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Helicópteros de Ataque: modelos que interessaram ao EB despertam polêmica

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Ka-52
Ka-52

Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Aéreo

Os helicópteros Kamov Ka-52 Alligator, da Rússia, e T129 ATAK, fabricado na Turquia, frequentaram a lista de aeronaves elaborada pela Aviação do Exército Brasileiro (EB) na Era Petista, para selecionar um modelo adequado à nova unidade de ataque que a Força Terrestre pensa em criar. E hoje estão, ambos, nas manchetes dos portais e blogs de assuntos militares – por motivos diferentes, diga-se.

O Ka-52 não passou, para a Força Terrestre, de um sonho.

Em 2016 o Ministério da Defesa da Rússia não permitiu, nem mesmo, que os pilotos do Grupo de Ensaios e Avaliações do Comando de Aviação do Exército o experimentassem.

A alegação foi de que, apesar de ter realizado vários voos de demonstração, a aeronave ainda não se encontrava completamente pronta – e, muito menos, disponível para potenciais clientes estrangeiros.

Isso apesar de os Ministérios da Defesa da Rússia e do Brasil terem montado, à época, um inédito mecanismo binacional de consultas, com oferta recíproca de cursos e de equipamentos.

Os brasileiros precisaram, então se contentar, em conhecer – e voar – o Mil Mi-28E Night Hunter (denominação comercial para exportação), conhecido nos catálogos da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) como Havoc.

Já o governo do Egito recebeu de Moscou o clearance que foi negado ao Brasil.

AH-64D Longbow do Exército dos EUA

Perda de potência – Tendo incorporado os dois porta-helicópteros de assalto anfíbio de construção francesa que tiveram seu repasse à Marinha Russa bloqueado por causa da crise russo-ucraniana na Crimeia, militares  egípcios anunciaram, em 2015, a aquisição de 46 unidades do modelo Alligator.

Os três primeiros foram entregues em meados de 2017, como parte de um lote inicial de 12 aparelhos.

Todos foram reservados ao treinamento de pilotos e técnicos em manutenção. Ano passado, um total de 100 militares – 30 pilotos e 70 mecânicos de Aviação – já haviam passado por estágio técnico em território russo.

Mas, em meados deste ano, a tramitação, na Agência de Cooperação em Segurança dos Estados Unidos (DSCA), de uma solicitação do Egito acerca de helicópteros de ataque, indicou que havia sérios problemas com os Ka-52 fornecidos pelos russos.

Mais tarde, ao admitir formalmente esses contratempos, militares egípcios sublinharam que se tratava de problemas “principalmente de natureza técnica”.

Informações obtidas pelo Departamento de Defesa, em Washington, afirmam que o novo Ka-52 tem esses “problemas técnicos” espalhados por quase toda a aeronave: nas instalações de motores, em seus aviônicos, nos sistemas de navegação e nos equipamentos de visão noturna.

Em ambientes de temperatura elevada (muito comum em terras egípcias) o motor VK-2500 do Ka-52 apresenta uma significativa perda de potência, que não pode ser eliminada ou, simplesmente, contornada, por uma mudança no regime de voo.

Além disso, aviônicos e sistemas de navegação não se revelaram confiáveis, o que, em tese, pode facilitar uma situação de acidente.

De acordo com a DSCA, o governo do Cairo solicitou a compra de dez helicópteros de ataque americanos Apache AH-64E, (modelo também indisponível para o Exército Brasileiro), 24 motores 1700-GE-701D, peças sobressalentes e outros equipamentos. Na terça-feira da semana passada (27.11) o Departamento de Estado americano manifestou-se favoravelmente ao negócio.

Valor da operação comercial: cerca de 1 bilhão de dólares.

Em sua justificativa para pedir os Apaches, os generais egípcios elencaram (1) o combate às atividades terroristas que se multiplicam na Península do Sinai e prejudicam a estabilidade regional; e (2) a possibilidade de aumento da interoperabilidade entre o Egito, os Estados Unidos e outros aliados empenhados na guerra anti-terrorista.

T129 ATAK

Erdogan – Na segunda-feira da semana passada (26.11), em um discurso durante a solenidade comemorativa de mais um aniversário de criação da 15ª Ala de Ataque da Força Aérea das Filipinas, sediada em Cavite, o Comandante-Geral da corporação, tenente-general Galileo Kintanar, informou que o Grupo de Trabalho Técnico que analisava um helicóptero de ataque para sua corporação, selecionara o T129 ATAK, fabricado pela Turkish Aerospace Industries (TAI).

O anúncio causou surpresa e alvoroço, porque esse resultado ainda não foi, nem mesmo, levado, oficialmente, ao Departamento de Defesa Nacional, que é o órgão com autoridade para confirmar e viabilizar tal aquisição.

Fabricantes de helicópteros dos Estados e da Europa ressaltaram, nas mídias de seus países, que o contrato da Aviação Militar Filipina com a TAI ainda não foi assinado, e que tal documento precisará superar diversas etapas administrativas (verificações de preços, financiamentos, de equipamentos embarcados e prazos de entrega, entre outros) – o que permite inferir que a opção pelo T-129 será firmemente contestada.

Entre os que acreditam que a definição pelo Comando da Força Aérea Filipina encerra o assunto, a expectativa é de que a operação comercial seja estabelecida por meio de um acordo de governo a governo, entre Turquia e Filipinas.

AH-1Z equipado com foguetes guiados a laser APKWS II
AH-1Z

Brasil – Aberta ainda em 2014 para mobiliar uma unidade de ataque com aeronaves “no estado da arte”, uma licitação internacional do Exército Brasileiro pré-selecionou quatro modelos de helicópteros: o americano Bell AH-1Z, o T-129 Mangusta modernizado (projeto italiano fabricado na Turquia), o russo Mi-28NE e o Eurocopter Tiger (cuja inclusão no programa, de última hora, exigiu uma gestão específica da companhia Helibras junto às autoridades brasileiras.

Mas todo esse trabalho foi, por ora, deixado de lado, enquanto o Comando da Aviação do Exército, explora a possibilidade de obter de 8 a 12 células do aparelho AH-1W (Whiskey) Super Cobra, operado há mais de três décadas pelo Corpo de Marines dos Estados Unidos.

Cerca de 35 unidades do modelo Super Cobra foram disponibilizadas para “nações amigas” do governo americano. E isso a um preço que não chega nem a um terço do valor de um helicóptero de ataque novo.

A questão é que o tema da aquisição de Super Cobras usados envolve custos de modernização significativos, que deverão ser quitados, obrigatoriamente, junto a empresas americanas.

A cabine do helicóptero, por exemplo, fortemente analógica, precisará ser submetida a uma ampla modernização.

O interessante é que, nesse momento, nem mesmo a alternativa do Super Cobra encerra o assunto dos helicópteros de ataque no âmbito do Exército Brasileiro.

Sikorsky S-70 Battlehawk
Sikorsky S-70 Battlehawk

Battlehawk A 14 de novembro último, representantes da empresa americana Sikorsky apresentaram, a uma plateia do Quartel General do Exército, a versão do conhecido helicóptero Black Hawk armado para missões de ataque – que muitos tratam, nos círculos aeronáuticos internacionais, como Battlehawk (“Falcão de Batalha”) .

Na faixa de mercado dos helicópteros dedicados ao combate, a Sikorsky vem colhendo sucessos e insucessos.

O Exército da Colômbia acaba de adquirir mais um lote da versão S-70 Arpía III do Black Hawk – com engenharia israelense –, mas os australianos, por exemplo, preferiram o modelo Eurocopter Tiger ARH ao aparelho da Sikorsky.

O que pode ter movido a companhia americana a tentar se intrometer no assunto da unidade de ataque do EB é o clima de indisfarçável aproximação entre o Brasil e os Estados Unidos, motivado pela eleição do deputado Jair Bolsonaro à Presidência da República.

A 14 do mês passado, a explanação sobre a versão de ataque do Black Hawk esteve a cargo do diretor global de Programas Militares da companhia, Joe Palumbo.

Ela foi assistida, entre outros, pelo chefe do Estado-Maior do Exército, general de Exército Paulo Humberto, pelo Comandante da Aviação do Exército e pelo diretor de Material de Aviação da Força Terrestre.

Atualmente, a ideia do Exército é que a sua unidade aérea de ataque esteja pronta para ser ativada por volta do ano de 2025.

213 COMMENTS

    • Em alguns anos com a economia crescendo? Nossa como queria ter essa confiança. Na melhor das hipóteses vai continuar estagnada. Na pior vai ter outra grande crise economica e dessa vez teremos um governo e um ministro da fazenda completamente submissos aos abutres do mercado financeiro.

      • Kkkk….. historicamente o partido mais entreguista e pró-banqueiros na última década foi Quem?? Háa o sr sabe, só não quero assumir porque? Kkkk

      • Errado meu caro. Se informe um pouco sobre economia, deixe de lado os preconceitos que os vermelhinhos colocaram na sua cabeça.

        Se aprovar a reforma da previdência já podemos crescer até 4% em 2019. Só falta confiança para um novo ciclo de desenvolvimento.

    • O melhor evidentemente, seria desenvolvermos nossa própria aeronave. Mas…

      Vou ser bem sucinto;

      Por conta de algumas variáveis, ao meu ver essa questão é fechar com os italianos com o Mangusta. E, se não der, pegar a Cobrinha americana mesmo(desde que o investimento para coloca-los operacional, compense). Afinal, teríamos alguma coisa pro café da manhã, e irmos desenvolvendo uma “doutrina” nessa área. Esperando o cenário ideal citado acima!

      Grato

      • Os italianos pensam em um novo helicóptero de ataque pois sabem que o Mangusta é um beco sem saída. Vamos embarcar em algo que está para morrer?

        • Saudações César,

          quando digo Mangusta, quero dizer amarrar com os italianos, a produção de uma nova variante/versão que seja conjuntamente desenvolvida.

          Porque penso assim?

          Porque imagino que uma “ampla parceria” com os italianos, poderia nos benefíciar tanto na questão de obtermos um “produto” mais em conta, e zero bala, como poderiamos absorver vasto conhecimento no desenvolvimento deste tipo de equipamento.

          Nessa equação poderia constar até consultas com os turcos, com sua versão, digamos, mais moderna…

          As palavras mágicas aqui é, custo e absorver conhecimento!

          Grato

        • Você não leu a reportagem mesmo! os problemas do Ka-52 pelo que os militares egípcios descobriram não são passíveis de solução….

          • Clientes distintos para mercadorias distintas.
            A robustez e o poder de fogo dos helicópteros russos são inigualáveis.
            O projeto russo é bem mais recente que os americanos e, aos poucos, eles vão aparando as arestas.

          • O Ka-52 é evolução do Ka-50 que é dos anos 80/90 (1982) então ele é mais antigo que o F-35 00/10 (2006)…essa desculpa pode ser valida para o F-35 mas para o Ka-50 não…

        • Esta notícia agora sobre o K52 já me deixou em duvida , achava que era os Egípcios que tinha falado na imprensa ..
          Mas fiquei sabendo agora que “os americanos que falaram que o o exercito do Egito disse “….. E ainda solicitaram a compra de 10 Apaches …mas os K 52K foram comprados para os mistral , e foram comprados 46 unidades , como 10 Apaches vai substitui los ??
          Esta noticia esta muito duvidosa, esperando o Egito ou os Russos se pronunciarem , não os americanos….

          • Essas afirmações feitas sobre o Ka-52 não passam de desinformação da mídia ocidental, ligada aos fornecedores americanos. Como sempre citam fontes indeterminadas, sem nome ou função.
            A falsidade das informações fica evidente, quando afirmam que os Apaches serão adquiridos para substituir os Ka-52. É amplamente sabido que os helis russos foram comprados para equipar o Mistral.

          • Perfeito DidoSSA
            Papo de camelô da Rua Uruguaiana.
            ‘Compre o meu que o do concorrente é cheio de problemas’.

    • O Ka-52 é apenas um rostinho bonito meu caro Xings! Grosso modo, como os egípcios acabaram de descobrir, é uma Chevy 500 com carcaça de Picape GMC…kkkkkkkk

      • O Alligator é simplesmente um monstro. Maior, mais robusto, mais armado e com maior autonomia que o Ah-64.
        Acredito que seja até demais para o Brasil, que não tem necessidade estratégica para um aparelho desse porte.

        • Os egípcios estão descobrindo que estão com um verdadeiro mico nas mãos visto que o Ka-52 mostrou-se um verdadeiro Nutella, Chevy 500 com carcaça de Silverado! Bem diferente do Apache, helicóptero de ataque testado e comprovado em combate….

          Chato né!?

        • Não, ele não é mas armado, nem mais blindado, nem mais manobrável.
          Somente é mais caro ! KKK
          O Apache na versão “E” se equivale e até supera o KA-52.
          Mas o KA-52 é um bom helicóptero.

  1. Olha, comprar o Black Hawk para armá-lo e fingir que temos um helicóptero de ataque é melhor armar o que já temos.

    Li por ai (nos concorrentes) que a empresa Rafael estava em contato com a AVEX e AKAER para dotar os Esquilos e Panteras com o míssil Spike ER 2

    A França apresentou um dos nossos EC-725 com uma configuração armada

    https://i.imgur.com/PIDsGzA.jpg

    Ou seja, porque não investir no que já temos?

  2. Aqui para nós, tem que ser o super cobra mesmo, não existe outro não! Em uma futura compra para substituir eles, dai poderia vim apache. Mas não vejo o Brasil HOJE com outro helicóptero, se não o Super Cobra.

    • Tem o Helicóptero Denel AH-2 Rooivalk da África do Sul, ele é rústico(tecnologicamente) em relação aos demais, mas poderia ser uma boa plataforma para desenvolver em conjunto os os sul-africanos.

      • Esqueça, já foi o tempo, esse tá morto e enterrado.
        É de longe o pior dos cenários, pior até que comprar qualquer modelo russo, ou a trolha do “Tigre” francês.
        Nas atuais condições de temperatura e pressão, é o “S-70 Arpía III”, nem o “Battlehawk” e já está de bom tamanho.
        Pelo menos já tem alguém usando, não seríamos necessariamente a cobaia.
        Aliás o EB deveria dar extrema prioridade a aquisição do “Chinook”, e não a helicópteros de ataque.
        Assim defenestravam algumas “kombosas” pra FAB ou melhor, pra MB, que adora essa trolha.

  3. Pra nossa realidade, o BatlleHawk já dá e sobra assim como o faz o MI-35M da FAB (que tbm tem seus probleminhas técnicos e de má logística dos russos, o que não desabona em nada a aeronave em si).
    Se vier os Cobras, maravilha, mas, se vierem BatlleHawk’s já será de grande valia tbm em se somando com a aquisição do Spike ER pros Fannec’s e Panteras.

        • Only in Brazil with Mi-35M problems!

          in the Russian Air Force is not! in Nigeria, no! in Mali, no! in Kakhakhstan no! in Azerbaijan there is no! in Venezuela, no!

          Only the Brazilian Air Force has problemma, I wonder why? )

          • Let’s see…. maybe because their acquisition was only for political reasons (or worse, because somebody won some $$$$$ with this business) and the Mi-35 was not a choice of our Air Force officers.

          • Are you crazy? Venezuela no problem? How can be if they have no money neither to go to the restroom? Mali too? Nigeria too? Do not kidd me…

          • J.Neto 5 de dezembro de 2018 at 19:23
            Are you crazy? Venezuela no problem?
            —–

            Yes, in Venezuela, no problem! 2 years ago, all 10 helicopters underwent a major overhaul in Russia, in Nigeria and Mali, too, yesterday a new client Pakistan officially accepted the first batch of Mi-35M! – learn the material before you say something!

            So what we have on the Mi-35M

            – Russia
            -Venezuela
            -Iraq
            -Pakistan
            Mali
            -Azerbajan
            -Kakhakhstan
            -Nigeria

            no problem!

            ——–

            – Brazil – there is a problem! I wonder why? Brazilian Air Force technicians do not understand the material and worse than the guys from Africa? ))

  4. Pergunta 1: Por que os EUA não permitem a venda de “apaches” para o BRA nesses últimos anos? Eu tenho uma teoria… foi por conta do PT no governo, estou certo?

    Pergunta 2: Seria uma boa a aquisição dos “cobras” visto que teria que trocar quase toda a aviônica e componentes do cockpit? Paga-se pouco pela célula, mas um custo considerável para deixá-los atuais…

    Na minha opinião de leigo, de um simples leitor do blog e de outros, seria mais interessante escolher entre o Tiger, pela aproximação com helibras aqui no BRA, ouuuuuuu o helicóptero turco, que me passa um ar de ser pequeno mas de um poder bélico aceitável… o que vocês acham?

    • Melhor dos mundo é o Cobra/Viper, que entrega basicamente o mesmo que o Apache por um custo beeeeeeem menor.
      Os AH-1 W oferecidos que dependem de modernização já elevarão(sendo adquiridos) o EB a um patamar único de ataque puro sangue e creio que o valor é bem inferior à aquisição e manutenção de Apache’s de qualquer versão.
      Minha visão/opinião de leigo tbm ok!!!

    • Os Tiger sofrem do mesmo mal do caracal…A solução mais lógica seria o Tiger produzido aqui, mas por causa dele ter uma manutenção onerosa demais, por causa do problema, a solução mais lógica hoje seria o AH-1 pois compartilhar componentes com o Black Hawk.

      PS.:Uma das variantes coreana do Tiger parece não ter esse defeito pois usa um motor e uma MGB diferente por isso quando os helicóptero de ataque foram aterrados só foi metade. (se minha memória não estiver enganada)

      • Variante coreana do Airbus Tigre?????
        O KUH-1 “Surion” não é um helicóptero de ataque, na classe do Tigre, AH-1 ou T-129, mas de transporte e usa a mesma MGB bichada da kombosa, com a motorização do BH.
        O helicóptero foi “groundeado” na esteira do acidente na Noruega e pior, a versão “Marines” do helicóptero sofreu a sua própria versão do mesmo acidente.

    • Tiger o EB não fez nem questão de testar,foi somente por insistência da Airbus/Helibras,que conseguiram arranjar um modo do exército fazer uma avaliação.

  5. Senhores, a muito mais na compra de certos equipamentos militares a serem consideradas do que simplesmente vontade. A muita política “ideologia” confiabilidade de quem vai comprar. Alguém arriscaria vendar tecnologia sensível para alguém não confiável? Com risco de cair em mãos inimigas?

  6. “Em ambientes de temperatura elevada (muito comum em terras egípcias) o motor VK-2500 do Ka-52 apresenta uma significativa perda de potência, que não pode ser eliminada ou, simplesmente, contornada, por uma mudança no regime de voo.

    Além disso, aviônicos e sistemas de navegação não se revelaram confiáveis, o que, em tese, pode facilitar uma situação de acidente.´´

    Não sei se eles teriam o mesmo problema no Brasil, mas aparentemente há males que vem para o bem…
    Quanto será que ficaria esses 12 Super Cobras + a modernização? Sou fãn dessa máquina.

    • Em ambientes de temperatura elevada (muito comum em terras egípcias) o motor VK-2500 do Ka-52 apresenta uma significativa perda de potência, que
      ______

      Seriously? Tell it to Algeria, African countries, Syrians, Jordanians and others)))

  7. Boa tarde Senhores!

    Eleição difícil esta.

    Super Cobras AH-1W além da atualização eletrônica, não podemos esquecer que foram surrados (nem os EUA desejaram atualizá-los, a modernização parou pela metade +ou-).

    O Battlehawk não é um AH dedicado, sabe-se lá quanto sairá cada um. Mas tem a seu favor a experiência adquirida pelo EB e FAB na operação de modelos anteriores e quem sabe até certa medida de compatibilidade logística.

    Vamos esperar o que o tempo trará nas suas brisas…

    CM

  8. A Turquia é aliada da Venezuela e o Erdogan está nesse momento reunido com o Maduro então descartaria qualquer coisa da Turquia! O ka-52 é problemático, um já caiu na Síria e matou o piloto, além da manutenção ser mais cara.

    • Hoje a Turquia é o segundo país , produtor de armamentos, mais provável de sofrer sanções o terceiro é a China e o primeiro é a Rússia. A Rússia já sofre e a China pode ser que sim ou pode ser que não vai depender das suas ações na Asia.

  9. Não vejo com bons olhos a compra de equipamentos russo, pois tal país vive sofrendo sanções além da dificuldade logística. A Rússia não é uma ameaça para o Brasil, mas a China provavelmente (!). Se a compra envolver a construção de equipamento com transferência de tecnologia nas partes chaves é outra história (!!!!), não existe transferência total o que não ser transferido deverá ser desenvolvido !!!

    • Cara, nem fala em transferência de tecnologia! Isso é só para jogar dinheiro fora. O fato é um só: para valer a pena a TT, precisa ter escala de produção. Porque pagar uma fortuna em TT se é para poucas dezenas de helicópteros? É melhor compra-los já prontos mesmo.

      • Daniel estou citando ToT no caso do equipamento ser de procedência russa ou de um país que possa muito provavelmente sofrer sanções. Não vejo necessidade de fabricação aqui, mas poderia ser montado aqui, regime CKD, com alguns itens nacionalizados.

  10. Apesar da dificuldade logística russa o Sabre da FAB deveria ser o helicóptero de ataque padronizado pelo Ministério de Defesa para forças armadas brasileira. Estabelecer uma parceria com os russo para manutenção de helicópteros da América do Sul.

  11. O problema é em temperatura em altas altitude (simultaneamente) recentemente ocorreu o inverso com os Black Hawk que estão substituindo os mi-17.

  12. Acho que tudo vai depender dos recursos que o Exercito Brasileiro terá para o programa de helicópteros de ataque porque, se o EB puder comprar 12 helicópteros novos esse T-129 Mangusta pode ser uma ótima opção (o viper e mesmo mas e caro) mas se os recursos forem poucos entao o supercobra e a solução ideal.
    Eu sou a favor de EB comprar mais 08 unidades do blackhawk para transporte e utilitário, mas nao vale a pena comprar o S-70 Battlehawk como helicóptero de ataque porque ele nao e um helicóptero de ataque nato, seria melhor entao implementar essas melhorias nos helicópteros Panteras que ainda nao foram modernizados

  13. Compraria um lote de uns 12 AH-1 para desenvolver a doutrina para, no futuro, saber exatamente o que se precisa do aparelho em si; os Battlehawk seriam um “complemento” pois podem levar tropas sem a necessidade de apoio extra.

    Aliás eu transferiria os Black Hawks da FAB pro EB e transformava eles em Battlehawk, repondo a FAB com os H225 que iriam pro EB; centralizando a logística dos Black Hawks no EB. Hoje as três forças tem logística para h-225, para Black Hawks gerando, a meu ver, despesas desnecessárias.

    • Sabe que gostei da sua ideia? A FAB combina as funções dos dois aparelhos no Mi-35 (AH-2 Sabre), que tem apresentado problemas de logística. Um combo de Super Cobra e Battlehahk seria interessante para o EB criar doutrina, sem falar do fato de ambas as aeronaves serem robustas, confiáveis e adequadas aos diversos biomas brasileiros, especialmente o amazônico.

  14. SmokingSnake… Essa Historia do Departamento americano cheira a papo de vendedor. Até porque eles tiveram a venda de Apaches AH-64E preteridas em favor do KA-52. Só sobrou falar mal…
    Informação é uma arma de propaganda dos dois lados.

    Mês passado o Presidente Egípcio e comandante estavam todo orgulhosos voando e visitando uma base de KA-52 e dando entrevistas .
    Sobre quedas… Então não chegaremos perto dos Super cobras e Apaches e praticamente todos os outros que já foram derrubados varias vezes por fogo inimigo no Iraque na primeira e segunda guerra, afeganistão e turquia… fora as quedas por acidentes e problemas operacionais.

    * O Novo T129 ATAK também vai estar fora de cogitação porque foi derrubado por fogo inimigo curdo na turquia recentemente.
    ** O KA-52 foi apontado na época condições ambientais adversas no decorrer dos combates. Ele se chocou com uma pequena edificação no combate.

    Operando de Noite na Siria com misseis 9K121 Vikhr e 9M120 Ataka
    https://www.youtube.com/watch?v=4_ZEr01gT08
    https://www.youtube.com/watch?v=VHDCrrEe9Ng
    Operando com MI-28N
    https://www.youtube.com/watch?v=asLzbxikquY

  15. O Supercobra deveria ser comprado para treinamento e atualização de um lote restrito, para não ficar muito caro. Aguardaremos melhores dias para adquirir ou produzir aeronaves no “estado da Arte”. Nossos soldados merecem combater bem equipados. Aeronaves mais antigas não proporcionam uma vantagem técnica substancial, necessária no campo de batalha moderno.

  16. Parece que não era má vontade quando os russos disseram que o helicóptero não estava pronto rsrsrs…
    Por que os americanos não liberam o Apache? é muito mais poder de fogo assim do que um A-29?

  17. Em 2016 o Ministério da Defesa da Rússia não permitiu, nem mesmo, que os pilotos do Grupo de Ensaios e Avaliações do Comando de Aviação do Exército o experimentassem.

    Modo irônico: Com certeza foram os americanos que armaram isso.

  18. Helicópteros devem ser novos, adquirir vetores usados, geraria custos de operação de forma exponencial. O tal barato que sai mais do que caro.
    Acredito que uma segunda opção, ainda não discutida mais a fundo, seria aquisição dos helicópteros chineses, montados aqui no Brasil em parceria com a Changhe Aircraft Industries Group (CAIG), na nova versão de seu WZ-10, conhecida como WZ-10ME.
    Acredito que vale a pena abrir este mercado com a China, que hoje tem mais liberdade de negociações, do que em relação aos equipamentos russos.
    A China está melhorando de forma impressionante a qualidade dos seus equipamentos militares, e o custo de aquisição corresponde a 30% menos dos europeus.

  19. Em 2016 o Ministério da Defesa da Rússia não permitiu, nem mesmo, que os pilotos do Grupo de Ensaios e Avaliações do Comando de Aviação do Exército o experimentassem.
    —————

    in Rosoboronexport probably idiots – I did not know about it))))

  20. Informações obtidas pelo Departamento de Defesa, em Washington, afirmam que o novo Ka-52 tem esses “problemas técnicos” espalhados por quase toda a aeronave: nas instalações de motores, em seus aviônicos, nos sistemas de navegação e nos equipamentos de visão noturna.

    Prestem bem atenção nesse parágrafo, por favor: notem que quem está dizendo que os helicópteros russos tem problemas são os americanos, seus concorrentes.
    .
    Em sua justificativa para pedir os Apaches, os generais egípcios elencaram …(2) a possibilidade de aumento da interoperabilidade entre o Egito, os Estados Unidos e outros aliados empenhados na guerra anti-terrorista.

    Já nesse outro parágrafo, fica explicitado que o critério para a compra dos Apache pelo Egito foi político, não técnico. Não vi queixas do Egito em relação aos helicópteros russos; se alguém tiver fonte confiável que afirme que o Egito tem queixas sobre o helicóptero russo, por favor, poste o link aqui.
    .
    O texto começou dizendo que a Rússia se recusou a vender os helicópeteros ao Brasil, para depois vendê-los ao Egito, Típico de jornalista sem ética. Depois vem falar mal da capacidade técnica do helicóptero, citando como fonte os..americanos (sic).
    Francamente! qualquer texto que eu leia, que vejo como autoria Roberto Lopes faço o seguinte: ou não perco meu tempo lendo, ou leio somente para analisar as formas de manipulação. Roberto Lopes para mim é um fanfarrão, quase nada do que ele escreve tem credibilidade.

    O equipamento russo já demonstrou sua eficácia nas guerras da Geórgia de 2008 e na guerra da Siria. Os próprios americanos reconhecem a capacidade do equipamento russo. Não é um textinho manipulador de um jornalista de segunda que vai mudar a realidade.

  21. Sinceramente, por que raios a FAB e EB não entram em um acordo para que esta primeira repasse os Mi-35 ao EB…? Não é o melhor dos mundos, mas é o que há em termos de solução imediata…

    O EB tem outras prioridades… Apenas para ficar nas principais, há a modernização dos ‘Pantera’ e ‘Esquilos’, o SISFRON e o programa ‘Guarani’, todos já atrasados…

  22. Eu desconfio que os EUA deram uma prensa nos egípcios.
    .
    Não entendi a negativa americana dos Apaches ao Brasil. Não assinamos o TNP para termos acesso ao arsenal convencional americano ?
    .
    De acordo com o Wiki, o BattleHawk não possui capacidade de transporte, então a única vantagem seria em manutenção. Mas aí tb teria deficiências com relação a um heli de ataque “puro”.
    .
    Alguém aí sabe se o S-70 III Arpia pode levar tropas ? Senão o único heli de ataque que pode faze-lo continua sendo o Mi-35.
    .
    Este T129 como é feio, mas se for barato e combater bem, serve.

  23. Helicóptero de Ataque para o Brasil?
    O EB fala em comprar até 36 Helicópteros de Ataque no longo prazo. Difícil realizar, ainda mais com tantas coisas que precisam ser compradas…E se essa quantidade toda for pra frente, vai ser difícil bater o lobby do Tiger by Helibras/ABIMDE.
    .
    Deveriam acertar com os americanos a compra a perder de vista de um lote pequeno de AH-1Z, helicópteros novos, coisa inicial, para formar doutrina, pessoal, estabelecer logística e demais fatores. Compra-se também um pequeno lote de mísseis e sistemas.
    Depois vai expandindo, nem que seja a conta gotas, com dinheiro do próprio bolso do EB. A linha do AH-1Z vai permanecer aberta por alguns anos, pois está angariando cada vez mais vendas, além da grande quantidade que já está garantida para os Marines.
    .
    Offsets?
    Centro de treinamento, Manutenções e Ferramental, Simulador, integração dos foguetes burros que temos (se é que é preciso integrar). Existem Opções para contornar a questão da ToT, que com americano não vem…
    .
    Tem que ser algo semelhante ao que foi feito com os Seahawk da MB, por exemplo.
    .
    Não existe outro Helicóptero de Ataque que caiba no Bolso do EB no longo prazo, sem ser AH-1Z… É aeronave para não se incomodar pelos próximos 30 anos, vai ter 0800 aberto por muito tempo pois tem escala, motorização é sem comentários, contando que fabricamos a munição do canhão (mesma do F-5).
    Só alegria…
    .
    Aeronave top de linha.
    .
    Sobre T-129… Os turcos negociam a venda de 30 helicópteros para o Paquistão. Os americanos barraram a venda da motorização, e o resultado? Os turcos vão ter de dar um jeito ou de arranjar outra motorização ou derrubar o veto, pra vender esse grande montande.
    .
    Ka-52 é uma aeronave que não tem nada haver com o Exército, $$$. É como o Apache…
    Não é o ideal nem para a nossa Marinha, pois seria muito mais vantajoso comprar mais Seahawk, que entrega um envelope de missões muito mais útil e abrangente.
    .
    Os italianos estão para desenvolver um novo Helicóptero de Ataque. Não vai ter escala, mas seria a única opção de desenvolver algo. Não vejo vantagem…
    Acredito que vale mais focar na encostada da Helibras e colocar o dinheiro na compra uma versão nacional do H135/H145, como os americanos fizeram com o Lakota. Essa é uma aeronave que tem espaço para ser utilizada nas FFAA e outros órgãos governamentais.

  24. pra quê isso? pra usar contra quem? a população das comunidades cariocas? traficantes também existem na vieira souto, e ninguém os importuna. vai vendo…

  25. Pedro 3 de dezembro de 2018 at 15:29

    Pergunta 1: Por que os EUA não permitem a venda de “apaches” para o BRA nesses últimos anos? Eu tenho uma teoria… foi por conta do PT no governo, estou certo?

    Pedro, boa noite. Isto é só mais um conto de fadas de delinquentes esquerdistas desfocados com a realidade operacional e que tem orgasmos pleonásticos ao destilar ódio e morte aos Yankkes.
    Se você tiver condições operacionais e grana para pagar a compra e a operação é só ir lá que o Trump vende.

    Pergunta 2: Seria uma boa a aquisição dos “cobras” visto que teria que trocar quase toda a aviônica e componentes do cockpit? Paga-se pouco pela célula, mas um custo considerável para deixá-los atuais…

    Pedro, nas atuais CNTPS do orçamento do EB, mal e porcamente um Fennec artilhado vão conseguir operar, então lá adiante, quando e se as coisas melhorarem é escolher entre os únicos dois helicópteros de ataque ocidental que funcionam e cumprem a missão:
    O Apache e o Cobra “zulu”, o resto é lixo.

    Na minha opinião de leigo, de um simples leitor do blog e de outros, seria mais interessante escolher entre o Tiger, pela aproximação com helibras aqui no BRA, ouuuuuuu o helicóptero turco, que me passa um ar de ser pequeno mas de um poder bélico aceitável… o que vocês acham?

    Prezado, o primeiro deu tanta, mas tanta dor de cabeça ao exército australiano e lá se vão dez anos para o IOC e ainda desdentado, que os Aussies já pensam em dar baixa. Imagine um troço ruim de operar e pior ainda de manter, multiplique por dez e eleve a potência 1000 e vais encontrar o famigerado Tiger, Deus nos livre.
    E esta outra cruza de tatu mulita com quero quero turco é outra coisa que só vai dar dor de cabeça com apoio logísitico e ainda sensível as merd….que o Erdogan ainda está por fazer.
    O melhor para quem tem pouco dinheiro, não quer ser cobaia e que ter algo que cumpra a missão é comprar algo plenamente operacional e testado em combate, de origem ocidental.
    De novo: Apache o Cobra zulu

  26. “De acordo com a DSCA, o governo do Cairo solicitou a compra de dez helicópteros de ataque americanos Apache AH-64E, (modelo também indisponível para o Exército Brasileiro), 24 motores 1700-GE-701D, peças sobressalentes e outros equipamentos. Na terça-feira da semana passada (27.11) o Departamento de Estado americano manifestou-se favoravelmente ao negócio.”

    Caros editores, serio possível uma melhor explicação sobre o trecho “modelo também indisponível para o Exército Brasileiro”, já está virando caso de disputa ideológica, além de ser uma dúvida sincera de muitos, seria interessante uma pequena satisfação sobre o tema.

  27. Posso te garantir que neste caso específico não aconteceu, porque simplesmente o EB não solicitou. Não solicitou, porque:

    Porque o custo de aquisição e dos sistemas de combate embarcados são inviáveis pelo atual orçamento do EB.

  28. “Mais tarde, ao admitir formalmente esses contratempos, militares egípcios sublinharam que se tratava de problemas “principalmente de natureza técnica”.

    Informações obtidas pelo Departamento de Defesa, em Washington, afirmam que o novo Ka-52 tem esses “problemas técnicos” espalhados por quase toda a aeronave: nas instalações de motores, em seus aviônicos, nos sistemas de navegação e nos equipamentos de visão noturna.”

    É um F-35, então? Hahahaha.

    Eu acho que para começar, os AH1-W estão de bom tamanho. Ainda mais se vierem por FMS. Só temos que tomar cuidado com esses contratos “amarrados” que os americanos oferecem.

  29. Exército não deveria desperdiçar dinheiro com esses helicópteros, há coisa mais prioritária para se gastar. Por que não trazer uns 100 Abrams M1A1 usados e baratos via FMS para ser a espinha dorsal da força blindada? Vejo nisso muito mais prioridade. Por que não mais fuzis IA2 para substituir os velho e beligerantes FAL´s e mais mísseis portáteis AA RBS-70?

    • Tanto um M1 quanto Apache são inviável financeiramente, muito embora o M1 possar ser atualizado e receber o motor do Leopard 2….. Só lembrando na Amazônia é um TO onde CAS é de extrema importância e um MBT tem pouca mobilidade, a exceção é o norte de Roraima onde o terreno favorece os blindados, o que os torna alvos fáceis… Seja de AC seja de CAS (principalmente de helicóptero de ataque, alguns criados só para isso).

    • O Abrams é um ótimo tanque! Porém, já investimos tempo, dinheiro, capacitação de pessoal, etc. nos Leopard.

      A logística do EB está toda voltada e preparada para os Leopard.
      Portanto, não vale a pena ter Abrams, nem que seja de graça… rsrs

      Se for para comprar tanques, tem que ser os Leopard 2!
      Compra uns 50 novos , da última versão 2A7+, e uns 150 de versões mais antigas. Passa para a KMW do Brasil manter e modernizar, compra também alguns sistemas Trophy de proteção ativa…

      [mode super trunfo] on

  30. Nada é inviável, não. see sensatez realmente voltou ao Brasil com o Presidente Bolsonaro, jajá se faz uma proposta de um pacotão de Apaches, Abrahams, Tow missiles, Javelin missiles, etc e etc, tudo a preços camaradas e com prestações ad infinitum. É so não se alinhar com Venezuela e Cuba e ficar fazendo declares de solidariedade com o Irã, e tudo é possivel.Já houve reunião com John Bolton, e daqui a pouco Bolsonaro see reune com Trump. Bons tempos virão.

    Abs

  31. Como sempre o Brasil comprando sucata dos outros,um país com os recursos que dispomos deveria ser capaz de produzir suas próprias armas e veículos de combate seja aéreos,marítimos ou terrestres… sempre as forças armadas compram veículos que já foram usados por outros países isso é uma vergonha .

  32. Queria saber o que é que há com essa boataria de Abrams brasileiro. Tá pior que a suposta compra garantida do Super Cobra e sequer vi alguém crível noticiando sobre. Eu perdi algo, certeza.

    E para saber que os helis turcos e europeus são realmente ruins nem precisa de muito, basta ver que os russófilos nem se dão o trabalho de fazer propaganda contra. Não é necessário.

    Aliás, que tarefa ingrata ter que dobrar a verdade para defender equipamento russo e sequer ganhar para isso. Espero que a vida lhes reserve algo melhor, são os meus votos.

    Por fim, acho de mais valia aumentar a interoperabilidade com a FAB que sair criando esquadrão de heli de ataque, mas o Exército quer fazer tudo sozinho. Daquo a pouco vai querer ter uma esquadra igual o Exército Japonês no meio da 2GM. Enquanto isso o Guarani 8×8 e o Astros anti-aéreo não saem do papel.

  33. Por mais que isto seja dolorido para os russófilos, chinófilos, pelegófilos e comunas do iPhone com capinhas do Che Guevera que infestam a internet tupiniquim em geral…

    Este embargo ao não permitir o EB testar o KA52 não foi o primeiro e nem será a última vez que os russos mostraram que nunca foram, não são e nem serão nossos parceiros. No máximo faremos algumas transações comerciais em áreas específicas, como já ocorre hoje em dia.

    Se esta relação não progrediu nem nos 13 anos de (des)Governo do PT, não ser agora que ela será aumentada.

    Aceitem que dói menos.

    TALKEY ?

    Com relação aos problemas do KA52…

    Olhando friamente isto é surpresa ?

    Os russos nesta campanha, já perderam mais material por problemas que por fogo inimigo.

    Com relação a campanha em si, o desempenho destas armas ou por incompetência de planejamento também não é lá grande coisa.

    A Rússia já está na Síria a mais de 3 anos, como fazem questão de frisar o público citado no começo a convite do Govenro Sírio, com total liberdade de ação, com regras de engajamento praticamente inexistentes, que derrubariam qualquer Governo Ocidental. Para coroar todo este descaso com a população que deveriam proteger, junto com os seus parceiros sírios já utilizaram até armas químicas contra civis.

    Já utilizaram cada cacareco do seu “novo” arsenal de super e ultra modernas armas e mesmo assim não conseguem vencer uma guerrilha mequetrefe de forma decisiva, com limitado apoio do Ocidente. Pior..não conseguem nem impedir o Irã de ficar piorando a situação.

    • Quem estava bombardeando o Estado Islâmico há um ano antes da Rússia entrar na Síria e os terroristas só cresciam em poder e território?

      Das duas uma: ou o poder aéreo dos Estados é um lixo, ou no fundo ele estava lá era para apoiar os terroristas. Qual das duas é a correta? lembrando que antes da Rússia entrar, vários aviões da Síria foram derrubados pela coalisão ocidental.

      A Rússia entrou sem permissão, enviou as armas mais modernas para serem testadas na Síria e desafiou o Ocidente. Simples assim. Sua tentativa de distorcer as coisas não cola, nem mesmo para aquelas que usam os mesmos óculos ideológicos que você usa.

      A propósito: depois que a Rússia entregou os S-300 para Síria, quantas vezes Israel atacou a Síria com seus aviões mesmo?

      • Hummm..
        Os gringos não queriam o EI e nem Assad, então deixaram eles se matar (os americanos na indecisão, decidiram não fazer nada), o único apoio foi para os curdos e só. Qualquer coisa diferente disto é ilação.
        Quanto a Russia, eles entraram para apoiar o único aliado na região e sim, foram convidados pela Síria, não tem nada a ver esta história de desafiar o ocidente. A Russia está certa em apoiar um aliado (e o seu porto) que lhe interessa. Só Deus sabe como isto vai acabar, pois entrar é fácil, sair já é mais complicado.
        Quanto a Israel, sempre está jogando bombas na Síria, como um bom cego ideológico você “esqueceu” do avião Russo que foi abatido pelos Sírios a menos de 3 meses. Os Russos afirmaram que os Israelenses usaram o avião Russo como despiste para um ataque. Ou será que os Russos são mentirosos? Tem um vídeo de um drone Israelense destruíndo um Pantsir e por ai vai, até onde sei, a prioridade de Israel é atingir alvos Iranianos na Síria.
        Israel tem todo cuidado com o espaço aéreo Sírio, inclusive teve um F-16 abatido a pouco tempo pela Síria e nem foi pelo fodástico S-300. Não existe sistema perfeito, o que existe é usar melhor possível o que você tem e neste quesito, Israel é amplamente superior a Síria. Por sinal, Israelense é superior a quase todo mundo.

  34. Camaradas, não vejo o M-1 Abrams e o AH-64 Apache como necessários no nosso cenário. São equipamentos caros de adquirir e mais caros ainda de operar. Consultem os equipamentos utilizados pelos nossos vizinhos. Utilizaríamos os M-1 e os AH-64 contra os M-41do Uruguai. os TAM/Marder da Argentina ou os M-4 Sherman do Paraguai? Não precisamos de uma Mrt MAG para nos defendermos de pivetes armados com estilingue. Ademais, precisamos desenvolver nossa indústria e produção locais, já alinhada com KMW, IVECO e a Helibrás com helicópteros europeus. Abraço.

  35. Negócio é o seguinte: manda quem pode, obedece quem tem juízo. Quero ver a hiper, mega, super potência de vocês, os EUA, “forçar” passagem por lá.

  36. Apache caro d +

    o “crocodilo” os Russos não vão vender e também acho que é uma fria e não precisamos dele

    o T129 ATAK é mais perto da nossa realidade mais ao meu ver 12 Super cobra modernizados desde que as células realmente estejam em bom estado, me parece mais viável e nos daria uma capacidade já invejável que hoje não temos, depois no futuro compraríamos unidades novas quanto estas modernizadas forem dando baixa, Mais pensaria também no “Falcão de Batalha” novos visto que a versão “Legacy” é um modelo robusto e testado que acho que padronizaria também questão de peças e logística.

  37. Se for um helicóptero novo, seria interessante a parceria com a Helibras e Eurocopter para vir o Tiger.
    A parceria deveria ser nos mesmos moldes do EC-725, ou seja, produção local, transferência de tecnologia, off-sets, etc.

    Se for de segunda mão, então que venha o cobra Ah1, modernizados e pelo menos uns 35 helis para poder atender também a Marinha e o CFN.

    Não sei a opinião de vcs, mas eu acho super interessante mais um lote de Mil MI-35 para a FAB.

    • Amigo, querer comprar o Tiger nos mesmos moldes da compra da Kombosa e repetir o mesmo erro e acrescentar mais um pois o aparelho não apenas demonstrou problemas com os alemães como vem sendo pesadamente criticado pelos australianos.

  38. Na minha humilde opinião o EB deveria fazer uma micelânia entre o Battlehawk e AH-1Z modernizado. Explico,12 unidades AH-1Z ataque puro, primeira linha, ótimo anti carro, ótimo no apoio a infantaria, desenvolve a doutrina. Também 12 unidades do Battlehawk que seria uma “segunda linha” de heli de ataque, porém multi propósito, atendendo um “caminhão” de necessidades do EB. Também sugeriria um Battlehawk modificado para a MB, no mínimo quatro, os quais seriam orgânicos dos NaPaOc. Estes teriam guincho para resgate, tanques sub-alares, visão noturna, torreta de 20mm sob a fuselagem controlada pelo capacete e radar de superfície. Estes embarcados em navios patrulha criariam uma enorme bolha de fiscalização, patrulha e resgate, mas isso já é assunto para o PN e não aqui para o FORTE.

  39. Que mané parceria com Helibras o que. Um helicóptero (RUIM) que saiu a preço de caça. Tivessem comprados os MI-17, teríamos pagado um terço do preço por um produto que entrega a mesma coisa e de confiabilidade renomada. Indústria nacional tem que saber ser competitiva e caminhar com as próprias pernas sem precisar de patrocínio estatal. Tem que comprar o que entrega mais por menos a nível mundial, e guardar a verba pra outros programas, que não faltam.

  40. O EB vai adquirir aquilo que couber no seu orçamento. Não se espantem se, assim como aconteceu com os Linces, o EB adquira alguns Mangustas usados do Exército Italiano.

  41. O indicado é o AH-1W Viper, compra uma dúzia deles e teremos um bom vetor por muito tempo…usados não seria um bom negócio

  42. Por enquanto a coisaais próxima de um gelibde ataque no EB que vocês verão serão os Fennec com equipados com foguetes guiados a laser israelenses.

  43. Boa tarde a todos, uma dúvida que eu gostaria de levantar. Assumindo a necessidade de haver uma plataforma aérea com capacidade de combater carros não seria interessante investir em uma eventual integração de mísseis como o Maverick e Hellfire (apenas exemplos) no super tucano, desse modo cobriria parte da necessidade (sim eu sei que não abarcaria a melhor solução), e permitiria a forças armadas focar em outras necessidade tão grandes quanto, por exemplo no exército se tem tb uma necessidade de adquirir helicópteros pesados. De todo modo já deixo meu agradecimento pelo bom espaço aos mantenedores da página.

    • Não só carros. A poio a operações irregulares e outros tipos de alvos como embarcações centros de comando e até instalações de energia menores. Especialmente o Maverick.

      • Pô colombelli vlw pela resposta fico feliz por ter um comentário de um comentarista tão gabaritado, curto bastante seu conteúdo sobre as forças terrestres em especial carros de combate, mas voltando ao tema acho q ainda tem o bônus residual de tornar a plataforma do super tucano ainda mais flexível em termos de uso tornando por consequência ainda mais vendável, uma dúvida para o senhor e outros membros custaria um valor de que ordem uma eventual integração e quais mísseis seriam interessantes. Grande abraço.
        PS acompanho a trilogia por um período de dois/três então acabo por estar familiarizado com certos membros.

  44. Pedro, não tenho ideia do que sairia, mas com certeza o custo benefício compensaria e muito embora eles ja possam usar bombas inteligentes e algumas delas consigam, para alguns tipos de alvos, mesmo desempenho dos misseis. Mas mesmo assim, o custo compensaria, pois um kit de conversão sai até mais que Maverick. Agregaria muito nas capacidades do Tucano.

    Eu acrescentaria ainda a familia Spike, mas especificamente o ER como uma uma opção.

    • Colombelli, este deverá ser o caminho a ser seguido, um integração de bombas guiadas GPS/IR e misseis Spike ER. A FAB já iniciou estudos para uma modernização nos sistema de combate do ST, que os traria para um padrão semelhante ao afegão e seria aplicado nas células da dotação dos terceiros.

  45. Esses Kamov Ka-52 são bonitos mas como já disseram ali em cima esses dois rotores deve dar uma baita trabalho de manutenção.
    Quanto aos Bell AH-1 se não for a versão viper é uma compra “meia” obsoleta.

  46. Bom (opinião de leigo), independentemente da escolha que seja feita há de se ter uma política definida para emprego, desenvolvimento e ampliação da aviação de asas rotativas do EB. Caso contrário ficaremos igual à aeronáutica que comprou 12 AH-2 Sabre e até hoje não se definiu a compra de mais unidades ou mesmo projeto de implementação de outra aeronave … com a imensidão da fronteira norte para se guarnecer.
    Ficam discutindo por anos, até décadas, a escolha de meios (vide os Gripen) e quando se define algo é para meia dúzia de equipamentos com o discurso carnavalesco de “transferência de tecnologia”. Depois não sabem porque certos países não nos vendem certos equipamentos..

      • O M60 era visto como substituto natural do M41 por aqui. O problema foi o peso deles, e o preço. Surgiu os Leopard 1A1 belgas para venda, mais baratos, leves, e menos modernos. Aproveitamos e compramos, pela oportunidade. O 1A1 nem visão térmica para combate noturno tinha. Ainda tem 41 unidades operacionais, maioria já virou sucata ou peças de reposição.

        • Quando o M-41 estava para ser desativado (temos que lembrar que os projetos do Tamoio e o Osório afundaram) existiam algumas opções (no caso usado) entre eles o Leopard e o M-60, e a escolha do EB foi o Leopard. Já a compra do M-60 foi mais uma escolha política do governo FHC do que do EB, claro foi um grande reforço a força blindada do Brasil, mas não era a opção desejada.
          Sim, grande parte dos M-60 (que vieram antes do Leopard) estão paradas, a espera do que ser feito, mas a preferencia do EB continuou com o Leopard, tanto é que um segundo lote do mesmo (1A5) foi comprada.
          Uma coisa importante, não estou falando que o Leopard é melhor que o M-60 mas para as necessidades, restrições do EB o mesmo foi a escolhida.
          Abraços

    • Me desculpe meu caro mas se informe. O projeto do Gripen foi um acerto e tem dado retornos mais do que esperados , com certeza outro lote deve ser adquirido.

      Quem tá decepcionando é o Escorpene da Marinha que não conseguiu passar de 20% de conteúdo nacional, sendo que o previsto era 30-35%.

      O Gripen deverá ter 40% do recheio nacional e 70% da estrutura tb. E pode aumentar nos próximos lotes. Os suecos são sérios.

      • Caro Mf, sim… mas foi uma discussão de mais de uma década. Ou vc não lembra mais do projeto FX1, FX2… E não adianta, não haverá a tal plena transferência de tecnologia como fora anunciada para apenas 36 caças.
        Mas ainda assim os Suecos são mais confiáveis que os Franceses nessa matéria..

  47. Os Viper usados mas modernizados antes de entregues aguentam uns 10 anos pela frente, compra uns 12 com mísseis decentes e moderniza. Estes que estão abertos para venda podem ser operados no porta-helicopteros da marinha , era dos marines. Se não fecharmos a compra , o Chile pega de bom grado.

  48. De novo, mais uma vez, porque aqui o mundo encantando da máquina de fabricar dinheiro.
    “Compra isso, bota aquilo, agrega míssil”.
    Em que mundo vocês vivem?????

    Não tem dinheiro para implementar uma anv, principalmente com os nível tecnológico de anv de ataque no inventário da Avex porque não tem dinheiro.
    É necessário formar doutrina, pilotos, mecânicos, infra estrutura de apoio de terra, paióis de armamento, o próprio armamento, em fim, um bocado de dinheiro. Dinheiro que o EB não tem e não terá, até 2022, pelo menos.

      • Então, mas as Forças Armadas são prioridade? Existe algum perigo nas fronteiras? Quando mesmo que o pais entrou em guerra? O Brasil tem tradição em não entrar em conflito.. tem os dois pés para trás.
        Não estou falando que defesa não deve receber recursos vistosos, mas prioridade não é não.
        Educação, saúde, segurança pública, infra-estrutura.. a lista é enorme.
        No mais não é fácil tirar dinheiro de um lugar e colocar em outro. Boa parte do orçamento brasileiro é engessado por lei.

          • E ainda bem que a economia não está nas suas mãos. Estariamos atrás do Paraguai, se a educação, saúde vai mal, estariamos muito pior se gente sem noção igual a vc estivesse a frente do pais. Quando o Brasil entrou em guerra? Qual o potencial de guerra? O mais importante é ter o mínimo possível para construir doutrina e se for necessário comprar mais equipamento, doutrina demora uma geração para ser adquirida, equipamento meses ou anos.
            Pense de forma ampla e não restrita.

  49. O Exercito Brasileiro hoje opera os Fennec armados para reconhecimento e os Panteras como helicóptero utilitário
    A china opera uma versão do Pantera que possui 04 pontos de fixaçao de armas(ate 08 misseis), blindagem, radar
    É claro que nao precisaríamos comprar o da china e sim desenvolver nossa própria versão do Pantera de Ataque do nosso jeito para as nossas necessidades e a vantagem de ter grande comutabilidade cm o Pantera.

  50. Como sou aficcionado pelo assunto, mas não técnico, fico imaginando o que talvez seja uma besteira: não seria mais inteligente e eficiente adquirir MI-35?

    A FAB já opera MI-35, talvez isso facilitasse a manutenção e baixasse os custos. A FAB já tem um simulador do Mi-35 (até onde eu sei) o que facilitaria o treinamento.

    O MI-35 funciona como heli de ataque e assalto, teria multiplas funções no EB, inclusive de transportes. Seria um coringa, ao invés de um heli dedicado a uma função de ataque.

    Penso (e talvez esteja errado) que seria uma solução melhor para o nosso cenário.

      • Tá, mas é como se disse aí em cima: vários países usam e não têm problemas, porque o Brasil tem? Claro que posso estar errado, afinal, não sou militar, mas fico imaginando um heli dedicado de ataque no EB, uma cadeia logística própria, uma linha de treinamento própria, um sistema de manutenção dedicado… as vezes, comunalidade aumenta a eficiência da operação em todas as forças.

    • É bem melhor ,neste caso, partir para o BattleHawk(o qual já temos manutenção e toda a cadeia logística em funcionamento por via do BlackHawk), o Mi-35 ao que parece tem umas particularidades negativas em relação à hora da manutenção( conforme relatado a tempos em outro tópico, há babeamentos e afins que em um helicóptero passam por um lugar e em outro passa por local diferente fora o pós venda russo que vinha se mostrando ruim).

  51. Apache é simplesmente insuperável, testado em combate e de eficiência comprovada. Trump e Bolsonaro podem sentar e conversar sobre isso, junto com os republicanos para fazer pressão no Congresso e se for para gastar dinheiro do contribuinte, que seja com o que preste, com o que vai nos dar verdadeira vantagem.

    • O cobra é igualmente eficaz e testado em combates a décadas e a um custo beeeeem menor de manutenção e operação em relação aos valores do Apache!!!

  52. A compra do AH-X do EB vai levar a logística como um dos principais fatores além do político no cunho político os países de origem do projeto deve ser o os EUA ou a Itália, estamos vendo uma aproximação com ambos países, no Campo logística a duas importantes questões:
    1° calibre: não vejo espaço para adotar um calibre só para um único vetor: logo o Apache aqui ganhar por usar o mesmo calibre do A4 e do AMX (30mm x 113mm)
    2° manutenção: aqui ficar interessante: tanto o Apache como o SCobra/Viper usam variantes das T700 que é usada nos Blackhawk e Seahawks
    Extra: 3°
    Com a introdução do calibre tanto o SCobra/Viper e o Mangusta usam variantes do M61 Vulcan o que pode abrir a possibilidade da MB utilizar o Phalanx CIWS…. já que teria uma escala maior para parte do sistema.

    PS.: Sei que o Tiger se enquadra nas questões 1 (30mm x 113mm) e 2 (igual ao Caracal) mas o fato de usar o mesmo conjunto de propulsão do Caracal é o principal fato que faz o mesmo não ser considerado bom.

  53. O pessoal que sonha com o Rooivalk é provavelmente o mesmo que ainda sonha com Osório, FOG-MPM, F-20, recuperação do PA São Paulo,volta da Engesa, compra de Harriers que nem existem mais, volta de D. Sebastião e tantas coisas mais, que já passaram da época, estão mortos e sepultados e nunca serão. É como aquela gatinha que nos deu mole na juventude e por um motivo ou outro não nos casamos com ela. Hoje olhamos para a bruaca da ex-esposa perturbando e pensamos que com aquela gatinha tudo teria sido diferente, até cairmos na realidade e descobrirmos que era uma tremenda vagaba e que hoje está um bagaço. Poderiam ter sido boas compras em suas épocas, mas o tempo, implacável como diz o Juarez já passou e é melhor focar em alguma coisa tangível para o futuro do que ficar relembrando tempos passados que poderiam ter sido de glória…ou não.

    • A Itália deseja um parceiro para pagar a conta.
      Não vejo a FFAA entrando em um novo e grande projeto nos próximos 5 anos.
      Vão dar andamento nos que estão em aberto.
      A Cobra vai fumar , rs

  54. A presente matéria é praticamente a mesma publicada no Defence Blog, no tocante ao Ka-52, e segue com as mesmas colocações que são alvo de sérias críticas, dirigidas ao Defense Blog…
    A matéria do Defense Blog é a que segue no link:

    https://defence-blog.com/news/egypt-to-buy-more-apaches-after-faced-difficulties-of-russian-made-ka-52-helicopters.html/amp?__twitter_impression=True&fbclid=IwAR0mKPFcE6PaiD6CvakovVbZf0CsTMo2jz8nkpnpgmti6MkaZ0ZnJmBWAvo

    Quais foram as críticas que a matéria do Defense Blog recebeu e que a presente matéria reproduz no tocante ao Ka-52:

    1) A matéria não aponta nenhuma fonte verificável, cita “segundo fontes locais”, o que em soi já é um fator que a desqualifica.

    2) A matéria fala de várias falhas em sistemas, mas tal e qual a presente matéria publicada neste espaço não as identifica e as aborda.

    3) A única “falha técnica” abordada é apontada como “falha de potência”, no caso a falha de potência de um motor que foi simplesmente aprovado por vários utilizadores mundo afora em ambiente quente, seco e alto. Pois, falar do motor VK-2500 é falar da família de motores Klimov TV3-117, a mesma que equipa os Mil-8/17, Mi-24/26 e Mi-28…
    Lembro que esta família de motores é considerada a melhor para ambiente quente e seco, mostrando-se como de grande valia para as operações helitransportadas no Afeganistão, onde o Mi-8 se apresenta, até hoje, como o a mula de carga da região..

    Ora, ora… Segundo a nota do Defence Blog, cujo conteúdo foi replicado, o motor VK-2500 não suporta clima quente e seco…

    Este absurdo é tão patente, que resultou na acusação de que a matéria do Defence Blog não passava de um artigo incentivado pelo concorrente, Boeing, visto que se tratava, antes, de uma matéria em que o AH-64 Apache era anunciado como tendo 10 exemplares adquiridos pelo Egito. Ou seja, tratava-se daquela matéria onde se detrata um vetor concorrente para justificar a eleição de outro. O detalhe é que as encomendas do Ka-52 foram mantidas, tamanhas “falhas técnicas”.

    Portanto o autor desta matéria, ao fazer sua pesquisa acabou por importar os equívocos explicitados por outros. Faltou-lhe o discernimento necessário, ou foi muito apressado.

    • Lembro que entre o ka-50 e o ka-52 uma das modificações mais importantes a serem feitas era a modificação dos motores por um mais potente, como isto ficou?

  55. Depois de 1 de janeiro, “sob nova direção”, a falcatruagem que envolveu a compra dos MI 35 em três lotes distintos construtivos, que está tocando o terror na logística e inviabilizando operacional e financeiramente este vetor, vai vir a tona e se “Deuxxxxxx” quiser nos vamos nos livrar destas merd….as e se possível enfiar elas no reto do Rasputin.

    • Espero que esteja certo, mas duvido muito que isso aconteça. Mais fácil Bolsonaro blindar os militares do que procurar falcatruas em suas aquisições (ainda que os principais responsáveis sejam políticos e não militares).

    • Juarez ,Que Deus ouça o seu clamor e de centenas das FFAAs, em relação as intubações e Maracutaias que trousse prejuízos as três forças. Contribuímos muito e se gasta mal a nossa contribuição
      Não saindo da Matéria, Desejo armamentos que de condições as FFAAS desenvolver seu papel constitucional. Pelo menos o Cobra zulu para o exercito.

  56. “DigoSSA 4 de dezembro de 2018 at 12:51

    Essas afirmações feitas sobre o Ka-52 não passam de desinformação da mídia ocidental, ligada aos fornecedores americanos. Como sempre citam fontes indeterminadas, sem nome ou função.
    A falsidade das informações fica evidente, quando afirmam que os Apaches serão adquiridos para substituir os Ka-52. É amplamente sabido que os helis russos foram comprados para equipar o Mistral.”

    As porcarias de exportação dos eua são melhores só no lobby que a sua indústria da propaganda faz mundo afora…isto temos que admitir que esta gente faz com uma primazia insuperável e sem igual…aplicam a máxima…acuse-os do que você faz…chame-os do que você é!…pois todo o lucro que auferem é feito em cima de um material superfaturado…todo chipado e cheio de embargos, restrições e limitações…com o pior pós venda que existe…o que explica todo um trabalho dedicado e voltado só para fazer lobismo sujo, guerra de propaganda e campanhas para difamar e denegrir seus concorrentes…

    só “vendem” em países corruptos controlados por eles onde suas porcarias são postas goela abaixo em esquemas de cartas marcadas e corrupção…é assim que constroem e fazem sua fortuna…só através de joguetes sujos, trapaças e sujeiras…

    • Sua ignorância sobre a tecnolgia bélica Americana ë uma aberração.

      Comentário corompido por ideologia e inveja resulta em um monte de baboseiras.

      Aqui no blog tem uma pletora de analfabetos em Ciência e tecnologia.

      • Eu compreendo e respeito a sua reação/comportamento…Além de ser um estado satélite e protetorado dos eua ,Israel, recebe uma ajuda financeira de bilhões de dólares deles com a condição de gastar só em coisas “Made in Usa”…

  57. FABIO MAX MARSCHNER MAYER 5 de dezembro de 2018 at 9:37

    Tá, mas é como se disse aí em cima: vários países usam e não têm problemas, porque o Brasil tem? Claro que posso estar errado, afinal, não sou militar, mas fico imaginando um heli dedicado de ataque no EB, uma cadeia logística própria, uma linha de treinamento própria, um sistema de manutenção dedicado… as vezes, comunalidade aumenta a eficiência da operação em todas as forças.

    Fabio, eu já escrevi isto aqui umas 50 vezes, mas vou repetir novamente:
    Os 12 MI 35 entregues a FAB tem três diferentes lotes construtivos, todos os três com linhas de construção diferentes, o que está causando um problema tremendo e impedindo a plena operação das anvs.
    O sistema construtivo destas anvs, que é ainda da decada de 60, não tem princípios de modularidade e para tu teres uma ideia, uma inspeção de 50 horas leva uma semana, e um BH leva 2,5 horas com dois mecânicos.
    Não te planejamento que aguente.

    • Há uma desinformação clara acima, dado que não existem problemas operativos no Mi-35 recebidos pela FAB, os quais, após 9 anos de operação ainda exibem a melhor disponibilidade em rampa da Força. Nada menos do 80%.

      Essa história de gabaritos não intercambiáveis é uma lenda feita para prosperar em mentes despreparadas via internet…
      Tal qual a presente lenda, esta, agora plantada pelo Defence.Blog quer versa sobra uma falha inexistente, que se viu inadvertidamente reproduzida pelo autor da matéria…

      Sobre vetores…
      Diga-se, que a mais longa experiência com a aeronave Blackhawk, aeronave esta não sem motivos muito elogiada, é a exibida pelo Exército Brasileiro, que viu as suas quatro aeronaves retidas em solo pelo motivo simples de falta contratual de peças de reposição, bem como pela insuficiência de suporte por parte do fabricante…

      Não existe fornecedor perfeito, existe o contrato bem feito.
      Entendem, agora?

      A FAB está muito satisfeita com os seus vetores. É o que você ouve dos oficiais do POTI toda vez que se pergunta sobre os seus helis de ataque.

      • A disponibilidade do SABRE não é de 80%. A média está bem abaixo disso, apesar de não ser ruim prum equipamento russo (diferente de tudo o que operamos). Está no SILOMS, que você não tem acesso. Disponibilidade de Facebook não existe.

        • Rinaldo Nery que não mostra o rosto…

          Você, em página de comentários da trilogia, já teve o desgosto de ter lutar com as palavras do próprio esquadrão POTI, postadas em rede social, cujo link foi disponibilizado aqui.

          Caso queira, disponibilizo link, bem como cito fonte da revista Aerovisão.
          Farei isso citando, inclusive, o autor da matéria.

          • Meu filho serve no GLog em Manaus. Tem acesso ao SILOMS. O Diretor da DIRMAB é da minha turma. O Diretor do PAMASP foi meu aluno na AFA (qual é o Parque do AH-2?). Explico novamente o que é SILOMS pra você? Ou vai de Facebook? Pelo amor de Deus… Juarez, ajuda o caboclo aí.

      • César, entenda bem uma coisa: quando o equipamento é americano, mas é difícil de operar ou manter, o problema é com nossos militares que, ou não foram qualificados o suficiente ou não são espertos para conseguir operar ou manter equipamento tão bom tecnologicamente e de ponta.

        Por outro lado, quando o equipamento é russo, eles querem tudo na boquinha e de graça. Não aceitam pagar nada, mesmo o equipamento russo sendo tão bom ou melhor que o ocidental, porém muito mais barato. Além do que, vêm com uma desculpinha do tipo: não devemos depender em nada deles. Como se a gente não dependesse em tudo dos EUA.

        O corpo mole que nossas FA americanizadas fazem é proposital, para depois justificar o motivo de não comprarmos mais equipamento russo. “A manutenção deles é precária”, “não estamos acostumados com esses vetores de outra origem”, “a filosofia russa é outra”, o manual é em cirílico” ou “não é adaptável aos nossos outros equipamentos” são alguns dos argumentos absurdos que ouvimos deles.

        Como eu disse num outro tópico, a maioria dos militares do Brasil deveriam pagar pelos anos de estudo gratuito que tiveram às custas do contribuinte e irem servir às FA dos States. Vão morar em Miami, ou pertinho da Disney. Devem vestir a farda que verdadeiramente amam, pois não são dignos da farda brasileira.

        • Baboseiras! Quer dizer que pra defender seu ponto vista,nem vou falar em viés ideológico,descarrega sua ira contra os militares brasileiros,os rebaixando à um bando de idiotas,doutrinadas pelos EUA? Já passou pela sua cabecinha que os militares,pessoas que se prepararam,estudaram a vida inteira para chegarem onde chegaram,simplesmente não querem aeronaves russas? Sempre estivemos ao lado dos EUA,em alguns momentos mais,noutros menos. Eles são quem realmente entendem do assunto. Esse Mi-35 na FAB é uma aberração,que não vai se repetir. Ááááhhhh,mas eles têm troçentos porcento de disponibilidade! É daí? Não foram adquiridos mais. E porque? Não nos interessa!
          Caso totalmente oposto ao Blackhawk. Começou no EB,a FAB comprou aos poucos e a MB adquiriu sua variante naval. E isso quer dizer muito.
          E inclusive,existe a possibilidade de novos integrantes da família serem adquiridos. Só não vieram ainda por,a eterna,falta de verbas!

        • Não acredito que material russo venha a ser adquirido pelas armas nacionais. E o motivo é advindo do alinhamento político com os EUA, ou seja, ideológico.

          Agora…
          Quero chamar a atenção para a diferença brutal dos comentaristas nas colunas de comentários dos blogs gringos para com os brasileiros.

          Os gringos que não ficam com conversa fiada e a detratar material bélico extra-OTAN, pelo contrário, conhecem as características das armas e procuram ao máximo conhecer o desempenho delas em combate real…
          Aqui fica esta palhaçada de se detratar vetores cujas características básicas são desconhecidas do comentaristas…
          Piada.

          Outra coisa: postagens e publicações patrocinadas, como esta do Defence.Blog, que se apresenta como se fosse produção isenta mas carrega interesse comercial, são plenamente identificadas como tal pelos comentaristas…
          Não dura “um segundo”, pode-se dizer…

          Aqui, nas nossas colunas, vê-se comentaristas capazes de matar uma pessoa pelo vetor que seja o dono do seu coração.

          É difícil dizer o motivo da maior sobriedade dos gringos e da extrema passionalidade eivada de preconceito que temos aqui… Na minha modesta opinião vivemos uma esquizofrenia coletiva, que não nos deixa perceber a realidade…

          É a única resposta que posso ter.

          • Operacionalmente o helicóptero é bom, e trouxe progressos e poder de fogo à FAB. A FAB nunca havia lançado um míssil guiado a partir de um helicóptero. A FAB não quer saber a ideologia do equipamento; ela que algo que consiga manter e que as ferramentas possam ser calibradas com os equipamentos ocidentais que já possuímos (por exemplo).

  58. Se colocar pilha é capaz da FAB doar os Mi-35 para o EB. Querem ver o pessoal da FAB fazer careta? E só perguntar o que eles acham do Mi-35.

    • Eu não sou um troll, exponho-me nas redes sociais e colunas de comentários de blogs e tive a oportunidade de entrevistar-me com um oficial do 2º/8º (POTI) e este foi só elogios para o vetor.

      Vetor este, provado em combate real, mais de uma vez e que por agora, vê novamente o combate na guerra síria.

      Existem duas maneiras de se portar nos meio comunicativos, uma delas é informando com consistência e conteúdo, a outra é emular as velhas ressentidas que ficam a murmurar a vida alheia em suas fantasias, desinformando a localidade com estas… Em resumo, ou você informa, ou faz fofoca (desinforma).

      Creio que fui claro o suficiente.

  59. A gente já sabe bem como tudo isto vai acabar…com o entubamento de uma meia dúzia(literalmente) de AH-1s de refugo…mais surrados, usados, desdentados e pelados possíveis….e como sempre…tudo a valores “modestos”…pra desenvolvermos doutrina e dizer que temos helicóptero de ataque…

  60. ” Yan Klows 3 de dezembro de 2018 at 16:59

    Essa Historia do Departamento americano cheira a papo de vendedor. Até porque eles tiveram a venda de Apaches AH-64E preteridas em favor do KA-52. Só sobrou falar mal…
    Informação é uma arma de propaganda dos dois lados. ”

    Estas coisas só fazem acabar ainda mais com a pouca credibilidade que esta gente já tem no mundo dos negócios…as palavras podem até convencer…mas são os exemplos de nossa conduta que dão credibilidade ao discurso…

  61. Rustam Bogaudinov 3 de dezembro de 2018 at 17:30

    Em ambientes de temperatura elevada (muito comum em terras egípcias) o motor VK-2500 do Ka-52 apresenta uma significativa perda de potência, que…

    Seriously? Tell it to Algeria, African countries, Syrians, Jordanians and others.

    ***~~**~*

    Rustam Bogaudinov 3 de dezembro de 2018 at 17:40

    Em 2016 o Ministério da Defesa da Rússia não permitiu, nem mesmo, que os pilotos do Grupo de Ensaios e Avaliações do Comando de Aviação do Exército o experimentassem.

    In Rosoboronexport probably idiots – I did not know about it.

    …..

    “O Poder não é um distintivo e nem uma arma. Poder é mentir. Mentir muito e fazer o mundo todo ficar do seu lado. Quando todos crêem em algo que no fundo sabem que é mentira, você os conquistou”

    Senador Roark, Sin City.

  62. “Alessandro 4 de dezembro de 2018 at 11:24

    já dizia aquela velha máxima conhecida muito por ae, material bélico russo só é bom para os russos!”

    Bem sacadas e criativas estas frases de efeito boladas pela divisão de marketing da indústria de armas estadunidenses…

  63. Lembrando, o Capitão estará em Israel em Março.

    Vai levar o AC e mais um monte de estrelas.

    Tio Jacob tem Apaches estocados, para entrega com direito há um Upgrade.

  64. “Informações obtidas pelo Departamento de Defesa, em Washington, afirmam que o novo Ka-52 tem esses “problemas técnicos” espalhados por quase toda a aeronave: nas instalações de motores, em seus aviônicos, nos sistemas de navegação e nos equipamentos de visão noturna.

    Em ambientes de temperatura elevada (muito comum em terras egípcias) o motor VK-2500 do Ka-52 apresenta uma significativa perda de potência, que não pode ser eliminada ou, simplesmente, contornada, por uma mudança no regime de voo.”

    Quando Pedro me fala sobre Paulo sei mais de Pedro que de Paulo…

  65. O artigo é muito bom, mas tem umas divergencias aqui.
    O Brasil NUNCA foi negado para experimentar qualquer helicoptero do ataque russo. Em setembro de 2014 a comitiva do Exército, liderada pelo gen Villas Bôas, visitou a empresa-produtora Rostvertol na Rússia para conhecer o Mi-28NE. O Ka-52 nunca foi colocado em pauta por simples ausência do interesse do Exército. Posteriormente, a Rússia sempre convidava o Exército para realizar os testes de voo do Mi-28NE por pilotos brasileiros.
    Em relação aos problemas com Ka-52 do Egito, a citação de fontes de informação não diretamente ligados ao assunto sempre mina a confiabilidade de conteúdo. Como é que os Ka-52 do Egito pode ter problemas estruturais em seus motores VK-2500 e Mi-35M da FAB com o mesmo motor não?

    • Em relação aos problemas com Ka-52 do Egito, a citação de fontes de informação não diretamente ligados ao assunto sempre mina a confiabilidade de conteúdo.
      ——-

      If the source is the first source of information Ukrainian site! ))) Now the Ka-52 in the colors of the Egyptian Air Force is shown at the exhibition EDEX 2018 in Cairo as the most advanced in the Egyptian Air Force – How interesting? Egyptian military idiots showing their helicopter at the exhibition if you have a problemy

      one engine that ka-52 and mi-35m it is the most reliable, exploited in 100 countries!

  66. Cavalo-do-Cão 6 de dezembro de 2018 at 6:18
    “Alessandro 4 de dezembro de 2018 at 11:24

    já dizia aquela velha máxima conhecida muito por ae, material bélico russo só é bom para os russos!”

    Bem sacadas e criativas estas frases de efeito boladas pela divisão de marketing da indústria de armas estadunidenses…
    ———————-

    For sure! Rvsskazhi tell it in 120 countries of the world where Russian Mi and Ka helicopters fly!

    And before you write something, learn the material and ask those who know it!

  67. Rinaldo Nery 7 de dezembro de 2018 at 16:02

    Meu filho serve no GLog em Manaus. Tem acesso ao SILOMS. O Diretor da DIRMAB é da minha turma. O Diretor do PAMASP foi meu aluno na AFA (qual é o Parque do AH-2?). Explico novamente o que é SILOMS pra você? Ou vai de Facebook? Pelo amor de Deus… Juarez, ajuda o caboclo aí.
    Boa noite Cel. Se for uma ordem, eu cumpro, mas se for um pedido, vou educadamente agradecer. Discutir com este cidadão é o mesmo que discutir com pombos.

  68. A primeira vista parece me que dois modelos seriam os mais interessantes para nós ,
    1) Padronizar com o Mil MI 35 russo (caso haja uma transferência de tecnologia que nos dê autonomia logística)
    2) O modelo americano Bell AH-1Z com integração de eletrônica israelense já fabricada no Brasil;
    Acrescento uma terceira e a melhor alternativa que é fazer uma nova licitação, visto que já temos inovações e mesmo novos projetos sendo tocados neste intercurso de tempo.

  69. Gabriel, boa noite. Sinceramente, com todo o respeito que tu merece, mas acho que tu não entendeu quase nada do que já explicamos
    Prezado, esquece está bost…….de MI 35, não roda, russos não transferem porra nenhuma.
    Vou te contar uma historinha para tu entender:
    Algumas células de MI 35 estão chegando próximas de um IRAM. A FAB consultou os Colombianos que em um centro de manutenção de MI 17, e estes foram claros que sem a autorização e apoio técnico russo não poderiam botar um dedo neles . Os Ucranianos que tbem se oferecer, deram brilhante ideia de se fazer dow grade grade nas células dos dois últimos lotes e trazelas o padrão inferior, do primeiro lote. Sim, e verdade, este e o tipo de gente que foram se meter. Quando o primeiro MI 35 parar, tem que arrumar dinheiro para pagar na frente os Russos, pagar os atravessadores que repassam dinheiro aos capangas do governo russo, pagar o AN 124 para levar e para buscar e ainda deve levar uns dois anos no ritmo russo.
    Então você cogita a hipótese de padronizar com este troco.
    E brabo.

    • Não sabia que o pós-venda russo era tão ruim.Pelo que descrevem as revistas especializadas a impressão que dava era que a FAB estava satisfeita com o vetor e já nossos militares já estavam familiarizados com o mesmo. Dai eu pensei em economia de escala na área de logística e manutenção assim como no processo de formação dos nossos militares…
      O melhor seria abrir uma nova licitação em que muito provavelmente a helibras sairia na frente, mas teríamos a possibilidade de entrar em um projeto com os italianos ou os coreanos.

      • Caro Gabriel BR…

        Quem tem maior credibilidade, um jornalista que empenha o seu nome em uma matéria, ou um troll que se esconde nas colunas de comentários e nas redes sociais?

        Observe, que apesar de não ter citado diretamente o autor desta matéria, por ser desnecessário, a pessoa de Roberto Lopes foi criticada por mim no momento em que apontei que ele repetia equívocos explicitados no Defence Blog, colocando, inclusive, um link para conferência direta.

        Eu posso fazer isso pelo motivo simples que aqui estou como o meu nome e retrato pessoal. Sou uma pessoa acessível, posso ser localizado e inquirido.

        E quanto aos trolls que pululam por aí?
        Falam o que querem e desinformam, pois não vão responder por nada, não são identificáveis…
        Daí dão vazão aos seus preconceitos e alucinações. Se fazem passar por outras pessoas, em busca de uma “respeitabilidade”, necessária para lustrar as imbecilidades proferidas.

        Saiba, que o Caracal, H225M, é muito apreciado pela Aviação do Exército Brasileiro, ja o não sem motivo elogiado Blackhawk, não tem o mesmo apreço… Motivo?
        A Helibrás fornece um suporte adequado ao EB, que possui quase a totalidade das aeronaves de procedência francesa… Já os 4 BH tiveram dificuldades advindas não das qualidades do vetor, mas da falta de cobertura de um contrato adequado para o suporte… Ora, ora, o que vetor tem a ver com uma falta gerencial do operador?

        O que importa é o contrato que você firma com o fabricante. Entendeste?

        A FAB adquiriu os Mi-35 através de um contrato adequado e recebeu por isso um pós-venda por parte do fabricante que permitiu a operação do vetor com índice de disponibilidade em rampa admirável, acima de 80%.
        O esquadrão POTI está satisfeito com o vetor de combate que tem nas mãos.
        São fatos, meu caro.
        O resto não passa de… Resto.

  70. Queridos, a discussão não é ideológica. Não é porque vc é anti-EUA ou anti-Rússia que não se deve adquirir certos equipamentos, tudo é questão de custo, praticidade, disponibilidade e, sim, política, seja interna, seja externa. E sendo bem sincero, os militares operam os equipamentos que o governo comprar e entregar à eles, pois: a) São militares, têm disciplina e sabem o limite do que podem ou não discutir, recebem ordens e às cumprem; b) São capazes – recebendo o treinamento e adestramento necessário, operam até material vindo de Júpiter; c) São guerreiros, usarão os meios que estiverem disponíveis para cumprir suas missões.

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