O país europeu vetou a venda dos veículos militares brasileiros para as Filipinas

O Radar mostrou recentemente que a Alemanha vetou a exportação de blindados Guarani do Brasil para as Filipinas.

Fontes militares informaram que a decisão do Escritório Federal de Assuntos Econômicos e Controle de Exportação, órgão governamental de controle de exportação do país, era uma resposta ao governo brasileiro, que esnobou o pedido de ajuda alemão sobre fornecimento de munição à Ucrânia.

era uma resposta ao governo brasileiro, que esnobou o pedido de ajuda alemão sobre fornecimento de munição à Ucrânia.

Fontes do Ministério da Defesa alegam, no entanto, que o veto se deu por outro motivo: a Alemanha proíbe que sua tecnologia militar, embarcada nos blindados brasileiros, seja vendida a países que desrespeitam os direitos humanos, caso das Filipinas.

Para driblar esse veto e enviar os veículos ao comprador, o governo brasileiro já fechou parceria com uma empresa nacional para a produção das peças que irão substituir os dispositivos dos alemães no veículo militar.

VBTP Guarani
VBTP Guarani

FONTE: Veja

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Ferreira Junior
Ferreira Junior
11 meses atrás

O Brasil não ‘esnobou’, simplesmente não quer fazer parte da guerra da Ucrânia. Já a Alemanha vende produtos militares as Filipinas, e foi retaliação por ordem do Tio Sam. Quem perdeu foram os alemães, perderam de nos vender, vamos fabricar.

Carlos
Carlos
Reply to  Ferreira Junior
11 meses atrás

O Brasil deveria boicotar todos os investimentos alemães em solo brasileiro, isso sim é que era de uma potência marcando posição e ai sim os alemães perderiam e muito e já agora devolver os 200 milhões de euros à Alemanha demonstrando deste jeito que o Brasil não está à venda

C G
C G
Reply to  Carlos
11 meses atrás

Aí perdemos recursos europeus para importantes questões ambientais, jogamos o acordo de livre comércio com a EU no lixo e descobrimos que nem só de guarani vive nossa relação com a Alemanha!
O Brasil está certo, vai fabricar as peças e está ótimo, sem diplomacia de quinta série!

MMerlin
MMerlin
Reply to  C G
11 meses atrás

Você está certo Carlos.
Temos investimentos, empresas e tecnologias alemãs em praticamente todos os setores industriais.
O principal deles? O energético.
Nem só de guarani vive nosso país.
A melhor é mais diplomática resposta?
Essa que foi dada. Fabricação em solo nacional das peças e equipamentos.

MMerlin
MMerlin
Reply to  MMerlin
11 meses atrás
Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  MMerlin
11 meses atrás

Não é a primeira vez em que o EB tesoura o nº de Guaranis. A maior parte da linha de produção tá ociosa por causa disso, e porque estão sendo feitos a conta-gotas, a pedido da própria EB.
O que é curioso….ao invés de se focar em terminar logo os Guaranis, o EB vai atrás de Centauro…

MMerlin
MMerlin
Reply to  MMerlin
11 meses atrás

WR e GP.
Sou colaborador, consultor e empresário da área privada.
Sabemos que existem adaptações no que tange o orçamento.
Mas essa falha técnica, que existe tanto no EB quanto na FAB, deveria ser avaliada, julgada e condenada pelo TCU.
Acreditem. Se isto ocorre no “mundo real”, existem meios de responsabilizar o profissional certificado (ex.: PMI) associado e referenciado no projeto e contrato.
Acho um absurdo essas “adaptações” contratuais devido a questões de orçamento.

fewoz
Reply to  MMerlin
11 meses atrás
Comte. Nogueira
Comte. Nogueira
Reply to  MMerlin
11 meses atrás

Nós somos mais importantes para eles, do que eles para nós.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Comte. Nogueira
11 meses atrás

Mais importantes por que? Porque somos uma fonte “quase inesgotável” de matéria prima? Porque somos um dos maiores produtores de alimentos não manufaturados do planeta? Enquanto pensarmos assim, nossa preocupação (diga-se: governo) irá se restringir à investir (pesadamente) em P&D em um único setor. Precisamos investir conjuntamente em P&D focado em área de serviços (comunicação, processos, softwares, processamentos, IA, etc.). Veja o que minúsculos países (comparados ao Brasil) conseguem desenvolver e se tornar referência na área. Exemplos? Suécia e Israel. Alemanha? Foi um dos responsáveis e criadores do conceito Industria 4.0. O que é isso? Automatização à nível hard. Tanto… Read more »

fewoz
Reply to  MMerlin
11 meses atrás

Olá, MMerlin. Comentário impecável. Só fiquei curioso sobre os “produtos de qualidade extremamente superior e ainda mais baratos”. Exemplos?

Carlos
Carlos
Reply to  C G
11 meses atrás

O Brasil deve defender a sua neutralidade, mas deve mostrar sempre o mesmo critério, recusando vender munições para a Alemanha porque deve manter a sua neutralidade, mas envia a neutralidade para o ralo quando se trata de vender armamento para o Mar do Sul da China, já houve confrontos entre forças chinesas e forças do Vietnã, assim como já houve confrontos entre forças chinesas e forças das Filipinas, mas neste caso a neutralidade não interessa e o Brasil para ser respeitado tem que saber respeitar e a única coisa que a Alemanha pediu foi que o Brasil vendesse aos alemães… Read more »

fewoz
Reply to  Carlos
11 meses atrás

Há muita hipocrisia por parte de países europeus (e também dos EUA, obviamente) no que diz respeito a “direitos humanos”, que todos sabemos não passar de desculpa e pressão contra outros países que dependem deles. É a famosa indignação seletiva:

https://www.dw.com/en/german-government-approves-arms-exports-to-saudi-arabia-reports/a-63288334

Sobre os fertilizantes, o (des)governo anterior que se dizia “patriota” fez tudo para minar a soberania nacional e aumentar a dependência estrangeira, fechando três fabricantes nos últimos, por exemplo. Ao menos agora voltamos a ter uma diplomacia de gente grande e que defende os interesses nacionais.

Last edited 11 meses atrás by fewoz
SGT MAX WOLF FILHO
SGT MAX WOLF FILHO
Reply to  C G
11 meses atrás

Meu camarada a Alemanha já esta pensando em tirar investimento daqui já tem tempo, conheço um alemão que trabalha no parlamento alemão, e olha que bacana o ele morou em São Paulo junto com o pai dele, que era presidente da WV aqui no Brasil, encontrei com ele no final de dezembro no Clubmed Rio das Pedras em dezembro, e eles me disseram que a agenda europeia á pra tirar todo investimento do Brasil e jogar tudo na Índia, tanto que procura da internet ai quanto que a WV esta investindo lá! Ele falou lá é um pais estranho, mas… Read more »

fewoz
Reply to  SGT MAX WOLF FILHO
11 meses atrás

Esta é a única explicação dele para a suposta saída em massa de empresas europeias do Brasil?

https://en.wikipedia.org/wiki/Corruption_Perceptions_Index

De acordo com esta agência, o Brasil ocupa a posição 94 no índice de percepção de corrupção. Já a Índia, ocupa a posição 85. Está melhor posicionada, mas é sabido que a burocracia enorme e corrupção estão enraízadas na Índia. Na prática, esta pequena variação não faz qualquer diferença.

Ricardo
Ricardo
Reply to  fewoz
5 meses atrás

Creio que o aspecto da corrupção é secundário, o que mais importa para os fabricantes de qquer produto é o potencial de qto eles podem vender e ganhar, tendo em vista q a Índia possue uma população quase 6 vezes maior que a do Brasil, então o mercado é muito mais promissor lá do que aqui.

SGT MAX WOLF FILHO
SGT MAX WOLF FILHO
Reply to  C G
11 meses atrás

Nisso vc esta correto!

Comte. Nogueira
Comte. Nogueira
Reply to  C G
11 meses atrás

Os recursos europeus para importantes questões ambientais nunca chegaram. Desde a COP 2012, quando os europeus se comprometeram a adquirir créditos de carbono brasileiro, a conta chegou a 90 bilhões de euros, dos quais não foram pagos um centavo sequer. Além do mais, as ONGs estrangeiras, as quais agem sob cobertura de governos estrangeiros, VENDEM certificados ambientais para que os grãos produzidos na franja da região amazônica possam ser exportados para a Europa. No entanto, não precisamos do mercado europeu para vendermos os grãos produzidos aqui no Norte de MT. A questão ambiental é a coisa mais cínica que existe… Read more »

juniorjose
juniorjose
Reply to  C G
11 meses atrás

livre comércio é no Mercosul Carlos, não existe livre comércio entre Brasil e UE.

Luciano
Luciano
Reply to  C G
11 meses atrás

Perfeito! Menos Estado se comportando como 5ª série, mais profissionalismo !

Deadeye
Deadeye
Reply to  Carlos
11 meses atrás

Só a Volkswagen aqui emprega 25.000 pessoas, tem certeza disso?

Comte. Nogueira
Comte. Nogueira
Reply to  Deadeye
11 meses atrás

Eles só estão aqui porque nosso mercado é lucrativo.

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Carlos
11 meses atrás

Essa seria uma resposta desproporcional. Nas relações internacionais a contundência á resposta importa.

Elias
Elias
Reply to  Carlos
11 meses atrás

É errado boicotar. O certo é saber contratar uma “joint venture” com acesso a tecnologia e fabricar aqui, com produtores nacionais, com qualquer país, até a China, mas sempre com acesso a tecnologia, nada de “caixa preta” ou compra de 2ª mão ou de prateleira. Outra coisa é investir em educação (da básica até a universitária) com responsabilidade e sem viés político. Precisamos de mão de obra qualificada, de alto nível.

Wellington Kramer
Wellington Kramer
Reply to  Carlos
11 meses atrás

Ideia digna do Lula.

Fabio Mayer
Fabio Mayer
Reply to  Carlos
10 meses atrás

O Brasil deu a melhor resposta que se poderia esperar, simplesmente tratou de atender seu cliente por seus próprios meios. Não precisa fazer mais nada contra a Alemanha, porque da próxima vez eles vão pensar duas vezes antes de perder clientela…

Elias
Elias
Reply to  Ferreira Junior
11 meses atrás

Sabia decisão brasileira, já deveria ter sido tomada a mais tempo. Não podemos depender do fornecimento de materiais que podemos aqui produzir, e mais, temos que investir em tecnologia e diversificação para cada vez mais dependermos menos do fornecimento do exterior, em todos os setores da tecnologia e todas as áreas da defesa.

Ernani
Ernani
Reply to  Ferreira Junior
11 meses atrás

Foi a melhor coisa esse veto, agora o blindado Guarani vai ser 100% brasileiro, foi um favor!!!! O Brasil tem parar de depender de peças de outros países, igual avião cargueiro KC também cheio de componentes americanos. O Brasil tem que desenvolver motores, turbinas, para seus aviões…

Maromba
Maromba
11 meses atrás

É isso aí Brasil! Vamos fazer desse limão uma limonada! Brasil Forte e Soberano 💪🏻

Augusto
Augusto
11 meses atrás

Se já havia fornecedor nacional de peças, por que os envolvidos (exército brasileiro, governo brasileiro e Iveco do Brasil) foram atrás de fornecedor alemão?

T.H
T.H
Reply to  Augusto
11 meses atrás

“por que os envolvidos… foram atrás de fornecedor alemão?”

Por causa da “grife”, componentes alemães num veículo de combate deve dar um certo “charme” ao produto na hora da venda.

Zion88
Zion88
Reply to  T.H
11 meses atrás

A ZF é a melhor empresa do mundo em transmissões.

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  Zion88
11 meses atrás

Já fui engenheiro de transmissão, são os eixo de tração o problema? Se for isso é pepino substituir, tem toda a validação, teste de fadiga e torção, cálculo do limite elástico, curva de vida… não é pouca coisa Dana pode produzir já produz eixo similares para CNH e Iveco é do mesmo grupo..lol eu era o cara de aplicação dessa conta.
Agora empresa 100% não sei não. Dana é americana.

Last edited 11 meses atrás by Rodrigo
Santamariense
Santamariense
Reply to  Rodrigo
11 meses atrás

Pois é! Eu não conheço nenhuma empresa genuinamente brasileira que produza transmissões, ainda mais com a qualidade exigida para um veículo militar desse porte.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Augusto
11 meses atrás

Porque aqui só se mexem na base do “susto”.
Precisou essa situação pro EB “lembrar” que dá pra fazer esses componentes no Brasil.

É uma amostra do quanto as FA’s ajudam a indústria nacional…

Bille
Bille
Reply to  Augusto
11 meses atrás

Basicamente escala, custo e qualidade. Já tem um fabricante que produz a um custo menor. Essa produção aqui poderá envolver a certificação do componente, qualificação, linhas de reparo, entre outros.
Pode não ser rápido, pode impactar o contrato e gerar sobrecustos. Pode requerer a certificação e qualificação da linha de montagem como um todo, que talvez precise de incentivos federais, é isso quer dizer tempo da burocracia estatal de Banânia.
Não é o fim do mundo, e talvez ganhemos no longo prazo, mas no curto prazo é um degrau, sem dúvidas.

Douglas
Douglas
11 meses atrás

Olha, são sansões como essas que o Ocidenta cada vez mais fica longe do restante do mundo. Algo que veio para nos prejudicar, terminou nos ajudando!

Patriotário
Patriotário
Reply to  Douglas
11 meses atrás

Motor diesel é fácil arrumar um semelhante.

Utama
Utama
Reply to  Patriotário
11 meses atrás

Não é não. Motores de alto desempenho são artigo de alta tecnologia, tanto que os chineses usam turbinas a gás alemãs em seus navios mais modernos. Uma empresa como a Mercedez gasta bilhões para desenvolver uma melhoria a um motor, e se o Brasil ou a Índia investissem os mesmo bilhões não chegariam a metade do caminho, por quê falta know-how.

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  Patriotário
11 meses atrás

Não e não…fora a específicacao amor potência…toda sustentação e tração foi baseada no slip torque do da transmissão se mexe nisso mexe em tudo…não é que nem lego. Se for motor ou transmissão o buraco é mais abaixo. E quem no Brasil faz isso…só multifuncional eixo ou ZF ou Dana, motor Perkins, não sei se Iveco segue normas automotivas, toda mudança precisa ser a IATF que é um rolo..já fui engenheiro de transmissão e atendia conta de IVeco em uma multinacional a empresa que irá fornecer precisará fazer teste de fadiga e torção, vida útil talvez até com B10….o buraco… Read more »

Maurício.
Maurício.
11 meses atrás

“seja vendida a países que desrespeitam os direitos humanos, caso das Filipinas.”

Claro… Confia! É por isso que não tem tecnologia alemã nos Eurofighter que são vendidos para a Arábia Saudita, Omã, Kuwait, Catar…

Wilson
Wilson
Reply to  Maurício.
11 meses atrás

Não confunda as cosas, ditadore$ amigo$ sempre respeitam os direitos humanos.

Carlos
Carlos
Reply to  Maurício.
11 meses atrás

O Brasil quer manter a neutralidade e tem todo o direito, mas tem que ter sempre os mesmos critérios porque o Mar do Sul da China é como um barril de pólvora e aí a neutralidade do Brasil foi para o ralo, porque está a tomar posição. Já este ano houve confrontos entre chineses e filipinos “Guarda Costeira filipina acusa navio chinês de utilizar ‘laser’ militar”

Utama
Utama
Reply to  Carlos
11 meses atrás

Quanta bobagem. Se quiser exportar até um parafuso militar, na sua lógica, vai estar tomando lado, por quê todos no mundo tem algum desafeto.

João Augusto
João Augusto
Reply to  Maurício.
11 meses atrás

É o que os alemães do governo não disseram que revela bem a “ética” que os rege: há humanos detentores de direitos humanos e outros que não são. A univer$alidade desses direitos é lorota.

Tomcat4363
Tomcat4363
Reply to  Maurício.
11 meses atrás

Ai é repressão do “Bem”.

Oliveira
Oliveira
11 meses atrás

É isso que ocorre quando se é dependente de tecnologias de terceiros, torça para nunca desagradar o seu fornecedor. Em minha opinião, nada melhor que um bom embargo para incentivar o desenvolvimento de tecnologias domésticas.

gari
gari
Reply to  Oliveira
11 meses atrás

há males que vem para o bem.

Nemo
Nemo
Reply to  Oliveira
11 meses atrás

Iran e Turquia são bons exemplos do seu ponto.

gari
gari
11 meses atrás

Que os próximos lotes do EB já venham com a solução nacional, assim poderemos repassar para quem quisermos quando quisermos, ou vender a pronta entrega com ágio quando oportuno. Ótima notícia!

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  gari
11 meses atrás

Eu TB…quem é da área sabe o rolo que é trocar fornecedor na indústria em peças importante

Celmo Vieira
Celmo Vieira
11 meses atrás

As sanções unilaterais e criminais dos EUA e seus capachos da OTAN tem efeito reverso em países com base industrial.

Se torna uma oportunidade excepcional para fomentar indústria nacional.

Aprende braZil (com Irã, Rússia, dentre outros).

Esse é o caminho.

Jagdv#44
Jagdv#44
11 meses atrás

Quero ver é o custo brasil embutido no preço dessa caixa de transmissão. Espero que não seja estratosférico.

Matheus
Matheus
11 meses atrás

Sabe se qual empresa vai fornecer as peças?

João Augusto
João Augusto
11 meses atrás

“A Alemanha proíbe que sua tecnologia militar […] seja vendida a países que desrespeitam os direitos humanos”.
Ou o cara que mandou essa justificativa morreu de rir ou de vergonha.

Celmo Vieira
Celmo Vieira
Reply to  João Augusto
11 meses atrás

A Alemanha apenas está seguindo ordens do seus senhores que a ocupam militarmente (EUA).

João Augusto
João Augusto
Reply to  Celmo Vieira
11 meses atrás

Então morreu de vergonha.

Rui Mendes
Rui Mendes
Reply to  Celmo Vieira
11 meses atrás

Não ocupa não, filho, pois os EUA estão na Alemanha e demais países da Europa, por conta da NATO, aquela organização militar, que só por acaso, têm a responsabilidade de defender toda a Europa e América do Norte, os EUA e a Europa são aliados históricos, mas aqui não há senhores que mandam nos outros, até porque a Alemanha é a líder da União Europeia, e EUA e UE são aliados, mas também fortes concorrentes.
Claro que sabes, mas é como digo, o tal ressabiamento por tudo que seja Europa.

João Augusto
João Augusto
Reply to  Rui Mendes
11 meses atrás

Quem é das américas e não é ressabiado com o que vem da Europa não entendeu ainda o que os europeus historicamente nos oferecem.

Emmanuel
Emmanuel
11 meses atrás

Simples assim.

Heinz
Heinz
11 meses atrás

excelente! Vamos torcer por mais embargos, seguindo essa lógica, somente assim a nossa indústria se mexe.

Rodrigo Maçolla
Rodrigo Maçolla
11 meses atrás

Desculpem mais essa Reportagem não informa nada, não esclarece qual foi o real motivo do embargo e também Qual é a empresa nacional que vai produzir as peças;
É triste essa revista já foi a mais importante do pais.

GFC_RJ
Reply to  Rodrigo Maçolla
11 meses atrás

Concordo.

A nota do Radar anterior não disse nada, e essa também não disse.
Ambas são granadas sem alvo. Estouram, fazem um estrago du garai, mas não acertam nada de significativo. Só barulho e parede no chão.
O pior… Sabe-se que há várias coisas de podre no Reino da Brasilândia nesse assunto (e em quase todos os outros), mas NINGUÉM apurou qualquer coisa significante. Daí fica um coletivo de achismos sem qualquer concretude.

arcanjo
Reply to  Rodrigo Maçolla
11 meses atrás

No caso da transmissão, creio que seja a Eaton de Valinhos-SP https://www.eaton.com/br/pt-br/products/transmissions.html

Santamariense
Santamariense
Reply to  arcanjo
11 meses atrás

Se for a Eaton, qual a diferença dela para a ZF no quesito de “empresa nacional”? Solucionaria o problema do embargo alemão, mas continuaríamos usando um equipamento de uma empresa estrangeira. Por isso, esse trecho do texto:”… o governo brasileiro já fechou parceria com uma empresa nacional…”, é bem sem sentido. Qual empresa brasileira (brasileira de verdade) tem capacitação para fornecer esse item em discussão? Qual empresa??

DanielJr
DanielJr
Reply to  Santamariense
11 meses atrás

Empresa brasileira mesmo nenhuma, simplesmente não existe. Vão utilizar a eaton como “empresa brasileira” apenas pq a linha de produção está em solo brasileiro.

Não existe empresa brasileira de verdade em quase nenhum segmento automotivo/industrial chave, com produtos de primeira linha, consolidados. Nem motores, freios, transmissões etc.

Até pouco tempo atrás a Honda ainda importava discos de freio para seus carros do Japão pq a siderurgia nacional não entregava ligas de ferro fundido adequadas para a confecção da peça, não geravam o desempenho e durabilidade desejado pela montadora.

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  DanielJr
11 meses atrás

Isso mesmo.
Não temos nada nesse nível…de tech nacional…aqui pouco desenvolvemos apenas aplicamos o que for desenvolvido lá fora. A única inovação mesma na minha área foi usar o nióbio para não tratar termicamente para ganhar custo, coisa que as normas americanas não aceitam tudo tem que ser tratado conforme eles, mas o nióbio trabalha com uma precipitação que gera dureza no trefilamento…fiz meu mestrado nisso..mas como minha empresa não apoiou essa pesquisa.nao quis bater com os americanos…mudei de área…triste mas é isso.

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  arcanjo
11 meses atrás

Eaton não muda nada…Eaton faz transmissão pode substituir a transmissão, mas esse tipo de transmissão não é montada no Brasil a Eaton vai importar. Já trabalhei com eles TB em projetos…eles podem substituir ZF na transmissão.
Nisso não perdemos nada, mas não é desenvolvimento nacional é troca de fornecedor torcer para não precisar ferramentar nada..qualquer matriz de forja é 150k. Vamos ver nesse caso se não haver embargo americano ou esse transmissão for montada na Europa ficamos na mesma.

Santamariense
Santamariense
Reply to  Rodrigo
11 meses atrás

Daniel e Rodrigo, é isso mesmo! O governo diz que vai substiruir os alemães por um fornecedor nacional…conversa pra boi dormir. Não existe empresa nacional que faça isso. Existem multinacionais estrangeiras com unidades instaladas no Brasil. Nada além disso. E assim, a possibilidade de embargo permanece exatamente a mesma. O problema da grande maioria é que lê e entende que o problema está resolvido, sem parar um segundo sequer para pensar: “Qual a empresa brasileira produz transmissões com a tecnologia e capacidade exigidas?”.

GRAXAIN
GRAXAIN
11 meses atrás

O EB é costumeiramente refratário à produtos nacionais, salvo aqueles desenvolvidos “ïn house”, como a IMBEL por exemplo. Fora disso preferem compras no exterior. O Guarani é o exemplo da falta de planejamento industrial, sendo desenhado e patenteado pelo EB, mas produzido por uma multinacional Italiana, com componentes chaves vindo da Argentina, Alemanha, etc. Nossa indústria nunca terá chance de produzir motores, transmissões, etc.. Devem estar adaptando no Guarani Filipino alguma transmissão de caminhão montado por outra multinacional, só isso!

Comte. Nogueira
Comte. Nogueira
Reply to  GRAXAIN
11 meses atrás

ZF

Victor Carvalho
Victor Carvalho
11 meses atrás

Muito bom! A melhor resposta é a independência tecnológica/industrial.

Gabriel BR
Gabriel BR
11 meses atrás

Gostei da agilidade da indústria nacional em resolver o problema , temos potencial!

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Gabriel BR
11 meses atrás

Um potencial que JÁ TÍNHAMOS, mas os iluminados do EB preferiram comprar de fora mesmo…

Santamariense
Santamariense
Reply to  Willber Rodrigues
11 meses atrás

Qual empresa nacional fabrica transmissões? A filial da norte-americana/irlandesa Eaton, instalada em Valinhos? Ou outra multinacional estrangeira? Temos uma empresa nacional (de fato) que produza transmissões?

Santamariense
Santamariense
Reply to  Gabriel BR
11 meses atrás

Qual indústria nacional, meu caro?

Carlos Campos
Carlos Campos
11 meses atrás

Foi retaliação sim, Tem Eurofighter na Arábia Saudita, Kuwait e Omã, com pecinha alemã, esses países árabes violam direitos humanos aqui e ali, nem democracia são, e mesmo assim Alemanha finge que não vê.

Lucas Nogueira pedroso
11 meses atrás

Do limão uma limonada

SGT MAX WOLF FILHO
SGT MAX WOLF FILHO
11 meses atrás

Gloria a Deus e ao Brasil!

Azor
Azor
11 meses atrás

Se o Exercito comprar mais Leopard’s de 2a mão, a Alemanha terá recursos para entregar Leopard’s novos para a Ucrania.

Last edited 11 meses atrás by Azor
Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
11 meses atrás

Essa peça é a transmissão do veículo, coisa nada simples.

Nem as do Leopard 1 nós sabemos como funciona, simplesmente trocamos ela inteira quando dá problemas.

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
11 meses atrás

Aliás, há uma lista com nacionalidade das peças do blindado ? Pelo jeito não é só a transmissão que é alemã, mas o aço da blindagem também.

Comte. Nogueira
Comte. Nogueira
11 meses atrás

Isso só confirma o que todos nós sabemos: países não tem amizade, tem INTERESSES. O título da matéria está equivocado. Não é o Brasil que vende… É a Iveco, uma multinacional italiana, instalada no Brasil. Com exceção da Embraer, o Brasil não possui marcas próprias, e esse é o grande erro estratégico que enfrentamos. Nosso amado país não tem marcas próprias de veículos automotores, incluídos carros, caminhões, máquinas pesadas de construção e mineração, locomotivas, motocicletas, etc. Não temos marcas próprias de eletrônicos. Por essa razão, ficamos expostos e vulneráveis ao humor dos nossos “parceiros comerciais”. Enfatizando: é diferente termos empresas… Read more »

Lucas
Lucas
11 meses atrás

Só fazer engenharia reversa e mudar a carcaça.

Elizeu
Elizeu
Reply to  Lucas
11 meses atrás

Com tantos comentários cultos, me orgulho de ser brasileiro! Somos capazes de produzir sem depender totalmente de tecnologia oriundas de outros países,! Temos q mostrar a nossa cara (capacidade).

AMX
AMX
11 meses atrás

“…o governo brasileiro já fechou parceria com uma empresa nacional para a produção das peças que irão substituir os dispositivos dos alemães no veículo militar”.

Excelente!!!

Santamariense
Santamariense
Reply to  AMX
11 meses atrás

Ah, é? Engraçado que não informam qual a empresa “brasileira” que fará isso…

Jose Luiz esposito
Jose Luiz esposito
6 meses atrás

EDITADO:
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Julio
Julio
6 meses atrás

Está na hora da nossa nação usar as nossas riquezas para contrução de armas manter uma fábrica com todas três forças militares ou um complexo na fabricação de tanque navios submarino avião e um novo armamento de guerra com inteligência artificial e mudar a inteligência e segurança do nosso arsenal com uma blindagem para proteção do futuro do nosso país.