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Militares canadenses treinam guerra na selva na Guiana Francesa

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Membros da Companhia B, 3º Batalhão do Royal 22e Régiment do Exército Canadense estão realizando vários exercícios de treinamento durante o curso Básico de Guerra na Selva no Centre d’Entraînment en Forêt Équitoriale, Guiana Francesa.

O regimento majoritariamente francófono baseado em Quebec compreende três batalhões da Força Regular, dois batalhões da Reserva Primária e uma banda, tornando-o o maior regimento do Exército Canadense.

O Centro de Treinamento Florestal Equatorial (CEFE – Centre d’Entraînment en Forêt Équitoriale) é um centro de treinamento do Exército Francês na Guiana Francesa.

Ele está armado por um elemento da companhia de comando e serviço do 3e régiment étranger d’infanterie.

Seu acampamento tem o nome de Camp Adjudant Szuts, em memória de um oficial não comissionado do regimento, um dos “marechais da Legião” mortos em ação na Argélia em 1959.

No acampamento base, parte do treinamento se estende por mais de 150 hectares, mas as unidades em treinamento evoluem em uma área de cerca de 900 hectares ao redor do acampamento.

O acampamento está localizado na cidade de Regina, de frente para a confluência do rio Approuague e do rio Mataroni, 4 km a sudoeste do centro da cidade.

O centro foi criado em 22 de setembro de 1987 como tal e depende da companhia de comando e apoio do regimento.

Missões

As missões do centro são múltiplas:

  • Unidades permanentes de Aguerrissement no departamento (e em particular o 3º REI, mas também unidades em missão curta (4 meses) às especificidades do ambiente;
  • Preparação operacional de unidades responsáveis pelas operações de controle de fronteira e/ou busca de garimpos ilegais de de ouro;
  • Aprendizado de comando em situações extremas para os militares que lideram unidades em terrenos hostis (o CEFE organiza um curso internacional de líder da seção de selva);
  • Especialização e pesquisa em know-how específico para o ambiente tropical.

O CEFE também recebe regularmente unidades de outros países (da América do Sul, mas também Estados Unidos, Holanda etc.), bem como unidades francesas que se deslocam especialmente para o local (Ecole Militaire Combat, ESM de Saint-Cyr, forças especiais , Escola de Saúde do Exército, etc.)

O CEFE treina cerca de 1.800 soldados por ano.

Estágios

Existem vários tipos de treinamento organizados pelo CEFE, alguns dos quais podem ser feitos à la carte de acordo com as necessidades da unidade de trainee:

  • Curso de iniciação de 2 a 5 dias;
  • 2 semanas de curso de aguerrissement;
    treinamento de combate na selva (aberto a unidades francesas experientes e também a unidades estrangeiras);
  • Curso de treinamento de 6 semanas (para treinar futuros instrutores de vários países da América do Sul);
  • estágio de “líder de seção de selva”

Organização

Como os outros centros do gênero CEPAC, CEC FOGA, o CEFE é especializado no campo da resistência, aptidão física e adaptação às condições climáticas, especialmente as condições específicas da floresta equatorial.

Os militares treinam na prática de trilhas individuais e coletivas (tipo de pista de risco) em um ambiente hostil, combate na selva, manuseio de explosivos, tiro, travessia de rios, etc.

COLABOROU: Maurício R.

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Meireles
Meireles
7 meses atrás

A quantidade de empresas de outros países que exploram os minerais do Brasil escondida é tão grande que as três forças armadas não fazem nem ideia do perigo que estão correndo, Bahia Sul, e Veracel celulose com áreas gigantescas, com o principal objetivo a exploração mineral ilegalmente, e não plantação de eucalipto como aparenta, o dono é príncipe Charles da Inglaterra, as principais mineradoras de ouro, e diamantes são canadenses, o império de Roma com o disfarce da ceita católica também não ficam pra trás, eles vem aqui compram áreas com jazidas de diamantes imensas, e exploram tudo escondido, existem… Read more »

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Meireles
7 meses atrás

A WWF é do Principe de Galles , e esta ONG ainda tem interferência no Greenpeace outra desgraça , estas duas e mais a Inmazon deveriam ser expulsas do Brasil !

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  Meireles
7 meses atrás

Tô nem aí, não tenho nenhuma jazida mesmo. Estou pouco me lixando para o que está além da cerca das minhas propriedades. Da cerca para cá aí sim o couro iria comer…

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  Defensor da liberdade
7 meses atrás

Você não se importa com nada, mas está sempre opinando..

É muita contradição isto.

Flanker56
Flanker56
Reply to  Defensor da liberdade
7 meses atrás

O preço da liberdade é a eterna vigilância.

Kommander
Kommander
Reply to  Meireles
7 meses atrás

Concordo com tudo que você disse, menos com a parte de que o governo está abrindo os olhos. Pois isso já acontece há anos no Brasil, como você falou. Todos os governos sabem disso e nada fazem, pois todos, digo TODOS ganham para ficar calados. Esse papo do governo “proteger” Amazônia é só coisa para inglês ver. Que medidas foram tomadas até agora?

Luiz Mendes
Luiz Mendes
Reply to  Kommander
7 meses atrás

Kommander,

Concordo 100% com o seu pensamento.

Anthony
Anthony
Reply to  Meireles
7 meses atrás

Estas certíssimo!

========

So fico a “imaginar”, quem sejas, pois sabes muito e em “detalhes”……. Bom… pensando bem….. Ha coisas q verdadeiramente eh melhor nao saber! Rs

Obg p postagem! Volte +vezes!

Luiz Floriano Alves
7 meses atrás

Parece que já absorveram as lições de guerra de selva. Pouco equipamento e muito preparo e conhecimento dos recursos disponíveis nas matas. O fuzil francês cai como uma luva em portabilidade e pouco peso. Adicione um um bom facão e não precisa mais nada. De resto evitar os insetos e a temível malária.

Señor batata
Señor batata
Reply to  Luiz Floriano Alves
7 meses atrás

O famas está sendo substituído pelo kh 416.

Munhoz
Munhoz
Reply to  Luiz Floriano Alves
7 meses atrás

Existe um modo operacional! Sempre é a mesma coisa! Primeiro eles enviam uma força tarefa naval para efetuar um bloqueio. Depois vem os ataques aéreos esporádicos e depois intensos! Por último viria uma invasão terrestre! Das 3 janelas podemos dizer que somente esta última está fechada! As 2 primeiras estão abertas, e a concentração de recursos da MB está voltado para a criação de uma força de desembarque anfíbio, o que ocorre e onde iremos desembarcar ? Essa é a grande questão?! A FAB está voltada para o continente, não tem planos para uma AA de médio ou longo alcance… Read more »

rafa
rafa
7 meses atrás

Primeira foto: Arma com ponta vermelha e óculos de proteção: É airsoft! huahauhauhau

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  rafa
7 meses atrás

É um reforçador para tiro de festim. Nós também usamos:
comment image?cb=1453302851

LBacelar
LBacelar
Reply to  rafa
7 meses atrás

Não é airsoft, as munições de festim não possuem polvora sufuciente para gerar energia suficiente para ciclar o blowback das armas no conjunto de cano normal. Para isso serve esse dispositivo

rafael
rafael
Reply to  LBacelar
7 meses atrás

Exato, o FAMAS opera por Blowback com retardo por alavanca não sei qual o desempenho dele em ambiente de selva mas o FAL não costuma dar problemas, o ferrolho rotativo já mostrou ser eficiente na maioria das situações e muito melhor que outros sistemas acredito que o IA2 vai se sair bem na selva tb.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  rafael
7 meses atrás

O trancamento do FAL não é rotativo.

rafael
rafael
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

Leia meu texto novamente e me mostre a parte em que eu disse que era rotating bolt! Uma vírgula serve para separar assuntos nesse caso comecei a referência ao IA2.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

Tá bom. Mas da forma que escreveste pode levar à confusão.

Filipe do Amaral Monteiro
Filipe do Amaral Monteiro
7 meses atrás

Ótimo artigo. Só uma correção, o nome correto do quartel é camp Adjudant Szuts. Adjudant quer dizer “Ajudante”, e ele é um praça muito antigo (e respeitado). Esse posto não existe mais no Brasil.

Eduardo Oliveira
Eduardo Oliveira
Reply to  Filipe do Amaral Monteiro
7 meses atrás

Existe sim. Adjunto de comando.

Selvatico91
Selvatico91
Reply to  Eduardo Oliveira
7 meses atrás

Adjunto de Comando não é posto. É função.

Alfa BR
Alfa BR
7 meses atrás

Falando em treinamento, os britânicos estão realizando uma experimentação doutrinária no Quênia colocando duas subunidades de OMs distintas para se enfrentarem em seguidos enfrentamentos simulados e atividades avaliativas:

https://www.facebook.com/britisharmy/videos/425438258165853/

RENAN
RENAN
7 meses atrás

Ninguém vai criticar as voadeiras?
Ou falar que é início do preparo para invasão da Amazônia?
Dizer que o barquinho deles é outro nível?
Assim não tem graça

Kommander
Kommander
Reply to  RENAN
7 meses atrás

Então só porque eles usam barquinho nós somos obrigados a usar também?

Zeca
Zeca
7 meses atrás

Interessante como o CADPAT se adaptou bem ao ambiente exótico pra eles e como o FAMAS parece ser bem mais adequado à floresta amazônica que o velho FAL.

rdx
rdx
Reply to  Zeca
7 meses atrás

O melhor fuzil para guerra na selva é o AK-47.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  rdx
7 meses atrás

Por qual motivo?

rdx
rdx
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

Claro…mas ninguém faz essa distinção na web.

rdx
rdx
Reply to  rdx
7 meses atrás

Assim como ninguém diz que o principal fuzil do Vietcong era o chinês Tipo 56.

rdx
rdx
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

Robustez e confiabilidade da arma…e desempenho da munição 7,62x39mm em ambientes de selva.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

Robustez, versatilidade e fácil manutenção.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Joao Moita Jr
7 meses atrás

“Robustez”

Tá, a arma é bem robusta.

“versatilidade”

Creio eu que não seja mais versátil que a família AR.

“e fácil manutenção.”

Tão simples quanto um M-16.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

Alfa BR

11 em cada 10 grupos de guerrilheiros/insurgentes utilizam AK-47.
Inclusive, alguns grupos até estampam essa arma em suas bandeiras.
É ‘pau para toda obra’.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Antoniokings
7 meses atrás

E isso é certificado de qualidade?

Eles utilizam pois foram produzidos aos montes durante a Guerra Fria e após seu fim sobraram grandes estoques dessas armas nos países que integravam a “Cortina de Ferro”.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

Se vc considerar confiabilidade, robustez, facilidade de manutenção, letalidade e etc., sim, seria um certificado de qualidade.
A não ser que vc esteja se referindo a outro tipo de certificado de qualidade para um fuzil que eu, realmente, não consegui captar.
E ele não foi apenas produzido aos montes, mas o mais produzido da História.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Antoniokings
7 meses atrás

“11 em cada 10 grupos de guerrilheiros/insurgentes utilizam AK-47.”

Falo disso.

Ser usado por grupos guerrilheiros não é parâmetro algum para a qualidade de uma arma.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

O que vc tem de considerar é que grupos guerrilheiros não podem perder tempo e dinheiro com armamentos que dão problemas.
Se o AK-47 não dá problemas e é extremamente eficiente no que propõe, que é matar o inimigo, então é um atestado de qualidade.
Estamos falando na arma de guerra ‘portátil’ mais icônica da História.
E não é à toa.

Space jockey
Space jockey
Reply to  Antoniokings
7 meses atrás

Vc quase teve um orgasmo falando isso, confessa vai Kings.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Antoniokings
7 meses atrás

Guerrilheiros usam o que tem à mão. O que podem ter. E quando podem.

Não é como se eles fizessem um programa de aquisição, com testes de estresse, durabilidade, precisão e etc.

Selvatico91
Selvatico91
Reply to  Antoniokings
7 meses atrás

Os “guerrilheiros”, sejam de onde for, não escolheram o AK. Era o que tinha no contexto. O FAL é mais robusto, preciso e seu cartucho 7,62 X 51 é mais potente, não sofrendo desvios de trajetória ao encontrar troncos e galhos na trajetória, como o car do AK. Essa tal robustez do AK se justifica, mas tem muita lenda e exagero.

rdx
rdx
Reply to  Selvatico91
7 meses atrás

Desde quando o FAL é mais robusto que o AK?

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  Antoniokings
7 meses atrás

Guerrilheiro e terrorista, usa o que tem não o que quer..

JPC3
JPC3
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

Tem vantagens sobre outros, assim com tem desvantagens.

Só que em parte usam porque é mais barato e fácil de comprar pois é produzido em diversos países que não se importam em vender para qualquer um.

rdx
rdx
Reply to  Joao Moita Jr
7 meses atrás

Robustez, simplicidade (ex: fácil manutenção) e confiabilidade da arma

munição: peso (carregador de 30 e boa quantidade transportada por homem) e desempenho (não estilhaça ao atingir vegetação e possui excelente stopping power. A precisão inferior da munição 7,62x39mm perde importância na selva)

A plataforma AR é mais versátil.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Zeca
7 meses atrás

Os franceses com os quais conversei não gostam do FAMAS. Prefem o PARA-FAL….. diga-se de passagem….

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Agnelo
7 meses atrás

Os franceses estão substituindo o FAMAS pelo HK416F de qualquer maneira.

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  Zeca
7 meses atrás

Basta dizer que o fuzil AK-47 foi amplamente usado numa guerra que os EUA perderam, Vietnã. Os fuzis norte-americanos viviam emperrando e desalinhando a mira enquanto o AK-47 dava mais tiros em qualquer situação. Agora bem da verdade que a mira da AK-47 sempre foi sofrível.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Luiz Trindade
7 meses atrás

“Basta dizer que o fuzil AK-47 foi amplamente usado numa guerra que os EUA perderam, Vietnã.”

Não graças ao Ak-47.

“Os fuzis norte-americanos viviam emperrando e desalinhando a mira…”

Emperravam devido a pólvora utilizada e falta de manutenção induzida pelo fabricante.

“…o AK-47 dava mais tiros em qualquer situação.”

O AK também trava, não sei de onde tiraram que é uma arma quase infalível e a prova de falhas.

Aliás, o AK-47 mal foi utilizado no Vietnã.

rdx
rdx
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

O AK-47 e seu clone chinês Tipo 56 foram os principais fuzis das forças militares e guerrilheiras do Vietnã do Norte.

Eduardo Oliveira
Eduardo Oliveira
Reply to  Zeca
7 meses atrás

Melhor calibre para a selva é o 7,62mm, testado e comprovado pelos guerra.

Rafael G. de Oliveira
Rafael G. de Oliveira
Reply to  Eduardo Oliveira
7 meses atrás

Eduardo…e demais, vocês não estão errado, só estão com um conceito antigo (da guerra do vietnã) desde então muita coisa mudou, muitos projetos avançaram…vou citar alguns trechos dessa matéria de 2015 Comandante Militar da Amazônia, General Guilherme Theophilo, acompanhou teste de munição “Mesmo em tamanho menor que a de calibre 7.62 – utilizada atualmente pelo exército -, a nova munição mostrou melhor desempenho nos testes” “se comportou muito bem, empatou na maioria dos testes e ganhou em dois”, contou.” “As duas munições foram testadas nos mesmo alvos. A 556 chegou a perfurar um alvo situado atrás de um muro de… Read more »

rdx
rdx
Reply to  Rafael G. de Oliveira
7 meses atrás

Acredita quem quiser!

1. O 5,56mm é tão bom que os americanos estão há anos procurando um substituto

2. Alguns exércitos estão adquirindo novos fuzis 7,62mm OTAN e 7,62x39mm

3. Nenhum sniper usa fuzil 5,56mm

O bloqueado
O bloqueado
Reply to  rdx
7 meses atrás

Parece que vão adotar um 6,8 caseless em substituição ao 5,56.
Isso aliás vale um tópico.

Space Jockey
Space Jockey
7 meses atrás

Nada de novo no front… Esse tipo de treinamento não surte grande efeito em pessoas não familiarizadas com floresta equatorial/tropical, ademais tropas de selva não fazem mais diferença na guerra moderna. Uniforme muito bandeiroso pra florestas da Amazônia. O cara sendo carregado amarrado vai ser o almoço ?

Piloto de Combate
Piloto de Combate
Reply to  Space Jockey
7 meses atrás

Como assim, tropa de selva não faz diferença na guerra moderna?

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Piloto de Combate
7 meses atrás

Não faz muita não, não na guerra moderna com potências, eles vão evitar Vietnans da vida, não são burros.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Space Jockey
7 meses atrás

Pelo contrário, há previsão de combate em selva/mata fechada mesmo entre potências.

Só dar uma olhada no TO do Pacífico, por exemplo.

Mauricio R.
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

O mais recente combate no TO do Pacífico, foi em uma cidadezinha das Filipinas chamada Marawi.
Reavivou tristes lembranças dos combates em Hue e não ficou devendo nada a Guadalcanal ou Falujah.
A “floresta” dos dias de hoje na Ásia-Pacífico, são as mega cidades.

Silas AC
Silas AC
Reply to  Mauricio R.
7 meses atrás

Maurício,
Fui pesquisar no youtube.
Pauleira viu? Agora entendo porque o Duterte se sustenta.

Piloto de Combate
Piloto de Combate
Reply to  Space Jockey
7 meses atrás

Pode ser que, caso saia de trás do videogame e passe a estudar algo de concreto, vc passe a entender a importância das pequenas frações, dos acidentes capitais, e dos princípios de guerra.

Sobre vietnans da vida, estarão cada vez mais presentes, seja na África, seja nos morros do RJ.

Castro
Castro
Reply to  Piloto de Combate
7 meses atrás

“Saia de trás do videogame e vá estudar”
Outro milico arrogante que passa por aqui para recitar manual.

Klesson Nascimento
Klesson Nascimento
Reply to  Castro
7 meses atrás

Vá estudar…

Agnelo
Agnelo
Reply to  Piloto de Combate
7 meses atrás

Perfeito, Piloto de Combate.

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Piloto de Combate
7 meses atrás

Nunca joguei videogame fanfarrão.

Silas AC
Silas AC
Reply to  Piloto de Combate
7 meses atrás

Piloto,
Acho que vc precisa estudar mais também companheiro.
Vc consegue imaginar grandes contingentes lutando na selva, como foi na II GM?
No Vietnam a maioria dos combates não foram na selva. Noção idealizada de quem viu muito filme de guerra.
Na África, a maioria se trata de perseguição contra bandos militarizados.
No Brasil, as brigadas de selva iam virar aquele soldadinho japonês descoberto depois de 40 anos isolado numa ilha do pacífico. Sem internet, sem munição, sem comunicação, e comendo palmito e saúva.

Piloto de Combate
Piloto de Combate
Reply to  Silas AC
7 meses atrás

Prezado Silas…

Tenho as minhas vivências de Selva…
Comandei Pelotão e Companhia de Fuzileiros por lá… além de já ter operado muito pela AvEx naquele ambiente…

Vc está equivocado em suas colocações…

Silvio RC
Reply to  Piloto de Combate
7 meses atrás

Estimado Piloto de Combate, Suas experiências empíricas lhe colocam em outro patamar. A prática e a vivência esmagando as teorias. A situação no FORTE está cada dia mais difícil, tem muito civil que nunca chegou perto de uma farda, mas em muitas situações, tem conhecimentos similares ou até mesmo em alguns casos específicos, superior ao nosso. Mas tem aqueles que querem desdenhar de quem se formou, operou, vive ou viveu uma vida dentro da caserna. Eu mesmo já cansei de ver muita gente, que pelo que se coloca aqui, nunca efetuou um simples disparo de estilingue, desmerecer nossos conhecimentos de… Read more »

Castro
Castro
Reply to  Silvio RC
7 meses atrás

Vovô Silvio!
A coisa realmente anda ruim aqui no Forte.
O piloto tomou um “nó tático” do Silas e como ele responde???
Dá um carteiraço !!

Selvatico91
Selvatico91
Reply to  Castro
7 meses atrás

Ficou barato para o menino Silas. Não teve uma única maláriazinha ou medalhinha de leishmaniose na vida e fica ________ goma com assuntos de selva…

Castro
Castro
Reply to  Selvatico91
7 meses atrás

Eu não digo que a coisa anda feia???
Esse selvático sabe pouca coisa mais que arrancar sangue suga do corpo e quer discutir warfare em um conflito de maior proporção.
O nível dos milicos aqui anda de mal a pior

Castro
Castro
Reply to  Castro
7 meses atrás

Malária e leishmaniose agora virou atestado de estudos estratégicos!!!
Kkkkk

Piloto de Combate
Piloto de Combate
Reply to  Castro
7 meses atrás

Realmente está difícil por aqui… Eu venho tentar compartilhar um pouco de minha parca experiência, para tentar mostrar que o MUNDO REAL é diferente… Por mais que se estude, e nas FA se estuda muito… a PRÁTICA ensina mais ainda… Não é carteirada, seria muita pretensão e perda de tempo… Mas quando vejo gente achando que sabe tudo, relativizando contribuição de quem sabe ou já viveu o tema em pauta, parece realmente perda de tempo. Castro, WTF é um Nó Tático? Não tinha um termo mais adequado? Na próxima pode usar “Finta”, “Ação Direta”, “Desbordamento”, entre outros termos militares… Ah…… Read more »

Castro
Castro
Reply to  Piloto de Combate
7 meses atrás

Piloto Pra não dizer que sou intransigente, te explico WTF eu quis dizer: 1) Alguém lá em cima falou que a guerra na selva iria se tornar irrelevante em um conflito moderno com grandes potencias; 2) Vc mandou ele sair do videogame e ir estudar (WTF !!!!) 3) Alguém respondeu fazendo considerações a respeito do warfare moderno, inclusive rebatendo o “senso comum” do exemplo do Vietnam; 4) Vc respondeu dando carteiraço (deu finta, desbordou). 5) Outro milico mostrou a carteirinha de controle da malária e as medalhinas de leishmaniose (hilário né?) WTF??? Simples… Quais são suas considerações sobre o warfare… Read more »

Bidone
Bidone
Reply to  Space Jockey
7 meses atrás

Space,
Concordo contigo. Esta sua HIPÓTESE não deve ser descartada como objeto de análise. Muito pelo contrário.
De certa forma, os conflitos na selva, muito PROVAVELMENTE, deverão se restringir a pequenas frações, destinadas ao combate de patrulha e à interdição de uso do território por unidades guerrilheiras.
No caso brasileiro, será necessário o deslocamento de mais unidades para a região, como muito se tem propugnado?
Boa matéria para discussão !
Abraço

Felipe Morais
Felipe Morais
Reply to  Space Jockey
7 meses atrás

Vejamos…os possíveis T’Os que se desenham para as próximas décadas. América do Sul, com ampla e densa cobertura vegetal, especialmente na região amazônica. Sudeste asiático, igualmente com ampla e densa cobertura vegetal. Fronteira Paquistão, Índia, China = Ampla cobertura vegetal, montanha e gelo. Sobra o que para não se preocupar com combates na selva? OM = Deserto / África = Hoje a parte mais tensa africana é deserto. Mas, dois países que enfrentam graves conflitos e são alvo de interesses estrangeiros possuem boa parte de seus territórios cobertos por selva (RDC e RCA). Sem falar no Sudão do sul. Os… Read more »

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Space Jockey
7 meses atrás

“ademais tropas de selva não fazem mais diferença na guerra moderna”

E se o TO for em selva?

Henrique
Henrique
Reply to  Space Jockey
7 meses atrás

Tanto faz que as principais potências do ocidente treinam para ambientes assim. Os ingleses em Belize, os americanos em Okinawa e os franceses e outros membros da otan na Guiana.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Henrique
7 meses atrás

Os britânicos também tem um centro em Brunei, na ilha de Bornéu.

rafael
rafael
Reply to  Space Jockey
7 meses atrás

A França pensava da mesma forma, pensava que os alemães não entrariam pela floresta das Ardenas e foi justamente por lá que eles entraram. Uma guerra é qualquer coisa, menos previsível.

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  Space Jockey
7 meses atrás

Só se bombardear as florestas com agente laranja de novo, mas aí vai pegar mal para à opinião pública.

Thomas
Thomas
7 meses atrás

Esse colonialismo europeu.
Sério, essa colonia pouco interessa a França.
O intuito é explorar a terra. Tanto que é um país muito perigoso e pobre.
Sempre pensei: Porque o Brasil não aproveitou a segunda grande guerra e não exigiu da destruída França esse território?

FERNANDO
FERNANDO
Reply to  Thomas
7 meses atrás

Pq, não era ético.
Eu acho!

Guilherme Poggio
Reply to  Thomas
7 meses atrás

Invadimos e tomamos a Guiana durante as Guerras Napoleônicas. Depois devolvemos. Mas isso é história.

Kommander
Kommander
Reply to  Thomas
7 meses atrás

A Guiana é tão perigosa e pobre que tá cheio de brasileiro indo pra lá receber em EURO.

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  Thomas
7 meses atrás

Quem já teve contacto com eles, sabe que são do mais eficiente e profissional que há no mundo, o resto, é ressabiamento da época do colonialismo, mas isso já era. Quanto ao espezinhar, tens que andar muito, muito, para sequer te aproximares. E ´´nos próximos acordos militares, excluí-los, precisas mais deles, que eles de ti.

Jean Jardino
Jean Jardino
Reply to  Thomas
7 meses atrás

Cala boca seu portugues imundo, seu pais eh o cu da Europa, e ser for brasileiro, seu pais so tem bandido e sem vergonha, qdo vc tiver 5% da historia dos franceses, vc vem falar algo.

PauloOsk
PauloOsk
7 meses atrás

Sei que eh uma pergunta boba, mas os guerra na selva numa situacao real nao usam capacete?

PauloOsk
PauloOsk
Reply to  PauloOsk
7 meses atrás

Obrigado pela resposta Colombelli. Sempre me vem na cabeca os americanos no vietnam, e la eles usavam o capacete verdade? E sempre vejo o pessoal por aqui sem ele, entao sempre tive essa duvida.

Space jockey
Space jockey
Reply to  PauloOsk
7 meses atrás

Capacete numa floresta atlântica é pedir pra ser ouvido a distancia muito grande, batendo nos cipós e galhos secos.

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  PauloOsk
7 meses atrás

Aqui na caatinga capacete é só um fardo a mais para carregar. Mais vale um chapéu de couro como o de lampião, já pensou? Como o combate é de muito curta distância, nenhum capacete deteria os projéteis das armas. As árvores são coladas uma nas outras, galhos formando emaranhados, quanto menos peso para facilitar a movimentação, melhor. Palavra de quem já caçou muito nestes sertões. Não deve ser muito diferente das florestas como a Amazônica ou a Atlântica.

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  Defensor da liberdade
7 meses atrás

Eu sou de Petrolina, Colombelli, o negócio aqui é bruto, não é para qualquer um. A mata seca e de galhos emaranhados escondem até um elefante. Se você conseguir enxergar tudo com clareza até 20 metros à frente você é um super dotado, pois tudo fica camuflado, e as cores e formatos da vegetação te enganam fácil. A movimentação é bastante prejudicada e exige muito esforço, na maioria das vezes tem que transitar curvado, por isso que coletes e capacetes mais atrapalham que ajudam. Bons tempos que eu caçava gambá por aqui rs rs. Vivia todo cheio de arranhões por… Read more »

Eduardo Oliveira
Eduardo Oliveira
Reply to  PauloOsk
7 meses atrás

Em algumas situações usa o capacete fma.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
7 meses atrás

Alvos…

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Ricardo Bigliazzi
7 meses atrás

Os canadenses são bem treinados. Um dos melhores da Commonwealth.

FERNANDO
FERNANDO
7 meses atrás

O camuflado deles é bom.

Luiz Floriano Alves
Reply to  FERNANDO
7 meses atrás

Capacete na selva? No segundo dia o cra joga no fundo do rio. Na selva só se carrega o estritamente necessário. Vc tem que abrir caminho, no mato com o facão. Qualquer peso extra se torna extenuante. Não pense que estas cenas dos canadenses num mato limpo e arejado de uma área de treinamento é a verdadeira selva. Pergunte aos nossos soldados de selva, especialmente os brasileiros de sangue indígena que são os melhores “mateiros” do mundo.

FERNANDO
FERNANDO
Reply to  Luiz Floriano Alves
7 meses atrás

Mas, não vi nenhum deles com capacete!
???

Selvatico91
Selvatico91
Reply to  Luiz Floriano Alves
7 meses atrás

Na selva não se abre caminho com o facão, pois não há necessidade. Apenas em algumas situações de selva secundária. Ainda assim, se evita ao máximo sacar o facão para abrir caminho, pois o gasto de energia é grande. Procura-se desviar, serpentear, escorregar pelo mato.

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  FERNANDO
7 meses atrás

Claro daquele jeito pra florestas escuras ?!!

jose luiz esposito
jose luiz esposito
7 meses atrás

ADENDO : Canadenses ainda são mais Frouxos que franceses , procurem que já teve contato com eles , e quem já teve a oportunidade de enfia-los a porrada , como eu , somente têm tamanho alguns e choram como crianças !

A C
A C
Reply to  jose luiz esposito
7 meses atrás

Caro Jose, acho que voce encontrou o canadense errado. Sorte a sua. 🙂

Venha nos visitar. Quem sabe com um bom vinho local acompanhado de alguns queijos e afins a sua percepcao sobre os canadenses nao muda.

Saudacoes cordiais

A C
A C
Reply to  A C
7 meses atrás

No mais, temos acumuldado conhecimento de combate em ambientes hostis como gelo, selva, deserto e montanhas.
Um abraco

Selvatico91
Selvatico91
Reply to  jose luiz esposito
7 meses atrás

Servi com dois canadenses gente boa que estiveram conosco no Brabatt 19 no Haiti. Acho os americanos e franceses mais babacas e arrogantes de forma geral. (mas isso não quer dizer que não meteria a porrada nos canadenses se fosse o caso, Sr Jose Luiz !!) . E esses dois nem tamanho tinham, eram tampinhas. Sobre os americanos duas passagens reais: No COS “C” 91/2 haviam dois Sgt Rangers. Um era fraco na água e foi na rota, desligado. Outro era reclamão e ponderador, tomou uns tapas dos próprios alunos e pediu para ir embora. Dois lixos. No 1º BFEsp,… Read more »

Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Reply to  Selvatico91
7 meses atrás

De todos os comentários, achei o seu o mais interessante…, acho que quanto mais às pessoas falam à respeito de experiências vividas, engrandecem a discussão e o conhecimento em geral… O mal de nós brasileiros é acharmos que tudo lá fora é melhor que aqui, pessoas, equipamentos e etc…, eu mesmo tinha essa mentalidade…, mentalidade de país colonia…, depois de viajar para vários países vi que lá fora tem problema iguais e até piores que aqui, mesmo em nações de primeiro mundo… Eu gosto do fórum de discussões, só me desanima o pessoal ficar arrumando rolo por bobeira, deixa a… Read more »

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Selvatico91
7 meses atrás

Colombelli, vale lembrar que da mesma maneira que o americano pediu arrego muitos dos daqui também pedem.

O curso é muito duro, não é para todo mundo.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Selvatico91
7 meses atrás

Selvatico, mas isso não significa que os Rangers americanos são um lixo. Indivíduos são apenas indivíduos.

Space jockey
Space jockey
Reply to  Selvatico91
7 meses atrás

Uma coisa que nunca se comenta, mas é observação minha, experiência empírica: pessoas que foram criadas ‘no mato’ desde tenra idade se movimentam com muito mais destreza dentro da mata e isso provavelmente é muito mais importante em combate do que conhecimentos de sobrevivência. Existem maneiras de se deslocar fazendo um mínimo de ruído e não perder tempo preso na vegetação. Então um caboclo, coletor ou índio terá em minha opinião desempenho superior a de gente que veio dos grandes centros urbanos, ou e fora. De qualquer maneira como eu falei antes não acho que tropas de selva sejam super-trunfo… Read more »

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Space jockey
7 meses atrás

Space jockey isso é verdade, mas tais habilidades não garantem total proficiência para operações militares em ambiente de selva.

Veja por exemplo: em um ataque coordenado?

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  jose luiz esposito
7 meses atrás

Outro mau, no teclado e de lingua. Os que tentas rebaixar aqui, são na verdade elogiados, pois vê-se que esses são os que tu admiras de verdade.
Coitado de ti, os Franceses, têm mais anos de guerras, que tu dias.

Victor F.
Victor F.
7 meses atrás

Royal 22e Régiment. Estive na fortaleza onde fica o 22e, em Quebec. Foi projetada para proteger a cidade de cultura claramente herdada nos franceses de uma possível e iminente invasão por parte dos Estados Unidos. Nunca foi utilizada. A diplomacia, nesse caso, cumpriu seu papel. O regimento foi criado na esteira da 1ª Guerra Mundial, uma vez que o soldado Quebecoise, majoritariamente católico se recusava a se alistar aos batalhões existentes e, caso morresse em combate, não fosse enterrado como católico. Questões culturais e políticas também contaram muito, uma vez que o povo de Quebec se recusa a abrir mão… Read more »

João Moro
João Moro
7 meses atrás

Muita foto pra pouco treinamento. rs. Falando sério, acredito que o treinamento nem chega perto do que o nosso grupo de selva faz.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  João Moro
7 meses atrás

A filosofia de treinamento lá é diferente da do CIGS.

Ten Murphy
Ten Murphy
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

Seria interessante falar um pouco mais sobre isso, doutrinas, táticas e estratégias. Talvez até um artigo. Sou apaixonado nesses assuntos.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Ten Murphy
7 meses atrás

Murphy, como o próprio texto diz: “Existem vários tipos de treinamento organizados pelo CEFE, alguns dos quais podem ser feitos à la carte de acordo com as necessidades da unidade de trainee: – Curso de iniciação de 2 a 5 dias; – 2 semanas de curso de aguerrissement; treinamento de combate na selva (aberto a unidades francesas experientes e também a unidades estrangeiras); – Curso de treinamento de 6 semanas (para treinar futuros instrutores de vários países da América do Sul); – Estágio de “líder de seção de selva”” Nos centros de outros países (como o francês, os britânicos e… Read more »

Ten Murphy
Ten Murphy
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

Muito obrigado

Ten Murphy
Ten Murphy
Reply to  João Moro
7 meses atrás

Muito bom. Grato por divulgar. Se souber onde assistir os episódios anteriores…

Ten Murphy
Ten Murphy
Reply to  João Moro
7 meses atrás

O curso Iwias do Equador não seria mais completo que o nosso?

Antunes 1980
Antunes 1980
7 meses atrás

Será que o fuzil padrão canadense (armalite AR-10) não aguenta o tranco nas missões de selva?
Foi necessário utilizar os FAMAS.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Antunes 1980
7 meses atrás

O fuzil padrão do Exército Canadense é o Colt Canada C7 em suas várias versões.

Eles utilizaram o FAMAS pois é o que foi fornecido a eles. Lembre-se que este centro pertence ao Exército Francês, cujo fuzil padrão é o FAMAS (sendo substituído pelo HK-416).

Selvatico91
Selvatico91
Reply to  Antunes 1980
7 meses atrás

Este “empréstimo” de fuzil por parte da nação anfitriã é corriqueiro entre nações amigas que disponibilizam intercâmbios e treinamentos. Apenas no intuito de facilitar a logística e poupar os visitantes de transportarem seu armamento desde seu país.

Heinz Guderian
Heinz Guderian
7 meses atrás

Nuca serão que nem os nossos guerreiros de selva, NUNCA SERÃO, CIGS!!!

Jean Jardino
Jean Jardino
Reply to  Heinz Guderian
7 meses atrás

POis eh, o pesssaol do CIGS ja foram la fazer curso…..que coisa neeeee….

Eduardo Oliveira
Eduardo Oliveira
7 meses atrás

O Exército Francês na selva é fraco (apesar de estarem na frente de muitos países). A Legião Estrangeira ainda tem um conhecimento bom pq os principais instrutores de combate na selva da LE que ficam na Guiana são brasileiros, sendo alguns com conhecimento adquirido no cigs (ex combatentes do Brasil). Eu servi na selva alguns anos, conversei com um militar antigo da LE brasileiro e ele confirma isso, nem se compara o curso do CIGS com o curso deles. Muito acima. Quando tem treinamento em conjunto soldado nosso ensina eles, além da resistência e tudo mais. Estamos bem acima em… Read more »

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Eduardo Oliveira
7 meses atrás

Eduardo, no CIGS o foco é na formação de instrutores e líderes das frações, para que estes forneçam treinamento à tropa nas OMs (batalhões de infantaria de selva) e liderem as frações (grupos de combate, pelotões e companhias) em combate. O objetivo é disseminar a doutrina de guerra na selva pela força.

Nos centros de outros países (como o francês, os britânicos e o australiano) se dá atenção maior a formação da fração (pelotões ou companhias). O treinamento do combatente propriamente dito.

Agora compare o treinamento dado aos recrutas dos Batalhões de Infantaria de Selva com os de outros países.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Eduardo Oliveira
7 meses atrás

“O curso do CIGS para brasileiros é tão pau que antigamente outros países mandavam a galera e os caras não passavam da primeira etapa, ai tiveram que inventar um curso Internacional de Operações na Selva, com duração menor, sem algumas etapas do curso full e com uma equipe de instrução mais bonzinha kkkkk.”

À propósito, os estrangeiros fazem (e muitos concluiram) o COS quase que completo, excluindo a parte referente a comunições (por motivos óbvios). Esse Curso Internacional de Operações na Selva está mais para um estágio.

Eduardo Oliveira
Eduardo Oliveira
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

O COS propriamente dito estrangeiro não pode fazer, é exclusividade dos brasileiros, e não, não é a parte de com que pula, são outras, entre elas a etapa real do curso. A formação de instrutores para disseminação de conhecimento é consequência do alto nível das instruções dada pelos guerra, isso é consequência de qualquer curso ou estágio operacional no EB. O foco mesmo é ensinar os caras a combaterem na selva, engloba muita coisa, inclusive combate irregular, tanto líder de fração como o próprio elemento da fração (ao ser comandado por um mais antigo). Quanto ao treinamento dos recrutas nos… Read more »

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Eduardo Oliveira
7 meses atrás

Eduardo, estrangeiros podem fazer o COS. Inclusive consta os critérios de seleção para os militares das nações amigas indicados para realização dos COS na PORTARIA 017-DECEx, de 16 de fevereiro de 2018 que aprova as Instruções Reguladoras para a Inscrição, a Seleção e a Matrícula nos cursos do Centro de Instrução de Guerra na Selva.

file:///E:/Users/pedro.araujo/Downloads/sepbe9-18_port-017_decex.pdf

Eduardo Oliveira
Eduardo Oliveira
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

Art 03 dessa portaria que vc citou explica a destinação para cada curso promovido pelo CIGS, e lá é claro que nações amigas só podem fazer o CIOS (passeio no parque internacional), o COS raiz cat A, B e C o estrangeiro não pode concorrer, somente brasileiros.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

Artigo 17 (página 10) dessa mesma portaria discorre:

Parágrafo único. Além da IS realizada nos países de origem, os militares das nações amigas indicados para realização dos COS executarão uma Inspeção de Saúde para fins de Matrícula (IS) na Gu de Manaus, a ser conduzida pelo CIGS, com apoio do HMAM, durante a Semana de Mobilização, de acordo com as prescrições contidas nos art. 22 a 26 e no Anexo E destas Instruções.

Eduardo Oliveira
Eduardo Oliveira
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

Nesse artigo para nações amigas onde se lê COS leia-se CIOS. Meu caro, nações amigas não fazem o mesmo COS que nós, se vc não acredita, vá até Manaus e vai no CIGS tirar essa dúvida, não sei quantos guerra eu conheço, nenhum deles fez curso com estrangeiro, são cursos diferentes, assim como o Comandos, nada mudou. Mas se vc quiser continuar acreditando nisso fique a vontade kkkk. Eu não tô falando coisa que li na internet, eu vivi isso kkk, sou da Força, sei que estou falando.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

Inclusive na portaria nº 101 de 25 de outubro de 2000 explicita o número de vagas dos COS de categoria A e B destinadas a Outras Organizações Brasileiras (OO/BR) e de Nações Amigas (NA):

http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:-Lf5LwwtObAJ:www.sgex.eb.mil.br/sistemas/be/copiar.php%3Fcodarquivo%3D516%26act%3Dbre+&cd=3&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br

Eduardo Oliveira
Eduardo Oliveira
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

Em 2000 ainda não existia o CIOS, logo as nações amigas participavam de um turno do COS, mas também não era um turno full.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Eduardo Oliveira
7 meses atrás

“A formação de instrutores para disseminação de conhecimento é consequência do alto nível das instruções dada pelos guerra, isso é consequência de qualquer curso ou estágio operacional no EB.” O objetivo é disseminar doutrina formando instrutores e líderes de frações, não preparar os combatentes. Os centros estrangeiros formam principalmente as frações em si (pelotões ou companhias de fuzileiros). Não dá para prover o mesmo nível de treinamentos dos COS para a recrutada. Nem lá fora e nem aqui. “Quanto ao treinamento dos recrutas nos BIS é extremamente profissional” O COS forma os instrutores dos batalhões, mas como a maioria dos… Read more »

Eduardo Oliveira
Eduardo Oliveira
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

Você está dizendo dos BIS ou da guarnição toda? Pq em todos os quartéis das guarnições de selva tem EBCS, mas os recrutas do BIS (especialmente dos comandos de fronteira) no PPQ atiram muito, fazem patrulha, é igual nas OM pronto emprego, GLO full pra recruta. Óbvio que você não tem o mesmo nível de instrução do CIGS, mas todos os instrutores do EBCS, ou na maioria deles são Guerra, então a instrução tem um nível bom. Eu fiz o EAVS e o estágio de Operações na Selva com os caras, alto nível. A diferença é que nesses estágios não… Read more »

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Eduardo Oliveira
7 meses atrás

“GLO full pra recruta”

Uma das reclamações que percebi no pessoal das OM é que o foco maior atualmente está nesse tipo de operação em detrimento ao preparo para o combate em selva.

Eduardo Oliveira
Eduardo Oliveira
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

Nos BIS? Vc tá se baseando nas Infantarias de selva ou qualquer unidade da selva. Óbvio que batalhão de suprimento, parque regional de manutenção, região militar, batalhão logístico vc tem menos combate em selva (apesar de ter) que os batalhões de infantaria. Com certeza vc não ouviu reclamação de recruta que serve em Tabatinga, Tefé, Cruzeiro do Sul, Barcelos, São Gabriel da Cachoeira com relação a treinamento para combate na selva, pq eles treinam muito, estão operando em PEF. Não é a realidade que vc está falando, tanto é que toda OM atualmente no CMA possui um Pelopes, e esse… Read more »

Eduardo Oliveira
Eduardo Oliveira
Reply to  Eduardo Oliveira
7 meses atrás

Alfabr, talvez o colombelli vc ouça, que resumiu tudo que eu falei kkkkkkk

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  Eduardo Oliveira
7 meses atrás

Grande tanga, eles combatem em todos os ambientes deste planeta, treinam, também em todos os ambientes possiveis, e claro o vosso é melhor!!!, se perguntares a um Francês diz o mesmo, que o deles é melhor. Quanto aos instrutores da selva da LE, na Guiana Francesa, serem a maior parte Brasileiros, isso é mentira, além que o treino dos militares Franceses em Selva, só uma parte é na Guiana, pois também treinam na selva em Africa e na Asia. Aqui, em Portugal, os militares, também dizem sempre que são muito melhores que Americanos, Ingleses e Franceses, mas isso é para… Read more »

Eduardo Oliveira
Eduardo Oliveira
Reply to  rui mendesmendes
7 meses atrás

Quem falou pra mim sobre os instrutores da LE na Guiana ter alguns brasileiros ex militares daqui e que realmente somos melhores que eles na selva foi um sgt da LE brasileiro, que esta la ha muitos anos ja. E o corpo humano, apesar de parecidos, adaptação na selva é complicada, você já esteve operando na selva? Eu sou brasileiro e em alguns momentos tive dificuldade, imagina um europeu. Pq vc acha que os melhores soldados nos PEF são nativos? Ninguém pega os caras na selva. Quando os estrangeiros vêm nossos soldados operando na selva eles ficam impressionados, e nao… Read more »

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  Eduardo Oliveira
7 meses atrás

Alguns instrutores sim, agora a maioria, não. E eu não duvido sobre os soldados indegenas brasileiros serem muito bons soldados na selva, por algum motivo os Britânicos têm os Gurkas nepaleses no seu exército, o que eu digo, é os Franceses das forças especiais, pois são soldados profissionais com muita prática em guerras de guerrilha, em vários ambientes, principalmente em Africa mas também em ex colónias da Asia e Pacifico.

Jean Jardino
Jean Jardino
Reply to  Eduardo Oliveira
7 meses atrás

So escreveu asneira, meu deusssssss

Alfa BR
Alfa BR
7 meses atrás

Para quem gosta de vídeos… segue alguns registros de outros centros de instrução de guerra na selva mundo afora: British Army Training and Support Unit Belize – Reino Unido. Localizado no Belize, América Central. https://www.youtube.com/watch?v=pu4xsHu9HFg https://www.youtube.com/watch?v=9XwSTuSA4Mc https://www.youtube.com/watch?v=Dzz6XHNu7Y8 https://www.youtube.com/watch?v=CPrkMDXNENk https://www.youtube.com/watch?v=raqYPVIOwcY https://www.facebook.com/watch/?v=2152411691463315 British Army Jungle Warfare Training School – Reino Unido. Localizado em Brunei, ilha de Bornéu, Sudeste Asiático. https://www.youtube.com/watch?v=WnfjNUl8qUM https://www.youtube.com/watch?v=kZQBST7z0RM https://www.youtube.com/watch?v=pWox1HfIq08 https://www.youtube.com/watch?v=_IjwnLRo_qM https://www.youtube.com/watch?v=laNVml4C_Ek Jungle Training Wing (JTW) – Austrália. A sede fica na Austrália mas mediante acordo militar com o governo da Malásia, realiza treinamentos nas selvas malaias. https://www.youtube.com/watch?v=yACoRqdKOmE https://www.youtube.com/watch?v=mW3NNPJ2RD8 https://video.army.gov.au/play/3404 Counter-Insurgency and Jungle Warfare School – Índia. Localizado em Vairengte,… Read more »

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

Colombelli, concordo contigo. O PLCE (Personal Load Carrying Equipment) é talvez o melhor fardo aberto para equipar o infante especializado em combate na selva.
comment image

Juscelino S. Noronha.
Juscelino S. Noronha.
7 meses atrás

Hum, Canadá e França? Na Guiana Francesa? Sei não. Tá me parecendo futuras tretas. Que tal o nosso Exército Brasileiro mostrar um aceno pra eles em nossas fronteiras. Selva!!!

Jean Jardino
Jean Jardino
Reply to  Juscelino S. Noronha.
7 meses atrás

Que tal vc tomar seu remedinho e ir dormir…..

Alfa BR
Alfa BR
7 meses atrás

Guerra na selva não se resume a patrulhar, emboscar e contra-emboscar. Principalmente se o combate for convencional, onde ataques coordenados e defensivas visando garantir acidentes capitais são as ações principais. Nesse contexto, um aspecto negligenciado pela nossa força é a artilharia de selva. O Exército Brasileiro possui 6 Brigadas de Infantaria de Selva: 4 no Comando Militar do Amazonas (CMA) e 2 no Comando Militar do Norte (CMN). Apenas 3 dessas brigadas possuem Grupo de Artilharia de Campanha (GAC) orgânico: 1 (10º GAC SL, da 1ª Bda Inf SL) no CMA e 2 (1º GAC SL, da 23 Bda Inf… Read more »

Eduardo Oliveira
Eduardo Oliveira
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

Estamos aprendendo ainda operar Artilharia de selva, o primeiro tiro de um obuseiro na selva foi em 1980 pelo 8° Pqdt, é pouco tempo, hoje nao se da tanta prioridade pra isso, avança à Passos lentos, mas avança.

Silas AC
Silas AC
Reply to  Eduardo Oliveira
7 meses atrás

Lembro que o EB fez experiência doutrinária com tiro a partir de balsas, que se posicionavam através dos Igarapés.
Me parece, salvo engano, que a deflagração de granadas sob o dossel das árvores e no solo encharcado dos igarapés diminui muito o poder da artilharia.
Talvez porisso sua dotação ainda não ter sido completa.
Na selva as frações de tropa também são mais diluídas no terreno, o que não favorece o emprego do meio…enfim

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

“Estamos aprendendo ainda operar Artilharia de selva”

Então nosso conhecimento de operações na selva é limitado.

” o primeiro tiro de um obuseiro na selva foi em 1980 pelo 8° Pqdt, é pouco tempo”

39 anos é pouco tempo?

Luiz Floriano Alves
Reply to  Alfa BR
7 meses atrás

Essa preocupação com guerra “dentro” da selva não me parece a mais importante na defesa da Amazônia Brasileira. Como vimos nos conflitos em outros lugares o objetivo é o domínio do ar. Na Amazônia o avião é indispensável. Até índios já os possuem. O garimpo sem aviões é impensável. Ou seja a nação que quiser ocupar parte ou toda a Amazônia vai atacar os aeroportos e aeródromos, em primeiro lugar. Depois irá ocupa-los mediante desembarque de tropa aerotransportada. Para combater essa ameaça não podemos nos embrenhar na selva e esperar que o inimigo proponha combate nesse terreno. A tropa isolada… Read more »

Alfa BR
Alfa BR
7 meses atrás

Uma visão de fora:

Artigo que mostra como o Exército Australiano treina e combate no ambiente de selva e as lições aprendidas pela Companhia Alfa do 1º Batalhão, Real Regimento Australiano (1 RAR) que passou 3 meses em treinamento nas selvas da Malásia e Tailândia realizando experimentações doutrinárias.

Link da publicação original: https://www.contactairlandandsea.com/free_contact/contact60/contact60.pdf

Alfa BR
Alfa BR
7 meses atrás

Coronel Fernando Montenegro durante intercâmbio realizado pelo Exército Brasileiro ao BATSUB – British Army Training Support Unit Belize em 2010. A unidade é um dos dois centros de treinamento de combate na selva do Reino Unido (este em Belize e outro em Brunei).

https://www.instagram.com/p/B43KLF2gDOr/?utm_source=ig_web_button_share_sheet