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Saab recebe pedido de Carl-Gustaf M4 para a Eslovênia

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Carl-Gustaf M4

A Saab recebeu um pedido de entrega do novo sistema de armas multifuncionais Carl-Gustaf M4 para as Forças Armadas eslovenas. As entregas ocorrerão entre 2018-2020.

A Eslovênia é um novo cliente do sistema Carl-Gustaf e o nono cliente da Saab para a versão Carl-Gustaf M4 desde o seu lançamento no final de 2014.

O Carl-Gustaf M4 é a versão mais recente do sistema de armas portátil, de ombro múltiplo e multi-funções. Ele oferece aos usuários uma ampla gama de opções de engajamento e permite que as tropas permaneçam ágeis e eficazes em qualquer cenário. Baseia-se nas capacidades formidáveis ​​do sistema, oferecendo um maior grau de precisão, construção mais leve e compatibilidade com inovações futuras. O M4 também é compatível com os desenvolvimentos tecnológicos futuros do campo de batalha, como sistemas inteligentes de observação e munição programável.

“A encomenda eslovena é mais uma prova de que Carl-Gustaf M4 é a arma número um no mercado. Estamos felizes em apresentar as Forças Armadas eslovenas ao Carl-Gustaf M4, da Saab, com capacidades superiores e alta flexibilidade tática, e nos sentimos confiantes de que o usuário final ficará satisfeito ”, diz Görgen Johansson, chefe da área de negócios da Saab Dynamics.

A nova versão mantém toda a eficácia e versatilidade do comprovado sistema Carl-Gustaf, ao mesmo tempo que introduz uma série de melhorias importantes. Estes incluem um design mais leve (pesando menos de 7 kg), um contador de munição, segurança aprimorada e recursos inteligentes, como compatibilidade com futuros sistemas inteligentes de visão e munição programável, que oferecem coletivamente melhorias operacionais significativas para o soldado. A arma é totalmente compatível com todos os tipos de munição.

A Saab atende o mercado global com produtos, serviços e soluções líderes mundiais em defesa militar e segurança civil. A Saab tem operações e funcionários em todos os continentes do mundo. Através de um pensamento inovador, colaborativo e pragmático, a Saab desenvolve, adota e aprimora novas tecnologias para atender às necessidades de mudança dos clientes.

FONTE: Saab

20 COMMENTS

  1. Concordo. O EB deveria dotar todos os Bat Inf com esse equipamento. Não sei se todas as unidades de infantaria possuem o Carl, algumas talvez outro tipo, mas padronizar com esta arma seria muito bom.
    Abraço.

    • A nível de esquadra fica inviável pelo peso e volume. Imagine assaltar uma posição com um tubo de 1 metro e 7 kg (versão M4, mais leve e compacta) nas costas? Isso fora a munição que pesa em média 3kg cada carga.

      Pelo poder de destruição e alcance seria mais adequado ao nível de pelotão ou companhia, principalmente para este ultimo (ao meu ver), como armamento orgânico para emprego contra fortificações, aglomerações de pessoal e blindados leves.

    • Todas as unidades de Infantaria do EB possuem em sua dotação o Carl Gustaf, no nível Companhia (pelotão de apoio). A dotação padrão para a maioria das unidades é de 3 Canhões por Companhia.

  2. Temos a versão nacional dela, a ALAC…

    Poderíamos mesmo comprar alguns exemplares desse Carl-Gistaf, para tropas especias e tal…

    Mas seria muito bom comprar a ALAC em larga escala!

  3. Pessoal, o Can SR é arma de apoio nivel subunidade ( esquadrão ou cia) ou unidade ( batalhão ou regimento). Normalmente neste calibre é de subunidade.

    Em nivel GC se pode usar o ALAC ou AT-4 que é outra categoria de arma. Não são equivalentes.

    Temos 120 Carl Gustav, sendo que uns 10 estão na brigada de operações especiais.

    A dotação do canhão M-18 de 57mm nas cias era de 03 no pel de apoio. Com este numero seriam 09 por unidade, de forma que teriamos pouco mais de 10 dos quase 60 batalhões equipados com armas AC nas cias hoje ( carl gustav, pois o 57mm deu baixa).

    Eu proponho reduzir o numero para 02 por subunidade, atuando preferencialmente as peças juntas, sem prejuizo do seu emprego por peça separada em reforço, opoio direto ou ação de conjunto.

    verifica-se que temos um déficit de entre 240 e 420 peças aproximadamente conforme seja a composição alvitrada. E uma arma baratíssima.

    Ja no nivel unidade, com a baixa dos M-40, que eu acho um grande erro, pois com um telêmetro e miras noturnas ainda davam um bom caldo, as OM ficaram em regra, sem defesa AC. O pelotão AC com misseis é so uma ficção e continuará sendo por um bom tempo se não de forma definitiva.

  4. Boa madrugada a todos,
    Colombelli qual era o nível de precisão aproximado do CSR M40 106mm? Compartilho da mesma opinião de que foi uma pena a baixa do M40.

    CM

  5. Claudio, eu vi numa tarde, em 1995, 66 tiros do M40 a 300 metros de distância ( tanto da peça como dos alvos) e atirando num alvo a 400 metros. No outro ano, ele estava a 4 metros de mim ( estávamos eu e Sgt Menezes com as peças do 57 ao lado) e o Sgt Luis Antônio que estava com o M-40 colocava munições a 700 metros como se fosse com a mão. O alvo era uma porta de armário e era das metralhadoras MAG e .50. Ai ele sacaneou e meteu fogo em cima com o 106. Bastou dois tiros com o fuzil apontador e foi em cima.
    Posso te afirmar que vai tranquilo a mil metros com precisão extrema. Uma guarnição adestrada entra em posição, fixa o alvo, disparo o fuzil apontador, corrige e dispara em segundos.
    É verdade que se trata de uma arma barulhenta e espalhafatosa que se nota a distância, mas isso poderia ser compensado por agilidade de saida de posição.
    Detalhe, na época a distância era calculada no olho ou com retículo do binóculo. Imagine se tivesse um telêmetro e uma mira noturna.
    A meu ver deveria ter sido posto o canhão numa viatura maior, com capacidade para 12 a 16 tiros, um telêmetro e uma mira noturna e ampliado de 3 para quatro pelas por unidade, trabalhando as pelas juntas em seções.
    A perspectiva de avançar contra uma arma destas é pior que enfrentar uma .50.
    É uma arma barata e impõe respeito, excelente para apoio de fogo em área urbana pois entra em qualquer biboca e dá pra levar até no braço.

  6. Boa madrugada senhores!

    Colombelli inicialmente obrigado por compartilhar a vivência. Pois então…o M40 montado no Marruá AM200 poderia ter sido a solução para a viatura maior.

    CM

    • Positivo, so teria que tirar a capota, deixar plano pra o giro do canhão e no banco de trás inserir 18 a 24 tubos de suporte pra munição que seria retirada pela lateral com mais 04 atrás no assoalho do canhão.

      Um duplas enquadrados em uma seção, e partindo já da posição, disparam fácil 4 tiros em 10 segundo e vazam antes de vir o fogo de retorno. Com telêmetro, um laser apontador e mira noturna ia ficar um luxo. É arma barata, multifuncional e literalmente aterrorizante. A grande assinatura acústica e visual pode ria ser compensada por mobilidade e uma guarnição bem adestrada.

  7. li sobre o ALAC e achei-o extremamente interessante, fruto de mentes brilhantes no quesito simplicidade. legítimo FF (fire and forget): você dispara e esquece o cartucho onde quiser. nada de complicações, nada de regulagens aqui e acolá. aprontou, mirou, correu.

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