mais nada.
    Uma das razões que o Brasil não se desenvolve é a facilidade de se aceitar idiotices por aqui.
    Nossos governantes sempre presos as elites agrária e financeira faz de tudo para agradalos, pois estes tem uma enorme proximidade com a massa votante, enquanto os empresários da indústria tem pouco apelo popular e por isso menos pode nessa política de oligarquias.
    Um iluminado citou a política de Trump e dela se faz uma comparação com o nosso candidato conservador, pois são idéias totalmente opostas, enquanto o Gringo faz uma campanha nacional desenvolvimentista, o conservador tupiniquim fala abertamente em entreguismo, ampliação de impostos para os mais pobres, que vai reduzir o mercado de consumo, só ampliando os problemas econômicos.
    Nos outros candidatos vão de velhas idéias sem base duradouras, ou seja estamos ferrados.

    • O Bozo nunca disse e nem tem projeto de aumentar impostos, a China era fechada aos investimentos estrangeiros, depois que abriu as pernas para os gringos instalarem empresas no país, a população miserável tá ficando mais rica que a nossa, antes era os tigres que nós façam inveja pq eram pobres e ficaram ricos, agora é a China.

  19. O Povo brasileiro não lê livros o francês lê 7 livros em média por ano, o Brasileiro lê 2 livros por ano.Não adianta alocar mais e mais recursos para a educação pois a estrutura dela é deficitária os alunos não apreendem e não retem as informações,e perdem muito tempo nas redes sociais.A indústria que concentra algumas pessoas um pouco estudadas mas sim o numero não é tanto.

  20. Não precisa ser muito crítico, nem conhecer de economia para entender qual foi o melhor momento do Brasil em termos de crescimento, o gráfico diz tudo, os números não mentem.

  21. A queda na industrialização se dá quando “o melhor presidente de todos os tempos” aceitou a China como parceira de mercado.
    .
    Aliás, muito suspeito a FIESP lançar tal documento com a momentânea ascensão do escolhido do tal “melhor presidente”. Ainda bem que tal ascensão mixou.

  22. O gráfico é desalentador e desesperador mostra a desindustrialização por qual passou e ainda passa o Brasil, também coloca por água abaixo a argumentação de que os primeis anos do Governo do PT foram bons…. como vimos de 2003 pra hoje só despencou a participação da industria, Meu comentário não tem nada a ver com opção partidária ou politica é uma simples constatação, independente de quem ganhar as eleições tem que se prestigiar e investir na industria , proteger nossa industria e o mercado local algo que depois da onda da globalização esta sendo feito em todo mundo, é o que o Reino Unido ta tentando fazer, o que Trump ta fazendo e ta dando certo.

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