Home Clipping ‘De Moscou, com amor’

‘De Moscou, com amor’

161
20

Pantsir-S1 foto 1

ClippingMarido da Ministra Ideli Salvatti, o subtenente músico do Exército Jeferson da Silva Figueiredo participou em janeiro de sua primeira missão internacional.

Passou duas semanas na Rússia como integrante de uma comissão técnica de compras. Mas o militar músico não desembarcou em Moscou para renovar os instrumentos do Exército. Ele foi escalado pelo Ministro Celso Amorim para avaliar o sistema de defesa antiaérea que o Brasil pretende comprar da Rússia. O Pantsir-S1, a escolha de Amorim, custa quase o triplo dos modelos preferidos pelos militares brasileiros que, ao contrário do marido de Ideli, realmente entendem do assunto.

FONTE: Revista Veja, por Lauro Jardim

20
Deixe um comentário

avatar
20 Comment threads
0 Thread replies
0 Followers
 
Most reacted comment
Hottest comment thread
10 Comment authors
geoboscojoao.filhoaldoghisolfiRequenaReinaldo Deprera Recent comment authors
  Subscribe  
newest oldest most voted
Notify of
Colombelli
Visitante
Active Member
Colombelli

Improbidade e crime.

M@K
Visitante
M@K

Hahahaha!!!!
Esse país não é sério mesmo…
Se bem que o cara é militar e dever ter um mínimo de conhecimento em assuntos militares.
Na verdade já vi situação bem pior em que um cara que tinha apenas o ensino fundamental ser eleito presidente de um país… esse episódio é fichinha se comparado.

Bosco Jr
Membro
Noble Member
Bosco Jr

Sem dúvida o som combinado dos dois canhões de 30 mm, disparando a taxa de quase 5000 tiros por minuto, é música para os ouvidos mais sensíveis.

Baschera
Visitante
Member
Baschera

Pssssssiuu !

Missão secreta… o subtenente músico foi testar, em segredo e disfarçado, se em se tocando tuba próximo a uma bateria do Pantsir… seria verdade que o radar do mesmo trava !!

Coisa de especialista….

Sds.

Vader
Membro
Trusted Member

É esse tipo de gente que hoje se infiltra no glorioso EB…

Simplesmente lamentável. Os generais-melancia do AC estão cavando a própria tumba e não se aperceberam disso ainda.

Reinaldo Deprera
Visitante
Member
Reinaldo Deprera

O Jeferson é um bom companheiro né camarada.

Save Ferris!

Vader
Membro
Trusted Member

Aliás, pensando bem no que esse cabra tem que enfrentar quando ele chega em casa, eu também preferiria os dois 30 mm do Pantsir…

Sem brincadeira: o combatente (?) merece é uma medalha…

Requena
Visitante
Member
Requena

Vader

Pensei a mesma coisa. Tá ai um cara com coragem…

aldoghisolfi
Visitante
Member
aldoghisolfi

O Brasil virou piada, mesmo… e o EB idem, pois nossos generais (huáhuáhuá!) mandarem um sub-tenente músico avaliar equipamento como o Pantsir é dose p’rá elefante, por maior que seja o tribufu que ele tem em casa…

joao.filho
Visitante
Member
joao.filho

Brasil virou piada, mesmo… Virou??? E desde quando em algum momento deixou de ser piada internacional? São episódios desta indole que causam que o Brasil seja a piada eterna no ambito internacional. Eu tenho um primo que mora em Fort Lauderdale, e é o proprietário de uma cadeia de lojas de eletrônicos. Grande parte da sua receita são funcionários do governo brasileiro que sempre estão aqui nos States fazendo “comitiva” disso, daquilo e do escambal. Compras milionárias de iPads, iPhones, tablets, TVs flat screen, e por ai vai. Brasil, o pais do futuro…eternamente.

geobosco
Visitante
geobosco

Esse é o Brasil… manda um subtenente analisar um sistema de defesa antiaéreo, somente porque ele é marido de uma ministra do governo……..

aldoghisolfi
Visitante
Member
aldoghisolfi

geobosco, mandar um subtenente não é nada, pode ser uma sumidade na matéria… o problema é que ele é músico!

Colombelli
Visitante
Active Member
Colombelli

Prezados, não tinha entendido o motivo de os colegas cogitarem uma medalha para o indigitado Sub, porém, quando vi uma foto da ministra entendi a motivo. Aliás vejo-me compelido a retirar em parte o que falei, pois verifiquei que, apesar de músico, ele tem uma verve de artilheiro, e por isso possa não ter sido tão equivocado seu envio. Explico, é que segundo ancestral ditado da caserna, “abraçado ao canhão morre o artilheiro”, e no caso o sub não morre, mas dorme abraçado a um. Brincadeiras à parte, cuida-se de caso notório de improbidade administrativa. E ai pergunto, quem foi… Read more »

Vader
Membro
Trusted Member

“Abraçado ao canhão morre o artilheiro” kkkkkkkkkk…

Boa Colombelli! 🙂

Bosco Jr
Membro
Noble Member
Bosco Jr

Quem foi, independente da esposa que tem ou se é músico ou pipoqueiro, deve ter ido com os requisitos a serem observados no equipamento em análise. Se nos requisitos estava anunciado que: 1- não se faz necessário seu transporte via aérea (tendo em vista os meios empregados pela FAB), só rodoviário; 2- não é indispensável que tenha uma ótima mobilidade tática; 3- não é necessário que tenha uma boa proteção blindada; 4- não é necessário que tenha elementos modulares, podendo tudo integrar um veículo tipo caminhão; 5- não é necessário que seja operado remotamente quando estático, podendo seus operadores estarem… Read more »

Colombelli
Visitante
Active Member
Colombelli

Eu me confesso um entusiasta da aquisição do sistema e vejo algumas pontuações que são premissas para para se avaliar mais precisamente a escolha. Primeiro é necessário estabelecer o emprego, se tático, em proveito da tropa combatente; ou estratégico, em proveito da defesa de pontos vitais de infraestrutura. Creio que o sistema terá a segunda destinação, principalmente por termos mais de 300 pontos vitais de infraestrutura críticos e 13000 pontos sensíveis no país. Claro que não seriam todos que seriam ameaçados em um conflito necessariamente. mas é fato que temos grande carência de cobertura de defesa destes pontos. Por outro… Read more »

Bosco Jr
Membro
Noble Member
Bosco Jr

Colombelli, Mas na sua opinião, em si tratando de um sistema de média altitude para a defesa de pontos estratégicos (fixos) um sistema modular não seria mais indicado? Sem falar que a esse sistema modular pode ser acrescido canhões AA, mísseis manpads etc. Meu pensamento: se o sistema irá defender alvos fixos, ele irá operar de forma estática, e poderia ter seus elementos distribuídos no terreno de modo a que um único “tiro” não ponha abaixo todo o sistema. Como você disse, em se tratando de ataque aéreo, tanto faz o nível de blindagem, mas é nesse caso que a… Read more »

Bosco Jr
Membro
Noble Member
Bosco Jr

O míssil Roland, para efeito de comparação, tem uma versão “shelter” que combina tudo e coloca dois sujeitos corajosos dentro de um trailer, tendo sido desenvolvido especificamente para a proteção de alvos estratégicos, notadamente aeroportos e bases aéreas. Obs: Eu, se tivesse que escolher, preferiria um sistema modular como o Rapier para a mesma função, haja vista os dois sistemas terem basicamente o mesmo envelope de ação. Já a versão Roland montada em caminhão, considero só um trailer sobre rodas, que seria apto à proteção de forças em deslocamento rodoviário dentro de território amigo. Chegando à linha de frente, essas… Read more »

Bosco Jr
Membro
Noble Member
Bosco Jr

Pode-se alegar que o Pantsir, no caso de ser usado no campo de batalha, por ser de médio alcance/altitude, poderia dar cobertura às forças combatentes, mesmo estando recuado, não sendo preciso que tenha mobilidade tática ou proteção adequada. No caso poderíamos colocar os Gepards diretamente inseridos no campo de batalha, acompanhando colunas mecanizadas, enquanto o Pantsir ficaria mais atrás, resguardado da ameaça das armas de apoio direto do inimigo e ainda assim dando proteção às forças em ação. Só que nesse caso, para essa função, ele é grande e desajeitado. Ao meu ver, nessa situação, um Buk seria mais adequado.… Read more »

Colombelli
Visitante
Active Member
Colombelli

Bosco, em um cenário ideal, onde o defensor pode buscar a defesa ideal pois o atacante é eficiente e apto, sem dúvida que um sistema modular garante dispersão e redundância e seria melhor. Mas creio que no caso do Brasil, o Pantsir encaixa no conceito “da melhor defesa que podemos adquirir e operar diante dos nossos vizinhos ineptos”. Primeiro, o custo de um sistema modular tenderia a ser sensivelmente maior. Segundo, a complexidade de operação, notadamente se controlados por uma central, seria também maior. Terceiro, não há disposição política para adquisição de um sistema vultoso. Até o melindre nos vizinhos… Read more »