Home Infantaria Brigada Guarani realiza Operações Gralha Azul e Iguaçu

Brigada Guarani realiza Operações Gralha Azul e Iguaçu

4691
82

Exercícios promovem adestramento avançado e experimentação doutrinária da Infantaria Mecanizada

Rosário do Sul (RS) — No período de 29 de outubro a 10 de novembro, a 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada (15ª Bda Inf Mec), “Brigada Guarani”, promove as Operações Gralha Azul e Iguaçu, que consistem em adestramento avançado e experimentação doutrinária da Infantaria Mecanizada. Os exercícios ocorrem no Campo de Instrução Barão de São Borja, em Rosário do Sul (RS).

Nesse contexto, entre os dias 25 e 28 de outubro, ocorreu o deslocamento de cerca de 1.500 militares e de 280 viaturas para aquela região, incluindo as Viaturas Blindadas de Transporte de Pessoal Média Sobre Rodas (VBTP-MSR) Guarani.

De 29 de outubro a 4 de novembro, durante a Operação Gralha Azul, será conduzido o Programa de Adestramento Avançado da Brigada, com ênfase nas formas de manobra Defesa de Área e Retraimento.

Em uma segunda fase, de 5 a 10 de novembro, acontecerá a Operação Iguaçu, em prosseguimento à Experimentação Doutrinária da Brigada de Infantaria Mecanizada, conforme o que prevê o Projeto de Implantação das Brigadas de Infantaria Mecanizada no Exército Brasileiro.

FONTE: Exército Brasileiro

82 COMMENTS

  1. Gostei do nome: Op Gralha Azul. Bem Paranaense!! Só não dá pra gostar desses jipinhos aí da cavalaria. Muito desprotegido e desarmados para a missão de exploração.

  2. Observar alguns guarani sem torre. Muito boa a adaptação de colocar as mochilas no lado externo. Billy, isso ai é o que tem para reconhecimento da CAV e sairam muito caro inclusive, mas bem menos do que um veiculo blindado como o IVECO que seria o ideal. Também é melhor que o jeeps de 1940 que antes eram usados. É a nossa realidade.

    Saicã esta época é como um deserto, quente de dia e frio de noite, com grande amplitude térmica.

  3. Aldo, refere-se ao veiculo feito em conjunto com a argentina? é mais um veiculo para SOF, leve, sem blindagem e sem possibilidade de colocação de armamento em melhores condições que uma viatura destas.

  4. Alguém saberia me dizer quantos EE-9 operacionais o EB ainda possui, e se eles serão em algum momento modernizados? Also, mesmo atualizados, veículos leves de reconhecimento armado como o cascavel ainda possuem alguma utilidade no campo de batalha moderno que compense opera-los? Desde já, grato.

  5. Colombelli,
    Qual a doutrina de utilização de veículos de reconhecimento (não me refiro aos do EB, mas de modo geral). Até onde eles vão? Não seria melhor unidades de infantaria infiltrada? Ou UAVs e helicópteros?

  6. Na oitava foto o militar está equipado com shemag e capacete Ops Core. É comum a participação de operadores nesse tipo de exercício ou esse equipamento também tem sido adotado por outras unidades?

  7. Parece que o EB acordou nesses últimos tempos, pela quantidade de exercícios de várias Unidades diferentes, e o nº de Blindados envolvidos é muito grande. Será que a Inteligência tem alguma informação secreta de suposta invasão?!!….E ainda tem a Amazon Log que começará semana que vem, com Tropas Internacionais, na Tríplice Fronteira. Vamos que vamos!

  8. Mais uma vez esta equivocado sobre isso prezado amigo Delfin. Procura e tu veras que estes exercícios são feitos anualmente, inclusive ano passado teve igual. Aliás, se fosse o caso ali dentro estão muitos “farroupilhas”, pode ter certeza, e falo como quem ainda tem contato com o meio. Maioria dos exercícios é por aqui pelo singelo motivo que boa parte das unidades operacionais do EB (8 brigadas) estão no sul, incluindo todas as unidades blindadas e 3 das quatro brigadas de cavalaria mecanizada, e porque o Saicã é unico campo que comporta este desdobramento juntamente com Formosa-GO. Estas teorias de conspiração de “recados” ou finalidades nos exercícios são afirmações infundadas e soam como passiveis de escarnio.

    Seal, como acabei de dizer, estes exercícios são tradicionais no fim de ano, Normalmente são 11 grandes exercícios, incluindo ainda a operação Saci, exercícios da aeromóvel, uma operação grande no norte e uma da brigada C Mec de MS. E pra curiosidade, na verdade estes exercícios costumavam ser maiores. É só impressão que hoje haja mais efetivo ou viaturas.

  9. Ainda penso ser muita coincidência todos estes treinamentos com tantas e diferentes unidades e com muitos efetivos e veículos nas barbas da Amazon Log parece mais preparação para algo maior (quem sabe um passeio pela Venezuela pra chutar uns maduros, digo malucos e libertar o povo para fazer seu país crescer novamente).

  10. colombelli 1 de novembro de 2017 at 19:31
    Tomara que seja mesmo. É vdd que vc comentou. Já fizemos exercícios bem maiores com 3 Divisões, quase 10.000 soldados, 40 aviões da FAB, sendo 12 deles supersônicos, dos quais 6 deles era o Mirage 2000, se não me engano, a Operação Laçador 2009. Até alguns países como o Paraguai e a Argentina se sentiram incomodados e houve muitas reclamações. Sds.

  11. Tomcat, o Brasil jamais iria se meter em algo contra a Venezuela, pois nada temos a ganhar, violaria nossa Constituição e tratados interancionais e não somos necessários. EUA e Europa tem bases bem melhores nas Guinas e Suriname. Amazon Log nada tem a ver com a situação da Venezuela. Faz muito tempo que está seno planejada. Teve sim aquele ida de um M-60 pra Roraima. Este foi um recado mas não porque Venezuela focasse o Brasil, mas porque poderia tentar algo no Suriname como forma de distração da crise.

    Exato Seal. na década de 80 o desalocamento para o Saicã era uma marcha para o combate de 100km pela “faixa de Rosário” (hoje asfaltada) saindo de Santa Maria. Quando eu participei em 2006 o 8º R C Mec estava inteiro ( pelo menos umas 80 viaturas). So infantaria eram 30 M-113. Hoje o que tem ocorrido é que além da tropa no terreno temos exercícios de simulação virtual e ainda exercícios na carta, nível estado maior, que minimizam a necessidade de tropa no terreno.

    Augusto, aparentemente as Brigadas mecanizadas por hora manterão a mesma estrutura das de infantaria motorizada, ou seja, e batalhoes mecanizados, um esquadrão C Mec, uma Bia AA. uma Cia Com, uma Cia de Engenharia, uma Cia comando, um pel PE e um B Log.

  12. Colombelli, eu já li um tempo atrás de q o EB estava atrás do Caesar para essas novas Brigadas de infantaria, procede ? Não parece meio devaneio pra nossa realidade?

  13. Será que um guarani aguenta um tiro de RPG? Ou uma rajada de .50?

    Ele me parece ser tão frágil, diferente das VBTP que eu vejo no estrangeiro.

  14. Perguntar nao ofende…….e a defesa AAA……….sem esse treinamento conjunto , de outra perspectiva todo esse equipamento nao dura um par de horas num confronto serio. Armas anti tanque estao a centenas hoje em dia nas maos de qualquer milicia ou exercito.

  15. Augusto, estavam estudando sim, mas o preço dele é exorbitante. É faixa de 6 milhões de dolares pra cima. Totalmente impraticável. Marcos, um RPG pode por fora de ação até um MBT. uma ponto .50 com certeza a frontal suporta.
    Celso, frente às nossas ameaças, uma taque aéreo contra forças móveis é pouco provável e há defesa orgânica nas OM. Quando ao s misseis realmente estão disseminados e são baratos. Contra eles melhor tática é um bom reconhecimento de cavalaria ou pelotão de reconhecimento ds unidades blindadas, uso de VANTs e tropa a é dando cobertura.

  16. Bosco 1 de novembro de 2017 at 18:02
    O reconhecimento da Cavalaria é mais ostensivo. Ele passa pelo eixo q se quer reconhecer muito à frente da força para qual ele atua. E quando acha o Ini, normalmente o engaja, e fixa ele se for de grande valor, permanecendo como Força de Cobertura, até q a “massa” das forças se aproximem, ou montem a defensiva. Além disso, é normal a cavalaria Mec realizar reconhecimento “pelo fogo”, fazendo com q o inimigo utilize suas armas, principalmente de apoio, para q seu dispositivo e valor fique mais evidente.
    Sds
    O reconhecimento da Infantaria, geralmente, é mais sigiloso.

  17. Marcos,
    A ponto 50 tem uma munição cinética e seu poder de penetração depende da velocidade, que por sua vez diminui com a distância. Quanto mais longe, menor a penetração. Daí a importância do Guarani ser também armado com uma ponto 50 ou algo mais pesado.
    Já uma RPG 7 tem uma granada com carga química (HEAT) e sua eficácia independe da distância do lançamento, mas por outro lado tem curto alcance. A própria metralhadora orgânica do veículo ou a equipe desembarcada pode prover proteção.
    Não dá pra falar se a blindagem do Guarani é resistente ou não a um projétil ponto 50 e sim a que distância isso é possível. A queima roupa provavelmente até o tiro de um FAL pode perfurar a blindagem do veículo. A defesa de um veículo de combate é um todo integrado, que tem a ver com a doutrina de utilização, com as armas defensivas capazes de manter as ameaças afastadas, a blindagem passiva, a camuflagem, os dispositivos de ocultamento (lança granadas fumígenas) etc.

  18. Augusto 1 de novembro de 2017 at 21:04
    Boa tarde
    As unidades de manobra da Inf Mec são 3 Btl Inf, 1 Esqd C Mec e (em estudo) 1 Regimento CC – Sobre Rodas. Mas pode evoluir para CC sobre lagarta ou até mais nada. Doutrinariamente, pode-se ter um RCC sobre lagarta no Exército ou Divisão, q pode reforçar ou não a Bda Inf Mec de acordo com a necessidade.
    Sds

  19. Agnelo,
    Eu considero um equívoco a utilização de veículos de terra para o reconhecimento, adentrando isoladamente o território inimigo. Não seria mais adequado utilizar helicópteros tripulados e drones? Ou equipes comando infiltradas?
    E uma questão: os veículos de reconhecimento adentram o território inimigo ou só margeiam a linha de frente??
    Um abraço!

  20. Bosco, porque a blindagem do Guarani é de aço ao invés do alumínio do M-113, acho que na frontal ela aguenta a .50 em qualquer situação.
    No que concerne ao reconhecimento por veículos e a alternativa do uso de helicópteros e drones, é preciso recordar que os reconhecimentos levados a efeitos pela cavalaria normalmente ocorrem quando ela é vanguarda em um aproveitamento do êxito ou força de cobertura de uma defensiva, de forma que o uso de tropas infiltradas se torna inviável, uma vez que a velocidade é primordial. O uso de helicópteros expõe um recurso muito caro a risco e não consegue localizar posições menores e melhor ocultadas. A mesma deficiência apresentam os drones. Na verdade são meios complementares, mas o principal papel ainda tem que ser feito em solo.
    A cavalaria nestas condições, especialmente no contexto ofensivo de uma ultrapassagem e reconhecimento de eixo em aproveitamento do êxito, adentra em território inimigo. Em um contexto defensivo é menos comum o ingresso em território adversário, ma também pode acontecer. Este ingresso e, ambos os casos ocorre principalmente nos reconhecimentos em força, onde são desferidos golpes de mão, emboscadas para expor e mensurar as capacidades adversárias, com ações rápidas pontuais.
    Justamente para mitigar o risco da “cegueira” do veiculo blindado e da sua vulnerabilidade contra armas AC, os pelotões C Mec contam com um GC embarcado e os exploradores em veiculos leves e rápidos para fazer a frente. Ordinariamente os cascavéis irão prover apoio de fogo junto com a Mtr do Urutu, mantendo certa distância e tentando se valer do máximo de mobilidade. Por outras palavras, não são expostos diretamente, ficando a missão de ataque à posição aos fuzileiros.

  21. Bosco 2 de novembro de 2017 at 16:26
    Eles reconhecem dentro de uma fração nível Grupo (comandado por sargento). Junto deles, tem dois Cascavéis, uma VBTP com um GC e mais uma VBTP com Mrt 81. Então, quando há engajamento, rapidamente retraem e os Bld atacam o inimigo. É um reconhecimento para descobrir “a linha de frente”. Depois de descobrir, toma-se um dispositivo interposto entre o Inimigo e as forças amigas.
    Esse reconhecimento q vc se refere é diferente. Até 8 Km, são os pelotões ou turmas de reconhecimento dos Btl Inf q se infiltram. Até uns 20 Km, são os grupos de Intg. Depois disso, são os Btl Intg da Div ou Ex. Essa parte q está sendo desenvolvida.
    Junto com isso, são utilizados os drones e aviação.
    Um esforço conjunto q se sobrepõe.
    Quanto mais pro interior, mais fica pra aviação e equipes de Forças Especiais.
    O problema da aviação são as condições meteorológicas. Na segunda guerra do iraque, muitas operações de Rec, Ap Ae Aprox e infiltração de tropas deixaram de ocorrer.
    Por isso, tem as equipes, cada uma até um limite, os meios aeroespaciais e os sensores (radar e Guerra Eletrônica).
    Resumindo quanto a Cav Mec (q possui os Grupos de Exploradores com jeep). Ela progride (reconhece) até descobrir onde o inimigo está para definir onde deixa de ser “terra de ninguém” e passa a ser “zona vermelha”, considerando nível Bda pra cima.
    Sds

  22. Segundo o ROB (Requisitos Operacionais Básicos), o VBTP-MR teria que ter:
    .
    Proteção contra 7,62 x 51 Pf disparado a 30m em todos os lados.
    Proteção contra explosão de granada de artilharia 155mm a 80m.
    Proteção contra mina de 6kg sob qualquer roda.
    Capacidade de receber blindagem adicional, que proteja contra disparos de 14,5mm API a distância de 200m.
    Proteção interna que aumente a capacidade de sobrevivência da tripulação ao impacto de um RPG.
    Capacidade de receber em toda viatura proteção do tipo grade (contra RPG).
    Condição de receber blindagem adicional para suportar explosão de mina de 8kg sob qualquer roda.

  23. Minha ideia sobre operações de reconhecimento era completamente equivocada. Achava que iam alguns poucos veículos (2 ou 3) de forma furtiva tentado “achar” o inimigo. rsrss
    Pelo que entendi são operações de grande porte, com dezenas de veículos, com alto poder de fogo, e com grande quantidade de tropas, que adentram o território inimigo (ou a terra de ninguém) de forma completamente provocativa, provocando o combate e atraindo o fogo inimigo.
    É isso???

  24. Sim, este reconhecimento da cavalaria é feito mediante emprego de meios eminentemente ofensivos, visando identificar e fixar o adversário, seja para retardar seu avanço e permitir a montagem de uma defensiva, seja para permitir o seu cerco e destruição pela cavalaria blindada ( prioritariamente).
    Obviamente que a força de cavalaria mecanizada se usa de técnicas de furtividade sobretudo pelo tipo de equipamento que usa, com blindagem leve, mas ela está apta a dar golpes de mão, executar simulacros de ataque e engajar pelo fogo, sendo o motivo de um pelotão de cavalaria ter dois canhões, um morteiro e a menos 09 metralhadoras.
    Se o reconhecimento é levado a efeito em um E prog por um pel do Esquadrao da brigada de infantaria ele se assemelhará a primeira descrição, ou seja, a furtividade e a observação prepondera.
    Se temos um R C Mec inteiro reconhecendo o eixo de uma divisão ou corpo de exercito, se assemelha mais ao segundo.
    Mas não é so a cavalaria que realiza reconhecimentos. O que há de peculiar nele é a primazia da velocidade.
    Há os reconhecimentos estratégicos ou táticos onde esta premência de tempo decorrente da cobertura ou aproveitamento do êxito não está presente. Estes são feitos por patrulhas de FE, comandos ou pequenas frações de infantaria ( máximo uma cia).
    Nestas preponderam as funções de levantamento e observação ( eventualmente de guaigem de fogo de artilharia ou aéreo), sendo mais raras ações de reconhecimento em força. Exemplo clássico temos na atuação do SAS e SBS nas Falklands, um mês ante da invasão. Neste tipo de ação, o reconhecimento em força toma a feição de simulacros de ataques, feitos especialmente à noite e com deliberada simulação de maior poder, a fim de revelar o dispositivo adversário.

  25. Creio que o que poderia ser feito no tocante a reconhecimento, deveria ser a ampla implementação e o constante melhoramento do Gerenciador do Campo de Batalha (aliás, pra mim, essa é a mais poderosa arma convencional que o EB pode ter em mãos), isso aliado a aquisição de optrônicos de ponta, no estado da arte…
    O que os americanos usam:
    https://www.raytheon.com/capabilities/products/lras3/
    .
    Outra coisa que penso que deveria ser levado em conta nesse assunto: Internet/ Redes Sociais. Qualquer movimentação de uma tropa inimiga ou de insurgentes, vai interferir na vida população. Isso poderia ser monitorado em tempo real.

  26. Bardini, as possibilidades que temos de conflito seriam em campo aberto, um tanto longe de áreas densamente habitadas, de forma que estes métodos alternativos provavelmente não teriam muito valida, embora não sejam desconhecidos do EB.
    No que tange aos optrônicos, o custo benefício não vale a pena pra nos. Não fazem nada muito diferente do que um rádio e uma carta/bussola ou GPS. O que importaria e faria muita diferença seria dispositivos de visão noturna, inclusive miras para as MAG dos exploradores, e visão termal no Cascavel. Acho mais prioridade e melhor retorno.

  27. Mas estes “métodos alternativos” me parecem ser o tal do estado da arte… Tentar ver sem ser visto. Identificar um inimigo a quilômetros de distância, de dia ou de noite, marcar sua posição no Gerenciado de Campo de Batalha, para que se façam seguintes movimentações.
    .
    Provável que a suíte de sensores do futuro VBR-MR 8×8 contenha exatamente isso que eu citei. Seria uma tremenda evolução para esta função. Além do blindado agregar em outras aplicações.
    .
    Hoje, eu diria que o melhor meio de reconhecimento que temos são os Leopard 1A5 BR, por conta de seus sensores, rsrsrs…

  28. Quais os ensinamentos que o EB tirou da Iraq Freedom?A doutrina mudou? O EB adota o Ciclo de 48 horas?
    Fui o A-2 na Laçador 2008, e me pareceu, salvo melhor juízo, que as operações da Força Terrestre Componente se resumiram a um assalto aeromóvel em Bagé (sem avisar a Força Aérea Componente…), um lançamento de tropa pára quedista e um cruzamento de rio em ponte de campanha.

  29. Bardini, questão é preço e o que agrega. Há coisas que são mais baratas e agregam muito mais. Por isso são prioridades.

    Prezado Rinaldo, pediria que fosse um pouco mais específico aos ensinamentos que referiu. Não consegui aquilatar qual seria o questionamento ou a crítica.

  30. Vou ser mais especifico: a Cavalaria atualizou sua doutrina depois da Iraq Freedom? o EB adota o Ciclo de 48 horas? Não é crítica; é dúvida.

  31. Prezados
    Inconstante as observações feitas sobre o emprego tático da cav mec, a seção de exploração (com as as vtr não blindados) são as peças mais vulneráveis do PCMec
    Mesmo no reconhecimento em força em podem ser simplesmente dizimados por um inimigo bem treinado
    Daí a importância do uso dos binóculos termais e outros dispositivos

  32. Pessoal

    Por favor, aquele sistema de radar o sentir m20 não poderia ser utilizado para fazer o esclarecimento ou reconhecimento da área?

  33. Acho que o argumento do Cel Nery, acrescentando o que o Colombelli deve falar, foi que na época me parece que chovia muito na região. As fortes chuvas (reais) na região obrigaram os comandantes militares a diversos ajustes em seus planos, para superar os obstáculos surgidos, principalmente restrição a operações de aviões e de helicópteros, com retardamento no lançamento de paraquedistas. Quanto a doutrina que fica à cargo da Inteligência do Exército, ao Ministério da Defesa e ao Cmte do Exército, é que em meados de 2012, o Centro de Inteligência do Exército (CIE) enviou ao Estado-Maior do Exército , o resultado de um trabalho iniciado em 2009, que consistiu de um profundo estudo de doutrinas de Inteligência Militar aplicadas por países com experiência em combate ou que têm estruturas de Inteligência atuantes em tempo de paz. Batizado de “Projeto Lucerna”, este estudo teve como principal objetivo apresentar uma proposta de reestruturação do Sistema de Inteligência do Exército ,permitindo sua adequação à transformação por que passa o Exército Brasileiro.Citando novamente o Projeto Lucerna, o estudo identificou que as mais ágeis estruturas de Inteligência Militar no mundo repousam seu Ciclo do Conhecimento − ou Ciclo de Inteligência ( ciclo 48hs)- em quatro etapas, e não em três, como hoje ocorre no Exército Brasileiro. Além de Orientação, Produção e Utilização, consta também a etapa Obtenção de dados. É um estudo profundo no qual está havendo uma reestruturação na doutrina do EB, na aquisição de vários simuladores e sensores de combate, desde o soldado até os carros de combate, na qual sem uma inteligência adequada sobre o inimigo, de nada adianta os comandantes das unidades.

  34. Rinaldo Nery
    Prezado Cel Nery
    Principalmente, depois do início desta guerra, o Exército aumentou em muito a participação de oficiais em cursos, operações (como observador) e em Ligação, com os membros da OTAN, notadamente os EUA.
    Disso, a doutrina vem sendo aprimorada, e percebemos ao vermos as discussões em grupo até mesmo entre dois q já realizaram o mesmo curso n exterior em épocas diferentes.
    Há o q Seal falou e muito mais. Mas adaptamos às nossas capacidades e disponibilidades, claro.
    Pro Pel CMec, especificamente, a ideia é o blindado 4×4 nos GE, para sua melhor proteção.
    A Inteligência tem recebido especial atenção, inclusive com o ciclo de 48 hrs, e a melhora na Inteligência Operacional (já q a “araponga” era mais trabalhada).
    Quanto ao problema no exercício, acredito q aconteceu o q o colega acima disse, q as condições de tempo ou outro imprevisto tenha mudado o plano inicial, e pra não “perder a oportunidade” para as frações mais baixas, fez-se menos coordenado. Embora eu acho q certas coordenações não se justifica de não se ter.
    Mas, pela participação no AZUVER agora, acho q estamos mais integradas, embora também acho q deveria ser mais.
    A perfeita integração, na minha opinião, se dará em com Comandos Militares de Área Conjuntos, utilizando os meios das Forças q coordenarão, na Defesa, como apoiar cada Comando.
    Sds

  35. Delfim Sobreira 1 de novembro de 2017 at 18:22
    Mais um exercício no Sul… os novos farroupilhas devem entender o recado.

    Delfim, não é a primeira vez que você faz esse tipo de relação. Como já falado por outros colegas, manobras militares são comuns e corriqueiras por aqui, principalmente porque a região sul, e mais especificamente o RS, são o berço da maioria das forças blindadas do EB. Aqui em Santa Maria temos o segundo maior contingente militar do Brasil, só perdendo para a cidade do Rio de Janeiro. Temos aqui 19 unidades do EB e mais a Ala 4 da FAB com 4 esquadrões aéreos e 1 esquadrão de comando e controle (radar). Portanto, nada mais natural que essas unidades de toda a região sul treinem regularmente por aqui, principalmente pela existência do CIBSB, em Rosário do Sul (Saicã). Essa história, citada volta e meia por você, de separatismo ou algo do gênero, não encontra eco em 99% da população gaúcha.

  36. De qualquer jeito “…haverá sempre uma arma mais ligeira para lutar, cobrir, reconhecer…” . Drones ajudam muito mas ainda não cumprem todas as missões da Cavalaria. Aliás, ao longo da História, derrotas acachapantes aconteceram pela falta ou emprego equivocado dessa arma básica.

  37. Prezado Rinaldo, estas mudança em termos de inteligência não dizem respeito propriamente à doutrina da cavalaria, mas a praxis dos estados-maiores de nivel GU pra cima. No escalão pica-fumo, na linha de frente o princípio foi é e será sempre o mesmo: coletar o máximo e informar imediatamente ao escalão superior. Assim, não creio que tenha mudado a doutrina da cavalaria significativamente, se não que algumas novas tecnologias tenham facilitado o serviço. Mas a gestão de informação no EB é ponto que não tem sido negligenciado nos S2 e S3 de nivel brigada pra cima.

    Bardini, em certa medida, a inserção das torres REMAX e a do canhão 30mm no guarani irão disponibilizar elementos de reconhecimento mais sofisticados.

    Quanto a problemas no exercício, os desconheço, pois estou na reserva a 20 anos e 4 meses, mas acho que andamos e muito em termos de operações conjuntas que na época bem existiam. Diria mais, hoje o Brasil lidera na AL neste quesito, pois não se realizam exercícios combinados em outros paises com a envergadura que aqui vemos neste TO. Creio que a cada dia isso vai melhorar ainda mais e é fator essencial. Uma guerra real pressupõe ação conjunta de meios. Ter excelentes meios quando operam individualmente não significa ter uma máquina de combate a altura dessa qualidade. A soma das partes pode ficar aquem ou além destas capacidades conforme seja administrada.

    Carvalho, as duas patrulhas de marruá sem dúvida são o elo mais fraco do pel, e o ideal seria blindados. Mas mais uma vez voltamos à questão do preço. Os Marruá sairam entre 100 e 200 mil a unidade ( 160.000 um CB da EASA me disse outro dia). Um blindado não vai sair por menos de umas seis ou sete vezes este valor e teríamos mais de 670 para substituir. Mas tens completa razão quando a binóculos termais. E eu repiso, miras noturnas para as metralhadoras e cascaveis.

  38. Prezados

    Apenas complementando as várias colocações feitas aqui.
    As duas seções de exploração (compostas pelos Marruas) vão à frente dos Cascavéis e dos Urutus, funcionando como “antenas”, tateando o terreno e provendo proteção aos elementos blindados dos PCMec
    Ou seja, viaturas não blindadas operam como anteparo para os elementos de maior valor do Pelotão.
    Taticamente, o conceito é perfeitamente válido.

    Mas sempre que vi as seções de exploradores avançando nos eixo de reconhecimento sempre tive a impressão de que elas ali estavam para “atrair o fogo”.
    Enfim, a utilização do terreno como proteção é uma das mais notáveis habilidades de qualquer combatente.

    Saudações

  39. Mas a forma de estrutura e os elementos de reconhecimento do EB são únicos mesmo, no Us army por exemplo não existe uma unidade tamanho brigada específica para isso, cada BCT tem seus próprios elementos e se diferem pela função da BCT ( Infantry,strykers e armor) sendo que essa última utiliza 3 veiculos, o M1,M2 é o M3 ou seja nada de carros nos reconhecimento nem se eles forem blindados, aliás a única que utiliza carros no reconhecimento e as BCT de infantaria.

  40. Augusto 3 de novembro de 2017 at 22:25
    Boa noite
    Os RCMec do USArmy se assemelham muito a Bdas C Mec nossas, mas tem menos artilharia.
    Sds

  41. Aprendi muito com os comentarios do Colombelli.
    Ri muito com o “nunca será” do Bardini.
    Mas não é caro a aquisição de miras noturnas para as metralhadora.
    O por que não é feito?
    Saiu uma matéria de divisão do pais.
    Me preocupa a fragilidade deste pais.
    Precisamos modernizar as forças a qualquer custo.
    Pois estamos vuneraveis.
    Abraços

  42. Concordo com o Agnelo. Desde a 2 º guerra, o Us Army vem sofrendo modificações nas suas unidades. Unidades de Artilharia, Engenharia e outras ficavam subordinadas ao Comando da Divisão, sendo alocadas as Brigadas qdo fosse necessário. Nem sempre unidades que treinavam juntas, combatiam juntas, isso ficou visível na 2º guerra do Golfo, qdo algumas Divisões receberam Brigadas que não lhes eram subordinadas. A partir de 2002 especificamente, houve uma mudança nas novas Brigadas do Us Army. O primeiro passo foi introduzir um Batalhão de Engenharia nas Brigadas, sendo que na 2 º guerra do Golfo, algumas já contavam com esse tipo de unidade. As Brigadas foram chamadas de Unidade de Ação, sendo que foram concebidadas de 2 tipos: Manobra e de Reforço. As Unidades de Ação ( Manobra), unidades de combate normais tb chamadas de Brigade Combat Team ao serem efetivadas, constituída por um Batalhão Rec, Batalhão Misto ( dois), B Eng, Grupo de Artilharia, B Com, B Log, Cia Segurança e uma Cia de Guerra Química. O B Misto está constituído por 2 Cia de Inf e 2 Cia de carros de combate, semelhante como o Regiment Inter Armés do Exército Francês e o Regimento de Cavalaria Blindada do EB. Na Divisão ou Unidade de Emprego Tático, tem em sua dotação as Brigadas, um Batalhão de Comando e um Bat de Forças esp. Hoje, as Brigadas FCS do Us Army, está constituída por três Batalhões Mistos (Combined Arms Battalion), um Grupo de Artilharia( NLOS Battalion), um Batalhão de Aviação(Aviation Battalion) , um B Log(Forward Support Battalion) , uma Cia de Comando (Headquarters and Headquarter Company), e uma Cia de Informação e Comunicação ( Intelligence and Communication). As Unidades de Reconhecimento( nível de Cia) são orgânicas dos Batalhões Mistos.

  43. Augusto
    Então mudou nas últimas semanas, pq meu instrutor q acabou de se formar na ECEME de lá evidenciou isso nas instruções.
    Sds

  44. Independente disso, a estrutura do USArmy é retificada ou ratificada de 5 em 5 anos.
    Eles têm dinheiro pra isso.
    O reconhecimento realizado pela cavalaria é muito mais do q travar contato pra levantar dados.
    A cavalaria parte na frente para engajar o inimigo, obrigando-o a manobrar, fazendo com q ele perca tempo e nossas forças mais poderosas manobrem sobre ele.
    Não há exército minimamente descente sem unidades de cavalaria.

    Obs: sou de infantaria

    Sds a todos

  45. Mais um lembrete.
    Muitas vezes muda-se o nome,mas as missões e formação é a mesma: cavalaria, esclarecedores, batalhão de reconhecimento, já nomes tradicionais como batalhão de lanceiros…
    Por aí vai.
    Nas primeiras horas da segunda guerra do Iraque, os helicópteros não foram utilizados, pois a areia estava atentando muito contra a segurança, então, quem fez a principal tarefa de reconhecer?
    Ela mesma, a cavalaria… A 3ª Div manobrou sobre esclarecimento de um Esquadrão CMec.
    Sds novamente a todos

  46. Ângelo não, mudou faz anos, o sistema regimental não é mais usado na estrutura operacional da unidade de combate mas ele é usado na administração, se você pegar uma BCT vc vai ver batalhoes de diversos regimentos diferentes numa unidade só, operando em conjunto. A única excessão é o 2 regimento de cavalaria baseado na Alemanha, que apesar de ter o nome de cavalaria opera somente Strykers.

  47. O mais interessante é que o exército americano não tem mais uma unidade de CavMec separada da unidade blindada principal como tinha antes com alguns regimentos de CavMec e como o Brasil tem as brigadas e regimentos CavMec, agora a cavalary troop que está dentro das BCT

  48. Augusto
    Pesquise a estrutura dos corpos de exército, das divisões e brigadas.
    Vc encontrará mais de um regimento (como eu disse, lá é uma pequena brigada), batalhões e esquadrões. De cavalaria.
    Lá, quando se fala cavalaria, é nossa C Mec.
    Tradicionalmente, existe os armored cavalary regiment. Esses são batalhões de tanques, nossos RCC.
    independente disso, as unidades Stryker são sempre FT, com 2 Cia Fuz Mec, 2 Esqd CC-SR, 1 Bia 105, 1 Cia Eng, 1 Cia Ap, 1 Cia Cmdo, e por vezes, 1 Esqd CMec.
    Sds

  49. Ângelo os regimentos continuam existindo mais só com funções administrativas, não tem função operacional, e o exército deles não tem mais corpos sendo relegada essa função as divisões e as funções de divisões aos BCTs que por sua vez tem batalhões alargados aí em vez de regimentos e depois batalhões, como eu disse pega um desses batalhões de uma BCT e verá batalhões subordinados a regimentos diferentes em uma unidade só, porque os regimentos não tem mais função operacional só administrativa, o exército do RU também está assim os regimentos não são mais operacionais só administrativos.

  50. Agnelo 2 de novembro de 2017 at 16:23
    Agnelo,

    Serão nos Esq de Cav é que ficarão os Guaranis com o canhão de 30mm, deixando a Remax e a PLAT para os Batl de Infantaria Mecanizados?
    Abraços

  51. Boa tarde foristas.

    Agnelo, sua observação sobre estrutura do Exército me lembrou da ordem de batalha que está na Wikipédia. Você poderia falar um pouco sobre ela? Por que existem unidades subordinadas diretamente as Divisões e Regiões Militares? Não seria interessante reagrupá-las em Brigadas já que a mesma é a unidade básica do Exército?

  52. Boa tarde Eduardo
    As unidades subordinadas diretamente às Divisões é previsto. Essas unidades são um suporte do escalão superior às Bdas subordinadas a esta Div, de acordo com a necessidade.
    Exemplo: na conquista do obj A, os fogos divisionários podem ser para a Bda X, enquanto a Bda Y conquista obj B, sem apoio de fogo da Div.
    Em uma próxima fase, a Bda Y pode ter o apoio e a Bda X, em um atq Sec, não.
    Assim é com Eng também. E há as tarefas Q cada escalão tem de executar por si, como Comunicações, controle de seu tráfego, etc.
    Já as RM, é o q deve acontecer. As unidades logísticas e administrativas ficarão com as RM e as unidades de “ponta da linha” ficarão em Bdas.
    Sds

  53. A organização do Us army q falei seria uma boa pro EB, é claro teria q haver mais estudos e vontade política principalmente dos militares. Acabar com os CM regionais e regiões militares e abrigar tudo nas divisões, cada divisão correspondente a um teatro ficando as forças de rápida reação fora desse arranjo e operando por fora que atuária em todo território. Penso eu que reduzir as estruturas, seria uma maneira mais eficiente de cortas gastos sem ter que cortar unidades operacionais.

  54. Tenho uma curiosidade fora do tópico. Em caso de guerra e de convocação de reservistas e não reservistas, como ficaria a distribuição destes no exército? Os reservistas entrariam com a mesma patente que saíram, independente de uma formação posterior? E os não reservistas passariam por uma triagem de habilidades e conhecimento para serem distribuídos em diferentes armas? Todos seriam integrados como soldados ou dependeria de seu grau de formação?

  55. Obrigado pelas explicações dos amigos verde oliva. A comparação com o US Army leva a crer que algo foi absorvido. O Ciclo de 48 horas a que me referi é o do planejamento operacional (OODA loop), e nãoo da Inteligência. Mas parece que o conceito é o mesmo. Na Charrua e Laçador em que participei parece que havia um desentendimento desse conceito com o EB, mas que o Gen Elito, à época, compreendeu. Lembro da bronca em um cmt de Batalhão: ¨você não sabe onde estará daqui a 48 horas?¨
    Meu filho adolescente, 16 anos, fará a prova da ESPCEX ano que vem. Nem quis saber de EPCAR. O sonho é servir no 1° BtlAcCmdo, em Goiania.

  56. Augusto 6 de novembro de 2017 at 18:34
    É mais ou menos isso q se quer, mas requer muito investimento inicial e autorização política. A modularidade é ideal para as ameaças modernas.
    Sds

  57. Sandro Gomes 6 de novembro de 2017 at 19:28
    1) Em caso de guerra e de convocação de reservistas e não reservistas, como ficaria a distribuição destes no exército?
    Primeiramente, fora da Zona de Combate. Na Zona de Administração, q vem atrás da ZC, no Teatro de Operações, para aqueles q recém deram baixa e serviram um bom tempo. Para os outros, a prioridade é na Zona do Interior e Zonas de Defesa, já longe do TO. Mas há as habilidades específicas q podem ir para o combate. Logicamente depois de uma “reciclagem”.
    2) Os reservistas entrariam com a mesma patente que saíram, independente de uma formação posterior?
    A princípio sim, mas há estudo para isso mudar. Dependendo da necessidade e experiência do militar, ele pode ser convocado com um posto ou graduação acima.
    3) E os não reservistas passariam por uma triagem de habilidades e conhecimento para serem distribuídos em diferentes armas?
    Essa é a ideia, mas a Mobilização neste nível ainda está no estudo/papel, pois nem o primeiro mundo se acertou nisso ainda. Por vezes, se contrata empresas e “terceiriza” esse serviço muito específico longe da frente de batalha.
    4) Todos seriam integrados como soldados ou dependeria de seu grau de formação?
    Em se tornando militares e não terceirizados, seria pela formação.
    Sds

  58. Agnelo
    5 de novembro de 2017 at 20:20

    A cavalaria parte na frente para engajar o inimigo, obrigando-o a manobrar, fazendo com q ele perca tempo e nossas forças mais poderosas manobrem sobre ele.

    Alexander Magnus abriu um sorriso ao ler isso.

    Falando sério, as táticas de Alexander tinham uso primordial da Cavalaria, que flanqueava os inimigos, obrigando a infantaria a se dividir e assim enfraquecendo o corpo principal, sobre o qual o exército de Alexander se lançava.

    Foi assim em Granicus, Issus e Gaugamela.

  59. Ainda um complemento. A seção de exploradores e os Cascavéis operam em lanços. Sob possibilidade de apoio dos canhões, as viaturas 3/4 avançam e tomam posição diante, quando param e se colocam em condições de escrutinar o terreno a frente e atras. A partir dai os cascaveis e depois deles o urutu avançam ate a nova posição, permitindo que os exploradores façam novo lanço. Nesta progressão eles vão investigando pontos suspeitos do terreno diante. Como são alvos de menor importância, dificilmente irão receber fogo AC e contra armas menores se valem da sua velocidade. Mas realmente é uma função bastante perigosa que depende de boa intuição e tirocínio tático de forma que uma viatura apoie a outra dentro da seção.
    Na minha época constava dos manuais que em caso de armas automáticas os blindados podem passar por sobre elas ou serem destruidas pelo fogo, ao passo que em caso de armas AC deveriam ser engajadas pelo fogo e atacadas pelo GC. Mas certamente é uma suposição pueril, pois certamente as armas AC poderiam estar protegidas por metralhadora oculta que engajaria o GC depois de desembarcado ou a arma automárica ter perto dela uma arma AC para quando o blindado se aproximasse com escopo de destrui-la.

    Sandro, quando o cidadão se alista ele faz antes de incorporar uma avaliação que determina sua QM e que o aloca em determinado tipo de função conforme suas habilidades.

    Eduardo, estas forças não enquadradas são as unidades de reserva a disposição do comando, que pode ter flexibilidade em aloca-las onde mais necessárias.

    Rinaldo, recomende ao vosso filho muita natação e corrida, o resto já está no sangue.

    Rafael, a imagem da cavalaria é exatamente esta, so que agora isso é feito em maior escala e os CC substituem as bigas armadas.

  60. Lembrando que, as Torres Remax do blindado Guuarani, tanto a 7.62mm qto à .50mm, empregado em um reconhecimento, tanto de zona, área ou eixo, auxilia a ação do G Exp (Grupo de Exploradores). A partir da utilização de suas câmeras diurna e termal, a torre instalada na VBTP Guarani ou na futura VBL poderá detectar alvos a até 5.000 metros de distância de sua posição, usufruindo de seu “zoom” de 26 vezes de magnitude.

    Pode, ainda, determinar com precisão a distância da posição inimiga, utilizando o seu telêmetro laser, aglutinando assim informações a serem repassadas para elementos de apoio de fogo, como por exemplo, a Pç Ap do Pel C Mec, o Pelotão de Morteiro Pesado do Regimento de Cav Mec ou a Artilharia de Campanha.

  61. Embora entrando aqui fora do Foco Direto da Noticia e dos Comentários, mas ainda não entendi , porque o EB não tem uma Brigada Blindada na Região Nordeste , onde poderá ser uma alvo de desembarques e ações estrangeiras em caso de agressão a nosso país , devemos desenvolver doutrina para Arma Blindada na Região e também em Africa !

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here