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CREDN promoverá seminário para discutir Política Externa, Defesa e Inteligência na Projeção Internacional do Brasil

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Por Marcelo Rech

Brasília – No dia 21 de novembro, das 9h às 18h, a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados realizará o Seminário Política Externa, Defesa e Inteligência na Projeção Internacional do Brasil, proposto pelo presidente do Colegiado, deputado Nilson Pinto (PSDB-PA).

De acordo com os organizadores, as políticas Externa, de Defesa e de Inteligência são, historicamente, marcadas por posições equilibradas e, ao mesmo tempo, contundentes em relação à agenda internacional. É fato que se está diante de um mundo cada vez mais conturbado e conflituoso, razão pela qual discutir o presente e o futuro desse tripé é oportuno, de modo que se tenha a noção de como se reposicionar diante de um mundo em constante mudança.

Nilson Pinto afirma que é necessário, por exemplo, avaliar o papel do Brasil nos principais mecanismos de concertação política como as Nações Unidas (ONU), e, no plano regional, na OEA, na CELAC, na UNASUL e no MERCOSUL. Tem-se questões como o livre comércio, a cooperação, a migração, os direitos humanos, o combate ao terrorismo, a luta contra o narcotráfico, o tráfico de armas e pessoas, entre outros, sempre caros às políticas Externa, de Defesa e de Inteligência.

O deputado lembra que há muito se discute como interligar três políticas de Estado em uma única direção, tornando cada uma delas mais forte e vigorosa. “A proposta deste seminário é justamente discutir os desafios com os quais o Brasil terá de lidar a partir de 1º de janeiro, com a inauguração de uma nova Administração e de um novo Congresso”, destacou.

No campo econômico é importante lembrar que o país é responsável por mais de 40% da economia latino-americana e todas as suas políticas impactam a região. Tem-se ainda cerca de 17 mil km de fronteiras com dez países, o que obriga o Brasil a pôr em prática uma diplomacia focada na cooperação e que implica, ainda, esforços em relação aos temas de Defesa e de Inteligência.

“Vale destacar, também, que em 2019 a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados receberá a presidência da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI) do Congresso Nacional. Dessa forma, a discussão, neste evento, do tripé Política Externa, Inteligência e Defesa Nacional, não como temas separados, mas convergentes em benefício do país e de suas relações políticas, econômico-comerciais e de segurança, é de singular importância”, explicou Nilson Pinto.

Segundo ele, “a CREDN espera, com a realização do Seminário Política Externa, Defesa e Inteligência na Projeção Internacional do Brasil, encerrar esta legislatura com um debate de alto nível em torno dessas temáticas e prestar sua contribuição para o constante aprimoramento da doutrina, dos marcos regulatórios e das ações nessas áreas”, concluiu.

As inscrições para participar do seminário podem ser feitas clicando neste link.

FONTE: Inforel

19 COMMENTS

  1. Totalmente pertinente o debate, sendo de todo recomendável a um colegiado técnico do parlamento recolocar o rumo da diplomacia brasileira nas “posições historicamente equilibradas e, ao mesmo tempo, contundentes em relação à agenda internacional.”

    Por equilibradas, leiam-se, equidistantes de posições ideológicas extremadas, sejam essas ideologias políticas, econômicas e, até o momento inédito no cenário diplomático brasileiro mas surgindo de forma tão inoportuna quanto estarrecedora, religiosas.

    Por contundentes, leiam-se, firmes na defesa intransigente do crescimento econômico sustentável, o que significa a inseparável ênfase social e ambiental de qualquer política econômica local ou transnacional.

    Assim deverão ser porque tais posições transcendem os turnos de governos no plantão democrático.

    • E em relação à possibilidade descabida da transferência da Embaixada Brasileira em Israel, esta surgiu, coincidentemente ou não, logo após o encontro do novo mandatário com o líder de uma poderosa organização empresarial-religiosa da mídia televisiva, que o apoia, como a todo governante de plantão, com interesses nunca Republicanos e muito menos espirituais frise-se, cujo conhecido plano de negócios para aumentar sua base de clientes, vulgo seguidores-eleitores, é tornar versículos bíblicos em amuletos e doutrinas teológicas profundas em crendices supérfluas, a partir da sede espiritual do grupo, um verdadeiro parque temático judeu a que chama de templo cristão.

      E a megalomania e alucinação evidentes desse grupo, sem prejuízo da controvérsia em torno do charlatanismo e da lavagem de dinheiro, parecem influenciar a política externa brasileira, com graves e incalculáveis repercussões diplomáticas e econômicas.

      A Comissão de Relações Exteriores da Câmara e do Senado deverão reestabelecer, desde logo, seja nesse Simpósio e nas demais atribuições legislativas que lhes competem, os marcos da sensatez e da elevação de princípios da nossa diplomacia, historicamente mediadora e não conflagadora.

      • Discordo de muitas de suas posições, mas quanto à ingerência religiosa nas decisões políticas, no nível que for, e mais grave ainda à nível GF, é algo extremamente danoso. A Rede Globo sempre teve ingerência nos governos, até aqui. Agora, me parece que a Record desponta como a preferida. Nunca, em lugar nenhum, a mistura de política e religião deu certo. No caso específico, os lunáticos conseguem a proeza de misturar judaismo com cristianismo, em especial no “Templo” multimilionário, que mais parece um parque temático. A referida “igreja”, assim como todas desse viés, é uma fábrica de dinheiro! E isso tem demonstrado uma crescente e preocupante influência política. Torço para que Bolsonaro saiba separar uma coisa da outra e consiga levar adiante seu discurso de independência de pressões políticas, e nesse caso, travestidas de religião. Todos tem direito a ter, ou não, uma religião. Mas, que essa religião, seja qual for, fique bem longe da política.

  2. Esse governador do RJ,falando em snaps para dar tiro em bandido portando fuzil,concordo em parte,istoa tem que entrar na lei,é gerará que os bandidos podem ter acesso a fuzis snaps,inclusive já derrubou um helicóptero da PM.Ai será guerra de snaps,temos que ouvir muitos comandantes,jurista etc e especialistas em segurança pública.Tenho receio que isto se generalize,pois o que ele propões já acontece de fato,legitimar isto que pode ser um problema.Prefiro usar mais drones,mais inteligência mais presídios,etc etc

  3. É impressão minha mas parece que tem muita coisa que deveria ter sido conversada há 20 anos atrás e agora estão trazendo um rombo fiscal, financeiro, desenvolvimentista, etc…

    O Brasil tá um caos que não vai evoluir em 2 anos. O
    Bolsonaro tem uma tarefa hercúlea quanto a isso, e truco que qualquer coisa será resolvida em 4 anos… Eu realmente espero que sim.

  4. Snap (eu tenho o poder)sniper errei desculpe,não me combata,combata minhas idéias.A idéia do juiz governador.Deixaram o crime se organizar,agora temos que combater não tem jeito.Eu na minha humilde opinião o crime organizado é alimentado pelas drogas, é o único jeito é fechar a fronteira para o trafico,fiscalização drones,claro que passará alguma droga mas o produto vai se tornar caro,carissimo é isto por si vai diminuir o consumo é consequentemente a bandidagem,infelismente temos que construir mais presídios em locais de difícil acesso,vou ser criticado mas já e hora de pensamos em pena de morte(se você colocar em plébicito ganha com mais de 80%).

  5. Quanto à projeção internacional e oportunidades com novas alternativas, concordo mas sem bateção de tambor ou rasgação incondicional de acordos existentes.
    Alinhamento com os EUA ? OK. Mas romper com China, Europa e Brics ? Vamos pesar isso.
    Soluções israelis ? Ok. Mas sair apoiando Nethanyahu, mudar embaixada, virar alvo do terror ? Calma.
    Temos que ganhar seis, perder meia dúzia dá soma zero. Pragmatismo.

  6. Delfim 3 de novembro de 2018, “Juudaísmo, símbolos judaicos, sionismo e Israel, são para judeus” e em terra de judeus!
    SNIPERS!, sim!, por favor, sem ouvir a falsa moral, uma bala certeira, um bandido a menos!
    Começo do fim das balas perdidas e .

  7. Acabei de ver vídeo no mundo militar que não a drones irsaelences para porta armas automática para a segurança pública,o que tem a para uso militar mesmo ve verificarem notarão que a arma tem sua trepidação,dúvido que consegue dar um tiro certeiro,sem efeitos colaterais,Não sei onde esse juiz governador viu isto.A não ser que desenvolva(Irsael desenvolva isto).Concordo que ninguém a não ser agente de segurança possa exibir armamento pesado,por que sei que são treinados e psicologicamente aptos.

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