No dia 16 de novembro, o Regimento (batizado de “João Manoel” e baseado em São Borja/RS) realizou prática de tiro com o canhão 90 mm da viatura blindada de reconhecimento (Cascavel). O efetivo profissional da OM pôde aprimorar seus conhecimentos e as técnicas de tiro com o exercício.

Fonte: EB

 

De 17 a 21 de outubro, a 21ª Bateria de Artilharia Antiaérea Pára-quedista (OM baseada no Rio de Janeiro e equipada com misseis russos “Igla”) participou da Operação da 1ª Brigada de Artilharia Anti-Aérea  (1ª Bda AAAe). O evento contou com a participação de OM de artilharia antiaérea, da Escola de Artilharia de Costa e Anti-Aérea (EsACosAAe), e de militares e civis estrangeiros.

 

Fonte: EB

 

‘Não se trata de salvar o povo, mas de salvar o Euro’!

MANUEL CASTELLS

  1. O problema não é a complexidade da crise, mas a democracia. O que os políticos mais temem nesses momentos é que os substituamos, que roubemos deles esse poder delegado que mantêm, por um mecanismo controlado de eleições entre opções enquadradas nos limites do sistema, e legitimadas pela mídia.
  2. Na realidade, não se trata de salvar o povo, mas de salvar o euro, como se fossem a mesma coisa. Por que tanto interesse? E de quem? Porque dez dos 27 membros da União Europeia vivem sem o euro e algumas de suas economias (Reino Unido, Suécia, Polônia) são muito mais sólidas que a média da União Europeia? Defender o euro até o último grego é a primeira linha de defesa para uma moeda que está condenada porque expressa economias divergentes e que não têm um estado que a respalde. Com Portugal e Irlanda na UTI, a Espanha na corda bamba, e uma Itália em permanente crise política e endividada até o pescoço de seu ex-líder, a defesa franco-germânica do euro tem outras explicações.
  3. A primeira razão é obvia: salvar os bancos, principalmente os alemães e franceses, que emprestaram sem garantias para a Grécia e aos demais PIGS (Portugal, Itália, Grécia e Espanha) mediante a manipulação de contas praticada, pelo menos no caso da Grécia, pela consultoria da Goldman Sachs (certamente, deve ser simples coincidência que Draghi, o novo presidente do Banco Central Europeu também foi empregado da Goldman Sachs). De início, já aceitam que precisarão esquecer 50% da dívida da Grécia. Mas os outros 50% têm que ser tirados do sangue, suor e lágrimas dos gregos, para que o não pagamento não acabe impune.
  4. Quebram os países para que os bancos não quebrem. Mas por que se faz isso? No fim, os Merkozy [Merkel e Sarkozi] não são funcionários dos bancos. Têm seus interesses políticos, nacionais e pessoais. A Alemanha necessita realmente que o euro seja a moeda europeia e que seus sócios não possam desvalorizá-la. Porque o modelo de crescimento alemão é na realidade, o mesmo que o chinês: crescer por meio de exportações favorecidas por uma moeda subvalorizada. Se houvesse um euro-marco forte, a Alemanha perderia mercados na Europa perderia competitividade em relação a exportações espanholas ou italianas.
  5. Mas há outra dimensão político-pessoal. Tanto Merkel quanto Sarkozy precisam estabelecer sua liderança europeia por razões de política interna e por projeto de grandeza nacional que é preciso disfarçar, para não despertar velhos fantasmas. E as outras elites políticas europeias? O sentimento de serem europeus, em um mundo em mudanças desde a América do Norte até a Ásia, dá-lhes a impressão de ser algo mais que produtos aldeanos do aparato de partido que tanto desprezam.
  6. E o sonho europeu? Ele pode ser construído com as pessoas, amando-nos uns aos outros, em vez de ver quem para a conta. Quando pensar em euro, pense fraude. Quando pensar em Europa, pense amigos.

FONTE: La Vanguardia, 20/11, via Ex-Blog do Cesar Maia

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Corrupção entre Brasil e China

Vale a pena ouvir, o problema é sério.

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Recentemente, na cidade russa de  Tambov, houve um encontro de forças antiterroristas daquele país. O evento foi composto de quatro fases. No primeiro, veículos penetraram os limites de uma unidade militar, e duas pessoas foram apreendidas, uma com documentos falsos e outra suspeita de atividades ilícitas. Na fase seguinte foram avaliados equipamentos militares, com o estágio seguinte ocorrendo numa arena esportiva, no qual foi executada a retomada do local em posse dos ”terroristas”. A fase final foi integrada por exibição de tais elementos.

FONTE: Ministério do Interior da Rússia (MVD)

 

De 7 a 11 de novembro, o 28º Batalhão de Infantaria Leve (OM baseada em Campinas/SP) realizou o Estágio de Área de Operações Militares em Ambiente Urbano. O estágio reuniu oficiais e sargentos de Organizações Militares do CMSE e teve por finalidade atualizar e padronizar conhecimentos e procedimentos técnicos e táticos a serem utilizados por pequenas frações nas operações militares em ambiente urbano.

FONTE: EB