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Tanques leves SK-105 dos Fuzileiros Navais estão fora de operação

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SK-105A2S Kürassier do CFN. Foto: Alexandre Galante
SK-105A2S Kürassier do CFN em 2013. Foto: Alexandre Galante

Segundo uma fonte, toda a frota de carros de combate leves SK-105A2S Kürassier do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) está parada e por isso nenhum tanque participou da Operação Formosa deste ano. Vários sistemas não estão operacionais e já se fala na compra com urgência de novas viaturas.

As peças de artilharia Light Gun 105 mm também estão com deficiência operacional, com várias inoperantes.

Em agosto de 2016 o Jane’s tinha noticiado que Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) da Marinha do Brasil estava considerando upgrades para seus tanques leves SK-105A2S Kürassier, e a compra de veículos blindados 4×4 e 6×6.

Projetos de modernização dos tanques e a obtenção de veículos blindados sobre rodas estavam atualmente passando por uma fase de estudo e uma análise do conceito e do orçamento de viabilidade, segundo um porta-voz da Marinha na época.

Os projetos integram o Programa de Consolidação da Brigada Anfíbia no Rio de Janeiro (PROBANF), que visa aumentar o poder de fogo, a capacidade expedicionária, mobilidade e de proteção dos fuzileiros.

Dezessete tanques e um veículo de recuperação 4KH7FA Greif foram recebidas pelo CFN da Steyr-Daimler-Puch Spezialfahrzeug (agora parte da General Dynamics European Land Systems) em 2001, após a aquisição em 1998.

O SK-105 pode ser considerado como um carro de combate leve ou “caça tanques”. Sua missão principal é destruir tanques inimigos no campo de batalha e para poder cumprir sua missão, ele é armado com um canhão de origem francesa 105G1 em calibre 105 mm capaz de disparar munição “flecha” APFSDS (perfurante de blindagem), HEAT (alto explosivo anticarro), HE (alto explosivo) e munição de treino.

118 COMMENTS

  1. Pergunta de leigo:
    Se os fuzileiros USNC usa o Abrams como CC, porque a FN não pode usar os Leopard? Caro demais? A FN não teria estrutura pra eles? Ou seria melhor para a FN um veículo mais leve para combate?

  2. A ultima teoria de blindados previlegia carros menores e mais fáceis de transportar e manter. Esse Kourassier foi citado como exemplo de o que está por vir na nova geração de MBT. Nós, como sempre vamos pensando em descartar um carro destes e comprar um substituto maior e mais pesado. Quem sabe, um Leo 2?

  3. carros de combate mais pesados teremos q verificar a capacidade dos navios da esquadra em transporta-los, acho mais prudente verificar a possibilidade de ampla modernização e nacionalização de sistemas.

  4. Deveríamos pensar seriamente em comprar mais um lote de Piranha IIIC e aumentar os números destes blindados, se for boa a avaliação deste blindado. Padronizar a força pelo blindado da Mowag, me parece uma opção muito mais acertada do que partir para a introdução do Guarani.
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    Duas versões extremamente interessantes para o CFN, que poderiam substituir vir a substituir os Kürassier:
    https://www.mil.be/sites/mil.be/files/styles/large_article_colorbox/public/material/aiv90mm_012_0.jpg?itok=4r8L14kc
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    Esta aquisição poderia fomentar a formação uma força sobre rodas, algo extremamente útil e flexível, para atuar em uma ampla variedade de operações. Algo pensado para missões além da cabeça de praia…
    Se acrescentar a essa força um blindado equipado com uma torre com boa eletrônica e canhão de 90 mm e/ou uma torre com canhão de 30 mm, que tem manutenção no país e que pode receber a integração de um míssil AC, temos algo bastante considerável para apoio de fogo e flexível. É algo que já está pronto, desenvolvido e ficaria dentro da atual logística. Bastaria o mais difícil: $$$ adquirir. Outra versão de fundamental importância e que agregaria muito, seria a Porta-Morteiro.
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    Poderiam também, verificar a viabilidade de integrar a REMAX a alguns dos Piranha IIIC que já estão na força. Seria mais um adicional…
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    Para tomar cabeças de praia e para ter maior mobilidade, já teremos a adição dos novos CLAnfs. Estes poderiam receber o apoio de algo como o M1A2 Abrams, adicionando poder de choque a formação. Não acredito precisamos de muitos MBTs no CFN, logo não seria o fim do mundo financiar a aquisição de alguns blindados para a força, vide aquisição dos CLAnfs. Outro blindado que seria de fundamental importância, seria o M88 Hercules… No final, seria um lote de coisa na faixa dos ~20 blindados e olhe lá.
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    Outros veículos de engenharia poderiam ser somados a conta….
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    Resta discutir algo que talvez seja o mais importante: Um blindado 4×4. O CFN precisa de um blindado 4×4, e precisa com urgência. É coisa na casa de uma centena de unidades pra mais. E tem que ser coisa top de linha…
    Por mim, não deveria existir economia no tocante a este 4×4. Não deveria ser coisa pensada para o uso “doméstico” ou para agradar a indústria local, caso do EB. Deveriam tocar o loco e bater o pé pela aquisição de um lote de coisa do nipe do JLVT… Custe caro ou não. Tem que ser coisa top de linha, para ir para TO quentes.

    • O CFN pensar em adquirir só 13 MTB + una viatura de socorro, para compor 3 pelotões de CC, além de ter 3 brigadas anfíbias, para compor algum equivalente a um MEF (o MEU é o “braço” mais famoso da “unidade”). Sobre o MBT seria algum “pesado” já que avaliam que não compensar um “leve”. (Última edição de 2017)

      Sobre o Guarani 8×8 + canhão no CFN seria interessante caso o mesmo se transforme em anfíbio, mas considerando a urgência talvez uns piranha com canhão sendo que esse devera ser o mesmo do Guarani 8×8.

      No quesito MBT seria interessante avalia a possibilidade de fabricação aqui da família, vide a ação de choque N° 15. Só para constar o número teórico total seria de no mínimo de 342 (328 EB + 14 CFN +substitutos dos gepard + VBE + VBEng).

      • “O CFN pensar em adquirir só 13 MTB + una viatura de socorro, para compor 3 pelotões de CC, além de ter 3 brigadas anfíbias, para compor algum equivalente a um MEF (o MEU é o “braço” mais famoso da “unidade”). Sobre o MBT seria algum “pesado” já que avaliam que não compensar um “leve”. (Última edição de 2017)”
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        Pra mim, isso estaria perfeito…
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        “Sobre o Guarani 8×8 + canhão no CFN seria interessante caso o mesmo se transforme em anfíbio, mas considerando a urgência talvez uns piranha com canhão sendo que esse devera ser o mesmo do Guarani 8×8.”
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        Não acredito que o Guarani 8×8 teria capacidade anfíbia. O canhão também não seria o mesmo. Essa que equipa os Piranha IIIC dos Belgas é um DF90. Tem também a questão de que essa versão do Guarani subiu no telhado…
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        Para o CFN esse canhão estaria bastante razoável. Até a opção pelo 30 x 173 mm + míssil AC seria interessante. Para o EB, acredito que um 90 mm representa pouco poder de fogo e o 30 x 173 mm + míssil AC é uma conta cara, que não fecha, onde vão treinar um disparo de míssil por ano e olhe lá… No CFN é diferente. É uma tropa menor e tem suas particularidades.
        https://3.bp.blogspot.com/-2Lnvsvo3BYM/VuBOdnmYE7I/AAAAAAAABLw/f0TNs42BQds/s1600/AIV-DF90mm-Piranha-100.jpg
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        “No quesito MBT seria interessante avalia a possibilidade de fabricação aqui da família, vide a ação de choque N° 15. Só para constar o número teórico total seria de no mínimo de 342 (328 EB + 14 CFN +substitutos dos gepard + VBE + VBEng).”
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        Eu defendo isso… Mas temos que ter em mente que isso é coisa para daqui 10 anos ou talvez até mais. O CFN precisa renovar seus equipamentos antes disso. Além do mais, eu acredito que os Leopard 1A5 do EB vão acabar recebendo uma modernização, para durar mais alguns anos além de 2025. A metade da década de 20 vai nos demandar diversos gastos, não cenário atual, não vai ter como bancar tudo… A não ser que as coisas melhorem e muito $$$.

        • O EB na Ação de Choque N° 15 chegou a conclusão que seria interessante a compra dos Leopard 2A4 e moderniza-los a uma versão nacional (desenvolvida aqui) além de fabricar essa versão aqui do zero, como a FAB está fazendo com os Gripen e como eu próprio EB faz com o Guarani.
          O EB tá com planos para isso ocorre antes de 2027…

          • No embate Sk-105 vs CV90-120T vence que acertar primeiro… Se um Guarani com UT30/Toc30 já pode incapacitar/destruir ambos (a não ser que estejam com módulos adicionais de proteção), um ASCORD 2/EBRC Jaguar/CV9040/CV90MK4 já consegueria destruí-los pois todos com exceção do CV90MK4 tem canhões de 40mm (o MK4 é de 35mm) a proteção do CV90-120T proteger contra munição de : 30mm no arco frontal (eu errei em outro comentário) e 14,5mm nos flancos com módulos adicionais 30mm; SK-105 proteger contra: 20mm no arco frontal e nos flancos calibre de armas pequenas(7,62mm?). Um TAM tem proteção semelhante o arco 40mm no arco frontal e contra armas pequenas…
            GAU-8
            Penetração de Armadura da Munição Incendiária Perfurante de Armadura, BHN-300 RHA, ângulo de ataque a 30 graus da vertical:
            76mm a 300 metros
            69mm a 600 metros
            64mm a 800 metros
            59 mm a 1.000 metros
            55mm a 1.220 metros
            Perceba que o ângulo de 30° do canhão é para contra por o ângulo de 30° da blindagem…

  5. Recomendo a leitura da última edição do O Anfíbio, onde em uma das matérias um oficial do CFN recomenda como mais adequado para a substituição dos SK a compra de um CC pesado. Em outra matéria um outro estudo recomenda a aquisição de peças de 155 mm e a eliminação do calibre 105 mm.

  6. Acredito que tanto os SK-105 como os light gun 105mm sao meios operacionais ideais para uma tropa leve com capacidade anfíbia como o CFN da Marinha.
    O problema mais uma vez é a falta de manutenção/modernização desses meios seja por falta de recursos suficientes ou seja por descaso.
    Seja como for, mesmo que a MB compre o maior, o melhor e mais moderno carro de combate do mundo se nao houver manutenção ele ira se tornar inútil rapidamente.

    • O problema do SK-105 é a blindagem do mesmo e o alcance de letalidade do canhão 105mm/L7 (Calibre 52).Obs o canhão de 130mm da Rheinmetall é calibre 51

  7. Uma coisa que sempre me intrigou, foi o CFN não adotar o Cascavel nem o Urutu. Do primeiro compraram 6 de um total planejado de 11 e do segundo compraram apenas 1.
    Acredito que a Corporação estaria bem representada até hoje na questão poder de fogo, mesmo com um calibre de 90mm e blindagem leve. Eles foram usados por pouco tempo.
    No quesito logística, estaria melhor amparado, visto a quantidade de blindados ainda em operação no EB.

  8. Por quê a MB não considera a possibilidade do VBR 6×6, apesar de não concordar com esse desenvolvimento em detrimento ao VBR 8×8, mas fazer o quê? Ou então o MD considera a transferência das primeiras unidades do Cascavel modernizado, algo em torno de 16 undades, para o CFN em regime de urgência? Mas o que acho que sairia mais barato a aquisição de peças e sistemas para a matutenção dos atuais e dos Light Gun. Outra opção seria a padronização com o EB com Leo 1A5 (Se outros fuzileiros navais usam blindados mais pesados, por que os nossos não podem?), os navios que adquirimos são provenientes de países que operam coisa maior! Outro item que considero relevante seria fazer como o corpo de fuzileiros navais espanhóis, que usam o M109 junto às suas tropas (se eles podem, por que nós não?), acho que seria um grande ganho substituir nossos velhos M114 rebocados por um lote de M109 A5 (pesam menos que um CLANF), ganharíamos em mobilidade, alcance e proteção às tripulações e poderíamos tentar a aquisição como EB o fez, por meio de excedentes do US Army (6 a 8 unidades), assistidos também por M992 (2 a 3 unidades) para operacionais e para reposição de peças, número significamente pequeno e não tão difícil de se conseguir via EAD ou FMS.

    • “Por quê a MB não considera a possibilidade do VBR 6×6, apesar de não concordar com esse desenvolvimento em detrimento ao VBR 8×8, mas fazer o quê? ”
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      A Marinha considera…
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      “Ou então o MD considera a transferência das primeiras unidades do Cascavel modernizado, algo em torno de 16 undades, para o CFN em regime de urgência?”
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      Que Cascavel foi modernizado?
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      “Outra opção seria a padronização com o EB com Leo 1A5 ”
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      Ainda existe Leopard 1A5 que preste no mundo? O EB está procurando e pelo jeito, não acharam…
      .
      “os navios que adquirimos são provenientes de países que operam coisa maior!”
      .
      Navio é só parte da conta.
      A MB tem a EDCG Marambaia, tem capacidade para 380t
      As novas EDVM tem capacidade para 72t
      .
      “acho que seria um grande ganho substituir nossos velhos M114 rebocados por um lote de M109 A5”
      .
      Deveriam ir atrás é de M777, que poderia até ser transportado pelos helicópteros da força, do Navio para a terra.

  9. Acho que está na hora da MB seguir o exemplo do EB no tocante a algumas aquisições. O LG 105 e M198 seriam uma boa para a artilharia do CFN.

    Quanto a blindados uma modernização ou revitalização dos SK caso o custo não seja alto e compense seria bem vinda até que o EB adquira lotes de Leopards 2A4 e o CFN se junte a eles via setor de compras do MD para aquisições conjuntas desses blindados.

    Por outro lado, lendo uma matéria aqui do FORTE consta que o EB pensa primeiro a obtenção, em meados dos anos de 2020, de uma pequena partida de carros Leopard 2 A4; e depois (dentro de uns dez anos) por meio da incorporação de um núcleo de viaturas mais modernas, das versões A6 ou A7.

    A obtenção conjuna de carros de combates pelo EB e CFN acho mais viável por motivos que todos aqui sabemos como logística, treinamento e etc…

  10. O EB tem carros M60 A3 em estoque , poderiam passar uns 30 para os NAVAIS para serem modernizados e usados , mais baratos que outros , seria uma perda de oportunidade , já que os M60 são nossos e pagos !

  11. Poderiam considerar a possibilidade de comprar alguns TAM’s da Argentina, muito provavelmente eles não devem estar usando muitos mesmo devido as restrições orçamentárias, sem contar que é pode ser equipado com canhões mais poderosos que o 105mm (caso o CFN deseje) mantendo-se relativamente leve. Sem contar que possui a maior parte das peças de origem alemã, em alguns casos semelhantes aos nossos Leopards, ou seja, as equipes de manutenção não deveram passar por um treinamento tão extenso ou custoso.

  12. Urge a adoção de novos CC por nossas Forças.
    Melhor seria, se EB e CFN adotassem o mesmo meio, porém as características de emprego do nosso CFN podem não ser compatíveis, lembrando q nosso Corpo não é empregado como o USMC, o q também pode mudar.
    Não acredito q o Leo A5 dure muito mais q 2027. Isso já foi bem batido pelo EB, e todo estudo de novos VBCCC é para esta data como limite de substituição.
    O Leo A5 não terá mais suporte logístico, q já não está facil agora, sua blindagem e canhão j’aestão bem desatualizados.

  13. Eu nao sou especialista como muitos aqui no site, mas na minha opinião o CFN deveria sim quando tiver recursos tentar a manutenção/modernização desses meios e como eu acho que exista problemas com respeito as peças de reposição desse carro de combate, a Marinha do Brasil poderia tentar adquirir como planejado uma quantidade maior de SK-105 Kürassier aposentados ja pensando nisso.

    cho desnecessário se dotar o CFN com tanques pesados(acima de 50 ton) mas, a MB deveria investir na compra de mais unidades do Piranha transporte de pessoal e também em versões do Piranha de combate com canhões 105mm e/ou lançadores de misseis.
    Agora com o novo governo dinheiro para programas militares nao sera problema …

  14. Navio é só parte da conta.
    A MB tem a EDCG Marambaia, tem capacidade para 380t
    As novas EDVM tem capacidade para 72t

    Aqui tem um “probleminha” chamado peso específico sobre o solo que afeta diretamente uma EDCG e EDVM:

    O fato de ela ter capacidade de transportar 380 tons e ou 72 tons não significa que se possa pegar um CC de 50 tons que tem o peso distribuído ao longo do comprimento e da largura de suas sapatas extremamente concentrado.
    Pode ser que elas tolerem tal concentração de peso?
    Pode, ou não, a que se analisar o projeto estrutural delas antes de fazer qualquer afirmativa tácita sem sustentação técnica.
    A outra questão sobre usar um CC sobre rodas, seja ele 6×6 ou 8×8 e, TO como os dos FNs, que muitas vezes antes de realizar a conquista do terreno e profundidade necessitam atravessar extensas áreas com solo com baixa sustentação de peso, vai ser uma tragédia, neste TO, ainda o CC sobre lagartas vai ter um desempenho compatível com a missão.

    • Não é “peso específico”. Isso é outa coisa. Nesse caso é pressão, que é a força que será feita sobre uma determinada área da embarcação. É algo que teria mesmo de ser levado em consideração.
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      Eu citei apenas as capacidades de carga…
      Mas não tem muito mais informação do que isso disponível.
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      As novas EDVM ainda devem ter projeto inspirado nas LCM 8, dos americanos. Aquilo ali não leva um Abrams, pq não é a intenção levar um. Mas leva um Piranha IIIC, por exemplo.
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      A EDCG Marambaia é grande pra kcete. Era a “Hallebarde” dos Franceses. Aquilo ali certamente deve ter capacidade pra levar algo do porte do Abrams, por conta talvez das demandas da OTAN e etc.
      A MB tem também as antigas EDCG, que devem ser de projeto derivado das LCU 1610 dos americanos. Estas LCU 1610 tem capacidade de transportar um Abrams. Mas são Embarcações da década de 70… Para substituir estas embarcações, basta colocar esse projeto pra andar: https://www.marinha.mil.br/cpn/sites/www.marinha.mil.br.cpn/files/imagens/imagens_site/EDCG.png
      Acredito que este projeto tenha condições de transportar algo do porte do Abrams…
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      O CFN já testou os Piranha IIIC atuando com o suporte dos Kürassier… Resultado: Roda com lagarta não deu certo. Onde um vai bem, o outro não vai.
      O que estou propondo é o que me parece mais óbvio: Aumentar a quantidade de Piranha IIIC, acrescentando a força as variantes para dar apoio de fogo aos fuzileiros.
      .
      Os Fuzileiros não vão se enfiar só em atoleiro, encarando praia fofa e banhado que afunda até o pescoço. Pra mim, isso é algo distante… Ainda mais com a atual situação da Esquadra.
      Os fuzileiros hoje, mal tem o básico do básico em termos de equipamento, para ter a capacidade de lutar em terreno urbano, em ambiente de baixa e média intensidade. E quando falo em terreno urbano, precisamos ter em mente também que, a maioria da população brasileira vive perto da costa. Não temos sequer um 4×4 blindado para estes cenários.

      • Bardini, a pressão, ou peso específico sobre o solo é a mesma coisa, ou seja, você calcula a área de contato das esteiras sobre o solo e divide pela massa do blindado, e este resultado tem que ser tolerado pelo projeto estrutural da lancha de desembarque.
        Não estou afirmando que não tem capacidade, porque não conheço e não tenho os dados.

  15. Sempre gostei muito do conceito dos SK-105 mas se sua hora chegou, chegou.
    Como leigo, me expliquem pois não me faz muito sentido ter um CC (maior que um SK) no CFN.
    Não vejo muita probabilidade de um desembarque anfíbio que necessite bater de frente contra veículos pesados. Quem enfrentaríamos ? Onde desembarcaríamos ?
    A idéia de um 6×6 ou 8×8 armado com um canhão maior me parece ideal mesmo.

    • O fato de ser SL é importante para o CFN, pois o desembarque ocorrerá em um solo arenoso. Sendo que um CC “pesado” se dá pelo fato de que a possível ameaça vim de canhões de 120~130mm. Outra o CFN são unidades expedicionária de pronto emprego e são as primeira a ir para território inimigo e longe de casa então a reposição/reforços nem sempre chegarão de forma rápida…Os veículos sobre rodas se sobre sai em território urbano e estradas, já em areia…

  16. Aquelas viagens dos entusiastas militares. Os amigos podem ilustrar em que cenários hipotéticos a MB faria um desembarque com carros de combate de 40 toneladas. Acrescento mais, se a hipótese for para compor forças de paz ou coalizão etc. Estão disponíveis os carros do EB para serem transportados. Digo, não é melhor a Marinha pensar primeiro nas escoltas e OPV’s para depois pensar nisso.
    Quanto ao Kurassier, seu canhão é de carregamento automático, assim tem um bom poder de fogo e quanto a levar um carro pesado, bem lembre-se que não basta colocar a viatura na praia, tem que abastecer de combustível e munição etc. É uma logística pesada.

    Quantas forças de desembarque no mundo tem carros de combate na sua composição??

    • Passagens da revista O Anfíbio ultima edição:

      “[…]alguns Corpos de Fuzileiros Navais de outros países têm adotado CC universais em seu inventário, além dos EUA (Abrams M1A1), como, por exemplo, o da Espanha (Patton M60A3 TTS) e o da Coreia do Sul (Patton M-48A3, atualmente em processo de substituição pelo K1A1 da Hyundai, baseado no Abrams M1).[…]”

      “[…] o hiato entre os carros ditos leves e os pesados foi se fechando, a ponto de que, atualmente, a separação entre os poucos carros leves recentemente projetados, mas muito escassamente produzidos, e os universais mais leves é da ordem de uma dezena de toneladas. Uma redução de peso que talvez não seja compensadora, pois ela resulta da adoção de blindagens muito sumárias, incapazes de resistir aos tiros dos CC universais, ao tempo em que também costuma exigir um sacrifício em redução de alcance em seu armamento principal. Ou seja, o CC leve pode ser atingido pelos CC universais sem poder atingi-los e, se atingido, possivelmente será implacavelmente destruído não apenas o carro, mas também e principalmente sua guarnição.[…]”

      “[…]Cumpre recordar que foi basicamente a constatação da ineficácia do outrora popular canhão de 105 mm de alma raiada contra as blindagens dos carros soviéticos, muito presentes em nosso entorno, o principal fator a impulsionar o desenvolvimento do canhão de 120 mm de alma lisa.[…]”

      “[…]O Kurassier foi concebido para emprego como um “caça carros” (tank killer ou tank destroyer) em terreno montanhoso, na verdade alpino, pois atendia aos requisitos operacionais do Exército Austríaco. O conceito central seria dispor de um meio ágil e que procuraria emboscar e retardar os CC inimigos nos estreitamentos das vias de acesso, nas passagens de montanha. Em terrenos de outras naturezas, tem poucas chances de cumprir esse papel, já que o alcance de seu armamento principal é inferior ao alcance das armas dos CC universais, que, ademais, possuem blindagens mais resistentes do que a capacidade de penetração das munições do canhão 105 mm de 44 calibres, estimada em 360 mm RHA-e.[…]”

      E por FIM:

      “[…]Comecemos com o Leopard 2A4, do Chile. O CC Universal da série 2 do Leopard é considerado um dos melhores e mais bem sucedidos da atualidade, sob qualquer aspecto que se opte por analisar. Dotado de poderosa blindagem, utiliza como armamento principal o supracitado canhão Rheinmetall 120 mm de alma lisa. Está presente não apenas na Alemanha e no Chile, mas em muitos outros países. É um dos poucos carros que poderiam, ao menos teoricamente, fazer frente aos CC russos. Nenhum outro carro presente na América do Sul poderia lhe oferecer digna oposição, inclusive os brasileiros do Exército e do CFN.[…]”

      Ps.: Na página 74 há uma tabela com os MBT em volta do Brasil (America do Sul e África)…

  17. Antes de discutir a substituição dos SK 105, cabe discutir porque blindados relativamente novos estão abandonados e porque, segundo a notícia “já se fala na compra com urgência de novas viaturas”. Para manter não tem $$, mas para comprar, existe urgência…
    Vai entender…

  18. Prezados,

    Esqueçam ‘Leopard 1A5’ ou M-60 para o CFN ou mesmo para manutenção da cavalaria blindada do EB…

    Mantê-los em atividade logo se tornará inviável, haja visto a obstrução natural dos gargalos logísticos advinda da obsolescência do equipamento. E para sanar isso, apenas com uma modernização que implicará certamente na troca de motor e transmissão, controle de tiro, optrônicos, canhão ( o que significará provavelmente uma nova torre… ); algo que os tornará mais caros que carros usados de geração posterior ( ex: ‘Leopard 2A4’ ).

    Como bem disse o Agnelo mais acima, é improvável levar o ‘Leo 1A5’ para além de 2027. Talvez ( disse “talvez”… ), seja possível levar um pouco mais adiante o M-60 mediante novas aquisições, posto este carro ser bastante difundido e haver farto estoque nos EUA de unidades modernizadas com componentes mais atuais.

    Fosse a uns 8 anos atrás, e certamente não haveriam problemas em dotar CFN e EB de um carro comum na forma de ‘Leopard 1A5’. Mas hoje, simplesmente não há lógica em se fazê-lo.

    No meu entender, o mais coerente para o CFN neste momento seria aumentar a proporção de forças mecanizadas, com a adoção de mais veículos 8×8 em duas variantes: uma de combate de infantaria e outra dotada de canhão. E nesse intento, muito mais adequado ao CFN seria um binômio M1128/PiranhaIIIC, legando aos M-113 as demais tarefas.

    Se for para o CFN ter um carro de combate, o melhor seria seguir seus próprios requisitos, o que, entendo eu, apontaria para um veículo médio ou leve ( algo até as 35 toneladas ).

  19. O novo blindado britânico Ajax, possui uma concepção de torre, que está sendo empregada de algumas maneiras, com ou sem tripulação interna, com ou sem penetração do casco do blindado, e utilizando uma nova munição encapsulada 40 mm, inclusive com modelo antigo carro (flecha). A adoção de mísseis solidários a esta torre proporciona combate anti carro pesado.
    Com isso, um tipo de veículo 6×6 ou 8×8 com estas novas torretas, poderiam desempenhar tal função destes vestutos SK105, assim como as demais no campo de apoio aos fuzileiros.
    Algo moderno a se pensar….inclusive poderia se cogitar o Guarani…

  20. Não seria o caso do EB transferir algumas unidades dos M60-A3TTS para o CFN?
    Assim os mesmos estariam em melhores condições que as atuais.
    Outra possibilidade seria a compra conjunta via MD de blindados 4×4 para CFN/EB/Binfa.
    Melhor ainda seria se essa compra fosse dos veículos nacionais Guará 4WS, Gladiador II, Marruá Blindado (este ultimo em avaliação pela Argentina e Colômbia se não me engano).
    Quanto aos 6X6 espero que desta vez o CFN opte pelo Guarani !

  21. jmoura 14 de outubro de 2018 at 23:08
    carros de combate mais pesados teremos q verificar a capacidade dos navios da esquadra em transporta-los, acho mais prudente verificar a possibilidade de ampla modernização e nacionalização de sistemas.

    Onde assino?
    Também parto deste princípio, sempre falo isto, mas me cansei.
    Agora só ou concorda quando disserem.
    Acho que esses veículos podem e devem passar por uma modernização, nacionalização de sistemas criticos e quem sabe, indo mais além uma engenharia reversa acarretando em novo veículo nacional (somado aos conhecimentos em blindados que já possuímos).
    Lógico que até estes veículos ficarem prontos, precisaremos adquirir, ai seria interessante o CFN adquiri uns Leo 1A5BR padronizando com o EB.
    Quanto aos navios, creio eu que o Bahia e Atlântico possuem capacidade de transporte e desembarque (via barcaças) de MBT,s.
    Mas veremos onde dará mais essa.
    Uma dúvida, porquê o CFN não faz como o EB e adquiri unidades sobressalentes dos M-109A5+ ??
    Não daria maior poder de fogo e aumentaria a capacidade expedicionária do mesmo?

  22. O ideal é tanto EB quanto CFN irem no brechó do titio Sam e comprar uma remessa boa de Abrahm 1A1 ou de M-60 A3 e modernizalos lá ao padrão que usa a torre do Abrahm. Melhor dos mundos é,como já muito comentado, a concepção de uma família de blindados nacionais SL.

    • Cara… Qual a vantagem em se pegar um M60, que tem de gastar combustível para arrastar peso morto de blindagem ultrapassada e pagar um rio de dinheiro para americano dar um jeito de colocar uma torre nova, integrar sistemas novos, que não tem um outro comprador no mundo, pq ninguém é maluco o suficiente pra bancar isso?

  23. No momento que os teóricos mais respeitados predizem que o próximo MBT será de tamanho médio, cerca de 30 ton. Também que terá canhão de média pressão de 120 mm. Como um M-41 ou um Korassier modernizado. Melhores sensores e eletrônica no estafo da arte. Concordo com o Foxtrot, o caso é mais para um upgrade do que substituição. A Argentina possui muitos destes blindados. Será que estão “encostando” também? Não creio, os hermanos são bons de mecânica (tuercas).

  24. Sobre o CFN ter um MBT, discordo, é melhor pegar uma unidade do EB e deixar ela pronta pra atuar junto com o CFN.
    É mais barato.
    Nada de reinventar a moda.
    Esses SK-105 são mais voltados para apoio de fogo e “caça-tanque” do que pra ação de choque, aliás tenho a impressão que o CFN comprou ele pq era mais barato do que comprar um 8×8 com torre.
    Então se for substituir que se substitua por um Piranha com uma torreta, eu penso em 90mm, pq é a que o Brasil fabrica, se quiser aumentar a letalidade bota uns lançadores de atgm tbm.

  25. Só de curiosidade e completamente off topic, um estudo do USA relativo a um IFV para substituir o M2 Bradley , com o mesmo nível de blindagem do M1 e capaz de levar 9 infantes, indicou um veículo de … 84 t.

  26. o CFN é um corpo expedicionário por excelência, MBT pesado é complexo, caro e depende de logística para operar. Deve-se priorizar caça tanques 8×8, ou meios leves para caber no PHM atlântico ou outro meio naval. Deixa os pesados com o EB (já é dificil manter). CFN abre caminho pro EB. Somos país pequeno não adianta abraçar tudo, quem tem tudo não tem nada.

    • O EB e idem CFN deveriam aproveitar a aproximação com titio SAM e comprar o Abram pra renovar (no caso do EB) e substituir(no caso do CFN), não é um bicho de sete cabeças a logística e manutenção como se apregoa.
      O sr Juarez já deu umas duas vezes,se não me engano e em tópicos distintos, sua opinião técnica sobre esta questão de operação do Abram.

  27. Pessoal o CFN não vai desembarcar em nenhuma cenário que necessite de MBT, isso só os marines americanos irão fazer.
    No máximo o CFN vai ser usado como uma brigada de infantaria mecanizada, deverá atuar em pronto emprego junto com as forças de rápida reação do EB.
    No futuro é pradonizar com os Piranha, substituindo os M113 e SK-105.
    Ou padroniza tudo com o Guarani.

    • Augusto, com todo o respeito que você merece. Afirmar tacitamente que o CFN não participará de cenários aonde não vá precisar de um CC é no mínimo primário. Se vocâ disse que “provavelmente não” ficaria melhor, o meu entender.

  28. Meio que OFF mas nem tanto.
    Army University Press disponibilizou algumas partes (7 ate o momento pelo que sei) do estudo “Large-Scale Combat Operations” para baixar livremente dentro de tempo limitado.
    Se os Srs moderadores permitir , deixarei um link para download:
    https://www.armyupress.army.mil/Books/Large-Scale-Combat-Operations-Book-Set/
    Tem temas muuuuito interessantes principalmente por expor o ponto de vista dos historiadores e militares americanos inclusive sobre as atuações dos exércitos dos outros países..
    Um grande abraço!

  29. Concordo que a compra de um lote de Abrams usados para os fuzileiros substituírem estes SK-105 seria a opção mais viável no momento, aliás uma compra casada com EB para substituir os Leopards e M-60s cairiam bem, facilitaria a logística e treinamento, enfim….a única modificação seria rever a motorização dos mesmos e o restante poderiam ser as versões básicas do M1A1 cairiam muito bem por aqui .

  30. Gente gente, tem pessoas afirmando que o CFN não desembarcará em praias e será usado como força de apoio, quem garante isso?
    Quem garante que em futuro próximo não teremos que abrir caminho em um conflito para depois receber apoio de nações “amigas”?
    Quem garante que sempre ficaremos restritos ao T.O sul americano?
    Apostar nisso, é economia porca, e em se tratando de vidas não deve nem ao menos ser imaginada.
    Concordo que não precisamos de imensas colunas blindadas para o CFN, mas deve haver um núcleo básico, gerando doutrina e cultura de emprego, para caso necessite e haja verbas as equipagens estejam preparadas e aptas a operar MBT,s.
    Como disse o Bardine, um esquadrão de 12 a 16 veículos já estaria de imenso tamanho para nosso CFN.
    Outra coisa que sou contra é aquisição de Abrans (principalmente a versão 1, muito problemática), a melhor opção a curtíssimo prazo para o CFN é receber doação do EB de unidades dos M60 A3TTS.
    Após isso, aquisição de Leo 1A5 e quem sabe em futuro próximo cooperar com o EB no ” desenvolvimento” do futuro MBT “nacional” (sabe-se que o EB estuda algo semelhante ao Guarani, ou seja plataforma estrangeira com adaptações e montagem local).
    Soma-se a isso, a recuperação (caso ainda caiba isso) dos SK-105 (como disseram acima, em parceria com a Argentina que possui muitas unidades do mesmo e recuperou localmente seus Clanf,s), aquisição de uma bateria de M109 para apoio de fogo móvel, aquisição de mais 8×8 (quem sabe o Guarani 8×8, quando e se algum dia esse ficar pronto) e veículos blindados 4×4.
    Lógico que irão perguntar, mas com que dinheiro faremos tudo isso ?
    Ora bolas amiguinhos, com as verbas do PRONAE alucinada pelos nosso Almirantes rsrs.

    • Sobre o Abhams se for por causa da turbina a moda para isso..Sem NAe quem vai garantir cobertura aérea ao CFN??? O EB não irá delegar a função de VBCC a uma viatura que não aguentar nem 40mm (a maioria só aguentar algo entre 14,3mm a 30mm) pode até usar para Reconhecimento armado/Apoio à tropa/ Anti-Bunker/ e Caça tanque (alvos de oportunidade/emboscada/engajamento por Míssil AC).

    • Então deixa eu ver: Você é contra trazer um pequeno lote de Abrams para o CFN, coisa que duraria frouxo, bons 25 anos em operação, com logística garantida e etc… Mas você é favorável a repassar para eles um blindado ultrapassado, que a força não domina e que vem sendo cada vez mais descartado, que é o M60 A3TTS. Isso para durar sabe-se lá quantas merrecas de anos, dando muitas dores de cabeça. Depois disso, você quer entubar o CFN com outro blindado ultrapassado, que está em franco desuso, que é o Leopard 1A5. Isso pra durar mais uma merreca de anos, tudo by Gambiarra. E depois disso, você pensa que o CFN possa cooperar com o EB no desenvolvimento de um MBT nacional, para adquirir coisa de o que? 14 unidades? Mais? Pra quê?
      .
      O EB só está contando é com o ovo no fiofó da galinha, que são os Leopards 2 da Alemanha… Família SL Nacional tem tudo pra ficar só na imaginação.

  31. Rapaz… Se abrir uma investigação sobre isso vamos descobrir coisas desagradáveis. Tá na cara que alguém ganhou com essa compra. O Brasil não aprende… Foi assim no passado, é assim no presente e será assim no futuro senão fizerem uma escolha bem feita. Só para recordar as compras mal feitas que se gastou além do recurso da aquisição: AF-1, NAeL São Paulo e agora esses tanques leves. Até quando Meu Deus?!?

  32. Bardini 17 de outubro de 2018 at 9:00
    Então deixa eu ver: Você é contra trazer um pequeno lote de Abrams para o CFN, coisa que duraria frouxo, bons 25 anos em operação, com logística garantida e etc… Mas você é favorável a repassar para eles um blindado ultrapassado, que a força não domina e que vem sendo cada vez mais descartado, que é o M60 A3TTS. Isso para durar sabe-se lá quantas merrecas de anos, dando muitas dores de cabeça. Depois disso, você quer entubar o CFN com outro blindado ultrapassado, que está em franco desuso, que é o Leopard 1A5. Isso pra durar mais uma merreca de anos, tudo by Gambiarra. E depois disso, você pensa que o CFN possa cooperar com o EB no desenvolvimento de um MBT nacional, para adquirir coisa de o que? 14 unidades? Mais? Pra quê?
    .
    O EB só está contando é com o ovo no fiofó da galinha, que são os Leopards 2 da Alemanha… Família SL Nacional tem tudo pra ficar só na imaginação.

    Então vamos lá.
    Você fala que o Abrans duraria no mínimo uns 25 anos, mesmo a versão A1 já em desuso e as outras versões em estudo de substituição após entrada em servi do T-14 Armata?
    M60 em amplo processo de desuso?
    Se não me engano Singapura modernizou várias unidades do M60 (que teve milhares de unidades fabricadas e vendidas mundo a fora), e pretende modernizar mais inúmeras unidades.
    1A5 realmente está em processo de desativação mundo a fora, porém o mesmo deve servir muitos anos (no mínimo uns 15 anos) no EB, e tendo uma filial da KMW fabricante do veículo em território nacional o mesmo recebe suporte logístico, somado a todo o conhecimento já dominado no EB.
    Isso levando se em conta que o CFN precisa de algo para ontem, e pensando nessa urgência que fiz tais proposições.
    Realmente o EB analisa a possibilidade de fabricar um Leo-2BR, mas ainda nada está definido, tendo outras possibilidades, dentre elas um projeto totalmente nacional.
    Sendo assim, nada mais que fluida a cooperação dos dois prováveis usuários nacionais (ao menos é assim no mundo desenvolvido).
    E que te garante que até lá (acredito que para meados de 2030) a realidade tanto de nosso país como de nossas FAAs, e política internacional tenha mudado?
    Que tenhamos que ter forças mais capazes, modernas e atuantes no cenário internacional ?
    É muita presunção achar que pode prever o futuro.

  33. Ontem li outro estudo (no DefesaNet) sobre futuro dos blindados no EB e novamente direciona a substituição para o Leo 2A4 ou A6 .
    Particularmente passei a ser a favor,até parece que faz diferença,rs, da aquisição de MBT’s Abram M1 ( titio SAM tem aos montes e há modernizações fins) pra substituir os Leo 1A5 br e já aproveita e coloca no CFN tbm ,uma cadeia logística única pras duas forças, quanto mais poder padronizar melhor.

  34. Ontem li outro estudo sobre futuro dos blindados no EB e novamente direciona a substituição para o Leo 2A4 ou A6 .
    Particularmente passei a ser a favor,até parece que faz diferença,rs, da aquisição de MBT’s Abram M1 ( titio SAM tem aos montes e há modernizações fins) pra substituir os Leo 1A5 br e já aproveita e coloca no CFN tbm ,uma cadeia logística única pras duas forças, quanto mais poder padronizar melhor.

    • Gostaria de entender como você pode ser favorável ao M1 após ler o artigo se o próprio artigo diz o que o M1 não é o mais adequado para o nosso Exército. O artigo praticamente recomenda o Leopard 2A6 (preferencialmente) ou o 2A4.

      • Douug385, pra termos Leo 2A… precisa haver sobras de algum país e quem tem está modernizando ou criando reservas pois a coisa $$ tá feia pra todo lado e pras bandas de lá estão todos com medo do tio Putinski e do tio Ling.
        O Abrams tem aos montes no brechó do titio Sam ,modernizáveis tbm e não são este bicho papão que se apregoa, este papo de caro e tal é pra manter nossas forças com velharias. Temos que ter,e teremos 2019 a diante, um governo que valoriza a defesa e uma melhor administração dos recursos nas forças armadas.
        Somos um país riquíssimo de proporções continentais, por aqui já deveria haver MBT’s ,aviões e navios fins de toda natureza “nacionais” e aos montes mas a política feita pelos inimigos do passado nos sabotou totalmente desde o fim do regime militar. Mentes brilhantes aqui não faltam, só não receberam ainda o devido valor e incentivo.

  35. Tem palpites contra as fragatas OHP por possuírem acionamento a turbina.Aa turbina consome horrores se comparada ao Diesel. Agora querem usar o Abrams a turbina que é o pesadelo de beberrão. Mas durma-se com um barulho destes. O Abrams tem seus defeitos. O silvo da turbina em alta frequência é um, e bem grave. A manutenção de campo é bem exigente e requer técnicos em turbinas e instrumentação digital avançada. A cadeia de suprimentos tem que ser fortíssima. Come muito combustível e munição de 120 mm. Tem quem ache bonitinho.

    • Tem uma modificação projetada pela a fabricante para usar motor europeu (o mesmo do C2E) sendo que a versão A2 não necessita de muitas modificações.

    • Luiz Floriano, boa noite. Por acaso um Leo 2 A qualquer coisa com motor MTU bi turbo, eletrônico de 1200 CV, uma transmissão ZF ou Renk de acionamento elétrico, um canhão RH 55 tudo comandando digitalmente vai ser diferente????

  36. Entre Abrans,Leo A6 (que se mostrou vunerável frente a seus côgeneres Russos) etc.
    Sou mais o Merkava Israelense, Challenger Inglês etc.
    Pois equipamentos orientais nem pensar nesse país que morre de Comunismo fobia kkkkk.
    Medo do bicho papão que come criancinhas, meu deus quanto atraso!
    Na verdade, sou mais desenvolver uma nova versão do MBT Tamoio-III ou Osório, com blindagem composta nacional já desenvolvida e testada ( projeto Marimba).
    Mas essa ultima piorou.
    Mencionar isso é a maior ofensa por aqui.
    Triste!

    • Merkava?
      Tem reserva das versões que prestam, para ser comprado e parcelado a perder de vista, como no caso do FMS, ou é só coisa nova que não cabe no nosso bolso?
      .
      Challenger?
      Se sobrar Challenger no mercado, é pq os britânicos passaram a adquirir Abrams, para não ter que gastar uma montanha de dinheiro na modernização destes blindados, coisa que está sendo discutido. E sim, existem britânicos que defendem a aquisição de Abrams…
      Mas enfim… Aí compramos esses Challenger, e nós ficaríamos com uma bomba, que ninguém mais usa no mundo. E mais… Com o canhão mais “jabuticaba” que existe na atualidade.
      .
      ” MBT Tamoio-III ”
      .
      Sim, vamos ressuscitar aquelas velharias… Pq temos tempo e dinheiro pra isso. É rápido, ainda mais para um país que sequer projeta um 4×4 blindado que preste.
      .
      Pior que “Comunismo fobia”, é enxergar americano conspirando em qualquer esquina.

  37. O centauro versão 120mm ,16 unidades não resolveria mais ao menos manteria poder de fogo e a doutrina caça tanques ,poderíamos pensar depois em um CC puro sangue que seja adequado a nosso CFN

  38. Os SK-105 se receberem upgrade na blindagem e sistemas que estejam obsoletos seriam um bom veículo para reconhecimento. A função anti-furto só seria possível se o mesmo recebessem canhão de 120mm (padrão SK-120) e/ou mísseis AC. Outra o CFN assim como EB precisam de um MBT moderno e sem essa de pouca blindagem (um Leopard 1A5BR destrói um T-72 a 800 m em quanto um T-72 destrói um Leopard 1A5BR a 3 km).

  39. Bardini 18 de outubro de 2018 at 20:51
    Merkava?
    Tem reserva das versões que prestam, para ser comprado e parcelado a perder de vista, como no caso do FMS, ou é só coisa nova que não cabe no nosso bolso?
    .
    Challenger?
    Se sobrar Challenger no mercado, é pq os britânicos passaram a adquirir Abrams, para não ter que gastar uma montanha de dinheiro na modernização destes blindados, coisa que está sendo discutido. E sim, existem britânicos que defendem a aquisição de Abrams…
    Mas enfim… Aí compramos esses Challenger, e nós ficaríamos com uma bomba, que ninguém mais usa no mundo. E mais… Com o canhão mais “jabuticaba” que existe na atualidade.
    .
    ” MBT Tamoio-III ”
    .
    Sim, vamos ressuscitar aquelas velharias… Pq temos tempo e dinheiro pra isso. É rápido, ainda mais para um país que sequer projeta um 4×4 blindado que preste.
    .
    Pior que “Comunismo fobia”, é enxergar americano conspirando em qualquer esquina.

    Outro “especialista de teclado” sabichão rsrs, pior que ainda por cima prevê o futuro.
    Acho melhor se unir com o Flanker rsrsrrs.
    Ai ai !

    • Foxtrot:
      É bem provável que o chassi do Tamoyo-II/III atualizado não tenha margem para atualização e
      já que o chassi foi projetado com o peso do veiculo na casa das 30t. Ter margem para futuras atualizações é algo essencial veja o exemplo: Leopard 2 tem 4 décadas e 7 “gerações” e ainda é atual…

      • no caso só para atualiza-lo para padrões atuais e investir para ter uma margem menor de crescimento que os CC atuais e sem mercado é sem dúvida dar tiros nos pés..

    • O criatura, já aprendeu a escrever, pelo menos? Tu és um dos sujeitos mais obtusos e com pensamento mais estreito que tive o desprazer de conhecer por aqui. Tem as ideias mais esdrúxulas e quer posar de entendido. Fala um monte de [email protected] e sequer dá o braço a torcer, mesmo quando é desmentido. Vive numa realidade paralela, desapegada de qualquer vínculo com possibilidades factíveis. Você é digno de pena!

  40. Tamoyo e Osório já passaram para a história. Temos como desenvolver um projeto de MBT, da mesma forma que a corveta Tamandaré. Pinçando aqui e acolá as melhores virtudes dos MBT que dão certo. O colega Juarez já relacionou itens chave: motor Diesel com controle eletrônico (com comonrail todos são…), caixa ZF, canhão de 120 mm. com sensores digitais, etc…Coloco ainda; suspensão eletro hidráulica e blindagem reativa acoplada a defesa ativa anti míssil. Não se trata de tecnologia difícil de obter. Até já temos muitos especialistas na industria nacional.

    • A chave mestra pra tudo isso se realizar se chama ” vontade política” e creio que a partir de 2019 teremos essa visão melhorada com um governo mais patriótico.

  41. Luiz Floriano Alves 19 de outubro de 2018 at 22:09
    Tamoyo e Osório já passaram para a história. Temos como desenvolver um projeto de MBT, da mesma forma que a corveta Tamandaré. Pinçando aqui e acolá as melhores virtudes dos MBT que dão certo. O colega Juarez já relacionou itens chave: motor Diesel com controle eletrônico (com comonrail todos são…), caixa ZF, canhão de 120 mm. com sensores digitais, etc…Coloco ainda; suspensão eletro hidráulica e blindagem reativa acoplada a defesa ativa anti míssil. Não se trata de tecnologia difícil de obter. Até já temos muitos especialistas na industria nacional.

    Não é caro Luiz ?
    Mas aqui tudo é proibitivo e nada é possível, quando cito o Tamoio e Osório é para pegar os conhecimentos dos mesmos ( lagartas, canhões, processo de soldagem de aços especiais etc), e evolui os conceitos.
    Se precisamos de um chassis mais pesado e espaço, baseado em estudos no chassis do Tamoio e ou Osório, desenvolvermos um.
    Vale salientar que a Agrale, Tectran etc fabricam chassis.
    Outro bom exemplo acima é o caso das CCT,s, uma evolução da Barroso.
    Mas aqui tem muitos que nunca pegaram num paquímetro, torquímetro, torno, máquina de solda, leu um desenho técnico mecânico etc.
    Mas acreditam que é impossível, coisa de outro mundo, tecnologia alienígena rsrs.
    Nunca desenvolveu um blindado 4×4 e afirma de pé junto que nossos 4×4 não prestam, sem nem ao menos ter conhecimento das características técnicas dos mesmo.
    Agora se afirmassem que o maior complicador é a questão financeira, ai teria que concordar com os mesmo, vide exemplo do Prosub onde a MB terá que vender dois de seus SBR para completar dois, tremendo absurdo.
    Fora isso, o conhecimento já possuímos, a capacidade fabril também e as instituições de P&D.

    • ” quando cito o Tamoio e Osório é para pegar os conhecimentos dos mesmos ( lagartas, canhões, processo de soldagem de aços especiais etc), e evolui os conceitos.”
      .
      Lagarta é item comercial, que provavelmente viria um modelo mais moderno de fora, já que não seria o mesmo. O mesmo vale para o canhão, que não temos nem a munição… Processos de soldagem de “aços especiais” dependerem da liga em questão. Se não vamos usar uma liga ultrapassada usada na década de 80, muito pouco importa saber sobre aquele processo de soldagem. O que importa é saber como se faz hoje, com tecnologia atual.
      .
      “Se precisamos de um chassis mais pesado e espaço, baseado em estudos no chassis do Tamoio e ou Osório, desenvolvermos um.
      Vale salientar que a Agrale, Tectran etc fabricam chassis.”
      .
      Como assim? Chassis de caminhão que a Agrele fabrica, não tem nada haver com uma plataforma de um VBCCC. Chassis de caminhão são duas vigas “U” duplas e um amontoado de travessas. Todo o resto e fixado nisso aí… Completamente diferente de uma caixa blindada.
      .
      “Outro bom exemplo acima é o caso das CCT,s, uma evolução da Barroso.”
      Sim… E o projeto da Barroso é tão ultrapassado, que quando foram projetar algo novo, surgiu um Navio completamente diferente, que agregou severas modificações e atualizações e que pode nem ser fabricado, pq não é melhor do que propostas estrangeiras.
      .
      “Mas aqui tem muitos que nunca pegaram num paquímetro, torquímetro, torno, máquina de solda, leu um desenho técnico mecânico etc.
      Mas acreditam que é impossível, coisa de outro mundo, tecnologia alienígena rsrs.”
      .
      Peguei em tudo isso aí e fiz muito mais. Você pode ter feito muito com isso, mas não deve saber como se projeta.
      Não é questão de acreditar. Se dependesse das FFAA, tudo seria 100% nacional… Mas e como fica a realidade, onde não conseguimos bancar nem os projetos que temos hoje?
      .
      “Nunca desenvolveu um blindado 4×4 e afirma de pé junto que nossos 4×4 não prestam, sem nem ao menos ter conhecimento das características técnicas dos mesmo.”
      .
      Se um 4×4 blindado, que foi projetado no Brasil fosse minimamente ruim, pra ainda elogiar aquelas tranqueiras… O EB não teria selecionado um projeto estrangeiro, com intenção de nacionalizar essa plataforma.
      Mas tem gente que se ilude com empresa que nunca fabricou blindado que preste, querendo ganhar boquinha com a demanda das forças.
      .
      “Fora isso, o conhecimento já possuímos, a capacidade fabril também e as instituições de P&D”
      .
      Possuímos tanto conhecimento que a cada novo contrato, é uma enxurrada de ToT… Capacidade fabril é outra ilusão. Continua existindo apenas para atender determinados setores que ainda não é possível ter coisa Made in China ou no caso das gigantes, que não morrem pq se estabeleceram com muito apoio do Governo, direta ou indiretamente e são concorrentes “sabe-se lá como”.
      P&D é uma piada… De mau gosto.

  42. Só para chancelar o que Bardini explicou de forma bastante objetiva,o tal
    “Gladiador” sob o aspecto construtivo é um desastre total se observar o chassi por baixo, tiveram a cara de pau de amarrar flexíveis com espaguetes, mangueiras expostas, o coisa mais feia que já vi na vida.
    Fabricar um blindado, um MBT no Brasil, para produzir quantos mesmo??
    250, 300 a que custo e depois Jose????
    Poderiam começar consertando todos os problemas do Marrua.

  43. Assim como a artilharia dos navios está encolhendo, assim tb acontece com os MBT. A nova geração prevista, poderá dicar equipada com canhão de 120 mm. de “baixa pressão”. Essa arma tem um poderoso projétil, porém com menor energia cinética o que se reflete em menor tonelagem do carro de combate. A explicação é fácil: o míssil produz um poder de fogo que não se apoia na tonelagem e, sim na capacidade tecnológica da eletrônica embarcada. Se retomassemos a produção do Cascavel, com sensores e blindagem atuais seria equipado com míssil anti tanque semelhante ao Javelin ou Kornet ou mesmo o venerando TOW. Nenhum MBT conhecido seria imune ao ataque desta simples viatura. Com canhão de 120mm. BP poderia equipar qualquer exército. Também poderíamos produzi-los as centenas em curto prazo.

  44. lembrei tempos atras de uma antiga proposta baseada no Chassi do M-113.

    Seria um M-113 Stug com canhão de 105 mm . Tinha um desenho curioso….seria leve e funcional além de barato….imagino que seria interesante até para operações de Fuzileiros por conta disto.

    Hoje em dia pode ser mais complicado pelo tempo que já passou….mas gosto de alternativas assim…

    • O problema de usar uma plataforma que não foi consebida para lutar como força principal é qu que terá uma blindagem muito pequena o que faz o mesmo se tornar obsoletos de forma rápida fora que aumenta o leque de armas capazes de abate-lo.

      PS: o arco frontal do CV90 o proteger de munições de 30mm x 173, o que quer dizer que deve ter um RHAe próximo de 110mm já um Leopard 2A4 tem um RHAe próximo de 600mm os tank russos atuais um RHAe maior que 700mm, já os nossos Leopard 1A5BR tem um RHAe próximo de 140mm o que teoricamente o proteger contra munição de 35mm x228. Esses valores são referentes ao chassi e com exceção do CV90 todos foram obtidos através da revista ação de choque n16 e se refere ao munições cinéticas, o do CV90 é uma dedução com dados de penetração de munições de 30mm OTAN.

    • Uma ideia melhor construir logo o 8×8 e usar as/os torres/canhões do Leopard 1A1 (128 unidades)…. acredito que isso possa diminuir o custo de produção do Guaranis (considerando que uma TORC 30 é quase o custo da viatura 6×6)

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