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Míssil Rafael Spike para o Boxer da Austrália

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Rheinmetall Boxer

Christopher Pyne MP, Ministro da Indústria da Defesa e Marise Payne, Ministra da Defesa da Austrália, confirmaram que o Rafael Spike LR2 será o míssil guiado antitanque que armará o veículo de reconhecimento de combate Boxer.

Sob o projeto Land 400 Fase 2, a Austrália irá adquirir 211 veículos de reconhecimento de combate Rheinmetall Boxer, que fornecerão mobilidade vital, letalidade e proteção para o Exército Australiano. O Boxer será fabricado em Queensland, criando até 1450 postos de trabalho em toda a cadeia de suprimentos.

O Spike foi selecionado depois que uma avaliação comparativa independente das opções potenciais de mísseis para o veículo foi conduzida pelo Defense Science and Technology Group. O míssil oferecerá longo alcance, peso leve, alta resistência a contramedidas e maior maturidade técnica no papel antitanque.

“O míssil Spike é o melhor míssil anti-tanque para o Boxer”, disse o ministro Payne. “Isso dará ao Boxer o alcance e a letalidade de que precisa para lutar e vencer a batalha terrestre”.

A Varley Rafael Australia se comprometeu a fabricar o Spike LR2 na Austrália, empregando até 70 australianos diretamente com centenas de outros na cadeia de suprimentos.

“Este compromisso da Varley Rafael Australia é um grande voto de confiança na indústria australiana e trará empregos e conhecimento de alta tecnologia para a indústria de defesa da Austrália”, disse o ministro Pyne.

Logo após a assinatura do contrato com a Rheinmetall para a aquisição do Boxer, este é o próximo passo na entrega da futura capacidade de combate terrestre da Austrália.

Spike LR2
Spike LR2

58 COMMENTS

  1. E a indústria de defesa israelense, cuja qualidade dos produtos é cada vez mais reconhecida, segue amealhando clientes mundo afora. Ao grande número de usuários do Rafael Spike junta-se mais um.

    Já a marcenaria Teerã…

      • Não bastasse sua devoção ao presidiário você ainda vem bravatear defendendo a marcenaria Teerã.Meu caro, a verdade é que quem se borra de medo é o clero corrupto e fascista iraniano, especialmente depois da surra que tomaram na Síria.

        • Xiiiiiii, chama o outro de devoto de presidiário e chama quem não gosta de fascista? Bravata por bravata, o que você disse também é a mais pura bravata, peça publicitária bem meia boca, alias. No mais, independente da qualidade dos produtos israelenses, que todo mundo conhece, a sua industria já acumulou bem mais clientes do que tem hoje, como por exemplo a África do Sul que durante o regime do apartheid, comprou de israel a tecnologia para fabricar bombas atômicas. Tudo pela democracia e contra os regimes “fascistas”, é claro.

          • Quais são as diferenças entre o brasileiro ms 1.22 e o australiano spike Lr 2. Preço, peso, alcance, sistema de guiagem?

          • Bb,
            O MS-1.2 é guiado por laser (laser beam rider), onde o feixe laser é focado sobre o alvo e o míssil procura se manter no centro do feixe, numa corrida reta. Ele tem alcance de 3 km. Peso: 15 kg.
            O Spike LR é guiado por uma seeker de imagem térmica que é conectado ao lançador por fibra ótica. Tem alcance de 5,5 km e pode implementar uma trajetória parabólica, atingindo o alvo por cima. Peso: 13 kg.

          • Apesar da excelência de seu material, Israel continua recebendo milhares de toneladas de armamentos americanos. E de ‘grátis’. Vai entender.
            Com relação ao mísseis balísticos iranianos, vão muito bem. Só ajustando a pontaria

          • Apesar do Irã ter uma ampla linha de armamentos de alta tecnologia, incluindo mísseis e caças, eles recebem toneladas e mais toneladas de armamentos russos , e , “de grátis”. Vai entender!!!

          • Não se anima Antonio, são mais alvos para as IDFs….

            Quem manda você apoiar o Estado fascista Iraniano? Vai perder…

        • A minha pergunta, se o preco do ms 1.2 ac eh compativel com o praticado pela Rafael, e seu LR2, para equipar o Guarani ou outras unidades. Ainda q uma geracao anterior. No principio constitucional da eficiencia administrativa.

        • Surra que tomaram na Siria? Infelizmente o grande vencedor da guerra civil da siria foi o hezbollah, munhecas iranianas no libano, os mesmos que desativaram ou destruiram cerca de 50 dos 300 tanques israelenses envolvidos na 2a guerra do libano em 2006, incluindo os merkava mk4.

          Apesar das grandes perdas do hezbollah na siria, hje o grupo terrorista tem mais experiencia de guerra nao convencional que grupos como al qaeda ou isis e financiamento de 200mi/ano soh do iran, alem estar armado ate os dentes com material belico de ultima geracao, como misseis atgm metis, milan e kornet, scuds e ate mesmo misseis anti navios chineses; tudo contrabandeado pela siria e iran.

    • Fanatismo,também já é demais né meu caro.Essa tão propalada, indústria bélica israelense é mais fruto de europeus,pessoas oriundas dos países da cortina de ferro,países que não aproveitam seus talentos e tem sua indústria bélica desmantelada como o Brasil.Eu mesmo tenho parentes que moram lá, e amigos que falam que não tem nada de mais,que se não tivesse os EUA para segurar o rojão, tinha virado Síria há tempos.

      • Eu sugiro a você se informar mais e especialmente abandonar essa retórica farsesca de que “tenho parentes que moram lá”. Meu caro, os produtos da indústria bélica israelense são projetados e construídos por israelenses, muitos deles inclusive oriundos das próprias IDFs.

        No mais essa lenga-lenga de que “Israel só existe porque os EUA seguram o rojão” apenas cola com os convertidos à um credo para lá de duvidoso…

          • Oi Bb! O Spike está amplamente difundido e em serviço ao passo que o MSS 1.2 teve poucas unidades entregues. Assim, creio que pelo volume de produção o artefato israelense é mais barato.

        • Pior que tenho parente morando lá,deixou um vidão aqui, para morar com judeu de terceira classe lá naquele buraco, porque precisaria mentir.É só olhar com cuidado a história de israel, para tirar conclusões óbvias de que eles vivem em uma simbiose com os EUA,o judeu manda a grana e os EUA os protegem.Até parece que nas forças israelenses não tem ingleses,americanos,russos,poloneses,franceses,e até brasileiro deve de estar servindo lá.Se os EUA,não mandarem os suprimentos para a base avançada no O.M,como é que fica?

          • E exatamente qual o problema de um país estrangeiro mandar dinheiro para outro país estrangeiro? Não entendi!
            Qual exatamente é o ponto que você defende? Israel é ruim porque os EUA mandam dinheiro pra lá? Essa é a sua linha de argumentação?
            O PIB de Israel é de 330 bilhões de dólares. Qual a parte que você julga que seja afeita à “doação” americana e que seja crucial para a sobrevivência de Israel? Você tem números? Ou é só tirado da sua cachola mesmo?

          • Meu caro Renato, não bastasse os termos preconceituosos a que se refere ao Estado de Israel mais uma vez você deixa bem claro ser um completo desinformado como deixam patente as precisas palavra do mestre Bosco! Portanto reitero a dica: trate de se informar melhor caso contrário vai se juntar ao time dos caricatos, onde o Antonio se destaca!

      • Renato de Mello Machado 28 de agosto de 2018 at 23:16
        Olha,
        Trabalho também com Israelenses (por sinal estava em call com um deles a poucos minutos) e tenho vários conhecidos de lá. Sim, eles tem uma união forte com os Americanos, mas eles sempre me falaram, que a defesa de Israel está nas mãos deles, que com os gringos fica mais fácil, mas conseguiriam se safar mesmo sem eles, um deles me falou certa vez algo como, quem vai dar a última varrida do pó para o mediterrâneo serão os Israelenses.
        De dois em um, ou os que eu conheço estão mentido ou são os seus. São posições muito distintas.
        Abraços

        • Esse negócio de ter “parente que mora lá” é muito estranho. Eu por exemplo tenho parente que mora na Suécia e não sabe de nada que acontece com a defesa da Suécia. Ela é bióloga.
          Eu tenho parentes que moram no Brasil (aliás, vários) que não sabem nada sobre a defesa do Brasil e nem sabem a diferença de bacamarte e míssil antiaéreo.
          Ou seja, se tem gente que é mais mal informada é o tal do parente. Eu, com todo o respeito ao parentes do Renato que moram em Israel, não levaria muito em conta o que eles dizem caso fosse querer ter algum enrosco com os israelenses. O seguro morreu de velho.

  2. Dotar o guarani com algum missel anticarro,principalmente para defesa seria interessante. Poderia ter um com alguns com bateria antiaérea como o igla daria alguma defesa as colunas .

  3. Gostaria de ver uns bichões destes instalados em uns CV90’s e uns SuperAVs nas nossas fileiras, apoiados por uns Agusta A-129… eu tô sonhando muito?

  4. A torre parece a Torc 30(q teremos a versão, tá demorando, br) , metralhadora em estação remota (temos a Remax) só falta a inclusão de um míssil nacional(melhor) ou não e pode iniciada a instalação deste conjunto(como acredito q o será) no Guarani 6×6 e teremos nossa máquina ainda mais eficaz .

  5. Concordo em gênero, número e grau!!!!!!

    “HMS TIRELESS 28 de agosto de 2018 at 19:54
    Quando você vê esse veículo consegue enxergar com clareza a necessidade de uma versão 8×8 do Guarani.”

  6. [OFF]; mas nem tanto.
    Amigos, aproveitando que a matéria fala sobre um produto da Rafael, gostaria de saber se acham interessante para o Brasil o sistema SPYDER, que utiliza mísseis já conhecidos nas Forças Armadas: Python e Derby. O alcance com booster nos mísseis, na versão MR, chega a 50 km a 16 km de altitude.
    Me parece um sistema formidável e que resolveria nossa fragilidade no quesito defesa antiaérea. Quais suas opiniões?
    Matéria antiga do Forte falando sobre o sistema e a aquisição de alguns pela Índia:

    http://www.forte.jor.br/artilharia/antiaerea/india-confirma-compra-do-sam-spyder/

  7. Olá senhores! O Boxe realmente é formidável porem muito pesado! Proibitivo para transporte aéreo nos Hercules e KC-390! Eu tinha a opinião que as torres de veículos de transporte da infantaria deveriam possuir misseis, mas um dos mestres daqui me convenceu sobre torres menos armadas e todo amamento se transportado pela tropa embarcada! Veiculo mais barato e mais leve! Mestre Bosco você conhece algum míssil na categoria e peso do Spike com orientação por radar (milimétrico) com link dual? Acho que seria mais efetivo no atual campo de batalha com mais contra medidas!

    • Pedro,
      O menor míssil dotado de radar milimétrico é da classe do Hellfire/Brimstone, com cerca de 50 kg e e 178 mm de diâmetro. Ambos são do tipo “dispare e esqueça”, sem link de dados.
      Na década de 90 os britânicos tentaram desenvolver uma granada de morteiro 81 mm (6 kg de peso) antitanque guiada por radar milimétrico , o Merlin, mas que não foi adiante.
      Não creio que existam mísseis com as dimensões do Spike LR dotado de seeker por radar milimétrico.

      • Uma reportagem ainda nao divulgada por aqui eh o fire weaver, tambem da rafael. Em sintese, combina todos os sensores disponiveis no TO, com a capacidade de resposta tambem disponivel. O spike ou gil estao integrados a esse sistema. Lembrando que existem uma serie de radares disponiveis nas forcas terrestres modernas.
        Outro desenvolvimento interessante, antecipando o cc carmel, eh o merkava barak q juntara uma serie de sensores, incluindo os radares do sistema trophy para melhorar a consiencia situacional e diminuir a carga e tempo de resposta, atuando tambem centricamente.acredito que o eitan e namera tambem. Outro ponto interessante eh aumentar o raio de acao em 30%. Acredito que usarao tecnologia hibrida para esse fim acoplada aos motores dos mesmos.

  8. Uma reportagem ainda nao divulgada por aqui eh o fire weaver, tambem da rafael. Em sintese, combina todos os sensores disponiveis no TO, com a capacidade de resposta tambem disponivel. O spike ou gil estao integrados a esse sistema. Lembrando que existem uma serie de radares disponiveis nas forcas terrestres modernas.
    Outro desenvolvimento interessante, antecipando o cc carmel, eh o merkava barak q juntara uma serie de sensores, incluindo os radares do sistema trophy para melhorar a consiencia situacional e diminuir a carga e tempo de resposta, atuando tambem centricamente.acredito que o eitan e namera tambem. Outro ponto interessante eh aumentar o raio de acao em 30%. Acredito que usarao tecnologia hibrida para esse fim acoplada aos motores dos mesmos.

  9. Uma solução cara para o reconhecimento, mas letal e inteligente, uma ideia que eu gostaria muito que o EB olhasse com carinho ao invés de querer colocar mais uma linha logística, com 8×8, já que optaram pelo 6×6 seria a adoção do Spike junto com o canhão de 30mm para os pelotões de Recon.

  10. Enquanto isso estamos gastando dinheiro e tempo (e bota tempo nisso. mais de 20 anos!) tentando fazer o malfadado mss 1.2 virar um produto que preste ao invés de um eterno protótipo que não vai a lugar algum.

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