terça-feira, dezembro 7, 2021

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Operações militares simultâneas coordenadas na faixa de fronteira entre Brasil e Guiana Francesa

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

Oiapoque (AP) – Como parte da Operação Cabo Orange, do Ministério da Defesa, a 22ª Brigada de Infantaria de Selva (22ª Bda Inf Sl) conduziu a Reunião de Coordenação e Sincronização de Ações Simultâneas na Faixa de Fronteira, entre o Comando de Fronteira Amapá e 34º Batalhão de Infantaria de Selva (CFAP/34º BIS) e o 3º Régiment Étranger d’Infaterie (3º REI), da Guiana Francesa.

O objetivo da atividade foi coordenar e sincronizar operações simultâneas a ser realizadas pelos dois batalhões em seus respectivos territórios. A atividade foi realizada na Companhia Especial de Fonteira de Clevelândia do Norte (CEF-CLNO).

O Comandante da 22ª Bda Inf Sl, General de Brigada Adilson Giovani Quint, recebeu a delegação francesa e fez a abertura da reunião. No prosseguimento, o Comandante do CFAP/34º BIS, Coronel Fabio Linhares Marques da Cruz deu início aos trabalhos de coordenação e sincronização das ações que serão realizadas pelos dois batalhões durante as Operações Cabo Orange, no Brasil, e Jararaca, na Guiana Francesa. Encerrando a atividade, a comitiva realizou uma visita ao posto de comando da Força Tarefa Foz do Amazonas.

Planejada em 2020, na XIV Reunião Regional de Intercâmbio Militar Brasil-Guiana Francesa, a atividade contou com a participação do Comando Militar do Norte (CMN), representado pelo Chefe do Centro de Coordenação de Operações do CMN, Coronel Athos Roberto Souza. Ele acompanha a Operação Cabo Orange, juntamente com o Major Penteado, na Companhia Especial de Fonteira de Clevelândia do Norte.

Durante as atividades da reunião, a Brigada Foz do Amazonas tomou todas as medidas de prevenção contra a covid-19.

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

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Leandro Costa
Leandro Costa
5 meses atrás

A França mais uma vez nos estudando apenas para nos atacar e invadir para tomar a Amazônia! Hehehehehe

Heinz Guderian
Heinz Guderian
Reply to  Leandro Costa
5 meses atrás

Eles precisam e olhar para si mesmos, me parece que o clima na França não é dos melhores, oficiais alertaram sobre uma possível guerra civil. E o “Lacron”, bem, anda tomando ate bofetada na cara.
Saudações Leandro.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Heinz Guderian
5 meses atrás

Oi Heinz, é os Franceses tem seus próprios problemas, e sabem disso. Parte daquela pavonice do Lacron foi justamente para consumo interno, mas acabou surtindo mais efeito por aqui do que por lá, pra variar. Acho difícil uma guerra civil Francesa, mas a coisa está longe de parecer um belo jardim ensolarado.

Blind Man´s Bluff
Blind Man´s Bluff
Reply to  Heinz Guderian
5 meses atrás

Nada disso esta acontecendo por aqui. Melhor rever suas fontes.

Furacão 2000
Furacão 2000
Reply to  Leandro Costa
5 meses atrás

Salve @Leandro Costa, blz!
Então, acho que não hein…a França no momento enfrenta uma das piores turbulências políticas e econômicas em décadas.
Gastas milhões de euros para trasladar tropas no Atlântico, nesse momento, acho que não é uma possibilidade para eles.

Obs: No momento esse é o cenário, mas sabe como é, daqui alguns meses ou até mesmo anos, isso pode mudar.
Vlw Flw!

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Furacão 2000
5 meses atrás

Furacão, eu fui sarcástico hehehehe

Rodrigo
Reply to  Leandro Costa
5 meses atrás

O pessoal não entendeu o sarcasmo rsrsrs

elcimar f. menassa
elcimar f. menassa
Reply to  Leandro Costa
5 meses atrás

saiba que apenas o makron tem essa visão…la até os militares estão
insatisfeitos com o governo dele. visões diferentes

Marcelo 75
Marcelo 75
5 meses atrás

Como é sincronizada a conduta militar no estreitamento das relações de integração, quando no campo político é bem desalinhado a relação presidencial entre ambos países?
A “disputa de convergência” de suposto conflito no futuro não entra em pauta nessas manobras? Treinar com um possível “inimigo” é um risco considerável?
Ou a camaradagem na caserna das forças de integração militar, não se discute geopolítica de interesses de ambos?

Last edited 5 meses atrás by Marcelo 75
Marcelo Silveira 75
Marcelo Silveira 75
Reply to  Marcelo 75
5 meses atrás

Quem negativou meu comentário não sabe a definição de ponto de interrogação.
Meu texto foi perguntas, não uma exclamação, (!) Ou afirmação.
Tem diversas pontos de interrogação (?) .

Last edited 5 meses atrás by Marcelo Silveira 75
Hcosta
Hcosta
Reply to  Marcelo Silveira 75
5 meses atrás

Eu negativei porque no seu comentário está a aceitar algo que me parece impossível que é a França invadir o Brasil, nem mesmo um bloqueio naval ou parte do País. Nem todos os países europeus juntos conseguem, quanto mais a França. A Amazónia foi utilizada como um pretexto político, como forma de negociar, algo de normal neste tipo de conversações. O presidente Bolsonaro passou a mensagem de que não se importa com a preservação da Amazónia e Marcon aproveitou. Por algum motivo foi despedido o responsável pela monitorização da Amazónia, acho que pouco tempo antes deste acordo, o que me… Read more »

Francisco Lúcio Sátiro Maia Pinheiro
Francisco Lúcio Sátiro Maia Pinheiro
Reply to  Hcosta
5 meses atrás

O rapaz fez uma pergunta, você interpretou como uma afirmação.
E negativou o comentário dele por pura frescura.
Você me parece metido a muito preocupado com Amazônia, essa região virou uma espécie de tabu, para sustentar narrativas histéricas dos sabotadores que não querem um Brasil desenvolvido e não querem que exploremos nossas próprias riquezas.

Hcosta
Hcosta

Vou tentar não ofender mas qual é o valor da Amazônia para que um país, ou vários, tenha de, inevitavelmente, de invadir? O que há na Amazónia que não exista em qualquer outro lado do mundo e que seja economicamente relevante? O valor da Amazónia é o seu valor natural e não no que está debaixo do solo ou o espaço que ocupa. E acho legítimo defender um património natural mundial e fazer pressão para a sua preservação. O Brasil terá o direito de arrasar a Amazónia? Nem que seja por respeito a acordos internacionais de que faz parte (ONU,… Read more »

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  Marcelo Silveira 75
5 meses atrás

Eu negativei só por causa da choradeira.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Marcelo 75
5 meses atrás

Marcelo, essas atividades são políticas de Estado. Há interesse mútuo em operações que garantam a integridade da fronteira entre os dois países. O que pode haver é geralmente é colocado em proporções totalmente surreais, são as farpas trocadas entre governos. Mas em se tratando de governos de dois países democráticos, as políticas de Estado permanecem, enquanto as farpas duram apenas o tempo dos governos. Na verdade, esse tipo de atividade acaba desmistificando algumas coisas e informando seus governos de que as relações podem ser mais amistosas sem qualquer problema, e tendem à estreitar laços. Portanto sempre que há uma operação… Read more »

Furacão 2000
Furacão 2000
Reply to  Marcelo 75
5 meses atrás

Eaee @Marcelo 75, suave!

Sim, existem escaramuças veladas entre os dois mandatários, porém isso não passa de conflito de narrativas, não que isso não possa escalar, claro que pode, mas atualmente, não existe terreno fértil para isso.
Ambas as nações atravessam momentos semelhantes: problemas econômicos, instabilidade política; Porém no par francês, ainda existe o fator instabilidade crescente entre governo e militares, visto que os militares franceses já demonstraram através de manifestos, o descontentamento diante da administração Macron em relação aos imigrantes.

Forte abraço!

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Marcelo 75
5 meses atrás

Marcelo, eu não negativei, mas respondi. Está aguardando moderação, mas é mais ou menos o que o HCosta disse abaixo.

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  Marcelo 75
5 meses atrás

Todo este desalinhamento político é mais retórica que realidade.

A França continua tão aliada do Brasil, quanto era no tempo do anti-Cristo.

João Adaime
João Adaime
5 meses atrás

Os governos passam. Os países ficam.

Johan
Johan
Reply to  João Adaime
5 meses atrás

E os interesses também permanecem…
Sendo que isso aí é apenas algo corriqueiro para manter a boa vizinhança, não tem nada demais nisso aí. É porque, geralmente, não há nada de notícias relevantes nas FA e ultimamente as que tem saído não são muito animadoras ou só mais estudos e maquetes…

Furacão 2000
Furacão 2000
Reply to  João Adaime
5 meses atrás

Eaeee @João Adaime, blz! Em tese, isso nunca foi uma verdade, todos sabemos disso. O Brasil é um exemplo disso, era uma colônia, até que houve instabilidade política na administração, então houve o “Grito da independência”. De forma bem esdrúxula, países se parecem com pessoas, são amigos enquanto não houver desejos em comum por algo limitado, um par romântico por exemplo. Enquanto ambos estiverem trilhando seus caminhos, sem atravessarem o caminho um do outro nessas questões, realmente, seu argumento é válido, mas a partir do momento em que isso ocorre, esse argumento somente tão rápido quanto um sopro. Por enquanto,… Read more »

Barak MX para o Brasil
Barak MX para o Brasil
5 meses atrás

Vendo assim, nem parece que miram o radar nas aeronaves da FAB perto da fronteira.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Barak MX para o Brasil
5 meses atrás

Ah, ‘miram’ é?

Hcosta
Hcosta
Reply to  Barak MX para o Brasil
5 meses atrás

Mau era se os radares Brasileiro não mirarem nas aeronaves francesas

ALFA BR
ALFA BR
5 meses atrás

Essa coordenação é importante para a estabilidade na fronteira, independente do que os Chefes de Estado falam. Imagino o pessoal daqui quando descobrirem que o EB mantém contato até com as FARC…

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