Home Cavalaria Exercício de Cavalaria com a participação de alunos do NPOR

Exercício de Cavalaria com a participação de alunos do NPOR

1978
26

Jaguarão (RS) – No período de 6 a 11 de outubro, o 12º Regimento de Cavalaria Mecanizado recebeu o Curso de Cavalaria do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva de Porto Alegre, em virtude de Pedido de Cooperação de Instrução (PCI).

A atividade teve por objetivo, proporcionar aos alunos a oportunidade de participarem de um exercício no terreno onde foram cumpridas missões clássicas da Arma de Cavalaria, particularmente das frações mecanizadas, tais como: reconhecimento, movimento retrógrado e ocupação de posição de bloqueio, colocando em prática o conhecimento adquirido e contribuindo com o desenvolvimento de atributos intrínsecos do Oficial de Cavalaria.

Ainda no período que os alunos estiveram na OM, os mesmos puderam realizar o tiro com o armamento coletivo de um pelotão de cavalaria mecanizado.

Ao final foi realizada a Análise Pós-Ação da atividade, quando os instrutores transmitiram os pontos positivos, negativos e oportunidades de melhoria para os alunos.

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

26
Deixe um comentário

avatar
5 Comment threads
21 Thread replies
0 Followers
 
Most reacted comment
Hottest comment thread
12 Comment authors
OseiasSalimCarvalhoAgnelopaulop Recent comment authors
  Subscribe  
newest oldest most voted
Notify of
Space Jockey
Visitante
Space Jockey

FN-MAG ok, mas com cinta de elos fixos…

colombelli
Visitante
colombelli

Space facilita enfitar a munição com máquina.

Space Jockey
Visitante
Space Jockey

Umm… ouvi falar que a de elos desintegráveis ocorre menos falhas, mas na minha mão nunca ví.

colombelli
Visitante
colombelli

Olha so nunca ouvi falar que isso ocorresse ou seja menos falhas com elos soltos na MAG. Certamente poderia acontecer no caso da .50 e da browning .30 que era antes usada, pois a extração do cartucho da fita e o posterior carregamento se faz em um movimento primeiro para tras e depois para frente com uns transportador. Fica dois cartuchos no ferrolho por vez. No caso da MAG a retirada do cartucho da fita é feita no avanço do ferrolho. Nunca vi uma MAG falhar por causa da fita ou de trancar algum cartucho nela por conta da fita… Read more »

Alfa BR
Visitante
Alfa BR

Mais do que isso: nunca vi uma MAG daqui equipada com mira ótica.

colombelli
Visitante
colombelli

Razão te assiste. não existem miras óticas pras nossas metralhadoras. Há alguns anos foi noticiada a aquisição de 4000 miras óticas ( não telescópicas) pra uso nos fuzis.
Mas pior que não ter miras óticas em armas tão importantes é não ter miras noturnas. Com 2 milhões de dolares coloca miras em todas as MAG dos exploradores de toda nossa cavalaria. Com mais 2 milhões se põe um imageador térmico em cada pel sem prejuizo das miras pros cascaveis. Isso sim faria uma enorme diferença na operacionalidade.

Alfa BR
Visitante
Alfa BR

Não só para o pessoal da cavalaria, mas da infantaria. Um tripé mais leve e compacto também faria bem.

Note que há 37 anos a infantaria britânica já dispunha de miras noturnas nas suas metralhadoras:
comment image

Colombelli
Visitante
Colombelli

Carreguei este tripe e a “aranha” (transportador do tripe) e a metralhadora junto. Da 20 kg. Mais moclila e fardo aberto vai a 40 kg. Os EUA tem um modelo muito bom de tripé menor e mais leve. Principalmente na tropa mecanizada e blindada onde vai 2 no pel é importante reduzir o volume. E funciona igual. Esta mira da foto é dos modelos iniciais usados no Vietnã. Os argentinos tinham algumas também usadas em fuzis beretta. Eram de procedência norte americana. Hoje so as telescopicas/noturnas tem este tamanho. Uma curiosidade. Os britânicos costumam tirar a coronha tradicional da MAG… Read more »

Alfa BR
Visitante
Alfa BR

No Exército Britânico é chamada de GPMG SF (Sustained Fire). Provê apoio pelo fogo continuo, em rajadas longas. É quase um fogo indireto.
comment image

colombelli
Visitante
colombelli

reparar a mira ótica na lateral. Nos temos as tabelas de tiro pra fazer tiro sobre tropa e mascarado ( indireto)

Alfa BR
Visitante
Alfa BR

Aqui tem uma guarnição disparando uma em apoio a um ataque durante um exercício no Quênia:

https://www.instagram.com/p/BqmWqkhBBOc/?utm_source=ig_web_button_share_sheet

colombelli
Visitante
colombelli

A fração de emprego delas é, como aqui, a seção a duas peças para permitir que haja continuidade do fogo. Alternam-se as rajadas de até 10 tiros espaçadas por alguns segundos e uma dá cobertura enquanto a outra faz a troca de cano. Em média a cada 250 ou 300 tiros mais ou menos contínuos tem que trocar o cano, o que leva uns 3 ou 4 segundos pra fazer. E so apertar um botão/alavanca e torcer a manopla do cano que ele solta. Pra por o outro so coloca no lugar e torce. Antes havia uma seção de metralhadoras… Read more »

Alfa BR
Visitante
Alfa BR

Só para efeito de curiosidade:

Atual organização do pelotão de fuzileiros dos Btl Inf L do Exército Britânico.

https://www.battleorder.org/british-rifle-platoon-2019?fbclid=IwAR2MAW9VjZMI_lX5sTAnsHI57NaUGHEKgY7BKMr8XLDb9nnv3CEgrAdo4tg

São 3 MAG (L7A2 por lá) por Pel, 1 em cada GC.

colombelli
Visitante
colombelli

Alfa so creio que apenas um homem so com a MAG gere alguma dificuldade na munição e ela fica sem o recurso do tripe que faz muita falta no tiro amarrado, principalmente a noite. Eu penso que uma seção de duas peças de 7,62mm no pel com 3 homens em cada peça, e nos GC as minimi seja uma combinação mais efetiva em termos de aproveitamento do potencial.
So pra se ter uma ideia, 1000 tiros não enfitados dá 25 kg de peso e 4 cofres. Mesmo que os demais levem cintas, a munição acabaria muito rapidamente.

Alfa BR
Visitante
Alfa BR

Colombelli os britânicos estão retirando as Minimi (L110 por lá) de serviço pois concluíram que a arma é deficiente na função que exerce (?). Para compensar a perda de poder de fogo colocaram as MAG nos GC, penso eu como medida provisória.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Eu ainda não entendo o porquê de não se aproveitar os conhecimentos de fabricação local do canhão Koqueril 90 mm (acho que é isso mesmo) fabricados localmente, somar a fábricação dos morteiros de 120 mm raiados nacionais e se desenvolver um canhão 120 mm nacional.
Realmente não entendo porque até hoje não sabemos fazer um simples “tubo de pressão” ?
Complicado viu !

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

o segredo aparentemente nao é a usinagem….mas a metalurgia…o material em si….o tubo é de alta pressão….acho que o problema é a liga de material…embora sempre fiquemos com o problema de qtde de encomendas….a coisa nunca gira…então ninguem faz….

ScudB
Visitante
ScudB

Amigo Foxtrot!
Na realidade (se não entrar nos detalhes) só existem 2 países que “inventam” seus canhões de CC de ponta – a Alemanha e a Rússia. O resto – so copia ou fabrica sob licença. OU ficam com soluções tipo “mais ou menos”.
O colega carvalho2008 esta absolutamente certíssimo!
Um grande abraço!

Salim
Visitante
Salim

Complicado náo e. E muito caro e o volume de producão nunca se pagaria. A compra da tecnologia sob licença ou simples compra e o mais sensato. Desenvolver a producão da munição estrategicamente e mais importante.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Mas o engraçado é que já fizemos sob licença os canhões de 90 mm da Koqueril aqui no Brasil para os Cascavéis. Ou seja, todas as explicações que me deram não se justifica mais. O aço especial dos Koqueril 90 mm será o mesmo dos 120,105 etc. Sabemos usinar e produzir ligas de titânio, tungstênio etc. Com o projeto Guarani 8×8 serão mais de 800 unidades armadas com canhões 120 ou 105 ( ainda não decidiram), ou seja escala haverá. Isso sem levar em conta as possibilidades de exportações, que se o produto tiver bom preço e qualidade com certeza… Read more »

Cidadão
Visitante
Cidadão

Cavalaria que não ataca, recua e se aferra ao terreno. ..

paulop
Visitante
paulop

Caros: a primeira foto, muito bem feita, na minha humilde opinião , em um futuro não muito distante terá o Veículo Blindada de Combate de Cavalaria, VBCCav, no lugar do Cascavel. Baseado na plataforma do Guarani e com um canhão de 30mm, provavelmente. Torço sinceramente que possua capacidade de transportar uma patrulha de exploradores para atuar desmontados, e aposentar de vez os fuzileiros. Junta com os exploradores protegidos nos LMV, ou similar para as forças de segunda linha, e ta loco de bom.Tá na hora do EB rever seu PelCavMec. Vamos modernizar nossa cavalaria pra ontem…
Abraço

paulop
Visitante
paulop
Agnelo
Visitante
Agnelo

Prezado
Penso diferente.
Acredito q com a melhora da tecnologia dos radares terrestres e dos Drones, os Exploradores podem até um dia não serem usados, como já ocorre em alguns exercícios.
Mas os Fuzileiros continuarão.
O binômio Fuz-Carro sempre será eficiente, pois um “cobre e potencializa” o outro.
Os LMV acredito q seriam mais úteis nas Pa Seg na AR.
Uma ideia q já pensei.
Sds

Carvalho
Visitante
Carvalho

Prezados, A questão dos fuzileiros é um tanto complexa de equacionar. O GC no PCMec é a fração menos acionada nas ações retardadoras e mesmo nos reconhecimento de eixo. Muitas vezes Ele apenas vai na carona ao longo da operação. Quem trabalha mesmo são os exploradores e os CCs, que são mais exigidos em termos de técnica de movimento. Entretanto, caso seja necessário, ter apenas um GC muitas vezes é bastante limitado para envolvimentos mais complexos, o que exige a assistência dos exploradores atuando como exploradores. Entretanto, em uma situação de bloqueio, os fuzileiros serão a fração que irá ser… Read more »

Oseias
Visitante
Oseias

Pessoal, uma pergunta offtopic. Em alguns vídeos de treinamentos militares, eu vi uma tecnica bastante curiosa para subir em obstaculos: um soldado segura na ponta de uma comprida haste de madeira e na outra ponta uns 4 ou 5 soldados levantam a haste, de forma a colocar o combatente em algum lugar alto (em cima de uma edificação, por exemplo). Pesquisando no google, eu não consegui achar o nome desta tecnica e se ainda é usada. Alguem aqui sabe sobre isso?