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GRAER retorna de Santa Catarina após prestar apoio às vítimas da chuva

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Por Marcia Santos
Jornalista PMPR

As chuvas dos últimos dias em Santa Catarina deixaram mais de sessenta municípios catarinenses em estado de calamidade pública ou emergência. O governador catarinense Raimundo Colombo aceitou de pronto o auxílio oferecido pelo governador do Paraná, Beto Richa, que enviou policiais militares do Grupamento Aéreo (GRAER) para apoiar as ações de socorro às vítimas. Os PMs paranaenses retornaram nesta quarta-feira (14) ao Quartel do Comando Geral, em Curitiba.

Em 2008, noutra situação de enchentes, policiais militares do Paraná também participaram dos trabalhos de resgate às vítimas. Esse ano foram enviados pelo Comando Geral da PMPR quatro policiais e bombeiros militares: piloto e co-piloto e dois PMs especializados neste tipo de ocorrência. A equipe de PMs e BMs do Paraná atuou em várias frentes desta calamidade.

A aeronave enviada à Santa Catarina foi a Falcão 3, com capacidade de transporte para sete pessoas, e que também suporta mais de mil quilos de carga pendurada. Para o capitão William Fávero, comandante da aeronave, o suporte oferecido pelo governo paranaense aos catarinenses reforça o compromisso da PMPR em servir e proteger. “Já voamos 17 horas e transportamos 2500 quilos de gêneros e dez pessoas com condição precária de saúde”, explicou Capitão Fávero.

O helicóptero Falcão 3 se envolveu em várias missões em Santa Catarina, como resgate aéreo médico, patrulhamento em áreas sensíveis, transporte de alimentos, medicamentos, materiais de limpeza, tropas, médicos, pessoas ilhadas e outras. Várias missões desenvolvidas pelos PMs paranaenses foram emocionantes, algumas delas foram lembrada pelo Capitão Fávero.

“O transporte de uma senhora de 87 anos para o hospital para que ela fizesse hemodiálise foi uns dos destaques na missão”. Outra situação enfrentada pelos PMs do GRAER foi o transporte de bolsas de plaquetas, para atender pessoas com ferimentos hemorrágicos. “Uma das pessoas que recebeu as plaquetas não sobreviveria se não houvesse o transporte aéreo”, conta Capitão Fávero.

Em Santa Catarina, a situação começa a ser normalizada, ao ponto que os níveis de água dos rios começam a baixar e os moradores a retornar para as casas. Esta enchente fez com que mais de 60 mil catarinenses deixassem suas casas e afetou o abastecimento de água de mais de 200 mil pessoas.

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