CEO da Raytheon descreve o grave esgotamento dos estoques de mísseis Javelin e Stinger em meio à ajuda à Ucrânia

Javelin

O CEO da Raytheon Technologies, Greg Hayes, descreveu no dia 3 de dezembro o extenso esgotamento dos estoques dos EUA – equivalente a anos de produção – de mísseis anticarro Javelin e antiaéreos Stinger em meio ao programa de Washington para apoiar o esforço de guerra ucraniano.

Esses sistemas são amplamente creditados por dar aos militares da Ucrânia uma chance de lutar contra a força invasora da Rússia, e também são procurados por Taiwan, que está implementando uma abordagem de defesa no estilo “porco-espinho” para impedir um possível ataque chinês.

Hayes falou sobre a produção industrial de defesa dos EUA durante um painel sobre a Ucrânia no Fórum de Defesa Nacional Reagan, uma confabulação de alto nível da indústria de defesa que atrai uma delegação bipartidária do Congresso, empresas de defesa e altos funcionários do Pentágono todos os anos.

Embora a Raytheon esteja produzindo 400 Javelins por mês com a Lockheed Martin como parceira de fabricação, disse ele, os combates em andamento na Ucrânia queimaram os estoques de armas existentes.

“O problema é que consumimos tantos suprimentos nos primeiros dez meses da guerra”, disse ele. “Nós basicamente gastamos 13 anos de produção de Stinger e cinco anos de produção de Javelin.”

“Portanto, a questão é como vamos reabastecer, recuperar os estoques”, acrescentou Hayes. A Raytheon produziu Stingers a partir de 1977, mas o Pentágono não comprava um novo sistema Stinger desde 2004, disse Hayes em abril.

Em maio, Washington havia enviado 5.500 Javelins e 1.400 Stingers para a Ucrânia. A Raytheon ganhou um contrato de US$ 624 milhões com o Exército naquele mês para reabastecer os estoques do Stinger dos EUA.

A secretária do Exército, Christine Wormuth, disse, durante o mesmo painel, que o Pentágono, respondendo a essa tendência, concedeu US$ 6 bilhões em novos contratos à indústria de defesa para reabastecer os estoques de armas dos EUA.

FIM-92A Stinger

“Apenas no mês passado, por exemplo, fechamos contratos com a Raytheon para seis baterias de NASAMS”, disse ela, referindo-se a um sistema de defesa aérea de ponta que os EUA estão trabalhando para enviar para a Ucrânia. “Também demos contratos para o Excalibur. Também fechamos contratos com a General Dynamics, IMT Defense e outra empresa para aumentar a produção de munição de 155 milímetros, o que tem sido crítico para os ucranianos.”

“Estamos trabalhando nisso e acho que vamos aumentar”, disse Wormuth, acrescentando que trabalhou com seus colegas da OTAN para aumentar a produção aliada de armas também. “Não deveríamos ter que fazer isso sozinhos.”

O esforço do Pentágono para aumentar a produção de sistemas esgotados pela guerra na Ucrânia ocorre em meio a algum nível de incerteza sobre até que ponto Washington continuará a enviar ajuda a Kyiv quando os republicanos assumirem o controle da Câmara. Um segmento crescente, embora ainda pequeno, de legisladores do Partido Republicano expressou apoio ao corte da ajuda ao governo ucraniano. Outros republicanos gostariam de manter, ou mesmo aumentar, os embarques de armas para a Ucrânia, ao mesmo tempo em que cortam a assistência econômica ao governo Zelensky devido a preocupações com a corrupção.

A delegação do Congresso no fórum deste fim de semana inclui legisladores de ambos os partidos que apoiam firmemente a manutenção dos níveis atuais de ajuda à Ucrânia. A senadora Joni Ernst disse durante o painel que acredita que os republicanos não querem viver em um mundo dominado pela China e pela Rússia, e que apoiar a Ucrânia é fundamental para garantir que isso não aconteça.

“Acho importante que os republicanos entendam que, se não estivermos engajados e presentes em todo o mundo, se não pressionarmos Vladimir Putin e a Rússia, eles continuarão a se expandir”, disse ela. Ernst acrescentou mais tarde que parte da ajuda humanitária de Washington à Ucrânia é preocupante porque 90% desses fundos são encaminhados por entidades da ONU nas quais a Rússia tem um papel.

Durante uma sessão no início desta manhã, o presidente do Comitê de Serviços Armados da Câmara, Adam Smith, disse que parte do foco para uma maior supervisão da ajuda à Ucrânia é “parte da propaganda russa”.

“A Ucrânia está gastando muito bem o dinheiro e é por isso que está ganhando”, acrescentou.

Uma pesquisa do Instituto Reagan divulgada antes do fórum descobriu que a maioria dos entrevistados apoia a continuação do apoio à Ucrânia.

Ainda assim, algumas autoridades temem que haja desequilíbrios e que a pressão dos EUA para armar a Ucrânia esteja piorando os atrasos nas vendas de armas para Taiwan, informou o Wall Street Journal no final do mês passado. Bilhões de dólares em vendas de Javelin e Stinger, encomendados em 2015, ainda não foram enviados para Taiwan, que enfrenta uma ameaça cada vez mais aguda da China.

“Podemos andar e mascar chiclete ao mesmo tempo”, disse Ernst sobre equilibrar as remessas para a Ucrânia e Taiwan, acrescentando que “é claro que o presidente Xi está observando”.

FONTE: National Review


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João Fernando
João Fernando
1 mês atrás

Ué não era a Rússia que estava sem estoques coisa e tal?

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  João Fernando
1 mês atrás

E desde quando uma coisa anula a outra?

Esse tipo de noticia virou fato excludente do outro lado?

Realista
Realista
Reply to  Victor Filipe
1 mês atrás

Só ontem foi postado que a Rússia gastou 500 milhões em misseis e olha que ela não está recebendo doação e nem pedindo .

Alfredo
Alfredo
Reply to  Realista
1 mês atrás

Agora, vc imagine uma guerra contra a China e suas inesgotáveis população e produção industrial.
E pior.
Imagine ter de enfrentar Rússia e China juntas.
Elas vão fazer farelo da OTAN e AUKUS.

Heinz
Heinz
Reply to  Alfredo
1 mês atrás

tipo o que a Rússia está fazendo na Ucrânia contra o time D da OTAN?
Queria ver os russos enfrentando as forças de armas combinadas da OTAN, na verdade não precisava nem a OTAN inteira, apenas os EUA, a força aérea americana dizimaria a russa, seja em quantidade ou qualidade, depois era só praticar tiro ao alvo.

Sion
Sion
Reply to  Heinz
1 mês atrás

A OTAN está forneciendo armas todo o tempp a Ucrania,tambrm EE.UU e demais aliados,so no.mes de novembro a Rusia capturó e deu baixa a muitos mercenarios de varias nacionalidades pagados por EE.UU para atacar a Rusia..

Slowz
Slowz
Reply to  Heinz
1 mês atrás

“ apenas os EUA, a força aérea americana dizimaria a russa “

Assim como fizeram no vietnã?

Alfredo
Alfredo
Reply to  Heinz
1 mês atrás

Então, vou melhorar.
Vou colocar Rússia, China e os talebans do Afeganistão.
Melhorou?

leonidas
leonidas
Reply to  Heinz
1 mês atrás

Filhão o time A da Otan já esta todo na Ucrânia exceto infantaria e zona de exclusão aerea..rs
Acha mesmo que os russos estariam tomando estes revesses se estivessem lutando só contra a Ucrânia ou somente contra uma Ucrânia com ajuda de material e nada mais da Otan ou EUA?
E não haveria vencedor nesta guerra caso a Otan ou os EUA resolvam entrar diretamente na guerra de forma explicita pois tirando as ressalvas acima eles estão lá até o pescoço.
Santas inocências batman… rs

Last edited 1 mês atrás by leonidas
Azor
Azor
Reply to  Heinz
1 mês atrás

Tipo como enfrentaram centenas de Divisões Panzer na WWII ?

Charles
Charles
Reply to  Alfredo
1 mês atrás

Tem que pôr um fim no domínio da Europa e EUA. Pena que o Brasil está do lado debaixo do mundo

Oswaldo
Oswaldo
Reply to  Victor Filipe
1 mês atrás

E ainda tem gente que acredita que a Ucrania esta vencendo a Guerra…

Digo
Reply to  João Fernando
1 mês atrás

também estão, nenhum pais(com exceção talvez da China) consegue manter um conflito convencional em larga escala por muito tempo, se os países ocidentais tem dificuldades de produzir munição 155mm, imagina tentar repor perdas de tanques e jatos em uma guerra.

Só para efeito de comparação, na segunda guerra, apenas UMA única divisão alemã no fronte leste disparava 50,000 tiros de artilharia em UM dia em períodos de intensidade no fronte.

Last edited 1 mês atrás by Digo
Radagast, o Castanho
Radagast, o Castanho
Reply to  Digo
1 mês atrás

Na real, os países que apoiam o conflito estão com essa dificuldade porque não estão formalmente em guerra. Quando há uma declaração formal de guerra o pais entra modo de economia de guerra e todos os meios de produção são voltados para esse fim, ou seja, até fabrica de sardinha em lata vai produzir munição. Para se ter uma ideia, a Ford, que é fabricante de automóveis, produziu o bombardeiro B-24 da Consolidated Aircraft durante a WW2 como parte do esforço de guerra. A Ford entregava algo em torno de 20 bombardeiros por dia. Se os EUA estivessem formalmente em… Read more »

Digo
Reply to  Radagast, o Castanho
1 mês atrás

O mundo de hoje não é o mesmo igual o dos anos 40, antes você poderia tirar um homem de uma fabrica de carros e colocar ele numa linhagem de produção de P-51 Mustangs, hoje em dia, a mão de obra para fabricar um F-35 tem que ser extremamente qualificada, além da necessidade de maquinas extremamente caras e minerais raros, não da para simplesmente pegar uma pessoa que trabalha no setor civil e colocar ele em uma fabrica da lockheed martin que não vai adiantar. Só pra você ter uma noção, os EUA produzem 15,000 munições de 155mm por mês,… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Digo
Alfredo
Alfredo
Reply to  Radagast, o Castanho
1 mês atrás

Isso não existe mais.
Só falta vc querer fazer uma campanha para as donas de casas entregarem suas panelas de alumínio para fazer armas.
Estamos em 2022.
Essa é uma grave deficiência dos países ocidentais.
Sua produção industrial.
E para a Europa, vai juntar a crise energética.

Gerin
Gerin
Reply to  Digo
1 mês atrás

Você está confundindo as coisas, vc sabe o que uma munição 155mm? Impossível você dar 50mil tiros de 155mm em 1 dia.
Já foram 100bilhoes de dólares gastos apenas com armamento somando Rússia e Ucrânia, isso diretamente.
Os EUS não estão mandando todo seu armamento para Ucrânia, estão mandando apenas alguns.

Gerson Renzetti Ouriques
Gerson Renzetti Ouriques
Reply to  João Fernando
1 mês atrás

Kkk. Pois é. Cambada de mentirosos . Enquanto isso a Rússia vai dominando a Ucrânia nazifascista, a dos adoradores do comando Azov.

Mirão
Reply to  João Fernando
1 mês atrás

23:59

“Hahaha os russos gastam 500 milhões do dólares em bombardeios de mísseis, esses otários estão se exaurindo em uma guerra inútil”

00:00

“Veja bem, os EUA não estão esgotados, é só esse CEO pedindo mais dinheiro para o congresso”

Plinio Jr
Plinio Jr
1 mês atrás

Papinho de vendedor para conseguir novas vendas para US Army para repor estoques…

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Plinio Jr
1 mês atrás

Exatamente, é um “quero mais dinheiro”!

Gerson Renzetti Ouriques
Gerson Renzetti Ouriques
Reply to  Plinio Jr
1 mês atrás

Concordo plenamente

Rui Chapéu
Rui Chapéu
1 mês atrás

Cade aquele meme do cara chorando e limpando com dinheiro?

Esse cara tá preocupado em qual mansão ele vai comprar agora com as comissões de vendas e bonus.

Rafael
Rafael
1 mês atrás

Enquanto isso, no orçamento de 2023, fortemente apoiado pelo Congresso:
864,000 155mm;
12,050 Excalibur;
12,000 JAGM;
700 HIMARS;
1,700 ATACMS;
106,000 GMLRS;
2,600 Harpoon;
1,250 NSM;
3,850 PAC-3 MSE;
5,600 FIM–92 Stinger;
28,300 FGM–148 Javelin;
5,100 AIM–120 AMRAAM;
5,100 AIM-9X;
950 LRASM;
3,100 JASSM;
1,500 SM-6.

Obviamente, as compras se dividirão ao longo do tempo, permitindo melhor negociação de valores entre toda cadeia de fornecedores e agregando segurança financeira aos envolvidos. Muita coisa aí não tem nenhuma relação com a Ucrânia ou a própria Rússia; irá para o outro lado do mundo…

RSmith
RSmith
Reply to  Rafael
1 mês atrás

impressionante…. só um porem…. O Harpoon não tinha saído de linha?

Rafael
Rafael
Reply to  RSmith
1 mês atrás

Ainda vende. Talvez versões customizadas e numa cadência baixa. Falavam o mesmo do ATACMs e na última década houve exportações dele. Curiosidade, o segundo herdou a ogiva/cabeça de guerra do primeiro (WDU-18B/WAU-23B) com adaptações.

Ramon
Ramon
1 mês atrás

Indústria bélica americana e europeia e sul coreana está com uma lista gigantesca de armamento para entregar nos próximos anos, enquanto a indústria brasileira vc não escuta falar em mais nada, última coisa que eu escutei é que a Avibras está em recuperação financeira e corre risco sérios de fechar, e aparentemente o governo não está fazendo nada para reverter esse cenário, nem para convidar países do Leste europeu para conhecer sistemas como astro 2020 prestou, aliás o atual governo aparentemente prefere lamber as botas dos russos que literalmente compram nada de nós do que tentar conseguir alguns contratos gordos… Read more »

Victor Filipe
Victor Filipe
1 mês atrás

Pois é. mas nesses anos todos de produção a Raytheon tava fabricando Javelin e Stinger no chamado “full war time production?” porque eu duvido muito Linhas de produção dificilmente trabalham em capacidade máxima. e quando você não tem constante consumo de determinados itens a linha de produção é desacelerada para que ela não tenha que ser completamente parada. isso não quer dizer que os estoques não estão sendo consumidos e que não vai levar um tempo pra recuperar eles, mas quer dizer que o chefe da Raytheon ta fazendo o famoso lobby para que o Pentágono assine mais alguns cheques… Read more »

Nativo
Nativo
1 mês atrás

Depois da comida parar a produção de componentes eletrônicos, jogando o preço de tudo os aparelhos e automóveis com eletrônica nas alturas, agora tem essa guerra para fazer das armasais modernas artigos de luxo.

Slowz
Slowz
1 mês atrás

Os chapéu de alumínio vão ficar doído 😂😂😂

Daniel
Daniel
1 mês atrás

Mais geração de renda e emprego

Alfredo
Alfredo
Reply to  Daniel
1 mês atrás

E mais geração de dividas.
Não há como ser diferente.
E grande parte desse material ou será destruído em um bombardeio ou cairá em mãos russas .
Bilhões desperdiçados.

Ramon
Ramon
Reply to  Alfredo
1 mês atrás

Eu realmente queria entender o que se passa na cabeça dos russos brasileiros, não tem como negar que essa guerra está sendo desastrosa para os ucranianos, mas falar que está sendo um desperdício de dinheiro você está de sacanagem, não é possível, todo santo dia vemos o sucesso das armas ocidentais contra os russos, se não fosse elas essa guerra não ia durar nem 3 meses, e para comprovar isso a Rússia não avança nada nos últimos meses, está só acumulando perdas na linha de frente, aliás cadê aqueles 300 mil russos que foram recrutados que até agora eu não… Read more »

RSmith
RSmith
1 mês atrás

Problema simples e de fácil solução…. parem de arma a Ukrania e o problema desaparece …. e a Ukrania também 🙂

Alfredo
Alfredo
1 mês atrás

Alguns países, como França e Alemanha também anunciaram que estão esgotando seus estoques.
E que logo que isso aconteça, vão interromper a ajuda.

Inimigo do Estado
Inimigo do Estado
1 mês atrás

se 5.000 doados não abateram mais do que algumas centenas de blindados russos, então é de supor que estão fritando vários mísseis para cada blindado russo destruído. Ou a tropa é muito incompetente, ou as defesas dos blindados russos tem funcionado.

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  Inimigo do Estado
1 mês atrás

5 mil doados não quer dizer 5 mil usados.

é muito mau-caratismo…

Alfredo
Alfredo
Reply to  Inimigo do Estado
1 mês atrás

Na vida e na guerra, tudo se adapta.
Acabei de assistir a um vídeo de uma salva de HIMARS sendo interceptada pelos russos.
Os danos causados por esse sistema diminuíram muito e a quantidade de lançadores identificados e destruídos aumentou.

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  Alfredo
1 mês atrás

Sim, 20 destruídos de 16 entregues para a Ucrânia.

Clássica matemática Russa

Arthur
Arthur
1 mês atrás

Muito simples: é só rastrear a munição que foi desviada para o mercado negro para repor o estoque dis EUA. É óbvio que sendo uma superpotência, não seriam tão estúpidos a ponto de não controlar o envio de armas à Ucrânia. E também deve se levar em conta que o fornecedor se matérias primas estratégicas, obviamente, não deve ser oriundo do Oriente. É uma questão de inteligência e bom senso. Ou vão me dizer que os caras não se precaveram?

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Arthur
1 mês atrás

Se foi desviado, foi parar na mão da Rússia, China, Coreia do Norte e Irã que vão fazer tecnologia reversa e desenvolver contra-medidas mais eficientes. Pior ainda se for parar na mão de terroristas e criminosos.
Pela quantidade que foi para a Ucrânia, dava para arma uma boa tropa do resbolá, imaginem blindados e helicópteros Israelenses enfrentando essas mesmas armas, ou a PM do Rio ou São Paulo.

Last edited 1 mês atrás by Cristiano de Aquino Campos
Carlos Campos
Carlos Campos
1 mês atrás

Esse CEO trabalha para o Putin, só a Rússia que está correndo e fazendo o possível para repor os materiais perdidos na guerra.

Diogo de Araujo
1 mês atrás

Raytheon: “os stingers estão acabando, oh céus”
Tradução: nos dê mais dinheiro para aumentarmos a produção e garantir a proteção da gloriosa América! Youéssai,youéssai

Jean
Jean
Reply to  Diogo de Araujo
1 mês atrás

Nenhum Stinger é fabricado desde 2004…

Muitas empresas subcontratadas que forneciam componentes ou fecharam ou mudaram de ramo.

Não tem mais o maquinário e expertise.

Não se recomeça assim de um dia para outro.

Óbvio é um míssil simples comparado a outros sistemas, mas é como foi dito, não é mais como na WWII onde um funcionário da Ford entrava na fábrica e começava a fazer peças de um P-51.

Sblogniev
Sblogniev
1 mês atrás

Vamos legendar a manchete e encurtar a matéria?

“CEO da Raytheon quer receber o pedido de compra adicional ainda hoje”…

Last edited 1 mês atrás by Sblogniev
Flavio
Flavio
1 mês atrás

Acredito há necessidade de ser entendido que EUA e aliados, na realidade, estão fornecendo armas e suprimentos mas não não estão em esforços de guerra haja visto que não houve declaração explícita pela OTAN então a indústria até agora trabalhava em regime de produção em tempos de paz. Já foi visto na segunda guerra mundial que em tempos de guerra o povo americano se mobiliza para suprir as necessidades de suas forças armadas quando necessário. O que nós temos no momento é uma indústria quase latente na sua produção diária para cumprir seus contratos sendo solicitada a aumentar sua produção… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Flavio
Salim
Salim
1 mês atrás

O Sintiger não tinha sido substituído pelas forças armadas americanas?! 400 javelin mês e bem razoável. Tem cara querendo vender mais, cai quem quer.

Satyricon
Satyricon
1 mês atrás

Os estoques de armamentos e munições estão em níveis muito baixos em ambos os lados. Mas tudo que pode ser dito da Ucrânia, pode ser dito da Rússia, muitas vezes pior, em termos de produção e logística.
A diferença está na capacidade de produção da Rússia versus Ocidente, o que chega ser desproporcional, em favor da Ucrânia.
A Rússia se meteu numa fria, da qual não tem saída.

Bosdesniavranka
Bosdesniavranka
1 mês atrás

Pergunta: Quem controla o estoque de mísseis dos EUA é o fabricante? Acho que querem apenas a “purchase order” para poder faturar.