A Secretaria de Segurança Pública do Paraná adquiriu o segundo helicóptero do modelo

Com excelente desempenho e sucesso no mercado executivo, o helicóptero EC130 alcança novos mercados e se consolida como uma opção para utilização policial, com destaque para as missões de resgate aeromédico e defesa civil

O monoturbina, que pode ser configurado para receber um exclusivo kit aeromédico desenvolvido pelo Centro de Engenharia da Helibras, se destaca também por ser leve, versátil e silencioso e vem sendo utilizado para missões de policia e bombeiros, como no Paraná, onde a Secretaria de Segurança Pública acaba de receber a segunda aeronave deste modelo para integrar sua frota.

O operador do helicóptero, Tenente Coronel Orlando Artur da Costa, Comandante do GRAER, Grupamento Aeropolicial-Resgate Aéreo, salienta as qualidades do modelo. “A maior vantagem operacional do EC130 comparando-se às demais aeronaves na atividade de Segurança, é a possibilidade de se manter nas missões uma tripulação mínima de 2 pilotos e 1 ou mais tripulante operacional, o que gera maior segurança e precisão nos trabalhos”, explicou.

Além da maior segurança na operação, este modelo conta com um kit nacional, desenvolvido pela Helibras para missões de resgate aeromédico, instalado no sentido longitudinal para comportar um paciente em maca e até dois assistentes ou médicos; o que permite uma maior movimentação da equipe na cabine provendo assistência permanente ao paciente durante o vôo. Certificado pelos órgãos competentes, o kit, que pode ser configurado com a montagem rápida da maca e do piso aeromédico, já está em uso no primeiro helicóptero EC130 utilizado no Paraná.

Segundo Eduardo Marson Ferreira, presidente da Helibras, “nossa gama de produtos, aliada à nossa capacidade de desenvolvimento de projetos e somada aos serviços que oferecemos aos operadores governamentais, fazem da Helibras uma das empresas mais bem preparadas para atender a este importante segmento, provendo solução personalizada para segurança pública e defesa civil no atendimento da população”.

Para o comandante Orlando Artur da Costa, o kit é uma inovação para as missões. “É extremamente importante para resgate ou transporte aeromédico, pois conseguimos manter a tripulação mais um médico ou enfermeiro e a vítima, devidamente estabilizada em uma maca de rápida configuração, além do espaço da cabine garantir uma viagem segura a todos os passageiros”, disse. O helicóptero foi utilizado para ajuda no salvamento das vítimas das chuvas e enchentes na Serra Fluminense, no RJ, no início de 2011 e no sul do país, no meio deste ano.

A segunda aeronave EC130 adquirida pela Secretaria de Segurança Pública do Estado do Paraná, entrará em operação neste dia 27 de Outubro, data em que o GRAER comemora um ano de atividades em prol da população.

VEJA TAMBÉM:

Reconhecimento da Operação Imembuí

No dia 22 de outubro, a Brigada realizou o reconhecimento da Operação Imembuí. A atividade foi coordenada pelo Comandante da 1ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, General-de-Brigada Eustáquio, e contou com a presença dos comandantes das Organizações Militares subordinadas.

 

Fonte: EB

 

Cabo é atingido por disparo acidental no Rio

O Exército informou em nota que ontem, por volta das 21 horas, o cabo Vitor Hugo da Silva Veiga, do 15º Regimento de Cavalaria Mecanizada, foi atingido por um disparo acidental da própria arma no interior do alojamento de cabos e soldados da Força de Pacificação, no Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro.

O militar está internado em estado grave no Hospital Central do Exército, onde foi operado. Um Inquérito Policial Militar (IPM) foi aberto para apurar as circunstâncias do ocorrido. Em janeiro, o soldado Irving Vianna Martins dos Santos morreu após um disparo acidental quando patrulhava uma das favelas do Complexo do Alemão.

FONTE: Agência Estado

Em visita ao Brasil, ministro da Defesa chileno, Andrés Allamand, propõe cooperação nas áreas estratégica e industrial

Brasília, 25/10/2011 — O ministro da Defesa da República do Chile, Andrés Allamand, quer usar a experiência brasileira para montar um plano de fronteiras para seu país. A solicitação foi feita no encontro com o ministro da Defesa, Celso Amorim, durante almoço de trabalho na tarde de hoje, em Brasília.

Lançado em junho, pela presidenta Dilma Rousseff, o Plano Estratégico de Fronteiras foi desenvolvido para combater o narcotráfico, o tráfico de pessoas e o contrabando de armas. Em apenas quatro meses, a iniciativa apresentou resultados expressivos.

“Temos problemas semelhantes e podemos nos beneficiar do trabalho desenvolvido pelo Brasil”, afirmou Allamand, que viajou, em seguida, para Manaus para conhecer os sistemas de Proteção (Sipam) e de Vigilância da Amazônia (Sivam).

Durante o encontro, o ministro Celso Amorim prometeu dar todo o apoio necessário ao futuro programa chileno, que se encontra em fase de elaboração. O modelo brasileiro envolve o uso integrado de veículos aéreos não-tripulados, satélites de sensoriamento remoto, radares de terra e aviões de vigilância eletrônica e de reconhecimento.

Cooperação industrial

No almoço, os dois ministros discutiram também a possibilidade de incrementar a cooperação industrial nas áreas naval e de manutenção de blindados.

Celso Amorim solicitou ao secretário de Produtos de Defesa, Murilo Marques Barbosa, uma breve explanação sobre as medidas de incentivo ao setor, recentemente promulgadas em medida provisória.

Após a apresentação, o secretário ressaltou a necessidade de maior integração dos países da América do Sul na produção militar e dual: “Todos devem se beneficiar com o aparelhamento da indústria de defesa do subcontinente.”

Presente também à reunião, o comandante da Marinha, almirante de esquadra Júlio Soares de Moura Neto, lembrou que os estaleiros chilenos já realizam alguns trabalhos de manutenção em navios brasileiros e destacou a necessidade de uma maior cooperação entre as duas esquadras.

Haiti e estratégia

No decorrer da conversa, Andrés Allamand mencionou também a questão do Haiti, para onde o Chile, à semelhança do Brasil, enviou efetivos militares para compor a missão das Nações Unidas para a estabilização do país (Minustah). O ministro chileno destacou a necessidade de uma política integrada na nação caribenha. Ele acredita que sejam necessários entre cinco e dez anos para o final da missão. “Mas uma coisa tem que ficar certa. Não sairemos um dia antes e nem permaneceremos um dia depois do Brasil”, garantiu.

O ministro chileno terminou a conversa com dois convites ao colega brasileiro. Solicitou que Celso Amorim mostre a experiência da Estratégia Nacional de Defesa em seu país e, em seguida, visite a Antártida.

O ministro brasileiro aceitou os convites e propôs que haja um maior intercâmbio de pessoal entre os centros tecnológicos militares e de estudos estratégicos dos dois países.

FONTE: Ministério da Defesa

Participação no evento é aberta e gratuita. As inscrições podem ser feitas até o dia 6 de novembro

Brasília, 25/10/2011 - Tema em ascensão na agenda pública, a indústria nacional de defesa será o tópico a ser debatido na 11ª edição do Encontro Nacional de Estudos Estratégicos (XI ENEE), que acontece entre os dias 16 e 18 de novembro, no Rio de Janeiro.

O evento, promovido pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), em parceria com o Ministério da Defesa, vai discutir políticas e perspectivas da indústria de defesa brasileira, abordando questões de interesse global do setor.

O objetivo, segundo os organizadores, é produzir insumos para a implementação de políticas públicas mais eficazes na área de defesa. O setor, que recentemente recebeu incentivos do governo para fomentar sua indústria de base, tem função estratégica para o país – tanto pela capacidade de incentivar as cadeias industriais de alta tecnologia, quanto pela pesquisa, desenvolvimento e inovação conduzidos em áreas sensíveis.

Além de reunir civis e militares em torno de uma agenda de interesse do Estado, o encontro pretende ampliar a participação de diferentes segmentos da sociedade em assuntos de defesa. Para tanto, irá reunir, num mesmo espaço, servidores públicos, autoridades, especialistas, acadêmicos, estudantes, membros da comunidade científica e representantes de organizações não governamentais e do setor privado.

Histórico

Idealizado como ambiente de discussão de questões estratégicas para o país, o ENEE teve sua primeira edição em 1994. Em 1998, um conjunto de instituições acadêmicas promoveu o último dos encontros da série, em bases mais modestas do que as primeiras edições, dado o esvaziamento da Secretaria de Assuntos Estratégicos – processo que resultou em sua extinção, em 1999.

Nesse meio tempo, por estímulo da antiga Secretaria de Estudos e de Cooperação do Ministério da Defesa, os encontros foram retomados anualmente. Desde 2005, as Escolas de Altos Estudos Militares e o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI/PR) organizaram cinco encontros. Em 2010, a organização do ENEE voltou a ficar sob responsabilidade da SAE/PR, recriada em 2008, o que realça o caráter multidisciplinar do evento.

Inscrições

A participação no XI ENEE é aberta e gratuita, mas as vagas são limitadas. As inscrições podem ser feitas até o dia 6 de novembro, por meio do site do XI ENEE.

Confira, abaixo, a programação do evento.

Dia 16 de novembro, quarta-feira

 

HORÁRIO
ATIVIDADE
13h-15h Credenciamento
15h-15h15 Boas-vindas do anfitrião
15h15-16h15 Abertura solene
16h15-18h Painel 1 – O Livro Branco de Defesa Nacional e a Base Industrial de Defesa no BrasilEste painel será um espaço para o Ministério da Defesa abordar o capítulo 5 do Livro Branco de Defesa Nacional, cujo tema é “Transformação da Defesa Nacional: resultados e impactos”, com ênfase no desenvolvimento da Indústria de Defesa.
18h-19h30  Confraternização

 

Dia 17 de novembro, quinta-feira

HORÁRIO ATIVIDADE
09h-10h45 Painel 2 – Indústria nacional de produtos de defesa: repercussões para o desenvolvimento econômico, social e tecnológico do BrasilNeste painel, pretende-se abordar os impactos da indústria de defesa para o desenvolvimento nacional, nas vertentes econômico-social (buy Brazil, emprego e renda, infraestrutura) e tecnológica (arrasto tecnológico e tecnologias duais).
10h45-11h15 Intervalo
11h15-13h Painel 3 – A indústria de defesa brasileira no contexto internacional:- Mecanismos de compensação comercial, tecnológica e industrial
- Transferência de tecnologias
- Integração da BID na América do Sul e conquista de mercados externos

As vertentes deste painel são os acordos com países desenvolvidos e as possibilidades de compensação comercial, tecnológica e industrial. Atenção especial será dada também à capacidade brasileira de absorver as tecnologias recebidas, ao papel do Brasil na integração da BID na América do Sul e à conquista de mercados externos.

13h-14h30 Almoço
14h30-16h15 Painel 4 – Índice de nacionalização de produtos de defesa- seleção de tecnologias estratégicas
- mecanismos de proteção de tecnologias críticas e propriedade intelectual
- estímulo à inovação

Este painel discutirá critérios para seleção de tecnologias a ser importadas e desenvolvidas nacionalmente. No caso das desenvolvidas no Brasil, buscar-se-á, também, abordar mecanismos de proteção de tecnologias críticas, de propriedade intelectual e estímulo à inovação.

16h15-16h45 Intervalo
16h45-18h30 Painel 5 – Recursos humanos: desafios e soluções para a indústria nacional de defesaEste painel buscará discutir formas de enfrentamento do problema de recursos humanos, desde o despertar do interesse de jovens estudantes para áreas de interesse da indústria de defesa, até políticas de retenção de mão de obra qualificada.

Dia 18 de novembro, sexta-feira

HORÁRIO ATIVIDADE
09h-10h45 Painel 6 – Ações do Governo Federal para o desenvolvimento da Indústria de Defesa do BrasilEste painel terá um foco mais direto nas ações de governo. O objetivo é que os ministros de estado das pastas da Defesa, da Fazenda, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e da Ciência, Tecnologia e Inovação discutam formas de reorganizar as ações de defesa em prol de um grande programa de estímulo da base industrial de defesa brasileira.
10h45-11h15 Intervalo
11h15-12h Painel 6 – Debates
12h-12h30 Conferência de encerramento
12h30-12h45 Encerramento e entrega de certificados

 

Assessoria de Comunicação
Ministério da Defesa
(61) 3312-4070

A Otan (Organização do Tratado de Atlântico Norte) decidiu adiar para o dia 28 deste mês a reunião que discutirá o encerramento das operações militares na Líbia.
Segundo o secretário-geral da entidade, Anders Fogh Rasmussen, a intenção inicial era acabar com as ações militares no dia 31 de outubro. No entanto, o Conselho Nacional de Transição do país pediu para que a data seja prorrogada por pelo menos um mês.

Segundo a TV Al-Jazeera, um funcionário do Conselho de Transição confirmou que os corpos do ex-líder líbio Muammar Gadhafi e de seu filho foram enterrados em um lugar secreto na madrugada de ontem (25). (Por Li Mei)

FONTE: CRI Online

 No dia 20 de outubro, a 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea realizou a Operação “O SOL É CZA III”, um exercício de defesa antiaérea com tiro real no Campo de Instrução de Formosa, na Região da Pedra de Fogo, em Goiás. Participaram desse exercício cerca de 300 militares dos cinco Grupos de Artilharia Antiaérea do Exército Brasileiro e um grupo de militares alemães convidados.

Inicialmente, o canhão BOFORS L70 efetuou disparos em alvos aéreos, operado manualmente pela 1ª Bateria de Artilharia Antiaérea, e, em um segundo momento o Sistema EDT FILA, unidade que realiza a busca, detecção, identificação e acompanhamento de alvos aéreos, forneceu elementos de tiro, guiando o canhão na realização dos disparos.

Na sequência do exercício, foram realizados tiros do míssil IGLA-S, projetado para ser transportado e operado por apenas um soldado. O míssil possui um sistema de orientação infravermelha, que tem por finalidade apreender e, automaticamente, acompanhar um alvo usando sua irradiação térmica.

Fazendo parte de uma demostração, a viatura antiaérea blindada GEPARD, de produção alemã, realizou disparos em alvos terrestres e aéreos. Essa viatura possui um alcance de utilização de 5.000 metros, realiza a defesa antiaérea a baixa altura com seus canhões de 35mm e possui condições de instalar dois suportes de lançamento de mísseis, flexibilizando seu emprego. Após o exercício de tiro, os convidados puderam visitar uma Exposição de Materiais de Emprego Militar de Artilharia Antiaérea de empresas participantes do evento.

Participaram do exercício  o Comandante de Operações Terrestres, General-de-Exército Américo Salvador de Oliveira, o Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia, General-de-Exército Sinclair James Mayer, o Comandante Militar do Planalto, General-de-Divisão Araken de Albuquerque, o Comandante da 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea, General-de-Brigada Marcio Roland Heise, autoridades civis, militares e convidados.

Fonte/Fotos: EB

Em outubro, o 53º Batalhão de Infantaria de Selva realizou a Operação Pegasus com aeronaves Super Puma do 4°Batalhão de Aviação do Exército (Manaus/AM). A operação visou ao adestramento em infiltração aeromóvel, assalto aeromóvel e defesa circular.

 

Fonte: EB