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EUA gastaram seis trilhões de dólares em guerras que mataram meio milhão de pessoas desde 9/11, diz relatório

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Por Tom O’Connor – Newsweek

Os Estados Unidos gastaram quase US$ 6 trilhões em guerras que contribuíram diretamente para a morte de cerca de 500.000 pessoas desde os ataques de 11 de setembro de 2001.

O Instituto Watson da Brown University para Assuntos Públicos e Internacionais publicou seu relatório anual “Costs of War” em 2018, levando em consideração os gastos do Pentágono e sua conta de Operações de Contingência no Exterior, bem como “gastos relacionados à guerra pelo Departamento de Estado, passados ​​e obrigados gastos com cuidados de veteranos de guerra, juros sobre dívidas contraídas para pagar as guerras e prevenção e resposta ao terrorismo pelo Departamento de Segurança Interna”.

A contagem final revelou: “Os Estados Unidos se apropriaram e são obrigados a gastar cerca de US$ 5,9 trilhões (em dólares atuais) na guerra contra o terror até o ano fiscal de 2019, incluindo guerra direta e gastos e obrigações relacionados à guerra para obrigações futuras no para veteranos de guerra do pós-11 de Setembro.”

“Em suma, os altos custos de guerra e gastos relacionados à guerra representam uma preocupação de segurança nacional porque são insustentáveis”, concluiu o relatório. “O público seria melhor atendido pelo aumento da transparência e pelo desenvolvimento de uma estratégia abrangente para acabar com as guerras e lidar com outras prioridades urgentes de segurança nacional”.

Os EUA embarcaram em uma guerra global contra o terror após os ataques de 11 de setembro de 2001 que mataram quase 3.000 e foram orquestrados pelo grupo militante islâmico Al-Qaeda. Semanas depois, os EUA lideraram uma invasão do Afeganistão, que na época era controlada pelo aliado da Al-Qaeda, o Talibã. Em março de 2003, Washington derrubou o presidente iraquiano Saddam Hussein, acusando-o de desenvolver armas de destruição em massa e abrigar organizações terroristas designadas pelos EUA.

Apesar das rápidas vitórias iniciais lá, as forças armadas dos EUA têm sido atormentadas pelas insurgências em andamento nesses dois países e expandiram as operações de contraterrorismo em toda a região, incluindo Líbia, Paquistão, Somália e Iêmen. Em 2014, os EUA reuniram uma coalizão internacional para enfrentar o grupo militante Estado Islâmico (ISIS), que surgiu de uma insurgência muçulmana sunita pós-invasão no Iraque e se espalhou para a vizinha Síria e além.

O relatório de 2018 constatou que “os militares dos EUA estão realizando atividades contraterroristas em 76 países, ou cerca de 39% das nações do mundo, expandindo amplamente [sua missão] em todo o mundo”. Além disso, essas operações “foram acompanhadas por violações de direitos humanos e liberdades civis, nos EUA e no exterior”.

No geral, os pesquisadores estimaram que “entre 480.000 e 507.000 pessoas foram mortas nas guerras dos EUA após o 11 de setembro no Iraque, Afeganistão e Paquistão”. Esse número “não inclui as mais de 500.000 mortes causadas pela guerra na Síria, ocorrendo desde 2011”, quando um levante rebelde e jihadista apoiado pelo Ocidente desafiou o governo, um aliado da Rússia e do Irã. Nesse mesmo ano, a aliança militar ocidental da OTAN liderada pelos EUA interveio na Líbia e ajudou insurgentes a derrubar o líder de longa data Muammar el-Kadafi, deixando a nação em um estado contínuo de guerra civil.

O custo humano combinado para os EUA durante suas ações no Afeganistão, Iraque e Paquistão foi de 6.951 soldados, 21 civis e 7.820 contratados.

“Embora muitas vezes saibamos quantos soldados americanos morrem, a maioria dos outros números é incerta. De fato, talvez nunca conheçamos o número total de mortos diretos nessas guerras. Por exemplo, dezenas de milhares de civis podem ter morrido ao retomar Mosul e outras cidades do ISIS, mas seus corpos provavelmente não foram recuperados”, observou o relatório.

“Além disso, esse registro não inclui ‘mortes indiretas’. Os danos indiretos ocorrem quando a destruição das guerras leva a consequências de longo prazo, indiretas, para a saúde das pessoas nas zonas de guerra, por exemplo, devido à perda de acesso a alimentos, água, instalações de saúde, eletricidade ou outras infra-estruturas”, acrescentou.

Em fevereiro de 2018, o presidente Donald Trump estimou que “gastamos US$ 7 trilhões no Oriente Médio”, dizendo isso foi um “erro”. Semanas depois, ele teria dito a seus conselheiros militares que preparassem um plano para se retirar da Síria quando a guerra contra o ISIS entrou em sua fase final, embora oficiais seniores de Washington tivessem expandido a missão dos EUA – considerada ilegal pelo governo sírio e seus aliados – para lutar contra o Irã e seus aliados.

FONTE: Newsweek

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Joao Moita JrMattosnonatoBilleFernando Nascimento Recent comment authors
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Antoniokings
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Antoniokings

E conseguiram aumentar dois problemas que já eram gigantescos: Um de cunho político e outro de natureza econômica.
Se os EUA não repensarem sua politica externa, vão se dar muito mal.

William Duarte
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William Duarte

Poxa Antoniokings está indo bem, a sua primeira resposta foi excelente, mas você é igual ao saudoso Sandoval Quaresma do inesquecível Brandão Filho na escolinha do professor Raimundo, a gente sabe que na sequencia vem bomba. Saudações, continua externando seu pensamente, conclua a frase: Qual é a politica externa ideal para o EUA fazer?
PS Um dos votos positivos a você na primeira frase foi meu, falta pouco para um dez.

Defensor da liberdade
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Defensor da liberdade

Pode começar parando de se meter em problema que não são seus. Os EUA está no Oriente médio para garantir os interesses de Israel e dos sauditas, duvido que tenham ganhando qualquer coisa lá com isso, senão um monte de caixões de seus cidadãos, um monte de veteranos drogados em clínicas de reabilitação, e trilhões em dívida pública para bancar os gastos.

Wellington Rossi Kramer
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Wellington Rossi Kramer

Problemas que não são americanos hoje, poderão vir a sê-los amanhã. Se os EUA não se metessem nas guerras mundiais por exemplo, o que teria acontecido. Os EUA são muito grandes, se ficarem de fora serão criticados e se entrarem também.

Salim
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Salim

Os. EUA leva guerra ao campo inimigo, a meu ver correta, se VC somar tudo da 3 meses assassinados aqui. O 11 setembro foi estopim para mudanças relevantes na geopolítica mundial, de pe só sobrou Irã que já esta alça mira como financiador terrorismo.

Fernando Nascimento
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Fernando Nascimento

graças aos EUA o Mundo Civilizado Existe,….. Imaginem o terro que seria se não houvesse os EUA!

A questão é que se os EUA se calarem, o mundo civilizado que conhecemos não existirá em 20 anos,….

No Oriente Médio, se não fosse a eterna vigilância e interferência dos EUA quilo seria uma região de Barbare,…

nonato
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nonato

Falou tudo.
Para começar, os terroristas poderiam ter tomado de conta do mundo.
Só acho que falta mais efetividade.
Tem que chegar e acabar com os terroristas.
É incompreensível que no Afeganistão o taleba não tenha sido exterminado.
Se o problema for o Afeganistão, os EUA deveriam agir.
Só ocorreu o atentado de 11/9 porque os estados unidos não agiram para valer antes, mesmo sabendo da existência da Al Qaeda.
Relatório e matéria tendenciosa.
Parece que tem gente da Globo na news week.

Antoniokings
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Antoniokings

Qual a política externa?
Fácil.
Parar de interferir em outros países.
Deixar de gastar trilhões de dólares com armas em vez de tratar do bem-estar do seu povo e aliviar o deficit público.
Será que se aplicasse parte desses 6 trilhões não melhoraria a proteção social, atendimento médico, crédito aos universitários?
E pior. Gastos externos que só fazem aumentar a animosidade com relação ao País.
Eles estão no caminho ‘perfeito’!

paddy mayne
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paddy mayne

Nesse ponto voce e o Trump concordam. Ele sabe que parando de gastar com isso os EUA vão bombar.

Rodrigo Martins Ferreira
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Rodrigo Martins Ferreira

A Rússia e China estão OK ?

Wellington Rossi Kramer
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Wellington Rossi Kramer

Sem a interferência americana existiria ainda o Japão, a Coréia do Sul e Taiwan? Por que será que o povo de Hong Kong está cantando o hino americano nas ruas?

Wellington Rossi Kramer
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Wellington Rossi Kramer

Verdade também que sem os EUA não existiria o perigo da China ameaçar os EUA.

nonato
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nonato

Como se você estivesse preocupado com o bem estar do povo americano…
Você quer que os Estados Unidos não ajam para que os inimigos continuem agindo como na Coreia do norte, no Irã, Cuba e Venezuela.
Cuba dava para ter resolvido rápido e evitado mais problemas.
Uma invasão rápida teria resolvido.
No Panamá, resolveu…
Os Estados Unidos não deveriam se preocupar tanto com imagem.
No caso de Cuba não quis agir diretamente e hoje o problema está aí.
Cuba causou muitas mortes nas guerras que apoiou na África e América latina e ninguém diz nada…

Joao Moita Jr
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Joao Moita Jr

Política externa? Bom, política externa só temos com relação à América Latina, Europa e a Ásia.
No Oriente Médio e África Do Norte somos instrumentos da política externa de Israel, e qualquer político que ousar dizer o contrário está cometendo suicidio profissional.

Leandro Costa
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Leandro Costa

Trump, assim como Nixon, foi eleito com a premissa de tentar se desengajar da baderna generalizada alimentada por Obama. Espero que consiga fazer isso, assim como Nixon conseguiu, mesmo que mantendo ISR assets na região e repassando informações coletadas à aliados locais para que eles assumam o grosso de quaisquer operações ora em curso.

Lyw
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Lyw

Obama não começou nenhum desses conflitos… Aliás, quando assumiu, ambos os conflitos estavam em uma situação crítica e foi Obama quem, ainda no início de seu governo, iniciou a grande retirada de tropas americanas (e aliadas) do Iraque.

Leandro Costa
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Leandro Costa

Lyw, Obama fomentou, sem querer querendo o ISIS, fomentou sem querer querendo, a Guerra Civil na Síria, que inclusive ajudou à armar diferentes grupos opositores à Assad mesmo que isso significasse que armamento americano poderia cair em mãos da Al Qaeda, promoveu a queda de Kaddafi e a desestabilização da Líbia, todo o processo de revolução no Egito, acelerou a desestabilização do Yemen, e ainda por cima ajudou à afastar a Turquia da esfera ocidental causando embarassos que envolvem toda a OTAN até os dias atuais. É bom lembrar que foi na gestão Obama em que a Coréia do Norte… Read more »

Lyw
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Lyw

Bom, vamos lá… Obama não “deixou” a China se expandir… Ele simplesmente não tinha o que fazer, você queria que ele atacasse uma potência nuclear? Sobre o ISIS, foi uma ação tipicamente americana, agiram como sempre agiram, só que dessa vez deu no que deu… E o meu comentário, se refere ao conteúdo da matéria, seis trilhões de dólares gastos em conflitos, sendo a imensa maioria deste dinheiro gastos no Iraque e no Afeganistão. Que, já que disto a matéria tratava e você citou Obama, me pareceu que você estivesse colocando na conta dele. Sobre “Trump resolver alguma baderna”, creio… Read more »

Leandro Costa
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Leandro Costa

Não falei em ataque à China, Lyw, falei em diplomacia militar mesmo. Aumentar o número de navegações de freedom of navigation, levar o caso até a ONU, botar a boca no trombone, juntar os países que pleiteavam jurisdição das ilhas, regiões de mar que a China ocupou, etc. Ações como essa poderiam muito bem frear o ímpeto Chinês de expansão naquela faixa de mar, o que hoje em dia constitui um embroglio estratégico. Na verdade, não entendi bem quando disse que, quando Obama assumiu, os conflitos (Iraque e Afeganistão) estavam em situações críticas, e que ele deu início à retirada… Read more »

nonato
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nonato

Eu falo em ataque mesmo.
Quem não ataca enquanto pode, quando quiser, talvez não possa mais.
Não há espaço para amadorismo.

Bb1
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Bb1

Pois eh, Obama nao tinha o que fazer ( CHINA); roubo de propriedade intelectual, guerra comercial, apoiando adversariosdos Eua, e principalmente tudo q a Coreia d norte produz vem da china e agora eh potencia nuclear e o Ira tambem. Obama foi o pior presidente do EUA, disputando com Carter. Hoje eh maldito ate pelosproprios democratas.

Tadeu Mendes
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Tadeu Mendes

O Obama conseguiu ser o pior presidente na história dos EUA.

Camargoer
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Acho que você está esquecendo aquele que deixou a depressão de 29 sair do controle, destruir a economia do mundo, dar força ao fascismo e resultar na segunda guerra.

Tadeu Mendes
Visitante
Tadeu Mendes

Caro Camargoer,

Quanto a grande depressão de 1929, você está correto. Mas tem que levar em consideração que o sistema financeiro não possuía mecanismos para evitar a especulação , e que a Economia como uma ciência , ainda estava na sua infância .

Mas eu não consigo visualizar uma relação entre o comunismo, o facismo, o nazismo e a segunda grande guerra com a depressão econômica americana dos anos 20.

Leandro Costa
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Leandro Costa

Tadeu, regimes autoritários só encontram voz e platéia, quando a economia vai mal. Mesmo que depois se recuperem economicamente, como no caso da Alemanha, aquele que os ‘salvou’ da miséria é reconhecido como o ‘salvador.’ No caso da Alemanha esse cara foi Hitler. E deu no que deu.

Socialismo, fascismo, e vários outros ‘ismos’ só florescem quando há algo de errado acontecendo.

Camargoer
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Camargoer

Caro Tadeu. Os mecanismos desenvolvidos para controlar a economia depois da crise de 29 foram desmontados por Bush filho e Clinton, o que levou à depressão de 2008 (que ainda está punindo a economia mundial), o que inclusive favoreceu a eleição de Obama (caso contrário um negro nunca seria eleito presidente dos EUA). Portanto, nesse mesmo critério usado por você, Bush filho foi pior que Obama. Sobre a ascensão fascista ao poder na década de 30, talvez seja preciso lembrar que a Grande Guerra possibilitou a ampliação do socialismo e do sindicalismo como resposta ao capitalismo. O Tratado de Versalhes… Read more »

Leandro Costa
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Leandro Costa

Não esqueci de Coolidge não, é que no contexto da época, ele simplesmente não tinha como prever o que hoje para nós é algo claro como a luz da lua cheia em noite sem nuvens. É sempre bom lembrar que o período entre guerras foi uma época interessante do ponto de vista da ciência social, política e em relação à teorias militares. França e Inglaterra cogitaram políticas sociais baseadas em eugenia devido às perdas durante a Guerra, estávamos na época do ‘Roaring Twenties’ em que Berlim, por exemplo, era a capital mundial do prazer desenfreado, a economia liberal ia de… Read more »

Colombelli
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Colombelli

Esta retirada prematura e mal feita foi a origem do isis. Foi feita extamente quando as coisas começavam a dar certo.

Defensor da liberdade
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Defensor da liberdade

Acho que quem fomentou essa baderna foi o vaqueiro playboy republicano. Bush filho foi um dos piores presidentes da história dos EUA. Para piorar suas ações colocaram o país numa crise que quase se equiparou ao crash de 29.

Carlos Gallani
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Carlos Gallani

Ata, o 9/11 foi culpa do Bush?
A opinião pública exigia uma ação de força no Afeganistão!
O Iraque até pode entrar na conta dele mas não a coisa toda!

Matheus Santiago
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Matheus Santiago

Em parte sim. De fato, é bem provado que o governo Bush tenha sido uma das principais razões que possibilitou a ocorrência daqueles ataques. Desde 1961, os pilotos americanos tinham a permissão de levar consigo armas de fogo na cabine de comando de seus aviões. Mas apenas dois meses antes dos ataques de 11/09, a FAA (Federal Aviation Administration, equivalente à ANAC) baniu essa prática. Como resultado, os sequestradores tinham a certeza de que estarem armados com facas e estiletes já seria suficiente para subjugar e dominar completamente quatro aviões comerciais, pois sabiam que nenhum dos pilotos a bordo estaria… Read more »

Leandro Costa
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Leandro Costa

A proporção de pilotos que voavam armados era BAIXÍSSIMA e será sempre BAIXÍSSIMA. Algo que provavelmente mal registra em estatística.

E se você não sabe, a FAA é um órgão independente. Não importa o que o Presidente dos EUA fale, a FAA toma suas próprias decisões. Pode sofrer uma pressãozinha aqui e ali, mas é independente. Lá, esse negócio de aparelhar o Estado, não é algo bem visto.

Matheus Santiago
Visitante
Matheus Santiago

Não importa se a proporção era baixa de pilotos armados, o fato é que isso inibia tomada de aviões por terroristas e dava mais segurança nos deslocamentos.

Mas o RINO não fez nada para mudar já que era defensor das armas e na verdade isso até se encaixa nas teorias da conspiração.

Adriano Luchiari
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Adriano Luchiari

O que sempre houve e provavelmente ainda há são agentes federais infiltrados como passageiros em voos cujas rotas possam oferecer algum risco…

Adriano Luchiari
Visitante
Adriano Luchiari

Piloto armado vai disparar um tiro e correr o risco de causar despressurização da cabine?

Tadeu Mendes
Visitante
Tadeu Mendes

Defensor,

Nunca estivemos perto de algo como o crash de 1929.

Não força a barra. A grande depressão foi uma época de fome e miséria nunca vista ou repetida na história americana.

Defensor da liberdade
Visitante
Defensor da liberdade

Eu disse equiparável, equivalência não é igualdade.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Tadeu. A crise de 2008 teve seu impacto reduzido devido o pacote de salvamento do governo dos EUA que foi da ordem de US$ 700 bilhões. Caso tivessem tomado a mesma posição liberal de 29, a crise de 2008 provavelmente seria igual ou pior que a do início do Século XX. É preciso considerar que a crise de 29 levou o mundo à guerra mundial dez anos depois. A crise de 2008 ainda está impactando o mundo.

Matheus Santiago
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Matheus Santiago

Posição liberal em 29? Aponte por favor!

Camargoer
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Camargoer

Ola Matheus. O governo dos EUA não fez qualquer intervenção na economia, esperando que o mercado fizesse as correções, eliminando as empresas problemáticas e fortalecendo as empresas fortes. A economia dos EUA, principalmente sua agropecuária só foi recuperada pelas iniciativa keynesiadas coordenadas por Wallace, que era o vice precidente de Rooselvet.

Matheus Santiago
Visitante
Matheus Santiago

A intervenção começou no começo dos anos 20, a contínua criação de dinheiro pelo Federal Reserve permitia que os bancos concedessem, de forma contínua e aparentemente sem limites, empréstimos fartos e baratos para especuladores, os quais utilizavam esse dinheiro barato para comprar ações e, em seguida, revendê-las a preços muito maiores. A expansão monetária feita pelo Fed garantia que os preços das ações subissem continuamente assim como ocorreu com o crédito direcionado ao mercado imobiliário gerando a crise de 2008. Só por aqui já se pode dizer que é intervenção, porém, em fevereiro de 1928, o Fed, assustado com toda… Read more »

Matheus Santiago
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Matheus Santiago

“O governo dos EUA não fez qualquer intervenção na economia, esperando que o mercado fizesse as correções”

Boa piada.

Matheus Santiago
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Matheus Santiago

“O governo dos EUA não fez qualquer intervenção na economia, esperando que o mercado fizesse as correções, eliminando as empresas problemáticas e fortalecendo as empresas fortes.” Essa foi a resposta da crise de 1920-1921, na qual o governo realmente deixou o mercado corrigir as deficiências econômicos e estruturais, nessa crise a economia se recuperou em menos de um ano, com o governo cortando gastos correntes, não expandindo a oferta monetária e permitindo reduções de salários. Mas como não foi por vias keynesianas, nunca ouvimos sobre essa crise nas escolas, nem mesmo nas escolas dos EUA e eu aposto que muitos… Read more »

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Matheus, a “A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda” foi publicado em 1936. Se um professor de economia disser que as autoridades monetárias ignoraram Keynes em 1920, mude de escola. O curso é picaretagem.

Matheus Santiago
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Matheus Santiago

Não me respondeu absolutamente coisa alguma. Aliás, a intervenção propagada pelos keynesianos na crise sub-prime não solucionou o problema da crise, apenas postergou. As rodadas de QE’s só encheram os bancos de dinheiro e o povo de pobreza, mostrando mais uma vez como o keynesianismo é totalmente falho.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Matheus. Keynes publica seu principal livro em 36 como uma resposta aos problemas causados pelo laissez faire durante a crise de 29. O New Deal é implementado nos EUA a partir da eleição de Roosevelt em 33. É um absurdo falar em políticas keynesianas nas causas da crise de 29.

Matheus Santiago
Visitante
Matheus Santiago

Em primeiro lugar, Keynes inventou a macroeconomia – a teoria da produção como um todo. E o seu desafio implicou uma nova dimensão para a formulação de políticas: os governos podem precisar de déficits para manter o pleno emprego. O desemprego só começou a cair em 1939, no ano do começo da SGM, na qual indústrias estavam se voltando para a produção da guerra e o déficit do governo estava muito alto como recomenda a teoria keynesiana. Em segundo lugar, a teoria keynesiana pode ter surgido na década de 30, mas já existia ações governamentais intervencionistas antes do surgimento da… Read more »

Marcelo-SP
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Marcelo-SP

1. Obama, juntamente com os bacaninhas europeus, realmente foi o maior fomentador dessa disseminação pelo Oriente Médio e outros locais. A Primavera Árabe atiçou a imaginação dos engenheiros sociais da esquerda mundo afora. De repente, eles acharam que haveria uma democracia das flores derrubando os malvados ditadores “fantoches do Ocidente”, e clamaram ao mesmo Ocidente para “proteger os povos dissidentes”. Só que a história não era tão preto no branco. Deu merda, e eles trataram de criar uma narrativa para apagar suas digitais da bagunça, culpando a “guerra ao terror”… 2. Não podemos esquecer a ordem dos fatores. O terrorismo… Read more »

Tadeu Mendes
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Tadeu Mendes

Marcelo SP,

Excelente comentário. Sua análise foi impecável.

Só quero acrescentar o ataque de Israel ao reator em Osirak. As pretensões de Saddam era a aquisição de tecnologia nuclear para fins militares.

Quanto as armas biológicas não sabemos no que deu.

Quanto as armas químicas binárias, a suspeita é de foram transferidas para a Síria.

Marcelo-SP
Visitante
Marcelo-SP

Valeu, Tadeu! E obrigado pelos complementos!

Willber Rodrigues
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Willber Rodrigues

“O custo humano combinado para os EUA durante suas ações no Afeganistão, Iraque e Paquistão foi de 6.951 soldados, 21 civis e 7.820 contratados”

Quem seriam esses contratados?

Bem…ninguem disse que “brincar de superpotência” e de “polícia do mundo” seria barato.

O problema é que isso é um caminho sem volta. Se o Tio Sam recuar dos países onde ele age, criariam vácuos de poder que com certeza seriam rapidamente ocupados pela China ou outro país.

Señor batata
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Señor batata

Olá Willber. Com relação a contratado pode ser desde pessoal de suporte até mercenários. Atualmente um bom número de países usa mercenários.
Tem um livro bom chamado blackwater, q trata sobre a empresa título do livro. Uma curiosidade é q se não me engano a empresa acabou mudando de nome acho q hoje chama academy.
Tchau abs.

Antoniokings
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Antoniokings

Willber

Não tem jeito.
Os americanos são odiados no Afeganistão, Iraque e Paquistão.
Sairão mais cedo ou mais tarde.
Querendo ou não.

Willber Rodrigues
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Willber Rodrigues

Sobre o Iraque e, principalmente, o Afeganistão: eles odeiam qualquer um que invada seu país.
Pergunte pro Alexandre, o Grande: facil de entrar, difícil de sair.

Alfa BR
Visitante
Alfa BR

“O custo humano combinado para os EUA durante suas ações no Afeganistão, Iraque e Paquistão foi de 6.951 soldados, 21 civis e 7.820 contratados”

Só para pôr em perspectiva: número de soldados mortos (quase 7 mil) em 17 anos de conflitos é semelhante ao sofrido durante a Batalha de Iwo Jima que durou um mês e uma semana.

Mauro Gardusi
Visitante
Mauro Gardusi

Eles poderiam ter conquistado corações e mentes (aliás, pulmões, fígados e todo o resto) se, ao invés de tantas bombas, jogassem essa grana nos países em que estão lutando

Gordo
Visitante
Gordo

Fazendo uma relação bem simplista veremos semelhanças entre Roma e os EUA. Roma movimentava sua economia a partir da expansão, era a guerra quem gerava renda e quando pararam a decadência veio. Podem ter certeza que esses gastos dos EUA geraram muita receita, principalmente para os grandes doadores (quem põe dinheiro nos dois partidos). Até quando essa roda vai girar ninguém sabe, existem previsões desde o fim dos anos 70 que até hoje não se confirmaram. O triste disso é saber que com bem menos que isso eles ajudariam todo o continente africano e a região do Caribe, não ia… Read more »

Leandro Costa
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Leandro Costa

Gordo, o problema disso é aquele papo de distribuir peixe ao invés de ensinar à pescar. Sabe-se lá quanto de ajuda humanitária a África recebeu ao longo da segunda metade do século XX e até hoje, os caras simplesmente não se ajudam. Não é uma injeção de dinheiro que vai resolver problemas na África, Oriente Médio, América Latina, Sudeste da Ásia e por aí vai. É tudo uma questão dos povos desses continentes resolverem seus problemas entre si, e trabalharem duro para mudarem uma rotina de autoflagelo. Os próprios Africanos promovem genocídio atrás de genocídio e se não tivessem armas… Read more »

Caio
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Caio

Só esqueceu que os nossos problemas como concentração de terras, leva a produção para de alimentos para a China e matérias primas para os ricos,.
Ogrosso do ouro e dos diamantes da frica e América Latina vão para Europa e Israel, que não pagariam o preço que pagam se os países fossem estáveis, e com salários de nível.
Ora nossa madeira,que embeleza miitos cantos ricos, não seria tão barata para eles, caso o mundo pobre não o fosse.
E nosso mercado pobre que consome o que ele não querem mais; e muito coisa além meu nobre.

Tadeu Mendes
Visitante
Tadeu Mendes

Leandro,

A África arrancou na frente. O bêrço do Homo Sapiens, perdeu o bonde da história.

A África praticamente se fossilizou culturalmente.

Colombelli
Visitante
Colombelli

Africa será sempre o que hoje é e sempre foi. Chegou a ter 36 guerras em curso. Eu não daria um pila pra aquela gente. Eles preferem comprar munição do que comida. Sempre foi assim. É cultural. A escravidão inclusive foi fomentada por eles mesmos. Se matam a milênios e assim vão continuar. Não tem ajuda que salve.

sergio ribamar ferreira
Visitante

Concordo como sr. Gordo. Guerra gera renda. muito dinheiro envolvido. Tecnologia, alimentação, vestuário, medicina…. se não movimentar a máquina e se afastar, se abre lacunas e outros povos como China e Rússia conquistaram espaço e divisas. guerra é um negócio rentável. não entre os grandes. estes ajudam a fomentar. Grande abraço e desculpe o incômodo

Adriano Luchiari
Visitante
Adriano Luchiari

Só a Fundação Rockfeller, desde o sec. XIX já gastou mais dinheiro do que foi aplicado até hoje no bolsa-família em doações para instituições médicas,educacionais e ajuda humanitária a países de terceiro mundo! Um exemplo aqui perto: o edifício central do campus da ESALQ em Piracicaba/SP (1907) e o seu primeiro computador eletrônico, um IBM 1130 (1968).

Antonio Palhares
Visitante
Antonio Palhares

A guerra é um negocio dos bons. A industria de alta tecnologia vive disso.

Defensor da liberdade
Visitante
Defensor da liberdade

Kkkkkkkkk agora me digam quantos desses dólares retornaram para o bolso do americano médio, aposto que zero. Se o contribuinte brasileiro é trouxa, o americano é trouxa em dobro!

Antoniokings
Visitante
Antoniokings

Retorno ZERO!
Ou NEGATIVO.
A dívida pública americana vai se aproximando de estratosféricos U$ 25 trilhões.
As gerações futuras de americanos nascerão endividadas até as fraldas.

Régis Athayde
Visitante
Régis Athayde

Esta matéria somente confirma aquilo que foi exposto em um episódio dos Simpsons, quando eles visitam o Niágara Falls e Lisa cai nas cataratas e é resgatada pelos canadenses, acordando em hospital de lá. Quando Homer encontra ela pergunta à médica do hospital quanto terão de pagar e ela responde que a saúde no Canadá é grátis, Lisa pergunta:
– Pai, por que a América não fornece atendimento de graça para os americanos?
– Filha, os EUA NÃO TEM DINHEIRO para pagar saúde para seus cidadãos.

Acho que isto diz tudo sobre a maneira americana de pensar.

Gabriel BR
Visitante
Gabriel BR

E é por isso que eu admiro Donald Trump…esse negócio de ser policia do mundo é um péssimo negócio para o contribuinte americano e para a imagem dos EUA.

Diogo
Visitante
Diogo

Parei de ler a matéria quando denominaram a Al-Qaeda como grupo “militante”….

Defensor da liberdade
Visitante
Defensor da liberdade

Mas a Jihad tem objetivos políticos, não deixa de ser militância.

Carlos Gallani
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Carlos Gallani

Eu vejo o número de mortos como algo muito vago a ser analisado… dá mais de 70 mortos por dia desde a queda das torres, todo santo dia, será que dá pra colocar esse número na conta assim sem uma análise de contexto mais criteriosa? Estou lá trocando tiro com uma merda de um terrorista e um transeunte morre, coloco na estatística “morte causada pelos EUA”? Eu não tenho conhecimento para questionar os números com segurança mas posso questionar sem dúvida a forma como a coisa é apresentada, o intuito de queimar o filme dos Estados Unidos é latente, recomendo… Read more »

Camargoer
Visitante

Caro Diogo. Parece ser um péssimo hábito esse de não ler as coisas até o fim. Geralmente a conclusão está no fim. Ler pela metade pode ser pior que não ler.

Diogo
Visitante
Diogo

Caro Camagoer, quando digo “parei de ler quando…” quero dizer que discordo completamente da informação colocada em uma certa parte do texto e que não irei perder mais meu tempo com essa leitura, geralmente começo a interpretar um texto logo no seu início, dando uma boa noção de como ele vai terminar. Comparar com a leitura de uma bula da forma que você fez em um outro comentário é no mínimo tosca pois nessa mesma são informações “um pouco” diferentes de um blog militar, você não acha? Quando você começa a assistir um filme e logo nos primeiros minutos acontece… Read more »

Camargoer
Visitante
Camargoer

Olá Diego. Peço desculpas pela comparação tola com a bula de remédio. Você tem razão em criticar a pertinência. Por outro lado, a motivação para ler um texto pode ser por discordar do autor. O ponto é confiar na fonte. Quando algo parece estranho, é preciso confirmar em outra fonte, ou ignorar o texto complemente. Contudo, se a fonte possui mérito, isso deve ser levado em conta, independente de concordar ou não com o argumento. Acho estranho emitir um opinião sobre um texto lido parcialmente ou sobre o qual exista desconfiança. Sobre filmes, geralmente a escolha inclui saber quem são… Read more »

Carlos Gallani
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Carlos Gallani

Fiz um comentário ontem respondendo o teu e ele simplesmente sumiu… uma pena, no dia que a trilogia abandonar o WordPress isso aqui vai florir!

André Bueno
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André Bueno

A pior e mais estúpida forma de gastar dinheiro. Tanto para eles como para os demais países.

colombelli
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colombelli

um fracasso total. A insurgência radical continua no afeganistão depois de 17 anos e os paises europeus foram arrastados para lista de alvos do terrorismo. O Iraque está pior do que com Saddan e ainda teve o ISIS de subproduto. Milhares de mortos e um alento para a jihad. Milhares se alistaram por causa disso e hoje estão operando clandestinos nos EUA e Europa. Os EUA tem que aprender a maximizar suas vantagens e minimizar seus pontos fracos. Deve usar poderio militar maciço para entrar bater e sair, diminuindo a exposição de seus homens a risco e a produção de… Read more »

Sequim
Visitante
Sequim

Perfeita colocação. O filme “Vice” mostra o tamanho do canalha que o Rumsfield é.

Tadeu Mendes
Visitante
Tadeu Mendes

Colombelli,

Eu estou de acôrdo.

O erro de Bush foi não ter despejado uma nuke em Tora Bora no Afeganistão.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Tadeu. O consenso internacional é que ninguém será o primeiro a usar armas nucleares. Elas são por excelência armas de retaliação a um ataque nuclear direto. Se os EUA (ou qualquer país) usar armas nucleares como ataque principalmente contra um estado não-nuclear, ele se tornará uma ameaça à paz mundial. Provavelmente será o fim desse país nas relações internacionais. Terá seu softpower aniquilado. Sofrerá retaliações comercias e culturais de todo o mundo e será banido de qualquer negociação diplomática. Internamente, dará força política à oposição que derrubará o governo por meio de um discurso pacifista com amplo apoio da… Read more »

Tadeu Mendes
Visitante
Tadeu Mendes

Tactical nuclear weapon. Estamos falando de uma ogiva de 50 kilotons.

Teria sido suficiente para eliminar Al Quaeda do mapa e evitar guerras trilionárias.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Tadeu. O problema nunca teria sido a potência do aparato, mas a quebra de um acordo quando ao uso de armas nucleares que não fosse em resposta a um ataque nuclear sofrido. Caso os EUA usassem uma arma nuclear contra um inimigo irrisório como a Al Quaeda no Afeganistão, isso seria visto pela comunidade internacional que eles usariam armas de maior potência contra estados mais poderosos, por exemplo Coreia do Norte, Irã, Venezuela, etc. Essa é a razão de não se colocar garotos sem formação diplomática em posições importantes da diplomacia de um país

Defensor da liberdade
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Defensor da liberdade

Teriam que transformar o Afeganistão inteiro num aterro nuclear, já que a mão de obra do terrorismo ainda continuaria abundante e sendo convocada por células espalhadas pelo país, ou mesmo fora do país.

Antonio Palhares
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Antonio Palhares

Colombelli.
Nunca pensei que pudesse ser tão enfático no concordar com alguem neste blog. Parabens pela postura equilibrada. Sem o comum comportamento de torcedor. Uma boa politica tem que ver o durante e o depois dos atos.

Adriano Madureira
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Adriano Madureira

O rombo tem que ser coberto de alguma maneira🤔🇺🇸…

Ou por vias pacíficas ou até por mais conflitos em nome da paz e da liberdade.

Madmax
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Madmax

Off topic.
O TIAR foi ativado?

Leandro Costa
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Leandro Costa

Não que eu saiba. Para quê?

Manuel Souza
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Manuel Souza

Gastaram seis trilhões e lucraram quanto? Pergunta à Lockheed, Boeing, Northrop, General Dynamics, Raytheon, ExxonMobil, Chevron, Bechtel, Halliburton, General Electric e tantas outras se eles querem ou não tais guerras. Americano nunca entrou em jogo pra perder. Eles lucraram e continuam lucrando. Eu ficaria espantado é se houvesse um relatório Profits of War.

Colombelli
Visitante
Colombelli

Alguns lá com certeza lucraram. Os patrões do Ramsfeld. Se o congresso daqui é podre o de la dá um baile em nós. Gente muito abonada bota muito dinheiro em campanhas politicas pra fomentar guerras e vender armas. Nenhuma guerra pode durar 17 anos. Isso não é opção dos militares. É de politicos vendidos.

Alfa BR
Visitante
Alfa BR

Alguns lucraram. O país como todo perdeu.

Peter nine nine
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Peter nine nine

Ora nem mais sr Manuel, directo ao ponto ^^

Toninho Apocalipse
Visitante
Toninho Apocalipse

Belo investimento, a raça humana não merece e nunca mereceu viver nesse planeta. Que venha logo um meteoro pra exterminar todos de uma vez por todas.

100nick-Elã
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100nick-Elã

Por que será que tanta gente odeia os EUA, né? é tudo gente que não tem o fazer.

100nick-Elã
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100nick-Elã

Enquanto os EUA brincavam de tiranos, a China se erguia e a Rússia ressurgia.

Rodrigo Martins Ferreira
Visitante
Rodrigo Martins Ferreira

Eles brincam de tiranos, na Rússia e China as tiranias são comuns

colombelli
Visitante
colombelli

tiranos eu vejo hoje Maduro e os Castros, com apoio de voces.

Gil
Visitante
Gil

Pouca coisa, o comunismo matou mais de 100 milhoes

Sequim
Visitante
Sequim

“Pouca coisa” porque não foi alguém da sua família que morreu nessas guerras estúpidas. Tivesse sido, duvido que você seria tão indiferente assim.

Tadeu Mendes
Visitante
Tadeu Mendes

Se nota que este blog está se esmerando em denegrir a America. Porque será?

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Tadeu, Os EUA são a maior potencia militar e ainda são a maior potência econômica. Sua influência política moldou o mundo pós-guerra. Outros países tiveram influência local ou marginal. Compreender os EUA é compreender grande parte da história recente da Europa, América Latina e Ásia, e em menor escala a África. Os acertos dos EUA são elogiáveis e servem de inspiração para todo o mundo ocidental, mas seu erros causam consequências muito mais graves que os erros cometidos pelos países da periferia. Seria infantil achar que os EUA estão sempre certos e o que é bom para os EUA… Read more »

Rodrigo Martins Ferreira
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Rodrigo Martins Ferreira

Da mesma forma que os comunismo não matou ninguém da sua.

Sequim
Visitante
Sequim

Verdade. Ocorre que eu procuro desenvolver minha empatia, que é a capacidade de se colocar no lugar dos outros e que pelo visto você e outros aqui não têm a menor ideia do que se trata.

Camargoer
Visitante

Caro Gil. Talvez você possa somar todas as vítimas das guerras motivadas por questões relativas às disputas capitalistas, como a Grande Guerra, coisa anterior a revolução de 17. Também deveria incluir as vítimas dos golpes de estado promovidos pela direita e extrema direita, como Chile, Brasil, Argentina, Iran, Guatemala, Indonésia, etc. De qualquer modo, é um erro fazer uma comparação de números de vítimas. Uma ditadura é uma ditadura inclusive nos casos em que assassinar uma única vítima.

Tadeu Mendes
Visitante
Tadeu Mendes

Gil,

O comunismo matou entre 180 a 200 milhões.

A China sózinha deu conta de quase 100 milhões de vidas.

Os ignorantes em história, idolatram essa nacão que está consumindo o planeta

Defensor da liberdade
Visitante
Defensor da liberdade

Tadeu,

O Japão matou 30 milhões só na China e ninguém anda tendo chilique por causa disso. Acho muita ignorância sua reduzir um povo com 5 mil anos de história com grandes contribuições à humanidade, por causa de um minúsculo período de 30/40 anos.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro D.F. Bom comentário. Dia sim e outro também alguém menciona o número de vítimas dos regimes de extrema-esquerda. Óbvio que é uma tragédia humana imperdoável (não é possível nem perdoar nem esquecer). Sob o ponto de vista humano, qualquer regime que assassine uma vítima deve ser condenado. Por outro lado, essa contabilidade do terror para atacar ou defender uma ideologia serve apenas para jogar fumaça em uma discussão muito mais profunda sobre o que deve ser feito para que a riqueza gerada seja revertida em bem estar e dignidade para todas as pessoas. O crescimento econômico não é um… Read more »

Tadeu Mendes
Visitante
Tadeu Mendes

Defensor,

Vai dizer isso para os mortos do extermínio coletivo.

Eu nem mencionei o Japão porque foi uma guerra, e não um paredão de fuzilamento ou um gulag.

Grandes contribuições chinesas?
Pólvora, bússola, papel, noodles e grande miséria durante séculos.

É muito pouca contribuição para 5 mil anos de história.

Os Estados Unidos com somente duzentos anos de história já contribuiu muito mais que os 5 mil da China.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Tadeu, As tropas japonesas promoveram um genocídio contra a população civil chinesa. É impossível comparar os EUA nos últimos 200 anos com a China de 1000 ou 2000 anos atrás. O conhecimento científico acumulado ao longo da história é um patrimônio da humanidade que foi construído ao longo de gerações. Parte substancial da contribuição dos EUA ao mundo tem base tecnológica oriunda de Galileu, Newton, Kelviin… já a base filosófica dos EUA começa na Grécia antiga e até da China antiga, lembrando ainda que a base política dos EUA são os iluministas europeus, principalmente franceses. Simplificar um argumento complexo… Read more »

Defensor da liberdade
Visitante
Defensor da liberdade

Seu comentário beira à supremacia étnica, muito me admira você se auto intitular profundo conhecedor da história da ciência e da tecnologia, e achar que os EUA fizeram abracadabra alakazam, e surgiram do nada as contribuições dos EUA nos últimos 200 anos. Até parece que antes disso vivíamos no paleolítico, com o homem lascando pedras e coletando para sobreviver. O conhecimento que se tem hoje não pertence a nenhuma nação, e sim ao próprio homem, pois se hoje existem supercomputadores é por que alguém lá atrás deu o primeiro passo, Seja descobrindo uma nova liga metálica, ou formulando uma equação… Read more »

Colombelli
Visitante
Colombelli

E uem deu cabo dos japoneses pra por um fim nisso? Os EuA. Depois o governo comunista da china matou o triplo de seus conterraneos.

Defensor da liberdade
Visitante
Defensor da liberdade

O Brasil também já executou milhares de brasileiros, não tem santos na história da humanidade.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Olá D.F. Concordo. O Império promoveu um genocídio no Paraguai depois da guerra e a República assassinou mais de 25 mil em Canudos.

smichtt
Visitante
smichtt

Caro Camargoer, poderia fornecer a bibliografia sobre o que afirmou? Obrigado.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Smichtt. A grande referência sobre Canudos ainda é “Os Sertões” de Euclides da Cunha, que descreve com detalhes a campanha de extermínio promovida pelo exército brasileiro. Posso sugerir também o artigo “Canudos como cidade iletrada: Euclides da Cunha na urbs monstruosa” de 1997.

Smichtt
Visitante
Smichtt

Caro Camargoer, li “Os Sertões” há mais de 40 anos e, realmente, quem conseguir passar pela primeira parte da obra nunca mais esquecerá esta obra-prima. A luta foi cruel de ambos os lados (basta lembrar da primeira expedição do governo). Evidente que era desnecessária a matança final. Assim como no Contestado e outras rebeliões que ocorreram. Me parece que há mais uma leitura enviesada que se utiliza de interpretações contemporâneas para justificar suas preferências ideológicas do que analisar os fatos. O Professor Doutor Marco Antonio Villa em sua tese de doutorado versa exatamente sobre Canudos. Recomendo-a. Em relação ao livro… Read more »

Camargoer
Visitante
Camargoer

Olá Smichtt. Espero que nossos colegas mais novos também tenham a paciência de ler a primeira parte de Os Sertões porque a parte final é sensacional. Conheço o Prof. VIlla pessoalmente e agradeço sua sugestão sobre a tese dele. Farei isso sim. Eu evito fazer o julgamento moral do passado., tanto no caso de Canudos quanto da Guerra do Paraguai. Também evito o julgamento ideológico do passado algumas vezes usados para defender posições políticas do presente, o que me parece uma tolice. Infelizmente, o debate sobre a Guerra do Paraguai ainda é muito prejudicado por aqueles que querem atacar o… Read more »

Antonio Palhares
Visitante
Antonio Palhares

Camargo. Eu coloco a responsabilidade de tudo na guerra do Paraguai ao nefasto Solano Lopes.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Olá Antonio. São duas coisas distintas. A responsabilidade do genocídio é do Conde d´Eu, que assumiu o comando das tropas depois de Caxias, mas também é do Imperador que ou autorizou ou ignorou. Por outro lado, é preciso avaliar todo o contexto da guerra, como a necessidade do Paraguai de navegar pelo Prata até o mar, a consolidação da Argentina como república, o fracasso do Império em manter o Uruguai como território brasileiro, a ausência de um exército brasileiro organizado e profissional….

Tadeu Mendes
Visitante
Tadeu Mendes

Aonde você leu isso!

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Tadeu. Talvez o livro mais recente sobre a guerra do Paraguai seja “Maldita guerra: nova história da Guerra do Paraguaia”, mas você pode ler sobre o genocídio promovido pelo exército brasileiro no Paraguai em “História de um silêncio: a guerra contra o Paraguai (1864-1870) 130 anos depois” que é curtinho, apenas 11 páginas.

Tadeu Mendes
Visitante
Tadeu Mendes

Caro Camargoer,

Obrigado pela dica.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Olá Tadeu. Sem problema. Se você não teve a chance de ler “Os Sertões”, vale a pena. A primeira parte é bem chata, mas a terceira parte sobre o combate eu virei a noite lendo… então a dica é insistir e ler as duas partes iniciais para ter o contexto geográfico e histórico. A terceira parte parece um filme, tão bem escrita que é.

Alfa BR
Visitante
Alfa BR

“O custo humano combinado para os EUA durante suas ações no Afeganistão, Iraque e Paquistão foi de 6.951 soldados, 21 civis e 7.820 contratados”

Só para pôr em perspectiva: número de soldados mortos (quase 7 mil) em 17 anos de conflitos semelhante ao sofrido durante a Batalha de Iwo Jima que durou um mês e uma semana.

Rafaelsrs
Visitante
Rafaelsrs

Sempre falo isso para meus amigos quando eles falam de gasolina barata nos EUA em comparação a aqui: Nunca ninguém calcula o valor do preço da gasolina incluindo os valores da Guerra pelo petróleo, principalmente os valores das mortes e mutilações dos seus soldados, nem mesmo os americanos pensam nisso quando usam seus motores V8 super potentes, preferem um cínico: “— Obrigado pelo seu serviço…” ao ver soldados mutilados em seus caminhos…

RENAN
Visitante
RENAN

Exatamente falou tudo

Rodrigo Martins Ferreira
Visitante
Rodrigo Martins Ferreira

Velho…aperta o F5 na narrativa…

Os EUA em 2019 produzem 93% do petróleo que consomem, não precisam invadir ninguém pra isto.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Rodrigo, Segundo o Anuário da ANP (edição 2018) os EUA tem uma reserva de 50 bilhões de barris (o Brasil te 12 bilhões, Venezuela 303 bilhões e a China 25 bilhões). Sua produção em 2017 foi de 13 milhões de barris por dia (Brasil 2,7 milhões, Venezuela 2,1 milhões e China 3,8 milhões). Contudo, consome 19,8 milhões (Brasil 3,3 milhões, Venezuela 500 mil e China 12,8 milhões). Portanto eles produzem 65% do petróleo que consomem. Os dados de 2019 não estão disponíveis porque o ano ainda não acabou.

Adriano Luchiari
Visitante
Adriano Luchiari

Você se esqueceu do shale oil meu amigo…

Camargoer
Visitante
Camargoer

Ola Adriano. Esses dados estão no relatório da ANP. Se ela esqueceu ou ignorou, deve ter os motivos. O relatório está disponível na página da ANP. Talvez você possa nos dar a sua fonte sobre o tamanho das reservas de xisto e se essas reservas estariam incluídas nos dados da ANP.

ADRIANO LUCHIARI
Visitante
ADRIANO LUCHIARI

Esses dados estão desatualizados. Em 2018 nova bacia de petróleo foi descoberta entre o Texas e o Novo México, com volume estimado superior a 50 bilhões de barris de óleo e 281 trilhões de metros³ de gás. Com esta descoberta, os Estados Unidos passam a Líbia, saindo da 10ª para 9ª maior reserva do mundo com 94,7 bilhões de barris. De acordo com o Departamento Geológico de Pesquisa norte-americano, o volume estimado é o maior já descoberto em toda história americana. A região onde a reserva foi encontrada faz parte da Bacia do Permiano, considerada a maior produtora de shale… Read more »

Camargoer
Visitante
Camargoer

Olá Adriano. Fiquei bastante interessado nesses dados, mas ao consultar a pagina da EIA (Energy Information Administration, do Departamento de Energia do governo dos EUA) eles informam que as reservas de petróleo dos EUA confirmadas são de 42 bilhões de barris (dado de 2018) o que inclui as reservas de gás natural. Na página da USGS Energy Resources Program tem uma página sobre xisto, mas tudo em termos de pesquisas exploratórias. Na página da OPEP informa que a Libita tem 48 bilhões de barris de reserva confirmada e acima dela os Emirados com 97 bilhões e então o Kwait com… Read more »

ADRIANO LUCHIARI
Visitante
ADRIANO LUCHIARI

Me desculpe Camargoer, no meu comentário escapou, e não foi por má fé, que aqueles dados estão em fase de confirmação pela EIA. Muito obrigado pelo seu feedback. Tenha um bom final de semana e meu abraço a você e para todos os comentaristas!

Camargoer
Visitante

Perfeito. Vou mudar o critério de busca. Obrigado pelo alerta.

Alfa BR
Visitante
Alfa BR

Mais fácil o preço da gasolina subir com uma guerra do que o contrário…

RENAN
Visitante
RENAN

Quando os EUA gasta 6 a 7 trilhões em guerra pode parecer um absurdo. Mas o lucro ninguém calcula. Quanto dinheiro o americano economiza ao se apropriar de países pelo mundo, explorando seus expólios de guerra, importando as riquezas deste país invadido a preço de custo. Vendendo bilhões em armas americanas a estes países. Para voltar a ter uma força armada. Um domínio militar, político e econômico por centenas de anos será estabelecido. Fora a garantia de uma base militar em um território estrangeiro possibilitando a logística para o próximo ataque um país mais vantajoso de ser explorado. Venda de… Read more »

Adriano Luchiari
Visitante
Adriano Luchiari

Entre 480k e 507k mortos pelos americanos contra 3k mortos pelo Al-Qaeda em 11/09 = 164 x 1 para os americanos…

Bille
Visitante
Bille

Nessa conta você desconsidera os americanos mortos nas guerras. A relação é menor.

Brazooka in Ireland
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Brazooka in Ireland

Nao quero ser cinico, mas… quantas pessoas daria pra alimentar, quantos hospitais, escolas, estradas ou casas daria pra construir com US$ 6 trilhoes ? Quantas pesquisas poderiam ter sido financiadas com este dinheiro?

Antunes 1980
Visitante
Antunes 1980

Parei de ler na parte ..” para a morte de cerca de 500.000 pessoas (leia-se terroristas). desde os ataques de 11 de setembro de 2001.“

Lista dos santinhos. Quem gostou leva pra casa!

comment image

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Antunes. Talvez o tempo que você usou para montar esse mosaico de fotografias tenha sido muito maior do que aquele que você usaria para terminar de ler o texto. Como já comentei em outras vezes, ler algo pela metade costuma ser muito pior do que não ler. Com quem vocês aprenderam isso de “parei de ler quando….?” Fico imaginando uma bula de remédio.”Parei de ler quando aparece “esse medicamento não pode ser usado por grávidas e lactantes”.

Antunes 1980
Visitante
Antunes 1980

Já entendi… você defende estes santinhos do domínio mundial capitalista.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Antunes. Temo que você tenha entendido errado. Acredito que seja muito difícil alguém entender um texto lendo apenas parte dele. A leitura parcial de um texto geralmente leva á conclusões equivocadas.

Diogo
Visitante
Diogo

Caro Camargoer, é ao contrário, são as informações equivocadas que levam a uma leitura parcial de um texto.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Caro Diogo. Um text= pode conter informações verdadeiras ou falsas. Caso o texto esteja correto, uma leitura parcial levará o leitor a uma conclusão equivocada. Caso o texto esteja errado, uma leitura parcial prejudicará a capacidade do leitor de identificar o erro ou a má fé. Então o melhor é adquirir o hábito de ler o texto até o final.

Furagelo
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Furagelo

A liberdade dá graças aos Céus por ter no mundo um campeão : Estados Unidos da América ! Que digam os europeus e asiáticos libertados do nacional-socialismo e facismo, de todo o planeta libertados do comunismo. A América continua lutando, às vezes sozinha, contra o comunismo e o ancestral inimigo, o islã.

Bruno Vinícius Campestrini
Visitante
Bruno Vinícius Campestrini

A invasão do Iraque foi um erro crasso do governo Bush, tivessem focado no Afeganistão é possível que tivessem alcançado o objetivo de estabilizar o país. Porém, por motivos escusos, invadiram o Iraque, desestabilizaram o país e acabaram por deixar de enviar recursos o bastante para pacificar o Afeganistão, dada a necessidade de dividir o dinheiro escasso em dois frontes.

Mattos
Visitante
Mattos

Gastaram dinheiro deles e nuinguém tem nada a ver com isso. Nós gastamos com corrupçao. Melhor ficarmos calados de vergonha.