quinta-feira, janeiro 20, 2022

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Brasil apresenta tecnologias, produtos e sistemas de Defesa na EDEX 2021

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

ABIMDE e 10 empresas brasileiras participam da feira internacional Egypt Defence Expo, que começa nesta segunda-feira (29), em New Cairo

Tecnologias, produtos e sistemas produzidos pela Base Industrial de Defesa brasileira estarão expostos na Egypt Defence Expo – Edex 2021, feira internacional que começa nesta segunda-feira (29) e segue até 2 de dezembro, em New Cairo (Egito).

A ABIMDE (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança) e dez associadas estarão presentes no evento: Atech, CBC, Avionics, Condor, Embraer, Kryptus, MacJee, M&K, Omnisys e Taurus.

As indústrias brasileiras irão mostrar seus mais recentes equipamentos e soluções tecnológicas para uso em terra, mar e ar.

Realizada com apoio das Forças Armadas egípcias, a Edex é o principal evento de Defesa da África e, devido à localização geográfica do país, abre oportunidades de negócios também no Oriente Médio. De acordo com os organizadores, são esperados mais de 30.000 visitantes, incluindo delegações militares de vários países.

A presença do Brasil na Edex foi organizada pela ABIMDE, com apoio da Apex Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e dos Ministérios da Defesa e de Relações Exteriores.

Mostra BID Brasil

Entre os dias 7 e 9 de dezembro de 2021, a ABIMDE realiza a 6ª Mostra BID Brasil no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF).

Mais de 70 expositores irão participar do evento, que este ano se consolida como principal vitrine para exposição de portfólio e prospecção de negócios de Defesa e Segurança no país.

A 6ª Mostra BID Brasil é uma realização da ABIMDE, com promoção da Apex Brasil e apoio do Governo Federal, por intermédio dos ministérios da Defesa; das Relações Exteriores; de Minas e Energia; da Ciência, Tecnologia e Inovações, e da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública. Também apoiam o evento, as Forças Armadas brasileiras e as Forças de Segurança estaduais.

DIVULGAÇÃO: Rossi Comunicação

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Matheus
1 mês atrás

Avibras não aparece mais nesses eventos?

[OFF] Que historia é essa da Suécia oferecendo pro Brasil os CV90?

Tomcat4,3
Reply to  Matheus
1 mês atrás

Faz parte do programa Nova Couraça no que tange a substituição dos Leo 1A5.

Welington S.
Welington S.
Reply to  Matheus
1 mês atrás

O ASCOD 2 também já foi oferecido ao EB. Se não me engano, aquela família de IFV Lynx também foi.

Victor Filipe
Victor Filipe
1 mês atrás

Fiquei curioso pra saber oque iriam mostrar, e porque a Imbel não vai la mostrar o IA2? não é a joia da coroa?

Zeus
Reply to  Victor Filipe
1 mês atrás

IA2 é um fuzil de características inferiores feito sob medida para as necessidades de um exército que utiliza equipamentos inferiores.

Com tantas opções melhores no mercado será extremamente difícil alguém se interessar por ele.

Enquanto isto, a Taurus vai fabricar milhares de T-4 para a Índia.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Zeus
1 mês atrás

A IMBEL é uma empresa fundamental pra o Brasil é deve ser mantida. No caso do fuzil, por exemplo, da ao Brasil o tatal controle sobre o fornecimento e a manutenção de 1º ao 4º escalao.
A Taurus faz o T4. Ótimo! É boa? Importante? Sim. Daria essa oportunidade pra manutenção? Sim. Mais o q ela faz?
A IMBEL faz armamento, munição, equipamento, fornece peças e insumos para outras fábricas etc etc.
A capacidade da IMBEL de produção de muitos desses itens é incrível.
A Taurus pode oferecer isso?
As empresas estrangeiras q produzem fuzis podem fazer isso?

Zeus
Reply to  Agnelo
1 mês atrás

OK, a Imbel faz tudo isto, mas lembremos do custo.

Suas munições 7.62 são vendidas ao EB por várias vezes mais caro do que para clientes externos. E o mesmo para outros tipos de munição.

É necessário acabar com este monopólio e permitir a tão celebrada Livre Concorrência!

Um país que se diz uma democracia capitalista liberal que sustenta monopólios!

Em países como Rússia e China onde o governo controla este tipo de empresa, há uma exigência de que os valores de venda praticados sejam os menores possíveis.

Talisson
Talisson
Reply to  Victor Filipe
1 mês atrás

A Imbel pede prazos de 6 meses a 1 ano para entregar pequenos lotes de IA2 para o Estado. Creio que, como o Caiafa já apontou, a capacidade deles de produzir em massa é um tanto limitada. A Imbel ja tem dificuldade para suprir o EB e as policias. Quase não atende os CAC. Ela não daria conta de um contrato internacional maior que mil unidades. E assim ela perde mercados até para o T4 da Taurus. Uma pena. Gostaria de ver a Imbel e a Taurus unidas num único projeto para o mercado nacional (EB/PM/CAC).

Agnelo
Agnelo
Reply to  Talisson
1 mês atrás

Prezado
Entendo q a IMBEL mantém sua capacidade “adormecida”, para q sua linha de produção permaneça sempre ON, podendo ser “aquecida”, se for o caso.
Sds

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  Agnelo
1 mês atrás

Se ela quer ter a linha de produção aquecida ela precisa levar amostras para o exterior e tentar vender o produto dela. não é o melhor, mas deve da pra empurrar pra uns desavisados na Africa.

LucianoSR71
LucianoSR71
Reply to  Talisson
1 mês atrás

Talisson, também lembro dele falando sobre a Imbel, o problema é o maquinário obsoleto, p/ produzir mais teriam que investir uma grande quantia p/ atualizar seu ferramental. Isso sem falar que também teriam que investir nos funcionários, talvez não no nº, mas certamente no conhecimento técnico destes p/ poder operar e manutenir novas tecnologias.

Bardini
Bardini
Reply to  Talisson
1 mês atrás

A Imbel é um museu…
.
A única justificativa para continuar sustentando essa empresa como estatal, são os sistemas eletrônicos. E é isso. Armas e munições, tem quem faça ou possa fazer muito melhor na BID.

Last edited 1 mês atrás by Bardini
Agnelo
Agnelo
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Melhor vc voltar ao supertrunfo….
Lá vc engana melhor…….
“Tem quem faça…..” hahahahahahahahahahah

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Agnelo
1 mês atrás

A Taurus não produz armas “equivalentes” às da Imbel em muito maior quantidade e variedade?
A CBC não fabrica munições “equivalentes” às da Imbel em muito maior quantidade e variedade?
A Tramontina não fabrica facas “equivalentes” às da Imbel em muito maior quantidade e variedade?
A Nautika não fabrica barracas “equivalentes” às da Imbel em muito maior quantidade e variedade?
Parece-me que pouca coisa que a Imbel fabrica não é fabricada por outras empresas no Brasil.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Rafael Oliveira
1 mês atrás

Rafael
Será q a IMBEL não fornece alguma parte da munição pra CBC?
Fica a dica….

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Qualquer empresa gerenciada por generais, almirantes e brigadeiros só sobrevive se tiver subsídio ou depender de conexões políticas para fechar negócios.
Não é nada pessoal, apenas eles não são treinados para operar na lógica privada.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Bardini
1 mês atrás

A Imbel é uma Deutsche Emaillewaren-Fabrik da vida…

Exemplo de ineficiência !

Pode até ser boa em produzir munições, mas o seu fuzil

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