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17º RC Mec coopera na instrução de cadetes da AMAN

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Amambai (MS) – No período de 21 a 24 de outubro, o 17º Regimento de Cavalaria Mecanizado recebeu os Cadetes do 2º e 4º Anos do Curso de Cavalaria da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), cumprindo um Pedido de Cooperação de Instrução (PCI).

Na oportunidade, os cadetes visitaram as instalações do Regimento, onde puderam conhecer a Seção de Instrução de Blindados (S I Bld), o Centro de Operações (COP) e os materiais do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON).

Tiveram também instruções técnicas sobre as viaturas e equipamentos do Pelotão de Cavalaria Mecanizado (Pel C Mec) e realizaram um exercício de adestramento em defesa externa, ocasião em que ocuparam uma Zona de Reunião.

Logo após, realizaram um Reconhecimento de Eixo, Área e Zona e, ao final da missão, conquistaram e mantiveram uma Posição de Bloqueio.

Finalizando as atividades, os cadetes participaram de uma solenidade militar, ocasião em que os cadetes do 2º ano da AMAN receberam a boina preta, símbolo do combatente blindado e mecanizado.

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FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

31 COMMENTS

  1. não sou expert em assuntos militares mas, pra mim, esse cascavel não perdeu a pose até hoje. bem utilizado, daria muita dor de cabeça com seu canhão de 90mm. pra nossa realidade, com o upgrade planejado, é uma arma de responsa.

    • Concordo com você Carlos, também acho o cascavel e até o urutu, ainda excelentes veículos, dizem que sua blindagem não é muito boa, mas nada que uma modernização não resolva, até porque com as Small Diameter Bomb de hoje em dia não existe essa de blindagem boa.

  2. Cascavel é uma plataforma com 4 décadas nas costas e completamente ultrapassado para o combate moderno.
    Blindagem é ultrapassada.
    Proteção contra IEDs praticamente não existe.
    Sistema de controle de tiro pífio.
    Não possui o bom sistema de Comando, Controle e Gerenciamento do Campo de Batalha, como os Guarani.
    Não tem sequer capacidade de realizar um combate noturno.
    .
    É um carro blindado com um canhão. Basicamente isso. E não que seja um demérito… Foi muito bom para as décadas de 70, 80 e 90 inclusive sendo vendido no mercado externo, mas já estamos nos encaminhando para a década de 20. Deu. Chega… A Infantaria Mecanizada precisa ser modernizada com coisa nova, para durar os próximos 40 anos.

      • A torre do Cascavel têm uma depressão elevação de -8° e 15° respectivamente, hoje se busca uma amplitude maior pois dará mais chances de sucesso em áreas urbanas e/ou com possibilidade de postos elevados. Em contrapartida o canhão ainda é usado em projetos de novas torre com elevação superior a 40°. Hoje em dia há a torres com canhões de 105mm com mesma capacidade, além de uma de 120mm (equipada nos Centauro B2).Por isso o Iraque usa o M-109 como apoio de fogo direito (!)

        Vantagens do canhão de 90mm no combate urbano
        -Tem cano mais curto o que faz ele requerer menos espaço, com isso o veículo terá maior capacidade de manobras.
        – A maioria dos blindados atuais não aguenta tiros de calibres superiores a 35mm isso já contando com as blindagem adicional
        – Possibilidade de municiamento manual (taxa maior de disparos)
        – Menor recuo
        – Menor Peso da torre
        – Blindado mais leve
        Desvantagem de ante a canhões de calibre maior
        – Menor alcance
        – Menor capacidade de penetração (bunker, os 105mm é atualmente super dimensionado, mas ninguém sabe quem vai enfrentar no futuro por isso o Centauro B2 tem canhão de 120mm).

        Obs.: Na selva dificilmente terá um bunker bem protegido que necessite de um canhão de 105mm, pois a logística para construir seria difícil e teria um tempo de construção longo. Fora que seria identificável a sua presença…

    • Os cascavéis são da cavalaria mecanizada…no escopo do programa Guarani está prevista uma nova vbr (seja totalmente desenvolvida ou seja Cascavel modernizado). Se não tem nenhum ainda é por falta de recursos que não nos são disponibilizados…

  3. Concordo com bardini,o urutu deve ser repassado as forças de segurança(Policias militares) o cascavel deve ser usado para instrução, mesmo reformados são muitos limitados.Podem ser até vendidos e compremos mais guaranis.O EB gosta de ficar com velharias por muito tempo e os governantes acham que estamos bem servido,por que ficar com equipamento obsoleto ou quase gastando combustíveis peças de reposição,manutenção se ele não atende as necessidade reais da guerra moderna.Enquanto as forças armadas ficar fazendo essas reformas,essas meias vida,investir naquilo que valha mais a pena ser preservado.Gosto do m-113 acho que tem sua serventia ainda mas é um veiculo que já deva ir substituindo pouco a pouco,repassando as forças policiais(talvez devamos pensar numa guarda nacional) aõs moldes da guarda americana que não é paga é que eles não perca todo o treino militar,mas que são as reservas deles).Assim poderia passar esses equipamentos a eles .

  4. Já está na hora do Brasil começar a substituir essas velharias como o Cascavel e M113, isso aí só serviria para combater insurgências, e olhe lá, não temos esse tipo de ameaça por aqui. Para o Brasil tá na hora de adquirir o trio blindado Guarani 6×6, Guarani 8×8 e pelo menos um CV90 armadillo e CV90/40.

  5. E esses carros de patrulha todo aberto José ? Até um menino de 12 anos que joga game sabe que se encontrar com inimigo a guarnição tá ferrada, quem é o gênio que autoriza isso ? Não dá para patrulhar nem morro no Rio quanto mais área militar !!! Que lástima o tal do softpower nos faz mediucres militar .

    • Edimar, é igual o urutu no Haiti, esperaram as balas começarem a passar zunindo no ouvido do milico armado com sua MAG pra depois projetarem às pressas uma torre blindada, depois começaram a se gabar do ganho de experiência nesse caso, ora bolas todo mundo sabe que pro artilheiro exposto com sua MAG tem que ter uma proteção blindada, foi quase necessário um milico levar uma bala no meio da testa pra chegarem a esse conclusão.

      • Realmente,
        É tudo questão de projeto né.
        O HMMWV mesmo é o maior exemplo dessa gambiarra. Só foram se ligar nisso quando já estavam no Iraque.
        Passaram pela mesma coisa. De ter as torres adaptadas em campo (kit ASK). Depois o desenvolvimento da versão M1114 (que ficou um monstro) .
        Se for ver tanto o projeto do Marruá (engesa) como do HMMWV (Cheetah) foram criados nos anos 70 como a doutrina da guerra fria de combates massivos de forças terrestres espalhadas pelos campos sendo os “jipes” veículos de ligação e não patrulhas urbanas podendo ser espreitado por cima, pelo lado, por baixo(IED)
        Inclusive fico com a impressão que a perda de vidas humanas nesse período era visto como algo bem mais natural e fazia parte dos efeitos colaterais, já hoje se dá bem mais valor a vida de um combatente.
        Logo, quando se analisa a proposta original do projeto, acho um veículo honesto. Porém cabe ao operador saber as limitações do veículo.
        Os projetos atuais sim são mais compatíveis com as doutrinas e os cenários de combate moderno (urbano) porém aí acomete o mesmo problema de sempre, falta o Cascalho (cadê os IVECO ?).

      • Me desculpe caro camarada. Eu estava no Haiti quando adaptamos as torres blindadas. Eu era capitão no esquadrão de fuzileiros mecanizados de força de paz. Ninguém esperou soldado nenhum quase tomar tiro para fazer uma torreta blindada, até porque o Urutu já tem a sua torreta. O que aconteceu é queda torreta do Urutu é feita para operar uma .50 e não uma MAG, então, tivemos que adaptar e para adaptar tivemos que colocar aquela torreta que, por sinal, já estava solicitada desde o primeiro contingente, só chegando no sexto contingente, devido a falta de dinheiro que não é “culpa” do exercito e sim, de políticas de governo. Não entendo varios comentários aqui que considero depreciativos e desnecessários. Vejo varios civis interessados em assuntos militares mas que não se preocupam em saber o porque das coisas, simplesmente criticam sem entender bulhufas. Me desculpem o desabafo, mas é triste ler alguns absurdos…

    • Pessoal quando voces entenderem de fato como opera um pelotão de cavalaria saberão motivo pelo qual a blindagem é secundarizada. Se der pra tê-la , ótimo, caso contrário ela na pratica, diante do emprego da viatura de esclarecedores não faz tanta diferença.

      O mesmo se diz da torre do Urutu. Em ambiente urbano o cidadão fica exposto, mas em campo aberto, o uso da metralhadora normalmente se faz de muito longe e esta exposição não é tão grave. Os elementos avançam sempre por “lanços” em velocidade e com cobertura mútua.

      • Colombelli, mas o urutu no Haiti não foi combater nos campos europeus a lá 2° guerra, ele foi pra um ambiente urbano, o meu ponto é que quase esperaram um soldado levar uma bala na testa pra depois tomarem às pressas a “brilhante” ideia de por uma torre blindada.
        Era muito mais fácil ter tido um planejamento ainda aqui no Brasil sobre qual seria o TO no Haiti, quando constataram que seria urbano “taca” logo a torre blindada, não precisa esperar o pior acontecer pra depois tomarem uma atitude.
        Meu ponto foi apenas esse, não é questão de “entender de fato”, é apenas uma questão de planejamento e lógica.

        • Maurício Haiti foi uma excepcionalidade. Ser força de paz ou “polícia” não é função primordial das FA. Voce não pode pretender mudar toda uma linha do equipamento por uma missão específica que pode não se repetir tão cedo e que usou meia duzia de carros. Também não se sabia qual nivel de hostilidade seria enfrentado. O fato é um so: Blindados de cavalaria são para serem usados em campo aberto e não podemos tomar uma realidade pontual para mudar toda sua doutrina de emprego. Hoje o valor de uma torre comum é quase o do resto do carro todo

          • Maurício Haiti foi uma excepcionalidade. Ser força de paz ou “polícia” não é função primordial das FA. Voce não pode pretender mudar toda uma linha do equipamento por uma missão específica que pode não se repetir tão cedo e que usou meia duzia de carros. Também não se sabia qual nivel de hostilidade seria enfrentado. O fato é um so: Blindados de cavalaria são para serem usados em campo aberto e não podemos tomar uma realidade pontual para mudar toda sua doutrina de emprego. Hoje o valor de uma torre comum é quase o do resto do carro todo

    • As VTL REC compõe os grupos de exploradores dos pelotões de cavalaria mecanizados que tem por missão tática reconhecer e não atacar…o foco deles é ver primeiro, entender primeiro e agir primeiro, utilizando os seus meios optronicos…não é ultrapassada a viatura utilizada, procurem ver os scout platoon das brigadas leves americanas ou as viaturas jackal do exercito inglês….as frações que citei tem a mesma missão dos pelotões de cavalaria mecanizado.

    • Complementando, a situação no Rio de Janeiro é diferente! Estamos lá combatendo guerrilha como se polícia fosse, sem poder utilizar técnicas, táticas e procedimentos contra guerrilha…nossas VTL REC ou carro de patrulha do menino de 12 anos que o Edimur se refere são viaturas para fazer reconhecimento…

  6. Olá. Como anda o projeto da VBRM-S? Quando a cavalaria mecanizada vai começar a receber os Guaranis? Ainda acredito que o novo blindado de reconhecimento deveria ter duas variantes: uma com os requisitos do vbrm-SR e outra versão com base no ASLAV ou no Boxer CRV. Um veículo com capacidade de transportar exploradores e com um poder de fogo significativo. Bota um PelCavMec com uma seção de Recon com dois destes veículos, mais uma seção de exploradores com quatro patrulhas e uma seção de comando. Faz dois esquadrões com estes pelotões e um esquadrão pesado com os VBRM-SR mais o esquadrao de comando nos RegCavMec. Creio que dá pro gasto por um bom tempo. Abraços.

    • Boa tarde. A cavalaria mecanizada já está recebendo guaranis, a 4 bda c mec de dourados já tem dotação completa. Exemplo é o regimento da matéria, o 17 RCMec, note os guaranis nas fotos…

  7. Cascavel ainda é um ótimo blindado. É ágil mesmo para os padrões atuais, blindagem dele está no mesmo nível do guarani, aguenta bem contra armas leves, o canhão de 90mm faz muito mais estrago que o Bushmaster de 30mm. O que falta pra ele são sistemas eletrônicos de pontaria e visão noturna, como o telêmetro a laser, para melhorar a precisão do canhão que é ruim, coisa que se resolve facilmente numa modernização. Guarani tem silhueta baixa e a blndagem inclinada melhora resistência contra projeteis, enquanto o “moderno” Guarani tem silhueta alta e plana e é alvo fácil em áreas urbanas e mais difícil de camuflar. Só é mais resistente a minas.

    Acho que o exércto deveria investir na modernização dos cascavéis.

    • O exercito está investindo na modernização do Cascavel, em breve teremos um lote piloto para testes…sobre o canhão 90 vs o 30, não é bem assim….o canhão 90 do Cascavel e de baixa pressão e atira a 2 km, sua munição mais destruidora é a heat. O bushmaster possui munição flecha de energia cinética que tem um poder de perfuração maior do que a heat do Cascavel. Atualmente estou preferindo um canhão 30 com a possibilidade de sua torre receber lancadores de mísseis do que o velhinho cockerill do Cascavel…o Cascavel mx8 (supercascavel) está mantendo o seu canhão 90, mas já existem conversas de substituir a sua torre por TORC 30, com optronicos que enxergam a 12 km…para uma viatura de reconhecimento e mais importante enxergar longe do que destruir o inimigo. Deixem a parte da destruição com os carros de combate….o Cascavel só existiu pois na doutrina da cavalaria brasileira, temos que estar em condições de nos virar sem carros de combate, apesar disso, cada brigada de cavalaria mecanizada tem um regimento de cavalaria blindado (com “tanques”) que servem para destruir os inimigos que a CMec encontra durante o seu reconhecimento.

  8. O emprego do EE9 deve ser levado em conta a sua mobilidade, enterrá-lo é antecipar o enterro dos tripulantes. Eu confio minha vida e guarnição nele. Ainda mais que nossa doutrina de emprego se difere totalmente da empregada pelo exército iraquiano.
    É o ideal e o melhor ? Não claro que não, mas ainda útil, melhor ainda se houvesse um upgrade.

    NOTA: Ele não foi idealizado para o choque, senhores não façam comparações ridículas do alto de suas confortáveis poltronas reclináveis (se é que são)

    CM

  9. Eu ainda acho que o Cascavel e o urutu tem sua serventia, e velharia por velharia pra que veículo mais ultrapassado que o m113 e mesmo assim o EB e os fuzileiros modernizaram esse artigo de museu.

  10. Lamentablemente a modernização bateu de frente com a falta de verbas e também muita coisa que o projeto deixava a desejar.
    Quem sabe teremos uma luz no fim do túnel, com o possível investimento em ciência e tecnologia dual, que o novo governo federal pretende implementar.
    CM

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