segunda-feira, novembro 28, 2022

Saab RBS 70NG

APEX-Brasil, MD, MRE e ABIMDE definem países alvo para a indústria de defesa no biênio 2022-2023

Destaques

Redação Forças de Defesa
Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

A ABIMDE (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança), APEX-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e Ministérios da Defesa e das Relações Exteriores realizaram, nesta quarta-feira (19), uma reunião para definição dos países que serão alvo das ações estratégicas do convênio para o biênio 2022-2023. O evento online contou ainda com a participação de associadas.

Os países-alvo definidos para esse biênio são: Catar, Colômbia, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Filipinas, Indonésia, Índia, Egito e Mauritânia. A escolha foi feita com base em pesquisa quantitativa e qualitativa realizada pela APEX-Brasil junto às associadas da ABIMDE, e análises conjunturais dos especialistas do MD e MRE.

Com os países definidos, as instituições e órgãos envolvidos passam a discutir as ações estratégicas para alavancar a BID (Base Industrial de Defesa) brasileira nesses mercados.

A reunião contou com a participação do Dr. Roberto Gallo e do Almirante Rodrigo Honkis, Presidente e Presidente Executivo da ABIMDE, respectivamente. Pela APEX, participaram Maria Paula Velloso, Gerente de Indústria e Serviços; Wagner Paes, Analista de Exportação Industrial; Daniel Pirola, Especialista Técnico, e Guilherme Nacif, Analista da Gerência de Inteligência de Mercados.

O Ministério da Defesa foi representado pelo Brigadeiro do Ar José Ricardo de Meneses Rocha, Diretor do Departamento de Promoção Comercial (DEPCOM), e pelo Capitão de Mar e Guerra Leonardo José Trindade Gusmão. Pelo Ministério das Relações exteriores, participaram o Conselheiro Franklin Netto, Chefe da Divisão de Produtos de Defesa (DIPROD) e o Secretário Marcel Garcia.

“Com o time de países escalado, o próximo passo agora é definir as ações estratégicas. Vamos começar o projeto assim, mas estamos abertos a ajustes. Entendemos que o mercado pode mudar ao longo deste período do convênio, então podemos retirar ou incluir outros países”, disse Daniel Pirola, da Apex.

Dr. Roberto Gallo e Almirante Rodrigo agradeceram a união e colaboração de todos em prol da BID nacional.

“Quero agradecer à Apex-Brasil pelo apoio continuado à Base Industrial de Defesa e por seu trabalho profissional. É sempre uma alegria poder contar com vocês. As associadas estão ansiosas para começar a nova etapa do convênio”, disse o Presidente da ABIMDE.

DIVULGAÇÃO: Rossi Comunicação

- Advertisement -

16 COMMENTS

Subscribe
Notify of
guest

16 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Gabriel BR
Gabriel BR
10 meses atrás

Gostei!

Zé bombinha
Zé bombinha
10 meses atrás

Eu poderia dizer que o Egito foi uma surpresa…? Qual ponto seria abordado com essa nação?

OSEIAS
OSEIAS
10 meses atrás

Acho que ficou de fora Angola e Nigéria, países amigos e com muito petrodólar. Também acho que a Guiana seria um potencial cliente, pois tem a ameaça da Venezuela e rica em petróleo.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  OSEIAS
10 meses atrás

Argélia seria um bom país para o Brasil se aproximar, eles sempre estão adquirindo armamentos novos devido a sua disputa com o reino do Marrocos…

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  Adriano Madureira
10 meses atrás

Não podemos encrencar com Marrocos de maneira nenhuma! Importamos fosfato dos caras para a agricultura.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Gabriel BR
10 meses atrás

Sim. Mas a maior parte de sua produção de fosfato vem do Saara Ocidental, de modo ilegal. Independente ou não, corroboro sua afirmação.

Teropode
Reply to  OSEIAS
10 meses atrás

A Guiana é uma cabeça de ponte inglesa , portanto acho mais difícil encaixar alguns produtos tecnológicos ….

_RR_
_RR_
10 meses atrás

Interessante… Colômbia, além da saída para o Pacífico, é vizinho da Venezuela, o ponto de atrito potencial da América do Sul. A Mauritânia está na ponta oeste da África, a meio caminho entre Brasil e Europa. É um país estratégico. Egito domina o canal de Suez… Nem preciso me estender sobre o que significa… Arábia Saudita, Catar e Emirados Árabes dominam a Península Arábica. São os portões do Oriente Médio. Ali também, de fronte ao Mar Vermelho, estão as águas mais problemáticas da atualidade… A Índia domina o Índico, sendo um trampolim para o Extremo Oriente. É o único país… Read more »

Welington S.
Welington S.
10 meses atrás

Em nossa região, único país com foco, é a Colômbia. Talvez, seja a questão do KC-390, não sei. A Argentina, por exemplo, não está nessa lista estratégica. Isso nos mostra que, Guarani, na Argentina, não vai rolar! O Guarani, foi somente passear um pouco. A China poderá dominar a Argentina dentro de pouco tempo, tendo em vista que a China ofereceu construir uma NORINCO Defense da vida (”de graça”), na Argentina.

tomcat4,3
tomcat4,3
Reply to  Welington S.
10 meses atrás

A Argentina, na pindaíba que está ,se entrega de corpo e alma cada vez mais pra China que oferece de tudo pra eles e tem $$$ pra bancar, e isso vai custar caríssimo no futuro, caso se concretize.

Welington S.
Welington S.
Reply to  tomcat4,3
10 meses atrás

E coloca caro nisso e digo que este custo, veremos a curto-médio prazo, facilmente.

Jadson S. Cabral
Jadson S. Cabral
Reply to  Welington S.
10 meses atrás

Talvez não. Se se jogarem de vez no colo dos chineses vão perder muito no ocidente, mas se souberem negociar vão ganhar muito da China. A Argentina pode ser um parceiro estratégico chinês muito importante na América Latina, do mesmo jeito que Israel, por exemplo, é um parceiro muito importante dos EUA no Oriente Médio, guardadas, pelo amor de deus, as devidas proporções e diferenças de contexto. Mas o que quero dizer com essa minha comparação é que não entendo o porque de muita gente tratar a China como o diabo. Ora, todo aliado dos EUA pode se dar bem,… Read more »

Foxtrot
Foxtrot
10 meses atrás

Para vender alguma coisa de defesa, nossas FAAs tem que comprar primeiro, em defesa é assim.
Não adianta querer vender nem o que usamos.
Mas infelizmente vão incentivar a indústria internacional de defesa no Brasil, porque a verdadeira indústria de defesa nacional ou foi vendida ou faliu enquanto ficavam discutindo o “sexo dos anjos” regado a caviar importado, espumante, picanha, sorvete e outras coisitas más !

Jadson S. Cabral
Jadson S. Cabral
Reply to  Foxtrot
10 meses atrás

É o que eu tava pensando esses dias sobre os produtos inovadores da Mac Jee e sobre o Armadillo. E se o EB equipasse um batalhão de artilharia paraquedista com unidades do Armadilho, que é leve e poderia ser lançado por um KC-390 rapidinho? Nos daria uma capacidade incrível. Mas ouvi dizer que artilharia no EB é ASTROS e somente isso, que o armadilho se direciona ao mercado externo pipiri popopo… claro, com o lobby que a Avibras faz não dá mesmo. Também ouvi do fundador de uma empresa nacional que está tentando entrar no mercado espacial, que quando ele… Read more »

tomcat4,3
tomcat4,3
10 meses atrás

Esse é o caminho, planejar metas e buscar alcança las . Interessante que o único país da vizinhança é a Colômbia. Talvez nesta lista conste apenas clientes possíveis ou prioritários(caso já sejam clientes).

Jadson S. Cabral
Jadson S. Cabral
Reply to  tomcat4,3
10 meses atrás

É um único país com algum cascalho e que vez ou outra olha pra nossa industria. Já temos equipamento operando lá. Os outros não nos levam a sério e não querem nos ver grandes. Tem um até que se acha maior que a gente…

Últimas Notícias

Imagens de uma guerra: míssil anticarro erra o alvo por pouco

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um ATGM russo passando sobre um carro de combate ucraniano. A...
Parceiro

- Advertisement -
- Advertisement -