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BAE Systems e Iveco vencem concorrência de veículo de combate anfíbio do US Marine Corps

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Amphibious Combat Vehicle 1.1 - ACV 1.1
Amphibious Combat Vehicle 1.1 – ACV 1.1

O Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA concedeu à BAE Systems um contrato de US$ 198 milhões para entregar os primeiros 30 Veículos de Combate Anfíbio (ACV – Amphibious Combat Vehicles), com opções para um total de 204 veículos que podem valer até US$ 1,2 bilhão.

A BAE Systems, junto com seu parceiro de equipe Iveco Defense Vehicles, prevaleceu na competição robusta do Marine Corps pela próxima geração de veículos para levar os fuzileiros navais de navio a terra para se engajar em operações de combate terrestre.

“Estamos bem posicionados e prontos para construir o futuro dos veículos de combate anfíbio para o Corpo de Fuzileiros Navais, já tendo produzido 16 protótipos”, disse Dean Medland, vice-presidente e gerente geral de Veículos de Combate Anfíbio e Internacional da BAE Systems. “Com este prêmio, estamos orgulhosos de continuar nossa parceria com o Corpo de Fuzileiros Navais, fornecendo um veículo de primeira classe para apoiar sua missão por meio de mobilidade, capacidade de sobrevivência e letalidade”.

O ACV oferece mobilidade excepcional em todos os terrenos e proteção contra mitigação de impacto para os três tripulantes e 13 fuzileiros navais embarcados, além de outras melhorias em relação aos sistemas atualmente em campo. O novo veículo é um avançado veículo 8×8 aberto com capacidade oceânica, equipado com um novo motor de 6 cilindros e 700HP, que proporciona um significativo aumento de potência sobre o veículo anfíbio de assalto, que está atualmente em serviço e está em operação há décadas. O ACV também é adaptável para acomodar o crescimento de futuras tecnologias ou requisitos.

A equipe da BAE Systems realizou seus próprios testes e avaliação extensivos de mitigação de riscos para mobilidade terrestre, capacidade de sobrevivência e navegação que comprovaram o desempenho de seu veículo antes de entregar os primeiros 16 protótipos ao Corpo de Fuzileiros Navais em 2017.

Nos últimos 15 meses, a empresa apoiou os rigorosos Testes de Desenvolvimento e Avaliação Operacional do Corpo de Fuzileiros Navais dos veículos, que tiveram um desempenho excelente em operações de água e terra, carga útil e capacidade de sobrevivência.

O trabalho no programa será realizado nas instalações da empresa em Aiken, Carolina do Sul; Sterling Heights, Michigan; Minneapolis; Stafford; San Jose, Califórnia; e York, Pensilvânia.

A seleção da BAE Systems pelos Fuzileiros Navais para o programa ACV 1.1 solidifica ainda mais o legado de 70 anos da empresa de fornecer recursos superiores de veículos anfíbios para atender os objetivos de transporte do navio ao objetivo e de combate. Como fornecedora líder de veículos de combate, a empresa produziu mais de 100.000 sistemas para clientes em todo o mundo. A Iveco também é um fabricante comprovado de veículos de combate, tendo projetado e construído hoje mais de 30.000 veículos militares multiuso, protegidos e blindados.

FONTE: BAE Systems

86 COMMENTS

  1. Será que os EUA resolveram dar uma força para a BAE depois do pé na bunda que o UK tomou da UE ?
    Mas o bicho parece parrudo.
    Quais eram os concorrentes ?

      • Dificilmente, galante.
        Os únicos que precisam desse tipo de habilidade são os fuzileiros, e eles já usam os CLAmFs.
        O que eu sempre achei estranho é o fato dos nosso Guaranis não terem as pás das hélices cobertas como todos os outros APCs/IFVs incluindo esse aí.
        Cobrir as hélices faz com que as mesmas se tornem mais eficientes, aumentando a velocidade final na água.
        Eu sei que o Exército queria faz o produto o mais barato possível, mas esse é o tipo de economia porca.

        • Também tenho essa dúvida sobre a falta de cobertura dos hélices do Guarani… acredito que a econômia nesse caso seria pífia… fica parecendo que está mal acabado, não custava nada por essa cobertura, vacilaram feio nesse quesito.

          • Olhando como projeto e relação do possivel efeito de hidrojato e segurança lateral, faz sentido a cobertura. Do ponto de vista prático da coisa , em relação a funcionalidade de tudo “a mais” que pode ficar enroscado em uma situação de combate, talvez seja melhor ficar sem.

          • Esta solução na élice pode ser perfeitamente implementada no Guarani.
            Deve haver uma razão para a limitação de velocidade em água no projeto para isso não ter sido feito no projeto.

          • O projeto do Piranha IIIC foi feito em 94. O nosso foi feito 20 anos depois.
            Acho que dava tempo de por uma cobertura ali pra fazer com que tenha mais velocidade em água.

        • Acredito que esse fato se deve ao emprego em regiões fluviais com vegetação aquática, o uso da cobertura poderia aumentar as chances de “enroscar” a vegetação em volta da hélice.

        • Prezado
          Ele é bem menor q o CLAnf, q leva 25 homens. Acredito q o USMC preferiu distribuir mais seus homens, evitando q um mesmo carro detido, não impossibilite um efetivo tão grande.
          Por ser mais pesado q o Guarani, acredito q tenha mais Blindagem, autonomia dentre outras diferenças.
          Deve obedecer requisitos diferentes entre as forças.

  2. Esta decisão serve para “subsidiar” uma mudança de opnião daqueles “especialistas” que insistem em taxar o Guarani como um veículo de segunda linha. São todos frutos de uma mesma casa.

  3. É um blindado superior ao CLAnf em termos de proteção, principalmente no tocante a IEDs.
    O CLAnf ainda tem desempenho superior no mar, pois consegue encarar um mar nível 5, enquanto um Super AV encara mar nível 3.
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    A MB comprou recentemente 23 CLAnfs. Nem chegaram todos os que foram comprados, então ainda vamos ver esses blindados por décadas na MB. O CFN também tinha outras 26 unidades.
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    O CFN também tem seus 30 Piranha IIIC, que são relativamente novos para os padrões do Brasil.
    Também se tem 30 M113MB1, que foram modernizados faz pouco tempo.
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    Sim, é uma sopa de blindados que poderia ser substituída pelo Super AV. Mas primeiro que não se tem tanto dinheiro para isso, segundo que o CFN até que está relativamente bem com estes blindados que tem. O que o CFN precisa realmente, é de um blindado 4×4. Esse sim, está fazendo muita falta.
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    Sobre o EB, pra mim, esse 8×8 na faixa das 30t não faz sentido.

        • Já ouvi alguns americanos com um pé atrás em relação ao V-22 especialmente pelo que alguns consideram uma aposta exagerada na aviação.

      • O problema é a proteção que o AAV proporciona. Pelo o que li por aí, esse 8×8 proporciona quase 3x mais proteção que o AAV.
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        Esse Super AV tem capacidade de ser lançado do navio até a praia. Claro, tem suas limitações por conta da baixa velocidade, como a distância e o tempo. Coisa na faixa de 5km ou 1h navegando, pq muito mais que isso, se fala que todo mundo enjoa demais e não consegue mais combater e etc…
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        O incrível EFV era o projeto que eles queriam… Mas foi cancelado. Por isso vão em parte substituir os AAV com 8×8 e em parte modernizar alguns AAV. Estão modernizando o AAV para assegurar a sua maior capacidade anfíbia, até que se tenha um substituto mais capaz.
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        Eles também querem substituir os LCAC por algo mais capaz. É uma prioridade deles.

        • Não duvido das qualidades do projeto. Meu ponto é se uma melhor capacidade de locomoção não garantia uma maior sobrevivência na seara de atuação deste veículo.

          Se o blindado demorar muito para ‘vencer’ o mar ou tiver dificuldades em um solo arenoso úmido e irregular, poderá comprometer a operação como um todo. Não desrespeito a expertise de uma instituição centenária, que combateu em todos os oceanos, mas em minha opinião, o mais importante em um veículo de transporte, é o transporte.

      • Prezado
        O USMC tem sido empregado em profundidade, junto com o USArmy. Acredito q a experiência no Afeganistao e Iraque tenha apresentado novas necessidades.
        Sds

    • Bardini,

      No meu entender, esse veículo não pode substituir CLAnf ou M-113, neste caso. E a resposta é a que debatemos outro dia: lagartas.

      Ao desembarcar, poder-se-ia encontrar terreno absurdamente desfavorável nas praias, em uma situação onde não se terá qualquer apoio terrestre consistente, o que significa um veículo atolado até sabe-se lá quando… Esse é um risco que não se pode correr…

      • Pra mim, o problema do 8×8 no nosso caso, é que ele não é melhor que o AAV na água, só isso.
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        Eu não vejo problema de mobilidade entre roda e lagarta no CFN. O CFN não tem capacidade de desenvolver uma operação de tomada de praia em ambiente muito contestado, que demandaria um assalto só com os blindados. É ilusão… Não se tem nem equipamento nem navio para isso. Mas como temos os AAV disponíveis, podemos treinar isso.
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        O que se tem capacidade é de tomar uma praia em um ambiente de baixa e média intensidade, no máximo. Mas sem NApLog, estamos condenados a operar na nossa costa e por um período de tempo pífio. Também não se tem navio para proteger e controlar uma área contestada. Não temos um míssil de defesa de área sequer…
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        Para o CFN, pode-se com facilidade operar como os franceses, usando suas soluções e experiências. O cenário de atuação do CFN não seria muito diferente do deles.
        Uma solução para abicar equipamento na praia:
        http://www.mobi-mat-defense-deschamps.com/products/temporary-roadways/fast-composite-roadway/

        • qual seria o equipamento ideal em carros de combate para o EB e para os Fuzileiros Brasileiros, na sua opinião?
          Considerando o Guarani que é o projeto mais novo.

  4. Gente, por favor, não confundam as coisas.

    Em primeiro lugar, este não é um SuperAV comum italiano, é um blindado desenvolvimento usando como base o blindado da IVECO, mas muito melhor equipado, daí seu elevado peso. O Guarani, na melhor das hipóteses, é um “irmão bastardo” deste daí.

    Então querer sequer comparar com o Guarani, para o bem ou para o mal, é querer misturar uvas Cabernet Sauvignon com Sauvignon Blanc, ambas são uvas, ambas têm o nome de Sauvignon, mas uma é para vinho tinto e outra para vinho branco.

    Em segundo lugar, estes são blindados para substituirem os cansados e já antiquados LAV-25, que entrou em operação ainda na década de 1980. Então querer envolver o AAV-7 nessa estória, é querer forçar a barra. Cada um no seu quadrado. Blindado sobre rodas tem uma função no campo de batalha e blindado sobre lagarta tem outra.

    Espero que não continuem a misturar as coisas.

    Até mais!!! 😉

  5. Awwolf22 comentou na última matéria sobre blindado:
    “não sendo Fiat …. melhor…”.

    Desconhece o histórico militar e de equipamentos da Bota.

    Fazer o quê ?

    Não é pro nosso “bico”.

  6. Esse veículo pode tranquilamente ser o 8×8 que o EB almeja visto ser da mesma família do Guarani. E ao ser produzido pelos EUA poderá ser adquirido pelo Brasil via FMS

    • Não faz nenhum sentido esse 8×8 no EB… Nessa faixa de peso, o que precisamos é de um VBCI-SL.
      O 8×8 que precisamos é o VBR-MR. Esse é um blindado que seria feito aqui, que faria a economia girar aqui e que assim como o 6×6, foi pensado para caber no nosso bolso.

      • A questão amigo Bardini é que não há hoje em dia recursos para se produzir aqui no Brasil um blindado 8×8 no volume que seria justificável. Então é melhor você comprar alguns blindado se via FMS

        • Os americanos até o momento, não estão comprando o Centauro II, que poderia cobrir os requisitos do VBR-MR 8×8. Estão comprando um 8×8 com grandes capacidades anfíbias para os Marines. Não vejo pq precisamos desse 8×8 que eles estão comprando no EB. Logo, não faz sentido falar em FMS. Além do mais, é um blindado caro e pesado, que custaria o que poderíamos estar pagando por um VBCI-SL na faixa das 35t. Esse sim, nos precisamos para despachar os M113.
          .
          Outra, a IVECO tem a fabrica instalada. Tem capacidade de produzir aqui. Temos capacidade de manter esse blindados com conteúdo nacional.
          Já se gastou dinheiro com o projeto do 8×8 sendo que projetaram algo para nossa realidade $$$. Tá tudo na cara do gol… Mas ninguém chuta. Agora querem fazer gol contra, com Cascavel “M” e gambiarras a parte.

          • Não há projeto 8×8, a próxima versão será a Morteiro 6×6.
            8×8 foi só estudo, e pararam modernizando o Cascavel, deixando a solução pra depois.
            Difícilmente haverá um RCC SR.
            Ou seja, não haverá VBCCC-SR.
            O Q vai acontecer é a substituição do Cascavel.
            Por quem?
            Um 8×8 com canhão? Um 6×6 com o já existente 30mm?

  7. Afirmativo Galante
    Por que que não se faz uma compra desses
    Veículos para o CFN e para o EB . Daí se estuda a Fabricação aqui desse 8 x 8 com todas variantes
    Forte abraço
    Bom dia a toda turma
    Miklos

  8. Espero que mais este exemplo de veículo 8×8 vindo do país que verdadeiramente se arma para lutar encerre de vez a tola discussão sobre a equivalência de veículos 6×6.

  9. Estava na cara que entre os dois finalistas iriam escolher o da BAE em detrimentro do Terrex de Sigapura que também forneveu 16 protótipos pata os testes finais.
    De qualquer maneira para Singapura já foi uma vitória ser um dos dois finalistas.

  10. Acho incrível como tem gente criticando o Guarani ainda sendo que já tem quase 4 centenas em operação substituindo quase todos os antigos e antiquados Urutus de um lote previsto de 2000 unidades, brasileiro tem um dom incrível pra criticar e tem o porém não gosta de ser criticado por criticar parece até feitiço de RPG.

  11. Com 30.000kg de peso é praticamente um IFV sobre rodas. Como comparação o IWI Eitan, este sim um IFV sobre rodas, pesa 35.000 kg.

  12. Eu não faço a mínima ideia do porquê desse veículo junto aos Marines. Por melhor que seja sua proteção contra IEDS ele não substitui os AAV7.
    Vão ter 2 veículos de assalto? Pra quê?

  13. O Guarani é excelente, o único problema é ser 6X6, se fosse 8X8 poderia até competir na licitação dos marines, com algumas poucas modificações, mas aqui insistem que 6X6 é bom pra nós, eu até concordo, já cansei de ser do contra, pro EB e para o nívels dos nossos soldados o arroz com feijão dá de bom tamanho, aqui nivelam tudo por baixo, então que seja. Só digo que um Guarani 8X8 estaria brigando lá fora de igual pra igual.

    Épsilon 22 de junho de 2018 at 11:30
    Acho incrível como tem gente criticando o Guarani ainda sendo que já tem quase 4 centenas em operação substituindo quase todos os antigos e antiquados Urutus de um lote previsto de 2000 unidades, brasileiro tem um dom incrível pra criticar e tem o porém não gosta de ser criticado por criticar parece até feitiço de RPG.

    • O Guarani foi feito com base nos requisitos do EB para que fosse possível ser aerotransportado pelo KC-390, entre outros, logo a solução 6×6 era o que satisfazia esse requisito, se destinarem $$$ e tiverem força de vontade, pode ser que saia um 8×8 algum dia, mas até lá, o 6×6 estará sendo muito útil.

  14. Alguém saberia me informar se este veículo pode see equipado com algum tipo de canhão leve, como algo em torno de 25 ou 30mm. Outra pergunta, qual a autonomia dele?

  15. Belíssima máquina, o Guarani ,na minha opinião, já está nos atendendo bem, tbm foi feito à medida pro EB seguindo suas especificações, só faltam as variadas versões além da que já está sendo usada as centenas e nisto uma armada,que seja, com uma torre Hit Fact 90mm moderna que não deixa nada a dever pra um canhão 105mm em termos gerais.
    Ainda nem se sabe do andamento dos testes,se é que já estão acontecendo, com a torre Torc-30.

  16. Quando se começa esta questão 8×8 ou 6×6 eu fico pensando na minha ignorancia operacional ou técnica pois sou apenas um entusiasta.
    Urutu e Cascavel fizeram ,e fazem ainda hoje, história sendo 6×6.
    A França com seus veículos 6×6 e sua evolução(Jaguar e Griffon) tbm 6×6.
    O Arma 6×6 da Otokar.
    O 8×8 é maior e tem seus adjetivos técnicos já discutidos pelos entendidos em tantas outras matérias e tal.
    Mas por quê temos que ter um 8×8 em detrimento do Guarani 6×6 como outros exércitos??
    Por quê pro Cascavél a torre com canhão de 90mm serviu e pro Guarani 6×6 uma torre (já mais moderna e atual) com canhão 90 mm não serve e tem que ser(na visão de muitos) um 8×8 com canhão 105mm já que 6×6 com 105mm influencia no centro de gravidade do veículo ao atirar( foi isto o que mencionaram )questão do efeito pendulo e tal??
    Vejo o Guarani como uma excelente evolução do EB na substituição do Urutu e Cascavel e que ainda ,tendo o devido investimento, vai crescer muito com a entrada em serviço e tal de outras versões(as que faltam).

    • Prezado
      Um CC é diferente de uma VBR.
      A ideia de um RCC SR exigia um carro bem armado, com uma blindagem e mobilidade adequados ao q se exige de um CC. Porque de um CC se exige Poder de Choque.
      Para VBR, isso não é a mesma coisa, pq mobilidade é muito mais importante q o resto pra Reconhecimento.
      Então, tem de se casar tudo, pra q uma mesma plataforma cumpra as duas coisas.
      Mas, ainda se estuda a real possibilidade de um CC SR.

      • Puxa…depois de sua resposta Agnelo acabei por pesquisar….
        Um GC ou equipe de ataque tem 4 homens….assim como muitas forças pelo mundo.
        Mas nos mariners, um esquadrão é formado por 3 equipes de ataque e um cabo ou sargento de comando….por isso 13 fuzileiros.

  17. Bom , assim como no passado, os admiradores do babalorixá de Garanhuns trituravam quem fazia algum tipo de comentário contrário as decisões militares do governo do nunca, hoje temos aqui na Trilogia as os Aitolahs do pseudo nacionalismo, então qualquer comentário que não seja uma rasgacao de ânus a Guarani e KC 390 vira um joga pedra na Geni.
    Este veículo é um senhor APC anfíbio, o Guarani e de outra categoria, sai diferentes e não devem ser comparados desta forma

  18. O que alguns aqui comentaram, e me incluo neste grupo é que talvez o Guarani pudesse ter sido um veículo de quatro eixos, não as 30 tons deste aí, mas um veículo que teria maior capacidade de tracão, melhor distribuição de peso, menor peso específico sobre o solo, menor efeito pêndulo,maior espaço para crescimento, servindo também de plataforma para VBR, substituto do Cascavel.
    Vamos ver se explicando desta forma os mujahedins do Makro to Brasil entendem que se pode comentar discordando de determinados mantras.

  19. “Não há projeto 8×8, a próxima versão será a Morteiro 6×6.
    8×8 foi só estudo, e pararam modernizando o Cascavel, deixando a solução pra depois.
    Difícilmente haverá um RCC SR.
    Ou seja, não haverá VBCCC-SR.
    O Q vai acontecer é a substituição do Cascavel.
    Por quem?
    Um 8×8 com canhão? Um 6×6 com o já existente 30mm?”
    .
    Pra mim, é um erro gigantesco não dar origem ao VBCCC-SR 8×8. Esse blindado faz mais sentido que o próprio VBCCC-SL no nosso TO…
    .
    Que o SL tem maior mobilidade tática é inegável, mas é mais caro de manter e operar e em uma necessidade demoraria muito mais para chegar na frente de combate, onde seria necessário. Por isso já deixam tudo aqui no Sul.
    Se der bronca em outa região, vai ser uma novela de trocentos capítulos o deslocamento da cavalaria blindada…
    .
    O SR tem maior mobilidade estratégica, isso adicionando proteção contra IEDs e uma blindagem ok. Seria barato de adquirir, manter e operar e teria certa comunalidade com o Guarani 6×6.
    .
    Estou dizendo que não precisamos mais do VBCCC-SL?
    Não…
    Estou dizendo que o VBCCC-SR seria extremamente útil e importante, complementando o VBCCC-SL por aqui, nesse fim de mundo, embora o SL ainda teria algumas missões para cumprir.
    .
    Enfim… Até os chineses já estão adotando o conceito.
    Operação no Djibouti:
    https://pbs.twimg.com/media/DdMwFRDU8AA9zBt.jpg

    • É isso q está sendo estudado. Necessidade X $$ X capacidade.
      Sem dúvida, a mobilidade estratégica é muito boa, mas não se deve se enganar q é fácil.
      12 Exércitos não estão gostando do desempenho de CC – SR, então vale mesmo?
      A China, como os EUA, não são um padrão muito bom para se ter, já q mesmo não tendo a mesma eficiência q se esperava, eles investem quas eq por via das dúvidas.
      A mobilidade tática aqui no Brasil de um Vtr SR é muito prejudicada. Há muita umidade, constantes chuvas e alagadiços. Não é fácil mesmo.
      É normal atolar SL, imagine SR…
      Estou expondo os problemas q estão sendo analisados.
      Bom, não deixa de ser, pelo menos como VBR.

      • Doze exércitos não satisfeitos é algo a se considerar hein, mas cada um com seus estudos e necessidades, creio que o EB,como normalmente faz, tomará a decisão certa.

      • “12 Exércitos não estão gostando do desempenho de CC – SR, então vale mesmo?”
        .
        Não acredito que existam 12 Exércitos não estão gostando do desempenho de seus CC-SR.
        Mal existem 12 Exércitos… Exércitos, não fundo de quintal, que operam esse tipo de blindado.
        .
        O único blindado que se pode falar que não estão gostando é do M1128… Mas aquilo ali é uma gambiarra desgraçada. Fora isso, que eu me lembre:
        – Itália conta com Centauro e Centauro II e se não fosse bem avaliado, não estariam desenvolvendo um novo blindado.
        – França é um caso a parte, por conta da reestruturação e do novo 6×6 com canhão 40mm CTA.
        – Japão tem o Type-16 MCV, que é um veículo totalmente novo.
        – Polônia talvez pode comprar um Rosomak com canhão 120mm…
        – Venezuela tem os VN-16, que sabe-se lá em que condições estão.
        – A China está usando seus 8×8 com canhão 105mm até na África…
        – África do Sul tem o Rooikat e trocentos Ratel com canhão 90mm para apoio de fogo, mas hoje eles tem outros problemas.
        – Bélgica tem o Piranha IIIC DF90 para apoio de fogo, mas é a Bélgica e não somam umas 20 unidades…
        – Indonésia tem alguma coisa do tipo, mas nem cabe comparação.
        – Turquia tem o blindado mas não deve usar.
        – Qatar tem Piranha e Cascavel com 90mm e o AMX 10RC com 105mm, mas é uma sopa.
        – Kuwait tem seus Pandur com canhão 90mm…
        .
        12 Exércitos não faz sentido pra mim. 2 Exércitos faz mais sentido.
        .
        “A mobilidade tática aqui no Brasil de um Vtr SR é muito prejudicada.”
        Mas isso conta pros dois lados.
        Para o Brasil eu considero muito mais importante a mobilidade estratégica no tocante a defesa, pois estamos em casa. Nossa movimentação é amplamente favorecida.
        Pra mim, se o EB for avaliar performasse de blindado baseado em pampa, banhado e brejo, chafurdando na lama, estão com uma ilusão sem fundamento. Inimigo nenhum vai se meter por ali com blindado. Nem os Argentinos seriam tão burros pra se movimentar por ali… Não consigo imaginar uma movimentação dessas. Todo mundo ficaria exposto a artilharia de foguetes e acaba por morrer no final muita gente no final.
        O que precisamos é algo que possa se movimentar por nossas estradas em grande velocidade.
        Mobilidade estratégica… Vamos ter muito terreno para manobrar e muita coisa para cobrir em uma agressão.

  20. Sei que não tem mito a ver, mais acho que deveríamos procurar vender o Guarani, para clientes estrangeiros , países amigos, isso seria bom para continuidade futura das atualizações e evolução do Guarani,

    Alguém sabe se exite algum movimento neste sentido ?

  21. O que eu acho estranho no guarani é porque gastar tanto tempo e dinheiro pra ter um blindado de transporte 6×6 pra depois desenvolver um outro blindado reconhecimento 8×8 ??? porque nao fizeram todas as versões logo 8×8 ??? Nao tem logica isso nao !!!
    Alem disso, se a própria Iveco tinha blindado 8×8 testado e aprovado por outros países inclusive o Brasil, então pra que fazer uma versão tupiniquim fraca desse blindado da Iveco como é o caso do guarani ???

  22. Esse blindado sobre rodas apresenta a configuração 8×8. Esta é a melhor maneira de acionar um blindado de rodas. A direção se faz com o par de rodas do eixo dianteiro assistido por frenagem dos demais eixos. O veiculo, dotado de suspensão hidro pneumática pode girar sobre si mesmo ao suspender os eixos dianteiros e traseiro e contra rotar os eixos intermediários. Em rodovias estreitas isso é um recurso de muita valia. Além, claro, da maior capacidade de carga, estabilidade e poder integrar armamentos mais poderosos.

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