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Operação Escudo Antiaéreo 2018

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Sete Lagoas (MG) – No período de 15 a 19 de outubro de 2018, a 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea e as Unidades Militares de Artilharia Antiaérea juntamente com a Força Aérea Brasileira realizaram um exercício de dupla ação denominado Operação Escudo Antiaéreo 2018.

O 4º Grupo de Artilharia Antiaérea (4º GAAAe) ocupou a posição da Defesa Antiaérea de Ponto Sensível do Parque Fabril da IVECO Veículos de Defesa, no setor industrial do município.

A atividade operacional teve como objetivo adestrar todo o Sistema de defesa Antiaérea Brasileiro de modo a aperfeiçoar sua contribuição na Defesa Aeroespacial das Infraestruturas Estratégicas Brasileiras.

Do ponto de vista tático, o Exercício permitiu a prática das técnicas e dos procedimentos previstos nos protocolos de engajamento.

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

71 COMMENTS

  1. Cara, da uma tristeza de ver essas fotos, nosso Exército treinando defesa anti aérea com armas portáteis e canhões AA…Tinhamos que ter no mínimo Patriots, ou algo do genero.

    • A defesa antiaerea deste exercicio é apenas para defesa de ponto, não tem necessidade de colocar um s300 pra fazer esse serviço, para alvos a longas distâncias, temos a fab

      • Uma defesa antiaérea descente pode ser a garantia que vai haver uma base para os caças da FAB pousarem depois que atacarem um alvo distante.
        E dada a quantidade exorbitante de caças que temos/teremos quem vai vigiar o espaço aéreo quando estas aeronaves estiverem abastacendo, em manutenção e etc?

    • Defesa aérea é feita em camadas. Se o EB não tem sistemas AA de médio alcance e longo alcance por este motivo deve deixar de trainar a curto alcance? Sério mesmo?

    • Já tentou voar sobre uma posição inimiga armada de mísseis igla ou rbs70 ? Não é nada tranquilo caso não saiba, aquele valente piloto russo abatido na Síria que o diga

  2. Esse “escudo” é tão pequeno e frágil que até de um K-8 Karakorum Boliviano armado com foguetes e aquele pod de 23 mm poderia fazer um baita estrago…

    • “O 4º Grupo de Artilharia Antiaérea (4º GAAAe) ocupou a posição da Defesa Antiaérea de Ponto Sensível do Parque Fabril da IVECO Veículos de Defesa, no setor industrial do município.”
      .
      Me diz como é que um Karakorum vai voar mais de 1.400 km até Sete Lagoas em MG, passando por nosso sistema de radares, para gastar tempo e combustível realizando esse tal ataque com foguetes e canhões e ainda retornar a Bolívia, viajando mais 1.400 km?

      • É apenas um exemplo Bardini, esse tal “escudo” contra uma aeronave tipo o K-8, não estou dizendo que a Bolívia vai atacar o Brasil amanhã pode ficar tranquilo.
        Eu acho que até uma aeronave como o k-8 armado com bombas, foguetes e 23mm é sim um baita perigo contra esse tal “escudo”.

        • Foguetes, canhões e bombas burras impõe que a aeronave entre dentro do envelope dessa defesa de baixa altitude, que empregamos. Esse seu argumento não se sustenta.
          .
          Existem melhores argumentos para denegrir nossa Defessa Aérea.

          • Bardini, argumentos para denegrir esse suposto escudo é o que não falta, a começar pela pequena quantidade que temos de cada sistema, temos uma ninharia de iglas e de RBS 70, esse EDT-FILA também já esta fazendo hora extra.
            Eu continuo achando que até uma aeronave tipo o k-8 pode sim ser um perigo contra esse escudo, se você não concorda eu não posso fazer nada.

          • Ignore esse pessoal bardini, essa galera não entende nada de defesa antiaérea e vem aqui querer falar as asneiras absurdas, k8 agora é aparentemente um caça stealth que não pode ser derrubado por um ingla ou um rbs70… é cada uma

  3. Pessoal,
    Esse sistema é ótimo para a camada SHORADS a que se destina. Reclamem do que não temos. A camada interna, de baixa altitude tá muito bem representada.

    • Bosco, boa tarde
      Como esses sistemas se “comportam” frente a mísseis de cruzeiro lançados a partir de aeronaves ou navios? É possível utilizar esses meios de defesa contra esse tipo de ataque? Sabe onde posso encontrar referências na literatura nacional sobre o emprego de tais meios?

      • André,
        Para a defesa contra mísseis de cruzeiro subsônico a melhor abordagem (como sempre) é a defesa em camadas, ficando a primeira a cargo da aviação de caça combinado com aviões radar. Desde que os radares passaram a poder “olhar para baixo” ficou mais fácil abater mísseis de cruzeiro subsônico voando rente ao terreno.
        A segunda maneira é através de mísseis sup-ar de grande alcance (HIMADS) combinados com radares aéreos e radares de terra, tudo muito bem “amarrado”. Claro que a efetividade desse modo depende da posição do radar, do tipo de relevo, etc.
        Ambos os modos são capazes de interceptar mísseis nas fases intermediárias com algum sucesso, na dependência de uma séria de fatores.
        O terceiro modo é usando a defesa de ponto, provida pelos sistemas SHORAD. O melhor é que haja um aviso prévio vindo de radares de terra ou aéreo de modo a aumentar o tempo de reação. Nessa fase terminal do voo do míssil cruise vale tudo para interceptá-lo, desde canhões de 35 e 40 mm, até os mísseis Igla e RBS-70. Esse modo tem o inconveniente de ter que estar próximo ao alvo, sendo o modo menos eficiente.
        Claro que há sistemas melhores pra defesa ACM (anti cruise missile) de ponto, como por exemplo o Pantsir, o Iron Dome, etc. , mas nossas armas SHORAD não podem ser negligenciadas.
        Claro que a defesa contra mísseis cruise subsônicos é a mais complexa que existe, mais até que a de mísseis balísticos, e um indivíduo sozinho armado com um Igla no ombro não tem efeito algum. Mais importante que a arma em si são os sistemas de apoio que fornecem o alerta antecipado, a mira noturna, etc
        Valeu!

        • Bosco, têm algum sistema de média altura que lhe agrada mais que os demais?

          Como perguntei ali pro Agnelo, EUA e Israel possuem excelentes sistemas e tudo indica que teremos uma boa parceria com ambos. Há também os suecos, com os quais podemos ampliar a parceria gripen, sem contar que estão bem cotados no projeto da CCT.

          Dos sistemas que as empresas desses três países fabricam, qual lhe agrada mais para uma eventual compra do EB, considerando apenas questões técnicas?

          • Felipe,
            Eu considero que um sistema de média altitude em estado da arte deva ser:
            -modular (radar de alerta, posto de comando e lançadores, todos, individuais)
            -montado em chassi de veículo leve ou em plataforma
            -lançador vertical “preferencialmente”
            -míssil com orientação autônoma (radar ativo ou IIR)
            -alcance horizontal e vertical de pelo menos 25 km e 10 km respectivamente
            -todo o sistema seja transportado via KC-390

            Um que é desse jeito é o CAMM. Mas tem vários que se não é assim não foge muito, tais como o VL-MICA, Spyder, Iron Dome, NASAMS, etc.
            Claro que o BAMSE é um bom sistema, mas acho o mais “antiquado”. Prefiro um sistema que adote mísseis com seeker autônomo.

  4. Caraca isso aí segura uns tomahawks? Segura ao menos um Pucará? Creio que já está na hora do Brasil aposentar os Bofors 40 mm e colocar algo mais moderno, operado remotamente e menos custoso em termos de pessoal, como um Rapidfire 40 mm ou um Mantis, ou mesmo uma TORC-30 própria para defesa de ponto, melhor que esse treco da segunda guerra. Para média altitude merecemos pelo menos um NASAMS II, ou um 42S6 Morfey ou KM-SAM.

  5. Chato isso, mas tive que sair da minha casamata e vir meter minha colher nesse angu.
    “Tem caroço nesse angu.”
    Quem pode ameaçar belicamente o Brasil? Apenas as Potências mundiais.
    Como estão sendo feitos os ataques iniciais das Potências, pós Guerra Fria? Sempre a longa distância.
    Qual o principal armamento utilizado? Misseis.
    Quais os principais misseis utilizados? Cruzeiro.
    Bem, sabendo-se de tudo isso… O principal alvo para nossa AAA derrubar será, principalmente, misseis de cruzeiro.
    Então,
    Respondam nossos militares: Nossa atual AAA para baixa camada é compatível contra misseis de cruzeiro?
    A resposta eu e outros sabemos. Portanto tudo bem, podem se abster de responderem.
    O mais interessante é que nossa AAA, que é para curto alcance, nem contra um ataque moderno inicial, e que será com armas voando à baixa altitude, se presta.

    Misseis de ombro não são contra mísseis de cruzeiro, contra estes é necessário principalmente uma antena de radar o mais alta possível, o que aumenta a distância de detecção, e consequentemente o tempo de resposta.
    Com mísseis (ainda que de perna curta) mas interligados a radares com bom alcance, a defesa contra misseis de cruzeiro até pode ser possível.
    Mas usando só o visual-olhos do combatente para ele acionar o disparo não existe tal possível defesa.


    Percebam, que o sistema Guepard (considerado ultrapassado) tem um calcanhar de aquiles, justamente a baixa altura de sua antena. Logo, dependendo da topografia do terreno em que ele for atuar, sua ação pode ficar totalmente comprometida. Esse também é um ponto do Pantsir que deixa a desejar, a altura de sua antena. Defesa antiaérea, hoje, requer alcance radar o mais estendido que for possível. E AAA, de uma das maiores economias do planeta, baseada em olhos é piada.
    “Tem é caroço podre nesse angu.”

    • Prezado
      O q vc expôs nao é regra.
      Há diversos exemplos de campanhas q não começaram com larga campanha aérea precedendo o esforço terrestre.
      O estudo pra média altura está andando.
      Por enquanto, sem ameaças, treinamos a baixa altura, q não é menos importante.
      Quanto maior a impossibilidade de mantar grande superioridade aérea, maior a importância dessa Def AAAe.
      Por isso, hj, a Alemanha oferece ao Brasil 3x mais o q cobrou pelos Gepard.
      Lembre-se q doutrina não é trilho, mas uma estrada.
      Obviamente, ainda precisamos de média altura, mas há urgência?

      • Agnelo, sei que você não pode dar detalhes ou talvez não saiba, mas você acha que, sendo dada mais atenção às forças armadas pelo governo Bolsonaro, o sistema de média altura está na lista de prioridades do exército, sendo possível termos alguma novidade nesses quatro anos?

        E mais, se possível, na sua opinião qual o sistema disponível para a venda que mais mais lhe enche os olhos hoje?

        Tudo indica que iremos nos aproximar de excelentes fabricantes de defesa anti aérea, como EUA e Israel, sem falar no que os suecos têm a oferecer nessa área.

        • Prezado
          O q posso dizer é q, como está no PEE, há atenção. Ano q vem, sei q um trabalho grande será feito.
          Se não tivéssemos passando pelo problema $$ q estamos, talvez algo já estaria definido, mas tudo levou a uma priorização mais rígida.
          Quanto ao material, não sou de AAAe, então opino pouco. Por tudo q tenho visto e conversado com quem opera material russo, não gostaria deles.
          Os técnicos vão beeeem a fundo.
          Se vc olhar só a especificação do fabricante, vc ficaria entre todos os “Sedan” de todas as fábricas de carros na duvida… mas o técnico aponta o q não sabemos. Confio no trabalho deles.

  6. Eu vou reclamar do que não temos então. Não temos COIFA de capacete pra 5% da tropa! Isso é grave! Não é possível, eu já to poraki de ver foto da tropa com capacete verde parecendo playmobil! É ridículo. Não dá mais! Alo ministro da defesa! Urgente! Mais coifas!!!!

  7. Temos sim uma boa camada de ponto,o que os colegas acham que mesmo um k-8 armado de misseis antirradiação poderia destruir essa camada a dezenas de km,não sei porque o Brasil não encomenda um sistema de média distancia.O Pansir é caro sim o patriot e caro,encomende algo mais em conta,supri o exército de mais iglas ,rbs-70.Hipotecamente o Brasil tem centenas,para não disser milhares de alvos Refinarias,Petroquimicas,siderúgicas,hidrelétricas,usinas atômicas,Bases navais.Eu acho que o Brasil dispões de 150 iglas,70rbs,34 canhões antiaéreos 35mm.36gespard,algumas dezenas de 40mm.È impossível com esse material você proteger nem 10% dos alvos.Basta uma bomba burra no centro de uma refinaria para ela se destruída,imagine um bomba na usina angra dos reis.A Guerra é indesejável mas temos que preparar para ela.não gostaria de comparar a Venezuela,mas vamos lá,mesmo se EUA destruí-se os misseis s-300 da Venezuela,os penchoras e os bulk,mesmo assim ela teria uma formidável quantidade de iglas para defender suas cidades e suas fabricas de ataques de baixa altitude.Espero que o EB tenha suas armas em maior quantidade é maior alcance, é que possa dar segurança aõs pontos estratégicos do Brasil.Outra critica minha é que o Pátio das bases aeras do Brasil fica as aeronaves estacionadas em filas, nenhuma proteção,basta um avião furtivo fazer um ataque de supressa é babão isto ai em varias bases e adeus força aérea,a historia esta cheia de exemplos ex: os alemães destruíram mais aviões russos estacionados que no ar.

  8. Caro amigo, em uma guerra, você tem um alinha de ataque, nunca vai ter um ataque múltiplo vindo de milhares de direções, em caso de possibilidade de conflito, o exército envia para a região ameaçada duas defesas para a proteção antiaérea dos pontos sensíveis da reagiao, um ataque naval na costa do Rio por exemplo teria parte dessas defesas postas em angra, um ataque em Roraima teria parte das defesas em boa vista etc…. Acho difícil um ataque em todos os lados como você alega, até porque não há exemplo recente na história militar desse feito em um país continental. Sobre as bases, diversas nações do mundo estacionam os aviões da mesma forma, a Rússia é grande exemplo disso, sem falar que hoje a presença de bunkers se tornam irrelevantes com a quantidade de armamentos antibunker, se os seus inimigos chegaram tão perto assim da sua base aerea é pq vc já perdeu mesmo

  9. Endosso o coro de criticar por aquilo que não temos….hoje o mais necessário seria reforças nossas defesas aéreas de curto e médio alcance….no momento não vejo necessidade de coisas mais complexas de longo alcance como S-300/400, Patriots entre outros…

  10. O melhor ativo para reforçar a nossa defesa aérea se chama Gripen E/F… É um armamento multifunção, incluindo capacidade de combater o arqueiro e a estrutura de Guerra inimiga.

  11. Engraçado o pessoal falando que devemos criticar aquilo que não temos, mas será que temos essa camada de baixíssima altura em quantidade adequada? Portanto nem isso temos em quantidade adequada.
    A Venezuela possui 5 mil iglas, quantos iglas o EB tem? Dezenas ou algumas centenas?
    Uma aeronave entrando no envelope da defesa aérea não quer dizer muita coisa, se fosse por isso os argentinos com seus dagger e Skyhawk não teriam colocado no fundo do mar navios ingleses apenas armados com canhões e bombas burras, vai ter perdas na aviação? Vai, mas nem por isso torna o ataque inútil.
    Os ingleses na guerra das Malvinas se preocupavam até com o aermacchi mb-339, isso que os navios deles tinham uma defesa aérea melhor que esse escudo do EB.
    Na verdade falta interpretação de texto pra uma galera aí, o resto é mimimi e blá blá blá.

    • Agora você aborda a questão da quantidade, que realmente é um problema, diferente da qualidade que você tentou denegrir em outro comentário.
      .
      Interligamos Saber M60, RBS-70, Igla-S. É um bom sistema de baixa altitude, que conta com mísseis complementares.

      • Bardini eu não tentei denegrir, eu denegri mesmo, igla,rbs-70 e EDT-FILA é bom pra abater helicóptero e olha lá.
        Repito e não mudarei de opinião, esse escudo é uma peneira sim.
        Na Síria onde tem uma penca de mandpad já é difícil abater alguma coisa, imagina meia dúzia de gato pingado.
        Nossa “discussão” está parecendo a sua discussão entre rodas x lagartas que você tem com o pessoal aqui do forte.
        Eu não mudarei de opinião assim como você também não, felizmente estamos numa democracia pra termos opiniões diferentes.

        • Mauricio,
          Apesar de alguns baterem, não existe sistema perfeito, a tal bala de prata, se um sistema é muito bom, vão tentar projetar algo que possa bate-lo, pode ser necessário construir algo novo, adaptar o que tem ou utilizar o que tem de forma diferente.
          Qual a utilidade de um sistema como Patriot para defender soldados de um pelotão de selva? Qual o sentido de usar um caça de 60 milhões de dolares, para jogar uma bomba de meio milhão de dolares na cabeça deste mesmo pelotão? Ou seja, para cada cenário, vc utiliza o que tem o melhor custo x benefício. Em tese vão utilizar helicopteros para atacar o pelotão e o mesmo se tiver os mampads, já podem se defender (é o que aconteceu na segunda guerra entre Equador x Peru).
          Obviamente o sistema pode ter um número inadequado MAS para momentos de paz, sem qualquer país hostil, o que tem, tem que ser o suficiente para criar doutrina, treinar o pessoal e ter o mínimo de defesa, e é isto que o EB está tentando fazer.
          Muitos dizem que é necessários sistemas como S-300, Patriots no Brasil, e te pergunto para que gastar alguns Bilhões de dolares para se defender de quem? Vamos colocar estes sistemas aonde? Angra? Brasilia? Quem pode nos atacar nestes pontos? Só se for os ET ou os americanos, vale a pena gastar o que não tem para um cenário deste tipo?
          E digo mais, um sistema como S-300 pode ser destruído com uma dúzia de ST armados com bombas inteligentes? Ou destruídos por tiros de artilharia? Claro que sim, tudo depende de como as peças são utilizadas.
          Um equipamento em sí não garante nada, por sinal é melhor não ter se não souber usar ele e isto, demora algum tempo para aprender.
          Um grande abraço

  12. Pessoal, desculpem a intromissão, mas esse papo de defesa já está enchendo. Vamos falar de futebol.
    Na Copa do Brasil, quando um time lá do mais remoto rincão, vai enfrentar um time do Sul do País, como a diferença entre as equipes é gritante, então o técnico nem precisa preparar o time por que já sabe que vai perder? Melhor dar folga pra equipe e só se reunirem no dia do jogo? Treinar pra que? Seria isso?
    Mais uma vez peço desculpas por fugir do assunto. Bom feriadão a todos.

    • João, depois que o meu Grêmio deixou escapar a classificação no finalzinho do jogo o que eu menos quero falar é de futebol hahaha.
      Desculpe a brincadeira mas não resisti.

      • Maurício
        Já vi que somos “inimigos mortais”.
        Mas não vamos falar de futebol então. Falemos de defesa.
        Pior foi meu time que invadiu os Emirados Árabes e ao se dirigir ao alvo principal (Inter de Milão), foi abatido em pleno vôo em Abu Dhabi pela AAA de baixa altitude, equipamento chamado Mazembe, classificado de segunda linha. Tudo isto porque, mesmo eles sabendo terem um equipamento inferior, não deixaram de treinar e se adestrar.
        Abraço

        • João, “inimigos mortais” KKK, a analogia com o futebol foi interessante, mas no futebol quando nossos times perdem o máximo que acontece é nosso time voltar pra casa de cabeça baixa, já numa guerra um desleixo com a defesa e temos que catar os restos mortais dos soldados.
          Como o governo nunca dá a devida atenção a defesa eu particularmente compraria o sistema spyder de Israel e complementaria com mais igla pro pessoal fazer a defesa contra helicópteros, na verdade eu nem gastaria dinheiro com o rbs-70, na minha opinião ele não acrescenta muita coisa sobre um igla por exemplo.

          • Maurício, o que eu quero dizer é que o EB precisa adestrar sua tropa com o que dispõe.
            Todo mundo aqui concorda que o equipamento deixa a desejar. Mas se não dá pra servir filé, vamos de arroz com ovo mesmo.
            O que não pode é deixar os soldados parados, só porque o armamento não é top de linha.
            Modernizar o equipamento não é problema dos comandantes das unidades. Isto é problema do Estado Maior, comandante geral, MD e presidência da República. Seria interessante se o Congresso também se envolvesse.
            Abraço

  13. Colega exagerou ao mencionar o K-8 Karakorum Boliviano, mas é fato que nossa defesa AA é ultrapassada sim. Pra mim uma das maiores lacunas em nossas forças armadas. A prova mais conteundente é que não temos capacidade de derrubar um avião voando a mais de 5000m de altitude.

    Precisamos sim e urgentemente de um sistema anti-aéreo de médio alcance com boa mobilidade, capacidade de atingir alvos em média distância até cerca de 15000m de altitude. O BAMSE da Saab viria a calhar, embora seja um sistema com limitações, para quem não tem nada já é um grande avanço. Creio que os Suecos nos venderiam barato, parcelado, com ótimo suporte e ainda com transferência de tecnologia. Não sei porque o exército não adquiriu esse sistema. Pra mim muito mais importante hoje do que investir em AH-1 Cobra via FMS.

  14. Paulotd, concordo com tudo que você falou mas o k-8 pode sim representar uma ameaça, nas Malvinas os ingleses se preocupavam com o mb-339 armado com canhões e bombas burras, são aeronaves da mesma categoria, se até os ingleses se preocupavam imagina só nós.

    • Agnelo, posso estar enganado, mas creio que o esforço da OTAN neste particular se deu para proteger bases e instalações nos territórios mais críticos da Guerra ao Terror, como o Afeganistão.

      • Camarada
        A guerra ao terror não implica em necessidade de defesa de ponto taticamente falando, como as Resevas das Bda e Div, PC, Base Logisitca de Brigada ou Art Campanha. As defesas de ponto, normalmente se concentram nisso, além de algumas estruturas.
        Segundo o q li e ouvi de OLig, foi o aumento do atrito com a Rússia, pois seria um adversário contra o qual não há domínio aéreo, mas fica aquela superioridade aérea pendular, hora um, hora outro. Por isso, a necessidade de proteger pontos.
        Sds

  15. Importante sim, e os RBS-70 já nos dão uma boa proteção em baixa altura, mas tem de ser complementados com um equipamento de maior capacidade e alcance.

    Concordo com colegas, Bofors 40mm deveriam ser aposentados e substituidos por mais mais unidades do RBS-70 e a incorporação do BAMSE em pelo menos 5 brigadas de AA.

    • Paulotd,

      Depende…

      Um SAM composto com canhões guiados por radar o sistema óptico, ainda pode ter considerável valia. Projéteis são mais baratos que mísseis, e podem prover defesa de ponto consistente contra mísseis de cruzeiro e petardos que descrevam trajetórias balísticas ( morteiros ).

      Concordo que os Bofors já deram o que tinham de dar, mas um sistema AA a canhão ainda pode ser de considerável utilidade, principalmente para forças em situação de guerra assimétrica. É, sem sombra de dúvidas, uma opção a mais, e não discordaria de haver ao menos uma fração AA composta por esse tipo de armamento pronta para ser ligada a uma unidade que por ventura seja destacada para lutar essa modalidade de combate.

    • Eu optaria a substituição do Bofors pelo Rapidfire 40 mm que é controlado remotamente, e para média altura o S-350 Vityaz. Para nossas divisões blindadas eu colocaria o MBDA-MPCV que também é remotamente controlado.

  16. Francamente, a única coisa que acredito que falta aí é um legítimo sistema counter-PGM…

    Um SHORAD de grande desempenho, capaz de defender estruturas ou tropas em movimento contra munições guiadas, seria a melhor compra possível para nossa atual situação, provendo uma defesa de ponto verdadeiramente consistente. Soma-se a este no futuro apenas o RBS-70 ( de preferência na sua variante NG ) e o radar SABER, e ter-se-á um excepcional sistema integrado, bastante racional e padronizado.

    Considero dispensável um SAM de maior alcance, haja visto não haver ameaça local que exija tanto ( ausência de mísseis balísticos )… E há ainda o fato do grosso de nossa infraestrutura estar longe das fronteiras, o que minimiza o risco frente a aviação inimiga.

    Fora isso, estou com o Bardini… A melhor defesa AA chama-se Gripen E/F.

      • Infelizmente, não é possível proceder dessa forma pelos dias de hoje…

        Só se pode ter aquilo que se sabe precisar ou que se projeta verdadeiramente usar. O mais, é desperdiçar recursos que teriam muito melhor uso em outras áreas.

  17. Arma anti-aérea de tubo já temos os Gepard 35mm, que são sim excelentes, e muito mais evoluidos que os Bofors 40mm. Veja que a grande maioria dos nossos Bofors 40mm são da mesma variante da segunda guerra mundial, ou seja, não é guiada por radar como o canhão dos Gepard e o Bofors tem cadência de tiro muito menor.

    Temos 36 Gripens para defender uma das maores nações do mundo. É óbvio que é insuficiente, e o exército poderia ofercer uma proteção AA de melhor alcance para posições estratégicas.

    A substituição do Bofors é uma realidade, eles deveriam ir para a reserva, e no lugar implantar Oerlikons 35mm guiados por radar, RBS-70NG e um sistema AA de médio alcance (eu gosto do BAMSE e a Saab é uma ótima parceira das FA)

    • O Gepard já é um sistema antiquado… Algo mais evoluído, da categoria do MANTIS alemão, se faz necessário, se o propósito for um sistema AA de cano.

      Um sistema SAM em caráter estratégico é algo para a FAB. O EB, entendo eu, deve limitar-se a sistemas próprios para defesa de ponto.

      O BAMSE, embora seja considerado em várias publicações como um sistema de médio alcance, pode ser considerado um SHORAD de grande desempenho, assim como equivalentes. Também gosto do sistema sueco, mas já há coisa mais evoluída a caminho.

      Algo dentro da categoria do BAMSE eu consideraria o ideal para o EB, provendo defesa em deslocamentos e para concentrações de tropas, além da proteção de estruturas de interesse, operando tanto de forma integrada a FAB quanto de forma independente desta.

  18. Senhores,
    Insistem em transformam todo estudo da EsACosAAe em papel higiênico.
    Todo trabalho feito pela 1° Bda de AAAe em um grande teatro.
    A nossa artilharia AAe tem suas limitações, tanto na quantidade, como na inexistência de meios para atuar nas demais camadas que formam um sistema de defesa AAe moderno.
    Mas é no mínimo “imprudente” descredenciar o nosso preparo e doutrina, bem como o nosso atual material empregado para a defesa da camada mais baixa da defesa AAe.
    Uma boa parte de nós aqui, sabemos da evolução do campo de batalha.
    Mas as vezes nos esquecemos que algumas TTP evoluem, mas estão alicerçadas no arcabouço de conceitos históricos.
    E na AAAe, historicamente, tudo que puder ser arremesso contra o alvo, incluindo paus e pedras, pode ser letal.

    Na história da guerra moderna, encontramos vários relatos de aeronaves de alta performance sendo abatidas por armas de pequeno calibre, inclusive partindo de armamentos portáteis.
    A dupla RBS 70 e Igla, complementadas pelo Guepard e pelos vetustos L70 e GDF001, somados as onipresentes 12,7mm tem seu lugar garantido na história, mas ainda figuram com grande relevância na atualidade.

    O SOL É O CZA!

    Grande abraço a todos!

  19. Necessitamos urgente de Patriots ou S-300.
    A camada de defesa de baixa atitude já está muito bem aparelhada.
    O que nos falta é levarmos a sério a defesa aérea de grande altitude através de misseis terra ar e vetores capazes de lançar misseis BVR.
    Ainda insisto em dizer que sem a camada de média e alta altitude somos totalmente vulneráveis.
    A pressão por este aparelhamento deveria vir dos empresários e da sociedade civil, pois os primeiros alvos de qualquer ataque contra o Brasil seriam as fábricas e a estrutura logística.

    • Então, vamos comprar os sistemas para defender o que e de quem?
      Como postei lá em cima, vamos defender Angra? Qual o pais que consegue fazer um ataque aereo em Angra?
      Defender Brasilia? Se Angra é longe, imagina Brasilia.
      Itaipu, vamos imaginar que a Bolivia fosse uma grande potencia e que houvesse escaramuças entre a Bolivia e o Paraguai (ou mesmo o Brasil), vão colocar o S-300 para proteger Itaipu, ótimo, mas e as linhas de transmissão?
      Um sistema como S-300 serve muito bem para regiões restritas, não para um pais continental como o Brasil e o pior, não existe ameaça que justifique o gasto desta empreitada.
      Uma coisa é defender um território do tamanho do RJ (com adversários em uma distancia como ES), outro bem diferente é defender um pais do tamanho do Brasil, sem nenhum adversário a vista.
      Tem muita gente assistindo muito filmes de ação ou jogando video game.

      • Discordo totalmente. Devemos ter todos os sistemas disponíveis para defender as riquezas e grandes centros do nosso país. Quer dizer que a região Norte e Nordeste não tem importância alguma?

        Toda região metropolitana, assim como seu parque fabril deveria ter um sistema antiaéreo para protege-lo.

  20. “O Brasil que eu quero”, é um Brasil onde FAB, EB e MB sentem juntos para cooperar $$$ no desenvolvimento de um míssil de defesa aérea comum para as três forças. Essa seria um medida de otimização, para obter recursos para o desenvolvimento, mirando uma ampla independência nas 3 forças e a padronização, para obtenção de um residual escala de produção.
    .
    Um míssil que possa ser empregado como uma alternativa ao míssil BVR que será importado, para os caças da FAB.
    Um míssil que possa ser empregado na AAAe da FAB, do CFN e do EB, usando um sistema de arquitetura modular, que possibilite o emprego de diferentes sensores e sistemas.
    Um míssil que possa ser empregado na Defesa Aérea da Esquadra, sendo embarcado em nos nossos navios.
    .
    Esse é um projeto muito mais interessante, do que torrar mais de um bilhão de Trumps, trazendo sistemas que não precisamos de fora, como Patriot ou S-300.
    .
    Mas é algo que não aconteceria da noite para o dia. Até lá, seguiríamos comprando mais RBS-70, Igla-S, Saber M60, entre outros sistemas… Sem deixar de lado o mais importante: Novos Gripen E/F.

  21. Defesa em baixa altura ainda não está ideal, a arma escolhida (RBS-70) é ótima, porém em quantidade insuficiente. Parece que há pouco mais de 30 lançadores quando o número ideal deveria ser mais de 100. Os Iglas também parecem que não chegam a 100 unidades. E ainda faltam mais canhões Oerlikon 35mm, temos só 38 Gepard, deveriámos ter mais de 100 peças de 35mm guiadas por radar.

  22. As armas e seu emprego se fazem com vista a um adversário potencial e as nossas vulnerabilidades. Neste exato momento não é premente a presença de sistemas de média altitude pois não temos ameaça capaz de por em risco instalações estratégicas. Nosso território nos defende. Vejam exemplo dos Venezuelanos. Onde no máximo poderiam ir se fossem operacionais? Boa Vista? Manaus em cerebrina concepção? Aqui que meios a Argentina ou a Bolívia tem?De outro lado uma invasão ou campanha vinda de mar seria de tal envergadura que nem os melhores sistemas de média ou grande altitude poderiam impedir.

    Então antes de criticar é preciso ver o contexto. No momento temos outras prioridades, como Guarani, artilharia de campanha, fuzis para substituir etc… A hora da AA virá a seu tempo

  23. Mais do que AA de médias altitudes, com certeza o programa prosub é um gigantesco meio de dissuasão. Claro que o Brasil precisa urgente de adquirir meios de defesa antiaérea, modernos, capazes de lidar com as aeronaves supersônicas. No lado da FAB, os caças Gripen foram uma excelente escolha.

  24. Olá!

    Cheguei meio tarde mas lá vão minhas considerações e devaneios!! kkkk

    Acredito que o EB deveria ao seu tempo ter para DA Ae F Ter, incrementando as capacidades necessárias ao seu emprego integrado ao SISDABRA, a seguintes unidades na sua BDA AAAe:

    06 GAAAe (SP, RS, RJ, MG, DF (Já existentes) e MS (Novo), com 03 baterias com canhões e mísseis com 03 seções equipadas com 02 Bofi-R 40mm + 1 Igla + 1 EDT + 1 Saber cada e 1 bateria de mísseis RBS-70 com 04 seções com 3 UT + 1 SABER cada;

    03 GAAAe MeAlt, com 03 baterias Astros AAe CAMM com 4 UT + 4 SABER 60 + 1 SABER 200 cada e 01 bateria Astros AAe Aster 30 com 6 UT e 6 SABER 200;

    2 GAAAe Slv (AM e PA), com 03 baterias de mísseis com 04 seções cada, sendo, 02 de RBS-70 (3 UT) e 02 de Igla (4 UT), mais uma bateria de média altura com 4 Astros AAe CAMM;

    1 GAAAe DE (PE), com 02 baterias de canhão e míssil, 1 bateria RBS-70 e 1 bateria de média altura;

    Total:
    Bofi-R: 120;
    Igla: 108;
    RBS-70: 120;

    EDT-FILA (Modernizado): 60;
    SABER 60: 160;
    SABER 200: 36;

    Astros CAMM: 48;
    Astros Aster 30: 18;

    Abs,

  25. Descrevi acima os meus devaneios a respeito da BDA AAe!

    Faltaram os equipamentos para os GpAAAeAD e as BiaAAAe dos batalhões e brigadas do EB!

    Abs e sucesso a todos!

  26. O Bardini falou com muita propriedade, ou seja, o melhor é não deixar o arqueiro lançar a flecha, mas se lançar é preciso tentar para-la. A nossa defesa de ponto ou de curto alcance com o binômio canhões 35mm, 40 e manpads até vá lá, mas realmente se faz necessário um sistema com um pouco mais de alcance , algo aí na casa dos 15km e 25.000kts de alcance vertical, sendo que seria o ideal que as três forças sentassem a mesa e escolhessem o mesmo vetor.
    Na lista: CAMM, Iris T, e quem sabe se o troço rodar, o A Darter.
    Para tudo aí acima citado, será necessário muito dinheiro, e talvez pesando no EB e na FAB como experiência doutrinária, o Bamse, que está dando baixa nas Fas Suecas, poderia ser repassado a custos dentro das nossas possibilidades, para desenvolvimento da doutrina e se ter alguma defesa AA anti PGM.

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