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Sikorsky: 257 helicópteros UH-60 Black Hawk ao US Army por US$ 3,8 bilhões

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UH-60M Black Hawk e HH-60M MEDEVAC

HUNTSVILLE, Ala., 30 de junho de 2017 — O governo dos EUA e Sikorsky, uma empresa da Lockheed Martin, assinaram um contrato de cinco anos para que 257 helicópteros H-60 ​​Black Hawk sejam entregues ao Exército dos EUA e clientes de vendas militares estrangeiras (FMS). O contrato plurianual produzirá economias significativas para o governo dos EUA em comparação com a compra da mesma quantidade em cinco acordos anuais separados.

O contrato “Multi-Year IX” para as aeronaves UH-60M Black Hawk e HH-60M MEDEVAC marca o nono contrato de vários anos para a Sikorsky e o governo dos EUA para helicópteros H-60. O valor do contrato para entregas esperadas é de aproximadamente US$ 3,8 bilhões e inclui opções para mais 103 aeronaves, com o valor total do contrato potencialmente atingindo US$ 5,2 bilhões. As quantidades reais de produção serão determinadas ano a ano ao longo da vida do programa com base nas alocações de financiamento estabelecidas pelas prioridades de aquisição do Congresso e do Pentágono. As entregas estão programadas para começar em outubro deste ano e continuar até 2022.

Os helicópteros UH-60M/HH-60M são o mais recentes e mais modernos de uma série de variantes Black Hawk que a Sikorsky entregou ao Exército desde 1978. Eles fornecem carga útil e alcance adicionais, aviônica digital avançada, melhores qualidades de pilotagem e consciência situacional, controle de vibração ativa, capacidade de sobrevivência aprimorada e produtividade melhorada.

“Quatro décadas de produção, forte execução de programas e entrega em nome dos combatentes, juntamente com uma grande acessibilidade para o contribuinte, foram as pedras angulares deste programa”, disse Sam Mehta, presidente da Defense Systems and Services, Sikorsky. “Este contrato nos permite continuar a apoiar as importantes missões que o Black Hawk executa como aeronave utilitária e evacuação médica (MEDEVAC) no inventário do Exército dos EUA”.

O Coronel Billy Jackson, Gerente de Projetos da Utility Helicopters, declarou: “Este contrato fornecerá aos nossos exércitos, serviços irmãos e aliados helicópteros modernizados de última geração para completar missões cruciais e salvar vidas. Além disso, esse esforço estabilizará nossa fabricação e controle dos custos de longo prazo e, em última análise, oferece economias significativas ao contribuinte “.

FONTE: Lockheed Martin

30 COMMENTS

  1. Obaa……tem mais vindo atraves do FMS, enquanto isso tome mais H 225 c as suas restricoes de uso (voo), mais uma entubada nas FAs……

  2. Oba nada, 150 desses 257 já estão reservados para a Arábia Saudita, esse era um do itens comprados pelos Sauditas naquele mega contrato de 110 bilhões de dólares que o Trump assinou

  3. E vocês viram o custo unitário???? Pouco mais de 14 milhões de dólares, enquanto a Kombi versão furgão anda em 45 milhões de euros….

    G abraço

  4. Juarez 3 de julho de 2017 at 20:43

    Mas Juarez, parece haver um intenção de adquirir mais alguns Black Hawks, por parte do EB.

    Forte abraço

  5. kkkkkkkkkkkkkkkk Caramba…U$ 14 mi por unidade.

    E tem gente que defende o mega hiper super matador assassino killer da Helibrás.

    Brasileiro merece capim mesmo.

  6. E o pessoal brigando na outra postagem, ousando dizer que o EB deveria comprar mais heli russo ou tiger ou mangusta pra atender ao SISFRON.

    A cada um dos citados, daria para comprar um blackhawk para o SISFRON e outro battlehawk para o EB. Mas NÃO, “tem que ter TOT e fabricação local”.

  7. Juarez, nosso problema é estrita e unicamente político, dinheiro tem aos montes porém está tudo em poder dos partidos/gangues/máfia que nos governam.
    Se fossemos um país que da o minimo valor a suas riquezas nós estaríamos em outro patamar em defesa e equipamentos militares, nacionais ou não !!!

  8. Oganza a escala da Kombi e a seguinte:

    A cada dez horas de operação, para,abre a carenagem que protege a transmissão, faz coleta e inspeção de óleo e filtros. Parece que a FAB vai desenvolver um andaime desmontável que possam fazer inspeções em qualquer lugar, falta agora combinar com nossos possíveis inimigos, uma tregua a cada 10 horas para poder fazer o serviço.
    Jesus tá vendo Oganza .

    G abraco

  9. Em reportagem publicada ne Revista Força Aérea nº 105, o comandante do 3°/8° GAV afirmou que inspeções periódicas conrinuam sendo feitas. Logo, deduz-se que essas paradas a cada 10 horas para verificar o óleo continuam sendo feitas. Razão para o Juarez. Já imaginaram um heli de combate ter que parar com essa periodicidade, em uma operação real? Simplesmente inexplicável do ponto de vista operacional. E tem quem defenda essa aeronave.

  10. Duvido que venderiam pelo mesmo preço ao Brasil.
    Pois vender aos EUA é uma coisa, exportação é outra.
    Mas se fosse pelo mesmo preço, compra logo uns 200 que ta muito barato.
    Abraços

  11. Renan, das 257 células, 100 são para os Sauditas, então vamos desmistificar mais este mito criado pela igreja esquerdopatal do aloprados e saudosistas de Tche Guevara.
    Se nós qusessemos ir na carona, custaria exatamente a mesma coisa, porque:
    Porque no FMs você compra o equipamento pelo mesmo preço que o governo americano para a Sikorsky.

    g abraço

  12. EB e FAB poderiam estar hoje muito bem equipados com UH-60M e Chinook Fox… Mas a cumpanheirada gosta mesmo é de Mi-35 e H225M.
    .
    A MB é a mesma coisa… Poderia estar com Merlin e Super Lynx (Futuramente Sea Hawk ou Wildcat), mas tem uma sopa de asas rotativas por conta da Kombi.
    .
    E a helibras?
    Leva a maior parte do bolo, que corresponde as aeronaves leves, que são boas e que realmente vendem no mercado civil.

  13. Infelizmente a média do Brasileiro é pão dura ou pobre. O ricos não investem, gastam, e os pobres se desdobram para comer. E, sim, embora isto seja uma característica do capitalismo, há o que explora o trabalho e o que trabalha para explorar (duas necessidades da sociedade natural) na sociedade brasileira os efeitos maléficos deste capitalismo é piorado no egoísmo e falta de associativismo, advindo da desconfiança mútua que existe entre pares brasileiros. Aqui a regra não é cumprida, muitas vezes. Muita malandragem, banditismo e os piores percursos para se ganhar o dinheiro. Então há uma desconfiança geral, uma falta de patriotismo e gerência dos próprios atos para beneficio da coletividade ao invés de a si mesmo. Os altos preços que o povo paga para ter os péssimos serviços e produtos, demonstra a total irresponsabilidade dos agentes públicos para com a existência do país. Eu não sei se os helicópteros da Helibras são tão bons que mereçam tão elevado preço, ainda pago, nem sei se os helicópteros produzidos pela Sirkorsky são tão inferiores, ou, por justiça, são mais baratos devido à condição situacional de tempo e oportunidade, que fez o preço cair, mas é fato que há um disparate. Se não houvesses lei tão engessantes, ou um processo tão miraculosamente demorado, estes helicópteros da Helibras deveriam ser cancelados, devolvidos, com as forças indenizadas. Se fosse um país sério…

  14. Quem sabe alguém do exército com peito e brio devolve as “kombi” e força uma delação premiada ( com perdão total de suas penas) de algum Frances politicamente correto (talvez filado ao GreenPeace, ou ao movimento LGBT), resolve fazer uma delação premiada que desmascare algumas figurinhas da nossa política ( talvez já desmascarados, mas ainda sabem fazer carinha de santo) e até mesmo, a própria podridão francesa, de não apenas corromper, como estimular a perpetuação de nossa terceiro-mundice?

  15. Tinha que aparecer alguém com culhão e vender a Kombi com 50% de desconto. Liquidação total. Pega a grana, inteira, e compra 100 desses aí mais uns 10 Chinooks. Passa a régua. Deixa a helibrás se virar no mercado civil.

  16. A questão que surge de maior interesse pra nós é a seguinte: estes aparelhos irão somar ou em alguma medida serão substitutos de outros que darão baixa?

    Se houver substituição em alguma medida, haverá helicópteros 60 sendo baixados, postos em reserva ou quiçá liberados para venda, e apreços menores. Ai nos surge a oportunidade de completar dotação da FAB e mobiliar o CMN com aeronaves.

  17. Um detalhe: como ha essa limitação de apenas 10 horas de voo entre trocas de oleo da MGB, as (poucas) unidades dotadas de lança para reabastecimento nem sequer poderao ser utilizadas in totum. Afinal, o pressuposto seria reabastece-las em voo COM Combustível para um periodo de, digamos, ao menos umas 6 horas uteis. Talvez o KC390 tenha uma cesta especifica para transferir oleo .lubrificante e detergente para lavar a MGB em voo…
    Eu concordo: deveria ser pago uma indenizaçao as FFAA, principalmente devido ao risco que sao expostos as tripulações e demais usuarios, e substituidas TODAS as MGBs por novas; ou mandar pra sucata mesmo e comprar os BH.

  18. Como eu escrevi em outro post, as “kombi” das 3 Armas deveriam ser transladados para Itajubá e lá permanecerem groundeados até a solução definitiva do problema do MGB. Até lá, nada de receber os heli remanescentes e não pagar mais nada ao fabricante.

  19. Rommelqe 5 de julho de 2017 at 16:01

    Prezado Rommelqe, me permita faconar teu post para poder explicar algumas coisas:

    Um detalhe: como ha essa limitação de apenas 10 horas de voo entre trocas de oleo da MGB, as (poucas) unidades dotadas de lança para reabastecimento nem sequer poderao ser utilizadas in totum. Afinal, o pressuposto seria reabastece-las em voo COM Combustível para um periodo de, digamos, ao menos umas 6 horas uteis.

    Ja´fiz esta pergunta também e recebi como resposta um silêncio sepulcral.

    Talvez o KC390 tenha uma cesta especifica para transferir oleo .lubrificante e detergente para lavar a MGB em voo…

    Meu amigo, me permita te corrigir, não existe fluído que detergente para limpar transmissões em funcionamento, a forma de fazer isto, se você encontrar limalhas no filtro ou no lubrificante, o negócio é desmontar e tentar descobri via análise óleo(que vai te dizer o que tem no óleo, poder ferro, poder ser cobre, níquel, em fim) e uma inspeção visual e com espectrômetro.

    Eu concordo: deveria ser pago uma indenizaçao as FFAA, principalmente devido ao risco que sao expostos as tripulações e demais usuarios, e substituidas TODAS as MGBs por novas; ou mandar pra sucata mesmo e comprar os BH.

    É a vontade de Deus, mas…..

    G abraço

  20. Prezado Juarez, so pra deixar claro para os demais foristas, porque sei que vc sabe que esse negocio de detergente bombeado do KC para o 225 era so de sacanagem mesmo, ha uma recomendação absurda de fabricantes no sentido de injetar glycol na MGB para refrigera-la em uma eventual emergencia. Mas vejam que o Juarez pode sim faconar, sem problema nenhum. Ele é um dos poucos aqui que tem experiencia direta operando essas maquinas. Concordo contigo tchê. Grande abraço.

  21. Tchê, tem um maluco na forunsândia que deu corda para este troço, mas é o seguinte se a pressão e por consequência a temperatura subirem, injetar mono etileno glicol só vai piorar algo que já está muito ruim, vai baixar o ponto uilgor da lubrificante, vai reduzir seu grau de viscosidade e vai espumar dentro do carter da transmissão, como diria aquele autor holywoodiano:

    A tempestade perfeita para a desgraça que se sucederá….

    G abraço.

  22. Alguém me responde, por favor.
    4 bilhões não é nada para nosso país visto os 300 bilhões deviados da lava jato.
    Porque não se compra um lote deste eleicopteros dos mais variados modelos.
    E as “kombis” ao meu ver seria útil a transporte de políticos, ou SAR.
    Pois 10 horas é bastante tempo para ações não militares.
    Os políticos podem ser transportados após 9:30 de operações. ASSIM resolveria os dois problemas, perdendo aeronaves e políticos junto.
    Os pilotos deveriam ser tratados como heróis pelo sacrifício.
    Abraços.

  23. Renan

    Não se compra helicópteros dos mais variados modelos, o ideal é ter uma base comum, por isso os Black Hawks são tão bons, existe Black hawk pra tudo.

    Além disso, 4 bilhões realmente não é nada para o Estado brasileiro, mas o problema é que esse Estado tão rico esta endividado até o pescoço de tão inchado, logo a defesa sempre fica em último plano (por isso não desenvolvemos tecnologia)

    Na época da END um mantra era repetido, inclusive para nos empurrar os Rafale, ~as compras são políticas, não técnicas~ e é isso, os caracal foram escolhidos por causa da tal ~parceiria estratégica~ que não serviu de nada além de lesar e aleijar nosas forças armadas, a questão dos helicópteros é uma, os Scopene são um problema ainda maior por serem muito mais sensíveis, extremamente caros, defasados e com uma infinidade de melhores projetos por ai. Inclusive, a EMBRAER poderia ter se dado muito bem caso as compras militares fossem baseadas em critérios técnicos, a Embraer deixou de fimar acordo para fabricação de helicópteros tanto da Agusta, como da própria Sirkorsky, em benefício da helibras dos irmãos Vianna.

  24. Hélio,
    No trecho que diz ” um lote deste”, tentei me referir ao modelo da matéria halk, do mais variados tipos, pois não conheço todos.
    Mas meu português é péssimo, por isto não consegui transmitir a mensagem corretamente.
    Desculpas.
    Mas 4 bilhões não é nada.
    Uma única canetada após a posse do atual governo. O mesmo subiu o gasto com aumento de salário do judiciário em 36 bilhões.
    Em outras ele elevou o rombo de 2016 de 40bi para 175 bilhões.
    4 bilhões não é nada, vito que em um mês o cara gastou 135 bilhões, para ter direito de ser presidente do Brasil.
    4 bilhões é trocado.
    Abraços

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