quinta-feira, janeiro 20, 2022

Saab RBS 70NG

O sistema de defesa aérea turco de curto alcance HİSAR-A

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

O sistema de defesa aérea de curto alcance HİSAR-A turco é montado em um ACV-30 derivado de M113.

Carrega 4 mísseis HİSAR-A, que são lançados com guiagem por datalink de meio curso e IR para a fase terminal.

O HİSAR-A será utilizado para proteger portos, instalações, bases de mísseis e tropas contra ataques aéreos.

O HİSAR-A faz parte da família HISAR (Fortaleza) de sistemas de mísseis superfície-ar de curto, médio e longo alcance que está sendo desenvolvida pelas empresas turcas Roketsan e Aselsan desde 2007.

Os mísseis são desenvolvidos pela Roketsan, enquanto a maioria dos sensores e eletrônicos são desenvolvidos pela Aselsan.

A família de mísseis consiste no HİSAR-A de curto alcance, no HİSAR-O de médio alcance, no HİSAR-U de 100 km de longo alcance e no sistema de defesa aérea SİPER de 150 km. Os mísseis HİSAR-A e HİSAR-O empregam um buscador por IR.

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carcara_br
carcara_br
1 mês atrás

Baixa emissão de fumaça, sensores passivos, dispara contra 6 alvos simultâneos alcance de 15 km, altura 8 km. Sistema muito bom…

Esteves
Esteves
Reply to  carcara_br
1 mês atrás

Nossos M113 poderiam serem convertidos?

carcara_br
carcara_br
Reply to  Esteves
1 mês atrás

A única coisa trivial num sistema deste é o veículo.

Esteves
Esteves
Reply to  carcara_br
1 mês atrás

Falta o mais difícil. Isso é bom.

Quem tem o número do Erdogan?

Teropode
Reply to  carcara_br
1 mês atrás

Todo chassi em si é trivial , todo !

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Tendo dinheiro e vontade política e militar tudo pode..

Teropode
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Não não não , aqui não , aqui ele é considerada ultrapassado , um lixo americano despejado no Brasil .

Carlos Crispim
Carlos Crispim
1 mês atrás

Muito bom, Turquia mostrando como é que se faz, parabéns.

Bosco
1 mês atrás

A alta mobilidade tática por estar instalado num veículo de esteiras é interessante para a proteção de forças móveis em deslocamento mas peca na quantidade reduzida de mísseis (4).

Esteves
Esteves
Reply to  Bosco
1 mês atrás

Levando mais de 4 comprometeria o deslocamento?

Bosco
Reply to  Esteves
1 mês atrás

O míssil parece grande e pesado (uns 150 kg?) mas pra mim cabiam pelo menos 6. Um sistema sup-ar altamente móvel , autônomo (tem seu próprio radar de busca) que opera na linha de frente precisa ter mais mísseis prontos para uso, principalmente quando grandes. Se forem leves dá pra recarregar os lançadores manualmente pela própria tripulação mas esse aí precisa de guindaste e tem que combinar com o inimigo ou então entre um cessar fogo e outro. rsss Pra mim, apesar de achar a ideia excelente , ele ficou meio no limbo entre um sistema SHORAD e um médio.… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Bosco
1 mês atrás

Não entendo disso também.

Mas, talvez tenha com não comprometer a velocidade do veículo considerando que carregá-lo com guindaste toma tempo e esse tempo só poderá ser mitigado com a velocidade do próprio. Mais mísseis + peso + rotinas e…talvez perdessem o M133 que reaproveitaram.

Usando o que se tem. Melhorado.

rdx
rdx
Reply to  Bosco
1 mês atrás

Prefiro o IRIS-T SL (87,4 kg) montado sobre o BV410.

https://euro-sd.com/2020/06/news/17989/iris-t-ready-for-fielding-in-sweden/

Bosco, a notícia acima esclarece aquela nossa dúvida sobre as diferenças entre as versões ar-ar do Gripen e SAM.

carcara_br
carcara_br
Reply to  rdx
1 mês atrás

Ótimo míssil, mas…
Valor de um alvo que voe a baixa altitude vs valor o IRIS-T?

Bosco
Reply to  carcara_br
1 mês atrás

O custo/benefício nesse caso tem a ver com o valor do IRIS-T e o valor do estrago que a ameaça tem potencial de causar

Marcos Borges
Marcos Borges
Reply to  Bosco
1 mês atrás

Tem que se levar em consideração que numa bateria a 4 peças são 16 misseis pronto para o uso, não é tão mau assim.

sergio
sergio
Reply to  Bosco
1 mês atrás

O problema dele em acompanhar forças moveis e que ele precisa parar para lançamento dos misses.

Diogo de Araujo
1 mês atrás

É impressionante, projetos altamente complexos (drones de ataque, mísseis antinavio, destróiers, mísseis AA, etc…) e a Turquia conclui todos, todos , todos. Enquanto isso comentaristas da trilogia ficam debatendo sobre adaptações de projetos brasileiros que mal saíram da maquete (?). Sim, o mansup sequer foi concluido, tão pedindo arrego pra companhia espanhola lá pra ver se nos ensin am a fazer um buscador e vi gente comentando sobre adaptações nele e no mtc que também não foi finalizado, cara seria cômico se não fosse trágico. O brasil precisa de uma reforma educacional radical, pra ver se vira alguma coisa no… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Diogo de Araujo
1 mês atrás

Olha…precisa ver os dados recentes. Esses são de 2019/2020.

3,6 milhões de brasileiros do ensino de terceiro grau, 10,4% deles ingressaram em Pedagogia, o curso mais popular do país. O segundo lugar ficou com Administração, 8%. Direito, 7%. Contabilidade, 5%. Psicologia também em torno de 5% juntamente com sociologia, luteria, astrologia e…simpatia.

Last edited 1 mês atrás by Esteves
Estudado
Estudado
Reply to  Esteves
1 mês atrás

O que adianta cursar engenharia? Vários colegas formados em boas universidades estão desempregados ou vivendo de sub emprego.

João Fernando
João Fernando
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Um engenheiro mecânico aqui ganha com sorte 1000 dólares. Vender churrasquinho na rua deve dar mais. Quer o que?

Vito
Vito
Reply to  Diogo de Araujo
1 mês atrás

Quantos brasileiros trabalham nessas empresas turcas? Em Israel tem um bocado.

Zeus
1 mês atrás

Interessante a diversidade de adaptações que podem ser feitas no M-113.
Tivesse o EB o interesse em desenvolver uma indústria nacional, existisse ainda uma Engesa, talvez os seus vetustos M-113 também fossem aproveitados em algum projeto inovador, ao invés de limitados a função original para a qual está ultrapassado.

Mais um admirável exemplo da diversidade da indústria militar turca, e sempre apresentando equipamentos muito capazes.

Last edited 1 mês atrás by Zeus
Esteves
Esteves
Reply to  Zeus
1 mês atrás

Talvez não seja necessário haver uma Engesa que encerrou o que fez junto com o fim da guerra fria, do período militar, da CF de 1988, do início do dinheiro do povo para o povo.

Um esforço para construir uma nacionalidade militar que incluiria jointventures e alianças que faltam fazerem na AS…não…acho que Esteves tá meio abobado.

Teve um presidente que foi lá falar com os turcos.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Eu lembro, foi Dilma Roussef, que em 2011 visitou o país para firmar acordos de cooperação em diversas áreas. Ela se reuniu com as principais autoridades políticas turcas. A época, segundo o Itamaraty, a crescente influência regional da Turquia – cujo governo conquistou popularidade na região graças a seu apoio oficial à vários movimentos da Primavera Árabe, fez com que o país se tornasse um aliado estratégico do Brasil no Oriente Médio, tanto em termos políticos como comerciais. O comércio entre Brasil e Turquia triplicou ao longo da última década, com um grande salto em 2010. Naquele ano, o valor… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Adriano Madureira
1 mês atrás

Quem faz uma oferta dessas não conhece o Brasil. Esteves não é da área. Área militar. Qual força em qual TO haveria de utilizar um helicóptero desse? Precisamos de patrulha, salvamento, busca. Incorporar arma como fizemos com o H225M da MB após 7 anos de estudos. Helicóptero multimissao. Essa coisa aí e helicóptero de ataque apoiando infantaria e CM…certo? Antes de fazer alianças e negócios precisa conhecer o terreno. Apoiaram embaixada em Jerusalém. O Catar chamou. Já não apoiam mais. Acordos com turcos. Turcos fazem negócio com o Iran. O telefone tocou. Depois que atenderam o telefone a vontade de… Read more »

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Esteves
1 mês atrás

“Qual força em qual TO haveria de utilizar um helicóptero desse? Precisamos de patrulha, salvamento, busca. Incorporar arma como fizemos com o H225M da MB após 7 anos de estudos. Helicóptero multimissao. Essa coisa aí e helicóptero de ataque apoiando infantaria e CM…certo?” Esteves, eu tenho uma linha de pensamento diferente de muitos, talvez até realista sendo expectador da situação financeira do país e gerencial das forças armadas. É claro que como muitos, eu gostaria de ver um maquinário top, o “crème de la crème”, claro que gostaria de ver o Brasil com um T-129 ATAK ou com aeronaves A330… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Adriano Madureira
fewoz
fewoz
Reply to  Adriano Madureira
1 mês atrás

Perfeito. É exatamente o que eu sempre prego. Pés no chão. Nada de megalomanias. Comprar o que podemos. Aprenda, MB.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  fewoz
1 mês atrás

Pena que o Brasil e as forças militares estão atreladas aos parceiros tradicionais, o velho circuito Brasil-eua ou Brasil Europa…

Há muitos outros produtores de tecnologia militar que não são atores principais mas tem um portfólio de relevância para oferecer a quem eles possam interessar.

Olhamos muito para a América do norte, para o continente europeu e damos pouca atenção aos países do continente asiático e sua base industrial de defesa…

Michel
Reply to  Adriano Madureira
1 mês atrás

Que máquina!!! É de cair o queixo.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Michel
1 mês atrás

Pelo valor unitário de um T-129, AW-129,Airbus Tigers e demais players, se poderia adquirir 2-3 Airbus H-155 LAH,que gira em torno de US $ 10 milhões. Os sul-coreanos por exemplo, apesar de terem muito dinheiro, não se podem dar ao luxo de esperar que o Uncle Sam apareça oferecendo seus produtos, e mesmo que apareçam, não poderá comprar em grandes quantidades e nem adquirir certas armas avançadas,aí é que aparecem as soluções caseiras, os produtos que podem ser um paliativo. Com um vizinho belicoso, eles não podem dormir no ponto… Ano passado,a agência sul-coreana de aquisição de armas mostrou sua… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Adriano Madureira
Carlos Campos
Carlos Campos
1 mês atrás

mais de 10 anos de desenvolvimento, mas tá pronto e tá à venda. parabéns a Turquia.

Bardini
Bardini
1 mês atrás

Eu gosto muito do conceito do ASRAD-R, por exemplo. Sistema com grande mobilidade, barato e coisa e tal. . . Só que, se for parar para pensar, é capaz de se constatar que com a evolução de desempenho e o número das possíveis ameaças no campo de batalha, está fazendo mais sentido dar maior mobilidade a sistemas SHORAD do que investir nos VSHORAD. . Exemplo de cenário: se um inimigo tem um sistema de artilharia de 155 mm montado em um caminhão 8×8 e um UAV categoria 2 ou 3, para orientar os fogos dessas unidades, tu não vai conseguir… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Bardini
1 mês atrás

RBS70…

_RR_
_RR_
1 mês atrás

Muito bacana a iniciativa. Contudo, como já apontado pelos colegas, o sistema peca pela pouquíssima quantidade de mísseis para um sistema que se propõe a ser de curto alcance (15km)… Só para efeito de comparação, o Pantsir ( de características gerais próximas ) leva 12 (doze) mísseis! Algo que deve ser notado, é o tamanho da estrutura e o ato de ter de mover o container para cima a fim de lançar. Improvável, portanto, o tiro em movimento ( que considero essencial nos dias de hoje para prover proteção a forças em movimento ). Mais: como a lançadeira não se… Read more »

Bosco
Reply to  _RR_
1 mês atrás

RR,
Eu até não vejo problema desse sistema operar estático haja vista os turcos terem sistemas V-SHORADs baseados no Stinger e no canhão de 35 mm e estes operam em movimento.
E realmente mísseis lançados verticalmente que dependem só de aletas para se por na direção do alvo certamente têm um alcance mínima estendido.

_RR_
_RR_
Reply to  Bosco
1 mês atrás

Bom dia, Bosco! Eu entendo que a função de sistemas assim é prover cobertura contra aeronaves, drones de todos os tipos e dar alguma defesa marginal contra munições guiadas (penso que mísseis dessa magnitude não se prestam a luta counter PGM, muito embora possam fazê-lo). Tal como se apresenta na matéria, seria bom o bastante para proteger posições estáticas, ou no máximo posições de artilharia em operação (neste caso, tanto de ataques aéreos quanto de drones observadores que visem orientar algum fogo de contra-bateria). Mas decisivamente, não creio que seja o mais adequado para uma força em deslocamento, quer seja… Read more »

Tomcat4,2
1 mês atrás

Mais uma mostra de como é super adaptável a plataforma do M-113. Os turcos estão indo de vento em popa !!

Jacinto
Jacinto
Reply to  Tomcat4,2
1 mês atrás

Projeto de 1960… são 61 anos de atividade… o B-52 da terra (em termos de longevidade)

vlademir baltazar
vlademir baltazar
1 mês atrás

E nós Brazucas ficamos brincando de foguetinhos de saturação…….Ou seja temos um monte desses 113 e poderíamos montar um sistema desses e ou com o sistema astros….Brasil…….Brasil…….

Adriano Madureira
Adriano Madureira
1 mês atrás

IAI Carmel… O M-113 é como bombril: 1001 utilidades…

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Tomcat4,3
Reply to  Adriano Madureira
1 mês atrás

Aí mais uma das trocentas atualizações/modernizações se valendo da plataforma M-113. Modernizamos mais de 400 máquinas desta, o que custa fazermos algo ao menos próximo do Carmel ??? Nem falo nesta torre ,que parece evolução da Torc-30(q já ficou cara pro Guarani ) imagine o preço mas….se valorizássemos a defesa , preço não seria motivo pra não fazer isso ou aquilo.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Tomcat4,3
1 mês atrás

Bem TomCat, realmente, esse Carmel israelense e essa torreta não devem ser barato, mas certamente oque não falta é outras opções de torretas que possam ser tão eficientes… Veja aqui outro projeto da engenharia israelense : Israel testou com sucesso esse sistema de mísseis antitanque não tripulado que será afixado na última geração de veículos blindados militares, anunciou o Ministério da Defesa. O sistema, que está equipado com mísseis Spike de médio alcance desenvolvidos pela Rafael Advanced Defense Systems, será instalado nas torres dos modelos Eitan e Namer dos APCs e pode ser operado de dentro do veículo. Tem essa… Read more »

Teropode
1 mês atrás

E agora meu deus ! O que dirão os detratores do chassi do M113 , aqueles sabichões que adoram adjetivar negativamente o M113 , eu sempre achei viável e interessante aproveitar as milhares de unidades que estão sendo encostadas mundo agora , dar a elas um na nova utilidade , recebendo sistemas antiaereos , radares mísseis , canhões , canhões rotativos e até mesmo sendo convertidos em veículos teleguiados anti- motim , anti- minas e como a versão australiana sendo portadores de helidrones de reconhecimento ou drones terrestres de rodas , esteira ou de pernas , armados ou simplesmente de… Read more »

Adriano Madureira
Adriano Madureira
1 mês atrás

Se os turcos não menosprezaram a plataforma M-113 e a usaram para uma configuração de defesa aérea de curto alcance, eles sabem oque fazem, lá é uma área quente…

Para quê recriar uma plataforma se pode-se usar uma plataforma já bem conhecida por dezenas de países e com 80.000 unidades produzidas e várias variantes?!
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Perguntem aos russos se eles se desfazem dos seus blindados dos anos 80 por serem velhos, duvido muito que eles seria estúpidos de se desfazerem de uma boa plataforma.

Cascavel e M-113 ainda podem ter muita utilidade…
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https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/m113-dirigimos-o-veiculo-que-e-considerado-o-fusca-do-exercito-brasileiro/

Yuri Dogkove
Yuri Dogkove
1 mês atrás

Prefiro nossos canhões de 40mm…

groosp
1 mês atrás

Notaram que essa versão turca do M-113 tem 6 rodas, assim como o australiano?

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