segunda-feira, dezembro 6, 2021

Saab RBS 70NG

Mina antitanque PTKM-1R de ataque superior

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

A JSC Rosoboronexport da Rússia apresenta a mina antitanque PTKM-1R de ataque superior. Esta é uma “munição inteligente” que seleciona meticulosamente seu alvo de acordo com os parâmetros dados.

Ela não será ativada, por exemplo, contra um veículo com rodas ou um veículo leve sobre esteiras, se seu seu alvo for um blindado do tipo tanque pesado.

A PTKM-1R mira na parte menos protegida de sua vítima – teto/torre. Em primeiro lugar, a mina é lançada ao ar quando o tanque inimigo se aproxima e, em seguida, a ogiva é detonada atingindo o alvo pelo topo.

Para saber mais sobre a PTKM-1R, clique aqui.

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carcara_br
carcara_br
20 dias atrás

Alguém conhece design similar em termos de minas antitanque?
Muito interessante, deram a volta nos sistemas de proteção ativa. será que poderiam fazer modelos com múltiplas “cabeças” num único dispositivo?

Guacamole
Guacamole
Reply to  carcara_br
20 dias atrás

Vi um video instrutivo de uma que caia de paraquedas e ia girando conforme caia.
No momento que detectava o alvo ( não sei se por ser metálico, ou se tinha um pequeno radar) ele disparava contra o tanque por cima também.

É bem fácil de achar no Youtube.

carcara_br
carcara_br
Reply to  Guacamole
20 dias atrás

sim, disparados por artilharia e até lançado em clusters de aeronave já havia visto, utilizados em minas foi novidade.
Diga-se a quantidade de sensores e de informação que elas coletam e processam antes do ataque pouco tem haver com aqueles dispositivos rústicos de acionamento mecânico pela pressão do veículo, são mais como “drones” de ultracurto alcance lançado de plataformas estáticas.

Bosco
Bosco
Reply to  Guacamole
19 dias atrás

Guacamole,
O conceito é denominado EFP (explosively formed penetrator) e é adotado em várias armas diferentes.
Alguns exemplos:
Mísseis TOW 2B, Bill 2 e NLAW;
projétil lançado por canhão de 120 mm: KSTAM
projétil lançado de obuseiro de 155 mm Ex: SADARM
submunição de bomba de fragmentação: Skeet
mina “saltadora” antitanque: M93
armadilha fixa: MPB
minas antihelicópteros;
etc.

Bosco
Bosco
Reply to  carcara_br
19 dias atrás

Sim, eu conheço. Os EUA utilizam a M-93 Hornet há muito tempo. https://www.youtube.com/watch?v=Jw5NroIRvj8

carcara_br
carcara_br
Reply to  Bosco
19 dias atrás

preciso Bosco, obrigado!

Leonardo
Leonardo
20 dias atrás

Interessante o funcionamento. Lembra aquelas submissões feitas para destruir tanques que eram lançadas pelo BM-30 smerch

pedro
pedro
20 dias atrás

Interessante, mas aqui no meu ver é igual a discussão da caneta espacial: precisa disso? Nao seria melhor com esse $$ usar para outras coisas? Nao tem um substituto mais barato? Pois a melhor mina a um blindado é aquela que pode ser usada facilmente, rapidamente e em grande quantidades. Na invasão do Iraque, centenas de M-1A foram avariados e inutilizados usando uma ou duas granadas de obus de 152mm dentro de um galão de combustivel velho e uma chapa de aço ou ferro que ao detonar proximo do veiculo, a chapa derretia semelhante a uma carga HEAT suficiente para… Read more »

Agnelo
Agnelo
Reply to  pedro
20 dias atrás

Mina é mina.
Armadilha é armadilha.
Mina serve pra fixar, canalizar, desorganizar ou dificultar o movimento inimigo, devendo, inclusive, seu campo ser sinalizado.
Se o inimigo quiser “enfrentar” o campo sem o devido apoio de Engenharia, sofreara as consequências, q com a mina acima, será ter o teto “atacado”.
Armadilha, não. Essa é pra matar ou aleijar mesmo. Sem avisar.
Sds

Carlos Campos
Carlos Campos
19 dias atrás

Muito interessante, mas deve ser caro, a Rússia tem sistema de minagem por foguete, seria interessante o Brasil copiar esse sistema por meio da AVIBRAS ou comprar direto, minas são baratas e o uso no campo de batalha é muito bom, pois o inimigo tem seu movimento prejudicado.

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