Teste real para o MRAP

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Um veículo MRAP (Mine Resistant Ambush Protected) RG-31 Mk5E do US Army foi atingido por uma bomba na estrada, quando fazia a liberação de uma rota para um comboio de entrega de suprimentos à uma base remota da Marinha dos EUA na província de Helmand, sul do Afeganistão em 6 de março de 2010. As fotos tiradas são da mesma data.

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15 Comentários to “Teste real para o MRAP”

  1. Caipira disse:

    Cumpriu a missão? Qual o “estado” dos militares que estavam no veículo ?

  2. Galileu disse:

    resta saber o tamanho da ied, mas com certeza o RG-31 é bem mais resistente que os hammer…

    tem uma versão mais nova do RG se nao me negano é o rg-35, não tenho certeza

  3. Vassili disse:

    APARENTEMENTE, a blindagem resistiu à explosão do artefato. O casco em “V” cumpre bem a função de defletir a energia liberada pela explosão para os lados, bem diferente dos blindados tradicionais, onde o casco reto, ou chapado recebe toda a energia, fazendo o veículo levantar…..

    abraços.

  4. ezeca disse:

    e como fica o nosso sonhado URUTU 3 (guarani)
    com aquela blindagem plana e as helices se for como
    aquele apresentado nem tem proteção contra de tiro quanto
    mais de explosão
    os modelos da avibras divulgam ter Efetiva proteção Antiminas
    mas nunca entendi alem da altura como eles tem essa capacidade
    será que e somente uma blindagem plana no piso?
    desculpa se fugir do tema
    mas algem sabe me explicar como fuciona a blindagem do Guará

  5. Leandro disse:

    Segundo se sabe, todos dentro do MRAP sobreviveram.

  6. Marine disse:

    O blindado pelas fotos agiu da forma como foi planejado, perdeu sei eixo mas o compartimento de transporte parece intacto!

    Sds!

  7. bulldog disse:

    Sobrviver é uma vitória, sempre…mas o veículo está fora de combate…efeito psicológico para a tropa tem…e bom…mas na arena é peça fora do jogo. Compensa porque salva vidas…mas muda o panorama da guerra? Não tenho certeza. Parece que esperam desempenho melhor do modelo 35… é isso mesmo?
    sds

  8. RoLoUcO disse:

    na boa!!! aquele carro quebrou foi a ponta da carcaça, nao teve nada de bomba!!!
    e so olhar que nao rancou nada do carro, so a ponda do eixo.
    ta certo que o compartimento de transporte resiste, mais tem muita coisa fragil ali, como os amortecedores, molas e a propria roda do lado direito!

  9. Nick disse:

    Ezeca,

    Realmente, será que os VBTP Guarani são capazes de oferecer essa proteção contra minas?? Além do que em um dos lados dele existem grades que parecem ser onde fica o motor.. me parece bem vulnerável ali também …

    []‘s

  10. Antonio M disse:

    Me incomocou também ver a Urutu III/Guarani com aquelas hélices ao invés de hidrojatos. Dá impressão de projeto antigo.

    Outra coisa, por que não usam a suspensão “boomerang” que a Engesa desenvolveu para o Urutu e Cascavel?! Se mostrou problemática? Há alguém em posse da patente por causa de processo na justiça por dívidas e sairia muto caro comprá-la? Agradeço se alguém tiver explicação.

  11. miro disse:

    o blindado guarani pertence a outra categoria de blindados , do tipo pandur , piranha , stryker e o boomerang certamente e muito inferior a suspensao individual e as helices sao mais silenciosas que os hidrojatos

  12. ezeca disse:

    são mais silenciosas sim
    mas a que custo?
    um blindado que pode ter sua função
    aquática inutilizada por um rifle
    qualquer sou leigo mas pq não utilizamos
    os dois sistemas com um hidrojatos e duas hélices
    laterais de menor porte
    combinando velocidade e aproximação furtiva.
    ou algum tipo de blindagem
    nas hélices?

  13. lucas lasota disse:

    Antonio

    A suspensao boomerang dava muitos problemas e sua manutencao era dispendiosa e complicada.

    Interessante notar que os Ied`s possuem diversos modelos e um que esta muito em voga e o chamado EFP (explosively formed penetrator)que o perfurante age por energia cinetica e nao quimica como nas cargas ocas. Portanto, tem-se visto que a blindagem dos modernos blindados dao mais enfase nas defesas passivas do que ativas.

    Os sistemas ativos de protecao (como o shtora russo e o trophy israelense) sao uteis contra as municoes explosivas porque inutilizam o detonador antes da distancia necessaria para que o explosivo principal seja efetivo. O problema que as municoes de energia cinetica sao muito dificeis de desviar efetivamente por este modo, portanto tornando pouco util contra os EFP.

  14. Antonio M disse:

    Obrigado pelas explicações (boomerang) !!!

  15. Fabiano disse:

    Pois é, era uma indústria brasileira que criava essas belezas mortíferas.
    Usadas para o bem ou mal, não nos cabe julgar, mas temos que ter orgulho por ser uma empresa brasileira pena que hoje não exista mais.
    Porque o governo brasileiro não relança a Engesa?
    Faturamos com a Petrobras, Vale, Embraer, mesmo algumas privatizadas dão excelentes lucros ao Brasil então porque não empreender novamente em um projeto Engesa?

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