domingo, novembro 28, 2021

Saab RBS 70NG

Míssil Tático de Cruzeiro está em fase final, diz ministro

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Míssil de cruzeiro AV-TM 300 sendo lançado pelo ASTROS 2020

O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, disse hoje (15), em Manaus, que o projeto de criação de um míssil brasileiro capaz de percorrer 300 quilômetros de distância até seu alvo final está “em fase final de desenvolvimento”.

“Falta muito pouco para ele complementar a artilharia de foguetes do Exército brasileiro, dando-nos um poder dissuasório muito grande”, respondeu o ministro ao ser perguntado sobre o atual estágio de produção do Míssil Tático de Cruzeiro AV-TM 300 – cujo desenvolvimento, junto com o Foguete Guiado SS-40, faz parte do Projeto Estratégico Astros 2020, lançado em 2011, durante o governo Dilma Rousseff, que, à época, concedeu R$ 45 milhões de crédito para aquisição de todo um novo sistema com alta mobilidade e capaz de lançar mísseis e foguetes a longas distâncias.

Com alcance de até 300 quilômetros de distância e uma precisão de até 30 metros, o armamento desenvolvido pela companhia nacional Avibrás ampliará o poderio bélico brasileiro, podendo ultrapassar os limites do território nacional e atingir alvos estratégicos muito além da capacidade dos foguetes hoje em uso no Brasil. Atualmente, a família de foguetes Astros compreende quatro modelos com menor alcance que variam entre 30, 40, 60 e 80 quilômetros.

O principal objetivo do AV-TM 300, conforme sugere o ministro ao mencionar o “poder dissuasório” do armamento, é desencorajar eventuais ameaças externas. Além disso, o projeto Astros 2020 prevê outras iniciativas para dotar o país de “meios capazes de prestar um apoio de fogo de longo alcance, com elevada precisão e letalidade”. Entre estas iniciativas está a implantação de unidades militares de mísseis e foguetes, de um centro de instrução e de bases administrativas.

A previsão inicial era de que as primeiras unidades do AV-TM 300 fossem entregues ao Exército ainda este ano, mas ao ser questionado sobre os prazos, Silva respondeu acreditar na “possibilidade” de serem entregues entre 2021 e 2022.

Exercício

Uma bateria do sistema de lançadores múltiplos de foguetes Astros 2020, já em uso pelo Exército, foi deslocada de Formosa (GO), a cerca de 90 quilômetros do centro de Brasília (DF), até a região de Manaus, onde, até o próximo dia 23, efetivos das Forças Armadas participam de um exercício militar coordenado pelo Exército.

Batizado de Operação Amazônia, o treinamento envolve cerca de 3.600 militares, e simula um ataque externo à região amazônica. “Fiquei impressionado com a concentração estratégica dos meios, particularmente do Exército brasileiro”, comentou o ministro da Defesa, que chegou ontem (14) à região para acompanhar o exercício militar.

De acordo com Silva, foram necessários dois meses para transportar a bateria do sistema de lançadores de foguetes pertencente ao 6º Grupo de Mísseis e Foguetes de Formosa até próximo a capital amazonense. “Foram dois meses de deslocamento até ele ser posicionado nos pontos para treinamento. O que demonstra a mobilidade dos meios do Exército.”

Presente no exercício, o comandante do Exército, Edson Leal Pujol, destacou a importância dos militares brasileiros estarem aptos a atuar na região. “A preparação para estarmos aptos a defender este rincão da Nação é extremamente importante. É um esforço muito grande, mas é nosso dever para com a sociedade brasileira nos prepararmos e treinarmos para se, um dia, houver a necessidade de defendermos nossa Amazônia. Por tudo que ela representa em termos de riquezas minerais, biodiversidade, para a economia e para a vida dos brasileiros”, disse Pujol.

FONTE: Agência Brasil

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Sincero Brasileiro da Silva
Sincero Brasileiro da Silva
1 ano atrás

Ótima notícia!

Alexandre Cardoso
Alexandre Cardoso
Reply to  Sincero Brasileiro da Silva
1 ano atrás

jkk

Welington S.
Welington S.
1 ano atrás

Eita…

Sincero Brasileiro da Silva
Sincero Brasileiro da Silva
1 ano atrás

Será que esse míssil será equipado no submarino nuclear?

Henrique
Henrique
Reply to  Sincero Brasileiro da Silva
1 ano atrás

Não, snbr não ter essa capacidade.
A MB só quer ter um “Riachuelo” nuclear por hora. Já tá difícil fazer o” feijão com arroz ” eles não podem se dar ao luxo de querer muito agora

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Henrique
1 ano atrás

alguns diriam que o arroz com feijão seria manter os 5 submarinos que tem operando antes de comprar mais 4 e um nuclear, mas só alguns.

ALLAN
Reply to  Fernando Turatti
1 ano atrás

E isso vc pode ter certeza que o Brasil mantem.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Sincero Brasileiro da Silva
1 ano atrás

A princípio não, mas nada impede que no futuro venham a ter uma versão para isso! No momento só duas versões estão em desenvolvimento a terra-terra e ar-terra!

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Fabio Araujo
1 ano atrás

Engano seu caro Fábio.
Acredito que secretamente já estão desenvolvendo a versão Mar/Terra.
Inclusive vazou imagens de uma versão do MT-300 muito semelhante ao Exocet/Mansup.
Porém como no Brasil um simples míssil é “ultra secreto”, enquanto o mundo caminha a passos largos para armas de energia dirigida, estão fazendo segredos segredinhos kkkk.
Segue link da imagemcomment image

Ps: Notar os anéis de contenção das aletas dobráveis, para encasulamento do míssil.
Mesmo sistema do Exocet/ Mansup

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

e os subs do prosub tem capacidade para o sm39.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  horatio nelson
1 ano atrás

Horátio possuem sim.
Tanto para o SM-39 como para o futuro Mansub.
Em versões futuras do SNBR acredito que também poderá operar o SM-300 (MT-300 submarino).
Hoje essa versão ainda não está nos planos (ao menos acho que não)

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

chegaremos lá

Cleber
Cleber
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Muito interessante isso mesmo . E de se discutir .

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Bueno
1 ano atrás

Caro Bueno, acredito que foi um erro sim e vazaram a foto na época da apresentação das N,s versões iniciais do MT-300.
Mesma coisa aconteceu com o Manaer, lembra-se?
Aí quando os especialistas começaram a questionar negaram (mesma coisa aconteceu com o Manaer).
Porém no caso do Manaer erraram novamente e em um documento do MD apareceu ele lá, aí não houve como negar.
No caso do SM-300 não deram essa bobeira.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

e depois que negaram, tambem vazou a foto dentro de um video institucional aparecendo o F5M fazendo ensaios aerodinamicos de uma versão aero lançada…

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

comment image

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

Exatamente mestre Carvalho !

Teropode
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Prefiro evitar decepções , aposto no cancelamento .

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Esse projeto era voltado a defesa costeira com baterias de Astros. Creio que o EB deu prioridade a obtenção de um míssil de cruzeiro convencional primeiramente, pois a atende melhor sua visão estratégica mais voltada a regiões de fronteira e porque uma versão antisuperfície necessita de um seeker, coisa que não tínhamos até o Mansup. Outro ponto é que esse seria um projeto que já tem um similar nacional, o Mansup, que embora tenha um alcance bem menor, compartilha a mesma função. Sei que pode soar ruim, mas vejo uma fusão da Avibrás com Siatt a melhor via. O Brasil… Read more »

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Mateus Lobo
1 ano atrás

Discordo de quase tudo caro Matheus. Porém concordo em gênero, número e grau uma fusão da SIATT com Avibras. Na época da importantíssima Mectron eu já propunha uma fusão das duas empresas. As empresas 100% nacionais precisam a reaprender a cooperarem entre si como acontecia nós anos 80. Recentemente surgiu a Stela tecnologias que lançou o Atobá, um cante quase com as mesmas características do Falcão da Avibras. Porquê não juntarem, Avibras, Estela tecnologias, Flight tecnologias (que acho nem existir mais), Xmobt,s etc, para fabricarem um único vant nacional (ou família dele)? O mesmo serve para os Mísseis, aviões ,… Read more »

ALISON
ALISON
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Finalmente concordo com vc. kkkkkkkkkkk

Cristiano. de Aquino Campos
Cristiano. de Aquino Campos
Reply to  Mateus Lobo
1 ano atrás

Acho que o custo beneficio séria melhor em fazermos um missil único qur atende ambas as funções. Anti-navio e anti-superficie ja que o alcance e carga explosiva e similar a dos mais recentes misseis anti-navios.

DaGuerra
DaGuerra
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Que é uma arma de energia dirigida?

Alfredo
Alfredo
Reply to  DaGuerra
1 ano atrás

Espada laser do darth vader

Doug385
Doug385
Reply to  Sincero Brasileiro da Silva
1 ano atrás

Seria um poder dissuasório incrível. Nos daria a possibilidade de levar a guerra até o território de um possível agressor em qualquer canto do planeta.

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Sincero Brasileiro da Silva
1 ano atrás

E o SNBR terá lançadores verticais? Apesar do diâmetro do MTC-300 ser menos que do torpedo F-21, seria possível lança-los desde os tubos de torpedos?

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Filipe Prestes
1 ano atrás

Acredito que o diâmetro do MT-300 é maior que dos SM-39, Mansub ou F-21, daí a impossibilidade de lançamento do mesmo caro Felipe.
E os SBR e SNBR não terão VLS (infelizmente), o motivo não sei porque!

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Redução do grau de risco.
No momento é a melhor escolha, mas nada impede que no futuro venha a aparecer um sub com vls na MB.(já ouvi de uma maquete de sub nuclear com vls, da MB).

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Wilson Look
1 ano atrás

Também já vi a maquete do então SMNB-10 nacional com VLS na LAAD 2003 se não me engano.
Mas infelizmente assim como o SMB-10 que seria em sua maior parte nacional (projeto, engenharia, alguns sistemas de EW etc), derivado dos conhecimentos de fabricação dos Tupis, o SNB-10 nuclear foi pro beleléu para apostarem bilhões nós SBR (Scorpone).

Cleber
Cleber
1 ano atrás

Vai mais alem dos 300 km de alcance .

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Cleber
1 ano atrás

300km vai ser a versão de exportação por conta de acordos internacionais!

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  Cleber
1 ano atrás

passa dos 500 tranquilo

Welington S.
Welington S.
Reply to  horatio nelson
1 ano atrás

Será que beira aos milzinho?

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Welington S.
1 ano atrás

só fazer uma turbina melhor que dá.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Carlos Campos
1 ano atrás

A turbina é da empresa Polaris…

Salim
Salim
Reply to  Carlos Campos
1 ano atrás

A turbina tem condição de trabalhar 2,5 vezes o que trabalha atualmente. O limitante neste caso e o combustível. O míssil teria que ter diâmetro aumentado ou comprimento do mesmo, ou os dois, dai teria que ser reavaliado praticamente todos parâmetros de vôo aerodinâmico. Talvez o mesmo já tenha capacidade superior, porem e informação classificada e só saberemos da mesma quando míssil for utilizado pratica guerra.

nonato
nonato
Reply to  Salim
1 ano atrás

Alcance maior é fácil.
É so aumentar o comprimento ou o diâmetro do míssil.
Se o motor não durar apenas alguns minutos, é só colocar mais combustível que vai mais longe.
Quanto à mudança de parâmetros, quem faz um míssil para voar 300 km, tem conhecimento para desenvolver um que voe 500 ou 1.000 km.

Salim
Salim
Reply to  nonato
1 ano atrás

Nonato, não é tão simples assim, porém e possível sem dúvida. Lembro que praticamente virá míssil novo, pois todo software e rearranjo aerodinâmico tem que ser refeito, porém muita coisa e reaproveitavel.Como não temos bombardeiros longo alcance, o ideal seria prover submarinos de silos verticais para lançamento em complemento aos terrestres.

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  Welington S.
1 ano atrás

dificil dizer é um segredo guardado a 7 chaves…pode passar dos mil pode ser menos…porém mais de 300 concerteza…

tony
tony
Reply to  horatio nelson
1 ano atrás

A época que saiu uma foto da turbina e suas características, o saudoso Bosco junto os dados, fez as contas, e concluiu que chegaria nos 1000 km de boa, esse post ta aqui no site

Fabiano
Fabiano
Reply to  tony
1 ano atrás

Saudoso?Pq?O comentarista Bosco Morreu? E se morreu quando foi? Por isso que nunca mais vi os comentários dele,que com seu conhecimento extraordinário nos ensinava muito aqui na Triologia.Eu era fã dele e aprendi muito.

tony
tony
Reply to  horatio nelson
1 ano atrás

A época que saiu uma foto da turbina e suas características, o saudoso Bosco junto os dados, fez as contas, e concluiu que chegaria nos 1000 km de boa, esse post ta aqui no site

Diogo de Araujo
1 ano atrás

Espero que corra tudo bem seria um marco para o Brasil, porém dps do MANSUP e A-DARTER fique meio desanimado.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Diogo de Araujo
1 ano atrás

Mansup?
O que houve com o Mansup?
Pelo que eu saiba, ele está quase pronto, só falta o ultimo disparo para qualificação.
Quanto ao A-Darter, ALAC, MSS, MAA1-B etc etc sou obrigado a concordar

Matheus Augusto
Matheus Augusto
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

O mansup já está pronto desde 1973.
Alguns o conhecem como exocet.

Quanto ao ALAC e MSS-1.2, é triste pensar que além de não investir em novos carros de combate, o exército também não se preocupa em investir em armas para contê-los (o que seria mais barato). Dois projetos que não se ouve mais falar e que pelo jeito foram pra geladeira.

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Matheus Augusto
1 ano atrás

Matheus, uma fonte me disse que a intenção do EB não é a de desenvolver e fabricar aos montes, porque não teria condições de fazer o último. Mas sim de ao menos ter o projeto pronto à disposição para mandar fabricar caso precise. Isso acontece com o MSS1.2, ALAC, é a ideia para munições de CC 105 e 120mm e outros. O ponto é que às vezes é mais vantajoso (barato) comprar fora do país do que fabricar aqui, mas ele quer sempre conseguir fabricar caso precise (guerra). No caso do Alac, eu havia lido que a capacidade de penetração… Read more »

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Diego Tarses Cardoso
1 ano atrás

Essa fonte eu acredito caro Diego. É típico das FAA,s nacionais trabalharem com “arsenal virtual”. Quando o pau quebra de uma hora para outra, ficarão correndo igual galinhas sem cabeça ! O que falta a nossas FAA,s é uma experiência verdadeira de combate. Estudar o que outros países passaram não é mesma coisa que vive-lá. Até pouco tempo atrás as unidades de infantaria das FAA,s não tinham socorristas de combate em suas fileiras, o EB não tinha sniper,s ou atiradores de escolta (maskerman,s) em seus quadros, muito menos uma escola de atiradores, nem sei se tem uma força de Recon… Read more »

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Cara, você tá maluco!!! Só disse besteira!!! Nossas FFAA não estudam os paíse, não fazem manobaras conjuntas, etc? Onde voce estava nos ultimos 50 anos??? Cada “especialistas” Aposto que nem o Serviço Militar você prestou!

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Marcelo Andrade
1 ano atrás

Outro iludido com asneiras e bobeiras regadas e medalhinhas e coturnos de couro marrom.
Cara nem vou perder meu tempo contigo, acredite no que quiser caro Marcelo.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Marcelo Andrade
1 ano atrás

E só para não me prolongar muito, desde quando um treinamento em ambiente contratado, com detectores laser e tiros de festim são iguais ao combate?
Qual a última guerra que o Brasil lutou sozinho?
Cada um viu !

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Também não concordo com essa lógica de ter o projeto pronto para fabricação caso precise, mas como não posso apertar o botão e mandar fabricar, fico feliz ao menos de saber que sabemos fazer.

Mas que eu gostaria de saber que temos uns mil Mss1.2 e Alac, com certeza gostaria,

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Também não cito a fonte porque é concorrente do blog e não sei se a pessoa gostaria que eu citasse o nome sem autorização, mas é bem conhecida no meio da mídia especializada de defesa.

Cristiano. de Aquino Campos
Cristiano. de Aquino Campos
Reply to  Diego Tarses Cardoso
1 ano atrás

Seu comentário a cerca da estratégia de desenvolver tecnologia nacional só para ter, já que não se aplica á produção em massa, parece condizente com a verdade. Só peca no caso do ALAC, para quer ter uma técnologia ultrapassada se em caso de guerra, ela seria inútil.

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Cristiano. de Aquino Campos
1 ano atrás

Então Cristiano, havia um objetivo para o ALAC de dar a mesma capacidade de perfuração do AT-4 (600mm), sendo que a atual é a metade disso (300mm).
Isso seria alcançado desenvolvendo uma ogiva termobárica, que é usada no AT-4, por isso acredito que o projeto do ALAC não seja considerado “finalizado” ou útil para produção.

http://www.ctex.eb.mil.br/projetos-finalizados/92-arma-leve-anticarro-alac#caracter%C3%ADsticas-t%C3%A9cnicas

https://www.forte.jor.br/2016/10/25/gespi-vende-150-unidades-do-alac-ao-exercito-brasileiro/

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Cristiano. de Aquino Campos
1 ano atrás

Caro Cristiano eu já discordo de você.
Recentemente o Us Army comprou bilhões em AT-4 (que a ALAC deriva) e Karl Gustaf.
A ALAC tem muita valia no campo de batalha moderno, o problema é que não continuaram evoluindo o projeto dela (como acontece com todos os equipamentos nacionais).já era para o EB/CFN e BINFA terem adquirido milhares de unidades da versão MK-1 para industria já está desenvolvendo a versão MK-2, com melhorias como trilhos picachille, tube mais leve e mais barato, granada termobárica etc.
O próprio AT4 já está em sua versão 4 se não me engano.

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Concordo que deveríamos sim comprar alguns lotes para gerar dinheiro na empresa fabricante do Alac para financiar o desenvolvimento da versão melhorada dele, inclusive incentivando a exportação para países que talvez tenham interesse.
Mas também há aí um interesse da empresa, ela não precisa ficar esperando o EB comprar para tentar exportar, fecha acordo com alguns países árabes e pronto, esse tipo de lançador com certeza dá conta dos T-55 e T-62 que tem naquela região.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Matheus Augusto
1 ano atrás

Não confunda as coisas coisas caro Matheus.
Mansup é Mansup e Exocet é Exocet.
Não é porque o Mansup tem o motor do Exocet que ele é o Exocet
Até porque o Mansup se beneficiou de anos de desenvolvimento tecnológico a frente do Exocet (micro eletrônica etc).
Seria a mesma coisa que eu confundir Matheus com Mateus !
Parecidos porém diferentes!

Alessandro
Alessandro
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Fox, o A-Darter está pronto falta $$$ para a produção.
ALAC não ouvi mais falar.
Já o MSS 1.2 segundo o diretor da SIATT não está na prioridade do EB no momento, mas segundo ele acredita que no futuro irão
encomendá-lo.
MAA1 parece que foi cancelado.

Funcionário dos Correios
Funcionário dos Correios
1 ano atrás

Excelente noticia!!!

Shiryu
Shiryu
1 ano atrás

Já existe o desenvolvimento da versão área, só falta a versão naval! O país desenvolver um míssil desses e não embarcá-lo no Atlântico, Sub nuclear e novas fragatas será de uma miopia enorme!

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Shiryu
1 ano atrás

Amigo,acho que não dá para fazer uma “gambiarra” e pôr esse missil no Atlântico,nem mesmo se fosse uma versão de menores dimensões…
comment image

Melhor deixar o navio como está e armá-lo com outro sistemas…

Last edited 1 ano atrás by ADRIANO MADUREIRA
Glasquis7
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 ano atrás

Tenho entendido que esse mockup é pra desenvolvimento do envelope aéreo do míssil e não pra desenvolvimento do lançamento desde aeronaves.

Wilson
Wilson
Reply to  Glasquis7
1 ano atrás

Já foi confirmado o desenvolvimento de uma versão lançada de aviões, chamado de MICLA-BR.

Você pode ver notícias sobre ele na Trilogia mesmo:
Aqui tem uma:https://www.aereo.jor.br/2019/09/24/confirmado-fab-desenvolve-missil-de-cruzeiro-de-longo-alcance/

GFC_RJ
Reply to  Wilson
1 ano atrás

Inclusive está no PEMAER 2018-2027. O MICLA-BR já é um projeto estratégico oficial.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Glasquis7
1 ano atrás

Não. O que aconteceu foi que a foto do míssil vazou antes da hora e eles tentaram despistar dizendo que era um mockup para testar sistemas da versão terrestre. Mas em seguida foi confirmada,em uma audiência na Comissão de Defesa do Congresso,a existência de um projeto para o desenvovimento da versão ar-terra do míssil,que se chamará MICLA-BR.Obviamente,detalhes do projeto são classificados.

Henrique
Henrique
Reply to  Shiryu
1 ano atrás

O Atlântico é um navio velho, refugo dos ingleses que foi feito sob padrões comerciais e não militares, ele não vai navegar muito mais do que uma década, eu não sei por que o pessoal quer que se gaste dinheiro nele.

Wilson
Wilson
Reply to  Henrique
1 ano atrás

O Atlântico, era a Nau Capitânea da Royal Navy, e apenas foi vendido porque a RN não tem pessoal suficiente para tripular ele e os novos porta aviões, sem falar que o navio tinha acabado de ser modernizado.

E sobre ele ser velho, esse navio é mais novo que eu, ele foi comissionado em 1998, e foi vendido com 20 anos, com isso podemos supor que esse navio ainda tem pelo menos mais 20 anos de vida pela frente, isso se não for mais.

Henrique
Henrique
Reply to  Wilson
1 ano atrás

Um navio já tem que ser substituído depois dos 30 anos e ele é muito inferior a um navio de assalto anfíbio como um LHD. E de qualquer maneira, ele é um navio de assalto anfíbio, ele não foi feito pra fazer ataque a costa com mísseis.

Wilson
Wilson
Reply to  Henrique
1 ano atrás

Quando se projeta um navio, se estabelece uma vida útil, no caso de navios atuais essa vida útil beira os 40 anos, com os navios maiores podendo chegar até mesmo aos 60 anos, o que se tem que fazer é projetar o substituto quando o navio estiver com uns 30 ou 35 anos.(os custos dos novos navios estão muito altos para substituir os antigos com menos de 40 anos de serviço). Sobre as capacidades, o que realmente importa e se o navio atende aos requisitos da marinha, se atende não interessa se ele é inferior a um LHD, tudo o… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Henrique
1 ano atrás

Apoio de fogo NSFS surgiu e ressurgiu para todas as marinhas, pois a medida que o fogo de boca sumiu das fragatas ( 1 unico canhão hoje) sentiu-se muita falta de mais fogo…missies são caros e dedicados a alvos estrategicos e tacticos especiais….então o foguete guiado e MRLS a bordo voltou ao tema… e nada como um anfibio para ter espaço onde se colocar isto…comment image

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

The US Marine Corps have already tested their High Mobility Artillery Rocket System (HIMARS) vehicles lashed to the flight deck of an assault ship (USS Anchorage, Oct 2017) to provide a ready-made shore bombardment capability. The precision rockets of the MLRS in service with the British Army has a range of 84 km and could do a similar job.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Henrique
1 ano atrás
carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Henrique
1 ano atrás

comment image

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

area de alcance com o apoio de fogo NSFS por foguetes pretendido: exemplo BPS Mistral na costa da Libiacomment image

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Henrique
1 ano atrás

Não foi refugo….acabou a grana deles para operar os 2 CVF ( que são anfibios e Nae dupla função) mais o ex HMS Ocean… O HMS Ocean era receita de sucesso deles e inicialmente queriam um Ocean grandão com cara de Invencible maiorzãode umas 30-33 mil ton…mudaram os requisitos tantas vezes ate chegarem aos CVFs atuais…bem mais caros e estourando os planos e orçamentos…mas acredite…tudo começou querendo reprisar a formula de sucesso do Ocean fazendo outro bem maior e adicionando capacidade VSTOL…mas de especificação mercante mesmo…e veja…quem vai dizer que o HMS Ocean não cumpriu todas as suas missões e… Read more »

_RR_
_RR_
Reply to  Shiryu
1 ano atrás

Shiryu,

Armar o NPH Atlântico com esse tipo de armamento não tem lá muito sentido.

Trata-se de uma munição para ataque terrestre, cujo alcance obrigaria o navio a aproximar-se perigosamente da costa para atuar.

Outra variante, que seja capaz de engajar alvos navais e em movimento, seria o próximo passo para tornar essa arma apropriada a futuros vasos da MB.

O ideal seria outra versão que fosse multi-propósito ( anti-navio e contra alvos terrestres ) e com maior alcance ( uns 600km ), para ser disparado de plataformas aéreas, navais e terrestres. Mas… uma coisa por vez…

Shiryu
Shiryu
Reply to  _RR_
1 ano atrás

RR,

O Atlântico é um navio de assalto anfíbio, com certeza ele necessita ir muito mais próximo da costa do que o alcance da versão nacional do míssil. E operando no Atlântico, não precisaria de algumas viaturas do sistema Astros (radar, meteorológica, etc.), Por já ter tudo embarcado.

Rogério Loureiro Dhierio
Rogério Loureiro Dhierio
Reply to  Shiryu
1 ano atrás

Exatamente meu amigo. Concordo contigo.

Se é um navio de desembarque, então nada mais racional do que implementar estes artefatos para que sirvam de apoio às tropas que farão o serviço em terra.

Poderiam limpar o terreno antes para dar maior segurança inclusive às aeronaves que fariam transporte de tropas e dos veículos posteriormente.

_RR_
_RR_
Reply to  Rogério Loureiro Dhierio
1 ano atrás

Rogério, Quem “limpa o terreno” normalmente é a aviação, que também pode proporcionar a cobertura necessária para o desembarque. Quando é necessário um apoio de fogo mais “parrudo” vindo do mar, isso normalmente recai sobre os navios da escolta, que utilizam seus canhões se a situação assim permitir. Pelos dias de hoje, o uso de mísseis como meio de defesa costeira, coloca em risco qualquer embarcação que esteja excessivamente próxima. Por fim, repito o que disse acima: o míssil de cruzeiro é uma arma eminentemente estratégica, destinada a alvos de grande valor… Não creio que será usado para “amaciar” uma… Read more »

Rogério Loureiro Dhierio
Rogério Loureiro Dhierio
Reply to  _RR_
1 ano atrás

Fala RT. Tudo bem? Sim eu até concordo com o que você explicou más a meu ver já são conceitos que não terão tanta utilidade em operações futuras. Especialmente no caso da MB que não possuí um aviação embarcada de caça, muito menos furtiva F-35 para anular possíveis sítios antiaereos em terra dentro do teatro onde se precise penetrar. Enviar aviação por helis, seria suicídio até mesmo sistemas MANPADS podem representar grandes problemas. Com a utilização do Matador, tudo o que existe no campo do inimigo vai pro saco. Desde combatentes, veículos blindados e até mesmo radares e sistemas antiaereos,… Read more »

_RR_
_RR_
Reply to  Rogério Loureiro Dhierio
1 ano atrás

Boa noite, Rogério. Não haverá operação naval convencional contra qualquer a costa se não houver aviação… Ela é absolutamente necessária para prover reconhecimento e suporte em tempo hábil. Apenas em cenários onde não haveria oposição de meios consistentes é que uma operação de desembarque é viável. Mísseis anti-navio operados a partir da costa em unidades móveis se constituem em um pesadelo para qualquer operação anfíbia, e mais ainda para serem localizados. Definitivamente, não é possível engaja-los sem que haja aviação presente para localiza-los e, sendo possível, destruí-los no momento imediatamente após a sua localização. O míssil de cruzeiro estaria reservado… Read more »

_RR_
_RR_
Reply to  Shiryu
1 ano atrás

Shiryu, Apesar de se prestar ao apoio de operações anfíbias, a ausência de uma doca alagavel o coloca em posição secundária em relação ao NDM Bahia. Resta certo, portanto, que esse vaso passará a maior parte do tempo atuando como navio de controle de área, operando em alto mar… A seguir, navios como esse, mesmo que tenham que se aproximar da costa, nunca operarão sem que haja uma escolta apropriada, que, por sua vez, será composta por navios cuja integração desse tipo de arma irá requerer muito menos esforço. Em suma, se for para pôr uma versão do Matador em… Read more »

_RR_
_RR_
Reply to  Shiryu
1 ano atrás

E apenas complementando: o míssil de cruzeiro é uma arma eminentemente estratégica, destinada a alvos de grande valor que estarão normalmente localizados em grandes centros ou muito atrás das linhas inimigas… Dificilmente será utilizado contra alvos em uma cabeça de praia…

No caso de um desembarque, o que tiver de vir em apoio, virá na maior parte das vezes do ar…

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  _RR_
1 ano atrás

Mestre _RR_, A distancia de desembarque anfibio é inferior a 70km….parece-me que no caso brasileiro…seriam 25-40 km…. O navio lambe a praia…de fato chega proximo…. Sim, o Matador é tatico…..mas como demonstrei mais acima, varias marinhas estão retornando ao MRLS, usando foguetes para apoio de fogo sustentado. Então veja: MRLS vem a calhar e muito num anfibio, inclusive por ser facil de la operar, face o espaço; Existe estudo da versão naval e aero-lançada; Os containeres de lançamento estarão homologados para disparar todo o inventário de foguetes (NSFS) bem como o Matador ( navios e alvos taticos/estratégicos) . obs.: NSFS… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  _RR_
1 ano atrás

Tem sim Mestre….

Franceses estão fazendo isto….

Americanos tambem….

Não se esqueça que a operação anfibia da doutrina americana, a distancia de abordagem da projeção é até 70km da costa….(parece que a nossa é coisa de 25-40km) e apoio de fogo NSFS é importantissimo pois sempre pode ocorrer oposição, mesmo que não previsto…

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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

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exemplo do alcance de projeção do MRLS a bordo do BPC Mistral no litoral da Libia. Todas as marinhas perderam esta capacidade de apoio de fogo sustentato. operação NSFS não tem nada a ver com ataque de alvos especiais por misseis…missili é para alvo caro , tatico e estratégico….

_RR_
_RR_
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

Boa tarde, mestre Carvalho. 🙂 Há de se diferenciar aí o míssil de cruzeiro e suas potencialidades daquilo que representa os foguetes. Como disse acima, o míssil de cruzeiro deve ser reservado a alvos que sejam verdadeiramente prioritários ( uma ponte, por exemplo ). E nesse caso, pode ser disparado ( até preventivamente ) de outras plataformas que, por suas naturezas, serão melhor adaptáveis a estes artefatos. Os foguetes, estes armas eminentemente táticas, podem até oferecer alguma vantagem, desde que tenham cabeça guiada, ou a precisão poderá ser grandemente prejudicada em meio a instabilidade da plataforma naval. Daí que ter… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  _RR_
1 ano atrás

se desejar e inclusive em se tratando de desembarque, o Astros que irá desembarcar ja poderia estar fornecendo fogo diretamente do convés, chegou, desce e vai para a praia…. mas o principal é que voce pode instalar o container sem o caminhão…e formar uma bateria. O Matador é grande…5 metros…não é qualquer barco que poderia levar ou instalar facil a bordo, já o Anfibio não teria problema com isto…o principal mesmo é que os containeres dele disparariam tanto os desejados foguetes, quanto o missil quer seja na versão mar-mar ou mar superficie… o Mestre ainda comentou de canhões com municao… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

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Isto é NSFS!!! Se for na base do canhão, ou ressuscitar os encouraçados, ou gastar US$1 milhão por projetil 155 mm do projeto original Zumwalt, ou então, recorrer a foguetes burros e inteligentes….

_RR_
_RR_
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

Caro Carvalho… Há problemas sim na instalação desse tipo de sistema no NPH Atlântico, e não são poucos… Primeiro, não há como instalar as células sem que isso roube espaço de outros sub-sistemas, de seções abaixo do convés e/ou mesmo do próprio convés. Isso é crítico para um vaso que se destina a controle de área e assalto anfíbio, cujo espaço no convés é parte da razão de ser…! E quantas células ou contêineres seriam necessárias para se alcançar o volume desejado de petardos…? Percebe o tamanho do negócio…? *** No mais, desembarques em zona contestada não serão realizados como… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  _RR_
1 ano atrás

Compreende que apesar de razoavel razao do que o amigo expõe, estes argumentos ao mesmo tempo se levados ao pé da letra, diria que o bombardeio na costa Libia foi uma insansatez…mas foi justamente la que ficou patente a todos que a artilharia de boca teria de ser repensada pois as municoes 76 mm e 114 mm foram ineficientes( uma porque o explosivo entregue e alcance e menor e o outro porque uma boca é muito pouco)

E usou-se de canhões porque foram necessarios, a despeito dos Rafales, Amx helis, etc

_RR_
_RR_
Reply to  Carvalho2008
1 ano atrás

Boa tarde, Carvalho.

No caso específico da costa da Líbia, estamos falando de um cenário sem oposição aos vasos que estavam dando suporte. É um caso muito próximo de uma guerra assimétrica, ou um conflito de baixa intensidade.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  _RR_
1 ano atrás

sim…mas ocorre…certo? e na maior probabilidade de uso….pois é muito mais frequente a luta contra um menor do que contra um maior… outro ponto, discutir sobre desembarque com ou sem oposição não tem muito fundamento…pois por obvio em nossos dias, o mesmo so ocorre sem oposição…mas o que é oposição? o Mestre não a classificaria por niveis? oposição de infantaria, oposição de artilharia, oposição aerea, oposição missilistica, qual o nivel….ou zero sem seuqer um unico tiro de 38…? E veja, novamente estou relembrando de uma unica arma ( diretora de tiro + casulos container) que podem disparar foguetes ou misseis…… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

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Que espaço ocupou neste conves com caminhão e tudo!!!???

Oras, se a receita funciona, instale apenas os containeres numa plataforma estabilizada ( mercado ofshore possui exemplos de plataforma estabilizadas aplicadas a guinchos)

Os TuGs do navio podem remuniciar….não precisa de remuniciamento automatico…os exocets não são…

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

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Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 ano atrás

Excelente notícia!

Leonel Testa
Leonel Testa
Reply to  Fabio Araujo
1 ano atrás

Espero que na nossa versao tenha pelo menos 600 km de alcance

RafaelGM
RafaelGM
Reply to  Leonel Testa
1 ano atrás

Eu já li em algum lugar, “rumor”, que pode ter alcance de mais de 1200 Km.

Last edited 1 ano atrás by RafaelGM
Shiryu
Shiryu
Reply to  RafaelGM
1 ano atrás

Quando anunciaram a turbina do míssil, divulgaram que ela tem uma vida útil de 44 horas. Se tiver querosene de aviação o suficiente, bate os 1200 km com facilidade.

Salim
Salim
Reply to  Shiryu
1 ano atrás

Acho que 44 hs um pouco fora realidade, pois a 800 km/h seria intercontinental. Se for uma hora da 800 km, o que bate com o que falei acima e como alguns lembraram de um post do sr Bosco. Acredito que capacidade turbina/combustível sera limitante deste misil, porem sera dado sigiloso..

Paulo Pontes
Reply to  Salim
1 ano atrás

Salym, vida útil de 44 horas quer dizer que a turbina consegue trabalhar por 44 horas e não que a autonomia dela seja de 44 horas.

Na realidade o tempo de vôo será bem menor que o de sua vida útil.

Salim
Salim
Reply to  Paulo Pontes
1 ano atrás

Paulo, o teste que tenho conhecimento e turbina funcionaria , se abastecida em ate 2,5 vezes mais que o necessário para atender 300 km. Então daria cerca de 750 km, porem vc teria que contar limite segurança e o míssil ficaria menos confiável. Acredito que alcance e maior informado, porem acredito que seria em torno 700 km que e um ótimo numero, assusta qualquer assanhado.

Cleber
Cleber
1 ano atrás

Espero q nao demore muito para a versao naval aparecer : lancado de navios e submarinos .

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
1 ano atrás

Será que terá alguma habilidade em relação a um operador usar um apontador laser para direcionar o míssil para um alvo específico ?

FighterBR
FighterBR
Reply to  Diego Tarses Cardoso
1 ano atrás

Não?

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  FighterBR
1 ano atrás

Sim ?

Gabriel BR
Gabriel BR
1 ano atrás

Orgulho nacional

Daniel Ricardo Alves
Daniel Ricardo Alves
1 ano atrás

Maravilha! Espero que o trabalho de desenvolvimento continue e possamos ter um intercontinental algum dia.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Daniel Ricardo Alves
1 ano atrás

kkkkkk sonha Daniel !

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Foxtrot,a tecnologia para a fabricação de um míssil balístico é de uso dual,então o Brasil não precisaria fazer especialmente um vetor e chama-lo de “míssil balístico”,bastaria fazer um foguete lançador de satélites,pois quem domina a tecnologia de um,essencialmente também domina a do outro. Poderiamos fazer um,basta haver vontade política e investimentos.

Bardini
Bardini
1 ano atrás

Interessante notar que o formato do cone do míssil mudou, olhando para as imagens da matéria. Parece que abandonaram aquele tipo mais cônico em favor de um parabólico, o que é de certa forma mais acertado para um perfil de voo subsônico.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Nos explique melhor como um tipo cônico é pior que um arredondado?
Com sua “imensa sabedoria” em diversas áreas, estou avido para aprender .
Nos explique com conceitos mecânicos, físicos e matemáticos.

Bardini
Bardini
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Tirando esse deboche de lado, e sem escrever nada complexo pros teus 2 neurônios entenderem: . Antes usavam um perfil do tipo Von Karman no Matador. Esse perfil é bastante antigo e com características amplamente conhecidas. É um modelo seguro e muito bom para um grande range de velocidades e, pra quem não sabe muito bem o que está fazendo, é um excelente começo. A Avibras aplica esse mesmo modelo de nariz em toda linha de foguetes, desde sempre… Não inventaram moda. . A questão é que, o Von Karman é tipo um “pato”. Serve pra um monte de velocidades,… Read more »

Last edited 1 ano atrás by Bardini
Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Bardini
1 ano atrás

KKK Lesardine como sempre.
Foi no Wikipedia deu um Control+C Control+V.
Lesardine seu tico e teco não serve para mais nada há não ser imbromexam.
Muito bla bla bla mas não vi detalhes técnicos como escoamento aerodinâmico, atrito, forças de vórtice para demonstrar porque um é melhor que o outro.
Perdeu mais uma vez a grande oportunidade para não escrever asneiras !
Já falei, pare de se alisar em frente ao espelho e vai estudar !

Bardini
Bardini
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Me ensina, professor…
Por favor, me diz onde estão as asneiras que falei. Me apresenta os detalhes técnicos, as contas, as simulações feitas pela Avibras que contem dados de escoamentos e etc. Realmente quero ver e entender isso, já que você detêm tanto conhecimento na área de Mec Flu. Quero estudar isso, me ajuda!

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Nossa Bardini, Mecânica dos Fluídos era no meu tempo da escola de engenharia (há +/- 40 anos), creio que hoje a matéria é Fenômeno de Transportes…

Last edited 1 ano atrás by Adriano Luchiari
Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Adriano Luchiari
1 ano atrás

Ele não sabe nem o que é isso Adriano.
A Wikipedia não ensina essas coisas não !

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  Adriano Luchiari
1 ano atrás

Aprendi como Mecânica dos Fluídos também e olha que foi recentemente, 2017.

Astolfo
Astolfo
Reply to  Adriano Luchiari
1 ano atrás

Depende da escola de engenharia. Na minha, continua sendo Mecânica dos Fluidos. O nome é tradicional e os professores já estão familiarizados.

Na engenharia, curiosamente a área marcada pela inovação, o que mais se percebe é o respeito e a volta ao “antigo”.

DIEGO TARSES CARDOSO
DIEGO TARSES CARDOSO
Reply to  Adriano Luchiari
1 ano atrás

Materiazinha difícil mas bem legal, um dia quero sentar e me aprofundar com calma nisso.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Quem contesta ou sugere alguma coisa é que deve dar as provas. É assim na engenharia e no direito “quem acusa cabe o ônus da prova”. E foi você com sua “imensa sabedoria” e soberba que alegou que a Avibras mudou o cone do míssil por algum motivo que só você sabe, apenas analisando a imagem (como sempre faz). E ainda quer sair por cima? Então mais uma vez te questiono, você em sua infinita experiência em análise de fotos, pode me explicar por A+B porque o cone atual do MT-300 é melhor que o antigo? Cadê seus dados técnicos,… Read more »

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Bardini
1 ano atrás

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Last edited 1 ano atrás by ADRIANO MADUREIRA
Foxtrot
Foxtrot
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 ano atrás

Essa é sua resposta ?
Kkkkkkkk cara você é o maior dos fanfarrões do planeta !

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 ano atrás

Desculpa Adriano.
Esse posto abaixo foi para o Lesardine (Bardine) que Sisma saber de tudo!

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  Bardini
1 ano atrás

De fato, também supus que a alteração tinha sido por esse motivo.

sub urbano
sub urbano
1 ano atrás

O brasil é proibido de desenvolver misseis com mais de 300km. Nao sei pq a galera ainda insiste nisso.

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  sub urbano
1 ano atrás

Pelo que eu li em outras matérias, o Brasil não pode vender a outros países mísseis com alcance superior a 300 km, mas nada impede que tenha uma versão com autonomia maior nos seus inventários.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  sub urbano
1 ano atrás

errado.

proibido por tratado de vender armas com mais de 300 km de alcance….não há veto para emprego proprio….observe que o numero magico de 300 km é sempre para exportações de um país a outro.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  sub urbano
1 ano atrás

Sub urbano,você está errado. O acordo assinado pelo Brasil impede apenas a exportação de artefatos de alcance superiores a 300km,mas absolutamente nada nele impede seus signatários de desenvolver mísseis de alcance superiores ao mencionado,desde que seja usado apenas pelo próprio país. No mais,pessoas envolvidas no projeto já confirmaram que o MTC-300 tem alcance superior aos 300km divulgados,aliás,aumentar o alcance não é algo difícil. Observando as dimensões dele,eu diria que seu alcance deve estar um pouco acima dos 1000km

Salim
Salim
Reply to  sub urbano
1 ano atrás

Senhores, acordos, tratados etc…. Podem ser revogados, como fez Trump em varias ocasiões nestes últimos tempos. Alguns falam besteira canais militares sobre tratado nuclear assinado Brasil, pode ser quebrado e só governo revogar e congresso ratificar. Sobre míssil o tratado se refere a venda, producão estamos livres. Lembro que tratados são feitos em trocas diplomáticas e visa algum bem maior. Assinalo que a quebra tratado traz consequências dependendo cenário politico vivido na época.

Foxtrot
Foxtrot
1 ano atrás

Palavras sem provas são apenas especulações.
Ele está “quase pronto” desde 2011.
Desculpe o general ai, mas estou cansado de conversa fiada, e infelizmente o Brasil é mestre nisso.
Não temos vídeo de testes do míssil, voo, navegação nada.
Diferente do que acontece no MANSUP, esse sim acredito que está próximo do término de desenvolvimento.
Nem mesmo do SS40G (que li em um memorando do EB já está operacional), temos imagens de testes.
Até eu ler ou ver alguma coisa concreta, para mim isso é balela!

Gabriel
Gabriel
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Meu amigo, o que você espera de mais concreto que as palavras do Ministro da Defesa?

Até os militares que trabalham hoje com o Astros 2020 tem níveis diferentes de acesso as informações, devido a todas questões sensíveis e estratégicas que envolvem o desenvolvimento do projeto.

Quando se tornar operacional e for usado em alguma operação será divulgado.

Enquanto isso, curta o vídeo abaixo (disponível no youtube mesmo):

https://www.youtube.com/watch?v=f0jr71UhtoU

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Gabriel
1 ano atrás

Meu caro Gabriel, eu já dividi um pouco da palavra dos militares do Brasil em relação a desenvolvimento de sistemas de armas nacionais, principalmente sabendo que o Brasil é mestre em cancelar projetos no meio do caminho, cancelar para comprar similar importado etc. E desconfio mais ainda quando esse militar se torna político, não preciso nem escrever porque né ? Quanto a sigilo estratégico, ora amiguinho, os países desenvolvidos estão entrando na era do laser de alta potência, o que tornará qualquer míssil ou arma de energia cinética ultrapassada. Chegando ao ponto do secretário de defesa americano alegar “será como… Read more »

Gabriel
Gabriel
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Tirando a ironia do “amiguinho”, respeito teu ponto de vista.

Sim, no Brasil muitas coisas não se processam na velocidade ideal e, por obviedade também, acontecem erros de avaliações e necessárias mudanças de rumos.

Contudo, diferentemente do que você insinua, a grande maioria dos profissionais (civis e militares) envolvido em projetos, como o missil de cruzeiro, são amplamente competentes e capacitados.

Em relação a recursos, a principal dificuldade, as vezes, não é nem a quantidade, mas sim a falta de fluxo continuo no repasse.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Gabriel
1 ano atrás

Engano seu “amiguinho”, em momento alguma fui irônico.
O problema é que a verdade hoje em dia é vista como ironia, má educação etc.
Se você gosta de seviludir já é uma questão pessoal sua, eu já prefiro a deixa da realidade caro Gabriel.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Gabriel
1 ano atrás

E em que parte do meu depoimento falei que os profissionais (civis e militares) são incompetentes?
Não coloque alucinações errôneas suas nos meus dizeres caro Gabriel.
Só não tenho mais fé nos militares atuais em se falando de projetos de defesa 100% nacionais (pois a história tem mostrado que os mesmos só estão fechando importações) e em políticos pior ainda (seja da esquerda, direita, centro, estrema direita etc).
Direito meu, pois não estou descansando ninguém aqui!

_RR_
_RR_
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Foxtrot… Ainda existem consideráveis desafios até se chegar a um laser de alta potencia comercialmente viável… E mesmo que se chegue… Como arma ofensiva, terá interessante uso tático contra alvos leves. Certamente um sistema defensivo de energia dirigida será um divisor de águas numa futura adaptação em aeronaves, que o utilizarão para cegar as cabeças de busca ou mesmo causar danos a um míssil indo em sua direção. Para a defesa anti-aérea, contudo… Absolutamente nada resistirá a ataques de saturação, sobretudo se considerarmos armas que alcançam velocidades hipersônicas, que encurtam de forma drástica o tempo de reação em qualquer situação…… Read more »

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  _RR_
1 ano atrás

Discordo de você caro RR.
Contudo concordo que para eronaves ainda está longe de dota-lás de um laser de alta potência (apesar que a Boeing e Lokhead já tem planos não muito distantes).
Mas para defesa ante míssil já existe um sistema Israelense, outro americano.
Inclusive um montado em um Destroyer.
São não estão completamente difundidos.

_RR_
_RR_
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Sim… Outros também já chegaram a resultados próximos ao que os americanos e israelenses chegaram… Mas mesmo que se obtenha algo prático, que venha a substituir mísseis anti-aéreos, esses sistemas ainda assim não irão fugir a regra: sempre haverá um ponto de saturação… Veja que não estou dizendo que não se deva fazer. Pelo contrário… Defesas anti-aéreas devem existir justamente, como disse acima, pelo empecilho que elas se tornam. Apenas penso que se deve ter consciência das limitações naturais que permeiam qualquer defesa anti-aérea e de que ela, uma hora ou outra, será vencida… E isso casa com uma outra… Read more »

MMerlin
MMerlin
Reply to  _RR_
1 ano atrás

Comercialmente viável concordo que ainda exista um longo caminho mas militarmente, principalmente como economias como a Americana, o aparato já é uma realidade. Mas também já existem meios a muito tempo conhecidos que permitem dissipar sua potência até sua chegada ao alvo.
Mas sem dúvida será uma tecnologia que, assim como o uso de canhões eletromagnéticos, agregação muito, tanto ofensiva quanto defensivamente.

Salim
Salim
Reply to  Gabriel
1 ano atrás

Gabriel, você acredita relato ministro. Brasil aceitou a muito mentiras descancaradas de nossas autoridades. Gripezinha que está matando brasileiro aos milhares , militares que pegarem aumento pra reduzir efetivo , dezenas de totós e desenvolvimentos abandonados, NAE abandonado ( depois de comprarem aeronaves e trailers ). Desculpe se povo fosse educado e vigilante está afronta aos cofres públicos e a defesa Brasil não ocorreriam. Estamos afundando e povão está feliz com atuais mandatários pela ajuda de 300, reais. Quero o melhor Brasil e brasileiros sem qualquer apego a qualquer ideologia. Por isto concordo com o ceticismo de vários. Só acredito… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Salim
1 ano atrás

Senhores os corretores texto estão me destruindo, escrevo uma palavra e quando envio eles trocam tudo. Desculpem.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Mestre Foxtrot, De fato, o Mansup e o Matador parecem estar demorando muito, até entendo que tenham lá suas complexidades…mas o foguete SS40G talvez esteja pronto mesmo, pois é muito mais simples e acho que guiamento por laser já não é segredo para mais ninguem… Acho que o maior problema mesmo é grana na mão da industria. Os caras devem chegar com projetos e prototipos bem na marca do penalti, na prateleira e ai não vem a encomenda do das forças brasileiras para comprar…ai fica lá encostado aguardando cliente… O Fog MPM foi assim, o MAR-1 tambem…ai não tem como…se… Read more »

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  carvalho2008
1 ano atrás

Mestre Carvalho, se não me engano o SS40G é guiado por GPS/uns.
Tem o depoimento de um oficial relatando que dispararam o foguete com 40 graus de erro só para testar e mesmo assim o míssil corrigiu a tragetoria e acertou o alvo.
E que o mesmo já estava entrando em operação no Astros.
Quanto ao MAR-01 li em um PDF do MD que estava pronto aguardando encomendas.
O resto concordo em gênero , número e grau com você.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Eu investiria muito…muito mesmo em munições morteiro inteligente….cabeças variadas entre GPS, laser e termal….alem de ser o tipo de munição inteligente mais barata no mercado…junto com os foguets 70 mm, a inovação das GLSDB já deram a pista a perseguir como atalho, economia e altissima eficiencia e rapido de implementar…espeta as cabeças nos foguetes e voce tem um missil eficaz e barato…alem da capacidade de saturar

Pedro Rocha
Pedro Rocha
1 ano atrás

Olá senhores! Excelente notícia! Acredito que a Avibrás deva convergir seus misseis guiados numa unica plataforma tendo como base o Matador! No médio prazo partir para a convergência de um hipersônico / invisível ao radar. A única noticia ruim foi o Ministro da Defesa reconhecer que levou dois meses para realizar uma operação na Amazônia, defendo, com urgência, a necessidade de aviões de carga de grande porte, meus prediletos são o C-17, KC-47 e MRTT-330

sergio ribamar ferreira
Reply to  Pedro Rocha
1 ano atrás

Concordo com o Sr. Pedro Rocha. Há uma questão fundamental a ser debatida e trabalhada: a logística. Transporte aéreo seria o mais rápido para pronto emprego.. Outra maneira é preparar unidades localizadas estrategicamente. Mesmo assim haverá necessidade de empregar o transporte aéreo. esperar para ver. Grande abraço. Sem um estudo logístico apropriado perde-se muito. Há grandes exemplos na história. deperdas e ganhos.

_RR_
_RR_
1 ano atrás

Muito bacana 🙂

Pela primeira vez, o Exército contará com uma arma que seja verdadeiramente estratégica.

No meu entender, se há uma coisa que faz um exército ser verdadeiramente poderoso e temido, além da qualidade de seus soldados, é o poder de sua artilharia, alinhado a uma grande mobilidade tática e estratégica… E plataformas como o Astros são essa certeza.

E armas como o AV-TM-300 proporcionam aquela qualidade de atacar com precisão e de forma bruta pontos duros e alvos estratégicos.

FABRICIO DE ALMEIDA
FABRICIO DE ALMEIDA
1 ano atrás

Pra variar devem chegar com 2 anos de atraso

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  FABRICIO DE ALMEIDA
1 ano atrás

Não acho que esteja atrasado, não há por enquanto nada que torne esse míssil obsoleto, incapaz de atingir alvos, em especial na América Latina. Se ficar pronto até o final de 2021 já será um baita avanço.

Elden
Elden
1 ano atrás

Quero ver em breve as variantes lançadas do ar, de escoltas e sub’s. Aí sim, a coisa muda e “RESPEITO É BOM E EU GOSTO” risss.

Jef2019
Jef2019
1 ano atrás

Olá amigos…considero esse sistema astros o que de melhor há em termos de equipamento em nosso EB…alguém apontaria algum outro eqpto com essa importância? Talvez o Guarani mas ainda considero o astros com maior poder dissuasorio…infelizmente temos vários eqptos de tecnologia ultrapassada em nossas faas, principalmente no EB e o astros é uma exceção, mesmo os de versão anterior ao 2020 já considerava importantíssimos para o EB que dirá essa versão nodernizada…portanto acho muito importante o investimento nesse sistema! A lamentar apenas o atraso de entrega mas isso já virou rotina em nossas faas…

Gabriel
Gabriel
Reply to  Jef2019
1 ano atrás

Jef, depende muito do contexto. Alguns exemplos: Na “Artilharia”, o Astros 2020 é o equipamento que proporciona o maior poder de fogo, contudo o M-109A5BR também é muito moderno. Na “Cavalaria”, mesmo sendo inferior a seus pares em âmbito mundial, o Leopard 1A5 é perfeitamente adequado para o contexto sul-americano. Cabe o destaque também que nenhum pais da América Latina tem, atualmente, um projeto parecido com o Guarani. Em relação a “infantaria”, eu poderia citar as Forças Especiais, Paraquedistas, Leves, de Montanha e de Selva, cujos efetivos profissionais são equiparados em qualidade aos melhores exércitos do mundo. O sistema de… Read more »

Jef2019
Jef2019
Reply to  Gabriel
1 ano atrás

Olá gabriel. Excelente seu comentário. Concordo plenamente contigo quanto a qualidade operacional de nossas tropas e da deficiencia na defesa anti aérea, onde com exceção a defesa de curto alcance que está atendida com os iglas e RBS70, já para medio e longo alcance infelizmente não temos defesas. Vc mencionou o M109 e guarani, mas ainda considero que o astros seria o principal alvo de uma forca atacante, tamanha a sua importância, a exemplo dos scud na guerra do golfo…penso que o desembarque de tropas seria retardado ate a tirada de operação do astros tamanho seu poder de dissuasão… Ja… Read more »

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Gabriel
1 ano atrás

Para mim, o grande defeito do Leopard1a5 é a falta, para o comandante, de uma luneta com visão termal estabilizada e telémetro laser independente, onde ele possa buscar alvos e passá-los ao atirador.
Hoje usa-se a luneta TRP-5A, a qual não tem visão térmica e não é estabilizada, onde se o comandante tentar usar durante a movimentação do CC, ela “queima”.

Isso é um ponto crucial na futura “modernização” dos Leo1a5, além de outros pontos. Para citar um pouco mais, a atualização “TAM 2C” tem esse ponto da luneta do comandante como um dos itens a serem atualizados.

Fonte: https://bdex.eb.mil.br/jspui/bitstream/123456789/4065/1/C6%20-%205093%20-%20REIS%20-%20Comparacao%20entre%20as%20Viaturas%20Leopard%201A5BR%20e%20Leopard%202A4_%20An%C3%A1lise%20de%20suas%20caracter%C3%ADsticas%2C%20possibilidades%20e%20limita%C3%A7%C3%B5es.pdf

Last edited 1 ano atrás by Diego Tarses Cardoso
pgusmao
pgusmao
1 ano atrás

Nossas FA carecem de tanta coisa que qualquer notícia positiva é super bem vnda!!!

Marcos
Marcos
1 ano atrás

O que eles pretender acertar com essa “precisão” de 30m?

Tutu
Reply to  Marcos
1 ano atrás

Olha o tamanho da ogiva

Jef2019
Jef2019
Reply to  Marcos
1 ano atrás

Amigo…30m não é muito não…tem que se levar em consideração a explosão, estilhaços e onda de choque….em se tratando de um alvo estático estratégico dificilmente deixaria de ser atingido….

Gabriel
Gabriel
Reply to  Marcos
1 ano atrás

Pensa em uma granada de artilharia caindo a 30m da tua casa.

Agora pensa em um foguete caindo a 30m da tua casa.

Agora pensa em um míssil de cruzeiro caindo a 30m da tua casa.

Compreendeu?

Marcos
Marcos
Reply to  Gabriel
1 ano atrás

Então o GPS do meu celular é mais preciso que um missil tático de cruzeiro? Se o alvo for minha casa provalvelmente vai cair na escola próxima e matar 200 crianças…

Gabriel
Gabriel
Reply to  Marcos
1 ano atrás

Bacana!

Já podemos abandonar o projeto Astros 2020 e o míssil de cruzeiro.

Basta usar o “gps do teu celular” e jogar ele a 300km.

A capacidade do ser humano de falar b. acaba com qualquer paciência.

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Gabriel
1 ano atrás

Quem monta alvo militar ao lado de uma escola é traficante e terrorista palestino, um alvo a ser atingido pelo Astros com certeza não estará ao lado de uma escola cheia. E se estiver, quem disparar o míssil é mais maluco ainda se souber da informação.

sergio ribamar ferreira
Reply to  Gabriel
1 ano atrás

Com o devido respeito. Em artilharia, no caso obus, a ideia é enquadrar o alvo. Imaginemos uma salva de vinte ogivas disparadas num campo de futebol? Vamos para os Astros. Poder de saturação bem maior. Imaginemos o poder de se levar uma salva de 25 mísseis disparados ao mesmo tempo por apenas uma bateria, numa área compreendendo um campo de futebol? Pode escolher. 30, 40, 60, 80 e agora 300 Km. E tem de ser levar em conta muitos fatores. Não queria estar no campo de futebol. Na segunda guerra se precisava de trinta quarenta obuses em fogo contínuo para… Read more »

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Gabriel
1 ano atrás

Pensa caindo a 30 metros de você kkkk

Augusto
Augusto
Reply to  Marcos
1 ano atrás

Meu caro, 30m é menos que uma piscina semiolímpica. A onda de choque não deixaria nada para contar estória a muito mais que essa distância.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Marcos
1 ano atrás

o alvo

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Carlos Campos
1 ano atrás

O alvo tende á ser edifícios, fábricas, etc. Não é pra acertar o missíl na garagem do inimigo. Como os colegas foristas disseram acima, não deve sobrar muita coisa intacta nesse raio