segunda-feira, outubro 25, 2021

Saab RBS 70NG

Vídeo: ‘Smoking Snakes’ da banda Sabaton

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Homenagem da banda Sabaton de power metal à Força Expedicionária Brasileira (FEB). O grupo é conhecido por ter letras com relação a guerras históricas.

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Adler Medrado
7 anos atrás

Muito bom. Gosto muito dessa banda, principalmente da música Counterstrike e agora essa. 🙂 Uma vez eu conversei via e-mail com um integrante da banda e perguntei se eles conheciam a história da participação do Brasil na WWII e que eles poderiam fazer uma música a respeito, isso já fazem uns 5 anos e ele me disse que conhecia sim, mas que não daria para fazer para o álbum que eles estavam trabalhando naquele momento. Mas valeu a pena esperar. O mais curioso é que o brasileiro médio desconhece essa história e é preciso vir uma banda sueca para homenagear… Read more »

Groo
Groo
7 anos atrás

Eu não conheço nenhuma música recente em homenagem à FEB feita por artistas brasileiros.

Serve uma música homenageando um terrorista?

http://www.vagalume.com.br/racionais-mcs/mil-faces-de-um-homem-leal-marighella.html

Reinaldo Deprera
Reinaldo Deprera
7 anos atrás

Groo, tirou as letrinhas dos meus dedos. Boa! Quem vê a produção artística dos outros países e depois vê as nossas, acha que no Brasil não tem herói. Que fique registrado, salvo algumas exceções, a produção artística brasileira é fraca, muito fraca. E a razão disso é que tem militante demais e artista de menos. Quando surge uma exceção, não dá outra. Sucesso mundial, como é o caso do filme Tropa de Elite. A classe artística nacional é no geral, canalha. Deve ser responsabilizada por diversos crimes contra a sociedade. Falsificam e omitem fatos da nossa história por culpa de… Read more »

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
7 anos atrás

Não imagino uma homenagem à FEB ou a qualquer tema militar em forma de pagode, sertanejo, mpb, rap, forró ou funk.

Somente o rock combina com essa temática. E, como no Brasil praticamente não há rock, dependemos de homenagens estrangeiras mesmo.

No mais, repito o que Reinado disse: “Que fique registrado, salvo algumas exceções, a produção artística brasileira é fraca, muito fraca.”

PS: a SAAB poderia usar o Sabaton no seu marketing para vender seus ótimos produtos para o EB rsrsrs.

Fabio Macedo
Fabio Macedo
7 anos atrás

Dia 19 de Agosto tem show dessa banda em Limeira, interior de SP!

Guilherme Amorim
Guilherme Amorim
7 anos atrás

Um vídeo emocionante, uma bela homenagem. Parabéns a banda que manteve nossos heróis vivos.

Para mim, roqueiro e “curioso” por militaria, uma perfeita combinação!

tiagobap
tiagobap
7 anos atrás

Eu me lembro de ver um “make off” dessas cenas num Canal Brasil da vida. Mas não era para um clip de heavy metal sueco! Era pra ser um filme para tv ou um documentário, não lembro… Alguém tem mais informação?

Vader
7 anos atrás

Emocionante.

Quanto à música brasileira, nada a declarar. Brasileiro em geral não gosta e não entende nada de música, de modo que o lixo toma conta.

Mas tem muita coisa boa, só se tem que saber procurar. Não esperem assistir no “Squenta”…

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
7 anos atrás

Tiagobap

O vídeo acima é uma “arte livre” e foi feito usando imagens da websérie Heróis e a música do Sabaton, que são “produtos” distintos e que se referem ao mesmo fato.

Sobre a série, tem razão. Saiu aqui no Forte:

http://www.forte.jor.br/2011/07/29/conheca-a-webserie-herois-%E2%80%93-o-brasil-na-segunda-guerra/

tiagobap
tiagobap
7 anos atrás

Rafael Oliveira, obrigado pela dica! Vou lá no youtube assistir a serie.

roberto bozzo
roberto bozzo
7 anos atrás

Ssr, boa noite. Alguém confirma a noticia ? http://www.creditorial.com.br/portal/noticias/DetalharNoticias.aspx?id=3450 Aviação do Exército deve receber novos helicópteros Sikorsky UH-60M Blackhawk Da redação – 23/5/2014 A Aviação do Exército está prestes a fechar um acordo para a compra de três novos helicópteros de transporte tático Sikorsky UH-60M Blackhawk. O processo aberto para aquisição através do Foreign Militares Sales (FMS, programa intergovernamental de venda de equipamentos militares de fabricação norte-americana a países amigos) do US Army (Exército norte-americano) foi aprovado e a proposta segue em andamento. Os UH-60M são equipados com duas turbinas General Electric T700-GE-701D, de 2.000shp de potência cada; cockpit digital… Read more »

Colombelli
Colombelli
7 anos atrás

A lembrança de que praticamente 2 divisões brasileiras lutaram na Itália é sempre bem vinda de qualquer forma. Reinaldo, mais uma vez assino embaixo. É bem por ai mesmo. Quando ao video, so tenho algumas correções bobas a fazer. O tipo de terreno em que atuou a FEB era muito diferente do ali usado. Cuida-se de escarpas bem íngremes, de solo vulcânico, poeirento, e de pouca vegetação de porte. Aliás, as posições de assalto costumam em qualquer caso ter pouca vegetação por conta da preparação de artilharia, que “desertifica” o solo. Posso estar errado, mas a FEB não recebeu fuzis… Read more »

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
7 anos atrás

Colombelli, temos que dar algum “desconto” para o filme, pois se trata de um produto de baixo orçamento.

No entanto, gostaria que você comentasse mais as cenas, principalmente as últimas. A representação não está equivocada demais?

Os alemães estão desprotegidos e ainda ficam em pé para atirar. E os brasileiros deveriam ter ser protegido na vegetação ou terreno e que esperassem o ataque dos alemães.

Segue uma reportagem com algumas fotos da FEB.

http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,a-trajetoria-da-feb-na-italia,921276,0.htm

Grato.

Colombelli
Colombelli
7 anos atrás

O video começa bem. A técnica de assalto mostrada até o primeiro minuto é a que realmente é utilizada. Ai surge um primeiro problema. O elemento da MG-42 não está usando nem o reparo dela, nem o bipé, o que jamais ocorreria. Também surge o abrigo, de concepção bastante equivocada. Somente um abrigo para metralhadora teria abertura frontal e seria bem diversa da apresentada. Surge uma situação de um ferido que é socorrido. Durante o assalto, ninguém para, nem mesmo para socorrer feridos. Para isso há padioleiros. Se os assaltantes parrassem para socorrer, a empreitada soçobra. Vi um teste feito… Read more »

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
7 anos atrás

Muito obrigado, Colombelli.

Mas, só esclarecendo, quando mencionei o baixo orçamento, me referia mais à locação. Arrumar um local semelhante a um castigado por artilharia não deve ser fácil.

Bom, levando em conta que o filme contou com o apoio do 11° Batalhão de Infantaria – Regimento Tiradentes, creio que boa parte dos erros tem mais a ver com a romantização que você citou.

Sò mais um ponto. Não é provável que a FEB tenha incorporado armamento capturado dos alemães e “italianos”? E mesmo dos americanos?

Colombelli
Colombelli
7 anos atrás

Rafael creio que no interior do RS, de Minas e do RJ haveria ótimos cenários. Para simular uma área batida por artilharia, basta passar um trator esteira, pois a devastação é semelhante. A terra fica literalmente pelada. Mas, acredite-me, o fato de ter contado com apoio do EB não significa que os erros tenham a ver somente com licença poética. Podem ter a ver com puro desconhecimento mesmo, pois há muitos militares profissionais que sabem mais de futebol que dos seus ofícios e nunca se preocuparam em saber como é um campo de batalha real. Isso é válido para oficiais… Read more »

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
7 anos atrás

Acredito sim nos seus relatos, até porque não é o primeiro que você faz nesse sentido. Aliás, infelizmente algo bastante normal em qualquer área. Sobre o armamento americanos, em alguns documentários e entrevistas que vi dos pracinhas, estes comumente falavam que, digamos assim, se apropriavam de equipamentos americanos, inclusive jipes. Por isso sugeri que tivessem pego alguns Garand. Mas isso é especulação minha. Também já li em algum lugar que a FEB não trouxe o armamento americano que lhe foi emprestado, mas que trouxe armamento capturado dos inimigos. Sobre ter enfrentado italianos, o Portal da FEB (que eu não sei… Read more »

rsbacchi
rsbacchi
7 anos atrás

Colombelli escreveu: “… A lembrança de que praticamente 2 divisões brasileiras lutaram na Itália é sempre bem vinda de qualquer forma. …”.

Estranho muito esta tua informação. Se bem que o total de soldados brasileiros na Itália fosse muito mais do que o necessário para uma divisão, a unidade que estava em combate era uma divisão completa( cerca de 14.000 homens).

O fuzil usado era o Springfield (copia estadunidense do Mauser 98 – pagaram royalties até 1914).

Todo o material de combate empregado pela FEB era originário dos E.U.A.

Colombelli
Colombelli
7 anos atrás

Bacchi, uma divisão pode ter entre 9000 e 12000 homens em média, podendo ser um pouco mais de acordo com a organização de cada país. O Brasil enviou mais de 25000 homens, efetivo que daria praticamente o efetivo de duas divisões, ainda que formalmente administrativamente uma so existisse. A minha menção refere-se ao numero de tropas e não á organização administrativa. Mencionei que o springfield era a arma usada, a mesma com que os EUA começaram a guerra, aliás. Ele se baseia em duas armas, o mauser e o Krag Jorgensen, este ultimo usado pelos EUA na guerra hispano americana,… Read more »

Colombelli
Colombelli
7 anos atrás

Sobre os italianos, a partir da queda da Sicília sua participação na guerra foi muito reduzida, pois ja não tinham a mesma empolgação. A participação de tropas italianas na defesa da linha gótica e no vale do pó, ao fim da campanha italiana, foi extremamente reduzida. Inclusive os alemães nutriam raiva e desconfiança em vista dos italianos. Desconheço que brasileiros tenham trocado fogo com tropas italianas, ainda que possa constar “oficialmente” que tropas italianas fossem inimigas ou que compunham a linha defensiva Sobre a captura de armas, se armas alemãs foram trazidas o foram em pequena quantidade e não chegaram… Read more »

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