segunda-feira, novembro 28, 2022

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5º Batalhão de Infantaria Leve (5º BIL) realiza preparação para exercício conjunto com tropa do Exército dos EUA

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Redação Forças de Defesa
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redacao@fordefesa.com.br

Três Corações (MG) – O 5º Batalhão de Infantaria Leve (5º BIL) realiza, desde o dia 12 de março, o exercício de adestramento Aratu V. A atividade, que se estenderá até o dia 20 de março, é realizada na área do Campo de Instrução General Moacyr Araújo Lopes (CIGMAL), da Escola de Sargentos das Armas (ESA), em Três Corações (MG), e nos municípios de São Bento Abade (MG) e de Luminárias (MG).

Conduzida sob a orientação do Comando de Operações Terrestres (COTER) e da 12ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel), a preparação tem por finalidade aprimorar técnicas, táticas e procedimentos da Companhia CORE, que participará do exercício internacional combinado CORE 22 (com tropas do Exército do EUA) no Joint Readiness Training Center (JRTC), um centro de treinamento e preparação conjunta com sede em Fort Polk, Lousiana (EUA).

O Exercício Aratu V está focado nas ações dos pelotões e grupos de combate, desde o planejamento e emissão de ordens até a tomada de decisão, frente a situações fortuitas. No período, estão sendo executadas, em sistema de rodízio, ações típicas das tropas aeromóveis, tais como: assalto aeromóvel, infiltração, patrulha de longo alcance, reconhecimento, ataque e defesa de localidade, evacuação de feridos, entre outras.

Na fase final, será executado o exercício de tiro real de fração, de alta complexidade, visando verificar a efetividade das frações no cumprimento de uma missão de combate, com o uso de munição real em ambiente controlado. Todo rodízio de ações conta com o olhar atento dos observadores e controladores dos Centros de Adestramento Sul e Leste (CA-SUL e CA-LESTE), que verificam todos os procedimentos operacionais realizados pela tropa.

O uso de equipamentos com tecnologia de ponta, como o dispositivo de simulação de engajamento tático, que possui georreferenciamento, permite o acompanhamento em tempo real das ações e a elaboração de estatísticas acerca do desempenho da tropa adestrada. Os diversos sensores acoplados no equipamento individual e no armamento dos militares da força adestrada, bem como da tropa que simula uma força oponente, conferem maior realismo à atividade, uma vez que os disparos realizados emitem um feixe de laser capaz de produzir baixas ou ferimentos, caso estejam no alcance de utilização do armamento considerado e na pontaria correta.

CORE
A Companhia CORE, um acrônimo da expressão “Combined Operation and Rotation Exercises”, é composta por militares do 5º e do 6º Batalhão de Infantaria Leve, do 20º Grupo de Artilharia de Campanha (20º GAC), da 12ª Companhia de Engenharia de Combate Leve (12ª Cia E Cmb L), do 1º Esquadrão de Cavalaria Leve (1º Esqd C L) e da 12ª Companhia de Comunicações Leve (12ª Cia Com L). Participam do exercício, ainda, o 1º Batalhão de Aviação do Exército (1º BAvEx), o 22º Batalhão Logístico Leve (22º B Log L) e a Companhia de Comando da 12ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel).

FONTE: Exército Brasileiro

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Jaime Silva
Jaime Silva
8 meses atrás

Pessoal, afinal, este fuzil “rústico” do exército tem um desempenho aceitável?
Há planos de fazer aprimoramentos, ou o desenvolvimento está encerrado?

Bille
Bille
Reply to  Jaime Silva
8 meses atrás

Buenas.
Pra quem teve oportunidade de utilizá-lo, ele nasceu obsoleto. Um novo com alma de velho.
Plataforma AR tá aí disponível. Da pra fazer coisa melhor.

Airton
Airton
Reply to  Jaime Silva
8 meses atrás

Foi só mais um projeto de funilaria nova como irão fazer com o cascavel tbm.

Foi só para manter mais um general no comando de uma estatal.

A imbel se deixar de existir ninguém sente falta, não será por falta de indústria nacional… tem aí a Taurus fazendo AR em vários modelos e exportando… é que a imbel é privada, não dá cabide de emprego, então os generais não compraram nada dela.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Airton
8 meses atrás

Tá falando uma asneira bem grande.
A IMBEL é mantida, pq faz muito mais q fuzil, dominando todos os escalões de sua manutenção.
A IMBEL faz munição, propelente, explosivos etc etc.
Tudo isso com uma capacidade gigantesca.

Guacamole
Guacamole
Reply to  Jaime Silva
8 meses atrás

Não sou especialista em armas apesar de crescer em volta delas (pai era policial instrutor de tiro. Quem fazia a limpeza das mesmas era eu enquanto ele me ensinava sobre elas). Ao que parece, a arma tem vários erros de projetos uma vez que pegaram o antigo MD 97, adaptaram um ferrolho rotativo e polímero nela e chamaram de novo. Já notou o quão esquisito é a empunhadura do IA2? É porque o ângulo da empunhadura é o mesmo da antiga FN FAL que era uma arma mais longa. Como a empunhadura não mudou de ângulo, fica aquela coisa esquisita… Read more »

Last edited 8 meses atrás by Guacamole
Zé zinho
Zé zinho
8 meses atrás

Pois é…Pico do Gavião , os UFOs de São Tomé e 3 Corações podem dar adeus aos alunos da ESA.

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