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‘A Batalha Esquecida’: Os 75 Anos da Batalha da Floresta de Hürtgen

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Por Luiz Reis*, especial para o Forças Terrestres

Há 75 anos iniciava-se uma das mais sangrentas e ferozes batalhas entre as forças norte-americanas e alemãs na Frente Ocidental da Segunda Guerra Mundial, onde as primeiras sofreram pesadas baixas.

Foi a mais longa batalha travada em solo alemão durante a Segunda Guerra Mundial e é até os dias de hoje a mais longa batalha que o Exército dos Estados Unidos da América (US Army) já travou. A Batalha da Floresta de Hürtgen ou Huertgen (em alemão: Schlacht im Hürtgenwald) foi travada entre os dias 19 de setembro a 16 de dezembro de 1944, na Floresta de Hürtgen, numa área total de 140 km² e a cerca de 5 km a leste da fronteira belga-alemã, hoje situada no atual estado alemão da Renânia do Norte-Vestfália (em alemão: Nordrhein-Westfalen).

O objetivo inicial dos comandantes dos EUA era deter as forças alemãs na área para impedi-las de reforçar as linhas de frente mais ao norte na Batalha de Aachen, onde as forças americanas estavam lutando contra as tropas alemãs estacionadas na chamada “Linha Siegfried” (mas chamada de Westwall pelos alemães), composta de cidades e vilarejos que foram fortificados com casamatas defensivas, armadilhas para tanques e campos minados. Os objetivos táticos iniciais dos americanos eram tomar a cidade de Schmidt e limpar Monschau. Numa segunda fase, os Aliados queriam avançar para o Rio Rur (ou Rio Roer) como parte da “Operation Queen” (Operação Rainha), para tentar fechar o cerco contra as tropas alemãs estacionadas na região e destruí-las.

O Marechal-de-Campo (Generalfedlmarschall) Walther Model (comandante do ainda poderoso Grupo de Exércitos B), que havia acabado de destruir os planos dos Aliados na Operação Market Garden, pretendia paralisar de vez os movimentos das forças inimigas na região.

Enquanto ele interferia menos nos movimentos diários das unidades do que na Batalha de Arnhem, ele ainda se mantinha totalmente informado sobre a situação, retardando o progresso dos Aliados, infligindo baixas pesadas e aproveitando ao máximo as fortificações alemãs. A Batalha da Floresta de Hürtgen custou ao Primeiro Exército dos EUA (1st US Army, sob o comando do Tenente-General Courtney H. Hodges) pelo menos 33 mil baixas, entre mortos e feridos, incluindo perdas em combate e fora do combate, como capturados e desaparecidos, com estimativa superior a 55 mil homens; as baixas alemãs foram estimadas em 28 mil.

A cidade de Aachen, no norte da região, acabou caindo no dia 22 de outubro com um alto custo para o Nono Exército dos EUA (9th US Army, sob o comando do Tenente-General William H. Simpson), mas eles não conseguiram cruzar o Rur ou arrancar o controle de suas barragens dos alemães. A batalha foi tão cara que foi descrita como uma “derrota Aliada da primeira magnitude”, obra das ações defensivas e inteligentes do Marechal Model.

Os alemães defenderam ferozmente a área porque ela servia como área de preparação para a grande ofensiva do inverno de 1944 (a “Contraofensiva das Ardenas”, mais tarde conhecida como “Batalha do Bulge”), e porque as montanhas comandavam o acesso à Represa Rur (Rurstausee), de vital importância para os alemães.

Os Aliados falharam em capturar a área após vários reveses pesados, e os alemães mantiveram a região com sucesso até que lançaram sua grande e última ofensiva nas Ardenas. Esta foi lançada no dia 16 de dezembro de 1944 e terminou de fato a ofensiva de Hürtgen. A Batalha do Bulge ganhou grande atenção da imprensa, deixando a Batalha da Floresta Hürtgen pouco lembrada pelo público geral e pela mídia. Os norte-americanos tiveram um total de 140 mil baixas na campanha da Linha Siegfried.

A FLORESTA

A Floresta de Hürtgen ocupa uma área acidentada entre o Rio Rur e Aachen. A densa floresta de altas coníferas é quebrada por poucas estradas, trilhas e corta-fogos; o movimento veicular é restrito. No outono e no inverno de 1944, o tempo estava bem frio, úmido e nublado, e muitas vezes impedia o apoio aéreo. As condições no solo tornaram-se um pântano lamacento, impedindo ainda mais o tráfego de veículos, especialmente veículos pesados, como tanques.

Os defensores alemães haviam preparado a área com abrigos improvisados, campos minados, arame farpado e armadilhas, escondidos pela lama e pela neve. Havia também numerosos bunkers de concreto na área, principalmente pertencentes às profundas defesas da Linha Siegfried, que também eram centros de resistência.

A densa floresta permitia ataques de infiltração e flanqueamento, e às vezes era difícil estabelecer uma linha de frente ou ter certeza de que uma área fora limpa do inimigo. O pequeno número de rotas e clareiras na floresta também permitiu que as equipes alemãs de metralhadoras, morteiros e artilharia fizessem um bom ajuste de suas armas e disparassem com precisão. Além do mau tempo, a floresta densa e o terreno acidentado também impediam o uso adequado da superioridade aérea dos Aliados, que apresentava grandes dificuldades em localizar quaisquer alvos.

A vantagem americana em números (até 5 por 1), poder de fogo, mobilidade e suporte aéreo foi bastante reduzida pelo clima e pelo terreno. Na floresta, um número relativamente pequeno de defensores determinados e preparados pode ser altamente eficaz. Para agravar as coisas, como as divisões americanas sofreram baixas nas batalhas anteriores, substitutos inexperientes tiveram que ser levados diretamente para a linha de frente sem tempo para adaptação ou treinamento específico para combater na região.

O terreno densamente florestado também limitou o uso de tanques e forneceu cobertura para as equipes antitanques alemãs equipadas com lançadores de granadas como o Panzerfaust. Os Aliados fizeram lançadores de foguetes improvisados no próprio campo de batalha, usando tubos de foguete de aeronaves e reboques de jipe sobressalentes. Mais tarde na batalha, foi necessário minar as rotas dos tanques pela floresta. O transporte era igualmente limitado pela falta de rotas: em momentos críticos, era difícil reforçar ou suprir unidades da linha de frente ou evacuar os mortos e feridos.

EXÉRCITOS OPOSTOS

A Floresta de Hürtgen ficava dentro da área do Primeiro Exército dos EUA, que juntamente com forças agregadas e em repouso na retaguarda, formavam um total de quinze divisões, com cerca de 120 mil homens no total. A responsabilidade flutuou entre o V Corpo de Exército e o VII Corpo de Exército, dos quais a maioria das unidades em combate provinham.

Estavam estacionadas na floresta inicialmente apenas duas desfalcadas divisões de infantaria alemãs: a 275ª e 353ª, com cerca de cinco mil homens (e mil na reserva), comandado pelo Tenente-General (Generalleutnant) Hans Schmidt. Eles tinham pouca artilharia e nenhum tanque. À medida que a batalha avançava, mais divisões foram adicionadas. As expectativas dos norte-americanos eram de que essas tropas eram muito fracas e fáceis de serem vencidas.

A BATALHA

Primeira fase

O objetivo final da 9ª Divisão de Infantaria era a travessia do Rio Rur na cidade de Düren. Em 14 de setembro de 1944, um ataque do 47º Regimento de Infantaria capturou Schevenhütte, nas margens do norte da floresta, com poucas baixas. A divisão surpreendeu os alemães, mas não teve forças para avançar, pois dois de seus regimentos estavam comprometidos no sul.

Os ataques ao redor da Cordilheira Höfen-Alzen pelos 39º e 60º Regimentos de Infantaria foram enfrentados com forte resistência e repelidos. A evacuação e o suprimento eram difíceis ou impossíveis. Em 16 de outubro, 2.700 metros de terreno haviam sido ganhos ao custo de 4.500 baixas.

A 28ª Divisão de Infantaria, que foi trazida para reforçar a ofensiva, foi reforçada com o 707º Batalhão de Tanques, equipado com o pequeno veículo blindado M29 Weasel. Dos seus três regimentos, um foi enviado para proteger o flanco norte, outro para atacar Germeter e o terceiro para capturar Schmidt, o principal objetivo. A área tinha um terreno terrível, com a trilha Kall percorrendo uma ravina profunda no rio. O terreno não era adequado para tanques, apesar da necessidade de veículos blindados para apoiar a infantaria.

O ataque da 28ª Divisão de Infantaria começou no dia 2 de novembro; os defensores esperavam e estavam prontos. O 109º Regimento de Infantaria dos EUA, designado para capturar as florestas ao norte de Germeter, foi impedido após 300 metros por um campo minado inesperado, imobilizado por morteiros e artilharia e assediado por contra-ataques locais.

Apenas uma milha foi conquistada após dois dias, após os quais o 109º cavou e sofreu baixas. Esse ataque inicial foi quase todo o terreno que o 109º levaria durante a batalha. O 110º Regimento de Infantaria dos EUA precisou limpar a floresta ao lado do rio Kall, capturar Simonskall e manter uma rota de suprimento para o avanço em Schmidt: novamente, essas eram tarefas muito difíceis devido ao clima, defesas preparadas, defensores determinados e terreno. O mau tempo impediu o apoio aéreo tático até 5 de novembro.

Segunda fase

A segunda fase da batalha fez parte da “Operação Rainha”, a investida dos Aliados no rio Rur. Nesta fase, a 4ª Divisão de Infantaria dos EUA desmatou a metade norte da floresta entre Schevenhütte e Hürtgen, capturou Hürtgen e avançou para Rur ao sul de Düren.

A partir de 10 de novembro, isso seria responsabilidade do VII Corpo do Exército e fazia parte do esforço principal do VII Corpo do Exército para alcançar o Rur. A 4ª Divisão estava agora totalmente comprometida com a Hürtgen, embora seu 12º Regimento de Infantaria já tivesse sido retirado de sua ação em Schmidt, deixando apenas dois regimentos totalmente eficazes para alcançar os objetivos da divisão.

O VII Corpo do Exército dos EUA se opôs às forças alemãs, principalmente do LXXXI Corpo alemão, consistindo em três divisões de força inferior. Em Hürtgen, havia a 275ª Divisão de Infantaria – 6.500 homens com 150 peças de artilharia. Eles estavam bem entrincheirados e preparados.

O ataque começou em 16 de novembro. Os dois regimentos de infantaria atacaram em colunas paralelas: o 8º Regimento ao longo da borda norte da floresta em direção a Düren e o 22º Regimento mais ao sul em paralelo. Os flancos abertos convidaram à infiltração. Táticas similares em outras partes de Hürtgen era um “convite para o desastre”. Os dois regimentos foram pesadamente repelidos por metralhadoras pesadas e fogo de artilharia. Após três dias, houve 300 baixas, incluindo vários oficiais e praças.

No dia 18 de novembro, os tanques eram considerados essenciais para o esforço norte-americano, então os engenheiros alemães destruíram as rotas dos tanques pela floresta. As comunicações e a logística continuaram sendo um problema; no dia seguinte, o ataque parou para permitir o reabastecimento e a evacuação dos feridos. Os reforços alemães chegaram das 344ª e 353ª Divisões de Infantaria e a resistência ficou ainda mais rígida.

A responsabilidade foi devolvida ao V Corpo do Exército dos EUA e, em 21 de novembro, a 8ª Divisão atacou o Vale Weisser Weh, continuando em direção a Hürtgen. O 121º Regimento de Infantaria atingiu pesadas defesas imediatamente. Apesar do apoio blindado do 10º Batalhão de Tanques, os avanços diários foram inferiores a 500 metros. Hürtgen foi tomada em 29 de novembro e a batalha continuou em Kleinhau, 1,6 km ao norte.

A ação final dos EUA na Floresta de Hürtgen foi em Langerwehe-Merode, na borda nordeste da floresta. Duas companhias norte-americanas tomaram a vila, mas depois foram destruídas em um contra-ataque alemão.

Mais de 300 soldados da 1ª Divisão de Infantaria foram mortos em ação nos dias 29 e 30 de novembro de 1944, com os sobreviventes capturados. No último dia da Batalha de Hürtgen, os alemães retomaram a estratégica Colina 400, do 13º Regimento de Infantaria, que havia substituído os Rangers que a haviam tomado dos alemães no início de dezembro. O Exército dos EUA não ocuparia novamente a Colina 400 novamente até fevereiro de 1945.

De 1º a 12 de dezembro, os 309º, 310º e 311º Regimentos de Infantaria da 78ª Divisão de Infantaria liberaram elementos da 1ª Divisão de Infantaria na linha nas proximidades de Entenpfuhl. Em 13 de dezembro, esses regimentos atingiram Simmerath, Witzerath e Bikerath, na Alemanha, e estavam travando a “Batalha de Kesternich” contra a 272ª Divisão Volksgrenadier quando o Marechal-de-Campo Gerd von Rundstedt lançou sua contraofensiva na área de Monschau no dia 18 de dezembro. A 78ª Divisão de Infantaria ocupou a área da Linha Siegfried que eles haviam apreendido contra os ataques alemães durante todo o inverno durante a Batalha do Bulge.

As ações militares na Linha Siegfried, até 15 de dezembro, levaram a morte, ferimentos ou cativeiro a mais de 250 mil soldados de ambos os lados. O Primeiro e o Nono Exército dos EUA sofreram 57.039 baixas de batalha (mortos, feridos, capturados, desaparecidos em ação); 71.654 baixas não relacionadas à batalha, ou seja, acidentes, doenças como pneumonia, pés de trincheira, congelamento e trauma. Presume-se que as baixas das Forças Armadas alemãs foram cerca de 12.000 mortos, 95.000 capturados (documentados) e um número desconhecido de feridos.

No dia 16 de dezembro de 1944, as forças alemãs iniciaram a “Contraofensiva das Ardenas”, mais conhecida como “Batalha do Bulge” e, como resultado, os combates no Hürtgen terminaram.

CONSEQUÊNCIAS

A Batalha do Hürtgen terminou em uma vitória defensiva alemã e toda a ofensiva foi um terrível fracasso para os Aliados, um dos motivos pelos quais, além da eclosão da Batalha do Bulge, a batalha ficou esquecida pela mídia e opinião pública norte-americana ao logo dos anos. Os americanos sofreram 33 mil baixas durante o curso da batalha, que atingiram 55 mil baixas, incluíram 9 mil perdas não relacionadas ao combate e representaram uma taxa de 25% de baixas. Os alemães também sofreram pesadas perdas com 28 mil baixas – muitas delas fora do combate e prisioneiros de guerra.

O brutal ataque alemão da Contraofensiva das Ardenas pegou as forças Aliadas desprevenidas. Os alemães atacaram com quase 30 divisões; incluindo a 1ª SS, 2ª SS e a 12ª Divisão Panzer SS, com o ponto mais ao norte da frente de batalha centrado em Monschau. Eles forçaram um grande destaque nas linhas americanas a quase sessenta quilômetros de profundidade em sua extensão máxima.

No entanto, os alemães nunca chegaram perto de seu objetivo principal, a captura do Porto de Antuérpia. A Contraofensiva de Ardenas parou completamente no início de janeiro de 1945, quando as forças alemãs no norte da linha foram bloqueadas por uma forte defesa americana, a destruição de pontes por engenheiros norte-americanos e a falta de combustível.

No início de fevereiro, as forças dos EUA atacaram pela Floresta de Hürtgen pela última vez. Em 10 de fevereiro de 1945, a Represa de Rur foi tomada pelas forças americanas e a própria floresta não foi desalojada de tropas alemães até o dia 17, quando a 82ª Divisão Aerotransportada alcançou o rio Roer.

LEGADO

Para relembrar a batalha, há um monumento de pedra com uma placa de bronze no cemitério militar de Hürtgen, dedicado por veteranos da 4ª Divisão de Infantaria dos EUA à memória de Friedrich Lengfeld (29 de setembro de 1921 a 12 de novembro de 1944), um tenente alemão. Lengfeld morreu em 12 de novembro de 1944, devido a ferimentos graves sofridos enquanto ajudava um soldado americano ferido a sair de um campo minado. É o único memorial desse tipo para um soldado alemão colocado por seus antigos oponentes em um cemitério militar alemão.

Uma escultura na Ponte Kall lembra aquele momento da humanidade em meio aos horrores da guerra. Foi oficialmente inaugurado no 60º aniversário do cessar-fogo na Ponte Kall, em 7 de novembro de 2004. Foi criado por Michael Pohlmann. Uma placa comemorativa foi criada pelo escultor Tilman Schmitten.

O Museu Florestal Hürtgen de 1944 foi aberto em 29 de março de 1983 em Kleinhau, em um celeiro de pedra para comemorar a batalha.

A Batalha da Floresta do Hürtgen foi imortalizada em livros, documentários e principalmente no épico filme de 1998 produzido pela HBO “When Trumpets Fade” (“Quando os Bravos se Calam”, no Brasil), dirigido por John Irvin e estrelado pelos atores Ron Eldard, Frank Whaley, Zak Orth e Dylan Bruno. A batalha também é retratada como uma das campanhas do videogame “Call of Duty: World War II”, de 2017.

ANÁLISES HISTÓRICAS SOBRE A BATALHA

A discussão histórica gira em torno do plano de batalha americano, se ele fez ou não algum sentido operacional ou tático. Uma análise contemporânea é que os Aliados subestimaram a força e a determinação remanescentes na moral do soldado alemão, acreditando que seu espírito de luta havia desmoronado sob o estresse da fuga desordenada da Normandia e a formação do Bolsão de Falaise. Os norte-americanos ignoraram também o sucesso alemão na contenção do ataque aliado na “Operação Market Garden”, achando que a culpa da derrota foi apenas dos planejadores ingleses, e não dos planejadores Aliados como um todo.

Os comandantes e planejadores norte-americanos, em particular, entenderam mal a intransitabilidade da densa Floresta de Hürtgen e seus efeitos de reduzir a eficácia da artilharia e tornar impraticável o apoio aéreo. A melhor alternativa – atravessar o Sudeste para o vale aberto, onde suas vantagens em mobilidade e poder aéreo poderiam entrar em jogo e depois seguir para o Nordeste em direção aos objetivos reais – parece não ter sido realmente considerada pelos comandantes Aliados.

Além disso, as forças americanas estavam concentradas na cidade de Schmidt e nem tentaram conquistar as represas estratégicas de Rur, nem reconheceram a importância da estratégica Colina 400 até um estágio avançado da batalha, quando já era tarde demais.

ORDEM DE BATALHA NA FLORESTA DO HÜRTGEN

DIVISÕES E UNIDADES DOS EUA DIVISÕES E UNIDADES ALEMÃS
1ª Divisão de Infantaria

(Major-General Clarence R. Huebner)

4ª Divisão de Infantaria

(Major-General Raymond O. Barton)

8ª Divisão de Infantaria

(Major-General Donald A. Stroh)

9ª Divisão de Infantaria

(Major-General Louis A. Craig)

28ª Divisão de Infantaria

(Major-General Norman Cota)

29ª Divisão de Infantaria (Elementos)

(Major-General Charles H. Gerhardt)

78ª Divisão de Infantaria

(Major-General Edwin P. Parker Jr.)

82ª Divisão Aerotransportada

(Major-General James M. Gavin

83ª Divisão de Infantaria

(Major-General Robert C. Macon)

104ª Divisão de Infantaria

(Major-general Terry da Mesa Allen Sr.)

3ª Divisão Blindada

(Major-General Maurice Rose)

5ª Divisão Blindada

(Major-General Lunsford E. Oliver)

2º Batalhão Ranger

(Tenente-Coronel James E. Rudder)

366º Grupo de Caça

(Coronel Harold N. Holt)

99ª Divisão de Infantaria

(Major-General Walter E. Lauer)

85ª Divisão de Infantaria

89ª Divisão de Infantaria

275ª Divisão de infantaria

344ª Divisão de Infantaria

347ª Divisão de infantaria

353ª Divisão de infantaria

3ª Divisão de Paraquedistas

3ª Divisão Panzergrenadier

116ª Divisão Panzer

12ª Divisão Volksgrenadier

47ª Divisão Volksgrenadier

246ª Divisão Volksgrenadier

272ª Divisão Volksgrenadier

326ª Divisão Volksgrenadier

*Professor de História no Estado do Ceará e da Prefeitura de Fortaleza, Historiador Militar, entusiasta da Aviação Civil e Militar, fotógrafo amador. Brasiliense de alma paulista, reside atualmente em Fortaleza-CE. Articulista com artigos publicados em vários sites sobre Defesa.

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Rene Dos Reis
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Rene Dos Reis

Impressionante a disparidade de forças em pleno território alemão, fica evidente como foi a tragedia alemã na frente oriental.

Fabio Jeffer
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Fabio Jeffer

A frente oriental, contra os Russos, fazia qualquer batalha na frente ocidental parecer uma mera discussão tamanha era a crueldade, violência e ódio racial e mortal entre Russos e Alemães. A luta dos aliados na frente ocidental era feroz sim, como evidência a batalha descrita acima, mas distante, bem distante do que foi a carnificina e profundo menosprezo a vida alheia.

Rene Dos Reis
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Rene Dos Reis

Com destaque para a batalha de Estalinegrado.

Antoniokings
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Antoniokings

Dizem que o começo do fim da Alemanha nazista foi a derrota nas imediações de Moscou.
Mas, em Stalingrado o Exército nazista ruiu.

Colombelli
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Colombelli

A batalha no sul do Volga não chegou a ser um golpe fatal ou decisivo contra os alemães que ainda foram capazes de montar a ofensiva de Kursk e de reconstituir o dispositivo da frente sul não muito tempo depois. É psicologicamente que a batalha Stalingrado teve seu maior efeito. A quebra do mito da superioridade e invencibilidade. A perda de um exército inteiro e a primeira vez que um marechal de campo alemão estregou seu bastão. A injeção de moral em cada soldado russo cria o rolo compressor. A questão passou de “se podemos vencer” pra “quando vamos vencer”.… Read more »

Antoniokings
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Antoniokings

A Batalha de Kursk já foi em uma época em que a Alemanha já estava se enfraquecendo e, pior, os soviéticos bastante fortalecidos.
Em que pese a capacidade de mobilização nazista no que se tornou a maior batalha de tanques da História.

Rene Dos Reis
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Rene Dos Reis

Perfeito seu post , concordo em tudo ,e acho que dificilmente veremos exércitos regulares de duas potencias mundiais lutando palmo a palmo pelo controle de uma grande cidade.

Antoniokings
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Antoniokings

O enfrentamento entre nazistas e soviéticos foi o maior da História e certamente não se repetirá.

Matheus Santiago
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Matheus Santiago

Excelente. O Exército Vermelho “entrou” na SGM com uma moral baixíssima, me lembro de um episódio em que sob ordens de Stalin e Beria, o pessoal do NKVD fez questão de matar brutalmente prisioneiros alemães como forma de encorajar represálias alemãs, e às vezes até matou civis soviéticos para culparem os alemães para encorajar um ciclo de atrocidades entre tropas russas e alemãs, vendo isso como um método para incutir determinação em um Exército Vermelho bastante desmoralizado. Ao se obter uma vitória os ânimos exaltam-se e a euforia toma conta de todos é o elevado moral da tropa. O lado… Read more »

Renato de Mello Machado
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Renato de Mello Machado

O “fim da Alemanha nazista”, se deu por iniciativa dela mesma ao abrir a frente oriental.Nenhum país conseguiria tamanha façanha, como os alemães tentaram,e quase conseguiram completar seus objetivos.Principalmente sem arma nuclear, com o conhecimento que temos dela hoje em dia.

Antonio Renato Arantes Cançado
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Antonio Renato Arantes Cançado

Estalinegrado?

Antoniokings
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Antoniokings

Estalinegrado é uma forma aportuguesada de se escrever o nome da cidade, principalmente em Portugal.

Jorene
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Jorene

Português de Portugal, rsrsrsrs.

Renato de Mello Machado
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Renato de Mello Machado

Muita “lenda urbana” em cima disso. Guerra é guerra em tudo que é lugar.Os russos é que pactuaram com os alemães antes,não estavam preparados,contaram com apoio dos aliados e a sorte.

francisco Farias
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francisco Farias

O grosso das tropas alemãs estava sendo utilizado contra a Russia.

Alfa BR
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Alfa BR

Nessa época não.

Fabio Jeffer
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Fabio Jeffer

Nessa época sim. A Alemanha empregou seus melhores soldados, aviões, tanques e tudo o que fosse possível contra os Russos. E isso desde o início ao fim das sangrentas batalhas naquele cenário.

Alfa BR
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Alfa BR

Você está falando de toda a campanha no leste. No momento da Batalha da Floresta de Hurtgen 40% da força alemã estava sendo emprego contra os Aliados Ocidentais ou em outros setores.

“A Alemanha empregou seus melhores soldados, aviões, tanques e tudo o que fosse possível contra os Russos.”

E fez o mesmo contra os americanos e britânicos. Em Monte Cassino havia a nata da força terrestre alemã (principalmente a 1ª Divisão Fallschmjager).

Fabio Jeffer
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Fabio Jeffer

Alfa BR
Sim, os nazistas também empregaram o que tinham de melhor contra os americanos mas numa proporção bem menor. A história de oficiais nazistas de alta patente que propuseram se entregar aos aliados do fronte ocidental e continuar lutando contra os Russos dá uma ideia de como eram as batalhas na frente oriental

Alfa BR
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Alfa BR

Contra os americanos só não, britânicos, canadenses, poloneses e etc.

“A história de oficiais nazistas de alta patente que propuseram se entregar aos aliados do fronte ocidental e continuar lutando contra os Russos dá uma ideia de como eram as batalhas na frente oriental”

Porque os aliados ocidentais eram governos democráticos signatários das convenções de Genebra…

nonato
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nonato

Sim. Era melhor se entregar a adversários mais fortes e lutar contra adversários mais fracos. O que seria da Rússia sem o apoio dos Estados Unidos? Os Estados Unidos teve que lutar em todo o pacífico contra o Japão. Lutou em todo o Atlântico contra a Marinha e submarinos alemães. Lutou contra alemães e italianos no norte da África, e no sul da Europa. Lutou contra alemães na frente ocidental. Enquanto isso, a Rússia só enfrentou os alemães em uma única frente e contaram com a ajuda do clima e também de enormes suprimentos de armas, combustível e cômoda do… Read more »

Pedro
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Pedro

Essa batalha reforça uma teoria que ainda hoje eh muito forte: o tremendo erro que foi a contra-ofensiva das ardenas, com a perda de homens, material e suprimentos que praticamente destruíram o pouco que restava do exercito alemão. Se o exercito alemão travasse esse tipo de guerra defensiva, sem os contra-ataques políticos como nas Ardenas ou na Hungria em 45, a guerra na Europa poderia ter sido resolvida de forma bem diferente, já que tanto no leste como no oeste as forcas alemãs teriam mais meios para usar defesas naturais como grandes rios (oder e ruhr) para tornar muito caro… Read more »

Rene Dos Reis
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Rene Dos Reis

Me lembrou da justificativa americana para o uso da arma definitiva no Japão.

Pedro
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Pedro

O mesmo vale ao Japão. Se tivessem usado o que restava da frota e dos avioes e soldados para defender os arquipelogos do Japão, se retirando do sudeste asiático e Filipinas e esquecendo os planos SHO, certamente a missão da USN de derrotar o Japão seria muito mais dura. Um bom militar sabe que recuar muitas vezes traz grandes beneficios, difícil eh colocar na cabeça de um politico isso! Por essa característica, o Zhukov salvou a URSS ao convencer Stalin e suas bestas do partido comunista que a melhor defesa contra a Alemanha era recuar ate posições fortes para depois… Read more »

Colombelli
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Exato e dai há uma lição pra nós: a profundidade estrategica é em si um componente formidavel de defesa e ela é propiciada por um territorio vasto.

Ten Murphy
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Ten Murphy

Isso se o oponente quiser controle total do território. Se ele quiser uma parte e tomá-la, profundidade estratégica de nada serve, porque ele não terá interesse em avançar mais. Restará a guerra irregular para defesa interna num caso desses. Mas essa depende do apoio da população e da logística. Corte a logística com uma Marinha e Força aérea fortes, conquiste corações e mentes, e adeus guerrilha. Viram todos sobrevivencialistas. E falo isso tendo em mente um cenário como o corredor triplo a, onde uma coalizão conquistaria parte do território, não mais que isso, e se ateria a ele. Teríamos de… Read more »

Colombelli
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Murphy o fatos de termos um sil, um sudeste e um nordeste de onde ir apoio ja é um reflexo da profundidade estrategica. Assim como a impossibilidsde por exemplo de a venezuela atingir qualquer coisa de valor aqui. Nosso comando e muitos de nossos governos captaram o valor do conceito. Espalharam estruturas, as colocaram longe de adversarios potenciais e criaram um bastião defensivo no interior. É impossivel dominar todo um territorio como o nosso e sempre havera um local.pra onde nos retrairmos. Isso é uma concepção estrategica nos mesmos moldes que os russos usaram contra Napoleão e contra os alemães.… Read more »

Ten Murphy
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Ten Murphy

Mas foi isso que questionei: o inimigo não ter a necessidade de dominar todo o território, mas apenas parte dele. Uma coalizão européia e americana para dominar o corredor triplo a, que hoje não passa de devaneios, mas daqui a uns anos pode se tornar realidade, ou uma situação como na segunda guerra, de ataque ao litoral ou uma outra que foi aventada quando desconfiaram que estávamos fazenda a bomba nuclear no governo Lula, salvo engano. Em qualquer situação dessas o domínio total do território é desnecessário. Apenas precisam de um bloqueio naval e da conquista seja da área do… Read more »

colombelli
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colombelli

Murphy, dominar mesmo parte da amazônia seria extremamente dificil. Veja o tamanho do Vietnã e o fato de que lá chegou a haver 530.000 norte americanos. As linhas de suprimento aqui teriam centenas de km e haveria fustigação permanente. As FARC aguentaram 40 anos. Em terra não tem muito sentido uma operação adversária e temos bom poder dissuasório. Munição e meios se adquirem no mercado negro e apoio aéreo na região amazônica fora o transporte não faria muita diferença como não fez para barra a trilha Ho chi Min. O nosso tamanho e população grande até agora tem servido de… Read more »

Ten Murphy
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Ten Murphy

Comentário Gelio Fregapani escreveu sovre isso essa semana em seu texto Pode a Amazônia ser defendida?

Pode ser que eu e ele estejamos total ou parcialmente enganados. Espero que sim.

Grande abraço.

Ten Murphy
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Ten Murphy

Respondi, mas ficou no au-au.

sub urbano
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sub urbano

Tanto a Ofensiva das Ardennes como a da Hungria (lago balaton) são símbolos do desespero Nazista para se safar de uma derrota quase certa. Não sei se foram “grandes erros”como muitos afirmam, até porque os Nazis sabiam que enfrentavam 2 superpotências industriais (USA e URSS) que tinham a vantagem em um front de longa duração. O erro mesmo foi lá no início, invadindo o Leste, sem plano B além daquele que era ocupar Moscau em 2 meses. Hitler era um doido belicista no controle de uma nação de pessoas extremamente competitivas (quem já conviveu com eles sabe), o resultado não… Read more »

colombelli
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colombelli

Consta, inclusive, que a invasão da Grécia e o desvio de forças para conter rebeliões na Ioguslávia podem ter influenciado de forma decisiva a campanha na Russia, retardando-a e mudando todo resultado final. A proposito “Batalhas Ganhas e Perdidas” de Hanson W Baldwin, pg 137-140. Mas tudo isso é objeto de grande controvérsia, pois as enchentes também retardaram início que era previsto para meados de maio.

colombelli
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colombelli

O erro foi pensar com o paradigma de 40. Em 40: a) não estavam na defensiva b) tinham paridade de meios e não tinham duas frentes c) tinham recursos abundantes d) o grosso das forças melhor equipadas de ingleses e franceses ficaria no bolsão por avançarem na Belgica executando a variante Breda. e) a operação foi executada em outras condições climatológicas Em 44 os alemães: a) estavam em inferioridade de meios, tendo os aliados supremacia aérea. b) estavam na defensiva e ainda teriam como fazer uma defesa em profundidade. c) tinham escassez de recursos, usando petróleo sintético, inclusive. Lutavam em… Read more »

nonato
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nonato

Teria sido ótimo, não é.
Hoje estaríamos falando alemão…
Foi uma pena o erro estratégico.
Assim como foi erro dos aliados essas batalhas anteriores, não é?
Se não tivessem cometido esse equívoco, teriam vencido mais rápido.

Antoniokings
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Antoniokings

Os alemães eram carne de pescoço.
Mesmo debilitados por anos de guerra, conseguiam essas proezas.
Ontem estava assistindo vídeo sobre algo semelhante na frente russa na Batalha de Narva-Tannenberg.
Resistiram a vários ataques até que os soviéticos desistiram e seguiram outros planos na ofensiva para oeste..
Certamente, se os alemães não tivessem perdido tantos homens na Frente Oriental, a França não seria libertada pelos Aliados.

Colombelli
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Colombelli

Correto se considerares forças convencionais. So a alternativa nuclear restaria e provavelmente teria sido ao fim eficaz.. Mas com forcas convencionais, mesmo se os EUA não tivessem a guerra no pacifico, se os alemães tivessem todos os recursos liberados pra o ocidente um desembarque aliado na europa seria inviável.

Antoniokings
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Antoniokings

Aleluia!
Concordo contigo!

colombelli
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colombelli

ao contrário do que imaginas Antônio, algumas vezes eu te positivo e não discordo do que dizes. Tu és um jovem (presumo eu que seja) que é capaz de discutir ideias e argumentar com educação e impessoalidade no trato, e quando se desveste um pouco da ideologia (conselho que vale pra mim também) és capaz de dar boas contribuições. Embora muitas vezes eu discorde de tuas premissas e argumentos, não te vejo nem como inimigo e nem como adversário. Não devemos nos deixar levar por cegueira ideológica a ponto de perder o senso crítico e abdicar de discutir ideias. Saudações

Bosco
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Bosco

Colombelli,
Eu queria ter essa grandeza que você tem de positivar o Toinho algumas vezes. Eu até tento mas a minha mão coça tanto … tanto… que eu rapidinho dou uma bela de uma negativada com gosto nele.
Eu sou um fraco…

colombelli
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colombelli

vamos ter fé nos jovens Bosco. Maioria ja acordou do transe de 16 anos nas mãos dos vermelhos. Alguns so conhecem a mentira. Eles vão acordar um dia

Antoniokings
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Antoniokings

Bosco.

O único problema é que vc encarnou o espírito do finado HMS Tireless.
Mas, nada que uma boa sessão de descarrego não resolva.
kkkkk

Renato de Mello Machado
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Renato de Mello Machado

O comuna passa vergonha,os russos fizeram um pacto de não agressão com os nazistas.Dividiram a Polônia,matando muita gente de forma criminosa.E paga de inocente,como se nada tivesse acontecido.Tem sempre de lembrar isso a ele.

Antoniokings
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Antoniokings

colombelli.

SDS

Valeu pelo jovem (do alto dos meus 5.7)

kkkkk

Renato de Mello Machado
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Renato de Mello Machado

O cara é comuna,então ele só acha que teve guerra se falar de URSS.Os outros podem até pensar, que sou alemão fervoroso para mostrar isso a ele.Deve ser abstinência, por falta de mortadela

Antoniokings
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Antoniokings

Que papo infantil.
Esse negócio de comuna, mortadela e etc. foi o mesmo dos deputados milicianos ontem no CP II de São Cristóvão..
Saíram escorraçados pela garotada e poderia ter sido pior se ficassem mais tempo por lá.
Ninguém tam mais paciência pra blá blá blá de minions.

Mercenário
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Mercenário

Um desembarque anfíbio de larga escala sempre é complicado e os beligerantes que estão na defensiva levam vantagem.

Matheus Santiago
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Matheus Santiago

Embora os EUA possuíssem superioridade naval esmagadora, e possivelmente até supremacia aérea perto das praias de desembarque, as restrições logísticas de atacar uma costa defendida impediriam o desembarque de um exército em qualquer lugar aproximado, e ainda seria um combate contra um exército alemão de 6 milhões de homens. Os EUA não poderiam invadir a Europa sem a ajuda da Grã-Bretanha, ou especialmente da URSS. Seria inviável mesmo se considerar o norte da África como cabeça de ponte para as tropas americanas.

Mercenário
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Mercenário

Matheus,

Salvo engano, o número de tropas americanas e britânicas (incluindo canadenses) no DIA D é bastante similar. Falar em desembarque americano é coisa de quem só viu filmes americanos rsrs.

Da mesma forma, a superioridade naval era dos aliados e não apenas dos americanos.

Matheus Santiago
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Matheus Santiago

Estamos falando de uma guerra total entre EUA e Alemanha, então dentro do contexto, a posição esclarecida está correta. Todos os recursos dos americanos e alemães estariam a disposição na guerra aberta entre ambas as nações.

Tomcat
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Tomcat

Antoniokings, quel é esse vídeo ou filme que você assistiu?

Antoniokings
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Antoniokings

Foi no Youtube.
Segue o link.

https://www.youtube.com/watch?v=cBBEpGO3AaM

paddy mayne
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paddy mayne

Concordo com o Kings (acontece uma vez a cada 6 meses…). De 205 divisões alemas, 145 estavam na Rússia. Se estivessem disponíveis, o trabalho americano seria quase impossível. Seria na base de guerra nuclear, como já dito aqui.

Antoniokings
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Antoniokings

Redobro a minha opinião de que o confronto Alemanha nazista x União Soviética foi o maior e mais sangrento da História.
E creio que um confronto dessa magnitude não se repetirá em qualquer parte do Mundo.

Renato de Mello Machado
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Renato de Mello Machado

Os alemães meu caro lutaram várias guerras dentro da Segunda Guerra.Tinha alemão em tudo que é canto do mundo.Se tudo que a Alemanha tivesse fosse usado contra a URSS seria passeio no parque,faria picadinho.Do jeito que foi arrasou, imagina livre de outras guerras.E a URSS, é que faria parte do Reich.

paddy mayne
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paddy mayne

Ninguem tem culpa que o Adolph era burro e não entendeu a lição da “guerra de duas frentes” da WW1. Invadiu a terra do tio Joe porque quis. Tio Joe tava de boa e toparia sem pestanejar uma aliança com Adolph. Mas foi surpreendido e levou dias para acreditar que estava sendo atacado. Resumindo: Melhor pra nós, os povos livres!

Fernando XO
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Fernando XO

O livro “Soldados Cidadãos” de Stephen Ambrose trata dessa batalha em um de seus capítulos… recomendo a leitura… abraço a todos…

Colombelli
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Colombelli

Um dos poucos momentos em que a guerra na europa ocidental chegou ao padrão do oriente e do pacifico. Imaginem se os alemães tivessem resolvido a questão russa e tivessem todos os recursos a disposicão. So restaria aos EUA o bombardeio nuclear a Berlim e outras cidades alemãs, hipotese que foi considerada. Talvez (e muito provavelmente) nem o dia D teria ocorrido.

Alfa BR
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Alfa BR

Ou uma longa e desgastante guerra de atrito levando os alemães ao colapso econômico, quase como na Primeira Guerra.

Colombelli
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Colombelli

Alfa os EUA enfrentariam o mesmo dilema do japão ou seja as perdas humanas inaceitaveis. E a conclusão.e solução pra evita-las seria a mesma. So nào ocorreu um bombardeio nuclear na europa porque diante de duas frentes os alemães colapsaram antes.

Renato de Mello Machado
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Renato de Mello Machado

A “questão russa” não seria resolvida,foi uma boçalidade de Hitler.Como o amigo bem sabe, jogar bomba lá de cima é fácil.Agora ocupar um terreno como a URSS é impossível.Como subjugar, tanta gente?

paddy mayne
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paddy mayne

Acho que acabariam fazendo um “tratado de paz”, e o mundo pareceria em parte o descrito por Orwell em “1984”: haveria uma “Eurásia” nazista e uma “Oceania”, que seria todo o continente americano.

Ozawa
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Ozawa

“(…) Em alguns casos – escreveu o chefe do estado-maior do 7° Exército [americano] – os soldados eram encontrados mortos nas suas trincheiras de pura exaustão.”

Fragmento de “Ardenas – A Última Jogada de Hitler – 1944”, de Antony Beevor, sobre a Batalha de Hürtgen, a qual é dedicado um capítulo da extensa narrativa introdutória dessa indispensável bibliografia associada ao tema do post.

Alfredo Araujo
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Alfredo Araujo

Li esse livro… Sensacional !
Recomendo

Cidadão
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Cidadão

Poxa, falaram nada de Argentan-falaise…

Cássio Silva
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Cássio Silva

Excelente artigo, sobre essa batalha ( O Inferno Verde) obrigado!

Augusto L
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Augusto L

Sem a mobilidade, poder aéreo, artilharia e tanques, os soldados aliados enfrentariam os alemães naquilo que eles tinham mais vantagem o poder individual dos seus soldados.

smichtt
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smichtt

Se os editores permitirem:

Hürtgen 1944 – America’s Meat Grinder

https://www.youtube.com/watch?v=mAmJUyHloTk

Roberto Santos
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Roberto Santos

Parabéns, excelente narrativa

Antonio Renato Arantes Cançado
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Antonio Renato Arantes Cançado

Correçoões: o rio é Ruhr, e não Rur; E não é “Batalha do Bulge”, mas sim “Batalha do BOLSÃO”.

Colombelli
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Colombelli

Outra lição que se extrai do incidente e que se reforçou no Vietnã: o valor do terreno coberto pra uma defesa coesa, organizada e obstinada. O terreno coberto anula muitas vantagens e parifica forças desiguais. Imaginem combater em uma selva úmida, barrenta, densa, assolada por doenças tropicais, onde gps não funciona e pouca coisa penetra a copa das árvores e onde as distância de apoio são de centenas de km e há poucas estradas. Isso é a amazônia. Quando pensamos pela perspectiva de um.invasor é que começamos a compreender o pesadelo que é mesmo que uma operação limitada la. O… Read more »

Señor batata
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Señor batata

Boa tarde Colombelli. Concordo com te dito pelo senhor, mas não tenho certeza sobre o funcionamento do GPS na floresta amazônica, inclusive vale notar que tem se usado GPS plem diversos tipos de funções (desde equipes de exploração científica até acompanhamento de animais silvestres).
Tchau e saudações.

colombelli
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colombelli

Funciona em locais mais ou menos abertos. Na selva densa não. Tem muitos locais abertos mas distribuios de forma irregular. Acaba tendo pouco utilidade em operações militares.

Señor batata
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Señor batata

Vlw pela resposta.

Alfa BR
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Alfa BR

” O vietnã era uma guerra que não podia ser vencida pelos EUA.”

Da forma que foi lutada? Não. Mas e se invadissem o Norte?

paddy mayne
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paddy mayne

Acho que seria mais ou menos como invadir o Japão em 1945. Seria um horror indescritível. A capacidade do povo vietnamita de se sacrificar é insuperável.

Colombelli
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Colombelli

Alfa invadir o norte poria russos e chineses na parada. E teria sido uma carnificina. O mimimi interno não permitiria. Talvez mais bombardeio pudesse ser eficaz

Alfa BR
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Alfa BR

“Alfa invadir o norte poria russos e chineses na parada. E teria sido uma carnificina. O mimimi interno não permitiria. Talvez mais bombardeio pudesse ser eficaz”

Por isso não invadiram e por isso “perderam”.

Antoniokings
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Antoniokings

Se os EUA tentassem invadir o Norte, teríamos, certamente, uma mudança de patamar da atuação da URSS e China.
Talvez não só na região, mas em outras partes do Planeta, como retaliação.
Acredito que esse tipo de equilíbrio ocorre até hoje.

Augusto L
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Augusto L

Se fosse assim os EUA poderiam ganhar a guerra eles praticamente defendiam a fronteira e não atacavam em larga escala o norte o contrário é verdade e as operações linebackers em 72 mostraram que se podia defender o terreno com poucas tropas em solo. Os EUA só não ganharam a guerra no início porque o Vietnã tinha apoio Chinês com tropas deles cerca de 320 mil em solo vietnamita depois da morte de MAO, do aprofundamento da quebra Sino-Sovietica e da política de detente, foi criada condições para os EUA ganharem a guerra alias eles quando retiram suas tropas do… Read more »

Alfa BR
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Alfa BR

A maior campanha de selva já travada foi a da Birmânia na SGM. Bem pior que o Vietnã.

Colombelli
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Colombelli

Tinha 1.5 milhão de envolvidos? Creio que não. So pelo lado dos EUA vietnã foi muito maior.

Alfa BR
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Alfa BR

Mais até. Quase 2 milhões de combatentes de todos os lados envolvidos e mais de 400 mil baixas militares e perto de 1 milhão de civis em pouco mais de 2 anos.

Alfa BR
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Alfa BR

“Quando pensamos pela perspectiva de um.invasor é que começamos a compreender o pesadelo que é mesmo que uma operação limitada la”

Os EUA não foi invasor. Operou no Vietnã do Sul para apoiar o governo aliado e mais limitado no território do Norte. Maior parte dos engajamentos lutou na defensiva e foi mais reativo.

Colombelli
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Colombelli

“La” é amazonia não vietnã. É dela que eu falei. E quem entrasse na amazonia seria invasor. É de um invasor nela que meu comentario fala. Onde eu disse disse que EUA eram invasor no Vietnã?

Plinio Jr
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Plinio Jr

Hurtgen é esquecida porque foi um grande fiasco aliado, uma batalha extremamente violenta que não deveu em nada a outras similares no front russo….os alemães produziram pesadas baixas nos aliados que não puderam contar com sua vantagem no ar, em blindados e mesmo artilharia…pois a densa floresta reduzia o seu efeito…..foi literalmente corpo a corpo e o terreno favorecia quem estava na defesa, neste caso os alemães ….

Heinz Guderian
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Heinz Guderian

As vezes me pego imaginando em situações hipóteticas ( que ainda bem não aconteceram), se hipoteticamente a alemanha lutasse somente na frente ocidental será que os aliados teriam ganhado a guerra? Ou seria uma vitória esmagadora do alemães? Tendo em vista que o grosso das tropas alemas estavam na frente oriental, onde os combates eram muito, mas muito mais ferozes.

Mercenário
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Mercenário

Vitória esmagadora dos alemães?
rsrsrs…

Vale lembrar que na frente oriental não eram apenas os alemães, havia também italianos, húngaros, romenos …

Ademais, boa parte dos países aliados também combateu em mais de uma frente.

Renato de Mello Machado
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Renato de Mello Machado

Melhor não seria, te-los como inimigo.Mas como aliados, são muito fracos e não lutavam pela causa dos alemães.Fora a incapacidade do Eixo de agir de forma coordenada, em suas questões.

Marcelo Danton
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Marcelo Danton

Novamente! Os vitoriosos escrevem (estória) ou omitem a história.
No campo de batalha MESMO os aliados não eram tão bons como os Alemães. Precisavam sempre “gastar” a munição/suprimentos com vantagens numéricas de (5/1).
Ou seja, aliados ganharam a guerra através de estratagemas e não com estratégias e competência durante a batalha.
Os alemães e japoneses foram osso duríssimo!
Imaginem um estado de São Paulo e Rio de Janeiro contra o MUNDO.

colombelli
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colombelli

Fica dificil comparar os alemães pois esta geração tinha sido treinada desde tenra idade para fins militares e tinha recebido doutrinação politica. Mas grosso modo, os ingleses eram tão bons quanto os alemães em média. Os EUA sairam de um exercito minúsculo e com pouca experiência para um que enfrentaria os mais tenazes inimigos. No começo patinaram mas logo aprenderam ainda que nunca tenham realmente se igualado aos alemães, calejados de anos de guerra. Embora se possa dizer que a campanha da europa ocidental é um pouco superestimada ( média de dias de combate de um aliado foi de 10… Read more »

LucianoSR71
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LucianoSR71

Se me permite, acrescentaria a Batalha de Guadalcanal, os japoneses eram superiores em nº, treinamento, experiência e suprimentos ( o chamado Expresso de Tóquio a noite desembarcava constantemente novos soldados e suprimentos ) enquanto que os americanos foram praticamente abandonados pela Marinha, por várias semanas. No final, entre 20/30 mil japoneses morreram, os americanos perderam em torno de 7 mil – lembrando que em ambos lados as baixas foram muitas vezes causadas ou agravadas por doenças e fome.

Alfa BR
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Alfa BR

“Embora se possa dizer que a campanha da europa ocidental é um pouco superestimada ( média de dias de combate de um aliado foi de 10 a 15 dias contra mais de 200 no Vietnã)”

Mas os combates foram mais intensos do que no Vietnã.

Colombelli
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Colombelli

Um tipo diferente de combate. Mas o Vietnã te as suas colina 837 e zona de desembarque x-ray. No Vietnã cada segundo era risco. E a selva é em si um inimigo.
Operação na zona x-ray aparece no filme Fomos Herois e esta relatada no livro 7 combates no Vietnã

Alfa BR
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Alfa BR

“Mas o Vietnã te as suas colina 837 e zona de desembarque x-ray”

Hamburguer Hill custou 72 mortos e mais de 400 feridos. Na LZ X-Ray foram 79 mortos e 121 feridos (Na LZ Albany foi pior).

Qualquer engajamento de menor dimensão na Normandia custou isso.

colombelli
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colombelli

E quantos foram os Vietnamitas mortos nestes locais? Se usar o numero baixo mortes norte americanas ou de um lado só for critério para medir “intensidade de combate” então nenhum combate no Iraque e afeganistão foram “intensos”. Quantos norte americanos morreram na segunda batalha de Fallujah? Contrario sensu se numero de mortes fosse critério então uma única casa de Stalingrado ( houve casas de que demandaram mais de 50 mortos) valeria mais do que o incidente em Mogadíscio envolvendo os EUA. Teve 19 mortes dos EUA na Somália neste dia. Voce diria que Mogadiscio ficou devendo a algum combate da… Read more »

Alfa BR
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Alfa BR

“E quantos foram os Vietnamitas mortos nestes locais?” Mais do que os americanos, mas por motivos óbvios (diferença na qualidade da tropa e apoio de fogo disponível). “Voce diria que Mogadiscio ficou devendo a algum combate da WWII ou Vietnã em intensidade?” Em um dia morreram 18 americanos para matar algumas centenas de milicianos. Nunca tal proporção de baixas seria similar em um conflito contra um inimigo como o alemão. Uma operação similar contra uma localidade que ao invés de alguns milhares de milicianos houvessem milhares de Fallschmjager ou SS terminaria com a força incursora dizimada. Combater contra tropa bem… Read more »

Alfa BR
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Alfa BR

Combate diferente mas morreram mais americanos em menos de 3 meses de operações na Normandia do que em todo o ano de 1968 no Vietnã (pior ano da guerra).

colombelli
Visitante
colombelli

mais uma vez tu se equivoca ao tomar um lado só como critério. Nos 3 primeiros meses depois da normandia ja tinhamos mais de um milhão de “aliados” em território europeu enfrentando centenas de milhares de alemães. Pelo menos o dobro dos efetivos os envolvidos no Vietnã se considerados os dois lados em ambos os casos. Por ai ja cai a comparação. Em segundo lugar quantos foram os vietnamitas mortos no ano de 1968? Voce esquece que no Vietnã as baixas dos EUA são estimadas em 1/20 das vietnamitas da da a superioridade de meios ao passo que na Europa… Read more »

Alfa BR
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Alfa BR

“Voce esquece que no Vietnã as baixas dos EUA são estimadas em 1/20 das vietnamitas da da a superioridade de meios ao passo que na Europa não são muito maiores que as alemãs e onde há mais proporcionalidade dos meios dos dois lados.” Então, no Vietnã enfrentaram adversário inferior aos alemães. “Ou seja, se tu medir as mortes totais no ano de 1968 ( norte americanos e vietnamitas) verá que a afirmação que fizeste não tem suporte e pode ter até bem mais mortes no Vietnã de 1968 do que na europa de 1945 considerado um mesmo periodo de tempo.”… Read more »

ROBERTO CAMPOS FREIRE
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ROBERTO CAMPOS FREIRE

O Alemanha não tinha meios de manter uma guerra longa! Impressiona ter conseguido manter em combate nos mais diversos cenários e oponentes por 3 anos.
Era sem dúvida o melhor exército com os melhores equipamentos, mas a Segunda Guerra foi uma guerra industrial, venceu quem conseguiu manter, renovar e ampliar os meios.

Mercenário
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Mercenário

Roberto,

Mais de um país teve que lutar em mais de um TO, não apenas os alemães.

De qualquer forma, ao fim e ao cabo, os alemães foram derrotados no norte da África, na frente oriental e na frente ocidental europeia, e seus aliados japoneses foram derrotados no Pacífico.

Renato de Mello Machado
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Renato de Mello Machado

Perfeito!Isso que o AntônioKings,tem “dificuldades” de acreditar.Para ele só teve, a Grande Guerra Patriótica.

Antoniokings
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Antoniokings

Não é isso.
A Operação Brabarossa, foi, até então, a maior concentração militar de todos os tempos, com os Exércitos do Eixo reunindo cerca de quatro milhões de efetivos para o ataque.
Após a recuperação soviética, era comum ofensivas do Exército Vermelho com milhões de soldados.
Por exemplo: A operação Bagration, em meados de 1944, reuniu cerca de 2,5 milhões de homens.
É importante lembrar que dos 5,5 milhões de soldados alemães mortos, de 4 a 4,3 milhões foram na Frente Oriental.
O Eixo, como um todo, teve mais de 5 milhões de mortos nessa Frente.

Tomcat
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Tomcat

Muito bons esses artigos. Parabéns e obrigado Prof. Luiz Reis. Continuem nos brindando com essas ótimas matérias, por favor. Abraço.

LucianoSR71
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LucianoSR71

Aproveitando o gancho, também rendo minhas homenagens ao trabalho do Prof. Luiz Reis, e gostaria de ver uma matéria sobre a famosa Batalha de Kursk, sobre a qual parece haver vários exageros – algumas versões citam um nº de blindados destruídos pelos soviéticos maior que o total empregado pelos alemães, ou a real eficácia dos ataques aéreos sobre os tanques, por exemplo. Nada de revisionismo, mas uma análise isenta embasada em informações que não estavam disponíveis anteriormente, ou seja a História c/ H maiúsculo, a verdadeira, baseada em fatos reais, não suas versões criadas p/ sustentar narrativas.

Rodrigo Hemerly
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Eu sou historiador formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e quem tiver interesse em aprender mais sobre história é só acessar minha página eletrônica no seguinte endereço eletrônico, a saber: https://www.historiahumana.com.br. Para maiores informações entrar em contato comigo através do endereço eletrônico, a saber: contato@historiahumana.com.br. Não esqueçam de divulgar minha página eletrônica entre os seus contatos do Facebook, Twitter e WhatsApp.
Atenciosamente Rodrigo Hemerly

Matheus Santiago
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Matheus Santiago

Isso acontece quando se neutraliza as vantagens militares dos EUA em artilharia, poder aéreo e mobilidade. A cobertura das árvores os impedia de fornecer o apoio que poderiam ter se fosse outro terreno, e ao entrar na floresta imediatamente perderia os americanos uma de suas vantagens. A mobilidade e a superioridade de tanques e aeronaves foram amplamente canceladas. A infantaria avançou em posições fortemente defendidas, com menos apoio do que nos meses anteriores. Os alemães veteranos tinham uma vantagem na experiência. Muitos deles haviam lutado nas florestas da Rússia e Finlândia. Os americanos não tinham essa experiência e inicialmente não… Read more »

Renato de Mello Machado
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Renato de Mello Machado

Essa foto dos caras avançando no terreno,só fico pensando na expectativa (cagaço) deles na hora que encontrarem com os opositores.Metralhadoras escondidas,franco atiradores ou minas esperando para dar as boas vindas.

tadeu54
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Os americanos escolheram atacar um setor onde sua esmagadora supremacia aérea de quase nada valia, pagaram um preço alto pela tentativa, e Model era um comandante competente.

Fábio Bueno Vinholo
Visitante
Fábio Bueno Vinholo

Excelente texto! Li já sobre a ofensiva das Ardennas e sobre a batalha de Bastogne, mas não tinha tido conhecimento sobre esta batalha. Que se repita novas narrativas como esta!

Soldat
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Soldat

Sensacional…..Deutschland über alles…..

nonato
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nonato

O erro dos Estados Unidos foi não ter passado o rodo também na Rússia.
Teria se livrado de uns 50 anos de problemas.
Inclusive com China, Coreia do norte, Cuba.

LucianoSR71
Visitante
LucianoSR71

Atenção: hoje 15/10 às 22:30 no National Geographic vai passar um documentário sobre essa batalha.